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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Maus" ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polaco sobrevivente de Auschwitz, narrada por si próprio ao filho, o cartoonista Art Spiegelman. O livro é considerado um clássico contemporâneo da BD. Foi publicado em duas partes: a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prémio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Com uma nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazis ganham feições de gatos; os polacos não-judeus são porcos e os americanos, cães. Este recurso à imagética da fábula, aliado à ausência de cor, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo da BD e da literatura em geral, e um relato histórico de valor inestimável.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Maus" ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polaco sobrevivente de Auschwitz, narrada por si próprio ao filho, o cartoonista Art Spiegelman. O livro é considerado um clássico contemporâneo da BD. Foi publicado em duas partes: a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prémio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Com uma nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazis ganham feições de gatos; os polacos não-judeus são porcos e os americanos, cães. Este recurso à imagética da fábula, aliado à ausência de cor, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo da BD e da literatura em geral, e um relato histórico de valor inestimável.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"É tentador descrever "A Muralha", publicada em 1957, três anos após "A Sibila", de maneira superlativa: como um dos maiores romances escritos em português; como um dos documentos mais profundos sobre a cultura europeia depois da II Guerra Mundial; ou ainda como o grande romance da cidade do Porto, tal como "Os Maias" é o grande romance de Lisboa." [Do Prefácio de Rui Ramos]
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"É tentador descrever "A Muralha", publicada em 1957, três anos após "A Sibila", de maneira superlativa: como um dos maiores romances escritos em português; como um dos documentos mais profundos sobre a cultura europeia depois da II Guerra Mundial; ou ainda como o grande romance da cidade do Porto, tal como "Os Maias" é o grande romance de Lisboa." [Do Prefácio de Rui Ramos]
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu "Arranca-Corações", Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: "o mais pungente dos romances de amor contemporâneos"." Da Apresentação de Aníbal Fernandes
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu "Arranca-Corações", Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: "o mais pungente dos romances de amor contemporâneos"." Da Apresentação de Aníbal Fernandes
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"A protagonista deste romance, Nel, é uma mulher que não é feliz do mesmo modo que os outros, homens e mulheres, mas que quer ser feliz, para o que terá de deixar de ser aquilo a que estava destinada. Há qualquer coisa de premonitório neste romance. Pelos costumes das pessoas, pelos sentimentos, pelas relações entre parentes e familiares, percebe-se que já muita coisa mudou ou está em mudança antes mesmo de a revolução acontecer. A revolução, aliás, é o coroar de um processo de mudança, mais do que o seu começo. Em algo de essencial, de fundamental, isto é, nos sentimentos, as coisas já eram diferentes antes de 1974." [Do Prefácio de António Barreto]
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"A protagonista deste romance, Nel, é uma mulher que não é feliz do mesmo modo que os outros, homens e mulheres, mas que quer ser feliz, para o que terá de deixar de ser aquilo a que estava destinada. Há qualquer coisa de premonitório neste romance. Pelos costumes das pessoas, pelos sentimentos, pelas relações entre parentes e familiares, percebe-se que já muita coisa mudou ou está em mudança antes mesmo de a revolução acontecer. A revolução, aliás, é o coroar de um processo de mudança, mais do que o seu começo. Em algo de essencial, de fundamental, isto é, nos sentimentos, as coisas já eram diferentes antes de 1974." [Do Prefácio de António Barreto]
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"[…] o que finalmente temos é uma longa, lenta, amorosa e perspicaz divagação sobre as vidas que se cruzavam com ela [a autora] nas estações de caminho-de-ferro e nos comboios, designadamente na linha do Douro, a que vai ou, antes, ia de São Bento e de Campanhã, no Porto, até Barca d’Alva, antes de entrar por Espanha adentro." [Do Prefácio de António Barreto]
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"[…] o que finalmente temos é uma longa, lenta, amorosa e perspicaz divagação sobre as vidas que se cruzavam com ela [a autora] nas estações de caminho-de-ferro e nos comboios, designadamente na linha do Douro, a que vai ou, antes, ia de São Bento e de Campanhã, no Porto, até Barca d’Alva, antes de entrar por Espanha adentro." [Do Prefácio de António Barreto]
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Na década de 1930, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa e provocaram o êxodo de muitos deles para oeste, rumo à Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros ao longo das estradas, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck, publicado em 1939 e premiado com o Pulitzer em 1940, é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estoica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura mundial.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Na década de 1930, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa e provocaram o êxodo de muitos deles para oeste, rumo à Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros ao longo das estradas, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck, publicado em 1939 e premiado com o Pulitzer em 1940, é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estoica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura mundial.
