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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Do conjunto de textos escritos por João Paulo Martins, ao longo de quase três décadas, e publicados na imprensa, nasce este livro cheio de histórias acompanhadas com vinho e temperadas com vários condimentos. Um percurso no mundo do vinho que começou em 1989, numa altura em que a imprensa era quase omissa no capítulo da gastronomia, mas que assinala a "revolução" do vinho em Portugal. João Paulo Martins mantém as colaborações com a Revista de Vinhos, no Expresso e na revista Metrópoles e é, reconhecidamente, um nome incontornável na crítica sobre vinhos, publicando há 22 anos o famoso Vinhos de Portugal.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Do conjunto de textos escritos por João Paulo Martins, ao longo de quase três décadas, e publicados na imprensa, nasce este livro cheio de histórias acompanhadas com vinho e temperadas com vários condimentos. Um percurso no mundo do vinho que começou em 1989, numa altura em que a imprensa era quase omissa no capítulo da gastronomia, mas que assinala a "revolução" do vinho em Portugal. João Paulo Martins mantém as colaborações com a Revista de Vinhos, no Expresso e na revista Metrópoles e é, reconhecidamente, um nome incontornável na crítica sobre vinhos, publicando há 22 anos o famoso Vinhos de Portugal.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 32
Sinopse:
História às Cores é o trigésimo livro da coleção Obras de António Mota, e um número assim merece um livro especial. António Mota presenteia-nos com oito histórias, brilhantemente ilustradas por Paulo Galindro, que vão fazer as delícias de adultos e graúdos. Abram A Caixa, comam O Melhor Doce do Mundo e não se deixem assustar por A Bruxa, o Fantasma e o Monstro, e deixem-se cercar pelo imaginário maravilhoso que António Mota e Paulo Galindro nos oferecem.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
História às Cores é o trigésimo livro da coleção Obras de António Mota, e um número assim merece um livro especial. António Mota presenteia-nos com oito histórias, brilhantemente ilustradas por Paulo Galindro, que vão fazer as delícias de adultos e graúdos. Abram A Caixa, comam O Melhor Doce do Mundo e não se deixem assustar por A Bruxa, o Fantasma e o Monstro, e deixem-se cercar pelo imaginário maravilhoso que António Mota e Paulo Galindro nos oferecem.
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Edição: Fev 2002
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Arthur Conan Doyle escreveu a série "Round the Fire Stories" com o objectivo de manter Sherlock Holmes ausente das suas narrativas. Os leitores do "The Strand" reclamavam o mistério e a emoção a que Conan Doyle os tinha habituado. É assim que, entre Junho de 1898 e Maio de 1899, "The Strand" publica as referidas histórias (do nº 90 ao 101). O seu autor pretendeu com elas manter o interesse dos leitores, provando que era capaz de manter vivos o suspense, o enigma e o mistério, independentemente de Sherlock Holmes, entretanto... por ele "assassinado" (atirando-o, catarata abaixo, abraçado ao seu terrível adversário, o Professor Moriarty). Estas "Histórias à Lareira", que encontrei interessantíssimas, são apresentadas pelo próprio Conan Doyle, do seguinte modo: "No presente volume foram compilados contos de mistério, que podem ser lidos "à lareira", numa noite de Inverno. Seria, para mim, o ambiente ideal para tais histórias, se um autor pode escolher a hora e o local da leitura da sua obra, tal como o artista, que escolhe a iluminação e o local ideais para exibir um quadro seu. Contudo, se estes contos puderem dar alegria a alguém, em qualquer local e em qualquer momento, o seu autor dar-se-á por muito satisfeito."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Arthur Conan Doyle escreveu a série "Round the Fire Stories" com o objectivo de manter Sherlock Holmes ausente das suas narrativas. Os leitores do "The Strand" reclamavam o mistério e a emoção a que Conan Doyle os tinha habituado. É assim que, entre Junho de 1898 e Maio de 1899, "The Strand" publica as referidas histórias (do nº 90 ao 101). O seu autor pretendeu com elas manter o interesse dos leitores, provando que era capaz de manter vivos o suspense, o enigma e o mistério, independentemente de Sherlock Holmes, entretanto... por ele "assassinado" (atirando-o, catarata abaixo, abraçado ao seu terrível adversário, o Professor Moriarty). Estas "Histórias à Lareira", que encontrei interessantíssimas, são apresentadas pelo próprio Conan Doyle, do seguinte modo: "No presente volume foram compilados contos de mistério, que podem ser lidos "à lareira", numa noite de Inverno. Seria, para mim, o ambiente ideal para tais histórias, se um autor pode escolher a hora e o local da leitura da sua obra, tal como o artista, que escolhe a iluminação e o local ideais para exibir um quadro seu. Contudo, se estes contos puderem dar alegria a alguém, em qualquer local e em qualquer momento, o seu autor dar-se-á por muito satisfeito."