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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Aos seis anos mora num subúrbio problemático de Roma. Partilha uma casa minúscula com a mãe, Antonia, uma ruiva otimista e forte, o pai, que trabalhava nas obras até cair de um andaime e ficar paralítico, e os três irmãos. o mais velho, Mariano, é de um pai diferente, e os gémeos, mais novos, dormem num caixote de cartão. É com esperança num futuro melhor que a família se muda para um apartamento a trinta quilómetros da capital italiana, perto do lago Bracciano. Mas a nova morada revela-se igualmente hostil para Gaia, que ali se vai fazendo mulher, enfrentando diariamente uma vida que a agride e dececiona - ao ponto de lhe matar a capacidade de sonhar, ou pelo menos de desejar "não ser menos do que ninguém", como a sua mãe insiste em repetir. Ao contrário de Antonia, que carrega o mundo aos ombros sem nunca esmorecer, Gaia enfrenta a pobreza e a humilhação com sucessivas vagas de ódio - contra tudo e todos, até contra si própria, que a afastam de qualquer hipótese de fuga ou redenção. Em A Água do Lago Nunca É Doce, finalista do prémio Strega 2021, Giulia Caminito escreve sem rodeios sobre uma realidade incómoda. Num estilo ousado, direto e austero, expõe as hipocrisias da sociedade através de uma protagonista inquietante, cuja fúria parece capaz de rasgar o cenário de águas turvas, onde ela, e muitos outros, anónimos, (ainda) sobrevivem.
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Aos seis anos mora num subúrbio problemático de Roma. Partilha uma casa minúscula com a mãe, Antonia, uma ruiva otimista e forte, o pai, que trabalhava nas obras até cair de um andaime e ficar paralítico, e os três irmãos. o mais velho, Mariano, é de um pai diferente, e os gémeos, mais novos, dormem num caixote de cartão. É com esperança num futuro melhor que a família se muda para um apartamento a trinta quilómetros da capital italiana, perto do lago Bracciano. Mas a nova morada revela-se igualmente hostil para Gaia, que ali se vai fazendo mulher, enfrentando diariamente uma vida que a agride e dececiona - ao ponto de lhe matar a capacidade de sonhar, ou pelo menos de desejar "não ser menos do que ninguém", como a sua mãe insiste em repetir. Ao contrário de Antonia, que carrega o mundo aos ombros sem nunca esmorecer, Gaia enfrenta a pobreza e a humilhação com sucessivas vagas de ódio - contra tudo e todos, até contra si própria, que a afastam de qualquer hipótese de fuga ou redenção. Em A Água do Lago Nunca É Doce, finalista do prémio Strega 2021, Giulia Caminito escreve sem rodeios sobre uma realidade incómoda. Num estilo ousado, direto e austero, expõe as hipocrisias da sociedade através de uma protagonista inquietante, cuja fúria parece capaz de rasgar o cenário de águas turvas, onde ela, e muitos outros, anónimos, (ainda) sobrevivem.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Na China do século XIX, os pés enfaixados, ou «lótus dourados», são a marca de uma mulher honrada, eclipsando a beleza, um dote e até mesmo a linhagem na negociação de um casamento. Quando, ainda criança, Florzinha é comprada pela família rica dos Fong para se tornar a muizai – uma criada – de Linjing, é obrigada a viver em servidão até que a sua senhora a venda ou lhe arranje um marido. Porém, Florzinha não só tem os pés enfaixados, o que é invulgar numa muizai, como é extraordinariamente dotada para o bordado, ambas características associadas às classes sociais mais altas – e a menina agarra-se à esperança de que, um dia, tais atributos se tornem o seu passaporte para a liberdade. No entanto, ressentida com os talentos de Florzinha e enciumada pela clara preferência da mãe, Linjing tudo faz para impedir que a serva ascenda socialmente ou se torne uma mulher livre. Ao longo dos anos, as duas raparigas ver-se-ão enredadas numa relação desigual e tensa, sendo forçadas a trabalhar em conjunto para garantir o futuro de ambas através do casamento de Linjing. Até que um escândalo atinge a família Fong, e as vidas de Linjing e Florzinha são inesperadamente lançadas no caos. A queda de Linjing abre novas oportunidades para Florzinha – mas será que os seus destinos entrelaçados levarão ao triunfo ou à tragédia?
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Na China do século XIX, os pés enfaixados, ou «lótus dourados», são a marca de uma mulher honrada, eclipsando a beleza, um dote e até mesmo a linhagem na negociação de um casamento. Quando, ainda criança, Florzinha é comprada pela família rica dos Fong para se tornar a muizai – uma criada – de Linjing, é obrigada a viver em servidão até que a sua senhora a venda ou lhe arranje um marido. Porém, Florzinha não só tem os pés enfaixados, o que é invulgar numa muizai, como é extraordinariamente dotada para o bordado, ambas características associadas às classes sociais mais altas – e a menina agarra-se à esperança de que, um dia, tais atributos se tornem o seu passaporte para a liberdade. No entanto, ressentida com os talentos de Florzinha e enciumada pela clara preferência da mãe, Linjing tudo faz para impedir que a serva ascenda socialmente ou se torne uma mulher livre. Ao longo dos anos, as duas raparigas ver-se-ão enredadas numa relação desigual e tensa, sendo forçadas a trabalhar em conjunto para garantir o futuro de ambas através do casamento de Linjing. Até que um escândalo atinge a família Fong, e as vidas de Linjing e Florzinha são inesperadamente lançadas no caos. A queda de Linjing abre novas oportunidades para Florzinha – mas será que os seus destinos entrelaçados levarão ao triunfo ou à tragédia?
