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Nº Páginas: 216
Sinopse:
Insultar bem é uma arte. Este livro descreve a origem e a história de cerca de quinhentos insultos que todos nós conhecemos, melhor ou pior. Alguns, já os proferimos, em voz alta ou à sorrelfa; de outros já fomos alvo. Alguns, de tão elaborados, nem dão jeito proferir. Se o leitor não acredita, experimente chamar iconoclasta ou sevandija a alguém. Outros são comuns, brejeiros, reles mesmo. Perdem em elegância o que ganham em javardice. O facto de resultarem, diz bem da decadência a que chegou a nobre e vetusta arte de achincalhar o próximo. São insultos que estão ao nível daquele provérbio árabe que afirma que até os coelhos são capazes de insultar um leão morto.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
NOVO TÍTULO DA COLECÇÃO DE LITERATURA DE HUMOR DE RICARDO ARAÚJO PEREIRA. O Sr. Pooter é um homem de ambições modestas, satisfeito com a sua vidinha normal. No entanto, é constantemente importunado por comerciantes desagradáveis, funcionários administrativos impertinentes e amigos caprichosos. Por muito que se esforce, Pooter não consegue evitar os embaraçosos mal-entendidos da vida. Este zé-ninguém criado por George e Weedon Grossmith tornou-se uma personagem cómica imortal, que satiriza a empáfia da classe média suburbana inglesa de finais do século XIX.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
O que se pode dizer desta obra? Apenas que teve uma enorme influência no pensamento do presidente americano que aboliu a escravatura, Abraham Lincoln, nas obras do maior dramaturgo de todos os tempos, William Shakespeare, e nas palavras poderosas do líder do movimento dos direitos civis, Martin Luther King Jr. Não, espera. Isso é capaz de ter sido a Bíblia. Exacto. Mas este livro também é muito bom, atenção. Adquira-o.Este livro é uma compilação das crónicas semanais do Observador da autoria de Tiago Dores, fundador do Gato Fedorento.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 225
Sinopse: Nos dias de hoje, toda a gente quer ter um podcast. Glutão como é, o Manuel fez questão de impingir às pessoas dezenas deles.) Estamos nos roucos anos 20: é difícil encontrar um cidadão que não vocifere para um microfone. Os portugueses perderam a conta aos podcasts que existem. Manuel Cardoso fez questão de agravar o problema, inventando um por dia nas Manhãs da Comercial. De entrevistas a spin doctors vindos do ciberespaço a programas onde se inventam novas formas de urinar, passando por batalhas de hip-hop entre os rappers Carl Jung e Sigmund Freud, Bem-Vindo a Mais um Episódio de. pretende assegurar ao leitor que nunca mais terá de ouvir um episódio de um podcast na vida.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 152
Sinopse: Em Loira Burra, Mariana Bossy desmonta estereótipos com humor afiado, mostrando que o óbvio nem sempre é assim tão claro. Entre histórias do quotidiano e reflexões inesperadas, o livro prova que não se julga um livro nem uma loira pela capa.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
1001 piadas picantes e de humor negro. Pelas mãos dos youtubers "Não Queres Nada", chega a batalha de piadas secas mais épica de sempre. Como em qualquer batalha que se preze, neste livro há sangue, mortos e estropiados. E como no final de uma batalha os vencedores gostam de celebrar, neste livro também há sexo, orgias e gente nua. Ou seja, aqui vais encontrar 1001 piadas que só deves ler se tiveres um fabuloso sentido de humor e... estômago forte!