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Edição: Fev 2021
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Vera continua presa a uma doença inibidora sem possibilidades de recuperação. Fernando Correia, no entanto, mostra que, mesmo quando um corpo não tem memória, pode servir-se de uma alma próxima e amiga para falar por si, transmitindo angústias, dores, prantos, incertezas, mas também uma enorme fé para que seja possível atravessarem juntos o deserto que se estende à sua frente. Nesse deserto, há-de surgir um oásis de luz que os irá conduzir à redenção procurada.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Vera continua presa a uma doença inibidora sem possibilidades de recuperação. Fernando Correia, no entanto, mostra que, mesmo quando um corpo não tem memória, pode servir-se de uma alma próxima e amiga para falar por si, transmitindo angústias, dores, prantos, incertezas, mas também uma enorme fé para que seja possível atravessarem juntos o deserto que se estende à sua frente. Nesse deserto, há-de surgir um oásis de luz que os irá conduzir à redenção procurada.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Saído da pena de uma das artistas mais inspiradoras do nosso tempo, este livro é um testemunho do processo criativo de Patti Smith. Uma bela e original história de obsessão: a de uma patinadora que vive para a sua arte, a do possessivo colecionador que implacavelmente busca o seu prémio, e a de uma relação forjada pela necessidade. Acompanha-a um ensaio que torna mais tangível a origem misteriosa deste inquietante conto. A iluminação chega-nos quando Smith viaja para o Sul de França até à casa de Camus, encontra a sepultura de Simone Weill no cemitério de Ashford, nos arredores de Londres, e persegue as ruas labirínticas e sem nome da Paris de Patrick Modiano. Escrevendo em cafés e comboios, Patti Smith abre generosamente os seus cadernos de apontamentos e revela a alquimia do seu trabalho, neste vibrante livro sobre a escrita e a razão pela qual escrevemos. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Saído da pena de uma das artistas mais inspiradoras do nosso tempo, este livro é um testemunho do processo criativo de Patti Smith. Uma bela e original história de obsessão: a de uma patinadora que vive para a sua arte, a do possessivo colecionador que implacavelmente busca o seu prémio, e a de uma relação forjada pela necessidade. Acompanha-a um ensaio que torna mais tangível a origem misteriosa deste inquietante conto. A iluminação chega-nos quando Smith viaja para o Sul de França até à casa de Camus, encontra a sepultura de Simone Weill no cemitério de Ashford, nos arredores de Londres, e persegue as ruas labirínticas e sem nome da Paris de Patrick Modiano. Escrevendo em cafés e comboios, Patti Smith abre generosamente os seus cadernos de apontamentos e revela a alquimia do seu trabalho, neste vibrante livro sobre a escrita e a razão pela qual escrevemos. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, "Debaixo de Algum Céu" retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, "Debaixo de Algum Céu" retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma abordagem brilhante à literatura, em que os limites são sempre ultrapassados. Uma artista californiana, que vive com o marido e uma criança num bairro de classe média em Los Angeles, planeia passar duas semanas em Nova Iorque. Terá exposições e espetáculos para ver, contactos a fazer, reuniões de trabalho e encontros com amigos. Com a quantia avultada de um prémio que acaba de ganhar, reserva um quarto num dos melhores hotéis da cidade e, depois de uma conversa durante uma festa, resolve fazer a viagem não de avião, mas de carro. Não tendo avançado na viagem mais do que meio estado, ou trinta minutos