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1935, a História Universal da Infâmia foi posteriormente revista pelo autor e aumentada em quatro textos, o que deu origem a todas as edições a partir de 1954. Nesse primeiro livro de ficção, Borges trabalha com biografias de ladrões e rufiões, personagens traiçoeiras e heroicas. São algumas das personagens mais inesquecíveis de Borges em torno da vida e da morte em Buenos Aires: a viúva Ching, intrépida e sanguinária pirata; o inverosímil impostor Tom Castro; o atroz redentor Lazarus Morell ou "o homem da esquina rosada". São quadros de uma exposição da mitologia porteña: gente que fala uma linguagem perigosa, que caminha sobre as lâmina do abismo. Tradução de José Bento.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1935, a História Universal da Infâmia foi posteriormente revista pelo autor e aumentada em quatro textos, o que deu origem a todas as edições a partir de 1954. Nesse primeiro livro de ficção, Borges trabalha com biografias de ladrões e rufiões, personagens traiçoeiras e heroicas. São algumas das personagens mais inesquecíveis de Borges em torno da vida e da morte em Buenos Aires: a viúva Ching, intrépida e sanguinária pirata; o inverosímil impostor Tom Castro; o atroz redentor Lazarus Morell ou "o homem da esquina rosada". São quadros de uma exposição da mitologia porteña: gente que fala uma linguagem perigosa, que caminha sobre as lâmina do abismo. Tradução de José Bento.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Porque nem só de glória e sucesso viveu o povo português durante os Descobrimentos e para que os Portugueses de hoje não esqueçam, António Sérgio retoma e adapta cinco relatos verídicos de naufrágios no caminho para a Índia, no século XVI. De extraordinário e marcante não terão tanto as histórias das tempestades, acidentes e doenças, mas a realidade crua de atos (des)humanos cometidos em momentos de luta pela sobrevivência, o que faz desta obra uma narrativa verdadeiramente antiépica.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Porque nem só de glória e sucesso viveu o povo português durante os Descobrimentos e para que os Portugueses de hoje não esqueçam, António Sérgio retoma e adapta cinco relatos verídicos de naufrágios no caminho para a Índia, no século XVI. De extraordinário e marcante não terão tanto as histórias das tempestades, acidentes e doenças, mas a realidade crua de atos (des)humanos cometidos em momentos de luta pela sobrevivência, o que faz desta obra uma narrativa verdadeiramente antiépica.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O primeiro volume desta trilogia sobre a história dos paladares recebeu inúmeros elogios da crítica e, mais importante ainda, o prémio maior da gastronomia, o Óscar da Gastronomia, como a ele muitas vezes se referem: foi considerado pela "Académie Internationale de la Gastronomie" o melhor livro de 2021. Mais recentemente, a sua autora, Deana Barroqueiro, viu o seu nome ser novamente consagrado, desta vez com o Prémio Femina 2021, pelo estudo e divulgação da cultura, história e sociedade de matriz portuguesa no estrangeiro e na lusofonia. Sendo o primeiro volume dedicado à sedução, neste, fruto do mesmo aturado processo de investigação e o mesmo rigor histórico, a autora apresenta como mote a perdição. Cheio de histórias, curiosidades, apontamentos exclusivos e mais de 200 receitas de época, trata-se de um livro imperdível para todos os que gostam da gastronomia e melhor a querem conhecer e saborear. O prefácio do segundo volume tem autoria de Virgílio Gomes, um autor consagrado na temática da gastronomia e um dos maiores especialistas portugueses na sua história.