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Edição: Set 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Com uma voz incomparável e uma energia arrebatadora em palco, Freddie Mercury foi um músico e letrista excecional - a verdadeira força criativa por trás dos Queen. Também conhecido como O Grande Fingidor, reinventou-se sem limites, de «Killer Queen» a campeão absoluto da música mundial. Quando morreu, em 1991, deixou à sua confidente e companheira de vida, Mary Austin, não só a sua imensa fortuna, mas também um espólio criativo único: documentos originais que percorrem a sua carreira desde as primeiras composições até à pouco conhecida carreira a solo. A partir deste legado extraordinário, e com a colaboração de quem o conheceu intimamente, nasce este livro, que inclui versões alternativas de «Bohemian Rhapsody», esboços de «Dont Stop Me Now», fotografias pessoais e canções nunca antes divulgadas.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Salazar foi o estadista que mais poder deteve, por mais tempo, nos últimos séculos em Portugal. Da saleta de São Bento controlou, sem quase se mexer, o regime que construiu - e que durou enquanto ele durou. Quando morreu, era um dos homens mais sós que o Estado português gerou. Três décadas depois, o público elegeu-o "a figura mais importante do século XX português." A maioria dos portugueses nasceu e formou-se durante o Estado Novo. Percorrer a memória do regime, inventariá-la e compreendê-la é, por isso, uma iniciativa preciosa para a história de Portugal do século XX. Essa é uma história que ganha, nas imagens do seu protagonista, António de Oliveira Salazar, expressões únicas e insubstituíveis, inimagináveis e irrecusáveis. O notável acervo fotográfico existente no arquivo do "Diário de Notícias" (incluindo muitas imagens inéditas) serviu de suporte a este álbum resultante de um demorado e minucioso processo de pesquisa, investigação, sínteses e montagens. Dividido em quatro capítulos - intimidade, política, poder e memória -, este livro passa a fazer parte do património documental português.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse: Do lendário produtor musical, mestre a ajudar as pessoas a conectarem-se com a sua criatividade, surge um livro revelador. Ao longo de 78 curtas reflexões acerca do que significa ser artista, o produtor Rick Rubin partilha quadros mentais que permitem superar bloqueios e desenvolver capacidades. Beneficiando de décadas de colaborações com uma admirável lista de músicos, entre os quais Johnny Cash, Neil Diamond, Mick Jagger, Tom Petty, Paul McCartney, Red Hot Chili Peppers, Slayer, Metallica, Beastie Boys, Rage Against the Machine, Audioslave, System of a Down, Shakira, Jay-Z, Eminem, Kanye West, Lady Gaga, Ed Sheeran, Adele, e muitos mais, Rubin, vencedor de nove Grammys, revisita experiências e explora ensinamentos da filosofia e da psicologia decisivos em qualquer ato de elaboração, das artes plásticas às cénicas, passando pela literatura. Aprenda a lidar com o fracasso e com a incerteza. Descubra como abraçar a inspiração e as paixões.
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em 1992, Álvaro Siza Vieira recebeu o prémio de arquitectura Pritzker pelos seus quase 40 anos de trabalho efectuado à margem das grandes correntes da moda e, com frequência, em condições de construção pouco adequadas. A arquitectura de Siza é, por vezes, caracterizada como «regional», devido ao seu inconfundível espírito nortenho, ao modo como se relaciona com as pessoas e com os trabalhos, apesar do crescente reconhecimento e procura internacionais. Contudo, para Siza Vieira, «regional» não é sinónimo de acomodação ou estilo, mas de percepção da paisagem que lhe adestra a sobriedade, o despojamento, as rupturas rigorosas, adquirindo por tudo isso uma abstracção própria. O percurso de Siza enquanto arquitecto, é aqui detalhadamente descrito. Começou por construir moradias no Porto e no Norte de Portugal às quais se seguiram numerosos projectos na Alemanha, Holanda, Suíça e Espanha. O edifício da Faculdade de Arquitectura do Porto, teve para ele um significado muito especial: nessa escola foi aluno de Fernando Távora, aí foi constituído o círculo de arquitectos a que chamamos hoje «Escola do Porto» e aí se tornou professor. Em 1988, foi-lhe confiada a reconstrução do Chiado, uma distinção máxima. A capital, com uma escola de arquitectura própria, elegera o «arquitecto do Porto». Brigitte Fleck é licenciada em Engenharia e Arquitectura. Participou muitos anos no planeamento urbanístico de Berlim, tendo publicado numerosos trabalhos sobre esse tema. Conhecedora desde longa data dos trabalhos de Siza, incentivou a sua participação nos concursos internacionais de construção de Berlim.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