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um romance sobre uma cidade dividida e a jornada de uma família marcada pela dor e por muitos segredos, até à liberdade e à reconciliação. Uma leitura emocionante que revela a vida por trás do Muro de Berlim. Perto do fim da Guerra Fria, uma decifradora de códigos da CIA descobre um símbolo que reconhece desde a infância e que a levará até ao coração de Berlim, pouco antes da queda do Muro. Depois de encontrar um esconderijo de cartas com informações secretas, a criptógrafa da CIA Luisa Voekler descobre que o pai não só está vivo como está, provavelmente, a definhar numa prisão da Stasi, na Alemanha Oriental. É então que, mesmo sem um plano, Luisa parte numa desenfreada corrida contra o tempo para salvar o pai que nunca chegou a conhecer. Juntamente com a história de Luisa, acompanhamos o seu pai, Haris Voekler, um orgulhoso berlinense oriental cujos olhos estão finalmente abertos para a dura realidade do domínio soviético. A narrativa dupla explora temas de esperança e os laços inquebráveis da família. E à medida que as histórias de Luisa e Haris convergem, será inevitável envolvermo-nos nos seus destinos.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um romance sobre uma cidade dividida e a jornada de uma família marcada pela dor e por muitos segredos, até à liberdade e à reconciliação. Uma leitura emocionante que revela a vida por trás do Muro de Berlim. Perto do fim da Guerra Fria, uma decifradora de códigos da CIA descobre um símbolo que reconhece desde a infância e que a levará até ao coração de Berlim, pouco antes da queda do Muro. Depois de encontrar um esconderijo de cartas com informações secretas, a criptógrafa da CIA Luisa Voekler descobre que o pai não só está vivo como está, provavelmente, a definhar numa prisão da Stasi, na Alemanha Oriental. É então que, mesmo sem um plano, Luisa parte numa desenfreada corrida contra o tempo para salvar o pai que nunca chegou a conhecer. Juntamente com a história de Luisa, acompanhamos o seu pai, Haris Voekler, um orgulhoso berlinense oriental cujos olhos estão finalmente abertos para a dura realidade do domínio soviético. A narrativa dupla explora temas de esperança e os laços inquebráveis da família. E à medida que as histórias de Luisa e Haris convergem, será inevitável envolvermo-nos nos seus destinos.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Brito é imigrante ilegal numa cidade que não conhece e cuja língua não fala. Um domingo à tarde, perde-se a caminho de casa com a mulher e o filho pequeno. E, como acredita que para tomar uma decisão acertada tem de fazer o contrário daquilo que acha que está correcto, o regresso a casa torna-se uma aventura sem fim à vista. Depois de uma noite na rua, Brito percebe que se não pedir ajuda pode ficar perdido para sempre, mas se o fizer poderá arruinar o sonho de uma vida nova. Com uma acção que decorre em pouco mais de vinte e quatro horas, Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas explora o que é viver imigrado dentro de si mesmo - mais difícil do que qualquer exílio. Nova edição do segundo romance de Ricardo Adolfo, aclamado como uma das vozes mais originais da literatura portuguesa do novo século, uma história tão provocadora quanto terna das ilusões e desenganos dos que são atirados para a margem.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Brito é imigrante ilegal numa cidade que não conhece e cuja língua não fala. Um domingo à tarde, perde-se a caminho de casa com a mulher e o filho pequeno. E, como acredita que para tomar uma decisão acertada tem de fazer o contrário daquilo que acha que está correcto, o regresso a casa torna-se uma aventura sem fim à vista. Depois de uma noite na rua, Brito percebe que se não pedir ajuda pode ficar perdido para sempre, mas se o fizer poderá arruinar o sonho de uma vida nova. Com uma acção que decorre em pouco mais de vinte e quatro horas, Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas explora o que é viver imigrado dentro de si mesmo - mais difícil do que qualquer exílio. Nova edição do segundo romance de Ricardo Adolfo, aclamado como uma das vozes mais originais da literatura portuguesa do novo século, uma história tão provocadora quanto terna das ilusões e desenganos dos que são atirados para a margem.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Num futuro próximo, em Londres, uma funcionária pública tem a oportunidade de receber um salário de sonho se participar num projeto ultrassecreto: um ministério recém-criado pelo Governo está a reunir "expatriados" de diversas épocas históricas para determinar os efeitos das viagens no tempo. O seu papel é servir de "ponte": tem de prestar assistência e vigiar o expatriado conhecido como "1847" – o comandante Graham Gore. Segundo os registos históricos, o comandante Gore morreu em 1845, na expedição de exploração do Ártico de Sir John Franklin, por isso sente-se desorientado quando constata que está vivo e rodeado de conceitos bizarros como "máquina de lavar", "spotify" ou a queda do Império Britânico. Ao longo do ano que se segue, o que começa por ser uma relação constrangedora evolui para algo mais profundo. Quando a verdade sobre o projeto do Ministério do Tempo é revelada, os dois estão irremediavelmente apaixonados e terão de confrontar as escolhas que os juntaram com as consequências que elas terão no futuro. Uma narrativa magistralmente tecida através do tempo, do espaço e do espírito humano, que anuncia uma nova e promissora voz na ficção contemporânea.