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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
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Edição: Set 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O autor do "Dicionário de Insultos", num registo leve e irónico (e ao mesmo tempo rigoroso e pormenorizado) dá-nos a conhecer factos desconhecidos, personagens míticas e aventuras absolutamente fascinantes da época da Expansão Portuguesa que nem sempre correram bem. São 30 histórias personificadas por reis e rainhas, descobridores/navegadores, espiões, exploradores, mas também gente do povo, anónimos e até animais.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O autor do "Dicionário de Insultos", num registo leve e irónico (e ao mesmo tempo rigoroso e pormenorizado) dá-nos a conhecer factos desconhecidos, personagens míticas e aventuras absolutamente fascinantes da época da Expansão Portuguesa que nem sempre correram bem. São 30 histórias personificadas por reis e rainhas, descobridores/navegadores, espiões, exploradores, mas também gente do povo, anónimos e até animais.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Os autocolantes são uma das marcas visuais mais impressivas da democracia portuguesa e da liberdade política conquistada em 25 de Abril de 1974. Representam uma manifestação de identidade - eu pertenço a este partido, a este grupo, a esta associação, eu apoio este candidato, eu suporto esta causa. Serviram, na sua época, para financiar e, com o tempo, para coleccionar. Há milhares de autocolantes diferentes. São um retrato do grafismo político na sua versão mais minimalista, mas também mais diversificada. Esta publicação é o primeiro catálogo alguma vez feito dos autocolantes portugueses, inventariando os autocolantes produzidos pelo Partido Popular Democrático (PPD) entre 1974 e 1976, ano em que mudou de nome para Partido Social Democrata (PSD). Como partido nascido da democracia, o PPD teve de escolher o nome, o símbolo e a cor. Os autocolantes contam essa história.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Os autocolantes são uma das marcas visuais mais impressivas da democracia portuguesa e da liberdade política conquistada em 25 de Abril de 1974. Representam uma manifestação de identidade - eu pertenço a este partido, a este grupo, a esta associação, eu apoio este candidato, eu suporto esta causa. Serviram, na sua época, para financiar e, com o tempo, para coleccionar. Há milhares de autocolantes diferentes. São um retrato do grafismo político na sua versão mais minimalista, mas também mais diversificada. Esta publicação é o primeiro catálogo alguma vez feito dos autocolantes portugueses, inventariando os autocolantes produzidos pelo Partido Popular Democrático (PPD) entre 1974 e 1976, ano em que mudou de nome para Partido Social Democrata (PSD). Como partido nascido da democracia, o PPD teve de escolher o nome, o símbolo e a cor. Os autocolantes contam essa história.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Autocolantes da Frente de Unidade Revolucionária: novo livro da Colecção Ephemera, de José Pacheco Pereira. Num período muito turbulento da revolução portuguesa, com alguns dos militares responsáveis pelo 25 de Abril a quererem desviar-se do PREC, nasce, a 25 de Agosto de 1975, a Frente de Unidade Revolucionária (FUR), uma aliança entre diferentes organizações, focada no apoio ao V Governo Provisório. Na sequência da publicação de um primeiro catálogo de autocolantes (do PPD), apresentam-se agora os autocolantes produzidos por estas organizações entre 1974 e 1980, materiais que se integram no seu histórico esforço de propaganda e de manifestações, e que revelam causas tão diversas como a celebração das personalidades revolucionárias latino-americanas (Che Guevara, Fidel Castro, Carlos Marighella) ou ainda o combate ao franquismo em Espanha.