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Vivemos numa época estranha. Apesar de termos mais liberdade, saúde e riqueza do que em qualquer outra época da história, tudo à nossa volta parece terrivelmente f*dido: aquecimento global, queda de governos, economias em colapso e todos permanentemente ofendidos nas redes sociais. Temos acesso a tecnologia, a educação e a formas de comunicar que os nossos antepassados nem sequer imaginavam, mas ainda assim sentimos uma esmagadora desesperança. Afinal, o que é que se passa connosco?Com a sua habitual mistura de erudição e humor, Mark Manson desafia-nos a olhar para o mundo com outros olhos. Com base em investigação psicológica e na sabedoria intemporal de filósofos como Platão e Nietzsche, o autor disseca a política e a religião e mostra como as duas se tornaram desconfortavelmente semelhantes. Analisa a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as definições de fé, felicidade, liberdade e até da própria esperança.Um livro de leitura obrigatória que nem todos merecemos, mas de que todos precisamos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Este é o melhor livro de parentalidade do mundo, e quiçá de Mafra. Aprenda a conceber uma menina, a lidar com raparigas e com a sua mulher. Saiba como mudar fraldas, escolher fantasias baratas para o Carnaval e prendas especiais para o Natal, ou como fazer sexo sem os filhos notarem. Fique a dominar temas como: as festas de aniversário, a hora de dormir, as perguntas inconvenientes, os fins de semana em família, a hora da refeição, a maquilhagem e os namorados das meninas, a idade dos porquês, os piolhos, os livros infantis, os trabalhos de casa e a água do cu lavado. Pelo meio, vai ficar a saber que António Raminhos é meio cigano - o que explica muita coisa, como o facto de estar a criar uma grande prole -, ou que é obsessivo compulsivo, o que faz com que urine sentado, mas à homem!, o que significa fazê-lo a gritar: "Ahahhhhhhhhh." Diz que é mais higiénico. Porém, "As Marias" não é um livro apenas para quem é ou quer ser pai, nem para quem não é ou não quer ser. Este manual imprescindível oferece também uma viagem aos dramas e peripécias pelos quais todos passámos na infância, na adolescência e, se for caso disso, na vida conjugal. E essa maravilhosa dádiva chega-nos da forma muito peculiar a que - na rádio, na televisão ou na Internet - já nos habituou António Raminhos, um dos mais reconhecidos e acarinhados humoristas portugueses da atualidade.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A saga contínua no segundo livro da rubrica da Rádio Comercial, Caderneta de Cromos! Ainda mais sexy e espectacular do que o primeiro volume, "Caderneta de Cromo Contra-Ataca" regressa aos anos 70 e 80 para falar da complexidade psicológica dos Pinypons e de como pareciam querer matar alguém; de como o Skeletor, o arqui-inimigo de He-Man não é claramente, o tipo de indivíduo a quem se pergunta as horas na rua; como agir quando um meliante nos pede para ver o Passe-Social; quem venceria no eterno duelo entre os Doutores Bayard e Bentes; quem eram, realmente, os Glutões do Presto; quão traumático foi o episódio de "Uma Casa na Pradaria" em que a filha mais velha acorda sem o dom da visão; porque parecia tão giro envergar peúgas brancas com raquetes; porque é que Duarte & Companhia foram tão importantes nas nossas vidas; o que raio significa a letra de Orinoco Flow de Enya e porque é que pode servir de tributo a todos os indivíduos que têm como nome Zé Luís; porque é que o Cartão Jovem era como o Santo Graal da garotada - e outro tipo de questões essenciais para quem cresceu numa época de péssimos cabelos mas belíssimas memórias. E bigodes.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A enciclopédia definitiva sobre o que nos deliciava nos anos 70 e 80 (e que é mais saudável que um granizado Fá, embora deva ter a mesma quantidade de tinta). Em "O Homem Que Mordeu o Cão", Nuno Markl contou histórias muito bizarras. Mas haverá história mais bizarra do que crescer nas décadas de 70 e 80? Dos microfones da Rádio Comercial para as páginas profusamente ilustradas desta edição, eis a "Caderneta de Cromos" - reunindo uma centena dos mais bombásticos e inesquecíveis cromos não só da rubrica, como da nossa infância e juventude! Uma colecção que responde a questões pertinentes, tais como… - Samantha Fox e Kim Wilde: qual delas para casar? - Qual delas para coiso? - Quantas maneiras havia de comer as bolachas Belinhas? - Usar um blaser branco igual ao do Don Johnson no Miami Vice, resulta na vida real quando se é caixa de óculos. - Como é que os kalkitos são uma metáfora para as relações sexuais sem amor? - Porque é que o Fizz Limão é o D. Sebastião da indústria dos gelados? - Como se resolve, afinal, o Cubo Mágico?"
