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Uma Montra da Ditadura Portuguesa
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Os objetos são palpáveis, materiais, não mentem. Escondidos do olhar, em arcas, gavetas, armazéns, remetem-se ao silêncio. Mas se lhes limparmos o pó dos dias e os observarmos com atenção, seremos capazes de ouvir as histórias que têm para contar. Durante cinco anos a jornalista Fernanda Cachão investigou o legado material do Estado Novo, os objetos que décadas de ditadura deixaram para trás. Escolheu 101, lote onde cabem desde a fivela que adornava o cinto da Mocidade Portuguesa, ao Chrysler Imperial, pertença de Salazar, que oito comunistas viriam a usar numa ousada fuga da Prisão de Caxias.
Cada um dos objetos ajuda a construir o retrato do regime. Por exemplo, as refeições servidas na primeira classe da TAP em baixelas de porcelana Vista Alegre e Secla (e que podiam incluir caviar ou lagosta) representam uma época e a sua classe dominante - mas servem também para evocar a criação da companhia aérea nacional ou lembrar o facto de o ditador só ter andado de avião uma vez.
O Estado Novo em 101 Objetos é, pois, uma fascinante montra do que foi a vida portuguesa no tempo da ditadura. Em textos breves, vivos, incisivos, cada peça, cada carta, cada documento suscitam um leque de observações e assinalam, na cronologia da nossa História, o ponto onde foram inscritos - para hoje, mais uma vez, recordarmos o que nunca deve ser esquecido.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Durante séculos, fraudes, encobrimentos e distorções da verdade foram usados para manipular sociedades, justificar guerras e até reescrever o passado. Algumas dessas mentiras foram desmascaradas. Outras ainda estão por aí, escondidas sob a aparência de «factos históricos». Se acha que conhece a história do mundo… pense de novo. Este livro desmonta narrativas falsas, revela conspirações históricas e mostra que, às vezes, a verdade foi apagada, manipulada e reinventada. Desde a Roma Antiga até aos dias de hoje, de Júlio César a Chernobyl, das Cruzadas à Guerra Fria, descubra como a verdade foi manipulada para atender aos interesses dos mais fortes. Entre as histórias que vai poder conhecer neste livro, contam-se, por exemplo: - Um golpe medieval que fortaleceu o poder do Vaticano: a «doação de Constantino», um documento fraudulento que mudou a história da Igreja. - Quando a imprensa ajudou a esconder genocídios: como a fome na Ucrânia foi abafada e ainda rendeu um Prémio Pulitzer ao jornalista que encobriu os factos. - As distorções que mancharam reputações: a imperatriz Wu Zetian foi realmente um monstro, ou a sua história foi manipulada para apagar o legado de uma mulher no poder? - As mentiras que ainda ecoam no presente: a experiência Tuskegee e como ajudou a alimentar desconfianças na ciência e na medicina até hoje. SE A HISTÓRIA É ESCRITA PELOS VENCEDORES… EM QUANTAS MENTIRAS A HUMANIDADE JÁ ACREDITOU? Este livro leva os leitores numa viagem global pela História humana, ao longo da qual a historiadora Natasha Tidd examina como as mentiras podem mudar o mundo ao nosso redor, desde a máquina de relações públicas enganosa de Júlio César até aos encobrimentos que causaram Chernobyl. Uma Breve História do Mundo em 50 Mentiras detalha o impacto profundo deste lado secreto da História e mostra que a verdade é realmente mais estranha - e muito mais perigosa - do que qualquer ficção.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Todos os países vivem momentos coletivos de dor, emoção, medo, ansiedade, apreensão, desconforto. Este é um livro que propõe dar a conhecer alguns dos sobressaltos mais intensos vividos pelos portugueses, recuperando histórias perdidas no tempo. Acontecimentos partilhados por um povo que ora trouxeram dor e sofrimento, ora suscitaram sentimentos de união. Com o advento da informação, jornais, rádio, televisão, redes sociais, o conhecimento do que se passava pouco além da rua passou a ser global. Mas o ser humano continua intrinsecamente o mesmo: emociona-se, comove-se, inquieta-se, amedronta-se. Agora não só com o que sucede na comunidade, também com o que se passa no outro lado do Mundo. Timor foi o exemplo maior de um episódio ocorrido a milhares de quilómetros e vivido em Portugal numa catarse coletiva. Deste e de outros momentos se faz este livro.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
