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Edição: Out 2026
Nº Páginas: 680
Sinopse: From captivity in Lisbon to the noble halls of Vienna (Tradução para inglês do êxito de vendas Marquesa de Alorna) Leonor, Alcipe, Countess of Oeynhausen, Marquise of Alorna the names of a woman who was both unique and multifaceted, unmistakable among the European elite. With her strong personality and immense devotion to culture, she both unsettled and dazzled eighteenth and nineteenth-century Portugal, where it was extraordinarily unlikely for a woman to be a mother of eight, a Catholic, a poet, a political thinker, educated, well-travelled, intelligent and seductive. Leonor witnessed Lisbon and her childhood being destroyed in the earthquake of 1755, spent eighteen years behind the walls of a convent at the orders of the Marquis of Pombal, and divided her life, her curiosity and her affections between Lisbon, Porto, Paris, Vienna, Avignon, Marseilles, Madrid and London. She lived an intense and dramatic life, never allowing herself to be defeated. She moved among kings and emperors, philosophers and poets; influenced politics, experienced passionate love, and knew both opulence and poverty, ho
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 184
Sinopse: Neste que foi concebido como o seu último livro de ficção (quando fez 80 anos, anunciou que não escreveria mais neste género), Gerald Murnane mantém-se fiel aos temas que percorrem toda a sua obra: a paroquialidade, o catolicismo, o trabalho da memória, a paisagem australiana e as corridas de cavalos. Foi escrito depois da sua mudança de Melbourne para uma pequena cidade no canto ocidental das planícies de Wimmera, junto da fronteira com a Austrália do Sul, onde tenciona passar os últimos dias da sua vida. O estilo tardio e descarnado de Murnane não tem enredo, nem personagens, só memórias e reflexões do narrador. E não pretende mostrar o mundo como ele é, mas como ele nos «parece», neste caso, «lhe parece», o mundo através da mediação da mente e da memória. Em Territórios de Fronteira, um homem muda de uma grande metrópole para uma pequena cidade remota onde pretende passar os últimos anos de sua vida. É a hora, pensa ele, de revisitar uma vida de observações e de leituras. Que paisagens, pessoas, livros, personagens fictícios, expressões e versos sobreviverão ao crepúsculo? Uma mulher de cabelos escuros com uma expressão melancólica? Uma casa no meio do campo? Esse tesouro da memória é o início e o fim de uma grande busca pelo sentido perdido da vida. Territórios de Fronteira foi galardoado com o Prime Ministers Literary Award em 2018 (o prémio com a remuneração mais elevada da Austrália) e finalista do prémio literário de maior prestígio, o Miles Franklin Literary Award. Murnane faz-nos pensar sobre a forma como nos relacionamos com o mundo.» Chicago Review of Books «Quanto mais se lê, melhor se torna. Em nenhum outro lugar sentimos tão fortemente que um livro é, literalmente, um convite ao espírito de outra pessoa.» The Guardian «Poderia ser mencionado ao lado de grandes nomes da literatura (e excêntricos) como Marcel Proust, Virginia Woolf e Franz Kafka.» Sydney Review of Books «A vida de Murnane, a sua ficção e a paisagem que ele habita a beleza e o isolamento do interior vitoriano, mares calmos de pastos dourados [] estão tão inextricavelmente entrelaçados que visitá-lo em Goroke é tanto uma excursão ao campo, como uma leitura atenta [da sua obra]. The New York Times Magazine
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse: «Em 1951, o presidente da Câmara Municipal do Porto, Licínio Presa, aprova a demolição do Palácio de Cristal, para dar espaço à construção de um novo edifício o Pavilhão dos Desportos , com arranque previsto para o ano seguinte, a tempo de acolher o Campeonato Mundial de Hóquei em Patins. E o jovem arquiteto José Carlos Loureiro seria o eleito para tomar as rédeas deste projeto. Palco de múltiplos eventos desportivos, comícios democráticos e de várias edições da Feira do Livro, o pavilhão que em 1991 tomou o nome da campeã olímpica Rosa Mota entrou, contudo, num processo acelerado de deterioração a que urgia pôr fim.» DE PALÁCIO DE CRISTAL A SALA DE ESPECTÁCULOS COM JARDIM dois novos volumes da colecção «fazer cidade», dedicada ao porto vol. 4 coordenação Vasco Ribeiro (dir.), Ricardo Gomes, João Oliveira autoria Elisabete Felismino A COLECÇÃO «FAZER CIDADE»
