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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma ditadura, que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, e resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária. A Assembleia Constituinte será cercada e o Governo sequestrado. Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se «ao lado do povo e ao serviço da classe operária», a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada. Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a História. Breve História do PREC traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma ditadura, que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, e resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária. A Assembleia Constituinte será cercada e o Governo sequestrado. Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se «ao lado do povo e ao serviço da classe operária», a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada. Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a História. Breve História do PREC traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Quando um jovem professor decide aceitar a mão que o destino lhe estende, longe está de imaginar que, desse momento em diante, de mero espectador passará a narrador e personagem da sua própria vida. Na aldeia dos avós, no Alentejo mais profundo, Joaquim Baiôa, velho faz-tudo, decidiu recuperar as casas que os proprietários haviam votado ao abandono e assim reabilitar Gorda-e-Feia, antes que a morte a venha reclamar. Eis, pois, o pretexto ideal para uma pausa no ensino e o sossegar de um quotidiano apressado imposto pela modernidade. Mas, em Gorda-e-Feia, a morte insiste em sair à rua, e a pacatez por que o jovem professor ansiava torna-se um tempo à míngua, enquanto, juntamente com Baiôa, tenta lutar contra a desertificação de um mundo condenado. Num romance que tanto tem de poético como de irónico, repleto de personagens memoráveis e de exuberância imaginativa, e construído como uma teia que se adensa ao ritmo da leitura, Rui Couceiro põe frente a frente dois mundos antagónicos, o urbano e o rural, e duas gerações que se encontram a meio caminho, sobre o pó que ali se tinge de vermelho, o mais novo à espera, o mais velho sem data para morrer.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Quando um jovem professor decide aceitar a mão que o destino lhe estende, longe está de imaginar que, desse momento em diante, de mero espectador passará a narrador e personagem da sua própria vida. Na aldeia dos avós, no Alentejo mais profundo, Joaquim Baiôa, velho faz-tudo, decidiu recuperar as casas que os proprietários haviam votado ao abandono e assim reabilitar Gorda-e-Feia, antes que a morte a venha reclamar. Eis, pois, o pretexto ideal para uma pausa no ensino e o sossegar de um quotidiano apressado imposto pela modernidade. Mas, em Gorda-e-Feia, a morte insiste em sair à rua, e a pacatez por que o jovem professor ansiava torna-se um tempo à míngua, enquanto, juntamente com Baiôa, tenta lutar contra a desertificação de um mundo condenado. Num romance que tanto tem de poético como de irónico, repleto de personagens memoráveis e de exuberância imaginativa, e construído como uma teia que se adensa ao ritmo da leitura, Rui Couceiro põe frente a frente dois mundos antagónicos, o urbano e o rural, e duas gerações que se encontram a meio caminho, sobre o pó que ali se tinge de vermelho, o mais novo à espera, o mais velho sem data para morrer.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Orão é um lugar de sangue quente, cheio de superstições, habitado por personagens memoráveis como a benzedeira Xêpa Alma, o corrupto alcaide Heitor Raimundo ou o diligente boticário Zaqueu Soeiro. Destaca-se, entre eles, Juvenal Papisco, um padre de temperamento espontâneo e cru que sucumbe sem pudor aos prazeres e às imperfeições e que não suporta as injustiças que se perpetuam em Orão, avivadas pelo predomínio dos senhores de sempre. Quando o jornal clandestino "A Trama" acusa Ismael Macho de andar metido com a mulher de outro, todos temem uma desgraça, e Ismael acaba mesmo por morrer durante a procissão da Virgem Santíssima, em circunstâncias estranhas. Todos as suspeitas recaem sobre o marido enganado, mas este nem à força de porrada admite a autoria do crime, para desespero do coronel Moniz. "Os segredos de Juvenal Papisco" é um romance de estreia memorável, que com uma fina ironia e um apurado sentido caricatural se apresenta como uma metáfora social, expondo a traição, a urdidura política, as fraquezas da justiça, o espaço conjugal como campo de sonhos e de utopias e as mezinhas respondendo ao que a medicina não pode.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Orão é um lugar de sangue quente, cheio de superstições, habitado por personagens memoráveis como a benzedeira Xêpa Alma, o corrupto alcaide Heitor Raimundo ou o diligente boticário Zaqueu Soeiro. Destaca-se, entre eles, Juvenal Papisco, um padre de temperamento espontâneo e cru que sucumbe sem pudor aos prazeres e às imperfeições e que não suporta as injustiças que se perpetuam em Orão, avivadas pelo predomínio dos senhores de sempre. Quando o jornal clandestino "A Trama" acusa Ismael Macho de andar metido com a mulher de outro, todos temem uma desgraça, e Ismael acaba mesmo por morrer durante a procissão da Virgem Santíssima, em circunstâncias estranhas. Todos as suspeitas recaem sobre o marido enganado, mas este nem à força de porrada admite a autoria do crime, para desespero do coronel Moniz. "Os segredos de Juvenal Papisco" é um romance de estreia memorável, que com uma fina ironia e um apurado sentido caricatural se apresenta como uma metáfora social, expondo a traição, a urdidura política, as fraquezas da justiça, o espaço conjugal como campo de sonhos e de utopias e as mezinhas respondendo ao que a medicina não pode.
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Numa pequena vila siciliana, um jornalista pede uma entrevista a uma freira enigmática: ela é Nancy Pertinace, outrora figura pública de Nova Iorque e candidata a mayor da cidade. Ao longo de vários dias, Nancy fará revelações surpreendentes sobre o seu passado e sobre os motivos que a levaram a refugiar-se nos confins daquela ilha. Porém, nem sempre o que é revelado é absoluto e há mais sombras no seu presente do que se possa imaginar…. Sveva Casati Modignani assina aqui um romance empolgante, que já foi adaptado à televisão.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Numa pequena vila siciliana, um jornalista pede uma entrevista a uma freira enigmática: ela é Nancy Pertinace, outrora figura pública de Nova Iorque e candidata a mayor da cidade. Ao longo de vários dias, Nancy fará revelações surpreendentes sobre o seu passado e sobre os motivos que a levaram a refugiar-se nos confins daquela ilha. Porém, nem sempre o que é revelado é absoluto e há mais sombras no seu presente do que se possa imaginar…. Sveva Casati Modignani assina aqui um romance empolgante, que já foi adaptado à televisão.