"A disciplina de arquitectura será, entre as diversas artes, uma das mais populares e compartilhadas. Todas as pessoas arranjam e decoram quartos e casas, todas têm ideias sobre a cidade, melhoramentos possíveis para a cidade, todas se entusiasmam com o mobiliário e com o desenho de objectos de uso doméstico." "Razão talvez pela qual os temas de arquitectura, urbanismo ou design, ganhem uma relativa audiência em meios não especializados como os jornais, a televisão ou a rádio." "Propus à direcção da TSF, a elaboração de um programa (...) abordando, através de entrevistas (um arquitecto diferente por programa), temáticas da arquitectura, diferenciadas ao sabor de uma viagem de automóvel, de um bairro, de uma vila ou, em limite, pelo meio de uma auto-estrada." É desta forma que o arquitecto Manuel Graça Dias começa por explicar aquilo que esteve na génese deste livro que reúne a primeira série de conversas que manteve ao longo de vários meses na TSF, com alguns dos mais importantes arquitectos portugueses: Manuel Vicente, Souto Moura, Siza Vieira, Fernando Távora, Carrilho da Graça, Alexandre Alves Costa, Carlos Duarte, Maria Manuel Godinho de Almeida, Sérgio Fernandez, Pancho Guedes. As conversas decorrem soltas, ao volante e à volta dos temas que as "viagens" iam sugerindo. A vivacidade da rádio é aqui compensada com fotografias dos locais visitados, da autoria de Abílio Leitão. Antes das entrevistas há sempre uma pequena nota biográfica e curricular do "arquitecto entrevistado". Indicam-se ainda os temas musicais que acompanhavam as conversas. Um livro que nos ajuda a reflectir sobre o espaço que habitamos, nos interroga, dá pistas, critica ou aprova, sempre em diálogos bem humorados, que tornam a sua leitura um prazer.
Nº Páginas: 888
Sinopse:
Como o próprio nome indica, o "Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX" pretende dar a conhecer a vida e a obra de figuras que, a dado momento, marcaram a história do Porto no capítulo reservado ao século XX.São cerca de 630 artigos de outras tantas personalidades relevantes em áreas tão diversas como a arquitectura, o desporto, a política, a gastronomia, a pintura, a literatura, a história, a economia, entre muitas outras. Sem dúvida, uma lista extensa de personalidades que, ainda assim, cometerá a injustiça de omitir muitas outras. Mas, relembre-se, esta é uma primeira tentativa... Durante o lançamento do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, tivemos a oportunidade de recolher depoimentos de várias figuras públicas.Também disponível em Capa Prata. O livro teve conceção e coordenação de Germano Silva e Luís Miguel Duarte e foi editado no ano da Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
Nº Páginas: 888
Sinopse:
Como o próprio nome indica, o "Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX" pretende dar a conhecer a vida e a obra de figuras que, a dado momento, marcaram a história do Porto no capítulo reservado ao século XX. São cerca de 630 artigos de outras tantas personalidades relevantes em áreas tão diversas como a arquitectura, o desporto, a política, a gastronomia, a pintura, a literatura, a história, a economia, entre muitas outras. Sem dúvida, uma lista extensa de personalidades que, ainda assim, cometerá a injustiça de omitir muitas outras. Mas, relembre-se, esta é uma primeira tentativa... Durante o lançamento do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, tivemos a oportunidade de recolher depoimentos de várias figuras públicas. Também disponível em Capa Cobre. O livro teve conceção e coordenação de Germano Silva e Luís Miguel Duarte e foi editado no ano da Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Um esforço colectivo para dar a conhecer os compositores portugueses que marcaram o horizonte estético. Panorâmica da escrita musical em Portugal no século XX escrita por alguns dos mais reputados musicólogos nacionais do momento. A vida e a obra dos dez compositores portugueses mais relevantes do século passado: Emmanuel Nunes, Joly Braga Santos, Jorge Peixinho, Luís de Freitas Branco, entre outros.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