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 234
Sinopse: OS TEXTOS QUE REVELAM A PAIXÃO DE FERNANDO PESSOA POR ROMANCES POLICIAIS A relação de Fernando Pessoa com a ficção policial não se esgota na escrita, infelizmente inacabada, de numerosos contos e novelas, nem na criação de uma personagem literária tão fascinante como o Dr. Quaresma. Os textos reunidos neste volume mostram como o jovem Pessoa planeou, e redigiu parcialmente, um ambicioso ensaio sobre a literatura policial numa altura em que nem no mundo anglo-saxónico existia algo assim. Além disso, vemos aqui como, na última fase da sua vida, o escritor se tornou um voraz leitor de romances policiais, hábito invulgar num intelectual português da primeira metade do século xx. Este forte e prolongado interesse de Fernando Pessoa pela ficção policial, ao qual os seus biógrafos dedicam breves parágrafos apressados, lembra a pergunta de Álvaro de Campos à passageira com quem tantas vezes se cruzava no comboio suburbano: «Qual foi a vida que houve nisto? Que foi isto a vida?» O certo é que foi justamente esta paixão a determinar o desfecho de alguns acontecimentos marcantes, como o primeiro e derradeiro encontro com José Régio, em Junho de 1930, no Café Montanha.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A violência e a instabilidade do mundo atual não foram estranhas a Hannah Arendt. Tirania, invasões, desencanto, a política da pós-verdade, teorias da conspiração, racismo, migrações em massa, a banalização do mal: na sua vida assistiu a tudo isso. Nascida na primeira década do século XX, Hannah Arendt fugiu da Europa fascista para reconstruir a vida na América, onde se tornaria uma das intelectuais públicas mais influentes e controversas do mundo. Escreveu sobre o poder e o terror, o exílio e o amor, e acima de tudo sobre a liberdade. Questionar pensar era a sua principal defesa contra a tirania. Em vez das forças das trevas e da insanidade, propunha uma política de pluralidade, espontaneidade e desobediência. Amar o mundo, ensinava Arendt, significava ter a coragem de o proteger. Escrito com paixão e autoridade, este livro faz luz sobre a vida e a obra de Arendt e mostra porque têm as suas ideias uma atualidade perturbante. "
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: O REGRESSO ÀS LIVRARIAS DA HÁ MUITO ESGOTADA OBRA DE LUIZ PACHECO, UM DOS GRANDES ESCRITORES DA LITERATURA PORTUGUESA DO SÉCULO XX EM DOIS VOLUMES Dois livros um de éditos e um de inéditos publicados simultaneamente: Ser Livre em Português: Uma antologia reúne dezenas de títulos publicados pelo autor, nomeadamente a grande maioria dos seus textos mais emblemáticos, como Comunidade, Crítica de Circunstância ou O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Esplendor. Textos Avulsos, Inéditos e Dispersos é uma rigorosa recolha de textos conservados em espólios e no acervo da família, passando por esboços, correspondência, cadernos, crónicas e produção diarística, reflexos de uma aventura literária persistente. «Não sei nada. Duvido de tudo. Desci ao fundo dos fundos, lá onde se confunde a lama com o sangue, as fezes, o pus, o vómito; fui até às entranhas da Besta e não me arrependo. Nada sei do futuro, e o passado quase esqueci. Li muito e foi pior.» Luiz Pacheco, Comunidade Edição de Rui Sousa e Sofia A. Carvalho Ser Livre em Português: Uma antologia (volume de éditos) A obra de Luiz Pacheco foi desenvolvida ao longo de mais de meio século, desdobrando-se em facetas tão diversas como a prosa autobiográfica, a narrativa ficcional, o memorialismo, a crítica literária, política e cultural, ou as copiosas produções epistolográfica e diarística. Escritor capaz de sintetizar e apropriar criativamente aspectos das diversas correntes literárias com que conviveu e de reabilitar géneros literários considerados menores ou pouco trabalhados na literatura portuguesa, Pacheco construiu uma obra de estilo inconfundível e actualidade persistente. Ser Livre em Português propõe uma abordagem possível aos vários ângulos da constelação criativa de um nome incontornável na literatura portuguesa do século xx, oferecendo ao leitor um acesso renovado a textos icónicos e a outros que, menos lembrados, ajudam a dimensionar um projecto literário coerente, produzido maioritariamente no contexto adverso do Estado Novo.