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Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Um famoso futebolista do FC Porto é assassinado num bar irlandês em plena Foz. Para Jaime Ramos, inspetor da Polícia Judiciária do Porto, e Filipe Castanheira, que interrompe um exílio autoimposto nos Açores, há vários implicados no crime: Alexandra, a mulher da vítima, Susana, casada com outro futebolista e amante do morto, Serafim, o amante da amante, e outras figuras mais ou menos sombrias que evocam as relações obscuras do mundo do futebol. Enquanto as investigações decorrem, vão emergindo as muitas paixões que envolvem todas as personagens — a de Jaime Ramos e de Filipe Castanheira pela comida; a de Jorge Alonso, o dono do bar irlandês, pela Irlanda, e de quase todos pelo futebol – suposto móbil do livro. São essas paixões que acabam por dar sentido à falta de sentido da vida. Este é o romance onde, em 1991, aparecia pela primeira vez o inspetor Jaime Ramos — que, ao longo de trinta anos, tem sido personagem de livros como Longe de Manaus, A Luz de Pequim ou O Mar em Casablanca, ou A Poeira que Cai Sobre a Terra e Outras Histórias de Jaime Ramos, entre outros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Um famoso futebolista do FC Porto é assassinado num bar irlandês em plena Foz. Para Jaime Ramos, inspetor da Polícia Judiciária do Porto, e Filipe Castanheira, que interrompe um exílio autoimposto nos Açores, há vários implicados no crime: Alexandra, a mulher da vítima, Susana, casada com outro futebolista e amante do morto, Serafim, o amante da amante, e outras figuras mais ou menos sombrias que evocam as relações obscuras do mundo do futebol. Enquanto as investigações decorrem, vão emergindo as muitas paixões que envolvem todas as personagens — a de Jaime Ramos e de Filipe Castanheira pela comida; a de Jorge Alonso, o dono do bar irlandês, pela Irlanda, e de quase todos pelo futebol – suposto móbil do livro. São essas paixões que acabam por dar sentido à falta de sentido da vida. Este é o romance onde, em 1991, aparecia pela primeira vez o inspetor Jaime Ramos — que, ao longo de trinta anos, tem sido personagem de livros como Longe de Manaus, A Luz de Pequim ou O Mar em Casablanca, ou A Poeira que Cai Sobre a Terra e Outras Histórias de Jaime Ramos, entre outros.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O que leva um homem a descer de um comboio antes do fim da viagem e ir esconder-se numa cidadezinha decadente? Um desejo de recomeço ou a necessidade de acabar de vez com a vida? Pablo, o protagonista em fuga, é conduzido pelo destino a Pozonegro, um antigo centro de extração de carvão que é hoje uma localidade moribunda. No entanto, há humor nesta cidade triste e maldita, porque a vida é feita de alegria. E de segredos, claro. Todos os habitantes de Pozonegro possuem o seu. Alguns são apenas ridículos. Outros, sombrios e muito perigosos. Há gente que finge ser quem não é ou que esconde a sua verdadeira motivação, num intrincado jogo de espelhos; e há também a luminosa, imperfeita e um pouco louca Raluca, que pinta quadros e cuja vida se cruza com a de Pablo. Um romance sobre o bem e o mal, uma radiografia dos anseios humanos – medo e serenidade, culpa e redenção, ódio e desejo –, uma história de um amor terno e febril, A Boa Sorte espelha, sobretudo, um profundo amor à vida. No fim de contas, depois de cada perda, pode haver um recomeço. Porque a sorte só é boa se assim o decidirmos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O que leva um homem a descer de um comboio antes do fim da viagem e ir esconder-se numa cidadezinha decadente? Um desejo de recomeço ou a necessidade de acabar de vez com a vida? Pablo, o protagonista em fuga, é conduzido pelo destino a Pozonegro, um antigo centro de extração de carvão que é hoje uma localidade moribunda. No entanto, há humor nesta cidade triste e maldita, porque a vida é feita de alegria. E de segredos, claro. Todos os habitantes de Pozonegro possuem o seu. Alguns são apenas ridículos. Outros, sombrios e muito perigosos. Há gente que finge ser quem não é ou que esconde a sua verdadeira motivação, num intrincado jogo de espelhos; e há também a luminosa, imperfeita e um pouco louca Raluca, que pinta quadros e cuja vida se cruza com a de Pablo. Um romance sobre o bem e o mal, uma radiografia dos anseios humanos – medo e serenidade, culpa e redenção, ódio e desejo –, uma história de um amor terno e febril, A Boa Sorte espelha, sobretudo, um profundo amor à vida. No fim de contas, depois de cada perda, pode haver um recomeço. Porque a sorte só é boa se assim o decidirmos.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Nacala, 23 de abril de 1971. Um navio da Marinha mercante portuguesa parte desse porto moçambicano com destino a Porto Amélia (hoje, Pemba). A bordo leva a tripulação e um civil, num total de vinte e quatro almas, bem como um importante carregamento de material de guerra destinado ao Exército português no Ultramar. No dia seguinte, de madrugada, um petroleiro encontra esse mesmo navio, de seu nome Angoche, à deriva, incendiado e sem ninguém a bordo, como se de um navio-fantasma se tratasse. De imediato, a PIDE/DGS abre um inquérito. Os relatórios iniciais mencionam duas explosões, e as teorias para o que aconteceu surgem em catadupa. Não faltam presumíveis culpados a quem apontar o dedo, mas não há provas. Para adensar o mistério, na noite do desaparecimento do Angoche, uma portuguesa, que trabalhava num cabaré da cidade da Beira e é tida como amante de um oficial da Marinha, cai de um edifício. Suicídio ou assassinato, as circunstâncias da sua morte nunca são verdadeiramente esclarecidas, e a dúvida paira… Depois do 25 de Abril, os relatórios da PIDE/DGS desaparecem. A carcaça do navio, ancorado no porto de Lourenço Marques, acaba por ser afundada. Se testemunhas houve, não falam. Estes são os factos. A partir deles, Carlos Vale Ferraz constrói um romance puramente ficcional, embora essencial e certeiro, sobre moralidade e heroísmo; e onde se demonstra como a imagem de um país se pode construir, não de verdade e justiça, mas da glorificação dos seus mais vergonhosos feitos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Nacala, 23 de abril de 1971. Um navio da Marinha mercante portuguesa parte desse porto moçambicano com destino a Porto Amélia (hoje, Pemba). A bordo leva a tripulação e um civil, num total de vinte e quatro almas, bem como um importante carregamento de material de guerra destinado ao Exército português no Ultramar. No dia seguinte, de madrugada, um petroleiro encontra esse mesmo navio, de seu nome Angoche, à deriva, incendiado e sem ninguém a bordo, como se de um navio-fantasma se tratasse. De imediato, a PIDE/DGS abre um inquérito. Os relatórios iniciais mencionam duas explosões, e as teorias para o que aconteceu surgem em catadupa. Não faltam presumíveis culpados a quem apontar o dedo, mas não há provas. Para adensar o mistério, na noite do desaparecimento do Angoche, uma portuguesa, que trabalhava num cabaré da cidade da Beira e é tida como amante de um oficial da Marinha, cai de um edifício. Suicídio ou assassinato, as circunstâncias da sua morte nunca são verdadeiramente esclarecidas, e a dúvida paira… Depois do 25 de Abril, os relatórios da PIDE/DGS desaparecem. A carcaça do navio, ancorado no porto de Lourenço Marques, acaba por ser afundada. Se testemunhas houve, não falam. Estes são os factos. A partir deles, Carlos Vale Ferraz constrói um romance puramente ficcional, embora essencial e certeiro, sobre moralidade e heroísmo; e onde se demonstra como a imagem de um país se pode construir, não de verdade e justiça, mas da glorificação dos seus mais vergonhosos feitos.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pieta tem um segredo. Há 10 anos, Pieta foi raptada por um homem que se autointitulava "O Assassino da Venda", e que prometeu não a matar se mantivesse os olhos fechados por 48 horas. Pieta nunca contou a ninguém o que lhe aconteceu, decidindo seguir com a sua vida como se nada se tivesse passado. Mas quando "O Assassino da Venda" começa a perseguir as vítimas sobreviventes, Pieta percebe que terá de revelar o seu segredo para salvar a própria vida... Jody tem um segredo Há 15 anos, Jody, polícia, cometeu um erro terrível que permitiu que o criminoso em série conhecido como "O Assassino da Venda" escapasse em liberdade. Ao descobrir que a jornalista Pieta sobreviveu a um ataque desse mesmo homem, Jody percebe que talvez tenha encontrado uma forma de o apanhar. Mas essa decisão poderá colocar a vida de duas pessoas inocentes em risco... Pieta e Jody mantiveram o silêncio para se protegerem. Se o revelarem agora, estarão a salvar ou a sacrificar alguém? O novo e emocionante thriller da autora de a filha da minha melhor amiga