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Autocolantes da Frente de Unidade Revolucionária: novo livro da Colecção Ephemera, de José Pacheco Pereira. Num período muito turbulento da revolução portuguesa, com alguns dos militares responsáveis pelo 25 de Abril a quererem desviar-se do PREC, nasce, a 25 de Agosto de 1975, a Frente de Unidade Revolucionária (FUR), uma aliança entre diferentes organizações, focada no apoio ao V Governo Provisório. Na sequência da publicação de um primeiro catálogo de autocolantes (do PPD), apresentam-se agora os autocolantes produzidos por estas organizações entre 1974 e 1980, materiais que se integram no seu histórico esforço de propaganda e de manifestações, e que revelam causas tão diversas como a celebração das personalidades revolucionárias latino-americanas (Che Guevara, Fidel Castro, Carlos Marighella) ou ainda o combate ao franquismo em Espanha.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Talvez tivesse sido melhor começar por falar da decisão de me usar como personagem: tendo em conta que, numa crónica, se espera que o autor esteja mais declaradamente presente, este seria o sítio em que experimentaria não fugir de mim. Bem sei que era arriscado: vivi histórias extraordinárias, vi-me envolvida em situações terríveis, também eu se quisesse enlouquecia. Talvez não fosse prudente aventurar-me por mim adentro. Daí a autobiografia ser não autorizada. Escreveria a minha biografia à minha revelia. O ilícito desmascarado no não autorizada dizia-me exclusivamente respeito. Nunca pensei que pudesse ser de outro modo. Evidentemente que ao falar de mim falaria também daqueles que estão ou estiveram comigo, dos que passam ou passaram por mim. Não estou sozinha, nunca estive sozinha, não sei estar sozinha. Não quero estar sozinha. Os outros estariam a salvo nas minhas crónicas, eu seria a única a correr perigo: estilhaçar-me na minha memória. Não sei escrever sobre o que não amo. Escrever é descobrir, é conhecer. E conhecer, se não é amar, é pelo menos dispor-me a amar. Dispor-me a amar coisas ignóbeis, às vezes. O que também é assustador. Aqueles que não amo nunca terão lugar no que escrevo. O que escrevo é iluminado pelos que amo, são eles que escrevem o que escrevo. Ou, dito de outra maneira, eu sou os que amo, são eles que me escrevem."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Talvez tivesse sido melhor começar por falar da decisão de me usar como personagem: tendo em conta que, numa crónica, se espera que o autor esteja mais declaradamente presente, este seria o sítio em que experimentaria não fugir de mim. Bem sei que era arriscado: vivi histórias extraordinárias, vi-me envolvida em situações terríveis, também eu se quisesse enlouquecia. Talvez não fosse prudente aventurar-me por mim adentro. Daí a autobiografia ser não autorizada. Escreveria a minha biografia à minha revelia. O ilícito desmascarado no não autorizada dizia-me exclusivamente respeito. Nunca pensei que pudesse ser de outro modo. Evidentemente que ao falar de mim falaria também daqueles que estão ou estiveram comigo, dos que passam ou passaram por mim. Não estou sozinha, nunca estive sozinha, não sei estar sozinha. Não quero estar sozinha. Os outros estariam a salvo nas minhas crónicas, eu seria a única a correr perigo: estilhaçar-me na minha memória. Não sei escrever sobre o que não amo. Escrever é descobrir, é conhecer. E conhecer, se não é amar, é pelo menos dispor-me a amar. Dispor-me a amar coisas ignóbeis, às vezes. O que também é assustador. Aqueles que não amo nunca terão lugar no que escrevo. O que escrevo é iluminado pelos que amo, são eles que escrevem o que escrevo. Ou, dito de outra maneira, eu sou os que amo, são eles que me escrevem."