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse: As quase três décadas de relacionamento entre a polícia política da ditadura portuguesa, entre 1945 e 1975, com os seus vários nomes de PIDE e DGS, e as polícias e serviços secretos de países ocidentais durante a Guerra Fria permitem retirar uma conclusão central. Ainda que vigorasse em Portugal uma ditadura colonial, tal não impediu que, no âmbito da NATO e da Interpol, as polícias e serviços secretos de informação de países «ocidentais» e democráticos colaborassem com a PIDE/DGS e trocassem informações entre si. A PIDE e depois a DGS era, tal como o KGB soviético, uma polícia que «zelava» pela segurança interna e externa do Estado. Nesta última qualidade, relacionou-se com a CIA norte-americana, a Seguridad espanhola, o BND alemão, bem como com os serviços policiais e de informação europeus e dos países da NATO, nomeadamente de França, da Bélgica e dos Países Baixos.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 352
Sinopse: O regresso de um filho a casa. Uma dívida perigosa. Segredos prestes a vir à tona... e uma família consumida pelas chamas. Roman Carruthers deixou para trás o fumo e o fogo do negócio familiar de cremações na sua terra natal, Jefferson Run, na Virgínia. Vive agora uma vida de excessos como consultor financeiro em Atlanta ¿ até ao dia em que recebe um telefonema da irmã, Neveah: o pai está em coma após um atropelamento. Quando regressa, Roman descobre que o acidente pode não ter sido o que parece, uma vez que o seu irmão, Dante, deve muito dinheiro a criminosos perigosos.
Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse: Para enfrentarem realidades cada vez mais complexas, as crianças precisam de se conhecer a si próprias e ao mundo em que vivem. Nessas descobertas, os contos de fadas são um instrumento importante porque prendem a atenção dos mais jovens enquanto os divertem e lhes transmitem ensinamentos. São narrativas que usam uma linguagem simbólica, própria da infância, na sua abordagem dos medos, desejos e dilemas universais. O mesmo acontece com as figuras arquetípicas, que, respeitando e dialogando com a visão mágica infantil, propõem soluções exemplares que ajudam a lidar com as ansiedades, a enfrentar inseguranças e a assumir responsabilidades. Esta obra, que integra literatura, mitologia, psicologia infantil e psicanálise, destaca o valor atemporal dos contos de fadas e incentiva os adultos, especialmente os pais e os educadores, a reconhecerem o seu papel essencial no desenvolvimento emocional e moral das crianças.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Destinada à GRANDEZA. Procurada por HOMICÍDIO. Evie Gordon, uma estudante com notas impecáveis e grandes sonhos, sempre achou que um dia seria alguém. Mas depois de se formar numa universidade de elite, encontra-se atolada em dívidas e a trabalhar como explicadora para os ricos de Los Angeles. Tudo muda num domingo, quando chega à casa dos Victor, em Beverly Hills, para dar explicações e, em vez de um adolescente entediado, encontra os ensanguentados restos mortais dos pais espalhados pelo jardim, e uma mulher a pedir socorro dentro de um armário. Enquanto Evie a ajuda a libertar-se, as duas são vistas e, em questão de minutos, passam de espectadoras a suspeitas e, depois, a fugitivas. Perseguida e acompanhada por uma mulher misteriosa que se recusa a falar, Evie sabe que a única maneira de limpar o seu nome é encontrando o verdadeiro assassino. A fuga frenética leva-as por todos os EUA, ao mesmo tempo que os desenvolvimentos do caso chocam a nação e a imprensa enlouquece com a história da jovem talentosa que se tornou assassina. Evie está na capa de todos os jornais¿ finalmente é alguém. Só que não da forma que imaginava! Alternando entre um humor cortante e uma perspetiva profunda, Potencial Para Matar é uma obra notável. Com a intensidade de um thriller, levanta questões pertinentes sobre a nossa crença na mobilidade social, e como as histórias que nos contam sobre o nosso potencial podem moldar o curso das nossas vidas.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 32
Sinopse: Um livro sobre enfrentar os medos. Todos temos medos e isso é natural. Mas, se os enfrentarmos, aos poucos, percebemos que são pequenos, afinal! O Urso assusta-se com tudo. Tem medo de TUDO! Até que, certo dia, decide partir com a Lebre numa aventura para enfrentar os seus receios. Com a Lebre do seu lado, será o Urso capaz de encontrar a sua coragem?