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pieta tem um segredo. Há 10 anos, Pieta foi raptada por um homem que se autointitulava "O Assassino da Venda", e que prometeu não a matar se mantivesse os olhos fechados por 48 horas. Pieta nunca contou a ninguém o que lhe aconteceu, decidindo seguir com a sua vida como se nada se tivesse passado. Mas quando "O Assassino da Venda" começa a perseguir as vítimas sobreviventes, Pieta percebe que terá de revelar o seu segredo para salvar a própria vida... Jody tem um segredo Há 15 anos, Jody, polícia, cometeu um erro terrível que permitiu que o criminoso em série conhecido como "O Assassino da Venda" escapasse em liberdade. Ao descobrir que a jornalista Pieta sobreviveu a um ataque desse mesmo homem, Jody percebe que talvez tenha encontrado uma forma de o apanhar. Mas essa decisão poderá colocar a vida de duas pessoas inocentes em risco... Pieta e Jody mantiveram o silêncio para se protegerem. Se o revelarem agora, estarão a salvar ou a sacrificar alguém? O novo e emocionante thriller da autora de a filha da minha melhor amiga
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra._x000D_ Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade./ _x000D_ Quando uma série de homicídios ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra._x000D_ Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade./ _x000D_ Quando uma série de homicídios ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Ao acordar em sobressalto naquela noite de junho de 1848, a jovem Benedita não podia imaginar a transformação radical que a sua vida iria sofrer. Um ano volvido, tendo perdido tudo o que a prendia a Pernambuco, embarcava com escassos haveres e o coração apertado em direção a Moçâmedes. Consigo seguia mais de uma centena de portugueses que, desiludidos com o Brasil, procuravam uma nova oportunidade, fundando uma colónia agrícola do outro lado do Atlântico. Uma Fazenda em África acompanha a vida e as histórias dos primeiros colonos numa terra brutal, trazendo à superfície os sucessos e desaires, os perigos e as surpresas da sua fixação num território inóspito e selvagem. Baseado numa investigação histórica meticulosa e tendo como pano de fundo a colonização de Moçâmedes, este novo romance de João Pedro Marques leva-nos por uma África simultaneamente enternecedora e inclemente, carregada de exotismo e em cujos trilhos a aventura e o amor caminham de mãos dadas.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Ao acordar em sobressalto naquela noite de junho de 1848, a jovem Benedita não podia imaginar a transformação radical que a sua vida iria sofrer. Um ano volvido, tendo perdido tudo o que a prendia a Pernambuco, embarcava com escassos haveres e o coração apertado em direção a Moçâmedes. Consigo seguia mais de uma centena de portugueses que, desiludidos com o Brasil, procuravam uma nova oportunidade, fundando uma colónia agrícola do outro lado do Atlântico. Uma Fazenda em África acompanha a vida e as histórias dos primeiros colonos numa terra brutal, trazendo à superfície os sucessos e desaires, os perigos e as surpresas da sua fixação num território inóspito e selvagem. Baseado numa investigação histórica meticulosa e tendo como pano de fundo a colonização de Moçâmedes, este novo romance de João Pedro Marques leva-nos por uma África simultaneamente enternecedora e inclemente, carregada de exotismo e em cujos trilhos a aventura e o amor caminham de mãos dadas.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Mistral Vernati, o grande campeão de Fórmula Um, está em coma no hospital, depois de um terrível acidente na pista de Monza. Enquanto Mistral luta pela vida, uma pequena multidão de personagens move-se à sua volta, com motivações diversas e nem sempre confessáveis. Maria, a companheira, o seu primeiro e único amor; a mãe, que nunca conseguiu compreender as suas opções de vida, mas para quem ele era a sua razão de viver; Chantal, a mulher que nunca o libertou de um casamento falhado, e que mesmo naquele momento dramático só pensa em arruiná-lo; os filhos, Manuel e Fiamma. Entre recordações e segredos, descobriremos a verdadeira história de Mistral e Maria. Sveva Casati Modignani, apresenta-nos uma história tão romântica quanto dolorosa, dando vida a figuras inesquecíveis que animam a soberba intriga deste romance.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Mistral Vernati, o grande campeão de Fórmula Um, está em coma no hospital, depois de um terrível acidente na pista de Monza. Enquanto Mistral luta pela vida, uma pequena multidão de personagens move-se à sua volta, com motivações diversas e nem sempre confessáveis. Maria, a companheira, o seu primeiro e único amor; a mãe, que nunca conseguiu compreender as suas opções de vida, mas para quem ele era a sua razão de viver; Chantal, a mulher que nunca o libertou de um casamento falhado, e que mesmo naquele momento dramático só pensa em arruiná-lo; os filhos, Manuel e Fiamma. Entre recordações e segredos, descobriremos a verdadeira história de Mistral e Maria. Sveva Casati Modignani, apresenta-nos uma história tão romântica quanto dolorosa, dando vida a figuras inesquecíveis que animam a soberba intriga deste romance.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Certa noite, um fenómeno natural súbito e inexplicável deixa um hotel completamente isolado e rodeado por uma cratera funda, o que não só resulta numa perda de liberdade de movimentos para os hóspedes (que não podem sair e têm de passar a ocupar posições específicas para não desequilibrarem um edifício em perigo de derrocada), mas também num convívio diário forçado entre pessoas de contextos e gerações muito diferentes que eventualmente nunca chegariam a conhecer-se. O sinistro – como virá a ser referida a catástrofe – é pressentido pela filha do Engenheiro responsável pela construção do hotel, uma pré-adolescente que perdeu a mãe em circunstâncias pouco claras dois anos antes; leitora voraz e de imaginação fértil, a Menina Sem Sorte Nenhuma crê que recebeu a mensagem do abalo e, cansada das namoradas do pai, resolve lançar-se numa aventura, pondo-se em contacto com a Guia Turística que se encontra sitiada no hotel. Narrativa polifónica que oferece várias perspetivas da mente e do comportamento humanos num momento de crise – criando tão depressa situações cómicas e absurdas como dolorosas e chocantes – Passagem Noturna, romance finalista do Prémio LeYa, evoca a insularidade e acompanha o destino das personagens ao longo de um período de sete dias que faz pensar no mito da Criação, mas parece caminhar para um desfecho de queda e escuridão. Será assim?