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O grande livro da BBC sobre a "Solução Final". A história da macabra instituição nazi, escrita após o autor ter entrevistado vários guardas prisionais e sobretudo sobreviventes. Relato do horror e da morte de 1.1 milhões de pessoas em Auschwitz. O livro é um excelente estudo sobre Auschwitz, tendo sido publicado no Reino Unido pela BBC. Durante o ano de 2005 comemora-se o 50º aniversário do fecho do campo de concentração. Laurence Rees, levou 5 anos a trabalhar e a investigar o nazismo, utilizando toda a documentação recolhida nos últimos anos. O autor incluiu centenas de entrevistas a sobreviventes e aos seus carrascos nazis que, pela primeira vez, falam das suas experiências. Simplesmente aterrador. Este livro inclui fotografias impressionantes, sendo algumas a cores.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O grande livro da BBC sobre a "Solução Final". A história da macabra instituição nazi, escrita após o autor ter entrevistado vários guardas prisionais e sobretudo sobreviventes. Relato do horror e da morte de 1.1 milhões de pessoas em Auschwitz. O livro é um excelente estudo sobre Auschwitz, tendo sido publicado no Reino Unido pela BBC. Durante o ano de 2005 comemora-se o 50º aniversário do fecho do campo de concentração. Laurence Rees, levou 5 anos a trabalhar e a investigar o nazismo, utilizando toda a documentação recolhida nos últimos anos. O autor incluiu centenas de entrevistas a sobreviventes e aos seus carrascos nazis que, pela primeira vez, falam das suas experiências. Simplesmente aterrador. Este livro inclui fotografias impressionantes, sendo algumas a cores.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma fascinante galeria cronológica das 50 mais heróicas ou famigeradas figuras da História, de Calígula a Gandhi e de Átila, o Huno, a Madre Teresa de Calcutá.Os bons, os maus e os verdadeiramente perversos de todos os continentes e épocas, da Antiguidade aos nossos dias.Os indivíduos e os seus actos são apresentados no respectivo contexto histórico em mapas rigorosos e dinâmicos.Ilustrações e retratos históricos, juntamente com fotografias a cores, dão vida aos feitos de cada figura.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma fascinante galeria cronológica das 50 mais heróicas ou famigeradas figuras da História, de Calígula a Gandhi e de Átila, o Huno, a Madre Teresa de Calcutá.Os bons, os maus e os verdadeiramente perversos de todos os continentes e épocas, da Antiguidade aos nossos dias.Os indivíduos e os seus actos são apresentados no respectivo contexto histórico em mapas rigorosos e dinâmicos.Ilustrações e retratos históricos, juntamente com fotografias a cores, dão vida aos feitos de cada figura.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Traçando a história de um dos berços da nossa civilização, este atlas, com mais de 100 mapas e documentos, sublinha as realidades plurais do Médio Oriente: um ponto de encontro cosmopolita com um destino singular. Da Suméria ao Daesh, qual é a história daquilo a que chamamos Médio Oriente? - Na Antiguidade, o Médio Oriente é palco de inúmeras revoluções culturais: nascimento da agricultura, da cidade, da escrita... - É uma terra de impérios e de conquistadores: Egipto faraónico, Pérsia, arabização e islamização, Cruzadas na Idade Média. - O Império Otomano e depois as potências ocidentais marcam por muito tempo a região até às independências. - A segunda metade do século XX e o princípio do século XXI são a altura das recomposições territoriais e das revoluções.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Traçando a história de um dos berços da nossa civilização, este atlas, com mais de 100 mapas e documentos, sublinha as realidades plurais do Médio Oriente: um ponto de encontro cosmopolita com um destino singular. Da Suméria ao Daesh, qual é a história daquilo a que chamamos Médio Oriente? - Na Antiguidade, o Médio Oriente é palco de inúmeras revoluções culturais: nascimento da agricultura, da cidade, da escrita... - É uma terra de impérios e de conquistadores: Egipto faraónico, Pérsia, arabização e islamização, Cruzadas na Idade Média. - O Império Otomano e depois as potências ocidentais marcam por muito tempo a região até às independências. - A segunda metade do século XX e o princípio do século XXI são a altura das recomposições territoriais e das revoluções.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A África é um continente imenso e as sociedades que o habitam conheceram múltiplas trajectórias históricas ao longo dos milénios, sem deixar de interagir entre si e com os mundos externos. Cinco grandes períodos marcam esta história: - A África antiga (desde a Pré-história até o século XV), ao mesmo tempo berço e caldeirão da diversidade linguística, técnica e política; - A África na era moderna (do século XV ao XVIII), os seus grandes reinos e o início da presença europeia; - A África soberana (século XIX), após a abolição do tráfico atlântico de escravos e as reconversões económicas africanas; - A África sob o domínio colonial, entre a "partilha" do continente, resistências anticoloniais e descolonizações; - A África das independências, que enfrenta numerosos desafios políticos, económicos e sociais. Este atlas reúne mais de 100 mapas e os conhecimentos constantemente renovados da história da África, mostrando o quanto este continente, longe de se fechar sobre si próprio, tem sido dinâmico e unido à história global.