COMO ESTÁ O INÍCIO DEPOIS DO FIM? é o livro que acompanha a exposição NEIGHBOURHOOD, patente no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, entre Novembro e Fevereiro. A representação oficial portuguesa na mais recente Bienal de Arquitetura de Veneza escolheu, como tema central, o notável trabalho de Álvaro Siza no domínio da habitação social, abarcando os seus projetos em diferentes contextos — Campo di Marte (Veneza); Schlesisches Tor (Berlim); Schilderswijk West (Haia); e Bairro da Bouça (Porto) —, neles evidenciando a sua experiência de participação social, enquanto reflexo de uma compreensão democrática da cidade e da memória coletiva. Os projetos de Álvaro Siza criaram verdadeiros lugares de "vizinhança", tema central na atual agenda política europeia, em prol de uma sociedade mais inclusiva e multicultural. Esta exposição documenta, como fotografias de Jordi Burch, o regresso do grande arquiteto português aos quatro bairros, em 2016, aí se confrontando com fenómenos como a imigração, a guetização, a turistificação e a gentrificação das cidades. Prefácio de CÂNDIDA PINTO
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Enquanto cinéfilo, Pedro Mexia tem escrito amplamente sobre os seus filmes, os seus realizadores, as suas actrizes e os seus actores. Textos que nos fazem rever os filmes através de um outro ângulo, tão íntimo quanto universal, no sentido em que Mexia, ao escrever sobre o seu cinema, escreve também sobre a condição do homem.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma nova colecção de 17 títulos que aborda temas de arquitetura, sustentabilidade e urbanismo. Jorge Mascarenhas tratará estes temaa importantes e atuis, com conselhos técnicos sobre como criar condições para uma economia inteligente, competitiva, sustentável e inclusiva nas urbes portuguesas.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a Câmara Municipal do Porto. Coordenada por Álvaro Siza, e com a participação de nomes como Eduardo Souto de Moura, à altura um jovem arquitecto, a Operação SAAL de S. Victor foi uma experiência que, embora de breve duração, constituiu um momento onde a esperança num desfecho feliz, aparentemente possível, desencadeou uma actividade intelectual intensa por parte de toda a equipa que, conjuntamente com a população, experienciou "um sonho" interrompido precocemente. Este livro reúne uma série de reflexões encadeadas que, complementadas por desenhos do projecto, fotografias da época e outros documentos aqui recuperados, oferecem uma leitura diversificada e actualizada de um momento único e de uma obra que permanece inesquecível.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Devido à sageza e tenacidade do povo bijagó, este arquipélago singular da Guiné-Bissau tornou-se um reduto da resistência ao colonialismo e, por isso mesmo, um caso especial de identidade cultural e patrimonial. Considerado pela UNESCO como "Reserva da Biosfera", o Arquipélago de Bolama-Bijagós encerra riquezas paisagísticas e arquitectónicas que resultam de uma combinação única entre as edificações da herança colonial tardia e as tradições locais. Num trabalho de investigação inédito, os arquitectos Duarte Pape e Rodrigo Rebelo de Andrade, com o valioso contributo do fotógrafo Francisco Nogueira, dão um passo essencial no caminho para a preservação e revitalização desta herança.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Os mais famosos beijos do cinema. Álbum ilustrado. Uma reinterpretação fotográfica da arte do beijo. A arte dos realizadores, dos actores, a luz, os fundos, o enquadramento. Fotos de João Vilhena. Patrícia Reis associou-se com histórias e frases soltas plenas de poesia e erotismo. Grafismo de Hugo Neves.
