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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Depois do livro que deslumbrou milhares de leitores, o génio de Juan José Millás e a sabedoria de Juan Luis Arsuaga voltam a juntar-se para continuar a maior viagem de todas: a da existência. Na natureza, não há velhice nem decrepitude, só há plenitude ou morte, dizem-nos, agora, os autores do bestseller internacional A Vida Contada por um Sapiens a um Neandertal. Eis-nos, mais uma vez, felizes, a assistir a uma maravilhosa conversa entre o paleontólogo e o escritor, em que a literatura dança com a ciência e nos seduz. Millás sente-se estrangeiro na velhice e Arsuaga vai-lhe desvendando aspetos essenciais da nossa existência, não sem se debater sobre os efeitos que o seu grau de discurso pragmático terá no poético e ainda sempre jovem escritor. Morte, eternidade, longevidade, doença, envelhecimento e muitos outros temas são abordados e discutidos com humor e sabedoria, numa conversa onde a vida pulsa e o retrato da nossa evolução como espécie e indivíduos é feito como não tinha sido até… este sapiens e este neandertal se reunirem para um grande festim de inteligência.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Depois do livro que deslumbrou milhares de leitores, o génio de Juan José Millás e a sabedoria de Juan Luis Arsuaga voltam a juntar-se para continuar a maior viagem de todas: a da existência. Na natureza, não há velhice nem decrepitude, só há plenitude ou morte, dizem-nos, agora, os autores do bestseller internacional A Vida Contada por um Sapiens a um Neandertal. Eis-nos, mais uma vez, felizes, a assistir a uma maravilhosa conversa entre o paleontólogo e o escritor, em que a literatura dança com a ciência e nos seduz. Millás sente-se estrangeiro na velhice e Arsuaga vai-lhe desvendando aspetos essenciais da nossa existência, não sem se debater sobre os efeitos que o seu grau de discurso pragmático terá no poético e ainda sempre jovem escritor. Morte, eternidade, longevidade, doença, envelhecimento e muitos outros temas são abordados e discutidos com humor e sabedoria, numa conversa onde a vida pulsa e o retrato da nossa evolução como espécie e indivíduos é feito como não tinha sido até… este sapiens e este neandertal se reunirem para um grande festim de inteligência.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No dia 24 de fevereiro de 2022, a Rússia chocou o mundo ao invadir a Ucrânia. Enquanto tentava saber como estavam a família e os amigos - então apanhados de surpresa na linha da frente do maior conflito em solo europeu desde a Segunda Guerra Mundial -, o aclamado historiador ucraniano-americano Serhii Plokhy estava, como seria inevitável, a tentar perceber as causas profundas da invasão, analisando os desenvolvimentos e perspetivando as consequências de grande escala. Este é o livro que desenha a trajetória imparcial do conflito que despontou em 2014 e que, com a tentativa da tomada de Kyiv pelos russos, fez desabar a ordem geopolítica cimentada desde o fim da Guerra Fria. com perspicácia e uma atenção ao pormenor fora do vulgar, própria de quem conhece tanto os meandros do alto poder como as trincheiras, Plokhy expõe as origens e a evolução do conflito, do colapso do império russo à ascensão e queda da URSS, desaguando na análise dos mais recentes movimentos democráticos na Ucrânia. Tendo por base décadas de investigação e o seu olhar singular sobre a região, o autor defende que a resistência ucraniana, assim como a demonstração de força e união do mundo ocidental, desafiaram verdadeiramente o poderio de Putin e os seus planos, mudando, em definitivo, o cenário político e económico do mundo.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No dia 24 de fevereiro de 2022, a Rússia chocou o mundo ao invadir a Ucrânia. Enquanto tentava saber como estavam a família e os amigos - então apanhados de surpresa na linha da frente do maior conflito em solo europeu desde a Segunda Guerra Mundial -, o aclamado historiador ucraniano-americano Serhii Plokhy estava, como seria inevitável, a tentar perceber as causas profundas da invasão, analisando os desenvolvimentos e perspetivando as consequências de grande escala. Este é o livro que desenha a trajetória imparcial do conflito que despontou em 2014 e que, com a tentativa da tomada de Kyiv pelos russos, fez desabar a ordem geopolítica cimentada desde o fim da Guerra Fria. com perspicácia e uma atenção ao pormenor fora do vulgar, própria de quem conhece tanto os meandros do alto poder como as trincheiras, Plokhy expõe as origens e a evolução do conflito, do colapso do império russo à ascensão e queda da URSS, desaguando na análise dos mais recentes movimentos democráticos na Ucrânia. Tendo por base décadas de investigação e o seu olhar singular sobre a região, o autor defende que a resistência ucraniana, assim como a demonstração de força e união do mundo ocidental, desafiaram verdadeiramente o poderio de Putin e os seus planos, mudando, em definitivo, o cenário político e económico do mundo.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa época em que a incerteza sobre o mundo atravessa todas as dimensões da nossa vida, olhar para os quatro milénios de democracia, bem como para o seu verdadeiro valor, pode ser a chave para perspetivar o futuro. Dos primórdios da democracia - que viu a luz do dia na Mesopotâmia, antes de Atenas - até ao papel que teve no fervor revolucionário em França e na América, esta palavra de dez letras mudou por completo a nossa história. A verdade é que o conceito de democracia desfez o jogo do poder privilegiado porque, com ela, somos impelidos a acreditar em algo radical: juntos, podemos ser iguais e decidir o que queremos fazer da nossa vida, do nosso futuro. Esta é a história - turbulenta, luminosa, controversa e incontornável - do nascimento, crescimento e disseminação da democracia, escrita por um dos mais importantes pensadores políticos mundiais, John Keane. São mais de quatro mil anos que desembocam num panorama da atualidade, agora que a multiplicidade de regimes democráticos - fertilizada pela América liberal, mas não só - atinge o seu auge, com variantes regionais em todos os pontos do globo. A democracia tem futuro? Ou irão os demagogos e os déspotas ganhar? Estamos prestes a descobrir. A história completa da democracia, dos seus grandes defensores aos seus não menos importantes detratores, das assembleias da antiga Mesopotâmia até aos perigos que assolam a sua vida no século XXI num livro imprescindível.