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A África é um continente imenso e as sociedades que o habitam conheceram múltiplas trajectórias históricas ao longo dos milénios, sem deixar de interagir entre si e com os mundos externos. Cinco grandes períodos marcam esta história: - A África antiga (desde a Pré-história até o século XV), ao mesmo tempo berço e caldeirão da diversidade linguística, técnica e política; - A África na era moderna (do século XV ao XVIII), os seus grandes reinos e o início da presença europeia; - A África soberana (século XIX), após a abolição do tráfico atlântico de escravos e as reconversões económicas africanas; - A África sob o domínio colonial, entre a "partilha" do continente, resistências anticoloniais e descolonizações; - A África das independências, que enfrenta numerosos desafios políticos, económicos e sociais. Este atlas reúne mais de 100 mapas e os conhecimentos constantemente renovados da história da África, mostrando o quanto este continente, longe de se fechar sobre si próprio, tem sido dinâmico e unido à história global.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 176
Sinopse:
A Guerra Fria, com a ameaça da guerra atómica, apavorou profundamente as gerações que a viveram, desde o fim da Segunda Guerra Mundial até 1990. A iminência de uma guerra nuclear podia destruir o planeta. Este livro, com mais de 120 mapas e infografias, faz o retrato vivo desse conflito que dividiu a Europa e o mundo em dois blocos, numa tensão de cortar à faca, à beira de degenerar numa guerra mundial:
- A rivalidade entre os Estados Unidos e a URSS - a democracia liberal contra o comunismo;
- As grandes etapas - a constituição dos blocos, os confrontos periféricos, as crises e as contestações, o degelo e a Détente;
- Um conflito global - ideológico, político, estratégico, económico, cultural - que se imiscuiu na vida quotidiana dos indivíduos;
- O fim da Guerra Fria, na sequência do desmoronamento do bloco de Leste, deixando os Estados Unidos sem um rival explícito.
A cartografia, com várias escalas, revela as diferentes dimensões da Guerra Fria, que se estendeu a todos os continentes, da Coreia a Cuba, do Afeganistão a Angola.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
A Guerra Fria, com a ameaça da guerra atómica, apavorou profundamente as gerações que a viveram, desde o fim da Segunda Guerra Mundial até 1990. A iminência de uma guerra nuclear podia destruir o planeta. Este livro, com mais de 120 mapas e infografias, faz o retrato vivo desse conflito que dividiu a Europa e o mundo em dois blocos, numa tensão de cortar à faca, à beira de degenerar numa guerra mundial:
- A rivalidade entre os Estados Unidos e a URSS - a democracia liberal contra o comunismo;
- As grandes etapas - a constituição dos blocos, os confrontos periféricos, as crises e as contestações, o degelo e a Détente;
- Um conflito global - ideológico, político, estratégico, económico, cultural - que se imiscuiu na vida quotidiana dos indivíduos;
- O fim da Guerra Fria, na sequência do desmoronamento do bloco de Leste, deixando os Estados Unidos sem um rival explícito.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O livro do campeão, nos 125 anos do Futebol Clube do Porto Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões - farol da mística portista desde 1986 - com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas - as "Páginas do Presidente" - que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O livro do campeão, nos 125 anos do Futebol Clube do Porto Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões - farol da mística portista desde 1986 - com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas - as "Páginas do Presidente" - que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 724
Sinopse:
Quando no início de 1945 se avizinhava uma derrota desastrosa, ouvia-se dizer aos alemães que preferiam "um fim com horror a um horror sem fim". Um fim com horror com formas e dimensões sem precedentes na história foi sem dúvida o que tiveram. O fim provocou destruição e perdas de vidas humanas a uma escala imensa. Muito poderia ter sido evitado se a Alemanha estivesse disposta a aceitar as condições dos Aliados. A autodestruição decorrente de continuar a combater até à última, até à devastação quase total e à completa ocupação inimiga, é extremamente rara. No entanto, foi o que os alemães fizeram em 1945. Porquê?