depois de sair de casa, a nossa heroína sai da autoestrada para abastecer num lugarejo de província, e acaba a prolongar a sua estada, dia após dia, indefinidamente, no quarto de um motel que ela redecora e transforma - num ninho de amor? Numa obra de arte? O que terá dado origem a esta bizarra decisão? Nem ela sabe. Terá sido o olhar trocado com um rapaz na bomba de gasolina? De Quatro é um romance rítmico, maravilhosamente lúcido e divertido e uma reinvenção terna da vida sexual, da vida romântica e da vida doméstica. July rapta o que nos é familiar e torna-o numa coisa nova, exaltante e profundamente viva.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma abordagem brilhante à literatura, em que os limites são sempre ultrapassados. Uma artista californiana, que vive com o marido e uma criança num bairro de classe média em Los Angeles, planeia passar duas semanas em Nova Iorque. Terá exposições e espetáculos para ver, contactos a fazer, reuniões de trabalho e encontros com amigos. Com a quantia avultada de um prémio que acaba de ganhar, reserva um quarto num dos melhores hotéis da cidade e, depois de uma conversa durante uma festa, resolve fazer a viagem não de avião, mas de carro. Não tendo avançado na viagem mais do que meio estado, ou trinta minutos depois de sair de casa, a nossa heroína sai da autoestrada para abastecer num lugarejo de província, e acaba a prolongar a sua estada, dia após dia, indefinidamente, no quarto de um motel que ela redecora e transforma - num ninho de amor? Numa obra de arte? O que terá dado origem a esta bizarra decisão? Nem ela sabe. Terá sido o olhar trocado com um rapaz na bomba de gasolina? De Quatro é um romance rítmico, maravilhosamente lúcido e divertido e uma reinvenção terna da vida sexual, da vida romântica e da vida doméstica. July rapta o que nos é familiar e torna-o numa coisa nova, exaltante e profundamente viva.
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em "Dança, Dança, Dança", Haruki Murakami continua a trajectória da personagem de Em Busca do Carneiro Selvagem, agora à procura do seu antigo amor que desapareceu misteriosamente do Hotel Golfinho. Nessa nova busca, o narrador, um jornalista freelancer, perde-se cada vez mais num universo de realismo fantástico, quase kafkiano, envolvendo-se com personagens verdadeiramente singulares: uma adolescente clarividente, um actor de cinema extravagante, um poeta maneta e prostitutas de luxo. Ambientado em Tóquio, este romance aborda temas como a solidão, o amor e a efemeridade da vida e retrata uma sociedade em constante transformação, altamente consumista e regida por valores como a fama, o dinheiro e o poder. Ao som de músicas dos anos 60, 70 e 80, o narrador e os seus amigos acabam por se envolver num caso de homicídio.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em "Dança, Dança, Dança", Haruki Murakami continua a trajectória da personagem de Em Busca do Carneiro Selvagem, agora à procura do seu antigo amor que desapareceu misteriosamente do Hotel Golfinho. Nessa nova busca, o narrador, um jornalista freelancer, perde-se cada vez mais num universo de realismo fantástico, quase kafkiano, envolvendo-se com personagens verdadeiramente singulares: uma adolescente clarividente, um actor de cinema extravagante, um poeta maneta e prostitutas de luxo. Ambientado em Tóquio, este romance aborda temas como a solidão, o amor e a efemeridade da vida e retrata uma sociedade em constante transformação, altamente consumista e regida por valores como a fama, o dinheiro e o poder. Ao som de músicas dos anos 60, 70 e 80, o narrador e os seus amigos acabam por se envolver num caso de homicídio.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 702
Sinopse:
Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal.