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa época em que a incerteza sobre o mundo atravessa todas as dimensões da nossa vida, olhar para os quatro milénios de democracia, bem como para o seu verdadeiro valor, pode ser a chave para perspetivar o futuro. Dos primórdios da democracia - que viu a luz do dia na Mesopotâmia, antes de Atenas - até ao papel que teve no fervor revolucionário em França e na América, esta palavra de dez letras mudou por completo a nossa história. A verdade é que o conceito de democracia desfez o jogo do poder privilegiado porque, com ela, somos impelidos a acreditar em algo radical: juntos, podemos ser iguais e decidir o que queremos fazer da nossa vida, do nosso futuro. Esta é a história - turbulenta, luminosa, controversa e incontornável - do nascimento, crescimento e disseminação da democracia, escrita por um dos mais importantes pensadores políticos mundiais, John Keane. São mais de quatro mil anos que desembocam num panorama da atualidade, agora que a multiplicidade de regimes democráticos - fertilizada pela América liberal, mas não só - atinge o seu auge, com variantes regionais em todos os pontos do globo. A democracia tem futuro? Ou irão os demagogos e os déspotas ganhar? Estamos prestes a descobrir. A história completa da democracia, dos seus grandes defensores aos seus não menos importantes detratores, das assembleias da antiga Mesopotâmia até aos perigos que assolam a sua vida no século XXI num livro imprescindível.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Quando a poderosa Roma foi tomada pelos Bárbaros em 410, ficando reduzida a ruínas, acabava uma era - e começavam mais de mil anos que nos transformariam profundamente. Numa narrativa fascinante, onde os grandes nomes inundam as páginas - de Santo Agostinho a Átila, o Huno, passando pelo profeta Maomé e Leonor de Aquitânia - Dan Jones toma conta de um milénio da nossa história e oferece-nos uma perspetiva fresca, poderosa e surpreendente da Idade Média. Século após século, vemos o nascimento da Europa, as grandes capitais da Antiguidade, as cidades mais influentes do Ocidente Islâmico e as primeiras viagens europeias à América. O mundo medieval foi - lembremo-nos - forjado pelas grandes forças que ainda são combustível da atualidade: alterações climáticas, pandemias, migração em grande escala, revoluções tecnológicas. Aquele tempo foi o que viu nascer as grandes nacionalidades europeias
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Quando a poderosa Roma foi tomada pelos Bárbaros em 410, ficando reduzida a ruínas, acabava uma era - e começavam mais de mil anos que nos transformariam profundamente. Numa narrativa fascinante, onde os grandes nomes inundam as páginas - de Santo Agostinho a Átila, o Huno, passando pelo profeta Maomé e Leonor de Aquitânia - Dan Jones toma conta de um milénio da nossa história e oferece-nos uma perspetiva fresca, poderosa e surpreendente da Idade Média. Século após século, vemos o nascimento da Europa, as grandes capitais da Antiguidade, as cidades mais influentes do Ocidente Islâmico e as primeiras viagens europeias à América. O mundo medieval foi - lembremo-nos - forjado pelas grandes forças que ainda são combustível da atualidade: alterações climáticas, pandemias, migração em grande escala, revoluções tecnológicas. Aquele tempo foi o que viu nascer as grandes nacionalidades europeias
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e da queda de um império - e do que emergiu das suas cinzas -, escrita por uma das maiores autoridades mundiais no que à Rússia Soviética diz respeito. A Rússia Soviética nasceu acidentalmente e desfez-se de forma inesperada. Mais de cem anos depois da Revolução, a tumultuosa história da União Soviética continua a fascinar e a influenciar o pensamento político em todo o mundo. Este livro é uma introdução tão completa quanto democrática e tão imparcial quanto vigorosa a uma das histórias mais cativantes dos últimos dois séculos do mundo. da Revolução e de Lenine às Grandes Purgas de Estaline, da Segunda Guerra Mundial à perestroika de Gorbachov, eis, nestas páginas, um relato vívido dos setenta e cinco anos de domínio comunista e do colapso desse império. Pela mão da aclamada historiadora Sheila Fitzpatrick, o leitor perspetiva o século XX e a era atual, integrando os vários quadrantes de análise sobre a era soviética, hoje uma espécie de fénix renascida no imaginário de Putin.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e da queda de um império - e do que emergiu das suas cinzas -, escrita por uma das maiores autoridades mundiais no que à Rússia Soviética diz respeito. A Rússia Soviética nasceu acidentalmente e desfez-se de forma inesperada. Mais de cem anos depois da Revolução, a tumultuosa história da União Soviética continua a fascinar e a influenciar o pensamento político em todo o mundo. Este livro é uma introdução tão completa quanto democrática e tão imparcial quanto vigorosa a uma das histórias mais cativantes dos últimos dois séculos do mundo. da Revolução e de Lenine às Grandes Purgas de Estaline, da Segunda Guerra Mundial à perestroika de Gorbachov, eis, nestas páginas, um relato vívido dos setenta e cinco anos de domínio comunista e do colapso desse império. Pela mão da aclamada historiadora Sheila Fitzpatrick, o leitor perspetiva o século XX e a era atual, integrando os vários quadrantes de análise sobre a era soviética, hoje uma espécie de fénix renascida no imaginário de Putin.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas referidas neste livro propuseram-se mudar o mundo com a sua nova descoberta ou invenção. Na melhor das hipóteses, falharam monumentalmente; na pior, mudaram o mundo de uma forma que ninguém lhes agradecerá. As Piores Invenções da História é um olhar divertido sobre os fracassos de inventores célebres e pioneiros menos conhecidos (por um bom motivo). O livro inclui o sobretudo paraquedas (o seu inventor saltou da Torre Eiffel para demonstrá-lo e mergulhou para a morte), a locomotiva de Trevithick (demasiado pesada para os carris e partiu-os) e cãos antitanques soviéticos (com minas amarradas no dorso, voltaram-se contra os seus proprietários e fizeram explodir uma divisão inteira do Exército Vermelho). Um compêndio de disparates, As Piores Invenções da História fornece um aviso claro: é muito fácil entrar para a História como um idiota!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas referidas neste livro propuseram-se mudar o mundo com a sua nova descoberta ou invenção. Na melhor das hipóteses, falharam monumentalmente; na pior, mudaram o mundo de uma forma que ninguém lhes agradecerá. As Piores Invenções da História é um olhar divertido sobre os fracassos de inventores célebres e pioneiros menos conhecidos (por um bom motivo). O livro inclui o sobretudo paraquedas (o seu inventor saltou da Torre Eiffel para demonstrá-lo e mergulhou para a morte), a locomotiva de Trevithick (demasiado pesada para os carris e partiu-os) e cãos antitanques soviéticos (com minas amarradas no dorso, voltaram-se contra os seus proprietários e fizeram explodir uma divisão inteira do Exército Vermelho). Um compêndio de disparates, As Piores Invenções da História fornece um aviso claro: é muito fácil entrar para a História como um idiota!