A Idade Média é vista como uma época sanguinária de vikings, santos e reis: uma sociedade patriarcal que oprimia e excluía as mulheres. Mas quando aprofundamos um pouco mais a verdade, podemos ver que a idade negra foi tudo menos isso. A historiadora da Universidade de Oxford e da BBC, Janina Ramirez, descobriu inúmeros nomes de mulheres influentes apagados dos registos históricos, com a palavra Femina anotada ao lado. A nossa visão da história foi manipulada à medida que os guardiões do passado ordenavam a queima de livros, a destruição de obras de arte e a produção de novas versões de mitos, lendas e documentos históricos. Só agora, através de um exame cuidadoso dos artefactos, escritos e bens que deixaram para trás, é que as vidas influentes e multifacetadas das mulheres estão a emergir. Femina vai além dos registos oficiais para descobrir o verdadeiro impacto de mulheres como Jadwiga, a única mulher rei da Europa, Margery Kempe, que explorou a sua imagem e história para garantir a sua notoriedade, e a Princesa Loftus, cuja existência nos dá pistas sobre os primórdios do cristianismo em Inglaterra. Femina revela o poder e a influência das mulheres medievais que foram apagadas da nossa história. Da realeza e da religião à fama e à fúria, este livro revela porque é que estas mulheres notáveis foram afastadas da nossa memória coletiva.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Resultado de seis anos de pesquisa e observações que incluíram viagens por 12 países e três continentes, Escravidão explica as raízes da escravidão humana na Antiguidade e em África antes da chegada dos portugueses, o início do tráfico de cativos para a América e suas razões, os números, os bastidores e os lucros do negócio negreiro, além da trajetória de alguns dos seus personagens mais importantes, como o Infante D. Henrique, patrono das grandes navegações e descobrimentos do século XV e também um dos primeiros grandes traficantes de escravos no Atlântico. Esta é uma história de dor e sofrimento cujos traços são ainda visíveis atualmente em muitos dos locais visitados pelo autor. "A escravidão é um fenómeno tão antigo quanto a própria história da humanidade. No mundo inteiro, desde a mais remota Antiguidade, da Babilónia ao Império Romano, da China Imperial ao Egito dos Faraós, das conquistas do Islão na Idade Média aos povos pré-colombianos da América, milhões de seres humanos foram comprados e vendidos como escravos. Provinham de todas as regiões, raças e linhagens étnicas, incluindo eslavos (designação que originou a palavra “escravo”) de olhos azuis das regiões do Mar Báltico. A descoberta e a ocupação de um novo continente pelos europeus na virada do século XV para o XVI, porém, adicionaria ingredientes inteiramente novos a essa história. Nada foi tão volumoso, organizado, sistemático e prolongado quanto o tráfico negreiro para o Novo Mundo: durou três séculos e meio, promoveu a imigração forçada de milhões de seres humanos, envolveu dois oceanos (Atlântico e Índico), quatro continentes (Europa, África, América e Ásia) e quase todos os países da Europa e reinos africanos, além de árabes e indianos que nele participaram indiretamente." Laurentino Gomes
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Num diálogo fascinante, dois dos mais influentes pensadores mundiais da atualidade refletem sobre o valor da igualdade e debatem sobre o que cidadãos e governos devem fazer para diminuir o que nos separa. Da economia à filosofia, passando pela história e pela política, Piketty e Sandel analisam o que já fizemos para alcançar a igualdade mas, ao mesmo tempo, identificam e discutem, sem rodeios, o que ainda - e é tanto - nos divide, ao nível da riqueza, do rendimento, do poder e do status de cada país, numa perspetiva global. Que podemos fazer, neste tempo de grande instabilidade política e crise ambiental? Piketty e Sandel estão de acordo em muitos pontos: investimento mais inclusivo na saúde e na educação e regulamentação do poder político dos mais ricos e dos mercados, por exemplo. Não obstante, até onde e quão rápido o podemos fazer? Devemos dar prioridade ao lado material ou à mudança social? Que horizonte de mudança podemos ter, quando as forças nacionalistas estão a ganhar, novamente, terreno? Como deve a esquerda abordar valores como o patriotismo ou a solidariedade entre cidadãos da mesma nacionalidade, quando colidem com os desafios da migração em massa e as alterações climáticas? Ler este livro e assistir ao debate entre Piketty e Sandel é ver novas possibilidades de mudança e justiça, mas é também encarar uma imutável verdade: progredir em direção a mais igualdade nunca é possível sem profundos conflitos sociais e acesa luta política.