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Num futuro próximo, em Londres, uma funcionária pública tem a oportunidade de receber um salário de sonho se participar num projeto ultrassecreto: um ministério recém-criado pelo Governo está a reunir "expatriados" de diversas épocas históricas para determinar os efeitos das viagens no tempo. O seu papel é servir de "ponte": tem de prestar assistência e vigiar o expatriado conhecido como "1847" – o comandante Graham Gore. Segundo os registos históricos, o comandante Gore morreu em 1845, na expedição de exploração do Ártico de Sir John Franklin, por isso sente-se desorientado quando constata que está vivo e rodeado de conceitos bizarros como "máquina de lavar", "spotify" ou a queda do Império Britânico. Ao longo do ano que se segue, o que começa por ser uma relação constrangedora evolui para algo mais profundo. Quando a verdade sobre o projeto do Ministério do Tempo é revelada, os dois estão irremediavelmente apaixonados e terão de confrontar as escolhas que os juntaram com as consequências que elas terão no futuro. Uma narrativa magistralmente tecida através do tempo, do espaço e do espírito humano, que anuncia uma nova e promissora voz na ficção contemporânea.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No verão de 1941, na costa da Nova Inglaterra, onde passam férias desde sempre, Evelyn e Joseph apaixonam-se. Mais de sessenta anos depois, o casal decide reunir os três filhos adultos para partilharem uma notícia inesperada: ela recebeu um diagnóstico trágico e ele não poderá viver sem ela. Por isso, decidiram que, dentro de um ano, acabarão com as suas vidas. À medida que o casal enfrenta o seu destino, vai também reconstruindo a sua história – as celebrações e os arrependimentos, as alegrias e as tristezas –, uma vida inteira que os trouxe até este momento. Evelyn e Joseph embarcam numa jornada para a concretização dos seus maiores sonhos e para se reconectarem com cada um dos filhos, antes da partida.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No verão de 1941, na costa da Nova Inglaterra, onde passam férias desde sempre, Evelyn e Joseph apaixonam-se. Mais de sessenta anos depois, o casal decide reunir os três filhos adultos para partilharem uma notícia inesperada: ela recebeu um diagnóstico trágico e ele não poderá viver sem ela. Por isso, decidiram que, dentro de um ano, acabarão com as suas vidas. À medida que o casal enfrenta o seu destino, vai também reconstruindo a sua história – as celebrações e os arrependimentos, as alegrias e as tristezas –, uma vida inteira que os trouxe até este momento. Evelyn e Joseph embarcam numa jornada para a concretização dos seus maiores sonhos e para se reconectarem com cada um dos filhos, antes da partida.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Martha Gellhorn é jornalista, escritora e correspondente de guerra. É também casada com o escritor Ernest Hemingway. Em plena Segunda Guerra Mundial, o casal colabora na criação do "Exército Fantasma", uma encenação com a qual se pretendia confundir as tropas nazis. Mas Martha não quer ficar em terra a escrever o guião de um exército ilusório. Ela quer atravessar o Atlântico para relatar em primeira mão a derradeira fase da guerra, estando disposta a tudo para desafiar a ordem do alto comando militar que impede a presença de mulheres nos desembarques na Normandia. Esta é a história de uma mulher determinada a não ficar na sombra, uma extraordinária jornalista que embarca numa viagem épica e arrisca a própria vida para lutar pela liberdade.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Martha Gellhorn é jornalista, escritora e correspondente de guerra. É também casada com o escritor Ernest Hemingway. Em plena Segunda Guerra Mundial, o casal colabora na criação do "Exército Fantasma", uma encenação com a qual se pretendia confundir as tropas nazis. Mas Martha não quer ficar em terra a escrever o guião de um exército ilusório. Ela quer atravessar o Atlântico para relatar em primeira mão a derradeira fase da guerra, estando disposta a tudo para desafiar a ordem do alto comando militar que impede a presença de mulheres nos desembarques na Normandia. Esta é a história de uma mulher determinada a não ficar na sombra, uma extraordinária jornalista que embarca numa viagem épica e arrisca a própria vida para lutar pela liberdade.