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quem é Maui, o deus impostor? O que é o Hidromel da Poesia e que presente concedeu àqueles que o beberam? Que diz a mitologia egípcia sobre o Submundo? Este livro analisa estas e outras questões à medida que explora mais de 80 mitos do mundo inteiro. Escrito numa linguagem simples e acessível, "O Livro da Mitologia" está repleto de ilustrações e histórias cativantes e lança um novo olhar sobre os mitos e o seu significado para as culturas que os criaram. De Loki e Thor a Viracocha e Cúchulainn, cada entrada explora as personagens e os seus feitos, assim como os temas e os significados por detrás das histórias.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quem é Maui, o deus impostor? O que é o Hidromel da Poesia e que presente concedeu àqueles que o beberam? Que diz a mitologia egípcia sobre o Submundo? Este livro analisa estas e outras questões à medida que explora mais de 80 mitos do mundo inteiro. Escrito numa linguagem simples e acessível, "O Livro da Mitologia" está repleto de ilustrações e histórias cativantes e lança um novo olhar sobre os mitos e o seu significado para as culturas que os criaram. De Loki e Thor a Viracocha e Cúchulainn, cada entrada explora as personagens e os seus feitos, assim como os temas e os significados por detrás das histórias.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
O historiador Roger Crowley conta-nos como Portugal construiu um grande império marítimo europeu, dando origem à primeira economia global. Numa narrativa empolgante e solidamente documentada, que equilibra a vertente humana e as dimensões geopolítica e religiosa, o aclamado autor aborda a supremacia marítima de Portugal, com a descoberta do caminho marítimo para a Índia no seu âmago, as vitórias sobre governantes muçulmanos e o domínio do comércio das especiarias, revelando-nos o alcance do império português e dando vida a personalidades como D. Manuel I, D. João II, Afonso de Albuquerque e Vasco da Gama. O relato essencial e atualizado de como uma das nações mais pequenas e pobres da Europa pôs em movimento as forças da globalização que hoje dão forma ao mundo. Uma obra que dará a conhecer ao leitor português a sua própria história na perspetiva de um investigador estrangeiro.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
O historiador Roger Crowley conta-nos como Portugal construiu um grande império marítimo europeu, dando origem à primeira economia global. Numa narrativa empolgante e solidamente documentada, que equilibra a vertente humana e as dimensões geopolítica e religiosa, o aclamado autor aborda a supremacia marítima de Portugal, com a descoberta do caminho marítimo para a Índia no seu âmago, as vitórias sobre governantes muçulmanos e o domínio do comércio das especiarias, revelando-nos o alcance do império português e dando vida a personalidades como D. Manuel I, D. João II, Afonso de Albuquerque e Vasco da Gama. O relato essencial e atualizado de como uma das nações mais pequenas e pobres da Europa pôs em movimento as forças da globalização que hoje dão forma ao mundo. Uma obra que dará a conhecer ao leitor português a sua própria história na perspetiva de um investigador estrangeiro.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 976
Sinopse:
Durante as últimas quatro décadas, milhares de portugueses leram e formaram-se com aquela que é hoje considerada uma das mais importantes Histórias de Portugal. Obra de valor incalculável, não só pelo trabalho de investigação e escrita que condensa, mas também pelo que deu e continua a dar a gerações sucessivas de leitores, História de Portugal é um livro indispensável em qualquer estante.
Nº Páginas: 976
Sinopse:
Durante as últimas quatro décadas, milhares de portugueses leram e formaram-se com aquela que é hoje considerada uma das mais importantes Histórias de Portugal. Obra de valor incalculável, não só pelo trabalho de investigação e escrita que condensa, mas também pelo que deu e continua a dar a gerações sucessivas de leitores, História de Portugal é um livro indispensável em qualquer estante.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Sete temas, treze testemunhos, muito debate. Um livro para pensar o Portugal que fomos (em 1973), o Portugal que construímos (entre 1973 e 2023), o Portugal que queremos ser amanhã. Uma visita guiada aos últimos 50 anos, uma homenagem ao 25 de Abril. Diogo Abreu, Eduardo Anselmo, Boaventura de Sousa Santos, Helena Roseta, Paulo Marques, Abílio Hernandez, Maria Vlachou, Joaquim Furtado, Clara Almeida Santos, António Leuschner, Margaria Pedroso de Lima, André Barata e Manuela Cruzeiro são os nossos guias. De gerações diferentes, com experiências distintas e olhares contrastantes. Dos desequilíbrios da demografia à urgência de um planeamento rigoroso. Da história dos progressos e fracassos da cidadania à convivência (im)possível entre capitalismo e democracia. Das angústias dos jovens de hoje no acesso ao emprego ao dilema da habitação. Da democratização do ensino superior ao papel crucial da cultura e das artes. Da reação entre jornalismo e democracia às desordens informativas e aos desafios da inteligência artificial. Do que é a doença mental aos caminhos para um envelhecimento saudável. Do que fazemos com o tempo e o lugar na hipermodernidade à utopia como ideal que conduz a nossa ação. Um livro ousado, mas necessário. Um contributo para um 25 de Abril festivo, mas também autocrítico e virado para o futuro. Naquela madrugada libertadora, os militares saíram à rua sem saber se nos outros quartéis todos cumpririam a sua parte do plano. Arriscaram as suas vidas e as suas carreiras. Fizeram-no por Portugal. Honremos a sua memória e contribuamos para um país melhor, em que o lema do Movimento das Forças Armadas (MFA) («Democratizar, Descolonizar, Desenvolver») se cumpra em toda a sua plenitude.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Sete temas, treze testemunhos, muito debate. Um livro para pensar o Portugal que fomos (em 1973), o Portugal que construímos (entre 1973 e 2023), o Portugal que queremos ser amanhã. Uma visita guiada aos últimos 50 anos, uma homenagem ao 25 de Abril. Diogo Abreu, Eduardo Anselmo, Boaventura de Sousa Santos, Helena Roseta, Paulo Marques, Abílio Hernandez, Maria Vlachou, Joaquim Furtado, Clara Almeida Santos, António Leuschner, Margaria Pedroso de Lima, André Barata e Manuela Cruzeiro são os nossos guias. De gerações diferentes, com experiências distintas e olhares contrastantes. Dos desequilíbrios da demografia à urgência de um planeamento rigoroso. Da história dos progressos e fracassos da cidadania à convivência (im)possível entre capitalismo e democracia. Das angústias dos jovens de hoje no acesso ao emprego ao dilema da habitação. Da democratização do ensino superior ao papel crucial da cultura e das artes. Da reação entre jornalismo e democracia às desordens informativas e aos desafios da inteligência artificial. Do que é a doença mental aos caminhos para um envelhecimento saudável. Do que fazemos com o tempo e o lugar na hipermodernidade à utopia como ideal que conduz a nossa ação. Um livro ousado, mas necessário. Um contributo para um 25 de Abril festivo, mas também autocrítico e virado para o futuro. Naquela madrugada libertadora, os militares saíram à rua sem saber se nos outros quartéis todos cumpririam a sua parte do plano. Arriscaram as suas vidas e as suas carreiras. Fizeram-no por Portugal. Honremos a sua memória e contribuamos para um país melhor, em que o lema do Movimento das Forças Armadas (MFA) («Democratizar, Descolonizar, Desenvolver») se cumpra em toda a sua plenitude.