Nº Páginas: 702
Sinopse:
Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Cronovelema: primeiro, o tempo, chronos, os dias de hoje, mais coisa, menos coisa. Depois, tudo o que se acarta para a construção destas ficções e também se encontra ao escandir o vocábulo. Lá ressalta o novo e, logo, a novela. De um lado, um jovem casal desavindo, a viver para as bandas do Lumiar e frequentador de certa Avenida de Roma, pondera sobre qual o destino a dar à tartaruga doméstica. O animal, sem nome, preguiça num aquário e a solução tarda, bem como o desenlace da dupla, a braços com o final iminente da relação. Do outro lado, dois gandulos planeiam, estendem a rede e montam a urdidura. Mas eis que o destino se intromete, hábil a turvar os planos e rasteirar os desígnios… e, claro, convém não esquecer o diabo, sempre atrás da porta, vigilante, dizem que até a rezar.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Cronovelema: primeiro, o tempo, chronos, os dias de hoje, mais coisa, menos coisa. Depois, tudo o que se acarta para a construção destas ficções e também se encontra ao escandir o vocábulo. Lá ressalta o novo e, logo, a novela. De um lado, um jovem casal desavindo, a viver para as bandas do Lumiar e frequentador de certa Avenida de Roma, pondera sobre qual o destino a dar à tartaruga doméstica. O animal, sem nome, preguiça num aquário e a solução tarda, bem como o desenlace da dupla, a braços com o final iminente da relação. Do outro lado, dois gandulos planeiam, estendem a rede e montam a urdidura. Mas eis que o destino se intromete, hábil a turvar os planos e rasteirar os desígnios… e, claro, convém não esquecer o diabo, sempre atrás da porta, vigilante, dizem que até a rezar.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ao destruir o seu carro num acidente, assistindo à morte do condutor do outro veículo diante dos seus olhos, James Ballard, o narrador deste livro, descobre o fascínio pela confusão e caos do metal e de superfícies amolgadas, resultantes do impacto entre carros.É a visão do seu amigo e visionário Robert Vaughan, homem que conduz uma espécie de irmandade de adoradores obcecados com as possibilidades eróticas dos desastres de viação, que Ballard partilha connosco: o derradeiro acidente, uma colisão frontal, um vórtice de sangue, sémen e líquido refrigerante — retrato singular da dependência crescente da tecnologia como intermediária das relações humanas, em que o erótico, o mecânico e o macabro se confundem. Publicado originalmente em 1973, Crash continua a ser um dos romances mais chocantes do século XX, tendo sido adaptado para cinema, sob o mesmo título e com igual controvérsia, por David Cronenberg.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ao destruir o seu carro num acidente, assistindo à morte do condutor do outro veículo diante dos seus olhos, James Ballard, o narrador deste livro, descobre o fascínio pela confusão e caos do metal e de superfícies amolgadas, resultantes do impacto entre carros.É a visão do seu amigo e visionário Robert Vaughan, homem que conduz uma espécie de irmandade de adoradores obcecados com as possibilidades eróticas dos desastres de viação, que Ballard partilha connosco: o derradeiro acidente, uma colisão frontal, um vórtice de sangue, sémen e líquido refrigerante — retrato singular da dependência crescente da tecnologia como intermediária das relações humanas, em que o erótico, o mecânico e o macabro se confundem. Publicado originalmente em 1973, Crash continua a ser um dos romances mais chocantes do século XX, tendo sido adaptado para cinema, sob o mesmo título e com igual controvérsia, por David Cronenberg.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Estes contos são vagabundos porque não param de caminhar, percorrem as estradas do arco-da-velha, deambulam pelos recantos mais sombrios, mas também surgem à claridade do dia, marcham alegremente e intrometem-se, com ironia, nas tramas do nosso quotidiano. Pelo caminho, vão deixando o mundo às avessas, interpelando o leitor e desafiando-o para a aventura e para as perplexidades da vida e da literatura. O demónio também faz por aqui as suas andanças. Insiste em pôr-nos um espelho na frente.