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A história da maçonaria em Lisboa constitui uma narrativa que se confunde muitas vezes com a história de Portugal. Poucas organizações levantam tantas questões e dúvidas como a Maçonaria. Durante séculos, foi perseguida, proibida; durante séculos, resistiu, interveio. Durante séculos, oscilou entre períodos de sombra e repressão e épocas de luz e de grande fulgor… À Maçonaria foram imputados - de forma caluniosa - os crimes mais terríveis e atribuídos - por vezes, com exagero - os avanços civilizacionais mais brilhantes. Enfim, poucas organizações tiveram (e têm) tantos detratores e, ao mesmo tempo, tantas personalidades ilustres a apoiá-la. Neste livro, queremos dar a conhecer, de forma isenta, a História da Maçonaria em Lisboa, desde a fundação das primeiras Lojas até aos nossos dias - uma caminhada feita de sofrimento e de luta, de união e de cisões. A História da Maçonaria lisboeta acompanha de forma indelével a evolução da História de Portugal, estando tantas vezes presente em momentos decisivos, sendo inegável que os princípios maçónicos de Humanismo e de Fraternidade estão em muitas vertentes da nossa Democracia. Lisboa Maçónica constitui, desta forma, um manual que desvenda alguns aspetos de uma organização que, por entre penumbras e luzes, faz parte do nosso Património Histórico.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Mas o corpo não esquece. E por isso é ele que regressa um dia ao local do crime, é ele que quer recuperar o que lhe foi roubado." Houve alturas em que Anna acreditou na igualdade que recompensa independentemente do género, "que não quer saber se usas maquilhagem ou como são as tuas pernas". Mas depois, como muitas raparigas e mulheres, sentia necessidade de ser vista e de se sentir especial. E, perante os olhares, as mãos e as palavras dos homens, não conseguia deixar de ceder - espaço, voz, partes de si -, embora dividida entre o desejo de se mostrar e o pavor de o fazer. E agora, que dá aulas num mestrado em jornalismo, dá por si a discutir o legado do #MeToo com muitas jovens, enquanto pensa em todas as vezes que cedeu. Quantas interpretações damos à palavra "consentimento"? Quando é que podemos ter a certeza de que um "sim" não esconde uma hesitação? Anna procura culpados, mas não tem a certeza de se poder considerar uma vítima. Terá de se perdoar a si mesma, olhando para dentro de si com coragem e sinceridade, para se poder aceitar e seguir em frente? Em todo o caso, continua à espera de que lhe peçam desculpa. Proposto ao prestigiado Prémio Strega, este é um romance extremamente atual sobre como às vezes só muito tarde as mulheres percebem como sofreram abusos. Com a curiosidade e a inteligência que caracterizam a sua escrita, Michela Marzano convida-nos a refletir acerca da relação ambígua que temos com os outros e com o nosso próprio corpo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O best-seller internacional que vai aguçar a nossa mente, ampliar a nossa perspetiva e transformar as nossas relações. Tudo isto com a ajuda de Sócrates. Porque somos tão maus a fazer boas perguntas? Num mundo polarizado, aprender a fazer melhores perguntas é uma ferramenta essencial para o sucesso pessoal e profissional. Pode criar espaço para repensarmos as nossas posições, encontrarmos respostas em conjunto e alterarmos a nossa perspetiva sobre as coisas.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Foram cinquenta anos onde me apeei em dezasseis estações, numa viagem preparada no Verão de 2023, iniciada nesse Outono e acabada em Abril de 2024. Doi "isto" e foi "assim"? Eu estive lá: sei que estas histórias foram bem contadas, com a vertigem dos factos revista hoje com a serenidade da distância. Homenageando a memória e o poder que ela tem. Mas se este livro pode ser importante para muitos leitores que também estiveram "lá", será sobretudo importante para os que não tendo estado, precisam de saber como foi. Marcelo Rebelo de Sousa o Fim do Antigo Regime | Jaime Gama O 25 de Abril de 1974 | Rui Ramos a Descolonização | Pedro Ferraz da Costa o 11 de Março de 1975 | Alípio Tomé Pinto o 25 de Novembro de 1975 | António Barreto o Primeiro Governo Constitucional | António Capucho Sá Carneiro e a 1.ª AD | António Vitorino o Bloco Central | Leonor Beleza o Cavaquismo | Aníbal Cavaco Silva a Moeda Única | Artur Santos Silva Os Anos 90 | José Miguel Júdice Sobre José Sócrates | Pedro Passos Coelho A Troika Revisitada | Helena Matos - Manuel Braga da Cruz Igreja e Sociedade | Fernando Medina Os Governos de António Costa | Paulo Portas 50 Anos de Diplomacia