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Edição: Ago 2023
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Quando a democracia está ameaçada em tantos lugares do mundo, um dos filósofos mais lidos do século XX mostra-nos os perigos que enfrentamos e os caminhos que podemos tomar para reclamarmos a liberdade. Estávamos na década de 1990 e a América vivia o triunfo do capitalismo liberal, depois do final da Guerra Fria. Porém, num cenário de paz e prosperidade, abriam-se já pequenas frestas que indiciavam os não longínquos riscos que ameaçariam o país-bandeira da liberdade. O aviso foi feito por Michael J. Sandel, então uma voz emergente no palco dos maiores pensadores mundiais, e agitou as águas. A confiança dos mercados começava a corroer a vida do cidadão comum, e o sentimento de impotência iria ter consequências: não faltaria muito para que as fronteiras fossem mais rígidas, a distinção entre «os de dentro e os de fora» se acentuasse e as políticas panfletárias de «defesa da cultura e do país», por aqueles que se julgariam donos da América, ganhassem terreno. Agora, chega pela primeira vez a Portugal aquele que é um dos livros mais perspicazes sobre a divisão da América atual. Um texto que, originalmente, foi visionário, como hoje se prova, e a que o autor regressa para tirar conclusões sobre o momento presente. Democratas e Republicanos estão empenhados numa globalização promovida por argumentos financeiros, criaram uma sociedade de vencedores e perdedores, e o cenário político tornou-se altamente tóxico. Como podemos inverter a marcha desastrosa da democracia? A solução, defende Sandel, começa e acaba aqui: reconfigurar a economia e devolver o poder aos cidadãos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Quando a democracia está ameaçada em tantos lugares do mundo, um dos filósofos mais lidos do século XX mostra-nos os perigos que enfrentamos e os caminhos que podemos tomar para reclamarmos a liberdade. Estávamos na década de 1990 e a América vivia o triunfo do capitalismo liberal, depois do final da Guerra Fria. Porém, num cenário de paz e prosperidade, abriam-se já pequenas frestas que indiciavam os não longínquos riscos que ameaçariam o país-bandeira da liberdade. O aviso foi feito por Michael J. Sandel, então uma voz emergente no palco dos maiores pensadores mundiais, e agitou as águas. A confiança dos mercados começava a corroer a vida do cidadão comum, e o sentimento de impotência iria ter consequências: não faltaria muito para que as fronteiras fossem mais rígidas, a distinção entre «os de dentro e os de fora» se acentuasse e as políticas panfletárias de «defesa da cultura e do país», por aqueles que se julgariam donos da América, ganhassem terreno. Agora, chega pela primeira vez a Portugal aquele que é um dos livros mais perspicazes sobre a divisão da América atual. Um texto que, originalmente, foi visionário, como hoje se prova, e a que o autor regressa para tirar conclusões sobre o momento presente. Democratas e Republicanos estão empenhados numa globalização promovida por argumentos financeiros, criaram uma sociedade de vencedores e perdedores, e o cenário político tornou-se altamente tóxico. Como podemos inverter a marcha desastrosa da democracia? A solução, defende Sandel, começa e acaba aqui: reconfigurar a economia e devolver o poder aos cidadãos.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em 2011, um impressionante tsunami embateu numa central nuclear de Fukushima, no Japão. nos dias que se seguiram, as explosões desfizeram edifícios por inteiro, três reatores colapsaram e toda a área circundante foi tomada por água radioativa. Hoje, olhamos para Fukushima como um dos piores desastres nucleares de sempre - mas não foi o primeiro
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em 2011, um impressionante tsunami embateu numa central nuclear de Fukushima, no Japão. nos dias que se seguiram, as explosões desfizeram edifícios por inteiro, três reatores colapsaram e toda a área circundante foi tomada por água radioativa. Hoje, olhamos para Fukushima como um dos piores desastres nucleares de sempre - mas não foi o primeiro
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Que país é este, a China? Todos temos uma ideia formada sobre o papel que desempenha na geopolítica e na economia global. Mas estará essa imagem realmente assente na realidade? Quanto do que pensamos saber estará deturpado ou condicionado pela nossa visão ocidental? Não há um único dia em que não falemos da China: nas notícias, nas redes sociais, um pouco por todo o mundo. Porém, os temas que envolvem a China são muitas vezes abordados, em público e em privado, com uma narrativa simplista, que tende a pintar tudo de preto e branco, ao mesmo tempo que diaboliza o país ou o proclama como o mais eficiente de todos. Ora, nem a China é o mal supremo nem é o paraíso na Terra. Qualquer uma dessas visões é enganadora. Neste livro, a jornalista e sinóloga Giada Messetti dá-nos um retrato real do país e dos seus traços fundamentais, desenhando um mapa - político, cultural, económico e social, em amplo sentido - da China atual. É esse mapa o ponto de partida para, derrubando clichés, nos aproximarmos do país e das pessoas e vermos uma civilização milenar, labiríntica, pelo que ela é: do fascínio da escrita à conceção de sociedade e tempo
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Que país é este, a China? Todos temos uma ideia formada sobre o papel que desempenha na geopolítica e na economia global. Mas estará essa imagem realmente assente na realidade? Quanto do que pensamos saber estará deturpado ou condicionado pela nossa visão ocidental? Não há um único dia em que não falemos da China: nas notícias, nas redes sociais, um pouco por todo o mundo. Porém, os temas que envolvem a China são muitas vezes abordados, em público e em privado, com uma narrativa simplista, que tende a pintar tudo de preto e branco, ao mesmo tempo que diaboliza o país ou o proclama como o mais eficiente de todos. Ora, nem a China é o mal supremo nem é o paraíso na Terra. Qualquer uma dessas visões é enganadora. Neste livro, a jornalista e sinóloga Giada Messetti dá-nos um retrato real do país e dos seus traços fundamentais, desenhando um mapa - político, cultural, económico e social, em amplo sentido - da China atual. É esse mapa o ponto de partida para, derrubando clichés, nos aproximarmos do país e das pessoas e vermos uma civilização milenar, labiríntica, pelo que ela é: do fascínio da escrita à conceção de sociedade e tempo
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 136
Sinopse:
O livro que levou aos quatro cantos do mundo os sete valores do caminho do guerreiro. Que virtudes fazem do Japão um dos países mais admirados em todo o mundo? Que tem de mais profundo e transversal este povo, geograficamente tão longínquo, e que em nós, ocidentais, desperta tanta curiosidade? Há um século, Inazo Nitobé não fez estas perguntas, mas quis olhar para o seu país, o Japão no seu despertar como nação moderna, e perceber onde tinha nascido a ética do seu povo. Foi assim, nessa demanda, que encontrou no bushido, o caminho do guerreiro, os valores que até hoje mais lhe reconhecemos: a retidão, a coragem, a benevolência, a cortesia, a sinceridade, a honra, a lealdade e o autodomínio. Estes princípios, que formam o código moral do guerreiro samurai, são o ponto de partida da viagem que se inicia na cultura tradicional nipónica e desemboca no ocidente, conseguindo um efeito único: um livro que nos oferece a alma do Japão clássico, que faz a ponte para a longa tradição ocidental e nos mostra, ao mesmo tempo, de que forma podemos incorporar, em todas as áreas da nossa vida, os valores e a força do guerreiro.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
