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Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 336
Sinopse: Entrar na Bíblia pela porta da cozinha é um argumento mais sério do que se possa supor. E também mais espiritual.» José Tolentino Mendonça, no Prefácio. A ideia central deste livro é ler e reler a Bíblia anotando todas as referências sobre os alimentos, a cozinha, a refeição, o prazer e a dádiva da comida, estudando os hábitos alimentares no Antigo e no Novo Testamento - o que se comia e como se comia, como se preparavam os alimentos e que regras e interditos foram aceites ao longo do tempo. É uma viagem ao universo dos rituais, da etiqueta alimentar do tempo de Jesus e da época da travessia do deserto, mencionando o pão, o vinho, o azeite, o sal, mas também os animais, as ervas e especiarias, as árvores, os cereais - e a alegria da mesa. Escreve o cardeal José Tolentino Mendonça no Prefácio: «Entrar na Bíblia pela porta da cozinha é um argumento mais sério do que se possa supor. E também mais espiritual. Este livro constitui uma espécie de micro-história da Bíblia; permite-nos fazer uma viagem pelas formas objetivas de vida e suas tradições; dá-nos uma ideia dos produtos acessíveis, do impacto do clima, do tipo de economia; enumera para nós os saberes que transparecem na fabricação; abre-nos a janela para a sociologia das suas gentes; faz-nos participantes dos rituais religiosos, do conteúdo do espaço familiar, da hierarquia e da versatilidade das relações. Mas, ao mesmo tempo, é um livro de espiritualidade bíblica, um compêndio de exegese, uma refeição da Palavra
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Às vezes, têm de ser as mulheres a resolver definitivamente os problemas… Sally leva uma vida tranquila. Pelo menos até matar o marido com uma frigideira. Livrar-se do corpo caído na sua cozinha não será tarefa fácil, principalmente em pleno confinamento. O caminho de Sally rapidamente se cruza com o de Ruth, cujo companheiro acaba de ser vítima de um acidente fatal, e com o de Samira e Leila, uma mãe e a sua filha, que também têm de se desfazer de um cadáver. As quatro vizinhas, acompanhadas por Janey, formam então um estranho clube social de confinamento para tentarem escapar juntas desta situação aparentemente impossível de resolver. Depois de chegarem ao ponto de rutura nas suas vidas, conseguirão estas mulheres encontrar a melhor forma de enterrar os seus maridos — e escapar impunes?
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 200
Sinopse: «- romano, quero abrir uma livraria na minha aldeia. - quantos habitantes tem? - 170. - então, 170 000 a dividir por¿ - não são 170 000, são 170. - és louca.» um crowdfounding em 2019 permitiu à poeta alba donati deixar o seu trabalho numa das maiores editoras italianas e trocar florenca pela sua aldeia natal, lucignana. um incêndio e uma pandemia não foram suficientes para enterrar o sonho; pelo contrário, uma vez inaugurada esta pequena cabana nas montanhas, repleta de delícias literárias(incluindo meias e chás!), os amantes da leitura, de todos os tipos e proveniências, juntaram-se para a manter viva ¿ e próspera! visitada por escolas, turistas, peregrinos, destino de um festival literário e dos mais diversos eventos, a livraria na colina, um pequeno espaco cheio de grandes sonhos, tornou-se um destino global para leitores ávidos, curiosos¿ e até principiantes.
Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse: numa andaluzia rural e quase desertificada, angie é o último membro de uma família pobre oriunda de um bairro operário de barcelona. vive isolada, numa casa decrépita, apenas acompanhada pelos dois cães, os fantasmas do passado familiar e a memória de um grande amor de juventude. uma manhã, descobre o corpo do proprietário das terras da região enforcado numa nogueira ¿ o que vai fazer perigar a permanência de angie no seu pequeno pedaco de terra. enquanto luta pelo que lhe pertence, descobrirá segredos bem enterrados, entre eles o que liga a sua família à dos latifundiários ¿ uma estranha dinastia com uma história de suicídio a cada geracão. considerado um western contemporâneo, género em que o território, a lei, o peso da paisagem e as pessoas divididas têm protagonismo, a forasteira é também um magnífico romance sobre liberdade e resistência.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 32
Sinopse: bem-vindos ao maravilhoso mundo dos números, uma nova colecão de livros sobre um grupo de números amigos. a festa de aniversário do três não está a correr nada bem. não há bancos que cheguem nem bolo suficiente para todos. como será que os números vão resolver este problema? esta é a história perfeita para compreender os conceitos de maior e menor e de dobro e metade. um livro com uma história muito divertida e ainda ideias para jogos mesmo giros.