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"O nosso objectivo era fazer o melhor que pudéssemos para caracterizar Portugal, de forma geral, em nove episódios de temas diversos. Queríamos criar uma Bíblia de costumes, tradições, taras, defeitos e manias (meti o "defeitos" ali no meio, porque ficava estranho "taras" e "manias" junto) dos portugueses. Não seremos nós a dizer se conseguimos ou não. Resta-nos a glória de podermos afirmar que tudo o que está neste livro, aconteceu na realidade." - RSC"Very Typical" é o livro humorístico que retrata os piores hábitos dos portugueses, dividido pelos seguintes temas: férias, noite, as dez pessoas que não deviam existir, mulheres, homens, as dez piores coisas que podem acontecer a um português, tradições, redes sociais e música.Sempre com uma visão mordaz que choca as sensibilidades mais conservadoras, que não se inibe de exemplificar com personalidades nacionais e internacionais, Rui Sinel de Cordes retrata o povo português com a intensidade e a caricatura que o humor levado ao extremo permite.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Os homens são isto, os homens são aquilo… Quer mesmo saber como são os homens? Este livro responde a essa pergunta. Na origem está uma investigação sociológica sobre masculinidades, onde são abordados temas como o amor, a sexualidade, os relacionamentos conjugais, a parentalidade e os cuidados com o corpo. E porque "homens há muitos!", é ainda apresentada uma tipologia de masculinidades. Fique a conhecer os homens tradicionais, os homens reflexivos, os homens exuberantes e os homens distintivos. Ao mesmo tempo que o leitor ficará a saber pormenores da intimidade destes homens, serão levantadas questões ainda mais profundas como o tema da mudança social e o futuro das masculinidades.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um compêndio inestimável com belíssimas ilustrações de algumas subespécies irritantíssimas de portugueses e respectiva catalogação. Quem nunca teve de aturar um beto de esquerda, um ortoréxico, um terraplanista, um teorizador de conspiração, um cidadão, um saudosista do Estado Novo, um influencer, um fumador, um ex-fumador, um defensor do politicamente correcto, um detractor do políticamente correcto, uma recém-mamã com um blogue, um ecologista, um velho do restelo, as crianças dos outros. É irritante, não é? Pedro Vieira, vencedor do PEN para primeira obra de ficção em 2012, utente crítico (em todos os sentidos) de transportes públicos, humorista de fino recorte e senhor de uma subtil (chamemos-lhe assim) capacidade de observação do plano socio-politico-antropológico dos indivíduos com quem partilha o espaço social, decidiu levar ao prelo esta breve antologia de tipos de portugueses que nos tiram do sério, que nos fazem questionar as leis básicas do convívio entre indivíduos da mesma espécie, que desafiam as teorias mais progressistas sobre o ser humano, que, em suma, nos dão instintos assassinos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Depois de mais de 40 mil exemplares de A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram Num Bar, chega o novo livro de Ricardo Araújo Pereira. Quem já o leu, já o ouviu na rádio ou já o viu na televisão (e é difícil que uma das três coisas ainda não tenha acontecido a alguém em Portugal) sabe que uma das grandes causas de Ricardo Araújo Pereira é a liberdade de expressão. Reaccionário com Dois Cês é sobre isso, mas é também sobre portugalidade, vitórias no Euro, propriazinhas (ou selfies), língua portuguesa, Shakespeare, os justiceiros das redes sociais, a vagina de Marine Le Pen e outras rabugices, num livro que se divide em quatro capítulos: - Comente o Seguinte País - Admirável Facebook Novo - Então mas o Que É Isto? - Assim Como Nós Não Perdoamos a Quem Nos Tenha Ofendido