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Depois do sucesso do seu podcast, Paul Cooper lança agora o livro A Queda das Civilizações: Histórias de Grandeza e Declínio. Partindo de uma investigação minuciosa, entretecida numa narrativa com a ilustração de mapas, fotografias e outros documentos, o autor dá a conhecer o dia a dia de impérios que viram o seu apogeu e queda. Uma viagem pelos vários continentes, dos famosíssimos maias aos misteriosos rapanui, da Ilha da Páscoa, podemos aqui descobrir não apenas o esplendor e a relevância destas comunidades, mas também os perigos que as fizeram ruir, questionando o que terão sentido aqueles que testemunharam o fim do único mundo que conheciam. Lançando mão do rigor de historiador e da criatividade de romancista, o autor termina esta odisseia imaginando que fim nos aguarda: os nossos automóveis obsoletos à beira da estrada, paisagens sem fim de prédios colossais. Mas nem tudo precisa de um desfecho apocalíptico: é possível aprender com os erros do passado e ensinar às gerações presentes como reedificar as nossas sociedades.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
O corpo feminino tem sido largamente negligenciado pela ciência ou encarado como sendo praticamente igual ao masculino - o padrão com o qual todos os corpos são comparados -, sem consideração pelas suas características únicas. Ignorar metade da espécie humana, porém, tem graves consequências médicas, sociais e políticas. Com curiosidade e humor acutilantes, Cat Bohannon faz as perguntas que a comunidade científica há muito deveria estar a fazer. A resposta é Eva, uma nova história da nossa espécie, baseada no corpo feminino, oferecendo uma fascinante mudança de paradigma, urgente e vastamente documentada. Revisitando 200 milhões de anos de História da nossa espécie, Eva explora a hipótese de ter sido o corpo feminino a força motriz da sua evolução, influenciando desde o uso de ferramentas à nossa organização social, do desenvolvimento da linguagem ao surgimento das cidades.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Pela primeira vez, uma história visual do 25 de Abril: uma narrativa suportada em mapas, ilustrações e fotografias. Neste Atlas Histórico do 25 de Abril, o historiador José Matos dá-nos uma visão global dos acontecimentos que levaram à eclosão de uma revolta militar em Portugal, em Abril de 1974, e ao derrube da ditadura criada por Salazar quatro décadas antes. Com uma abordagem histórica rigorosa, e com mais de uma centena de fotografias de arquivo e mapas ilustrativos, este livro descreve-nos os eventos que estiveram na origem do golpe militar do 25 de Abril ¿ que abriu o caminho para a instauração da democracia em Portugal: ¿ As razões que levaram os militares a conspirar contra o regime; ¿ O problema da guerra em África e a falta de soluções políticas; ¿ A revolta militar nas Caldas da Rainha que antecedeu o 25 de Abril; ¿ As compras de armas na fase final da guerra; ¿ As movimentações de tropas pelo país que derrubaram a ditadura; ¿
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Após anos de conflitos sangrentos na Europa e no Pacífico, a nação norte-americana fica em choque a 12 de abril de 1945 com a morte do presidente Franklin D. Roosevelt. O vice-presidente Harry Truman assume de imediato o comando do país, mas as dificuldades são muitas. Tendo sido mantido de fora de todo o planeamento da guerra, e nada sabendo sobre o ultrassecreto Projeto Manhattan - que desenvolve a primeira bomba atómica -, vê-se perante uma das mais importantes decisões da humanidade. 