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse: Um pequeno livro acerca de uma grande questão Ser sempre feliz não é normal. Se outros livros lhe dizem que sim, provavelmente estão a enganá-lo. O que é normal é viver períodos de grande bem-estar, picos de felicidade que duram no máximo três meses. Portanto, não interessa saber se é feliz ou não, porque isso levantará muitas questões. O que importa é saber quão feliz é. E, sobretudo, o que pode fazer para ser mais feliz. Nem que seja apenas um bocadinho. Quem é que não gostaria de ser um bocadinho mais feliz? A maioria das pessoas sente-se razoavelmente feliz, de acordo com a experiência do autor, um prestigiado professor universitário, que já colocou a questão a mais de 100 mil pessoas e leu todos os livros e estudos sobre felicidade. a criatividade, a sorte ao amor, o sucesso desportivo, escolar, profissional e até em tribunal(!)estão um bocadinho mais ao alcance das pessoas mais felizes. e a longevidade também. gente infeliz vive menos tempo, como quem fuma. neste livro, o professor micael dahlen explica o que realmente resulta e apresenta 13 dicas cientificamente comprovadas para se sentir mais feliz. e isto não é conversa, é ciência.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 32
Sinopse: O Rato fica acordado até tarde para ver as estrelas. Mas será que vão aparecer? Talvez ele tenha até uma estrela especial mais perto ainda de casa... Uma encantadora história para dormir com um final poético e inesperado.
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 136
Sinopse: Zé António nasceu e cresceu em Matosinhos. Com onze anos, iniciou o sonho de ser futebolista, que cumpriria em pleno no Leixões, entre a criança que entrou no Estádio do Mar em 1987 e de lá saiu, homem feito, em 2004, cumprindo pelo meio uma passagem pelo Desportivo das Aves. Terminou a carreira de forma dramática aos 29 anos, recebendo no dia do aniversário a notícia de um diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica, que lhe condicionaria a vida e a deixava sob séria ameaça. Iniciou, nesse momento, um jogo novo: vencer a doença. E está a ganhar de goleada! Em parceria com a escritora Fabiana Couto, Zé António conta neste livro toda a sua história, todas as lágrimas, todos os sorrisos, num relato raríssimo de sobrevivência e determinação. «Às vezes gastamos energias com problemas que não existem e depois somos confrontados com o exemplo de coragem e resiliência do Zé António. Que sirva de inspiração a todos nós.» Luis Figo, ex-internacional português
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 352
Sinopse: como sobrevivem as ditaduras na atualidade? os principais ditadores do século xx como hitler, estaline e mao governavam através do medo. contudo, nas últimas décadas, a face da ditadura transformou-se. uma nova geracão de políticos trocou as fardas militares pelos fatos de marca e, dominando os media, conseguiram redesenhar o conceito de autoritarismo. em vez de julgamentos que eram autênticos espetáculos ou brutais campos de detencão, estes novos ditadores controlam os cidadãos através da manipulacão e de acões aparentemente democráticas, para construir a sua base de apoio. considerado o melhor livro de política de 2022 pelo financial times, esta obra admirável apresenta a ascensão desses grandes manipuladores como hugo chávez, vladimir putin ou viktor orbán , comparando-os com os «ditadores do medo» que ainda resistem, como kim jong-un, bashar al-assad ou xi jinping. fundamentado em investigacão rigorosa, este livro explica um dos maiores enigmas do nosso tempo: como sobrevivem as ditaduras em pleno século xxi, como funcionam, que ameacas representam e como o ocidente as pode enfrentar.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 328
Sinopse: Putin, Xi e Kim aprenderam bem a lição: quem controla o passado controla o futuro. A tendência para manipular a história com objectivos políticos não é uma característica exclusivamente autoritária. No entanto, em países como a Rússia, a China e a Coreia do Norte é cada vez mais difícil e perigoso contrariar a versão oficial. Este livro conta-nos como dirigentes autoritários e impiedosos cooptaram e manipulam o passado para o colocarem ao serviço das suas necessidades políticas. A história que os regimes no poder nestes países contam aos seus próprios povos gira, invariavelmente, em torno de mágoas históricas e vitórias mitificadas. Há sempre um inimigo estrangeiro a quem culpar pelas dificuldades nacionais. Assim justificam a necessidade de lideranças fortes para se defenderem. Assim esses líderes se perpetuam no poder.
Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 248
Sinopse: um autorretrato fascinante, íntimo e despojado de artifícios de um dos maiores ícones pop do mundo. rupaul, a mais famosa drag queen do mundo, ícone da cultura pop e uma das vozes mais ativas da comunidade lgbtq+, traz-nos o seu trabalho mais pessoal e revelador até à data ¿ um relato íntimo, de uma honestidade brutal e surpreendentemente tocante do que é crescer sendo diferente, negro e numa família pobre e desfeita, até descobrir o poder libertador do transformismo e da autoaceitacão. nesta introspecão profunda da sua vida, relacões e identidade, a casa dos significados ocultos é um autorretrato de um ícone lendário que mudou o modo de o mundo ver o transformismo. foi a extraordinária capacidade de adaptacão camaleónica de rupaul que o levou de um bairro pobre de san diego até se tornar um supermodelo e produtor de um dos maiores franchises da televisão do mundo, rupaul¿s drag race. no entanto, era essa mesma capacidade fascinante que o tornava enigmático aos olhos do público - até agora. neste livro, rupaul mostra-se como realmente é, sem artifícios, sem plumas nem lantejoulas, recontando a sua vida com uma clareza e ternura avassaladoras, e com a vivacidade que sempre o caracterizou. dos primeiros anos enquanto crianca negra e queer com uma relacão complexa com o pai ausente e uma mãe temperamental até forjar a sua identidade no mundo punk e drag de atlanta e nova iorque que lhe garantiria a fama e o reconhecimento mundiais, esta história pessoal é mais do que uma biografia: é um manual para a vida que atesta o valor da família que escolhemos, a importância de explorarmos aquilo que nos torna diferentes e o poder transformador de aceitarmos quem somos sem medos.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 152
Sinopse: O universo é o Labirinto.Em todas as direções até ao infinito sucedem-se blocos hexagonais de apartamentos separados por ruas todas geometricamente iguais. Antes da invenção da escrita e do nome das ruas, como se orientariam então os habitantes deste estranho mundo? Pelas divinas Cores. Havia mesmo a crença de que não existiam duas ruas igualmente coloridas em todo o Labirinto. A destoar nesta divina perfeição, os cromopatas, infelizes humanos que não distinguiam as Cores. Esta é a sua história, de como passaram de um grupo de desgraçados a um estatuto de malditos privilegiados. E de como foram extintos.Ou não...
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 560
Sinopse: Em 1966, um bombardeiro B-52G Stratofortress dos Estados Unidos da América, transportando engenhos termonucleares, colide com um avião de reabastecimento sobre a pacata vila costeira de Palomares, no sudeste de Espanha. Alertados, os comandos militares norte-americanos e as autoridades espanholas iniciam uma operação de busca das ogivas nucleares, as quais não chegam a explodir. Todos os engenhos caídos em terra e no Mar Mediterrâneo são localizados e recuperados, conforme comunica a Casa Branca. Volvidas cinco décadas, descobre-se que a verdade é outra. Beneficiando da convulsão provocada pelas guerras na Ucrânia e no Médio Oriente e pela ascensão de extremismos políticos, russos e radicais islâmicos selam uma aliança, preparando novo engenho explosivo com o que, afinal, havia permanecido esquecido ao largo de Palomares. Um fundamentalista islâmico português pretende aproveitar, precisamente em Lisboa, a realização da mais importante cimeira de sempre da NATO, e usar o mecanismo feito quando Deus adormeceu ¿ assim diriam muitos dos crentes das religiões monoteístas para fundamentar o injustificável ¿ para transformar o mundo para sempre¿
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse: pedro rodrigues foi tomando nota dos seus dias. não de todos, apenas daqueles que lhe pareciam merecedores de destaque. fê-lo onde calhava, em papéis, no blogue os filhos do mondego, em guardanapos, na humidade dos copos; às vezes, sente que os deixou a flutuar algures, pelo que lamentavelmente já não sabe onde estão. para os escrever, usou as cores dos dias, os cheiros das tardes quentes de verão à beira-mar, os temores das noites de insónias que partilhou com as paredes e a solidão; as lágrimas dos fins, os sorrisos dos comecos. em a mar, obra que surge na sequência de deve ser primavera algures, alice do lado errado do espelho e amor de pechisbeque, pedro rodrigues compila alguns dos seus textos mais lidos, e outros tantos que ficaram por ler.