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Estes contos são vagabundos porque não param de caminhar, percorrem as estradas do arco-da-velha, deambulam pelos recantos mais sombrios, mas também surgem à claridade do dia, marcham alegremente e intrometem-se, com ironia, nas tramas do nosso quotidiano. Pelo caminho, vão deixando o mundo às avessas, interpelando o leitor e desafiando-o para a aventura e para as perplexidades da vida e da literatura. O demónio também faz por aqui as suas andanças. Insiste em pôr-nos um espelho na frente.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às "Novelas Exemplares" de Cervantes. Inclui os contos "O Jantar do Bispo", "A Viagem", "Retrato de Mónica", "Praia", "Homero", "O Homem" e "Os Três Reis do Oriente". Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, ""Não aceitar o escândalo", não "ceder ao desastre", é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.". Nesta edição é mantida a grafia antiga.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às "Novelas Exemplares" de Cervantes. Inclui os contos "O Jantar do Bispo", "A Viagem", "Retrato de Mónica", "Praia", "Homero", "O Homem" e "Os Três Reis do Oriente". Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, ""Não aceitar o escândalo", não "ceder ao desastre", é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.". Nesta edição é mantida a grafia antiga.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 1000
Sinopse:
Os Contos da Infância e do Lar (Kinder- und Hausmärchen), de Jacob e Wilhelm Grimm, são a obra de língua alemã mais traduzida e editada no mundo. Publicada pela primeira vez em Berlim em 1812 e em 1815, foi crescendo em popularidade ao longo do século XIX, consagrando-se como um dos tesouros da cultura popular alemã e europeia. Os critérios de rigor e de fidelidade por que se regia e os valores nacionalistas em que assentava inspiraram projetos idênticos de recolha de contos orais um pouco por toda a Europa. A presente edição reúne os três volumes de Contos da Infância e do Lar e constitui a primeira tradução integral da obra em língua portuguesa. Compreende duzentos contos e respetivas notas, dez lendas religiosas infantis, um apêndice com outros vinte e oito contos não incluídos na última edição em vida dos autores (1856-1857), um conjunto de seis fragmentos de contos e um longo capítulo que inclui bibliografia relevante citada pelos autores nas suas notas e considerações gerais sobre diversas tradições nacionais, assim como uma reflexão final sobre a relação dos contos populares com a mitologia.
Nº Páginas: 1000
Sinopse:
Os Contos da Infância e do Lar (Kinder- und Hausmärchen), de Jacob e Wilhelm Grimm, são a obra de língua alemã mais traduzida e editada no mundo. Publicada pela primeira vez em Berlim em 1812 e em 1815, foi crescendo em popularidade ao longo do século XIX, consagrando-se como um dos tesouros da cultura popular alemã e europeia. Os critérios de rigor e de fidelidade por que se regia e os valores nacionalistas em que assentava inspiraram projetos idênticos de recolha de contos orais um pouco por toda a Europa. A presente edição reúne os três volumes de Contos da Infância e do Lar e constitui a primeira tradução integral da obra em língua portuguesa. Compreende duzentos contos e respetivas notas, dez lendas religiosas infantis, um apêndice com outros vinte e oito contos não incluídos na última edição em vida dos autores (1856-1857), um conjunto de seis fragmentos de contos e um longo capítulo que inclui bibliografia relevante citada pelos autores nas suas notas e considerações gerais sobre diversas tradições nacionais, assim como uma reflexão final sobre a relação dos contos populares com a mitologia.