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Certa noite, um fenómeno natural súbito e inexplicável deixa um hotel completamente isolado e rodeado por uma cratera funda, o que não só resulta numa perda de liberdade de movimentos para os hóspedes (que não podem sair e têm de passar a ocupar posições específicas para não desequilibrarem um edifício em perigo de derrocada), mas também num convívio diário forçado entre pessoas de contextos e gerações muito diferentes que eventualmente nunca chegariam a conhecer-se. O sinistro – como virá a ser referida a catástrofe – é pressentido pela filha do Engenheiro responsável pela construção do hotel, uma pré-adolescente que perdeu a mãe em circunstâncias pouco claras dois anos antes; leitora voraz e de imaginação fértil, a Menina Sem Sorte Nenhuma crê que recebeu a mensagem do abalo e, cansada das namoradas do pai, resolve lançar-se numa aventura, pondo-se em contacto com a Guia Turística que se encontra sitiada no hotel. Narrativa polifónica que oferece várias perspetivas da mente e do comportamento humanos num momento de crise – criando tão depressa situações cómicas e absurdas como dolorosas e chocantes – Passagem Noturna, romance finalista do Prémio LeYa, evoca a insularidade e acompanha o destino das personagens ao longo de um período de sete dias que faz pensar no mito da Criação, mas parece caminhar para um desfecho de queda e escuridão. Será assim?
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Tão perturbador e intenso como um sonho profético, Não É um Rio é um romance magistral sobre masculinidade, culpa e desejo irreprimível, mas também sobre o amor entre amigos e o amor dos ilhéus pelo seu rio e tudo o que nele vive. Enero e o Negro vão à pesca com Tilo - o filho adolescente de Eusébio, o amigo que morreu -, regressando à ilha onde costumam ir há anos, apesar da memória de um terrível acidente ali ocorrido. Enquanto bebem, cozinham, falam e dançam, lutam com os fantasmas do passado e do presente, que se confundem no ânimo alterado pelo vinho e pelo torpor. Uma rede mistura realidade e sonho, factos e conjeturas, ilhéus, água, noite, fogo, peixes, bichos. Os três são intrusos, e este momento íntimo e peculiar coloca-os em desacordo com os habitantes - humanos e não humanos - deste universo natural rodeado de água e regido pelas suas próprias leis. Há perdas, mortes prematuras… Mas há também a vitalidade obstinada da natureza. Quando a floresta se começar a fechar sobre eles, e a violência parecer inevitável, será que outra tragédia está destinada a ocorrer? Humano, mas ao mesmo tempo animal e vegetal, este romance flui como um rio, uma longa conversa ou o afeto entre seres que se amam: mães, filhos, irmãos, amigos, amantes, afilhados. Com a sua prosa precisa e económica, e a sua extraordinária sensibilidade, Selva Almada mostra novamente porque é considerada uma das vozes mais originais da atual literatura latino-americana
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Tão perturbador e intenso como um sonho profético, Não É um Rio é um romance magistral sobre masculinidade, culpa e desejo irreprimível, mas também sobre o amor entre amigos e o amor dos ilhéus pelo seu rio e tudo o que nele vive. Enero e o Negro vão à pesca com Tilo - o filho adolescente de Eusébio, o amigo que morreu -, regressando à ilha onde costumam ir há anos, apesar da memória de um terrível acidente ali ocorrido. Enquanto bebem, cozinham, falam e dançam, lutam com os fantasmas do passado e do presente, que se confundem no ânimo alterado pelo vinho e pelo torpor. Uma rede mistura realidade e sonho, factos e conjeturas, ilhéus, água, noite, fogo, peixes, bichos. Os três são intrusos, e este momento íntimo e peculiar coloca-os em desacordo com os habitantes - humanos e não humanos - deste universo natural rodeado de água e regido pelas suas próprias leis. Há perdas, mortes prematuras… Mas há também a vitalidade obstinada da natureza. Quando a floresta se começar a fechar sobre eles, e a violência parecer inevitável, será que outra tragédia está destinada a ocorrer? Humano, mas ao mesmo tempo animal e vegetal, este romance flui como um rio, uma longa conversa ou o afeto entre seres que se amam: mães, filhos, irmãos, amigos, amantes, afilhados. Com a sua prosa precisa e económica, e a sua extraordinária sensibilidade, Selva Almada mostra novamente porque é considerada uma das vozes mais originais da atual literatura latino-americana
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A Musa de Camões recua até ao século xvi, para a Lisboa de onde partiam as caravelas que descobriam o mundo e chegavam as especiarias que maravilhavam a Europa. No paço real vive a mais bela e rica princesa da cristandade, a Infanta D. Maria. Nas ruelas tortuosas aventura-se o mais talentoso poeta da época, Luís de Camões. Mas Lisboa não tem só encantos. A Infanta, invulgarmente culta e graciosa, retratada por pintores e cantada por poetas, vive asfixiada por uma corte que conspira para que ela não case nem leve o dote mais cobiçado da Europa. E Camões, invejado pelo talento único e odiado por maridos cujas mulheres cantou e encantou, é um desafortunado que até El Rei pretende exilar para longe. Um dia os seus olhares cruzam-se. Tão diferentes de nascimento e posição, as suas almas desencantadas parecem gémeas. Uma deseja atenção, a outra anseia por uma musa, ambas encontram o amor. Trazendo à vida uma época gloriosa e personagens fascinantes, Maria Helena Ventura conta-nos a história de um amor único e impossível, que aos olhos da lei era crime e aos da Inquisição era pecado.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A Musa de Camões recua até ao século xvi, para a Lisboa de onde partiam as caravelas que descobriam o mundo e chegavam as especiarias que maravilhavam a Europa. No paço real vive a mais bela e rica princesa da cristandade, a Infanta D. Maria. Nas ruelas tortuosas aventura-se o mais talentoso poeta da época, Luís de Camões. Mas Lisboa não tem só encantos. A Infanta, invulgarmente culta e graciosa, retratada por pintores e cantada por poetas, vive asfixiada por uma corte que conspira para que ela não case nem leve o dote mais cobiçado da Europa. E Camões, invejado pelo talento único e odiado por maridos cujas mulheres cantou e encantou, é um desafortunado que até El Rei pretende exilar para longe. Um dia os seus olhares cruzam-se. Tão diferentes de nascimento e posição, as suas almas desencantadas parecem gémeas. Uma deseja atenção, a outra anseia por uma musa, ambas encontram o amor. Trazendo à vida uma época gloriosa e personagens fascinantes, Maria Helena Ventura conta-nos a história de um amor único e impossível, que aos olhos da lei era crime e aos da Inquisição era pecado.