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 376
Sinopse: geumbok é uma jovem mulher com um perfume irresistível que, ao viajar através da coreia, atrai homens de todas as condicões sociais. e que, enquanto combate violadores e gangsters de todo o género para conseguir erigir um impressionante império em pyeongdae, uma pequena aldeia perdida nas montanhas, negligencia a filha, uma criatura gigante e muda. narrada através de geracões, a baleia explora as suas vidas e as de todas as personagens que lhes estão ligadas. a geracão de cheon myeong-kwan vive numa sociedade em que a baleia, o símbolo do «grande espírito» desapareceu, e tudo, incluindo a imaginacão, encolheu, por forma a caber em vidas em que tudo acontece a grande velocidade. este livro evoca o tempo em que se via e apreciava a lentidão majestosa desses animais de grande porte que, perdendo o seu espaco vital, também desaparecem da nossa consciência. este livro é um pedaco desse outro tempo mítico.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Antes de ser um cómico que faz stand-up um pouco por todo o mundo, o Dr. Brian King formou-se em Psicologia. Tanto na Psicologia, como no humor, reparou que as pessoas sofrem de um grande problema: gostar de sofrer. Bom, na verdade não é que gostemos todos de sofrer… mas o stresse oferece-nos recompensas neurológicas, e somos utilizadores tão frequentes dessa forma de ver o mundo que, passado algum tempo, é difícil fazer uma desabituação. É isso precisamente que este livro oferece: uma forma diferente de lidar com situações difíceis. Em vez de recorrermos ao stresse e ao seu leque de comportamentos associados (ansiedade, insegurança, repressão e negatividade), podemos resolver os nossos problemas com humor, resiliência, descontração, otimismo, gratidão e aceitação. Com dicas simples e histórias divertidas, A Arte de Levar a Vida na Boa demonstra como ser mais positivo e livrar-se realmente do stresse (quando o trânsito e os ursos não puderem ser eliminados).
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse: As narrativas de estigmatização que influenciam as relações económicas entre África e a Europa De um lado, os actores europeus, muitas vezes conduzidos por intenções benevolentes, perpetuam uma imagem de altruísmo que acentua dinâmicas de poder existentes. Do outro, os dirigentes africanos acabam por competir pelas atenções, tentando maximizar a ajuda e melhorar a sua posição em termos globais. E ambos contribuem assim para bloquear a possibilidade de conquistar colaborações justas e duradouras. Neste novo livro, o economista Carlos Lopes lança luz sobre as complexidades que governam na sombra as parcerias entre África e a Europa. Tratase de propor uma visão profunda sobre as correntes que vão moldando estas relações, explicando, sem atribuir culpas, os mecanismos subjacentes que têm perpetuado um ciclo de autoengano. O objectivo é promover uma plataforma que impulsione um compromisso verdadeiro e desafiar a crença segundo a qual África não pode redefinir o seu futuro. «Carlos Lopes escreveu um estudo de rara mas visceral honestidade sobre quão longe estamos de uma relação genuína e construtiva entre África e Europa que transcenda os paradigmas obsoletos. Esta é uma leitura essencial para qualquer pessoa interessada no futuro do desenvolvimento de África.» Ricardo Soares de Oliveira, Universidade de Oxford «Lopes mostranos como os equívocos sobre África contribuem para um poder desigual nas interacções com a Europa em detrimento de ambas. O neocolonialismo continua disseminado. Este curto mas eficaz volume é um desafio às mentalidades estabelecidas, um manual para a autoestima africana e um sinal de despertar para toda a gente.» Jayati Ghosh, Universidade de Massachusetts «Não há muitos pensadores como Carlos Lopes sobre as políticas que contribuíram para o frágil desenvolvimento de África e o injusto contexto internacional em que opera. Este livro desafia o senso comum a respeito de como o mundo está a falhar com África e África consigo mesma.» David Pilling, Financial Times «Durante os tempos da escravatura e do colonialismo, a Europa explorou África de forma brutal enquanto criava um complexo de inferioridade nos africanos. Carlos Lopes tem qualidades únicas para contar a história de uma nova África num mundo em mudança. Esta é uma leitura essencial para aqueles que acreditam num mundo melhor.» HaJoon Chang, Universidade de Londres