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O primeiro volume desta trilogia sobre a história dos paladares recebeu inúmeros elogios da crítica e, mais importante ainda, o prémio maior da gastronomia, o Óscar da Gastronomia, como a ele muitas vezes se referem: foi considerado pela "Académie Internationale de la Gastronomie" o melhor livro de 2021. Mais recentemente, a sua autora, Deana Barroqueiro, viu o seu nome ser novamente consagrado, desta vez com o Prémio Femina 2021, pelo estudo e divulgação da cultura, história e sociedade de matriz portuguesa no estrangeiro e na lusofonia. Sendo o primeiro volume dedicado à sedução, neste, fruto do mesmo aturado processo de investigação e o mesmo rigor histórico, a autora apresenta como mote a perdição. Cheio de histórias, curiosidades, apontamentos exclusivos e mais de 200 receitas de época, trata-se de um livro imperdível para todos os que gostam da gastronomia e melhor a querem conhecer e saborear. O prefácio do segundo volume tem autoria de Virgílio Gomes, um autor consagrado na temática da gastronomia e um dos maiores especialistas portugueses na sua história.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 64
Sinopse:
A morte da rainha leva o rei a deixar de acreditar em fadas e em toda a esperança e felicidade que existe no mundo. Mas a princesa Inis, sua filha, quer lutar contra esta ideia do seu pai e, ao descobrir os muitos segredos que o bosque e as fadas guardavam pelos tempos fora, consegue reconquistar a felicidade e espalhar esperança não só pelo seu reino, mas por todo o mundo.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
A morte da rainha leva o rei a deixar de acreditar em fadas e em toda a esperança e felicidade que existe no mundo. Mas a princesa Inis, sua filha, quer lutar contra esta ideia do seu pai e, ao descobrir os muitos segredos que o bosque e as fadas guardavam pelos tempos fora, consegue reconquistar a felicidade e espalhar esperança não só pelo seu reino, mas por todo o mundo.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
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Edição: Dez 2000
Nº Páginas: 720
Sinopse:
É orgulhosa. Por ter dado nome a Portugal, por ser Invicta, Nobre e Leal. E por milhares de outras razões, todas elas válidas e presentes nas páginas de um livro que as narra - "História do Porto". Agora na sua 3.ª edição, é cada vez mais um livro notável, pela sua objectividade, clareza e actualidade, e que deve constituir uma referência para quem quiser partir à descoberta do Porto Milenar.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
É orgulhosa. Por ter dado nome a Portugal, por ser Invicta, Nobre e Leal. E por milhares de outras razões, todas elas válidas e presentes nas páginas de um livro que as narra - "História do Porto". Agora na sua 3.ª edição, é cada vez mais um livro notável, pela sua objectividade, clareza e actualidade, e que deve constituir uma referência para quem quiser partir à descoberta do Porto Milenar.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Neste livro, Andrew Marr alarga a lente da História, indo para lá da Europa, até às Américas, a África e à Ásia. E, em vez de se centrar num único episódio num único local, apresenta-nos paralelos surpreendentes e ligações fascinantes, focando a sua atenção num incidente ou episódio específico para contar a história mais vasta de um continente ou época. Este é um livro sobre as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo, pessoas como Cleópatra, Gengis Khan ou Galileu, mas é também um livro sobre nós - pois "quanto melhor compreendermos como os governantes se distanciam da realidade, ou porque revoluções produzem ditadores mais vezes do que produzem felicidade, ou por que algumas partes do mundo são mais ricas do que outras, mais fácil é entender a nossa própria época".
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Neste livro, Andrew Marr alarga a lente da História, indo para lá da Europa, até às Américas, a África e à Ásia. E, em vez de se centrar num único episódio num único local, apresenta-nos paralelos surpreendentes e ligações fascinantes, focando a sua atenção num incidente ou episódio específico para contar a história mais vasta de um continente ou época. Este é um livro sobre as grandes figuras que mudaram a História e o seu tempo, pessoas como Cleópatra, Gengis Khan ou Galileu, mas é também um livro sobre nós - pois "quanto melhor compreendermos como os governantes se distanciam da realidade, ou porque revoluções produzem ditadores mais vezes do que produzem felicidade, ou por que algumas partes do mundo são mais ricas do que outras, mais fácil é entender a nossa própria época".