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Paris, 1918. Enquanto a Primeira Guerra Mundial se desenrola, Jessie Carson tira uma licença da Biblioteca Pública de Nova Iorque para trabalhar no Comité Americano para as Regiões Devastadas, composto por um grupo de mulheres determinadas a reerguer as comunidades francesas destruídas a poucos quilómetros da frente de batalha, no norte de França. Ao chegar, Jessie esforça-se por criar algo que os franceses nunca viram: bibliotecas para crianças. Transforma ambulâncias em veículos de transporte de livros e forma as primeiras bibliotecárias francesas. Depois desaparece.1987. Quando a aspirante a escritora Wendy Peterson se depara com uma breve referência a Jessie Carson nos arquivos da Biblioteca Pública de Nova Iorque, fica obcecada em conhecer o seu destino. Com esse objetivo em mente, descobre que ela e a esquiva bibliotecária têm mais em comum do que o seu trabalho na famosa biblioteca de Nova Iorque, mas não faz ideia de que os seus caminhos vão convergir de forma surpreendente ao longo do tempo.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Paris, 1918. Enquanto a Primeira Guerra Mundial se desenrola, Jessie Carson tira uma licença da Biblioteca Pública de Nova Iorque para trabalhar no Comité Americano para as Regiões Devastadas, composto por um grupo de mulheres determinadas a reerguer as comunidades francesas destruídas a poucos quilómetros da frente de batalha, no norte de França. Ao chegar, Jessie esforça-se por criar algo que os franceses nunca viram: bibliotecas para crianças. Transforma ambulâncias em veículos de transporte de livros e forma as primeiras bibliotecárias francesas. Depois desaparece.1987. Quando a aspirante a escritora Wendy Peterson se depara com uma breve referência a Jessie Carson nos arquivos da Biblioteca Pública de Nova Iorque, fica obcecada em conhecer o seu destino. Com esse objetivo em mente, descobre que ela e a esquiva bibliotecária têm mais em comum do que o seu trabalho na famosa biblioteca de Nova Iorque, mas não faz ideia de que os seus caminhos vão convergir de forma surpreendente ao longo do tempo.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Daphne Bell acredita que o Universo tem um plano para si no que diz respeito ao amor. Sempre que conhece um novo homem, recebe um papel com o nome dele e a quantidade exata de tempo que vão estar juntos. Os papéis disseram-lhe que ela passaria três dias com Martin em Paris
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Daphne Bell acredita que o Universo tem um plano para si no que diz respeito ao amor. Sempre que conhece um novo homem, recebe um papel com o nome dele e a quantidade exata de tempo que vão estar juntos. Os papéis disseram-lhe que ela passaria três dias com Martin em Paris
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Toda a vida que resta é um romance precioso e íntimo, que explora os mecanismos da vergonha e do luto, mas sobretudo do carinho e do cuidado, trazendo-os à tona com uma delicadeza surpreendente. No encantador cenário de Roma dos anos 50, Marisa e Stelvio apaixonam-se e constroem uma família com muito amor, a lembrar os clássicos do cinema a preto e branco. Mas o seu mundo é arrasado por uma tragédia: a sua amada filha Betta, de 16 anos, é assassinada. Todos perdem o chão. O carinho e a cumplicidade desaparecem e fica apenas a dor e a mágoa por uma filha que se perdeu para sempre. Miriam, a prima tímida e introvertida de Betta, não só presenciou a sua morte, como também ela foi, nesse dia, vítima de uma violência indescritível. Mas carregou sozinha o fardo desse terrível segredo. Quando julgava ser incapaz de continuar, encontra Leo, um jovem dos subúrbios, que traz uma nova luz à sua vida: o início de um amor que irrompe onde ninguém ousara olhar.
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Toda a vida que resta é um romance precioso e íntimo, que explora os mecanismos da vergonha e do luto, mas sobretudo do carinho e do cuidado, trazendo-os à tona com uma delicadeza surpreendente. No encantador cenário de Roma dos anos 50, Marisa e Stelvio apaixonam-se e constroem uma família com muito amor, a lembrar os clássicos do cinema a preto e branco. Mas o seu mundo é arrasado por uma tragédia: a sua amada filha Betta, de 16 anos, é assassinada. Todos perdem o chão. O carinho e a cumplicidade desaparecem e fica apenas a dor e a mágoa por uma filha que se perdeu para sempre. Miriam, a prima tímida e introvertida de Betta, não só presenciou a sua morte, como também ela foi, nesse dia, vítima de uma violência indescritível. Mas carregou sozinha o fardo desse terrível segredo. Quando julgava ser incapaz de continuar, encontra Leo, um jovem dos subúrbios, que traz uma nova luz à sua vida: o início de um amor que irrompe onde ninguém ousara olhar.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Após um acidente traumático, que o obriga a reformar-se antes de tempo, sente necessidade de abandonar a capital e regressar à casa da sua infância, em Benguela. Ali, os seus dias são povoados por memórias e reflexões sobre a história da família - que remonta ao início do reino Tchiyaka -, o passado colonial de Angola e as profundas mudanças sociais que ocorreram. Mas a sua solidão termina quando aparece Jeremias e, meses depois, Zacarias, um cão e um gato fora do comum, que o irão acompanhar na nova fase da sua vida. Em Benguela vive também Ofeka, neta de uma adivinhadora e grande dona de feitiços. Quando era criança, a avó profetizou que o seu destino seria brilhar. Agora que é uma bela mulher com uma carreira de sucesso, a defunta avó envia-lhe um espírito para a ajudar a alcançar esse destino fantástico. E Ofeka nunca mais estará só, pois o impertinente kazumbi Olegário não se priva de comentar nem mesmo a sua vida amorosa. Quando Santiago e Ofeka se cruzam não imaginam até que ponto as suas vidas estão entrelaçadas, nem as inesperadas revelações que os aguardam. na devida altura, terão de fazer uma escolha que irá mudar o seu destino e ensinar-lhes que tudo está ligado. Ou deve estar. E que o que deve ser só se liga pela palavra, dita, escrita ou transmitida. Numa prosa límpida e pontuada pela magia das tradições africanas e por um delicioso sentido de humor, Pepetela leva-nos numa viagem que vai desde a formação dos reinos no Planalto Central à atualidade de Angola, explorando episódios pouco conhecidos da história do país.