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse: Não precisa de receitas as fotos dizem tudo! Sophie Dudemaine, uma das autoras de gastronomia de maior sucesso em França, com mais de dois milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, apresenta o livro de cozinha mais intuitivo, espontâneo, rápido e prático que consegue imaginar. Em cada foto, encontrará detalhados os ingredientes preparados. Tudo está bem explicadinho: quantidade, preparação e tudo o que é preciso saber. Os pictogramas na imagem indicam se é necessário cozer, refogar, misturar ou cozinhar de alguma outra forma. Ou seja, estas receitas são tão simples que, com um só olhar, compreenderá visualmente como preparara cada iguaria. Divididas por estações do ano, e incluindo saladas, assados, gratinados, sobremesas, estas são receitas clássicas, fáceis, deliciosas e que saem sempre bem. Não acredita? Folheie e delicie-se
Sinopse:
Este é o livro ideal para as crianças que estão a aprender as letras manuscritas. Inclui dois marcadores apagáveis, um branco para escrever nos quadros pretos e um preto para escrever nos quadros brancos, ambos simulados em cada dupla página. Inclui ainda dicas para os adultos, de forma a permitir que estes explorem da melhor maneira, com os mais pequenos, este conceito inovador.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Charlie, uma jovem atriz inglesa, está habituada a desempenhar diversos papéis. Mas quando o misterioso Joseph, com as suas cicatrizes de batalha, a recruta para os serviços secretos israelitas, ela entra no perigoso «teatro do real». Ao desempenhar o seu papel num intrincado plano de alto risco para prender e matar um terrorista palestino, este seu novo desempenho ameaça consumi-la. Situada na trágica arena do conflito do Médio Oriente, esta emocionante história de amor e lealdades traídas desenrola-se com uma guerra impossível de vencer em pano de fundo.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Quando, em 1662, D. João IV de Portugal casou a sua filha Catarina com o rei Carlos II de Inglaterra, teria sido difícil prever o impacto deste matrimónio no rumo da Grã-Bretanha e do mundo nos séculos que se seguiram. Apesar de a História ter desprezado esta rainha por ter falhado em produzir um herdeiro para a Coroa, é tempo de reconhecer o verdadeiro legado de Catarina de Bragança e lhe devolver o seu lugar na história de Inglaterra, da Europa e do mundo. Além da sua enorme influência no estreitar da Aliança Luso-Britânica - a mais antiga aliança diplomática em vigor -, de ter popularizado o uso de calças entre as mulheres do seu tempo, de ter sido a responsável pela introdução não só da música e da arte barroca na corte inglesa, mas também do hábito de beber chá, um outro pormenor da sua história mudou, para sempre, os destinos do mundo. Do seu dote fazia parte Bombaim, atual Mumbai, na Índia. Considerado um pântano pelos seus contemporâneos, logo se tornou na base de expansão para um dos mais poderosos e extensos impérios coloniais - o Império Britânico. Em A Rainha Perdida, Sophie Shorland explora a vida admirável desta rainha portuguesa, uma das mulheres mais influentes do século XVII, contextualizando o momento particular em que viveu e resgatando ao esquecimento o seu verdadeiro alcance político, económico e social.