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 592
Sinopse:
O fascismo nasceu há 105 anos e este livro, História do Fascismo, do reputado investigador Emilio Gentile, é a mais monumental história desse regime que "ocupou duas décadas da vida das populações da península, e está entrelaçada na história da Itália" valendo se de fontes primárias, editadas e inéditas, para contar como se desenrolou a parábola histórica do fascismo de 1919 a 1945. Neste Volume II, Emilio Gentile fala-nos da Acção Católica pelo sim ao fascismo, do movimento que opõe o mussolinismo ao fascismo, passando pela relação do regime com a burguesia e pela trindade turatiana (Estado, Governo e Partido) no caminho para o império até à chegada do Führer e à guerra fascista, que culminaria inevitavelmente no 25 de Julho de 1943, que depõe Mussolini, iniciando-se o princípio do fim: «"Estamos no fundo do abismo", escreveu Mussolini a Clara a 20 de Novembro de 1943». Emilio Gentile, um dos maiores historiadores mundiais do fascismo, oferece-nos uma interpretação fundamental para percebermos a experiência desse movimento político e reflectirmos nos seus riscos para a liberdade humana e cívica no mundo contemporâneo.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
O fascismo nasceu há 105 anos e este livro, História do Fascismo, do reputado investigador Emilio Gentile, é a mais monumental história desse regime que "ocupou duas décadas da vida das populações da península, e está entrelaçada na história da Itália" valendo se de fontes primárias, editadas e inéditas, para contar como se desenrolou a parábola histórica do fascismo de 1919 a 1945. Neste Volume II, Emilio Gentile fala-nos da Acção Católica pelo sim ao fascismo, do movimento que opõe o mussolinismo ao fascismo, passando pela relação do regime com a burguesia e pela trindade turatiana (Estado, Governo e Partido) no caminho para o império até à chegada do Führer e à guerra fascista, que culminaria inevitavelmente no 25 de Julho de 1943, que depõe Mussolini, iniciando-se o princípio do fim: «"Estamos no fundo do abismo", escreveu Mussolini a Clara a 20 de Novembro de 1943». Emilio Gentile, um dos maiores historiadores mundiais do fascismo, oferece-nos uma interpretação fundamental para percebermos a experiência desse movimento político e reflectirmos nos seus riscos para a liberdade humana e cívica no mundo contemporâneo.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A bela e jovem O testa os limites da sua mente e do seu corpo através de uma sexualidade violenta e inquieta neste romance clássico da literatura erótica. Enclausurada no castelo de Roissy, O submete-se a todos os desejos e fantasias do seu amante. A entrega, total, é-lhe escrita na pele, marcada na carne. Um processo de iniciação que vai levá-la mais longe do que alguma vez imaginou: ao lugar onde o prazer máximo pertence ao outro. Considerado um dos mais polémicos romances do século XX, "História d’O" foi galardoado com o Prix des Deux Magots, em 1955.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A bela e jovem O testa os limites da sua mente e do seu corpo através de uma sexualidade violenta e inquieta neste romance clássico da literatura erótica. Enclausurada no castelo de Roissy, O submete-se a todos os desejos e fantasias do seu amante. A entrega, total, é-lhe escrita na pele, marcada na carne. Um processo de iniciação que vai levá-la mais longe do que alguma vez imaginou: ao lugar onde o prazer máximo pertence ao outro. Considerado um dos mais polémicos romances do século XX, "História d’O" foi galardoado com o Prix des Deux Magots, em 1955.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Há muito que Raimundo Silva não entrava no castelo. Decidiu-se a ir lá. O autor conta a história de um narrador que conta uma história, entre o real e o imaginário, o passado e o presente, o sim e o não. Num velho prédio do bairro do Castelo, a luta entre o campeão angélico e o campeão demoníaco. Raimundo Silva quer ver a cidade. Os telhados. O Arco Triunfal da Rua Augusta, as ruínas do Carmo. Sobe à muralha do lado de São Vicente. Olha o Campo de Santa Clara. Ali assentou arraiais D. Afonso Henriques e os seus soldados. Raimundo Silva "sabe por que se recusaram os cruzados a auxiliar os portugueses a cercar e a tomar a cidade, e vai voltar para casa para escrever a "História do Cerco de Lisboa". Uma obra em que um revisor lisboeta introduz a palavra "não" num texto do século XII sobre a conquista de Lisboa aos mouros pelos cruzados." ("Diário de Notícias", 9 de outubro de 1998) Caligrafia da capa por ÁLVARO SIZA VIEIRA