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Após um acidente traumático, que o obriga a reformar-se antes de tempo, sente necessidade de abandonar a capital e regressar à casa da sua infância, em Benguela. Ali, os seus dias são povoados por memórias e reflexões sobre a história da família - que remonta ao início do reino Tchiyaka -, o passado colonial de Angola e as profundas mudanças sociais que ocorreram. Mas a sua solidão termina quando aparece Jeremias e, meses depois, Zacarias, um cão e um gato fora do comum, que o irão acompanhar na nova fase da sua vida. Em Benguela vive também Ofeka, neta de uma adivinhadora e grande dona de feitiços. Quando era criança, a avó profetizou que o seu destino seria brilhar. Agora que é uma bela mulher com uma carreira de sucesso, a defunta avó envia-lhe um espírito para a ajudar a alcançar esse destino fantástico. E Ofeka nunca mais estará só, pois o impertinente kazumbi Olegário não se priva de comentar nem mesmo a sua vida amorosa. Quando Santiago e Ofeka se cruzam não imaginam até que ponto as suas vidas estão entrelaçadas, nem as inesperadas revelações que os aguardam. na devida altura, terão de fazer uma escolha que irá mudar o seu destino e ensinar-lhes que tudo está ligado. Ou deve estar. E que o que deve ser só se liga pela palavra, dita, escrita ou transmitida. Numa prosa límpida e pontuada pela magia das tradições africanas e por um delicioso sentido de humor, Pepetela leva-nos numa viagem que vai desde a formação dos reinos no Planalto Central à atualidade de Angola, explorando episódios pouco conhecidos da história do país.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um romance intenso e genuíno baseado numa história real. Quando Aguinalda era pequena e vivia protegida por uma família numerosa e feliz, não poderia imaginar que o inferno esperava por ela na adolescência - e menos ainda, que lhe surgiria na forma mais inesperada: a do amor. Mas seria exatamente assim. A criança alegre e amada daria lugar a uma mulher perdida num labirinto feito de ciúme e incerteza, fúria e paixão, esperança e desespero
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um romance intenso e genuíno baseado numa história real. Quando Aguinalda era pequena e vivia protegida por uma família numerosa e feliz, não poderia imaginar que o inferno esperava por ela na adolescência - e menos ainda, que lhe surgiria na forma mais inesperada: a do amor. Mas seria exatamente assim. A criança alegre e amada daria lugar a uma mulher perdida num labirinto feito de ciúme e incerteza, fúria e paixão, esperança e desespero
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em plena época alta, o Hotel Forest Manor está literalmente a cair aos pedaços e a precisar de uma solução urgente. Por isso, quando Izzy e Lucas são obrigados a partilhar os mesmos turnos na receção, não têm outra hipótese senão pôr de lado as suas diferenças e tentar fazer de tudo para ajudar. Perante a incerteza que vivem, ambos reconhecem precisar de um milagre que dificilmente chegará. No entanto, quando Izzy devolve uma aliança perdida a um antigo hóspede e recebe uma recompensa substancial em troca, percebem que talvez exista uma solução. Ainda há quatro anéis nos perdidos e achados, e Izzy e Lucas entram numa competição para os devolver e tentar salvar o hotel - e, com ele, os seus empregos. À medida que, com desagrado, vão trabalhando em conjunto, a rivalidade entre Izzy e Lucas começa a dar lugar a algo mais. Serão eles capazes de sobreviver à época festiva com os corações intactos?
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em plena época alta, o Hotel Forest Manor está literalmente a cair aos pedaços e a precisar de uma solução urgente. Por isso, quando Izzy e Lucas são obrigados a partilhar os mesmos turnos na receção, não têm outra hipótese senão pôr de lado as suas diferenças e tentar fazer de tudo para ajudar. Perante a incerteza que vivem, ambos reconhecem precisar de um milagre que dificilmente chegará. No entanto, quando Izzy devolve uma aliança perdida a um antigo hóspede e recebe uma recompensa substancial em troca, percebem que talvez exista uma solução. Ainda há quatro anéis nos perdidos e achados, e Izzy e Lucas entram numa competição para os devolver e tentar salvar o hotel - e, com ele, os seus empregos. À medida que, com desagrado, vão trabalhando em conjunto, a rivalidade entre Izzy e Lucas começa a dar lugar a algo mais. Serão eles capazes de sobreviver à época festiva com os corações intactos?