Nº Páginas: 640
Sinopse:
"Privada da proteção do guerreiro que invocou e separada do príncipe em quem confiava, Nahri tenta encontrar o seu lugar entre intrigas palacianas, alianças perigosas e um trono que outrora pertenceu à sua família. A cada passo, sabe que um único erro poderá condenar o seu povo. Entretanto, Ali vive no exílio, perseguido por assassinos e forçado a sobreviver com a ajuda de poderes que não compreende. Com a aproximação de um novo século, os jinns preparam-se para celebrar. Mas, nas sombras do Norte, uma força ameaça mergulhar Daevabad numa nova guerra."
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 40
Sinopse: Um pequeno fantasma tímido descobre que o segredo para fazer amigos é ser ele próprio. O PEQUENO FANTASMA e a sua mãe há muito que assombram a velha casa rangedora onde vivem. Ele há muito tempo que procura um amigo¿ Quando uma nova menina se muda para a casa ao lado, o Pequeno Fantasma quer logo apresentar-se. Mas fazer amigos às vezes pode ser assustador¿ até que arranja um plano perfeito: vai convidá-la para uma festa de Halloween! Mas, sendo um fantasma, que disfarce poderia ele arranjar que permitisse que ela quisesse ser amiga dele?
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse: Um mistério irresistível inspirado em Sherlock Holmes ideal para fãs de Freida McFadden, Nita Prose e Richard Osman. Londres, 1932. Uma jovem criada é despedida e desaparece sem deixar rasto. Sem saber a quem recorrer, a família da rapariga escreve ao único homem que acredita ser capaz de ajudar: Sherlock Holmes. Infelizmente, Holmes é apenas uma personagem de ficção. Contudo, uma resposta inesperada chega do número 221B de Baker Street. Harriet White sabe que responder à carta pode colocá-la em apuros, mas a curiosidade é mais forte do que o medo. Depois de rejeitar os avanços do seu chefe, Harriet foi despromovida para o departamento de correspondência da instituição bancária onde trabalha. A sua tarefa? Responder mecanicamente às cartas destinadas ao famoso detetive com a mesma mensagem: «O Sr. Holmes aposentou-se.» No entanto, esta carta, que descreve o desaparecimento de uma jovem criada em circunstâncias suspeitas, desperta algo em Harriet. Guiada pela sua paixão pelos contos de Conan Doyle, ela decide assumir o papel de assistente de Sherlock Holmes e investigar o caso. Com coragem, inteligência e apenas os seus instintos a ajudá-la, Harriet mergulha num mundo de mistérios perigosos. Mas conseguirá encontrar a verdade antes que o preço a pagar seja demasiado elevado? Pleno de suspense, humor e reviravoltas inesperadas, O Mistério da Criada é uma aventura brilhante e emocionante com uma heroína inesquecível no centro da ação.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse: UMA INVESTIGAÇÃO PROFUNDA SOBRE «O CERCO À CONSTITUINTE» E O SEU IMPACTO NA HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO PORTUGUESA Em Novembro de 1975, milhares de trabalhadores da construção civil manifestaram-se em Lisboa, reivindicando melhores condições de trabalho e de vida, num protesto que durou quase dois dias junto ao Palácio de São Bento, onde se reunia a Assembleia Constituinte. Deputados e primeiro-ministro ficaram retidos no interior do edifício. Este episódio, que se tornou conhecido como «o cerco à Constituinte», marcou decisivamente a fase final da Revolução Portuguesa, pautada por uma acentuada radicalização política e social. Num trabalho realizado com recurso a fontes de natureza diversa, de relatos da imprensa a testemunhos orais, O Cerco de São Bento em 1975 procura reconstituir os acontecimentos de 12 e 13 de Novembro e demonstrar como estes foram determinantes para a operação militar de 25 de Novembro, que pôs fim à Revolução. «Analisando os acontecimentos de 12 e 13 de Novembro de 1975 à lupa, este livro tem o mérito de contribuir para o estudo histórico dos anos revolucionários de Abril sem deixar de atender aos processos de memorialização do acontecimento que se desenvolveram nas últimas décadas. Com inteligência e delicadeza, a investigação foi conduzida na certeza de que a reconstituição do passado reflecte não apenas o que aconteceu, mas também a sensibilidade de quem observou e vem recordando o que terá sucedido.» JOSÉ NEVES | «PREFÁCIO»