Nº Páginas: 724
Sinopse:
Quando no início de 1945 se avizinhava uma derrota desastrosa, ouvia-se dizer aos alemães que preferiam "um fim com horror a um horror sem fim". Um fim com horror com formas e dimensões sem precedentes na história foi sem dúvida o que tiveram. O fim provocou destruição e perdas de vidas humanas a uma escala imensa. Muito poderia ter sido evitado se a Alemanha estivesse disposta a aceitar as condições dos Aliados. A autodestruição decorrente de continuar a combater até à última, até à devastação quase total e à completa ocupação inimiga, é extremamente rara. No entanto, foi o que os alemães fizeram em 1945. Porquê?
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Fernando Venâncio conta-nos a história da língua portuguesa com paixão, elegância e um fino humor. Com rigor e precisão de paleontólogo, Fernando Venâncio começa no primeiro gemido da nossa língua, que remonta há séculos, tão distantes que Portugal ainda nem existia, passando pelos primeiros escritos, até à fala contemporânea que ainda hoje conserva registos, em estado fóssil, dessa movimentação primordial. Máquina do tempo que nos permite recuar à época em que o idioma se formou, Assim Nasceu Uma Língua faz-nos peregrinos numa caminhada que toca a língua galega ou o português brasileiro, evidenciando as profundas derivas que deram forma ao nosso idioma, a que Fernando Venâncio chama "um idioma em circuito aberto".
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Fernando Venâncio conta-nos a história da língua portuguesa com paixão, elegância e um fino humor. Com rigor e precisão de paleontólogo, Fernando Venâncio começa no primeiro gemido da nossa língua, que remonta há séculos, tão distantes que Portugal ainda nem existia, passando pelos primeiros escritos, até à fala contemporânea que ainda hoje conserva registos, em estado fóssil, dessa movimentação primordial. Máquina do tempo que nos permite recuar à época em que o idioma se formou, Assim Nasceu Uma Língua faz-nos peregrinos numa caminhada que toca a língua galega ou o português brasileiro, evidenciando as profundas derivas que deram forma ao nosso idioma, a que Fernando Venâncio chama "um idioma em circuito aberto".
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário de uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Aborda a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Guerra, como no tempo em que foram escritos
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário de uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Aborda a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Guerra, como no tempo em que foram escritos
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Do Império Acádio aos EUA, este livro percorre a história do mundo por meio dos seus dez maiores impérios. Através deles examina o desejo de poder da humanidade, sob as suas formas mais infames ou mal compreendidas, e traça a evolução do impulso imperial, desde a agressão militar primária dos impérios antigos até à subtil mas eficaz influência cultural das atuais superpotências. Acima de tudo, demonstra-nos que em todo o mundo a ambição de grandeza imperial - dos imperadores romanos a Hitler - se baseia em sonhos de utopia e imortalidade, mas também que todos os impérios contêm a semente da autodestruição desde o primeiro instante.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Do Império Acádio aos EUA, este livro percorre a história do mundo por meio dos seus dez maiores impérios. Através deles examina o desejo de poder da humanidade, sob as suas formas mais infames ou mal compreendidas, e traça a evolução do impulso imperial, desde a agressão militar primária dos impérios antigos até à subtil mas eficaz influência cultural das atuais superpotências. Acima de tudo, demonstra-nos que em todo o mundo a ambição de grandeza imperial - dos imperadores romanos a Hitler - se baseia em sonhos de utopia e imortalidade, mas também que todos os impérios contêm a semente da autodestruição desde o primeiro instante.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos temos presente que Portugal tem uma História de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos Portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande História colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas. Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por Portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos temos presente que Portugal tem uma História de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos Portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande História colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas. Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por Portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso a uma espécie de maior vilão do século. Fez vítimas como os 30 mil accionistas, milhões de clientes e investidores em Portugal e em vários pontos do globo, milhares de empresas viram os seus investimentos suspensos. A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o presidente da república. Mas na origem do Furacão BES estão guerras de famílias, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto que se esboroa.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso a uma espécie de maior vilão do século. Fez vítimas como os 30 mil accionistas, milhões de clientes e investidores em Portugal e em vários pontos do globo, milhares de empresas viram os seus investimentos suspensos. A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o presidente da república. Mas na origem do Furacão BES estão guerras de famílias, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto que se esboroa.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Uma das mais importantes histórias até agora não contadas da Segunda Guerra Mundial. "As Resistentes", traz para a luz do dia os feitos extraordinários e corajosos de um grupo de mulheres judias que se tornaram combatentes da Resistência. Testemunhas do brutal assassínio das suas famílias e da violenta destruição das suas comunidades, um grupo de mulheres judias na Polónia, algumas ainda adolescentes tornaram-se o coração de uma vasta rede de resistência que lutou contra os nazis. Com coragem, astúcia e nervos de aço, estas raparigas do gueto esconderam revólveres dentro de pães, mensagens codificadas nos seus cabelos, ajudaram a construir sistemas de bunkers subterrâneos e esconderam milhares de judeus em refúgios seguros. Namoriscaram soldados alemães, subornaram-nos com vinho e uísque, usaram a sua aparência para os seduzir e matar. Dinamitaram vias-férreas e sabotaram as linhas de abastecimento alemãs. Judy Batalion, neta de sobreviventes polacos do Holocausto, leva-nos até 1939 para nos apresentar Renia Kukielka, que arrisca a sua vida a viajar, a pé ou de comboio, pela Polónia ocupada. Batalion segue a vida de Renia e todas estas outras incríveis mulheres que foram contrabandistas, mulheres correio, lutadoras, espiãs, sabotadoras... Poderoso e inspirador, As Resistentes é um relato verdadeiro e inesquecível acerca da luta pela liberdade, da coragem excecional, da amizade entre mulheres e da sobrevivência perante a adversidade.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Uma das mais importantes histórias até agora não contadas da Segunda Guerra Mundial. "As Resistentes", traz para a luz do dia os feitos extraordinários e corajosos de um grupo de mulheres judias que se tornaram combatentes da Resistência. Testemunhas do brutal assassínio das suas famílias e da violenta destruição das suas comunidades, um grupo de mulheres judias na Polónia, algumas ainda adolescentes tornaram-se o coração de uma vasta rede de resistência que lutou contra os nazis. Com coragem, astúcia e nervos de aço, estas raparigas do gueto esconderam revólveres dentro de pães, mensagens codificadas nos seus cabelos, ajudaram a construir sistemas de bunkers subterrâneos e esconderam milhares de judeus em refúgios seguros. Namoriscaram soldados alemães, subornaram-nos com vinho e uísque, usaram a sua aparência para os seduzir e matar. Dinamitaram vias-férreas e sabotaram as linhas de abastecimento alemãs. Judy Batalion, neta de sobreviventes polacos do Holocausto, leva-nos até 1939 para nos apresentar Renia Kukielka, que arrisca a sua vida a viajar, a pé ou de comboio, pela Polónia ocupada. Batalion segue a vida de Renia e todas estas outras incríveis mulheres que foram contrabandistas, mulheres correio, lutadoras, espiãs, sabotadoras... Poderoso e inspirador, As Resistentes é um relato verdadeiro e inesquecível acerca da luta pela liberdade, da coragem excecional, da amizade entre mulheres e da sobrevivência perante a adversidade.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mesmo face a incêndios descontrolados, fenómenos meteorológicos cataclísmicos e desertificação, as árvores estão à altura de qualquer capacidade de destruição humana. Nós é que podemos não estar lá para o ver… No mesmo registo de curiosidade científica de A Vida Secreta das Árvores, e com um tom igualmente crítico, Peter Wohlleben aborda as questões relacionadas com a sustentabilidade da vida na terra - do ponto de vista dos sábios seres que a sustentam. Com novas lições sobre as fascinantes capacidades das árvores, leva-nos a ponderar os reais riscos e consequências da exploração sem limites dos recursos naturais do planeta. Uma leitura fascinante - e que é 100% do nosso interesse… A Floresta Pode Salvar-nos… Se a Deixarmos!