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Há muito que Raimundo Silva não entrava no castelo. Decidiu-se a ir lá. O autor conta a história de um narrador que conta uma história, entre o real e o imaginário, o passado e o presente, o sim e o não. Num velho prédio do bairro do Castelo, a luta entre o campeão angélico e o campeão demoníaco. Raimundo Silva quer ver a cidade. Os telhados. O Arco Triunfal da Rua Augusta, as ruínas do Carmo. Sobe à muralha do lado de São Vicente. Olha o Campo de Santa Clara. Ali assentou arraiais D. Afonso Henriques e os seus soldados. Raimundo Silva "sabe por que se recusaram os cruzados a auxiliar os portugueses a cercar e a tomar a cidade, e vai voltar para casa para escrever a "História do Cerco de Lisboa". Uma obra em que um revisor lisboeta introduz a palavra "não" num texto do século XII sobre a conquista de Lisboa aos mouros pelos cruzados." ("Diário de Notícias", 9 de outubro de 1998) Caligrafia da capa por ÁLVARO SIZA VIEIRA
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Nas ruas havia flores vermelhas por toda a parte. No peito das mulheres, dos homens, nos olhos das crianças, nos canos silenciosos das espingardas. Nem era uma guerra, nem uma festa. Era o mundo de coração aberto.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Nas ruas havia flores vermelhas por toda a parte. No peito das mulheres, dos homens, nos olhos das crianças, nos canos silenciosos das espingardas. Nem era uma guerra, nem uma festa. Era o mundo de coração aberto.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Sul de Itália, anos 80. Os verões em Bari velha são passados entre os becos de lajes brancas, onde as crianças se perseguem pelas curvas de um labirinto de ruelas, no meio dos aromas dos lençóis estendidos em arames e dos molhos saborosos. Maria, de doze anos, cresce aqui com os dois irmãos mais velhos. É uma menina pequena e morena, com feições selvagens que a tornam diferente das outras crianças - uma boca grande e dois olhos quase orientais que brilham como pequenos buracos - e uma certa maneira de ser hostil e insolente que lhe valeu a alcunha "Malacarne". Vive numa terra sem tempo, num bairro onde os abusos são sofridos e infligidos, e de onde é muito difícil escapar. No entanto, Marì não está disposta a submeter-se a normas que não respeita. O seu único apoio é Michele, o filho mais novo do clã Senzasagne, a gente mais decadente de Bari velha. Apesar da hostilidade entre as suas famílias, entre ambos surge uma amizade delicada, quase fraternal, que o tempo converte em amor. Um amor que, embora impossível, os preserva do rancor do resto do mundo.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Sul de Itália, anos 80. Os verões em Bari velha são passados entre os becos de lajes brancas, onde as crianças se perseguem pelas curvas de um labirinto de ruelas, no meio dos aromas dos lençóis estendidos em arames e dos molhos saborosos. Maria, de doze anos, cresce aqui com os dois irmãos mais velhos. É uma menina pequena e morena, com feições selvagens que a tornam diferente das outras crianças - uma boca grande e dois olhos quase orientais que brilham como pequenos buracos - e uma certa maneira de ser hostil e insolente que lhe valeu a alcunha "Malacarne". Vive numa terra sem tempo, num bairro onde os abusos são sofridos e infligidos, e de onde é muito difícil escapar. No entanto, Marì não está disposta a submeter-se a normas que não respeita. O seu único apoio é Michele, o filho mais novo do clã Senzasagne, a gente mais decadente de Bari velha. Apesar da hostilidade entre as suas famílias, entre ambos surge uma amizade delicada, quase fraternal, que o tempo converte em amor. Um amor que, embora impossível, os preserva do rancor do resto do mundo.