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Rodeada por milhares de seguidores, as marcas de luxo que promove e os livros que lança, Mila está a sentir-se ofuscada pela vida que leva. E tudo isso se agrava quando chega a pior altura do ano, o Natal. Subitamente, sente vontade de fugir, e ruma ao único sítio onde jurou nunca mais voltar: aquela pequena aldeia de xisto na serra da Lousã onde, anos antes, o seu coração se partiu. Já Lucas precisa de pouco para ser feliz: estar rodeado pela natureza, brincar com os gatos vadios da aldeia e encontrar-se com os amigos para jogos de tabuleiro. Mas, quando num dia de tempestade Mila regressa, conseguirá ele esquecer o passado e agir como se nunca se tivessem conhecido, ou será o reencontro com uma paixão antiga o suficiente para ambos perceberem o que realmente lhes faz falta? Repleta de momentos caricatos e apaixonados, esta é uma história coberta de espírito natalício que nos faz pensar no verdadeiro significado de lar e como este se pode traduzir não num local, mas nas pessoas que temos connosco.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 200
Sinopse: A visão a longo-prazo e o poder da ação quando coletiva: ensaios que semeiam a mudança. Rebecca Solnit é uma observadora crítica da vida pública e cultural norte-americana e dos modos de vida do mundo ocidental. É uma figura participativa em causas atuais, não apenas como voz de denúncia, mas, sobretudo, partilhando a sua visão, invariavelmente construtiva e singular. Na vintena de livros que publicou até agora sobre as mais diversas temáticas, sempre atuais e muitas vezes polémicas há uma constante: a esperança. E os caminhos que nos levam a uma mudança positiva. Em tempos conturbados e obscuros, os seus ensaios peças literárias de grande claridade e envolvência ajudam-nos a pensar, a procurar possibilidades individuais e coletivas, a perder o medo de agir e o temor da imprevisibilidade. Neste livro, Solnit propõe-nos perseverança, coragem e esperança. E se os percursos para um mundo melhor e mais justo são lentos e tortuosos, ou se no avanço há sempre recuos, a nossa visão tem de procurar a dimensão do longo prazo. «Um céu cheio de florestas», «O desespero é um luxo», «A grande transformação» ou «A esperança em horizontes longínquos» são alguns dos belíssimos títulos que compõem este volume, que convoca como todos quantos Rebecca Solnit escreveu o poder das histórias e de as contar. «A escrita de Solnit é poesia em prosa e verdadeiramente bela; os seus pensamentos são sempre exploratórios e cheios de curiosidade e admiração a antítese do dogma de tal modo que é impossível não nos deixarmos levar pelos seus excêntricos desvios filosóficos.» The Guardian «Observadora inspirada e historiadora apaixonada, Solnit está entre os críticos culturais mais criativos, penetrantes e eloquentes que escrevem hoje.» Booklist «Solnit é uma escritora prolífica, omnívora e brilhante. E este livro mostra a sua envergadura intelectual.» The Guardian
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 132
Sinopse: NO CENTENÁRIO DE MÁRIO SOARES, UM GRANDE ÁLBUM DE FOTOS PELO SEU FOTÓGRAFO OFICIAL LUÍS VASCONCELOS Livro-catálogo associado à exposição homónima, patente no Pavilhão de Portugal até Janeiro de 2026, com textos de António Costa, José Manuel dos Santos e Sérgio B. Gomes. «Recordar Mário Soares pela fotografia de Luís Vasconcelos é seguramente uma das melhores formas de nos reencontrarmos com ele. A expressividade única que traduzia a sua personalidade. Altivo ou bonacheirão, encantador ou de olhar fulminante, descontraído ou institucional, sempre exprimindo-se na cara, com os braços e as mãos. A lente de Luís Vasconcelos faz-nos reencontrar, neste centenário de Mário Soares, este lutador único e incansável por três ideias tão simples quanto poderosas: Liberdade, Democracia, Justiça Social. Por elas se bateu em ditadura e em democracia, e elas, verdadeiras, descrevem a sua vida.» ANTÓNIO COSTA
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Enquanto luta para se libertar da profecia, Freya tem de tecer um novo destino Com o segredo da sua linhagem divina revelado, e desesperada para evitar o destino sombrio que lhe foi profetizado, Freya arrisca uma aliança com o maior inimigo de Skaland para obter respostas da vidente que previu o seu futuro a mesma que ordenou a Bjorn que a matasse. Apesar de Freya ainda ferver de raiva pela traição de Bjorn, o juramento de sangue que a vincula exige que ela o mantenha por perto, enquanto procura uma forma de impedir a guerra iminente. A sua magia leva-a às linhas da frente de uma antiga inimizade, enredando-a com os fi lhos dos deuses que servem o rei que ela foi ensinada a temer. O mesmo rei que, ao contrário de Bjorn, está agora disposto a lutar ao seu lado. Porque apesar do desejo que arde intensamente entre Bjorn e Freya, a desconfi ança entre ambos ameaça afastá-los ainda mais. À medida que a guerra se aproxima, deuses e mortais têm de escolher as suas armas. Contudo, a batalha mais feroz será aquela que Freya trava dentro de si mesma. Com a magia de duas deusas a correr-lhe nas veias, ela terá de tecer os fi os do destino e decidir o seu: será ela o escudo que protege o seu povo, ou a maldição que o destruirá?