O livro que levou aos quatro cantos do mundo os sete valores do caminho do guerreiro. Que virtudes fazem do Japão um dos países mais admirados em todo o mundo? Que tem de mais profundo e transversal este povo, geograficamente tão longínquo, e que em nós, ocidentais, desperta tanta curiosidade? Há um século, Inazo Nitobé não fez estas perguntas, mas quis olhar para o seu país, o Japão no seu despertar como nação moderna, e perceber onde tinha nascido a ética do seu povo. Foi assim, nessa demanda, que encontrou no bushido, o caminho do guerreiro, os valores que até hoje mais lhe reconhecemos: a retidão, a coragem, a benevolência, a cortesia, a sinceridade, a honra, a lealdade e o autodomínio. Estes princípios, que formam o código moral do guerreiro samurai, são o ponto de partida da viagem que se inicia na cultura tradicional nipónica e desemboca no ocidente, conseguindo um efeito único: um livro que nos oferece a alma do Japão clássico, que faz a ponte para a longa tradição ocidental e nos mostra, ao mesmo tempo, de que forma podemos incorporar, em todas as áreas da nossa vida, os valores e a força do guerreiro.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Muitas vezes, as soluções já existem. E estão mais perto do que imaginamos. Dinamarca: 100% de energia renovável até 2030. Islândia: No topo dos rankings de igualdade de género há uma década. Coreia do sul: Esperança de vida não tardará a chegar aos noventa anos. Como é que estes países alcançaram resultados tão notáveis? E como podemos aplicar essas soluções às nossas próprias comunidades, ao nosso país? O futuro que queremos já está aqui - só não está uniformemente distribuído. ao coligir pela primeira vez soluções com provas dadas para os problemas mais prementes da nossa sociedade, da violência à desigualdade, Andrew Wear demonstra que o mundo em que queremos viver já está ao nosso alcance. Numa época de pessimismo generalizado, Resolvido é mais do que uma dose muito necessária de otimismo. Informativo, acessível e revelador, este é um livro que celebra o poder do engenho humano para tornar o futuro mais positivo - e possível - para todos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Muitas vezes, as soluções já existem. E estão mais perto do que imaginamos. Dinamarca: 100% de energia renovável até 2030. Islândia: No topo dos rankings de igualdade de género há uma década. Coreia do sul: Esperança de vida não tardará a chegar aos noventa anos. Como é que estes países alcançaram resultados tão notáveis? E como podemos aplicar essas soluções às nossas próprias comunidades, ao nosso país? O futuro que queremos já está aqui - só não está uniformemente distribuído. ao coligir pela primeira vez soluções com provas dadas para os problemas mais prementes da nossa sociedade, da violência à desigualdade, Andrew Wear demonstra que o mundo em que queremos viver já está ao nosso alcance. Numa época de pessimismo generalizado, Resolvido é mais do que uma dose muito necessária de otimismo. Informativo, acessível e revelador, este é um livro que celebra o poder do engenho humano para tornar o futuro mais positivo - e possível - para todos.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A extraordinária história dos Europeus Africanos. Que papel, tão desconhecido, tiveram na evolução do continente europeu? É amplamente difundida - e aceite, pela generalidade das pessoas - a ideia de que a presença de africanos na Europa é recente. Em Europeus Africanos, Olivette Otele, uma das grandes historiadoras da atualidade, desfaz esse lugar-comum e oferece-nos a inédita história dos europeus de ascendência africana na Europa. Do século III até ao século XXI, a autora resgata a longa herança africana através da vida de pessoas comuns e extraordinárias, traçando uma história desconhecida. Nada é deixado ao acaso: o longo caminho de Europeus Africanos vai do imperador Sétimo Severo aos escravos africanos que viveram na Europa do Renascimento, desembocando nos atuais movimentos migratórios que hoje vemos nas cidades do velho continente. E é por investigar, explorar e recuperar em linhas bem definidas - sem com isso deixar de pôr em evidência os matizes, as razões e as contradições - uma história tão esquecida que Olivette Otele dá um enorme contributo para pensarmos algumas das questões mais importantes da atualidade: racismo, identidade, cidadania, poder. Um livro essencial para repensar o passado, trazer nova luz sobre o presente e projetar o futuro.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A extraordinária história dos Europeus Africanos. Que papel, tão desconhecido, tiveram na evolução do continente europeu? É amplamente difundida - e aceite, pela generalidade das pessoas - a ideia de que a presença de africanos na Europa é recente. Em Europeus Africanos, Olivette Otele, uma das grandes historiadoras da atualidade, desfaz esse lugar-comum e oferece-nos a inédita história dos europeus de ascendência africana na Europa. Do século III até ao século XXI, a autora resgata a longa herança africana através da vida de pessoas comuns e extraordinárias, traçando uma história desconhecida. Nada é deixado ao acaso: o longo caminho de Europeus Africanos vai do imperador Sétimo Severo aos escravos africanos que viveram na Europa do Renascimento, desembocando nos atuais movimentos migratórios que hoje vemos nas cidades do velho continente. E é por investigar, explorar e recuperar em linhas bem definidas - sem com isso deixar de pôr em evidência os matizes, as razões e as contradições - uma história tão esquecida que Olivette Otele dá um enorme contributo para pensarmos algumas das questões mais importantes da atualidade: racismo, identidade, cidadania, poder. Um livro essencial para repensar o passado, trazer nova luz sobre o presente e projetar o futuro.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Esta é a história da última batalha dos cruzados na Terra Santa, o clímax sangrento de duzentos anos de cristianismo em terras do Oriente, quando o último bastião cristão caiu nas mãos do exército muçulmano em 1291. O cerco de Acre, em 1291, foi a última batalha sangrenta das cruzadas cristãs pela Terra Santa. Após seis semanas desesperadas, a cidadela sitiada rendeu-se aos mamelucos, pondo fim à aventura de duzentos anos da Cristandade no Médio Oriente. Em A Torre Maldita, Roger Crowley oferece-nos uma narrativa vívida sobre os acontecimentos que culminariam no cerco de Acre até à batalha final. Baseando-se em fontes árabes, bem como em documentos latinos que até agora não tinham sido traduzidos, Crowley argumenta que Acre se notabilizou pelos avanços técnicos em termos de planeamento militar e de guerra de cerco, destacando-se ainda pelo heroísmo dos seus defensores. Descrição arrebatadora da era dos cruzados, contada através dos seus dramáticos últimos momentos, A Torre Maldita oferece-nos uma nova visão sobre um ponto de viragem crucial na história mundial. "
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Esta é a história da última batalha dos cruzados na Terra Santa, o clímax sangrento de duzentos anos de cristianismo em terras do Oriente, quando o último bastião cristão caiu nas mãos do exército muçulmano em 1291. O cerco de Acre, em 1291, foi a última batalha sangrenta das cruzadas cristãs pela Terra Santa. Após seis semanas desesperadas, a cidadela sitiada rendeu-se aos mamelucos, pondo fim à aventura de duzentos anos da Cristandade no Médio Oriente. Em A Torre Maldita, Roger Crowley oferece-nos uma narrativa vívida sobre os acontecimentos que culminariam no cerco de Acre até à batalha final. Baseando-se em fontes árabes, bem como em documentos latinos que até agora não tinham sido traduzidos, Crowley argumenta que Acre se notabilizou pelos avanços técnicos em termos de planeamento militar e de guerra de cerco, destacando-se ainda pelo heroísmo dos seus defensores. Descrição arrebatadora da era dos cruzados, contada através dos seus dramáticos últimos momentos, A Torre Maldita oferece-nos uma nova visão sobre um ponto de viragem crucial na história mundial. "