1945 - Contagem Decrescente relata-nos a emocionante história real dos agitados dias, semanas e meses desde esse momento até 6 de agosto de 1945, quando Truman dá a ordem para lançar a primeira bomba sobre Hiroxima. Escrito por Chris Wallace, decano jornalista norte-americano, este é um livro que nos leva para dentro da mente das importantes figuras que entraram para a história, como Albert Einstein, J. Robert Oppenheimer, e os competitivos pilotos do avião que lançou a bomba. Mas não só. Mais do que um livro sobre a bomba atómica, este é também um relato inesquecível da vida de civis americanos e japoneses em tempos de guerra, e dos soldados norte-americanos que lutaram no Pacífico, receosos da ordem de invadir o Japão. Com uma escrita apelativa e emocionante, este é o relato definitivo de um dos momentos mais significativos da História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Apresentando as mais variadas regiões do mundo, incluindo o Médio Oriente, os Polos e até o Espaço, Prisioneiros da Geografia, Teste o Seu Conhecimento testa os seus conhecimentos geopolíticos com uma grande diversidade de questões, puzzles e mapas, concebidos para o desafiar enquanto expande oseu conhecimento sobre o mundo. Baseado no bestseller internacional Prisioneiros da Geografia, Tim Marshall apresenta mais de 350 questões, que incluem Portugal, e que nos desafiam, sozinhos, ou com os amigos e a família, a descobrir mais sobre o mundo atual.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova edição atualizada e aumentada da obra de referência da geopolítica. Partindo do passado para a exploração do presente e dos possíveis futuros, Miguel Monjardino, professor de Relações Internacionais e especialista em geopolítica e geoestratégia, explica as razões do desequilíbrio do sistema internacional, analisa os mais importantes factos da geopolítica e antecipa o que se pode esperar, em Portugal e no mundo. Nesta nova edição, reforça a tese de que vivemos um período dinâmico e instável. É neste contexto que os líderes da China e da Rússia têm agido. Juntamente com o Irão e a Coreia do Norte, estes países formam um novo eixo que tenta acelerar a transição para uma nova ordem internacional. Este facto terá consequências na forma como os decisores olham para o mundo e avaliam o risco e a oportunidade das suas decisões. Daí a importância dos próximos anos para um país como Portugal, que faz parte de um sistema de alianças de democracias euro-atlânticas. Como nos adaptaremos a este período histórico? Este livro é um contributo para o debate sobre a evolução da política internacional no país.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Vais ser dono de nada e vais ser feliz. "Esta é uma das previsões do Fórum Económico Mundial, para 2030, que tem vindo a ser enunciado nos encontros anuais em Davos, onde cerca de 3.000 convidados decidem o futuro do mundo." Quando Carol Roth ouviu pela primeira vez a previsão do Fórum Económico Mundial (FEM) para 2030, inicialmente considerou-a uma fantasia bizarra. No entanto, ao aprofundar a sua pesquisa, descobriu que diversas empresas, governos e elites globais compartilham uma visão utópica de um futuro em que todos terão acesso ao que precisam, enquanto a propriedade individual se torna obsoleta. Desde o declínio da propriedade privada de imóveis e veículos até a crescente inflação global e o aumento das despesas governamentais, muitas tendências contemporâneas apontam para a emergência de um novo mundo — um mundo em que os cidadãos ocidentais terão enorme dificuldade em adquirir bens ou acumular riqueza. Temas como: o crédito social, a dívida, a desvalorização da moeda e a criação de uma moeda digital, a tecnocracia e os produtos digitais, a crise habitacional, são alguns dos mecanismos que já estão em curso e que a autora analisa, explicando os seus efeitos nas nossas vidas. Este livro é um guia essencial para quem deseja proteger o seu património arduamente conquistado para as gerações futuras.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nos últimos anos do colonialismo português, Luanda era uma cidade irresistível. A necessidade de responder ao esforço da Guerra Colonial e as influências anglo-saxónicas que chegavam da África do Sul inundaram a capital da Província de uma modernidade que estava sempre ao virar da esquina. Prepare-se para uma viagem ao passado que o fará recordar cada recanto, costume e paladar de uma Luanda que já só existe nas memórias felizes de quem lá viveu.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