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Afmau, que significa "leal e fiel" na língua mapuche, a língua da Gente da Terra, é o nome ideal para um filhote de pastor-alemão que, sobrevivendo à fome e ao frio da montanha onde nasceu, assim demonstra a sua enorme lealdade à vida. Na companhia de Aukamañ, um rapazinho mapuche, Afmau aprende a conhecer o mundo que o rodeia e a respeitar a diversidade da natureza. Porém, nem todos pensam da mesma forma: um bando de estrangeiros, com costumes estranhos aos da Gente da Terra, chega à aldeia onde Afmau vive, semeando o caos e o medo. Condenado daí em diante a uma vida de servidão e crueldade, obedecendo a uma missão odiosa - perseguir e capturar todos os que se oponham ao bando de estrangeiros -, o destino acaba por proporcionar a Afmau uma derradeira oportunidade de redenção, numa fábula maravilhosa e naturalista onde Luis Sepúlveda reflete sobre o peso do passado e da memória, a força da amizade e da solidariedade e o respeito pela Terra e por todos quantos nela habitam.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Afmau, que significa "leal e fiel" na língua mapuche, a língua da Gente da Terra, é o nome ideal para um filhote de pastor-alemão que, sobrevivendo à fome e ao frio da montanha onde nasceu, assim demonstra a sua enorme lealdade à vida. Na companhia de Aukamañ, um rapazinho mapuche, Afmau aprende a conhecer o mundo que o rodeia e a respeitar a diversidade da natureza. Porém, nem todos pensam da mesma forma: um bando de estrangeiros, com costumes estranhos aos da Gente da Terra, chega à aldeia onde Afmau vive, semeando o caos e o medo. Condenado daí em diante a uma vida de servidão e crueldade, obedecendo a uma missão odiosa - perseguir e capturar todos os que se oponham ao bando de estrangeiros -, o destino acaba por proporcionar a Afmau uma derradeira oportunidade de redenção, numa fábula maravilhosa e naturalista onde Luis Sepúlveda reflete sobre o peso do passado e da memória, a força da amizade e da solidariedade e o respeito pela Terra e por todos quantos nela habitam.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num conceito original, partindo de objectos, todos com imagens a cores, o autor conta 40 episódios da História de Portugal ao longo dos séculos. São 40 objectos que atravessam e desvendam mais um pouco da história de Portugal, desde antes da sua fundação até ao século XX. Livro ilustrado, de leitura rápida cativante, repleto de pormenores surpreendentes.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num conceito original, partindo de objectos, todos com imagens a cores, o autor conta 40 episódios da História de Portugal ao longo dos séculos. São 40 objectos que atravessam e desvendam mais um pouco da história de Portugal, desde antes da sua fundação até ao século XX. Livro ilustrado, de leitura rápida cativante, repleto de pormenores surpreendentes.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O autor de "História de Portugal à La Carte" confessa-se: Noites sem dormir. Insónias e desassossego. Tudo me aconteceu. Tempos de pandemia. Tendo dedicado os últimos anos da minha vida a assuntos tão sérios, como os livros, nem por isso deixei de ser quem sou. Gosto de rir. Foi então que me lembrei de viver e recordar histórias que me descontraíam. Histórias que me faziam rir. Histórias que me faziam viver. Quando numa reportagem de televisão um indivíduo respondeu que o primeiro rei de Portugal foi Ramalho Eanes Não. Não se pense que ri. Mas pensei: Ora aqui está um belo argumento para uma bela história. Pode rir-se com a História? Claro que sim. que mal tem pôr D. Afonso III a dialogar com o motorista de José Sócrates? Ou Jorge Jesus a acompanhar Vasco da Gama na viagem à Índia? Ou o Dr. Bayard a consultar D. João V? Brincadeiras à parte. Eles até se conheciam. Pessoas tão distantes no tempo e na forma. História de Portugal à La Carte.