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova Iorque está a escapar por entre os dedos de Cleo, que fugiu de Inglaterra em busca do seu lugar na cidade que nunca dorme. Apesar de andar de festa em festa todas as noites, quase não conhece ninguém. O seu visto de estudante está a terminar quando conhece Frank, vinte anos mais velho, com uma vida cheia de sucesso e todos os excessos que faltam a Cleo. Ele oferece-lhe a oportunidade de ser feliz, a liberdade para pintar e a possibilidade de se candidatar a um visto de residente. Ela oferece-lhe uma vida imbuída de beleza, arte e, talvez, uma razão para reduzir o seu consumo de álcool. Ele é tudo o que ela precisa neste momento. Cleo e Frank casam impulsivamente sem prever que isso irá mudar irreversivelmente tanto as suas vidas, como as de todos em seu redor, seja a do melhor amigo de Cleo a tentar compreender a sua identidade de género, seja a da irmã financeiramente dependente de Frank que começa a sair com homens mais velhos quando fica sem dinheiro, ou mesmo as de Cleo e Frank, que estão a descobrir as provações do casamento e da doença mental. Cleópatra E Frankenstein é um romance de estreia surpreendente e dolorosamente tocante sobre as decisões espontâneas que moldam a nossa vida e as relações imperfeitas que nascem em noites inesperadamente perfeitas.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova Iorque está a escapar por entre os dedos de Cleo, que fugiu de Inglaterra em busca do seu lugar na cidade que nunca dorme. Apesar de andar de festa em festa todas as noites, quase não conhece ninguém. O seu visto de estudante está a terminar quando conhece Frank, vinte anos mais velho, com uma vida cheia de sucesso e todos os excessos que faltam a Cleo. Ele oferece-lhe a oportunidade de ser feliz, a liberdade para pintar e a possibilidade de se candidatar a um visto de residente. Ela oferece-lhe uma vida imbuída de beleza, arte e, talvez, uma razão para reduzir o seu consumo de álcool. Ele é tudo o que ela precisa neste momento. Cleo e Frank casam impulsivamente sem prever que isso irá mudar irreversivelmente tanto as suas vidas, como as de todos em seu redor, seja a do melhor amigo de Cleo a tentar compreender a sua identidade de género, seja a da irmã financeiramente dependente de Frank que começa a sair com homens mais velhos quando fica sem dinheiro, ou mesmo as de Cleo e Frank, que estão a descobrir as provações do casamento e da doença mental. Cleópatra E Frankenstein é um romance de estreia surpreendente e dolorosamente tocante sobre as decisões espontâneas que moldam a nossa vida e as relações imperfeitas que nascem em noites inesperadamente perfeitas.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os verões nas praias da Granja e de Lagos. "Melville" e a pesca da lula "ao candeio". Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir... "Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos antifascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os verões nas praias da Granja e de Lagos. "Melville" e a pesca da lula "ao candeio". Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir... "Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos antifascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague."
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Uma história de amor e luxúria. Um livro sobre relações, confiança e questões profundas de sofrimento. Entre Theo e Izzy haverá muito drama, tensão, aventura e intrigas. Theo Kane é um homem misterioso e perigoso, com um passado sombrio. Izzy também tem traumas do passado e quando se conhecem vão ter consequências inesperadas. Um novo romance na linha da Jodi Ellen Malpas: heróis intensos e dominadores e heroínas decididas que os levam aos limites.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Uma história de amor e luxúria. Um livro sobre relações, confiança e questões profundas de sofrimento. Entre Theo e Izzy haverá muito drama, tensão, aventura e intrigas. Theo Kane é um homem misterioso e perigoso, com um passado sombrio. Izzy também tem traumas do passado e quando se conhecem vão ter consequências inesperadas. Um novo romance na linha da Jodi Ellen Malpas: heróis intensos e dominadores e heroínas decididas que os levam aos limites.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. Entusiasmada pelo casamento com Charles de Inglaterra, rapidamente deu lugar ao sofrimento, às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro.