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Forjada no terreno avermelhado pelo sangue das vacas, na fronteira entre o Brasil e o Uruguai, onde, como num armário de louças, se confundem tiranos e subalternos, negros e brancos, esta história começa com a morte da tia Eluma, uma empregada doméstica numa cidade chamada Ana. Quem responde por essa morte? Quem irá pagar o velório dessa mulher do povo? Tendo a vida (e a morte) de tia Eluma como ponto de partida, a narradora puxa o fio que se estende à sua primeira antepassada conhecida da linha materna, passando por outras parentes suas que, para ali chegarem, limparam os pés nas pedras dos arroios e lavaram a roupa suja dos brancos. Entre os pontos altos deste Louças de Família, que usa pratos, chávenas, taças, tijelas ou meros cacos como marcas da memória familiar e das passagens geracionais, está a própria linguagem da autora Eliane Marques, que mistura português, espanhol e iorubá numa avassaladora e densa dicção literária."
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 672
Sinopse: Reunião das entrevistas para a imprensa de um dos mais destacados músicos e compositores de Portugal. «O artista não é o autor do futuro, é um resultado do futuro.» José Mário Branco Reunindo 119 entrevistas para a imprensa, esta obra torna acessível a invulgar dimensão autorreflexiva de José Mário Branco ao longo de 49 dos mais de 50 anos de actividade musical. Nestas conversas, aqui organizadas cronologicamente (1970-2019), percorrem-se vários temas essenciais no percurso de um dos mais destacados músicos e compositores de Portugal: desde questões mais especificamente musicais, como as transformações estilísticas dos repertórios musicais, o universo da gravação fonográfica e a reflexão sobre as funções sociais da canção, a outras mais abrangentes, como a actividade política, os sucessos e os fracassos das várias esquerdas, os vários obstáculos ao longo do percurso e o enveredar por outras áreas artísticas, com destaque para o teatro e o cinema.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Depois do primeiro volume dedicado ao tempo de Salazar (já na 3.ª edição): UM LIVRO SOBRE COMO A DGS DE MARCELLO CAETANO EM NADA DIMINUIU A VIOLÊNCIA E A ACTUAÇÃO DA PIDE. A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e odiada polícia política do Estado Novo. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar-se Direcção Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi o militante clandestino do PCP, Daniel Cabrita, fundador e primeiro líder da Intersindical (actual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique, continuava a torturar, em massa e até à morte. Estas são algumas das Histórias da PIDE que o jornalista José Pedro Castanheira investigou para o semanário Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano. O primeiro volume incidiu sobre a época em que Salazar mandava.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: 29 510 PRESOS POLÍTICOS DEVIAM FALAR POR SI. MAS ESTAS HISTÓRIAS NÃO NOS DEIXAM ESQUECER A PRINCIPAL GUARDIÃ DA MAIS LONGA DITADURA PESSOAL DO SÉCULO XX. Reunião de investigações feitas pelo jornalista José Pedro Castanheira ao longo dos anos para o Expresso. Este primeiro volume reporta ao período de Salazar, o segundo incidirá sobre a época de Marcello Caetano. Em 1965, o general Humberto Delgado, inimigo público número 1 de Salazar, foi assassinado perto de Badajoz por uma brigada da PIDE. A chefiá-la estava Rosa Casaco, que, fugido do país a seguir ao 25 de Abril de 1974, viria a ser condenado a oito anos de prisão e a tornar-se, após uma entrevista incluída neste livro, um dos rostos mais emblemáticos desta força policial. Sólido e temido bastião do Estado Novo, ninguém escapava ao raio de acção da PIDE: nem Calouste Gulbenkian, o homem mais rico do mundo, que foi preso em 1942; nem o ex-presidente da República marechal Craveiro Lopes, vítima de chantagem de carácter sexual; nem sequer o bispo D. Eurico Dias Nogueira, submetido a constante vigilância, com cartas interceptadas até para o Vaticano e para o próprio Salazar. «A PIDE foi, antes de tudo o mais, o principal guardião da mais longa ditadura pessoal do século XX e um inimigo jurado da liberdade. Ao longo dos seus 41 anos de existência, sob as designações de PVDE, PIDE ou DGS, fez dezenas de milhares de vítimas. Só presos políticos nominais foram 29 510, o que dava para encher um estádio de futebol de média dimensão. E isto apenas em Portugal, já que nas colónias se ignora o seu número, mas que é seguramente muito superior, atendendo designadamente à extensão, violência e duração das três guerras coloniais.»