No livro Bipolar, Sim. Louca, Só Quando Eu Quero Bia Garbato perde o medo de se expor e tira sua bipolaridade do armário. Através de histórias para ler, rir e chorar, conta como o seu pai quis curar a sua euforia com chá de camomila e que escovar os dentes deprimida é mais difícil do que fazer rapel. Bia fala também de maternidade (sur)real, de relacionamentos e como perdeu 30 quilos encarando de frente a compulsão alimentar. Aborda assuntos delicados, como eletrochoque, sem perder o bom humor. Finalmente, explica como descobriu que a bipolaridade não a define e que ela pode ser, sim, muito louca. Mas só quando quiser. Um testemunho extraordinário sobre saúde mental e sobre como viver com bipolaridade não é uma missão impossível.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Antes de encontrar no populismo da direita radical o filão para o sucesso, André Ventura votava em José Sócrates, humanizava migrantes e pregava contra Trump e Le Pen. Quando percebe que não vai chegar ao poder por esse caminho, é no ódio que encontra forma de chamar a atenção. E assim nasce o Chega. Não há nada a marcar a atualidade? Arranja-se. Os media estão a criticar o programa eleitoral? Cria-se um novo, repleto de contradições. As mulheres não votam no partido? Modera-se a linguagem machista. Há problemas em conquistar votos no Porto? Marca-se um encontro com Pinto da Costa. Os líderes políticos estrangeiros não lhe ligam nenhuma? Pega-se no carro e faz-se à estrada, mesmo sem ter nada combinado
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O mundo atravessa um tempo de cobardia, desunião e falência moral onde prosperam homens-fortes e fantoches com garras de ditadores. Neste novo livro, Clara Ferreira Alves reflete sobre as pessoas que nos comandam e as políticas e estratégias que ditam o rumo da sociedade. Uma escrita acutilante e um retrato mordaz dos nossos dias.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Lisboa Judaica conta uma história feita de gentes, de testemunhos, de património e de regras. Uma longa história que vem até aos nossos dias e que pode ser também um alerta contra a intolerância. Uma história muito nossa, afinal.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Robert D. Kaplan usa a geografia como um instrumento de precisão, servindo se dela para examinar as relações internacionais e os conflitos que a globalização não consegue explicar. Escrito de forma notável, "A Vingança da Geografia" é uma obra sagaz e pertinente sobre como a geografia molda o mundo que conhecemos e o que isso significa para o futuro. Uma leitura essencial para todos os que se interessam pela política global e geoestratégia.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Depois dos sucessos Lisboa Nazi e Lisboa Judaica, uma viagem pela memória árabe da capital. Os árabes… Desde o século VIII que a sua presença se fez sempre sentir entre nós. Primeiro, como conquistadores e senhores; depois, como vizinhos; mais tarde, como gente apenas tolerada ou perseguida; e por fim, como cidadãos de direito pleno. As ruas de Lisboa têm a sua marca oculta em muitos cantos, que este livro nos convida a desvendar. Uma marca que, tantas vezes de forma inesperada, ainda hoje vislumbramos num troço de muralha, da dolência de um fado, numa casa da Mouraria ou de Alfama, no sabor de um petisco. Esta é a história multissecular dos árabes de Lisboa e em Lisboa, uma história rica e nobre, tantas vezes olvidada e tantas vezes diminuída, mas que se reergue sempre, nesta cidade que preza o seu passado e o seu património. Esta é uma história de Lisboa… Uma maravilhosa viagem por uma cidade de tolerância e liberdade.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Estórias divertidas de um Portugal cheio de estórias. Ao longo destes 20 anos como repórter, tenho ouvido tantas estórias dos lugares por onde passo. Delicio-me com as lendas que se transmitem de geração em geração, onde não falta uma pitada de mistério, aplaudo os heróis que, ao longo dos séculos, deram a vida pelo país em batalhas recheadas de mitos e pormenores curiosos, solto uma boa gargalhada com alguns ditos curiosos das terras, emociono-me com o orgulho das pessoas pelo seu passado e, confesso, fico com fome quando me contam as estórias por detrás de alguns pratos tradicionais portugueses. Neste livro reuni algumas destas estórias que tanta gente boa tem partilhado comigo. Sou um curioso por natureza, logo pesquisei em livros e entrevistei a população local para lhe alguns dos ditos, mitos e lendas do nosso país. Sabe onde fica a terra que é chamada de penico de Portugal? De onde vem a expressão andar sempre com o credo na boca? Já passou pela freguesia Amor, em Leiria? Conhece a lenda da erra que quase toca nas estrelas, das trutas de ouro, das duas caras de Guimarães, da lenda de São Macário e do Santo António da ilha Terceira? Já ouviu falar de uma valente discussão que agitou os rios Mondego, Alva e Zêzere? Estudou os mitos em volta da Batalha de São Mamede ou da chamada Guerra das Laranjas? E a origem das rabanadas, das cavacas, dos tremoços de que tanto gosto ou da famosa francesinha?