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Como John Steinbeck e Robert Kappa salvaram o avô do autor. Na cabeça de Steven, o avô paterno, que via sobretudo nas férias de verão na aldeia, era igual a todos os avôs que conhecia, sem nada de estranho ou assinalável. Até ao dia em que, já depois da sua morte, lhe foram parar às mãos uns cadernos escritos por ele ao longo de muitos anos, que revelavam uma pessoa completamente diferente: um homem que estava longe de ser bom e que levara uma vida tão absolutamente louca e aventurosa que - pertencendo a uma família judia - conseguira a proeza de se tornar gangster, mercenário, espião e até oficial superior das SS durante a Segunda Guerra Mundial, acabando prisioneiro num campo de trabalho russo. E mesmo que - como confessa o narrador deste relato surpreendente - se trate de alguém que cometeu crimes hediondos, é impossível aos leitores desta história não sentirem uma secreta admiração por este homem que, tendo vivido tantas vidas em tantos lugares, conseguiu afinal fazer-se esquecer. Steven Braekeveldt, apostado em tirar o avô do anonimato, entrelaça nesta obra o mágico e o realista para nos contar uma vida única em episódios que recuam ao final do século XIX e que incluem personalidades conhecidas de todos, entre as quais o escritor John Steinbeck e o repórter Robert Kappa, de quem o protagonista foi amigo quando viveu em Nova Iorque. Uma narrativa alucinante com um ritmo incrível, a não perder.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Como John Steinbeck e Robert Kappa salvaram o avô do autor. Na cabeça de Steven, o avô paterno, que via sobretudo nas férias de verão na aldeia, era igual a todos os avôs que conhecia, sem nada de estranho ou assinalável. Até ao dia em que, já depois da sua morte, lhe foram parar às mãos uns cadernos escritos por ele ao longo de muitos anos, que revelavam uma pessoa completamente diferente: um homem que estava longe de ser bom e que levara uma vida tão absolutamente louca e aventurosa que - pertencendo a uma família judia - conseguira a proeza de se tornar gangster, mercenário, espião e até oficial superior das SS durante a Segunda Guerra Mundial, acabando prisioneiro num campo de trabalho russo. E mesmo que - como confessa o narrador deste relato surpreendente - se trate de alguém que cometeu crimes hediondos, é impossível aos leitores desta história não sentirem uma secreta admiração por este homem que, tendo vivido tantas vidas em tantos lugares, conseguiu afinal fazer-se esquecer. Steven Braekeveldt, apostado em tirar o avô do anonimato, entrelaça nesta obra o mágico e o realista para nos contar uma vida única em episódios que recuam ao final do século XIX e que incluem personalidades conhecidas de todos, entre as quais o escritor John Steinbeck e o repórter Robert Kappa, de quem o protagonista foi amigo quando viveu em Nova Iorque. Uma narrativa alucinante com um ritmo incrível, a não perder.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Ler Inês Meneses é sempre um convite a olharmos para dentro e para os dias que se querem novos, aqueles que se fazem de perguntas e de pequenos prazeres, da solidão povoada de silêncios e do tempo, do nosso e o dos outros. Em Linhas de Valor Acrescentado a vida acontece com os amores por cumprir - e com aqueles que se cumpriram em pleno e que nunca se conjugam no pretérito perfeito -, com as paixões que fazem os anos parecer instantes e com os amigos que nos resgatam da «claustrofobia quotidiana». Para a autora «escrever é, muitas vezes, aprender a falar de novo», um exercício que a nós, leitores, nos salva do desânimo, da desesperança e da angústia, ao encerrar nestas páginas o espanto de quem continua a acreditar que a vida é o lugar mais bonito para se habitar.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Ler Inês Meneses é sempre um convite a olharmos para dentro e para os dias que se querem novos, aqueles que se fazem de perguntas e de pequenos prazeres, da solidão povoada de silêncios e do tempo, do nosso e o dos outros. Em Linhas de Valor Acrescentado a vida acontece com os amores por cumprir - e com aqueles que se cumpriram em pleno e que nunca se conjugam no pretérito perfeito -, com as paixões que fazem os anos parecer instantes e com os amigos que nos resgatam da «claustrofobia quotidiana». Para a autora «escrever é, muitas vezes, aprender a falar de novo», um exercício que a nós, leitores, nos salva do desânimo, da desesperança e da angústia, ao encerrar nestas páginas o espanto de quem continua a acreditar que a vida é o lugar mais bonito para se habitar.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O dia de 1975 em que Cushla Lavery conhece Michael Agnew – um homem de meia-idade, protestante e casado – tinha tudo para ser apenas mais um. No entanto, aquele encontro no pub da sua família muda para sempre a vida da jovem professora católica. A história de amor vivida pelos dois vai contra todas as regras de uma sociedade profundamente mergulhada na violência dos Troubles na Irlanda do Norte. Cushla sabe que arrisca mais do que a reputação num país dividido, ainda assim entrega-se a encontros secretos e a telefonemas sussurrados. Entre os cuidados para com a mãe alcoólica, o trabalho na escola e os turnos no pub, encontra maneira de estar com Michael sempre que ele pode. Até ao dia em que esta transgressão cobra o seu preço. Transgressões é um livro arrepiante, pois, mais do que a história de uma relação proibida, é um romance que mostra a busca da normalidade no meio do caos, a necessidade de continuar a viver como sempre quando nada é o que devia ser e quando a palavra «violência» é o sumário de cada dia.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O dia de 1975 em que Cushla Lavery conhece Michael Agnew – um homem de meia-idade, protestante e casado – tinha tudo para ser apenas mais um. No entanto, aquele encontro no pub da sua família muda para sempre a vida da jovem professora católica. A história de amor vivida pelos dois vai contra todas as regras de uma sociedade profundamente mergulhada na violência dos Troubles na Irlanda do Norte. Cushla sabe que arrisca mais do que a reputação num país dividido, ainda assim entrega-se a encontros secretos e a telefonemas sussurrados. Entre os cuidados para com a mãe alcoólica, o trabalho na escola e os turnos no pub, encontra maneira de estar com Michael sempre que ele pode. Até ao dia em que esta transgressão cobra o seu preço. Transgressões é um livro arrepiante, pois, mais do que a história de uma relação proibida, é um romance que mostra a busca da normalidade no meio do caos, a necessidade de continuar a viver como sempre quando nada é o que devia ser e quando a palavra «violência» é o sumário de cada dia.