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mesmo face a incêndios descontrolados, fenómenos meteorológicos cataclísmicos e desertificação, as árvores estão à altura de qualquer capacidade de destruição humana. Nós é que podemos não estar lá para o ver… No mesmo registo de curiosidade científica de A Vida Secreta das Árvores, e com um tom igualmente crítico, Peter Wohlleben aborda as questões relacionadas com a sustentabilidade da vida na terra - do ponto de vista dos sábios seres que a sustentam. Com novas lições sobre as fascinantes capacidades das árvores, leva-nos a ponderar os reais riscos e consequências da exploração sem limites dos recursos naturais do planeta. Uma leitura fascinante - e que é 100% do nosso interesse… A Floresta Pode Salvar-nos… Se a Deixarmos!
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"As Lágrimas de D. João VI" é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI. A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida. Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI - que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono -, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"As Lágrimas de D. João VI" é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI. A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida. Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI - que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono -, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O livro "As Grandes Profecias da História" apresenta os principais e mais famosos vaticínios da História da humanidade: profecias religiosas, bíblicas, profanas, de iluminados anónimos ou de ilustres personagens. Numa abordagem rigorosa mas acessível a alguns dos maiores mitos de sempre, este livro ajuda a compreender e a desmistificar muitas das questões que inquietam a humanidade. Profecias Milenárias (as profecias budistas…), Profecias Bíblicas (o dia do Juízo Final…), Grandes Visionários e Adivinhos (de Leonardo Da Vinci a Newton), Profecias Modernas (o juramento de sangue de Hitler, entre outras). "Esta obra apresenta os vaticínios mais conhecidos da História da Humanidade, da Grécia ao Egito antigos à civilização maia e cristã."
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O livro "As Grandes Profecias da História" apresenta os principais e mais famosos vaticínios da História da humanidade: profecias religiosas, bíblicas, profanas, de iluminados anónimos ou de ilustres personagens. Numa abordagem rigorosa mas acessível a alguns dos maiores mitos de sempre, este livro ajuda a compreender e a desmistificar muitas das questões que inquietam a humanidade. Profecias Milenárias (as profecias budistas…), Profecias Bíblicas (o dia do Juízo Final…), Grandes Visionários e Adivinhos (de Leonardo Da Vinci a Newton), Profecias Modernas (o juramento de sangue de Hitler, entre outras). "Esta obra apresenta os vaticínios mais conhecidos da História da Humanidade, da Grécia ao Egito antigos à civilização maia e cristã."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro com textos e ilustrações de 26 mulheres e homens que não têm medo da palavra feminismo. Merda. Porra. Feminismo. Apenas duas destas palavras são feias. Pista: nenhuma começa pela letra F. No entanto, em pleno século XXI, "Feminismo" continua a soar a asneira, a coisa feia, a capricho, a ódio e a preconceito. Uma palavra que soa a "machismo", mas ao contrário, e que, porém, nada tem que ver com isso. Feminismo é liberdade. Feminismo é um direito humano. 26 pessoas - mulheres e homens - que não têm medo de se assumir feministas (nem de dizer asneiras) escreveram e desenharam sobre o tema, alguns com histórias pessoais, outros com pequenas reflexões, outros com poemas e canções e odes. Este livro tem de tudo - como na farmácia, dirá o leitor mais entendido em chavões populares. Com este livro, queremos, de uma vez por todas, igualdade de direitos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro com textos e ilustrações de 26 mulheres e homens que não têm medo da palavra feminismo. Merda. Porra. Feminismo. Apenas duas destas palavras são feias. Pista: nenhuma começa pela letra F. No entanto, em pleno século XXI, "Feminismo" continua a soar a asneira, a coisa feia, a capricho, a ódio e a preconceito. Uma palavra que soa a "machismo", mas ao contrário, e que, porém, nada tem que ver com isso. Feminismo é liberdade. Feminismo é um direito humano. 26 pessoas - mulheres e homens - que não têm medo de se assumir feministas (nem de dizer asneiras) escreveram e desenharam sobre o tema, alguns com histórias pessoais, outros com pequenas reflexões, outros com poemas e canções e odes. Este livro tem de tudo - como na farmácia, dirá o leitor mais entendido em chavões populares. Com este livro, queremos, de uma vez por todas, igualdade de direitos.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
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