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse: Um livro de memórias extraordinariamente honesto sobre alimentação, peso e autoimagem; e sobre como saciar a fome enquanto cuidamos de nós. Roxane Gay tem escrito com intimidade e sensibilidade sobre alimentação e corpo, utilizando as próprias lutas emocionais e psicológicas como meio de explorar as ansiedades comuns sobre prazer, consumo, aparência e saúde. Como uma mulher que descreve o próprio corpo como «extremamente indisciplinado», Roxane compreende a tensão entre o desejo e a negação, entre o conforto e o cuidado. Em Fome, Roxane explora o seu passado incluindo o devastador ato de violência que constituiu um ponto de viragem na sua vida e acompanha os leitores na viagem que ela própria fez para se compreender e, em última análise, se salvar. Com a franqueza, a vulnerabilidade e o poder que fizeram dela uma das escritoras mais admiradas da sua geração, Roxane explora o que significa aprender a cuidar de nós próprios: como saciar a fome de comida deliciosa e manter um corpo mais saudável, capaz de amar e ser amado.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 0184
Sinopse: Ponto de chegada e ponto de partida da história recente de Portugal, o acontecimento-chave de 25 de Abril de 1974 teve autores, mas não pode nem deve ter donos, porque tanto mergulha nos sinais, energias e vozes que impulsionaram a rutura revolucionária no final do Estado Novo, como se prolonga no que projetou o país para lá de 1976 e abriu caminho a uma democracia consolidada e europeizada. Este livro oferece um olhar histórico sintético sobre Portugal nos 25 anos que decorreram entre o início das guerras de África, em 1961, e a entrada na CEE, em 1986, a partir de diferentes focos: a política, a sociedade, a economia, a cultura, os media, as mentalidades ou a posição no mundo. A complexidade da revolução de Abril justifica esta contextualização, importante para compreender os 50 anos de existência democrática e a situação atual do país.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Sonhar alto custa o mesmo que sonhar baixo. Em 1995, Rui Pedro Bairrada era estafeta num banco. Sempre sonhou fazer mais, chegar além do que a «casa de partida» poderia, à primeira vista, permitir. Decisão em decisão, desafio após desafio escalou pelo mundo empresarial até chegar a CEO da empresa Doutor Finanças, um projeto de sucesso que muito tem contribuído para a literacia financeira dos portugueses e para melhorar o dia a dia de milhares de famílias. E se a vida, chegada aqui, parecia estar (muito bem) resolvida, num processo disruptivo, e sem que ninguém estivesse à espera, o gestor decidiu abdicar do controlo da empresa que criou para parar e voltar a sonhar. E agora? A resposta está neste livro escrito na primeira pessoa. Numa abordagem inovadora da liderança e da gestão dos recursos humanos, o chairman mostra como se deu o encontro entre o homem e o líder, que teve a coragem de não deixar que o sucesso aprisionasse a vontade de sonhar. Num mundo obcecado pelos planos, Rui Pedro Bairrada é a prova de que mudar faz bem (até à saúde) e que o caminho se faz de vulnerabilidade, companheirismo, inspiração e do desejo de «fazer o bem, bem feito».