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Esta é a absolutamente notável nova história da Idade Média, pela mão de um dos melhores e mais lidos historiadores da atualidade. Aquela a que chamamos Idade das Trevas surge iluminada, apontando o caminho da era moderna. Quando a poderosa Roma foi tomada pelos Bárbaros em 410, ficando reduzida a ruínas, acabava uma era - e começavam mais de mil anos que nos transformariam profundamente. Numa narrativa fascinante, onde os grandes nomes inundam as páginas - de Santo Agostinho a Átila, o Huno, passando pelo profeta Maomé e Leonor de Aquitânia -, Dan Jones toma conta de um milénio da nossa história e oferece-nos uma perspetiva fresca, poderosa e surpreendente da Idade Média. Século após século, vemos o nascimento da Europa, as grandes capitais da Antiguidade, as cidades mais influentes do Ocidente Islâmico e as primeiras viagens europeias à América. O mundo medieval foi - lembremo-nos - forjado pelas grandes forças que ainda são combustível da atualidade: alterações climáticas, pandemias, migração em grande escala, revoluções tecnológicas. Aquele tempo foi o que viu nascer as grandes nacionalidades europeias
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Esta é a absolutamente notável nova história da Idade Média, pela mão de um dos melhores e mais lidos historiadores da atualidade. Aquela a que chamamos Idade das Trevas surge iluminada, apontando o caminho da era moderna. Quando a poderosa Roma foi tomada pelos Bárbaros em 410, ficando reduzida a ruínas, acabava uma era - e começavam mais de mil anos que nos transformariam profundamente. Numa narrativa fascinante, onde os grandes nomes inundam as páginas - de Santo Agostinho a Átila, o Huno, passando pelo profeta Maomé e Leonor de Aquitânia -, Dan Jones toma conta de um milénio da nossa história e oferece-nos uma perspetiva fresca, poderosa e surpreendente da Idade Média. Século após século, vemos o nascimento da Europa, as grandes capitais da Antiguidade, as cidades mais influentes do Ocidente Islâmico e as primeiras viagens europeias à América. O mundo medieval foi - lembremo-nos - forjado pelas grandes forças que ainda são combustível da atualidade: alterações climáticas, pandemias, migração em grande escala, revoluções tecnológicas. Aquele tempo foi o que viu nascer as grandes nacionalidades europeias
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A presente coletânea, a que o autor deu o feliz título de O Universo num Grão de Areia, reúne discursos e artigos de Mia Couto proferidos e publicados nos mais diversos lugares e perante as mais diversas audiências: uma conferência no Estoril, num artigo no jornal britânico The Times, discursos numa Universidade do estado norte-americano de Oklahoma e numa Universidade moçambicana de Maputo, etc. Apesar de toda esta diversidade, o livro apresenta-se-nos com uma grande unidade, assente na atitude de responsabilidade, que o autor nunca abandona, perante os problemas do mundo de hoje. Como já acontecera em E se Obama Fosse Africano, o leitor encontra aqui, apresentada de uma forma muito viva e diferente, uma reflexão sobre os grandes problemas de mundo de hoje.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A presente coletânea, a que o autor deu o feliz título de O Universo num Grão de Areia, reúne discursos e artigos de Mia Couto proferidos e publicados nos mais diversos lugares e perante as mais diversas audiências: uma conferência no Estoril, num artigo no jornal britânico The Times, discursos numa Universidade do estado norte-americano de Oklahoma e numa Universidade moçambicana de Maputo, etc. Apesar de toda esta diversidade, o livro apresenta-se-nos com uma grande unidade, assente na atitude de responsabilidade, que o autor nunca abandona, perante os problemas do mundo de hoje. Como já acontecera em E se Obama Fosse Africano, o leitor encontra aqui, apresentada de uma forma muito viva e diferente, uma reflexão sobre os grandes problemas de mundo de hoje.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A história que esta obra conta, alternativa a um 25 de Abril de 1974, integra pessoas conhecidas que têm percurso político próprio e trajectória conhecida, como Spínola, Costa Gomes, Kaúlza de Arriaga, Deslandes, Américo Thomaz, Barbieri Cardoso, Marcello Caetano, Luz Cunha, Santos e Castro, nomes que marcaram uma época e a muitos dos quais faltou, na hora própria, um poder de comando inequívoco. O livro fornece esse comando na pessoa de um jovem político e a conjuntura muda porque se tecem novas determinações nos ânimos de grupos de decisores. O golpe de Estado não triunfa, o que era perfeitamente possível, mas o exacto statu quo vigente também se altera. Procura-se problematizar, através de um ensaio hipotético e reflexivo, uma realidade não explorada, mas verosímil, sobre o que poderia ter sido o fracasso do golpe de Estado, os seus impactos político-militares e o rumo alternativo que o País poderia ter seguido, sendo todos os acontecimentos valorados sob o olhar de um jovem ministro imaginário do Antigo Regime, que é o protagonista da narrativa. Sintetizando o propósito desta história paralela: será possível afirmar que o processo democrático em Portugal só poderia ter tido lugar através da Revolução dos Cravos, da autocracia do Conselho da Revolução, da descolonização desordenada e do chamado Processo Revolucionário (PREC) que coletivizou as grandes empresas, ao invés de ter experimentado, como em Espanha e na Europa de Leste, uma transição para a democracia com custos económicos, sociais e territoriais menos pesados e traumáticos?
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A história que esta obra conta, alternativa a um 25 de Abril de 1974, integra pessoas conhecidas que têm percurso político próprio e trajectória conhecida, como Spínola, Costa Gomes, Kaúlza de Arriaga, Deslandes, Américo Thomaz, Barbieri Cardoso, Marcello Caetano, Luz Cunha, Santos e Castro, nomes que marcaram uma época e a muitos dos quais faltou, na hora própria, um poder de comando inequívoco. O livro fornece esse comando na pessoa de um jovem político e a conjuntura muda porque se tecem novas determinações nos ânimos de grupos de decisores. O golpe de Estado não triunfa, o que era perfeitamente possível, mas o exacto statu quo vigente também se altera. Procura-se problematizar, através de um ensaio hipotético e reflexivo, uma realidade não explorada, mas verosímil, sobre o que poderia ter sido o fracasso do golpe de Estado, os seus impactos político-militares e o rumo alternativo que o País poderia ter seguido, sendo todos os acontecimentos valorados sob o olhar de um jovem ministro imaginário do Antigo Regime, que é o protagonista da narrativa. Sintetizando o propósito desta história paralela: será possível afirmar que o processo democrático em Portugal só poderia ter tido lugar através da Revolução dos Cravos, da autocracia do Conselho da Revolução, da descolonização desordenada e do chamado Processo Revolucionário (PREC) que coletivizou as grandes empresas, ao invés de ter experimentado, como em Espanha e na Europa de Leste, uma transição para a democracia com custos económicos, sociais e territoriais menos pesados e traumáticos?