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este é um relato cru e honesto sobre como é ser-se pai de duas crianças. Sem figuras de estilo para dourar a pílula, sem maquilhagem para esconder as imperfeições e sem papas na língua. Há crianças que nasceram para dar cabo da vida como a conhecemos. O bebé Judas, o bebé Hitler e os meus dois filhos. O primeiro veio ao mundo para destruir o messias. O segundo para destruir a humanidade. Os meus filhos vieram para destruir a minha paciência e os seios da minha mulher.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O humorista e cronista Diogo Faro quer um mundo melhor - para ele e para todos nós. Quem diz que não discute política, é porque vive num mundo que lhe convém. Mas não é esse o caso para 99% da população mundial. O activista acredita que um mundo melhor para ele e para todos nós é possível. Mas um mundo melhor não se materializa à nossa frente por mero desejo ou pondo em prática a "lei da atracção". Denunciar crimes e injustiças, ouvir e observar o que nos rodeia com sentido crítico, conhecer o passado, desenvolver a empatia e praticar a generosidade não são apenas pormenores de conduta pessoal, mas sim o que nos separa de uma tragédia iminente. "Se, para Camões, "amor é fogo que arde sem se ver", para os bilionários será deixar tudo a arder e nós a ver." Confrontar o privilégio de alguns, exigir equidade e rejeitar a violência e a exploração são acções de que já não podemos fugir se queremos sobreviver. Este é o momento para entrar na luta e erguer a voz contra o racismo, a homofobia, o fascismo, a emergência climática, a violência de género e o neoliberalismo. A luta contra a desigualdade é a luta pela Humanidade. Neste Processo de humanização em curso, Diogo Faro demonstra que é possível ganhar consciência sem perder o sentido de humor.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Zaya foi maltratada, abandonada e presa a uma árvore, resgatada e colocada no canto mais recôndito de um canil, onde os pitbulls e outros cães "perigosos" ficam até morrer. Mas o destino levou até aquele lugar um ser bondoso e extremamente belo*, que a adotou. Agora, com novos donos, nova casa, nova vida... tudo mudou! As relações com outros animais, o seu ódio de estimação por gatos, a vida como influencer, o estranho modo de viver dos humanos, tudo é relatado no diário que alimenta. E já que falamos em alimentar: para a Zaya, bacon é vida. *O humorista Guilherme Duarte. Os adjetivos usados são da Zaya.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Fernando Rocha tornou-se conhecido em Portugal, e também nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, como o nosso mais divertido contador de anedotas. Entretanto, fruto da evolução das tecnologias, passou a ser também um youtuber de sucesso, com mais de 100 mil subscritores e mais de 10 milhões de visualizações no seu canal em menos de um ano. Este livro é um conjunto de anedotas de Fernando Rocha - precisamente 200 - e textos originais e exclusivos de vários dos humoristas de stand up commedy que o acompanham nos espetáculos "Pi100Pé", que vão esgotando salas um pouco por esse país fora e cuja quarta temporada tem agora início.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
QUASE 15 ANOS DEPOIS, O INFAME REGRESSO DO DIÁRIO DE "O MEU PIPI" Edição de luxúria, com alguns textos inéditos. Com 35 mil exemplares vendidos e depois de se ter transformado num dos maiores fenómenos mediáticos da literatura portuguesa, o Pipi mais famoso do país volta a disponibilizar a sua obra inaugural, há muito esgotada, com todos os seus famosos afodismos e pastiches de escritores, como José Saramago ou António Lobo Antunes. Transitou de blogue para livro, só escreve para maiores de 18, já publicou os seus Sermões (Tinta-da-china, 2011), mas Pipi continua a ser recatado e do lar. A identidade do autor continua a ser um dos segredos mais bem guardados da literatura nacional. Pipi já foi confundido com Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink, José Vilhena, Ricardo Araújo Pereira e Pedro Mexia, mas o mistério permanece. "EM BUSCA DAS FODAS PERDIDAS - Fodas há que um homem não esquece jamais. No seu leito de morte, essas fodas hão-de assomar-lhe ao espírito, arrebitando-lhe o engelhado nabo pela vez derradeira. Porém, não são mais de três ou quatro. Às outras, espera-as a crueldade mansa do olvido."