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1974, um retiro artístico numa villa resultou num livro brilhante, num disco épico e num crime. Agora, duas amigas vão lá de férias. Em crianças, Emily e Chess eram inseparáveis, mas, aos trinta anos, a ligação entre elas foi afetada pelas exigências da vida adulta. Por isso, quando Chess lhe sugere uma viagem a Itália, Emily aproveita a oportunidade para se reaproximar da melhor amiga. A Villa Aestas, em Orvieto, é agora uma luxuosa casa de férias. Porém, em 1974, era conhecida como Villa Rosato, e fora alugada para o verão por Noel Gordon, estrela de rock, que, a fim de reacender a chama criativa, convidara o músico em ascensão Pierce Sheldon para se juntar a ele, bem como a namorada de Pierce, Mari, e a meia-irmã desta, Lara. Até ao desse verão, Mari escreverá um dos maiores romances de terror de todos os tempos, Lara irá compor um álbum épico e Pierce será brutalmente assassinado. À medida que Emily investiga a complicada história daquela moradia, começa a acreditar que talvez o assassinato de Pierce em 1974 não tenha sido apenas uma infeliz história de sexo, drogas e rock & roll, mas que algo sinistro possa ter acontecido e que talvez haja pistas escondidas nas obras agora icónicas que Mari e Lara deixaram para trás. No entanto, quanto mais Emily se aproxima da verdade, assim também cresce a tensão entre ela e Chess. Enquanto segredos do passado vêm à tona, emergem também traições perigosas do presente e a villa talvez faça outra vítima antes do fim do verão. Inspirada nos Fleetwood Mac, nos assassinatos de Manson e no infame verão que Percy e Mary Shelley passaram com Lord Byron num castelo do lago Genebra, na Suíça o local de nascimento de Frankenstein ¿, Crime na Villa dá-lhe as boas-vindas a um legado mortalO passado nunca vai de férias. Dura para sempre.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 1096
Sinopse: Os diários de Vergílio Ferreira, agora publicados em 3 volumes, são um dos testemunhos mais impressionantes da literatura portuguesa do século xx. Este terceiro volume corresponde aos anos de 1989 a 1992. Os diários de Conta-Corrente constituem um dos documentos mais impressionantes da vida cultural dos anos setenta e oitenta (cobrindo os anos de 1969 a 1992). A importância documental e literária deve-se à qualidade dos textos do autor e à natureza das suas confissões e reflexões sendo uma extraordinária fonte de dados para o conhecimento da vida e história portuguesas desses anos. Tal como os grandes diários de autores como Franz Kafka, Lev Tolstoi, Raul Brandão, Miguel Torga, Thomas Mann ou Virginia Woolf, Conta Corrente não é importante apenas do ponto de vista literário. Pela abundância de pequenas histórias sobre o meio literário e político português da época, bem como pela acuidade, autenticidade e profundidade das suas opiniões, a obra constitui um enorme espólio de testemunhos sobre o seu tempo real. A sua leitura é uma extraordinária fonte documental para compreender um período tão importante como decisivo na vida da sociedade portuguesa, além de nos dar uma imagem pessoal e geracional de um dos maiores autores portugueses do século xx.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"Consegues dizer quantas pessoas fizeram parte da tua vida e quantas foram capazes de a transformar? São essas pessoas que realmente importam. Lauri, a primeira e mais responsável amiga de infância, e Nacho, o meu primeiro amor da adolescência. A mal-humorada Lucía, a calma Sara e o sarcástico Pol. Também Álex, que regressa sempre, e a única mulher capaz de sussurrar a gritar, Laura. E, claro, o MEU PAI, em maiúsculas. Contagem Decrescente Para o Verão entrelaça com o tempo a vida de uma loira que sou eu e a das pessoas que representaram as aprendizagens mais valiosas que guardo, porque, no fundo, conhecer as pessoas mais importantes da tua vida é conhecer-te a ti mesmo. Nomes próprios que me ajudaram a dar o salto da adolescência para a maturidade, despenteando-me o cabelo pelo caminho, mas construindo um cérebro por debaixo dele. Este romance é baseado em fantasias reais que, por vezes, inventei. Saber reconhecê-las é algo que pertencerá a cada um de nós.
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse: Em 2009, a ex-professora de Harvard e Oxford C. L. Skach viajou para o Iraque para colaborar na revisão da constituição do país. Sobreviveu a um ataque de mísseis na Zona Verde um episódio que se revelou um ponto de rutura no pensamento sobre constituições. Em suma: na prática as constituições não funcionam. Na presente obra, Skach apela a que avancemos para além das constituições. Defende que, tal como os sistemas naturais complexos geram espontaneamente ordem, também nós o podemos fazer. Recorrendo a exemplos como o dos jardins de infância da cidade italiana de Reggio-Emilia, ela propõe não a governação pela força, mas uma sociedade que seja local, cultivada e verdadeira. Baseando-se em seis princípios tão simples como passar tempo num banco de jardim, este livro mostra como os espaços comunitários, a educação e os mercados podem ser remodelados para alimentar a cooperação e promover a prosperidade. Pessoal, filosófico e prático em partes iguais, Como Exercer a Cidadania convida-nos a ver a sociedade não como algo imposto pela lei, mas antes como algo que criamos em conjunto.