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Das circunstâncias mais inesperadas pode nascer uma ligação surpreendente Sasha Vaughn é a mais recente contratação do Rancho do Rio Haven e está à espera de encontrar no Montana uma solução temporária para alguns dos seus problemas. Na véspera da sua apresentação, cruza-se na mercearia local com um atraente desconhecido que a ajuda numa altercação com a dona da loja. Embora a química entre eles seja imediata, tudo se desvanece quando Sasha se apercebe de que tem à sua frente Jax Haven, um dos proprietários do rancho. Envolver-se com o patrão não faz parte dos seus planos, por isso recusa o convite dele para jantar nessa noite e, a partir do dia seguinte, decide manter uma relação estritamente profissional com Jax e esquecer-se de que algum dia olhou para ele de outra forma. Até que uma noite de festa regada a champanhe acaba na cama dele e o resultado é uma gravidez inesperada, mas muito bem-vinda. Com um bebé a caminho, ignorar aquele sorriso charmoso e o seu irresistível chapéu de cowboy torna-se praticamente impossível. Mas como serão eles capazes de lidar com aquela situação, se nem sequer têm ou pretendem ter uma relação?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Das circunstâncias mais inesperadas pode nascer uma ligação surpreendente Sasha Vaughn é a mais recente contratação do Rancho do Rio Haven e está à espera de encontrar no Montana uma solução temporária para alguns dos seus problemas. Na véspera da sua apresentação, cruza-se na mercearia local com um atraente desconhecido que a ajuda numa altercação com a dona da loja. Embora a química entre eles seja imediata, tudo se desvanece quando Sasha se apercebe de que tem à sua frente Jax Haven, um dos proprietários do rancho. Envolver-se com o patrão não faz parte dos seus planos, por isso recusa o convite dele para jantar nessa noite e, a partir do dia seguinte, decide manter uma relação estritamente profissional com Jax e esquecer-se de que algum dia olhou para ele de outra forma. Até que uma noite de festa regada a champanhe acaba na cama dele e o resultado é uma gravidez inesperada, mas muito bem-vinda. Com um bebé a caminho, ignorar aquele sorriso charmoso e o seu irresistível chapéu de cowboy torna-se praticamente impossível. Mas como serão eles capazes de lidar com aquela situação, se nem sequer têm ou pretendem ter uma relação?
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Com um forte pendor autobiográfico, A Selva Dentro de Casa conta-nos, pela voz de uma criança, a história de um homem jovem que é enviado para a guerra em África deixando o sobrinho enredado na sua selva pessoal. Enquanto o tio e a lembrança dos dias felizes o abandonam, esta criança-narrador enfrenta o desafio de sobreviver num país marcado por outras formas de violência, a começar pela que existe no seio da sua própria família. O medo e os perigos estendem-se muito para lá das ervas altas e do rugir dos animais selvagens… a selva pode encontrar-se até mesmo dentro de casa. Partindo da experiência pessoal do tio do autor, este romance procura ir mais além, tentando iluminar o mistério do que se passou com milhares de jovens portugueses arrancados às suas casas e atirados para um continente desconhecido, na tentativa de salvar o que restava do sonho de um império. Os que sobreviveram regressaram diferentes, com a selva dentro de si, e passaram o resto das suas vidas a tentar recuperar a pessoa que um dia foram. Mas nem as famílias nem as noivas que os aguardavam sabiam como receber alguém transformado pela violência da guerra. Ao dar voz ao que esses homens nunca conseguiram verbalizar, esta narrativa pode contribuir para que se compreendam as causas do trauma. E, talvez, ajudar as famílias que sofreram os danos colaterais desse conflito a encontrar alguma paz nessa reconciliação com a sua presença ou memória. Emocionante e repleto de ternura, "A Selva Dentro de Casa" é um romance que nos prende até à última página e que confirma a voz especial e única de um grande escritor.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Com um forte pendor autobiográfico, A Selva Dentro de Casa conta-nos, pela voz de uma criança, a história de um homem jovem que é enviado para a guerra em África deixando o sobrinho enredado na sua selva pessoal. Enquanto o tio e a lembrança dos dias felizes o abandonam, esta criança-narrador enfrenta o desafio de sobreviver num país marcado por outras formas de violência, a começar pela que existe no seio da sua própria família. O medo e os perigos estendem-se muito para lá das ervas altas e do rugir dos animais selvagens… a selva pode encontrar-se até mesmo dentro de casa. Partindo da experiência pessoal do tio do autor, este romance procura ir mais além, tentando iluminar o mistério do que se passou com milhares de jovens portugueses arrancados às suas casas e atirados para um continente desconhecido, na tentativa de salvar o que restava do sonho de um império. Os que sobreviveram regressaram diferentes, com a selva dentro de si, e passaram o resto das suas vidas a tentar recuperar a pessoa que um dia foram. Mas nem as famílias nem as noivas que os aguardavam sabiam como receber alguém transformado pela violência da guerra. Ao dar voz ao que esses homens nunca conseguiram verbalizar, esta narrativa pode contribuir para que se compreendam as causas do trauma. E, talvez, ajudar as famílias que sofreram os danos colaterais desse conflito a encontrar alguma paz nessa reconciliação com a sua presença ou memória. Emocionante e repleto de ternura, "A Selva Dentro de Casa" é um romance que nos prende até à última página e que confirma a voz especial e única de um grande escritor.