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Ninguém duvida da imensidão do potencial humano, mas por vezes o medo da opinião das outras pessoas (FOPO) sobrepõe-se e torna-se uma pedra no sapato que nos impede de chegar mais longe. Sem darmos conta, este medo está bem presente nos nossos dias. Quando deixamos que assuma o controlo, jogamos pelo seguro, pois tememos as críticas. Quando nos desafiam, desistimos do nosso ponto de vista. Trocamos a autenticidade pela opinião das outras pessoas. Em vez de provocar, tentamos agradar. E não raras vezes perseguimos sonhos que não temos, em lugar de tentarmos concretizar os nossos. Em A Primeira Regra da Mestria, Michael Gervais e Kevin Lake mostram-nos os passos necessários para alcançarmos o melhor desempenho possível e mudar o foco daquilo que nos rodeia para o nosso próprio mundo interior. Apresenta-nos competências fundamentais para ultrapassar o FOPO – as mesmas que ensinou aos melhores das mais diversas áreas: de desportistas a músicos reconhecidos internacionalmente, passando por líderes incontestáveis e artistas de renome. Recorrendo a histórias fascinantes e exemplos práticos, A Primeira Regra da Mestria mostra ao leitor que dar prioridade às opiniões dos outros apenas faz com que vivamos a vida nos seus termos e não nos nossos.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Mehmed-Paxá, Grão-vizir, ainda guarda na memória a manhã de 1516, quando, em criança, foi separado da sua família cristã ortodoxa e forçado juntamente com outros rapazes a atravessar o rio, rumo a Istambul, para servir nas falanges de janíçaros. Décadas depois, convertido ao islão, é ele que dá a ordem de construção de uma ponte sobre o rio Drina em Višegrad, assim ligando Ocidente e Oriente. Ao longo dos séculos, a ponte foi local de passagem, de encontros, de conversas, de conspirações; sofreu inundações, foi encerrada para impedir o alastrar da peste e presenciou suicídios; sobre ela transitaram exércitos em fuga e desfilaram outros vitoriosos; nela foram executados espiões; nela se assistiu ao desmoronar de impérios e ao nascer de novas nações. Grande épico europeu e uma das obras-primas da Literatura mundial, A Ponte sobre o Drina, de Ivo Andric, Prémio Nobel de Literatura em 1961, é um romance-crónica que abarca quatro séculos - do século XIX ao início do século XX - e entrelaça a marcha da História com a tradição oral e as lendas, dando vida a personagens de diferentes origens, culturas e credos que gravitam em torno de uma inabalável estrutura arquitectónica. Traduçao do sérvio de Lúcia Stankovic e Dejan Stankovic
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 48
Sinopse: É noite de Natal e debaixo da árvore há um presente muito especial para a Pimpa: é a Olívia Patinha! A Pimpa vai ter de a ensinar a lavar os dentes, explicar-lhe o que é um despertador e mostrar-lhe o mundo lá fora e a diferença entre primavera e verão. Vai ser uma grande aventura, cheia de amigos e novas descobertas! Francesco Tullio-Altan, conhecido cartoonista e caricaturista, é o pai da Pimpa. A famosa cadela às bolinhas, nascida enquanto ele desenhava com a sua filha, foi publicada pela primeira vez em 1975 na Corriere dei Piccoli, uma revista italiana para crianças.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 32
Sinopse: Oh, que estranho! Há uma gémea no espelho da Pimpa! E está pronta para brincar todo o dia. As duas até podem ter gostos um bocadinho diferentes, mas há uma coisa que as duas adoram. O que será? Francesco Tullio-Altan, conhecido cartoonista e caricaturista, é o pai da Pimpa. A famosa cadela às bolinhas, nascida enquanto ele desenhava com a sua filha, foi publicada pela primeira vez em 1975 na Corriere dei Piccoli, uma revista italiana para crianças.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Em 2010, Annie Ernaux recebeu um convite da editora NiL para participar na coleção Les Affranchis, construída a partir de um desafio aos autores: escrever uma carta a alguém a quem nunca se escreveu. Annie regressa então a um domingo de agosto de 1950, em Yvetot, quando, aos dez anos, ouve uma conversa entre a mãe e uma cliente e, em choque, fica a saber que, antes do seu nascimento, os pais haviam tido uma outra filha. A menina morreu aos seis anos, de difteria, e os pais nunca falaram dela a Annie – nem Annie alguma vez mencionou aos pais ter conhecimento da sua existência. É a ela, a essa irmã com quem nunca brincou ou discutiu, que dirige este texto. Reflexão sobre silêncios e expectativas, sobre a construção da identidade e os significados das memórias, sobre linguagem, A Outra Filha é um impressionante jogo de espelhos.