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Um livro que parece um jogo (e, no final, ganha o Porto) Tornaram-se famosas as suas participações nas galas de atribuição dos Dragões de Ouro, do Futebol Clube do Porto. Numa delas, em Outubro de 2017, talvez antecipando a alegria da conquista do campeonato, fez Sérgio Conceição chorar de tanto rir. Pinto da Costa elogia-lhe o bom gosto e o talento, chama-lhe dragona e "uma espécie de Rui Barros", por não ter "estatura para um combate muito físico", mas ser capaz de reagir "sempre em grande velocidade e com muito humor, o que também define e distingue os mais inteligentes". Joana Marques é indiscutivelmente um dos grandes talentos do humor português e o seu portismo é inversamente proporcional ao seu tamanho. Neste livro que parece um jogo, ilustrado pelo também portista Pedro Vieira, Joana Marques vai do primeiro ao nonagésimo segundo minuto - aquele em que os jogos se decidem a favor dos dragões - jogando sempre à Porto. Fazem parte da sua equipa nomes incontornáveis da história do clube - de João Pinto a Vítor Baía, passando por Domingos Paciência, José Maria Pedroto, Jardel, Hulk, Madjer, José Mourinho, Fernando Gomes, André Villas-Boas, Rui Barros, Sérgio Conceição e, claro, o inevitável Marega, sem esquecer craques como Iván Kaviedes ou Lucas Mareque. E é com eles que Joana Marques revisita de forma divertida grandes momentos da história do clube - das vitórias na Liga dos Campões e na Taça Intercontinental, passando pelo Penta e pelo inevitável 28º título de campeão nacional, conquistado no sofá, a 5 de Maio de 2018. Um livro que pode ler-se como quem vê um jogo de futebol, mas com menos nervos, porque está garantido que aqui, em todas as páginas, o Porto vence.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Saliente-se que, por parte de quem a escreveu, não houve qualquer cuidado na organização. Antes pelo contrário: houve displicência, preguiça e até descaramento. Por isso, não há nenhum rigor que se lhe possa apontar, nem mesmo em tribunal, e não se vislumbra qualquer aproximação voluntária à realidade. No fundo, este livro deve ser encarado como uma obra de ficção, que parte da lógica dos dicionários ditos sérios e a subverte totalmente. Talvez faça sentido considerá-lo abrangente, transversal e desbocado. Mas muitos outros adjetivos poderiam ser-lhe associados. Todos levariam a concluir que O Infame Dicionário Cómico de Língua Portuguesa é, ao que se sabe, o melhor e mais completo livro do género no mundo. Pelo menos, de acordo com a forma peculiar como o autor encara e define termos como "dicionário", "língua" ou "mundo".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"O Homem que Mordeu o Cão - Os Clássicos" é uma compilação das melhores histórias alguma vez publicadas em livro e de alguns textos inéditos.O primeiro livro do "Homem que Mordeu o Cão" já vendeu 160 mil exemplares.A rubrica está no ar desde 1997 e tem uma legião de fãs incondicional e muito atenta.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Perceber a política nem sempre é fácil. E a linguagem dos políticos também não ajuda. Por exemplo: o que quer dizer "animal feroz" segundo a política portuguesa? E qual a verdadeira definição de "bolorei ", de "cherne", de "coiso", de "irrevogável"…? O que significam, ao certo, "Coreia do Norte", "Cristo", "D. Constança", "estilo Rambo", "incubadora", "má moeda", "ministro-bebé"…? Como devemos entender dizeres enigmáticos como "novo homem português", "oásis", "onda laranja", "Rato Mickey", "rodagem", "tanga", "táxi" e "truca-truca"…? E quem falou em "bombeiro da aflição alheia"? Ou mesmo em "Sissi de Sintra"? Neste ABC da nossa gíria política, encontra mais de 500 palavras e expressões, devidamente contextualizadas, que adquiriram novos significados e subtilezas ao longo de 40 anos de democracia em Portugal - desde Soares e Cunhal a Passos Coelho, Portas e Seguro.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