Nº Páginas: 286
Sinopse:
Há milénios que o prazer da música se encontra profundamente enraizado no homem. A música é uma necessidade espiritual primordial do ser humano. E, se não é possível explicar a percepção e a universalidade do sentimento da beleza musical – "[…] um fenómeno, como Mozart continuará para sempre um milagre sem explicação satisfatória", dizia Goethe –, tanto a forma como a técnica musicais requerem e são passíveis de explicação e de aprendizagem. Este atlas oferece uma visão panorâmica dos fundamentos da música explicando as suas regras e teorias e apresentando a sua história. Destinado aos especialistas, estudantes e público em geral, cobre, detalhada e organizadamente, todos os temas da música, a sua sistemática e a sua história, incluindo exemplos musicais e esquemas explicativos, tabelas e gráficos a cores. A parte sistemática contém, entre outros temas, a organologia, a teoria musical, bem como os diversos géneros e formas. A parte histórica inicia-se com os mais antigos monumentos musicais da pré-história e da história primitiva e abrange, passando pelas grandes civilizações da Antiguidade (incluindo as não europeias), o Renascimento, o barroco, o classicismo, até às múltiplas manifestações da música contemporânea. O 1.º volume, agora publicado, trata, na sua parte sistemática, a musicologia, a acústica, a fisiologia do ouvido, a organologia, noções de teoria da música (harmonia, baixo contínuo, técnica dodecafónica, entre outras), géneros e formas. A parte histórica abrange as culturas antigas avançadas (Mesopotâmia, China, Grécia), a Antiguidade, a Idade Média e o Renascimento (música vocal e instrumental de vários países); o volume termina com uma bibliografia e um índice onomástico e analítico. O Atlas de Música, agora, finalmente, traduzido em português, foi publicado pela primeira vez em 1977, sucessivamente reeditado na Alemanha e traduzido e editado em inúmeros países, da China à Espanha, tornando-se a grande obra de referência na especialidade. A presente edição portuguesa, coordenada por dois especialistas da Universidade Nova de Lisboa, reproduz a edição alemã de 2002, revista e actualizada.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Nesta obra a autora demonstra, duma forma aprofundada e clara, o seu domínio dos grandes temas que aborda que aborda ao longo dos vários capítulos: o folclore musical português, através de uma análise musical e estilística das diferentes regiões e o seu aspecto pedagógico magistralmente descrito e analisado, no que se refere à concepção de Zoltán Kodály da Educação Musical. Rosa Maria Torres conduz-nos pelo fascinante mundo do folclore português descobrindo as múltiplas possibilidades que ele oferece para uma educação integral. Cada uma das actividades que apresenta estão avalizadas por claros conceitos pedagógicos, levando a adquirir determinados conteúdos, tendo em conta o objectivo específico que deseja atingir, ao mesmo tempo que procura sempre ter em conta a sua conexão com a música erudita. Acreditamos que este livro constitui um sério e valioso contributo para a Educação Musical no seu país. Reflecte claramente o espírito da concepção de Kodály, naquilo que é um dos seus pilares básicos, denominado por ele "a linguagem materna musical", e abre caminhos a futuras investigações, sendo esse um dos objectivos do seu trabalho. CARLOS MIRÓ CORTEZ Professor do Instituto Kodály de Kecskemét
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Partiram mal preparados para os combates, aprenderam a usar metralhadoras, percorreram cenários destruídos por bombas e arrastaram-se pela lama das "trinchas" ao lado dos outros soldados. Mas, no meio da desolação e da dureza da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, os militares-artistas aqui representados conseguiram oferecer alguma redenção através de fotografias, croquis, caricaturas, ilustrações e pinturas. Numa panorâmica que este livro procura fixar pela primeira vez, a arte destas testemunhas estéticas da guerra representa um ponto de fuga para os sentidos, uma afirmação criativa em tempos terríveis e incertos. Estas obras registam para a posteridade, com a alma de quem lá esteve, as vivências de milhares de homens assustados, sozinhos, sacrificados. É aos autores e aos seus retratados que neste livro se presta homenagem.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Tendo como objetivo elucidar o público acerca das possibilidades que a arte oferece à cidade contemporânea, este livro destina-se a um público vasto, composto por estudantes, artistas, arquitetos, designers, urbanistas, engenheiros e todos os interessados nas ciências sociais e na cidade como tecido social. Do registo de pequenos e grandes acontecimentos da arte contemporânea às possibilidades que esta arte oferece às cidades de hoje, passando pelos segredos da linguagem da arte pública e pelas perspetivas da arte do futuro, este livro é como um caleidoscópio em que sucessivas lentes, disciplinas, saberes, e seus jargões, experiências e seus momentos, se aproximam no âmbito de uma mesma realidade fluida e em mutação.
Nº Páginas: 135
Sinopse:
Este livro contém dois: "A Lisboa Monumental" de Fialho de Almeida tal como apareceu na Ilustração Portuguesa (números de Outubro/Novembro de 1906) e "Arte, Arquitectura e Cidade" (a propósito de Lisboa Monumental de Fialho de Almeida) por Manuel Graça Dias. Trata-se de uma obra de eleição não só para os amantes de Literatura e de Arquitectura, permitindo ao leitor usufruir da prosa de um Fialho visionário da Lisboa do Futuro e, também, da análise e contextualização das suas ideias por um prestigiado arquitecto do presente -como para todos quantos se interessam pelas cidades, em particular Lisboa, e suas estruturas urbanísticas, do passado recente à actualidade (passeios, ruas para peões, tratamento do património, conceitos de "útil" e de "novidade" nas estilos arquitectónicos das habitações novas ou remodeladas...)