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Durante a Ocupação, Frank Friedmaier, um jovem de dezanove anos, cínico, insolente e misógino, leva uma vida de ócio e delinquência. Vive com a mãe num apartamento que é também um bordel, com mesa farta e casa aquecida. Lá fora, a cidade está sob o jugo do frio e da miséria, da sordidez e da traição. Certo dia, decidido a desafiar o destino, Frank mata um homem pela primeira vez. A única testemunha será o vizinho Gerhardt Holst com cuja filha Frank estabelecerá uma estranha e obsessiva relação, que o acompanhará na sua inexorável descida ao abismo. Publicado em 1948, A Neve Estava Suja é o romance existencialista por excelência de Georges Simenon. Reflexão intemporal sobre a banalidade do mal e a possibilidade de redenção, eis um roman dur psicológico, negro, com uma atmosfera asfixiante.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
"A Coelhinha olha para o Cão. O Cão olha para a Coelhinha. Ninguém diz «olá». Nem «bom dia». Mas, na noite da estrela-cadente, duas portas abrem-se¿"
Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse: um relato impressionante de sobrevivência e coragem edith hahn beer levava uma vida normal em viena, no seio de uma família judia. fora uma adolescente popular e tornara-se uma estudante de direito extremamente bem-sucedida. estava envolvida nos grandes movimentos sociais e políticos da época. o futuro desenrolava-se à sua frente como uma passadeira vermelha. e, de repente, tudo terminou. quando hitler invadiu a áustria em 1938, edith ficou sem futuro. a mulher do oficial nazi podia ser «apenas» um livro sobre o holocausto e a segunda guerra mundial, o que já seria notável. mas é, além disso, um relato verdadeiro, dramático e emocionante de uma mulher extraordinária. no coracão da alemanha nazi, escondendo a sua identidade em casa e no trabalho, edith vivia com o medo constante de ser descoberta. foi então que conheceu werner destacado membro do partido nazi que, apesar dos protestos de edith e até da sua confissão de que era judia, casou com ela, mantendo a sua identidade em segredo. a filha de ambos viria a ser considerada a única judia a nascer num hospital do reich em 1944. edith sobreviveu quando milhões de judeus foram exterminados. este livro conta a história de como conseguiu manter o seu disfarce e de como, gracas a uma sorte aleatória e à intervencão de algumas pessoas boas, foi diversas vezes resgatada da morte. «edith hahn beer conta a sua história com uma lucidez impressionante e comovente. a sua vida é um grande exemplo de coragem.» the times «um exemplo inspirador de perseveranca perante as mais terríveis adversidades.» publishers weekly em a mulher do oficial nazi, edith hahn beer narra, com pormenores impressionantes, a escalada do medo e as humilhacões sentidas por ela e por outros, bem como o desencadear do antissemitismo entre amigos e vizinhos. edith foi enviada para um campo de trabalho na alemanha. preocupada com a mãe, obteve autorizacão para regressar temporariamente a casa, descobrindo que esta tinha sido deportada para um destino desconhecido. desesperada e sentindo-se perseguida, decidiu arriscar a sorte e passar à clandestinidade. forjou uma identificacão e, com os documentos de uma amiga, escapou para munique. desistiu da sua verdadeira identidade, abandonou a esperanca de voltar a ver a família e passou a viver como uma mulher alemã de classe média, cuidando da filha recém-nascida, enquanto o marido servia de oficial do exército alemão na frente russa. para se entender o dramatismo da sua situacão, basta lembrar que, se ao seu redor alguém descobrisse a sua verdadeira identidade, ela morreria instantaneamente. edith não desejava ser um exemplo de coragem. queria apenas sobreviver.