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Assistimos na era moderna ao aparecimento de indivíduos que controlaram um conjunto aterrador de instrumentos de controlo, persuasão e morte. Sociedades inteiras foram reconfiguradas e guerras foram combatidas, muitas vezes no desrespeito cruel pelas regras mais elementares. Na cúpula dessas sociedades estavam líderes cujas personalidades de alguma forma lhes possibilitaram fazer o que quisessem. O novo livro de Ian Kershaw é uma tentativa cativante, lúcida e provocadora de entender esses líderes, quer operassem a nível global (Lenine, Estaline, Hitler, Mussolini), quer tivessem um impacto sobretudo nacional (Tito e Franco). Que tinham estes líderes, e que tempos foram aqueles em que viveram, que lhes permitiu terem um poder irrestrito e mortífero? E o que suscitou o fim dessa era? Num grupo contrastante de personalidades (Churchill, De Gaulle, Adenauer, Gorbatchev, Thatcher e Kohl), Kershaw emprega as suas excepcionais qualidades para reflectir sobre como estas outras figuras tão diferentes chegaram a poder.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Assistimos na era moderna ao aparecimento de indivíduos que controlaram um conjunto aterrador de instrumentos de controlo, persuasão e morte. Sociedades inteiras foram reconfiguradas e guerras foram combatidas, muitas vezes no desrespeito cruel pelas regras mais elementares. Na cúpula dessas sociedades estavam líderes cujas personalidades de alguma forma lhes possibilitaram fazer o que quisessem. O novo livro de Ian Kershaw é uma tentativa cativante, lúcida e provocadora de entender esses líderes, quer operassem a nível global (Lenine, Estaline, Hitler, Mussolini), quer tivessem um impacto sobretudo nacional (Tito e Franco). Que tinham estes líderes, e que tempos foram aqueles em que viveram, que lhes permitiu terem um poder irrestrito e mortífero? E o que suscitou o fim dessa era? Num grupo contrastante de personalidades (Churchill, De Gaulle, Adenauer, Gorbatchev, Thatcher e Kohl), Kershaw emprega as suas excepcionais qualidades para reflectir sobre como estas outras figuras tão diferentes chegaram a poder.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 550
Sinopse:
A Alemanha depois da guerra. Um país em dissolução. Pessoas dispersas, desalojados, ocupantes, presos libertados, refugiados, culpados. Pilha-se, rouba-se, inventam-se novas identidades, começa-se do zero. Mas será isso realmente possível? Como se pode reconstruir uma sociedade aa partir de semelhante caos? Ter escapado à morte lança uns num estado de apatia, aos passos que noutros faz brotar uma alegria de viver sem precedentes. A vida ficou virada do avesso, mas as pessoas voltam a conviver, e o país é percecionado pelos mais jovens e destemidos como se fosse um parque recreativo, no qual todos os dias tentam a sua sorte. Harald Jähner dá-nos uma impressionante perspetiva geral dos primeiros dez anos do pós-guerra, mostrando como se reergueu a Alemanha. O recomeço - visto de um novo ângulo.
Nº Páginas: 550
Sinopse:
A Alemanha depois da guerra. Um país em dissolução. Pessoas dispersas, desalojados, ocupantes, presos libertados, refugiados, culpados. Pilha-se, rouba-se, inventam-se novas identidades, começa-se do zero. Mas será isso realmente possível? Como se pode reconstruir uma sociedade aa partir de semelhante caos? Ter escapado à morte lança uns num estado de apatia, aos passos que noutros faz brotar uma alegria de viver sem precedentes. A vida ficou virada do avesso, mas as pessoas voltam a conviver, e o país é percecionado pelos mais jovens e destemidos como se fosse um parque recreativo, no qual todos os dias tentam a sua sorte. Harald Jähner dá-nos uma impressionante perspetiva geral dos primeiros dez anos do pós-guerra, mostrando como se reergueu a Alemanha. O recomeço - visto de um novo ângulo.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com Presos por um Fio chega-nos finalmente o relato livre e documentado de uma das páginas mais negras da história do Portugal recente. É o trabalho de investigação que vem resgatar do esquecimento colectivo a trágica tentativa de impor - pela força das armas e do terror - ao povo português um projecto político que ele explicita e reiteradamente rejeitara. Estudo histórico que conta pela primeira vez toda a verdade sobre as FP-25 de Abril, Presos por um Fio é também uma chamada de atenção para como uma outra vez na história contemporânea portuguesa forças de extrema-esquerda passaram do combate político ao extermínio físico daqueles que considerava seus inimigos. Este imperdível livro de estreia de Nuno Gonçalo Poças conta ainda com o prefácio de Paulo Portas.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com Presos por um Fio chega-nos finalmente o relato livre e documentado de uma das páginas mais negras da história do Portugal recente. É o trabalho de investigação que vem resgatar do esquecimento colectivo a trágica tentativa de impor - pela força das armas e do terror - ao povo português um projecto político que ele explicita e reiteradamente rejeitara. Estudo histórico que conta pela primeira vez toda a verdade sobre as FP-25 de Abril, Presos por um Fio é também uma chamada de atenção para como uma outra vez na história contemporânea portuguesa forças de extrema-esquerda passaram do combate político ao extermínio físico daqueles que considerava seus inimigos. Este imperdível livro de estreia de Nuno Gonçalo Poças conta ainda com o prefácio de Paulo Portas.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Resultado de 20 anos de investigação sobre o Holocausto, "As Fúrias de Hitler" é um relato impressionante sobre o papel de milhares de cidadãs alemãs nos campos de extermínio nazis, que deita por terra a ideia de uma certa passividade feminina na Alemanha de Hitler. Wendy Lower demonstra-nos claramente neste livro que as mulheres do Reich foram mais do que meras assassinas de secretária, enfermeiras, zelosas mães de família, esposas subservientes ou amantes de criminosos de guerra. Aquelas que encontramos ao longo destas páginas não ficaram atrás da conhecida frieza e crueldade dos homens do regime - aderiram com igual fervor ao nacional-socialismo e participaram ativamente no genocídio por ele desencadeado
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Resultado de 20 anos de investigação sobre o Holocausto, "As Fúrias de Hitler" é um relato impressionante sobre o papel de milhares de cidadãs alemãs nos campos de extermínio nazis, que deita por terra a ideia de uma certa passividade feminina na Alemanha de Hitler. Wendy Lower demonstra-nos claramente neste livro que as mulheres do Reich foram mais do que meras assassinas de secretária, enfermeiras, zelosas mães de família, esposas subservientes ou amantes de criminosos de guerra. Aquelas que encontramos ao longo destas páginas não ficaram atrás da conhecida frieza e crueldade dos homens do regime - aderiram com igual fervor ao nacional-socialismo e participaram ativamente no genocídio por ele desencadeado