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Aniki-Bóbó, primeira longa-metragem e primeiro filme de ficção de Manoel de Oliveira, é hoje, apesar de incompreendido à época da estreia em 1942, um clássico absoluto do cinema português e uma obra ímpar na cinematografia mundial. Interpretado por crianças, história de adultos transposta para o universo da infância, este filme profundamente poético, cuja singularidade se sobrepõe sem contestação às afinidades estéticas que a crítica por vezes lhe atribuiu (por exemplo com o neo-realismo italiano que todavia lhe é posterior), encontra em Manuel António Pina, poeta e autor de literatura infantil, o seu mais sensível olhar. Manuel António Pina, um dos nomes maiores das letras portuguesas contemporâneas, Prémio Camões 2011, escreveu este livro até agora inédito por encomenda do British Film Institute para uma colecção sobre os melhores filmes de sempre comemorativa do centenário do cinema.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este é um contributo para olhar como o cinema fixou o nascimento de uma nação, Angola.Esse olhar, que não podia fechar-se às visões do colonialismo português, faz-se panorâmica integradora de múltiplos pontos de vista: o da propaganda do Estado Novo; o da ficção portuguesa feita em Angola; o dos filmes sobre o progresso económico; o da Diamang; e, finalmente, o dos filmes científicos e etnográficos. No próximo volume desta obra, fixa-se o olhar corte-de-navalha nascido da militância, na luta pela independência, e de afirmação da identidade angolana.
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 120
Sinopse: O LIVRO QUE GUARDA O REGISTO DA PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA EXPO 2025 OSAKA KANSAI E AS IMAGENS DO PAVILHÃO DESENHADO POR ENGO KUMA QUE RECEBEU MILHÕES DE VISITANTES De Abril a Outubro de 2025, Portugal foi um dos mais de 150 países que participou na Expo 2025 Osaka Kansai, dedicada ao tema «Desenhar as Sociedades do Futuro para as Nossas Vidas». Quase 500 anos depois do primeiro encontro entre Portugal e o Japão, e mais de 20 anos passados desde a Expo `98, o mar voltou a unir os dois países. «Oceano, Diálogo Azul» foi o mote da participação nacional que, em 184 dias, apresentou mais de 400 iniciativas, com o envolvimento de mais de 500 entidades, privadas e públicas, representativas de todos os sectores e regiões do país. Nestas páginas, fica o registo mais evocativo do que exaustivo de uma presença que foi premiada internacionalmente e visitada por milhões de pessoas. Um retrato de Portugal como país aberto ao mundo, capaz de ligar culturas, criar oportunidades e encontrar no oceano um espaço permanente de diálogo e futuro. Fotografias de Fernando Guerra Textos de Madalena Oliveira e Silva, Joana Gomes Cardoso e Kengo Kuma
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 376
Sinopse: A INVISIBILIDADE FEMININA NA HISTÓRIA DA ARTE Este livro é uma reflexão sobre a forma como a história da arte tem vindo a estudar a prática artística feminina, sobretudo na Europa, entre os séculos XVI e XX. Nesse sentido, é também uma história da história da arte, uma história de como a arte produzida por mulheres foi, durante tanto tempo, ignorada e desvalorizada uma arte sem história. E de como, nas últimas décadas, as abordagens feministas abriram caminho para que exista, finalmente, uma arte com história. «A escrita sobre o passado sempre se fez a partir do presente, de diferentes presentes, pois é feita por seres humanos que observam o passado a partir das suas posições individuais e sociais, e num determinado espaço e tempo. Os olhos procuram e vêem aquilo que estão preparados para ver. É no presente que se encontra o que antes se desconhecia ou ignorava. E é no presente que são analisados temas e personagens históricos que, no passado, não eram considerados relevantes nem dignos de serem historicizados.» Filipa Lowndes Vicente
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 264