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Os Grandes Erros da II Guerra Mundial, uma equipa de historiadores analisa as catastróficas decisões militares e políticas que determinaram o rumo dos acontecimentos nos anos 1939-1945. A II Guerra Mundial durou cerca de seis longos anos - algo que se ficou a dever não só à utilização de extraordinários recursos bélicos pelas duas alianças em combate, o que impossibilitava a destruição do inimigo numa única campanha, como também à estrepitosa galeria de erros cometidos por ambas as partes durante o conflito. Desconstruindo vários mitos que ainda hoje persistem e apresentando dados menos conhecidos, mas fundamentais, para a compreensão histórica da conflagração, Jean Lopez e Olivier Wieviorka oferecem-nos um panorama crítico das oportunidades perdidas que poderiam ter mudado o curso e a duração da guerra, bem como as principais razões que as motivaram - da falta de informação a essa perene subestimação das forças do adversário. Do armistício de 1940 aos desembarques no Norte de África, de Estalinegrado à estratégia naval japonesa, esta é uma análise clara de vinte decisões que resultaram em inúmeras perdas humanas e materiais.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Os Grandes Erros da II Guerra Mundial, uma equipa de historiadores analisa as catastróficas decisões militares e políticas que determinaram o rumo dos acontecimentos nos anos 1939-1945. A II Guerra Mundial durou cerca de seis longos anos - algo que se ficou a dever não só à utilização de extraordinários recursos bélicos pelas duas alianças em combate, o que impossibilitava a destruição do inimigo numa única campanha, como também à estrepitosa galeria de erros cometidos por ambas as partes durante o conflito. Desconstruindo vários mitos que ainda hoje persistem e apresentando dados menos conhecidos, mas fundamentais, para a compreensão histórica da conflagração, Jean Lopez e Olivier Wieviorka oferecem-nos um panorama crítico das oportunidades perdidas que poderiam ter mudado o curso e a duração da guerra, bem como as principais razões que as motivaram - da falta de informação a essa perene subestimação das forças do adversário. Do armistício de 1940 aos desembarques no Norte de África, de Estalinegrado à estratégia naval japonesa, esta é uma análise clara de vinte decisões que resultaram em inúmeras perdas humanas e materiais.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Publicado originalmente em 1762, Do Contrato Social constitui um texto fundamental da filosofia política, representativo do pensamento moderno e da viragem em direção ao individualismo. Partindo da rejeição da ideia de que alguém tem um direito natural de exercer autoridade sobre outros, Jean-Jacques Rousseau propõe um pacto: um Estado soberano, assente na vontade do povo enquanto coletivo, que providenciaria, a todos os cidadãos, o garante da liberdade, da igualdade e da justiça a troco da alienação dos seus direitos naturais. São estas as premissas de uma teoria polémica, tida por muitos como uma declaração fundamental da democracia, que contribui para o ardor da Revolução Francesa e que incendiou o debate sobre como devemos governar-nos.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Publicado originalmente em 1762, Do Contrato Social constitui um texto fundamental da filosofia política, representativo do pensamento moderno e da viragem em direção ao individualismo. Partindo da rejeição da ideia de que alguém tem um direito natural de exercer autoridade sobre outros, Jean-Jacques Rousseau propõe um pacto: um Estado soberano, assente na vontade do povo enquanto coletivo, que providenciaria, a todos os cidadãos, o garante da liberdade, da igualdade e da justiça a troco da alienação dos seus direitos naturais. São estas as premissas de uma teoria polémica, tida por muitos como uma declaração fundamental da democracia, que contribui para o ardor da Revolução Francesa e que incendiou o debate sobre como devemos governar-nos.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Filha de uma empregada de mesa da Hooters e de um ex-lutador profissional, Margo Millet sempre soube que teria de se desenvencilhar sozinha. Assim, decide inscrever-se na universidade, ainda que sem qualquer certeza acerca do futuro. O que certamente não estava nos seus planos era ter um caso com o professor de Literatura Inglesa e, ainda menos, que uma relação tão breve resultasse numa gravidez. Contra os conselhos de todos os que a rodeiam, Margo decide, ainda assim, não interromper a gravidez, tal é a sua vontade de encontrar um objetivo maior. Agora, com 20 anos, Margo vê-se com um filho nos braços, sem emprego e em vias de ser despejada. O futuro avizinha-se cada vez mais incerto, e Margo, a bem ou a mal, terá de encontrar uma solução - por mais controversa que seja. Extraordinariamente divertido, honesto e lúcido, Margo Tem Problemas de Dinheiro é uma história terna cuja heroína, recém-chegada à idade adulta, tudo terá de fazer para conseguir ter algum poder num mundo com pouco interesse em conceder-lho.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Filha de uma empregada de mesa da Hooters e de um ex-lutador profissional, Margo Millet sempre soube que teria de se desenvencilhar sozinha. Assim, decide inscrever-se na universidade, ainda que sem qualquer certeza acerca do futuro. O que certamente não estava nos seus planos era ter um caso com o professor de Literatura Inglesa e, ainda menos, que uma relação tão breve resultasse numa gravidez. Contra os conselhos de todos os que a rodeiam, Margo decide, ainda assim, não interromper a gravidez, tal é a sua vontade de encontrar um objetivo maior. Agora, com 20 anos, Margo vê-se com um filho nos braços, sem emprego e em vias de ser despejada. O futuro avizinha-se cada vez mais incerto, e Margo, a bem ou a mal, terá de encontrar uma solução - por mais controversa que seja. Extraordinariamente divertido, honesto e lúcido, Margo Tem Problemas de Dinheiro é uma história terna cuja heroína, recém-chegada à idade adulta, tudo terá de fazer para conseguir ter algum poder num mundo com pouco interesse em conceder-lho.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Quando decide pôr fim a um casamento de vinte e sete anos, Laura, uma prestigiada violinista, revisita os principais momentos da sua vida: em criança, o amor pelo violino, o único capaz de preencher os silêncios de uma infância solitária; na transição para a idade adulta, a busca por respostas - ou talvez a compreensão de como se formulam melhor as perguntas; e a certeza de que é na música, sempre na música, que verdadeiramente se encontra. No prolongamento da catarse, a chegada à maioridade, Álvaro e uma história de amor sem grandes sobressaltos, mas também sem grande entusiasmo; uma parceria apática em casa e na orquestra; e o início do fim: a digressão que faz sozinha pela Europa, a relação com Thomas, um clarinetista austríaco mais novo do que ela, e a tomada de consciência de que é sempre possível fazer voltar a vibrar uma corda que há muito se calou. Um romance intenso e emocionalmente poderoso, centrado na autodescoberta e no confronto com a dor do fim de um ciclo.