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O autor de "História de Portugal à La Carte" confessa-se: Noites sem dormir. Insónias e desassossego. Tudo me aconteceu. Tempos de pandemia. Tendo dedicado os últimos anos da minha vida a assuntos tão sérios, como os livros, nem por isso deixei de ser quem sou. Gosto de rir. Foi então que me lembrei de viver e recordar histórias que me descontraíam. Histórias que me faziam rir. Histórias que me faziam viver. Quando numa reportagem de televisão um indivíduo respondeu que o primeiro rei de Portugal foi Ramalho Eanes Não. Não se pense que ri. Mas pensei: Ora aqui está um belo argumento para uma bela história. Pode rir-se com a História? Claro que sim. que mal tem pôr D. Afonso III a dialogar com o motorista de José Sócrates? Ou Jorge Jesus a acompanhar Vasco da Gama na viagem à Índia? Ou o Dr. Bayard a consultar D. João V? Brincadeiras à parte. Eles até se conheciam. Pessoas tão distantes no tempo e na forma. História de Portugal à La Carte.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os portugueses tinham fé, lei e rei. A fé amarrava-os a uma crença e a um ritual da vida e da morte, legitimava a perseguição civil e armada aos mouros e aos "luteros"; a lei e o rei integravam-nos na comunidade que se individualizara no território ocidental da Hispânia desde o século XII. Outro laço, fortíssimo, provinha da partilha de uma língua que se estruturava na fala e na escrita e gerava um tesouro, hoje quase escondido, de textos geográficos, antropológicos, literários, históricos, linguísticos e científicos.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os portugueses tinham fé, lei e rei. A fé amarrava-os a uma crença e a um ritual da vida e da morte, legitimava a perseguição civil e armada aos mouros e aos "luteros"; a lei e o rei integravam-nos na comunidade que se individualizara no território ocidental da Hispânia desde o século XII. Outro laço, fortíssimo, provinha da partilha de uma língua que se estruturava na fala e na escrita e gerava um tesouro, hoje quase escondido, de textos geográficos, antropológicos, literários, históricos, linguísticos e científicos.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz. Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz. Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O segundo volume da História de Portugal abraça o tempo da formação e da refundação do estado português. O território onde se desenvolveu o pequeno centro de poder, embrenhado em múltiplos poderes senhoriais , descia de Entre Douro e Minho, pelo litoral, até à foz do Mondego. A sul e a leste, os moradores, agrupados em pequenos burgos fortificados ou dispersos pelas brenhas com os seus gados, apoiados por Badajoz e Sevilha, resistiam ou afrontavam de armas na mão os cavaleiros e peões do Norte. Começava uma aventura de nove séculos.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O segundo volume da História de Portugal abraça o tempo da formação e da refundação do estado português. O território onde se desenvolveu o pequeno centro de poder, embrenhado em múltiplos poderes senhoriais , descia de Entre Douro e Minho, pelo litoral, até à foz do Mondego. A sul e a leste, os moradores, agrupados em pequenos burgos fortificados ou dispersos pelas brenhas com os seus gados, apoiados por Badajoz e Sevilha, resistiam ou afrontavam de armas na mão os cavaleiros e peões do Norte. Começava uma aventura de nove séculos.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Fá é uma menina de sete anos que caiu da bicicleta e partiu uma perna. Por isso tem de ficar em casa, deitada na cama, sem poder sair para brincar nem ir à escola. Mas isso não a aborrece, pois essa é a situação ideal para ela poder inventar todas as histórias que lhe apetecer. E até pode contar com a ajuda do Tintas, um amigo saído da caixa dos lápis!
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Fá é uma menina de sete anos que caiu da bicicleta e partiu uma perna. Por isso tem de ficar em casa, deitada na cama, sem poder sair para brincar nem ir à escola. Mas isso não a aborrece, pois essa é a situação ideal para ela poder inventar todas as histórias que lhe apetecer. E até pode contar com a ajuda do Tintas, um amigo saído da caixa dos lápis!
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