É habitual um autor best-seller ganhar prémios de literatura? Pois... não é. Mas Ricardo Araújo Pereira é único. O único autor que faz rir Portugal inteiro e que transformou o humor inteligente num esmagador fenómeno de popularidade. O único humorista que é em simultâneo um grande escritor, e cujas qualidades literárias são inquestionáveis e reconhecidas por todos. Depois de receber em 2012 o Grande Prémio APE de Crónica, RAP está de volta com mais um volume das suas crónicas da Boca do Inferno. "Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno" reúne os seus melhores textos entre 2010 e 2013.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava 600 quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho 12 estantes e três hérnias."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Insultos de salão, insultos do quotidiano que usamos todo o ano, insultos em forma de expressões, insultos que exigem o uso de dicionário e, claro, os insultos onde não falta palavrões e pouca-vergonha. Tem nas suas mãos um manancial de alternativas para insultar com elegância e conveniência. Não Me Chames de... é um livro que reúne mais de 500 exemplos da arte de maldizer, com soluções para todos os destinatários e situações. Sérgio Luís de Carvalho descreve-nos a origem e a história destes insultos, alguns dos quais conhecemos bem; outros nem imaginamos o que significam. Alguns, de tão elaborados, nem dão jeito proferir. Outros são comuns, reles mesmo. Perdem em elegância o que ganham em brejeirice. Calhandreira, fedúncia, galfarro, sacripanta, sejam bíblicos, literários ou apenas ordinários, este compêndio de insultos é uma ferramenta muito útil para as horas mais difíceis (ou um alívio para a alma, quem sabe). Quer seja para se dirigir ao ferrabrás do seu colega, ao peralvilho do seu chefe ou ao manipanso que não lhe sai da frente no trânsito.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Já ouviu as rubricas radiofónicas de Ricardo Araújo Pereiras nas manhãs da Rádio Comercial, no trânsito ou no comboio a caminho do trabalho; já as encontrou nas redes sociais e partilhou com mais alguns amigos; e agora já as pode ler e guardar em formato de livro. Depois de vender mais de 50 mil exemplares com as versões em livro das séries Ribeiro e Miranda, chegou a vez da Série Lobato, uma das mais queridas do público, que contém gatos fofinhos, jedis de Fafe e seres mitológicos metade peixe/metade mulher que são escamados impiedosamente. "Eu: Bom, esteve-se ali um bocadinho a contemplar nalgas bem contempladas, houve malta que tirou fotografias, e o Rocha todo contente, porque ele é que tinha descoberto as nalgas. Nisto, a senhora acaba de urinar, levanta-se e o Rocha percebe que é a mulher dele. E diz o Rocha: ‘Eh, mas o que é isto? Parece que nunca viram umas nalgas. Mas que é isto? Tudo de roda das nalgas da minha esposa?’ E diz o Zé Carlos: ‘Ó Rocha, a tua esposa é que veio urinar em património mundial. Uma pessoa vem ver património, leva com as nalgas da tua esposa. Eu sou muito sincero: eu vim mais pelo património.’ Pedro: E depois? O que é que se passou? Eu: Depois, o Zé Carlos perguntou: ‘Olha lá, ó Rocha, como é que tu não viste logo que eram as nalgas da tua esposa? Não conheces as nalgas da tua esposa?’ E o Rocha: ‘Eh pá, eu já não as via há muito tempo. Nos primeiros anos do casamento via-as todos os dias, mas depois o contacto vai-se perdendo, é como tudo. Há mais de 20 anos que não as via.’ E diz o Zé Carlos: ‘Por isso é que eu defendo há muito tempo que devia haver um Facebook de nalgas. Nalgas que a gente não vê há muito tempo, vai à procura delas no Facebook e sempre mantém algum contacto com nalgas antigas. E organiza-se um jantar, e tal. Nada disto acontecia se tu fosses amigo das nalgas da tua mulher no Facebook.’ Vanda: Então mas isto é que é uma história enriquecedora em termos humanos? Eu: Então, tem turismo, tem ideias para novas tecnologias, tem nalgas. O que é que se quer mais? As pessoas, às vezes, também gostam de chatear por chatear."