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Quando decide pôr fim a um casamento de vinte e sete anos, Laura, uma prestigiada violinista, revisita os principais momentos da sua vida: em criança, o amor pelo violino, o único capaz de preencher os silêncios de uma infância solitária; na transição para a idade adulta, a busca por respostas - ou talvez a compreensão de como se formulam melhor as perguntas; e a certeza de que é na música, sempre na música, que verdadeiramente se encontra. No prolongamento da catarse, a chegada à maioridade, Álvaro e uma história de amor sem grandes sobressaltos, mas também sem grande entusiasmo; uma parceria apática em casa e na orquestra; e o início do fim: a digressão que faz sozinha pela Europa, a relação com Thomas, um clarinetista austríaco mais novo do que ela, e a tomada de consciência de que é sempre possível fazer voltar a vibrar uma corda que há muito se calou. Um romance intenso e emocionalmente poderoso, centrado na autodescoberta e no confronto com a dor do fim de um ciclo.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Ao viajar para Paris, Diana Wood reencontra alguém do seu passado, um homem que assombra as suas memórias e desperta a sua imaginação. Será que esta viagem a vai ajudar a reencontrar a mulher selvagem e sensual que outrora foi? Depois de anos a assistir ao desmoronar do seu casamento aparentemente estável, Diana e Oliver decidem separar-se. Mas enquanto Oliver embarca numa nova aventura profissional e numa aparente vida amorosa satisfatória, Diana janta uma taça de cereais, na sua cozinha vazia. Agora, Diana tem a sua liberdade - não era isso que ela queria? Quando surge o convite para viajar até Paris, Diana não pensa duas vezes e decide agarrar a oportunidade, para mais tarde perceber que Jasper, um homem sedutor e enigmático do seu passado, poderá lá estar também. Em tempos, Jasper aqueceu a sua vida, em todos os sentidos…, mas será que a sua luz fraca e quase extinta voltará a acender-se ao reencontrar Jasper na Cidade do Amor? Em Paris, Diana satisfaz todos os seus desejos - desde os culinários, aos artísticos, aos sensuais. Mas nenhuma viagem dura para sempre e, ao regressar a Dallas, Diana tem de enfrentar o que ainda sente por Oliver e decidir de uma vez por todas: é possível ser a mulher espontânea, criativa e cheia de vida que recentemente descobriu ser? O SEGUNDO VOLUME DA TRILOGIA DIRTY DIANA, BASEADO NO PODCAST PROTAGONIZADO POR DEMI MOORE
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Ao viajar para Paris, Diana Wood reencontra alguém do seu passado, um homem que assombra as suas memórias e desperta a sua imaginação. Será que esta viagem a vai ajudar a reencontrar a mulher selvagem e sensual que outrora foi? Depois de anos a assistir ao desmoronar do seu casamento aparentemente estável, Diana e Oliver decidem separar-se. Mas enquanto Oliver embarca numa nova aventura profissional e numa aparente vida amorosa satisfatória, Diana janta uma taça de cereais, na sua cozinha vazia. Agora, Diana tem a sua liberdade - não era isso que ela queria? Quando surge o convite para viajar até Paris, Diana não pensa duas vezes e decide agarrar a oportunidade, para mais tarde perceber que Jasper, um homem sedutor e enigmático do seu passado, poderá lá estar também. Em tempos, Jasper aqueceu a sua vida, em todos os sentidos…, mas será que a sua luz fraca e quase extinta voltará a acender-se ao reencontrar Jasper na Cidade do Amor? Em Paris, Diana satisfaz todos os seus desejos - desde os culinários, aos artísticos, aos sensuais. Mas nenhuma viagem dura para sempre e, ao regressar a Dallas, Diana tem de enfrentar o que ainda sente por Oliver e decidir de uma vez por todas: é possível ser a mulher espontânea, criativa e cheia de vida que recentemente descobriu ser? O SEGUNDO VOLUME DA TRILOGIA DIRTY DIANA, BASEADO NO PODCAST PROTAGONIZADO POR DEMI MOORE
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
SPQR («o Senado e o Povo de Roma») é um novo olhar sobre a história da Roma Antiga, de uma das mais aclamadas classicistas do mundo. Neste livro, Mary Beard, professora da Universidade de Cambridge, explora não só a forma como Roma passou de uma aldeia insignificante no centro de Itália a uma potência que controlava territórios da Península Ibérica à Síria, como também a forma como os romanos se consideravam a si próprios e às suas conquistas, e por que razão continuam a ser importantes para nós e a influenciar o mundo no século XXI. Cobrindo mil anos de história, SPQR lança uma nova luz sobre os fundamentos da cultura romana, desde a escravatura à água potável, explorando temas como a democracia, a migração, a controvérsia religiosa, a mobilidade social e a complexa teia de relações sociais no contexto mais vasto do império. Oferece-nos, também, uma nova visão das vidas de grupos inteiros de pessoas omitidos na narrativa histórica durante séculos. Esta é uma história surpreendente, incontornável e definitiva da Roma Antiga.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
SPQR («o Senado e o Povo de Roma») é um novo olhar sobre a história da Roma Antiga, de uma das mais aclamadas classicistas do mundo. Neste livro, Mary Beard, professora da Universidade de Cambridge, explora não só a forma como Roma passou de uma aldeia insignificante no centro de Itália a uma potência que controlava territórios da Península Ibérica à Síria, como também a forma como os romanos se consideravam a si próprios e às suas conquistas, e por que razão continuam a ser importantes para nós e a influenciar o mundo no século XXI. Cobrindo mil anos de história, SPQR lança uma nova luz sobre os fundamentos da cultura romana, desde a escravatura à água potável, explorando temas como a democracia, a migração, a controvérsia religiosa, a mobilidade social e a complexa teia de relações sociais no contexto mais vasto do império. Oferece-nos, também, uma nova visão das vidas de grupos inteiros de pessoas omitidos na narrativa histórica durante séculos. Esta é uma história surpreendente, incontornável e definitiva da Roma Antiga.