Sinopse: Ao longo de um século, o Teatro Variedades acolheu gerações de artistas, de técnicos, de públicos e de pessoas que sonham. Aqui, apresentaram-se revistas, comédias, farsas, operetas, zarzuelas, momentos que ficaram gravados na memória cultural da cidade, e também do País. O Teatro Variedades foi, desde o início, um palco sem preconceitos, popular por natureza, vivo de encontros, cruzamentos e cumplicidades, onde cabiam e cabem todas as formas de criação e de partilha. O edifício mudou, o País e o mundo também mudaram. O Teatro Variedades viu passar modas, regimes, linguagens e gerações. Quem habitava este teatro, equipas, artistas, público, foi-se adaptando. Hoje, ao celebrarmos 100 anos de história, percebemos que o património do Teatro Variedades não está apenas nas suas paredes marcadas pelo tempo. O que realmente sustenta este lugar são as pessoas. Quem o sonhou, quem o habitou, quem o salvou, quem o reinventou - e quem o aplaudiu.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: A Inteligência Artificial invadiu a nossa vida sem pedir licença.Fascina-nos,vigia-nos, influencia-nos.Promete facilitar-nos a existência ao mesmo tempo que nos confronta com inquietações inéditas.Seremos substituídos a médio prazo? A tecnologia aproxima-se perigosamente de territórios que julgávamos reservados a humanos: a imaginação, a sensibilidade, a criatividade e até a intimidade emocional.Mas poderá uma máquina compreender aquilo que nunca viveu? Poderá existir arte sem experiência, sem memória, sem falha, sem consciência, sem corpo? Em Entre a Arte e o Algoritmo,André Letria, Gonçalo M. Tavares,Helena Amaral,José Jorge Letria, Milhanas,Pedro Abrunhosa, Rita Redshoes, Rui Filipe Reis, Sam the Kid, The Legendary Tigerman e Tozé Brito respondem, sem filtros, às perguntas inesperadas de Paula Cristina Cunha sobre os desafios da Inteligência Artificial. Conversas urgentes sobre arte, emoção, manipulação, tecnologia, cultura, liberdade e humanidade,
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 248
Sinopse: Poucos escritores exerceram uma influência tão profunda sobre a literatura como Lev Tolstói. na última fase da sua vida, o grande romancista voltou-se para questões ainda mais ambiciosas: a moral, a religião, o sentido da existência e a arte. Escrito ao longo de quinze anos, O que É a Arte? é um dos ensaios mais controversos e visionários de Tolstói. O autor rejeita a ideia de que a arte exista apenas para produzir beleza ou prazer. A verdadeira arte, defende, deve comunicar sentimentos capazes de unir os humanos e contribuir para o aperfeiçoamento moral da comunidade. Estas são as bases da teoria que veio a ser conhecida como teoria da expressão, assente numa definição funcionalista da arte. O que É a Arte? é uma obra intelectualmente provocadora, só ao alcance de alguém com a coragem, a honestidade e o prestígio intelectual de Tolstói. O seu carácter provocador e as suas reflexões não perderam actualidade, pois o debate permanece aceso: afinal, o que pode ser considerado arte? Quem rotula uma obra como tal? Com que fundamento? Tolstói faz estas mesmas perguntas, e responde-lhes, relativamente aos artistas seus contemporâneos.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 182
Sinopse: No seguimento dos imensamente bemsucedidos cursos que tem ministrado na Fundação Calouste Gulbenkian desde 2021, Sérgio Azevedo propõese neste livro responder de forma acessível a todos, músicos e nãomúsicos, a muitas das perguntas sobre música clássica que os melómanos iniciantes (e até os melómanos veteranos), sempre quiseram fazer, mas para as quais provavelmente nunca obtiveram resposta. Desde o bater ou não palmas no meio dos andamentos, até ao porquê de ser o oboé a afinar toda a gente, das tosses e ruídos incomodativos às fífias e outros desaires da vida de um músico, (quase) tudo é respondido neste pequeno, mas substancial livro, não isento de humor nem de estórias curiosas e até dramáticas, estórias que abrirão decerto o apetite para entrar sem custo no mundo fascinante da música clássica, mundo que é tudo menos elitista, como perceberemos no fim da leitura! Afinal, os músicos são pessoas como todas as outras, e às vezes
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Novo volume da colecção dedicada às Operações SAAL, o grande projecto de habitação democrática em Portugal — o caso de Pego Longo. Volume coordenado por Paulo Providência e Carlos Machado. O processo SAAL que é objecto deste volume teve lugar na fronteira entre os concelhos de Sintra e Oeiras. A partir de uma vasta selecção arquivística, da visita ao local e de conversas com o autor do projecto, o livro regista o seu estado actual, a permanente necessidade de adaptação e as particularidades do caso de Pego Longo. Bartolomeu da Costa Cabral, o arquitecto responsável, via no SAAL a virtude de uma participação efectiva das populações, considerando as suas aspirações e os seus desejos. O papel do arquitecto consistia então em traduzi-los fielmente, considerando as referências no "estudo de situação" — que, pela sua importância, é aqui publicado integralmente — a um arraigado sentimento de ligação à periferia urbana, à pequena escala doméstica das hortas e da "vivenda", à riqueza espacial do indeterminado e diverso.