Nº Páginas: 170
Sinopse:
DESDE A CADERNETA DE CROMOS QUE NÃO SE VIA UM NUNO MARKL ASSIM!"O meu nome é Nuno Markl. Aqui dentro falo de bifes, lagostas, leitões, circos, touradas, a minha barriga de camionista, as minhas pernas de Popeye, os meus pulsos de bailarina, cães, gatos, filmes para adultos, acordo ortográfico, Scrabble, dinheiro, empresas, cronistas cor-de-rosa, censos, lojas chinesas, música pop, televisão, assaltos, os 40 anos, saladas, telemóveis, praia, almoços de trabalho, filmes, séries, patuscadas, beijos, vandalismo, Espanha, TV Shop, spam, futebol, feiras medievais, sinais, e há-de haver mais qualquer coisa que agora me escapa. É questão de ler. Mas em casa. Não é aqui na loja sem pagar. Pronto."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro que é um 2 em 1 Com textos humorísticos e com os famosos jogos do programa para promover o convívio! Coragem! Redenção! Relações tórridas com uma cascata como cenário! Nada disto pode ser encontrado neste livro, que basicamente reúne as manias apresentadas pela Susana Romana nas Manhãs da M80 - manias essas que talvez até reconheça e partilhe. Afinal, se calhar os macaquinhos dos nossos sótãos não são assim tão diferentes. Aqui tem temas que vão desde o terror dos parques infantis às partidas que se pregavam pelo telefone nos anos 80, passando por como se comportam as pessoas num grupo de WhatsApp, pela inutilidade de passar a ferro ou pelas melhores técnicas para enfardar num buffet. Mas se achar que ler um livro é uma experiência demasiado solitária, nada tema: tal como aqueles iogurtes que afinal também são uma gelatina, este volume é um 2 em 1. Encontra aqui uma segunda parte com jogos para fazer com família, amigos, inimigos ou desconhecidos numa paragem de autocarro. E sim, pode fazer batotice para ganhar sempre, especialmente se for a pessoa que gastou efectivamente dinheiro a comprar o livro.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Idiotas Úteis e Inúteis reúne mais de cem crónicas humorísticas que RAP escreveu originalmente para o jornal brasileiro de maior tiragem, a Folha de S. Paulo. Da vida política brasileira à cirurgia cosmética facial de Rambo, da etiqueta respiratória sob pandemia ao teorema dos macacos infinitos, da higiene pessoal de James Bond ao cabeleireiro de Medusa, da infância Fortnite ao politicamente correcto, este volume percorre os temas caros ao comediante e o seu modo muito particular de observar o mundo. "Toda a gente tolera os idiotas úteis — que são, aliás, o melhor tipo de idiota. Os idiotas inúteis, pelo contrário, geram muito menos simpatia, uma vez que juntam a inutilidade à idiotice. Mas os idiotas úteis obtêm um certo tipo de redenção porque, sendo idiotas (uma circunstância infeliz da qual, em princípio, nem têm culpa), têm um préstimo. Se quiséssemos estabelecer uma hierarquia entre espertos úteis, espertos inúteis, idiotas úteis e idiotas inúteis, os idiotas úteis ocupariam um honroso segundo lugar, atrás dos espertos úteis mas à frente dos espertos inúteis, que, sendo embora espertos, não nos ajudam em nada."