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por detrás do que fomos, somos e seremos, estará sempre a busca pela água. Estará sempre a sede. A sede persegue-nos e impele-nos. Faz parte da nossa história e também do nosso ADN, da nossa memória e do nosso futuro. Empurrou os nossos antepassados para fora de África e fixou os seus descendentes junto dos rios caudalosos que restavam. É possível que nos tenha ajudado a inventar o pão, mas também nos fez conhecer a fome. Assistiu ao nascimento e à queda de civilizações. Levou-nos a olhar para o céu, a unir estrelas, a adorar deuses da chuva. Esta história começa no centro de Espanha, em La Mancha, um dos pontos menos chuvosos da Europa. Foi aí que, há milhares de anos, surgiu a primeira sociedade hidráulica deste continente, onde a escassez de água deu lugar a videiras, oliveiras e cereais. Em Sede, a jornalista e antropóloga Virginia Mendoza conta-nos uma história de sobrevivência, adaptação e evolução do ser humano, e relembra-nos os desafios que se prefiguram no nosso horizonte. Porque a sede une-nos, divide-nos e não deixará nunca de nos acompanhar, pois somos água em busca de água.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por detrás do que fomos, somos e seremos, estará sempre a busca pela água. Estará sempre a sede. A sede persegue-nos e impele-nos. Faz parte da nossa história e também do nosso ADN, da nossa memória e do nosso futuro. Empurrou os nossos antepassados para fora de África e fixou os seus descendentes junto dos rios caudalosos que restavam. É possível que nos tenha ajudado a inventar o pão, mas também nos fez conhecer a fome. Assistiu ao nascimento e à queda de civilizações. Levou-nos a olhar para o céu, a unir estrelas, a adorar deuses da chuva. Esta história começa no centro de Espanha, em La Mancha, um dos pontos menos chuvosos da Europa. Foi aí que, há milhares de anos, surgiu a primeira sociedade hidráulica deste continente, onde a escassez de água deu lugar a videiras, oliveiras e cereais. Em Sede, a jornalista e antropóloga Virginia Mendoza conta-nos uma história de sobrevivência, adaptação e evolução do ser humano, e relembra-nos os desafios que se prefiguram no nosso horizonte. Porque a sede une-nos, divide-nos e não deixará nunca de nos acompanhar, pois somos água em busca de água.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 592
Sinopse:
A história da primeira força policial moderna através dos homicídios mais impressionantes que investigou. O nome Scotland Yard evoca de imediato as ruas enevoadas de Londres, crimes cometidos à luz de candeeiros desmaiados e assassinos perversos perseguidos por detectives cavalheiros. Criada em 1829, a Scotland Yard acabaria por se tornar a primeira organização policial moderna do mundo, ao promover a utilização da ciência forense (como as impressões digitais e a balística) e a técnica do perfil criminal. Com base em notícias de jornais da época, transcrições de julgamentos e relatos em primeira mão dos polícias no terreno, este livro reconstitui um conjunto de crimes sangrentos que não só ficaram célebres nos dois lados do Atlântico como mudaram decisivamente os métodos de investigação criminal.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
A história da primeira força policial moderna através dos homicídios mais impressionantes que investigou. O nome Scotland Yard evoca de imediato as ruas enevoadas de Londres, crimes cometidos à luz de candeeiros desmaiados e assassinos perversos perseguidos por detectives cavalheiros. Criada em 1829, a Scotland Yard acabaria por se tornar a primeira organização policial moderna do mundo, ao promover a utilização da ciência forense (como as impressões digitais e a balística) e a técnica do perfil criminal. Com base em notícias de jornais da época, transcrições de julgamentos e relatos em primeira mão dos polícias no terreno, este livro reconstitui um conjunto de crimes sangrentos que não só ficaram célebres nos dois lados do Atlântico como mudaram decisivamente os métodos de investigação criminal.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
No final dos anos 1920, o bei Adil chega à cidade portuária de Batúmi, no mar Negro, para exercer funções de cônsul da Turquia. Na cidade, parte da recém-formada URSS, vive-se um ambiente sufocante de permanente vigilância, e o novo cônsul tem dificuldade em relacionar-se quer com a população local, hostil e faminta, cuja língua não compreende, quer com os outros diplomatas estrangeiros, que o tratam com sobranceria. Desmotivado com o seu trabalho e a incompreensível burocracia de Estado, o seu único interesse e fonte de obsessão é Sonia, a sua jovem secretária e intérprete, que pretende conquistar, mesmo desconfiando de que esta tem por missão espiá-lo. As Janelas Defronte é o aclamado romance russo de Georges Simenon. Publicado em 1933, quando a natureza do regime estalinista era ainda desconhecida no Ocidente, este famoso roman dur, sem preocupações ideológicas, consegue captar com precisão visionária a atmosfera de medo e repressão vivida nesse período.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
No final dos anos 1920, o bei Adil chega à cidade portuária de Batúmi, no mar Negro, para exercer funções de cônsul da Turquia. Na cidade, parte da recém-formada URSS, vive-se um ambiente sufocante de permanente vigilância, e o novo cônsul tem dificuldade em relacionar-se quer com a população local, hostil e faminta, cuja língua não compreende, quer com os outros diplomatas estrangeiros, que o tratam com sobranceria. Desmotivado com o seu trabalho e a incompreensível burocracia de Estado, o seu único interesse e fonte de obsessão é Sonia, a sua jovem secretária e intérprete, que pretende conquistar, mesmo desconfiando de que esta tem por missão espiá-lo. As Janelas Defronte é o aclamado romance russo de Georges Simenon. Publicado em 1933, quando a natureza do regime estalinista era ainda desconhecida no Ocidente, este famoso roman dur, sem preocupações ideológicas, consegue captar com precisão visionária a atmosfera de medo e repressão vivida nesse período.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma mulher bem-sucedida e independente vive no estrangeiro há mais de uma década, gere o seu próprio negócio e tem uma relação estável. Nada fazia prever o que a esperava, quando, de forma inesperada, a vida que considerava perfeita se desmorona: a sua relação termina de um dia para o outro e uma morte inesperada obriga-a a regressar à sua terra natal, Lisboa. Mal podia prever que ao regressar a Bruxelas, não iria sozinha. A sua companhia nesta viagem de regresso é a avó, uma figura fundamental na sua vida e com quem mantém uma ligação profunda e especial, e será agora responsável por cuidar dela. Sem alternativas, e apesar das críticas da família, a mulher de oitenta e cinco anos passa a viver com a neta. Uma convivência que, mais do que desafiar o estilo de vida de ambas, trará à tona segredos nunca revelados, mostrando-lhes a imperfeição dos heróis com quem cresceram. Este reencontro forçado fará com que ambas redescubram o verdadeiro sentido da vida.