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Dois anos depois de ter matado um terrorista islâmico evitando um atentado num café de Paris, Laura viaja pelo mundo contando a sua história e promovendo o livro em que relata o acontecimento. A fama em torno do seu nome espalha-se por toda a parte mas, nas redes sociais, o debate acerca do que fez levanta questões sobre feminismo, racismo, xenofobia e todo o tipo de extremismos. Laura é glorificada por muitos, mas também alvo de ameaças de morte que, se a princípio prefere desvalorizar, acabam por obrigá-la a fugir e procurar refúgio no único lugar onde, contrariamente a tudo aquilo em que acreditava, se sente segura. É então nas pausas desse ruído virtual que enche o mundo, e de que ela também depende inexoravelmente, que Laura compreenderá as implicações do seu acto. Numa narrativa pessoal e emotiva, Os Dias do Ruído - o muito ansiado novo romance de David Machado, vencedor do Prémio da União Europeia para a Literatura - explora as complexas dimensões do mundo contemporâneo, profundamente dominado pelas redes sociais, em que as vozes se sobrepõem quase sempre numa estridência incompreensível, revelando todas as contradições e incoerências não apenas de uma mulher, mas de qualquer ser humano.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Dois anos depois de ter matado um terrorista islâmico evitando um atentado num café de Paris, Laura viaja pelo mundo contando a sua história e promovendo o livro em que relata o acontecimento. A fama em torno do seu nome espalha-se por toda a parte mas, nas redes sociais, o debate acerca do que fez levanta questões sobre feminismo, racismo, xenofobia e todo o tipo de extremismos. Laura é glorificada por muitos, mas também alvo de ameaças de morte que, se a princípio prefere desvalorizar, acabam por obrigá-la a fugir e procurar refúgio no único lugar onde, contrariamente a tudo aquilo em que acreditava, se sente segura. É então nas pausas desse ruído virtual que enche o mundo, e de que ela também depende inexoravelmente, que Laura compreenderá as implicações do seu acto. Numa narrativa pessoal e emotiva, Os Dias do Ruído - o muito ansiado novo romance de David Machado, vencedor do Prémio da União Europeia para a Literatura - explora as complexas dimensões do mundo contemporâneo, profundamente dominado pelas redes sociais, em que as vozes se sobrepõem quase sempre numa estridência incompreensível, revelando todas as contradições e incoerências não apenas de uma mulher, mas de qualquer ser humano.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Valéria está com Bruno mas porque não deixa de pensar em Vítor? Valéria escolheu não sofrer e Vítor ser sincero. Será que podem ser amigos? Valéria hesita, cala, respira, sente. Valéria não sabe a volta que a vida vai dar no seu próximo aniversário E não sabe que Lola, Nerea e Carmen também procuram o seu próprio final feliz. Ou não? Valéria só quer ser feliz. Como tu.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Valéria está com Bruno mas porque não deixa de pensar em Vítor? Valéria escolheu não sofrer e Vítor ser sincero. Será que podem ser amigos? Valéria hesita, cala, respira, sente. Valéria não sabe a volta que a vida vai dar no seu próximo aniversário E não sabe que Lola, Nerea e Carmen também procuram o seu próprio final feliz. Ou não? Valéria só quer ser feliz. Como tu.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Loretta Thurwar e Hamara Hurricane Staxxx Stacker são as estrelas dos Jogos da Prisão, pilar do popular e controverso programa CAPE, cujo objetivo é gerar receitas milionárias no seio da indústria prisional privada. No âmbito deste programa, os prisioneiros viajam como elos de uma corrente do estabelecimento prisional a que pertencem, competindo com outros prisioneiros em combates até à morte, na busca da suprema recompensa: a liberdade. Thurwar e Staxxx, elos da mesma corrente e amantes, são as favoritas dos fãs. Se tudo correr bem, Thurwar será libertada dentro de poucos combates, uma possibilidade que lhe pesa tanto quanto o seu martelo mortífero, pois ao mesmo tempo que se prepara para finalmente deixar os seus companheiros de luta, quer a todo o custo ajudá-los a preservar a sua humanidade - a derradeira afronta à lógica brutal destes jogos. Só que os donos do programa CAPE não se deterão diante de nada e os obstáculos que colocam no caminho de Thurwar poderão ter consequências devastadoras. Movendo-se entre os lutadores no campo de combate e os manifestantes contra e a favor deste programa, Jogos da Prisão é um olhar caleidoscópico e contundente sobre a infame aliança do sistema prisional americano com o racismo sistémico, o capitalismo desenfreado e o encarceramento em massa, e um lúcido acerto de contas com o que significa realmente a liberdade nesse país.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Loretta Thurwar e Hamara Hurricane Staxxx Stacker são as estrelas dos Jogos da Prisão, pilar do popular e controverso programa CAPE, cujo objetivo é gerar receitas milionárias no seio da indústria prisional privada. No âmbito deste programa, os prisioneiros viajam como elos de uma corrente do estabelecimento prisional a que pertencem, competindo com outros prisioneiros em combates até à morte, na busca da suprema recompensa: a liberdade. Thurwar e Staxxx, elos da mesma corrente e amantes, são as favoritas dos fãs. Se tudo correr bem, Thurwar será libertada dentro de poucos combates, uma possibilidade que lhe pesa tanto quanto o seu martelo mortífero, pois ao mesmo tempo que se prepara para finalmente deixar os seus companheiros de luta, quer a todo o custo ajudá-los a preservar a sua humanidade - a derradeira afronta à lógica brutal destes jogos. Só que os donos do programa CAPE não se deterão diante de nada e os obstáculos que colocam no caminho de Thurwar poderão ter consequências devastadoras. Movendo-se entre os lutadores no campo de combate e os manifestantes contra e a favor deste programa, Jogos da Prisão é um olhar caleidoscópico e contundente sobre a infame aliança do sistema prisional americano com o racismo sistémico, o capitalismo desenfreado e o encarceramento em massa, e um lúcido acerto de contas com o que significa realmente a liberdade nesse país.
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