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Duarte da Silva (1596-1688), cristão-novo, colocou a sua fortuna ao serviço da Restauração de Portugal. Preso pela Inquisição durante cinco anos, foi responsável pelo dote do casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II, que o levou à prisão durante um ano por ter falhado pagamentos. Depois de tentar o regresso a Portugal, morreu como judeu em Antuérpia. Poderia ser o resumo da sua vida num tweet. Duarte da Silva era, no reinado de D. João IV, "o homem de negócio mais importante do império, ao ponto de ser conhecido como o banqueiro do Rei". Esta figura, de que não conhecemos rosto, movia-se de forma discreta pelo mundo e pelos negócios e esteve sempre presente nos momentos em que o reino, que buscava regressar à sua independência, necessitou da sua ajuda financeira, mesmo quando se encontrava preso numa das celas no Palácio dos Estaus, sede do Tribunal da Santa Inquisição, em Lisboa, em cujos baixos, as salas de tormentos, foi torturado. A sua detenção e prisão durante cinco anos tornou-se um dos episódios mais debatidos do reinado de D. João IV, tanto na época como na historiografia portuguesa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Duarte da Silva (1596-1688), cristão-novo, colocou a sua fortuna ao serviço da Restauração de Portugal. Preso pela Inquisição durante cinco anos, foi responsável pelo dote do casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II, que o levou à prisão durante um ano por ter falhado pagamentos. Depois de tentar o regresso a Portugal, morreu como judeu em Antuérpia. Poderia ser o resumo da sua vida num tweet. Duarte da Silva era, no reinado de D. João IV, "o homem de negócio mais importante do império, ao ponto de ser conhecido como o banqueiro do Rei". Esta figura, de que não conhecemos rosto, movia-se de forma discreta pelo mundo e pelos negócios e esteve sempre presente nos momentos em que o reino, que buscava regressar à sua independência, necessitou da sua ajuda financeira, mesmo quando se encontrava preso numa das celas no Palácio dos Estaus, sede do Tribunal da Santa Inquisição, em Lisboa, em cujos baixos, as salas de tormentos, foi torturado. A sua detenção e prisão durante cinco anos tornou-se um dos episódios mais debatidos do reinado de D. João IV, tanto na época como na historiografia portuguesa.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A canábis foi proibida pelos seus efeitos psicotrópicos, graças a uma campanha destinada a servir interesses pouco claros. E, assim, a mesma planta que, três milénios antes de Cristo, já era utilizada na China para produzir chás medicinais - e que viria a fornecer velas e cabos quase indestrutíveis aos navegadores portugueses - tornava-se ilegal, passando a ser encarada como uma droga infame, capaz de levar os jovens à loucura e morte… Mais recentemente, porém, a legalização da canábis começou a ser reclamada por uma parte considerável da sociedade graças às suas múltiplas virtudes e usos, sendo a dimensão psicotrópica apenas um deles. Ao longo destas páginas, viajamos pela incrível diversidade que, sob todos os pontos de vista, a canábis encerra. Identificamos as principais características de cada uma das suas três variedades, percebemos a diferença fundamental entre plantas macho e plantas fêmea, percorremos a já longa história da relação do ser humano com a erva e descobrimos os verdadeiros motivos que conduziram à sua proibição. Ficamos também a saber o que diz a ciência sobre este fármaco ímpar e a conhecer o enorme impacto do chamado «ouro verde» em diversas atividades económicas que geram lucros cada vez mais expressivos. Com uma visão de 360 graus, este é um livro fundamental para compreender a planta maldita e maravilhosa que, no fim de contas, será sempre aquilo que o Homem quiser fazer dela.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A canábis foi proibida pelos seus efeitos psicotrópicos, graças a uma campanha destinada a servir interesses pouco claros. E, assim, a mesma planta que, três milénios antes de Cristo, já era utilizada na China para produzir chás medicinais - e que viria a fornecer velas e cabos quase indestrutíveis aos navegadores portugueses - tornava-se ilegal, passando a ser encarada como uma droga infame, capaz de levar os jovens à loucura e morte… Mais recentemente, porém, a legalização da canábis começou a ser reclamada por uma parte considerável da sociedade graças às suas múltiplas virtudes e usos, sendo a dimensão psicotrópica apenas um deles. Ao longo destas páginas, viajamos pela incrível diversidade que, sob todos os pontos de vista, a canábis encerra. Identificamos as principais características de cada uma das suas três variedades, percebemos a diferença fundamental entre plantas macho e plantas fêmea, percorremos a já longa história da relação do ser humano com a erva e descobrimos os verdadeiros motivos que conduziram à sua proibição. Ficamos também a saber o que diz a ciência sobre este fármaco ímpar e a conhecer o enorme impacto do chamado «ouro verde» em diversas atividades económicas que geram lucros cada vez mais expressivos. Com uma visão de 360 graus, este é um livro fundamental para compreender a planta maldita e maravilhosa que, no fim de contas, será sempre aquilo que o Homem quiser fazer dela.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em "Tortura Branca", Narges Mohammadi, Prémio Nobel da Paz, revela as experiências de catorze mulheres, incluindo ela própria, nas prisões mais infames da República Islâmica do Irão. Nenhuma destas mulheres cometeu qualquer crime: são prisioneiras de consciência ou reféns usadas como moeda de troca. Através da tortura física e psicológica, o Estado iraniano acredita que pode reabilitar as suas almas. As entrevistas recolhidas em Tortura Branca, realizadas enquanto todas as prisioneiras estavam na prisão ou a aguardar julgamento, são documentos impressionantes de humanidade, resiliência e integridade. Enquanto os iranianos continuam a lutar pelo movimento Mulheres, Vida, Liberdade, Tortura Branca condena o regime teocrático iraniano pelos seus crimes.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em "Tortura Branca", Narges Mohammadi, Prémio Nobel da Paz, revela as experiências de catorze mulheres, incluindo ela própria, nas prisões mais infames da República Islâmica do Irão. Nenhuma destas mulheres cometeu qualquer crime: são prisioneiras de consciência ou reféns usadas como moeda de troca. Através da tortura física e psicológica, o Estado iraniano acredita que pode reabilitar as suas almas. As entrevistas recolhidas em Tortura Branca, realizadas enquanto todas as prisioneiras estavam na prisão ou a aguardar julgamento, são documentos impressionantes de humanidade, resiliência e integridade. Enquanto os iranianos continuam a lutar pelo movimento Mulheres, Vida, Liberdade, Tortura Branca condena o regime teocrático iraniano pelos seus crimes.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 856
Sinopse:
A série de acontecimentos que marcou o início da Segunda Guerra e deixou grande parte do mundo em estado de choque. De repente, parecia que tudo era possível. Para os agressores quanto ao que podiam fazer
Nº Páginas: 856
Sinopse:
A série de acontecimentos que marcou o início da Segunda Guerra e deixou grande parte do mundo em estado de choque. De repente, parecia que tudo era possível. Para os agressores quanto ao que podiam fazer
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Escrever sobre o Médio Oriente desde 7 de outubro de 2023 é mergulhar num abismo muito escuro, submergir na escuridão do trauma e da mudança dos tempos. Recolher as vozes dos dois lados: sobreviventes, familiares de reféns, habitantes de Gaza... Entre eles médicos, jornalistas, fotógrafos, soldados, diplomatas, filhos de deportados, políticos, antigos embaixadores, negociadores... que contam neste livro a história do seu 7 de outubro, do seu Israel, da sua Palestina
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Escrever sobre o Médio Oriente desde 7 de outubro de 2023 é mergulhar num abismo muito escuro, submergir na escuridão do trauma e da mudança dos tempos. Recolher as vozes dos dois lados: sobreviventes, familiares de reféns, habitantes de Gaza... Entre eles médicos, jornalistas, fotógrafos, soldados, diplomatas, filhos de deportados, políticos, antigos embaixadores, negociadores... que contam neste livro a história do seu 7 de outubro, do seu Israel, da sua Palestina
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