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma mulher bem-sucedida e independente vive no estrangeiro há mais de uma década, gere o seu próprio negócio e tem uma relação estável. Nada fazia prever o que a esperava, quando, de forma inesperada, a vida que considerava perfeita se desmorona: a sua relação termina de um dia para o outro e uma morte inesperada obriga-a a regressar à sua terra natal, Lisboa. Mal podia prever que ao regressar a Bruxelas, não iria sozinha. A sua companhia nesta viagem de regresso é a avó, uma figura fundamental na sua vida e com quem mantém uma ligação profunda e especial, e será agora responsável por cuidar dela. Sem alternativas, e apesar das críticas da família, a mulher de oitenta e cinco anos passa a viver com a neta. Uma convivência que, mais do que desafiar o estilo de vida de ambas, trará à tona segredos nunca revelados, mostrando-lhes a imperfeição dos heróis com quem cresceram. Este reencontro forçado fará com que ambas redescubram o verdadeiro sentido da vida.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Nápoles e Lisboa. O fim da juventude e o começo da idade adulta. Uma mulher entre dois países e entre duas idades: assim é Ana, moderna nas liberdades do corpo e anacrónica no que lhe alimenta o espírito. Lavores de Ana, história de uma travessia, é também um divertimento: seduz o leitor com cenas entre amantes, passeios de motoreta no Verão meridional e vistas bucólicas para o Vesúvio; serve-se da mística da viagem, do louvor da feminilidade, da simplificação da liberdade; joga ardilosamente com a sobreposição dos nomes próprios de autora e narradora. E, contudo, sabemos que autora e narradora não coincidem, que o delírio amoroso esbarra em famílias conservadoras ou na falta de dinheiro, que as festas pagãs não bastam para calar sermões de padres ou comentários de vizinhas. E sabemos que a liberdade, para as mulheres, tem o tempo contado. Não sabemos, no entanto, quem é Ana. Auspiciosa estreia de Ana Cláudia Santos na ficção longa, Lavores de Ana equilibra-se magistralmente entre o clássico instantâneo e a condição volátil de um sonho inventado.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Nápoles e Lisboa. O fim da juventude e o começo da idade adulta. Uma mulher entre dois países e entre duas idades: assim é Ana, moderna nas liberdades do corpo e anacrónica no que lhe alimenta o espírito. Lavores de Ana, história de uma travessia, é também um divertimento: seduz o leitor com cenas entre amantes, passeios de motoreta no Verão meridional e vistas bucólicas para o Vesúvio; serve-se da mística da viagem, do louvor da feminilidade, da simplificação da liberdade; joga ardilosamente com a sobreposição dos nomes próprios de autora e narradora. E, contudo, sabemos que autora e narradora não coincidem, que o delírio amoroso esbarra em famílias conservadoras ou na falta de dinheiro, que as festas pagãs não bastam para calar sermões de padres ou comentários de vizinhas. E sabemos que a liberdade, para as mulheres, tem o tempo contado. Não sabemos, no entanto, quem é Ana. Auspiciosa estreia de Ana Cláudia Santos na ficção longa, Lavores de Ana equilibra-se magistralmente entre o clássico instantâneo e a condição volátil de um sonho inventado.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A obra-prima do lendário escritor norueguês, uma história intensamente lírica sobre as angústias e paixões do fim da infância, a devoção à amizade e à memória. Numa paisagem fabulosa moldada pelo gelo, no coração do interminável outono norueguês, um vínculo especial emerge entre duas meninas de onze anos. Siss é popular, a líder entre os colegas da escola. Unn, recém-chegada à aldeia, é solitária, tímida e estranha, mas exerce um poder magnético sobre Siss. de carácter aparentemente oposto, atraem-se e perturbam-se, até à noite de sonho em que trocam segredos e selam um pacto, um laço tão inquebrável quanto inexplicável. No dia seguinte, envergonhada pela sua nova intimidade com Siss, Unn falta às aulas e afasta-se da aldeia para ir ver o fenómeno a que os colegas chamam palácio de gelo: uma cascata congelada transformada numa estrutura fantástica de paredes translúcidas, torres brilhantes, corredores labirínticos e câmaras secretas… e nunca mais é vista. O desaparecimento misterioso de Unn despedaça o mundo de Siss. Contra o tempo e o esquecimento, irá procurá-la e lutar para manter viva a memória da amiga que conheceu tão brevemente. Clássico intemporal da literatura escandinava, este é um romance sobre despertares emocionais, sobre sonhos e desejos, sobre perda e tristeza, onde a profunda compreensão da psique humana nos é transmitida numa linguagem poética e simbólica que está entre as realizações mais memoráveis da literatura moderna. Com O Palácio de Gelo, Vesaas tornou-se o primeiro escritor norueguês a receber o Prémio de Literatura do Conselho Nórdico, que destacou «o estilo sensível que transforma realidades interiores numa visão sublime da solidão humana e da busca por companhia».
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A obra-prima do lendário escritor norueguês, uma história intensamente lírica sobre as angústias e paixões do fim da infância, a devoção à amizade e à memória. Numa paisagem fabulosa moldada pelo gelo, no coração do interminável outono norueguês, um vínculo especial emerge entre duas meninas de onze anos. Siss é popular, a líder entre os colegas da escola. Unn, recém-chegada à aldeia, é solitária, tímida e estranha, mas exerce um poder magnético sobre Siss. de carácter aparentemente oposto, atraem-se e perturbam-se, até à noite de sonho em que trocam segredos e selam um pacto, um laço tão inquebrável quanto inexplicável. No dia seguinte, envergonhada pela sua nova intimidade com Siss, Unn falta às aulas e afasta-se da aldeia para ir ver o fenómeno a que os colegas chamam palácio de gelo: uma cascata congelada transformada numa estrutura fantástica de paredes translúcidas, torres brilhantes, corredores labirínticos e câmaras secretas… e nunca mais é vista. O desaparecimento misterioso de Unn despedaça o mundo de Siss. Contra o tempo e o esquecimento, irá procurá-la e lutar para manter viva a memória da amiga que conheceu tão brevemente. Clássico intemporal da literatura escandinava, este é um romance sobre despertares emocionais, sobre sonhos e desejos, sobre perda e tristeza, onde a profunda compreensão da psique humana nos é transmitida numa linguagem poética e simbólica que está entre as realizações mais memoráveis da literatura moderna. Com O Palácio de Gelo, Vesaas tornou-se o primeiro escritor norueguês a receber o Prémio de Literatura do Conselho Nórdico, que destacou «o estilo sensível que transforma realidades interiores numa visão sublime da solidão humana e da busca por companhia».
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