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No século XXI a humanidade está a atingir novos níveis de conhecimento científico - e, ao mesmo tempo, parece que estamos a perder a cabeça. Como pode a espécie que descobriu a vacina para a covid-19 em menos de um ano ser a mesma que produz tantas fake news, curas de charlatães e teorias da conspiração? Em Racionalidade, Pinker rejeita o cliché cínico de que os humanos são simplesmente uma espécie irracional - homens das cavernas fora do seu tempo, amaldiçoados por preconceitos, falácias e ilusões. Se pensarmos bem, descobrimos as leis da Natureza, prolongámos e enriquecemos as nossas vidas, além de termos construído o próprio modelo de racionalidade. Pinker parte do princípio de que nós, humanos, pensamos de acordo com o contexto pouco tecnológico em que passamos grande parte das nossas vidas, mas não tiramos vantagem das poderosíssimas ferramentas da razão que construímos durante milénios: lógica, pensamento crítico, probabilidades, correlação, causalidade e tomada de decisões em cenários de incerteza. Estas ferramentas não fazem parte da nossa educação e nunca foram apresentadas, de forma tão clara quanto articulada, num único livro - até agora. A racionalidade conta. Leva a melhores escolhas nas nossas vidas e na esfera pública, e é o motor da justiça social e do progresso moral. Pleno de humor, Racionalidade é um livro que esclarece, inspira e empodera.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dos primórdios da fascinante civilização de Harappã ao despontar da potência que hoje conhecemos. Aqui estão cinco mil anos de história da Índia, com todas as suas contradições, dramas e esplendor. Deuses, reis, conquistadores, colonizadores: em Breve História da Índia, John Zubrzycki converte cinco mil anos de história num relato épico, povoado por figuras lendárias e mundialmente conhecidas. Gautama Buda, Alexandre, o Grande e Mahatma Gandhi partilham o palco com Candragupta, o «Júlio César da Índia», Nizam Saqqa, o carregador de água que foi rei por um dia, e Raziyya, a primeira mulher soberana de uma dinastia islâmica na Índia.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Foi uma tragédia que levou um jovem de 18 anos ao trono português... e para reinar durante um dos períodos mais conturbados da nossa História. A 1 de fevereiro de 1908, D. Manuel viu o pai, o rei D. Carlos, e o irmão, D. Luís Filipe, príncipe herdeiro, morrerem num violento tiroteio. De repente, o infante que só queria «reger uma orquestra» tornava-se rei. O último rei de Portugal. Homem charmoso, amante e mecenas da cultura, D. Manuel II marcou a História de Portugal na diplomacia, na política e nas artes. No entanto, o seu legado acabaria distorcido e manchado pela perseguição constante de republicanos e pela traição de monárquicos, que julgava serem-lhe próximos. Quem foi, afinal, D. Manuel II? Noventa anos depois da sua morte, o historiador João Miguel Almeida procura responder a essa pergunta numa biografia fascinante, a de um homem que nunca deveria ter sido rei, mas que acabou por subir ao trono para, dois anos depois, assistir à implantação da república e ser atirado para o exílio da pátria que nunca deixou de amar.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Denúncia apaixonada da loucura que incita os homens a matarem-se uns aos outros em nome de uma etnia, língua ou religião, As Identidades Assassinas é uma tentativa de perceber porque é que, na história da humanidade, a afirmação de um sempre significou a negação do outro. Na sua condição de homem situado entre o Oriente e o Ocidente, que gravita sobre toda a sua obra, seja ela literária - como em "A Odisseia de Baldassare" ou "Escalas do Levante" - ou histórica - como em "As Cruzadas Vistas pelos Árabes" -, quando se pergunta a Amin Maalouf se se sente mais libanês ou mais francês, ele responde: "O que me torna eu mesmo e não outra pessoa é que estou na estrema de dois países, duas ou três línguas, várias tradições culturais. É precisamente isso que define a minha identidade. Seria eu mais autêntico se amputasse uma parte de mim mesmo?".
Nº Páginas: 128
Sinopse:
As conversas entre o músico Sam The Kid e o professor Marco Neves sobre mitos, preconceitos e curiosidades sobre a língua portuguesa, agora em livro! A língua portuguesa tem muito que se lhe diga. Assim, nestas páginas, Samuel e Marco reuniram 100 perguntas que surgiram nos programas, com respostas diferentes do habitual, que podem ajudar o leitor a melhorar o seu conhecimento da língua. Tudo de uma forma descontraída. Inclui: QR Codes para todos os episódios em vídeo e extras de diálogo dos autores sobre cada pergunta.