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. Entusiasmada pelo casamento com Charles de Inglaterra, rapidamente deu lugar ao sofrimento, às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Pela primeira vez, as cartas de amor de Fernando Pessoa e de Ofélia Queiroz são apresentadas em edição conjunta. Uma edição conjunta é a forma mais adequada para dar a ler uma correspondência, que pressupõe sempre um diálogo, uma interação, a existência concreta de dois interlocutores. Cada carta é, em si mesma, ou a resposta a outra carta ou pretexto para ela. Até quando o destinatário opta por não responder, de algum modo, o seu silêncio se inscreve na carta seguinte. Assim, uma relação amorosa, sustentada epistolarmente, como a de Pessoa e Ofélia, só é, na verdade, entendível quando os dois discursos se cruzam e mutuamente se refletem. Neste livro a ideia comum de que estaríamos perante um namoro platónico, sem réstia de erotismo, desfaz-se por inteiro. Vemos, enfim, surgir um Pessoa diferente do outro lado do espelho. Um Pessoa não só sujeito e manipulador da escrita, mas um Pessoa indefeso, objeto do discurso (e do afecto) de outrem, personagem de uma história real.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Pela primeira vez, as cartas de amor de Fernando Pessoa e de Ofélia Queiroz são apresentadas em edição conjunta. Uma edição conjunta é a forma mais adequada para dar a ler uma correspondência, que pressupõe sempre um diálogo, uma interação, a existência concreta de dois interlocutores. Cada carta é, em si mesma, ou a resposta a outra carta ou pretexto para ela. Até quando o destinatário opta por não responder, de algum modo, o seu silêncio se inscreve na carta seguinte. Assim, uma relação amorosa, sustentada epistolarmente, como a de Pessoa e Ofélia, só é, na verdade, entendível quando os dois discursos se cruzam e mutuamente se refletem. Neste livro a ideia comum de que estaríamos perante um namoro platónico, sem réstia de erotismo, desfaz-se por inteiro. Vemos, enfim, surgir um Pessoa diferente do outro lado do espelho. Um Pessoa não só sujeito e manipulador da escrita, mas um Pessoa indefeso, objeto do discurso (e do afecto) de outrem, personagem de uma história real.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste livro, Inês Meneses juntou o fôlego do quotidiano que muitas vezes deixamos transpirar para o Facebook. A autora recolheu-o e publicou-o. A conceção gráfica esteve a cargo da Lavandaria. Depois de várias edições de autor, o Caderno chega agora ao grande público.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste livro, Inês Meneses juntou o fôlego do quotidiano que muitas vezes deixamos transpirar para o Facebook. A autora recolheu-o e publicou-o. A conceção gráfica esteve a cargo da Lavandaria. Depois de várias edições de autor, o Caderno chega agora ao grande público.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Uma pesquisa digna de um mamute, anos de investigação e como resultado… o Big Bang, os dinossauros, o aquecimento global, a geologia, Einstein, os Curies, a teoria da evolução, a gasolina com chumbo, a teoria atómica, os quarks, os vulcões, os cromossomas, o carbono, os organismos ediacaranos, a descontinuiade de Moho, o ADN, Charles Darwin e um zilião de outras coisas. Em linguagem não demasiado científica, sempre clara e com as devidas anotações, o leitor é conduzido, por este autor extremamente divertido e bem informado, numa viagem através do tempo e do espaço, cujo prato forte é também revelar-nos algumas ironias do desenvolvimento científico. Esta é verdadeiramente uma obra que nos dá a sensação de ter o mundo na palma da mão.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Uma pesquisa digna de um mamute, anos de investigação e como resultado… o Big Bang, os dinossauros, o aquecimento global, a geologia, Einstein, os Curies, a teoria da evolução, a gasolina com chumbo, a teoria atómica, os quarks, os vulcões, os cromossomas, o carbono, os organismos ediacaranos, a descontinuiade de Moho, o ADN, Charles Darwin e um zilião de outras coisas. Em linguagem não demasiado científica, sempre clara e com as devidas anotações, o leitor é conduzido, por este autor extremamente divertido e bem informado, numa viagem através do tempo e do espaço, cujo prato forte é também revelar-nos algumas ironias do desenvolvimento científico. Esta é verdadeiramente uma obra que nos dá a sensação de ter o mundo na palma da mão.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Babilónia aqui (como no salmo) é o tempo presente, lugar ou momento de perda, distante de um passado ideal. Tudo começa com uma festa de primavera em casa de Elisabeth e Pierre. Os convidados são sobretudo casais de meia-idade e, de entre eles, os vizinhos de cima formam o mais singular: o homem, Jean-Lino, de ascendência italiana e judaica, é uma pessoa comum, tímida, que conversa frequentemente com a vizinha de baixo; a mulher, Lydie, é uma figura exuberante que canta jazz num bar e é terapeuta em variadíssimas disciplinas new-age. Ainda que tão diferentes, parecem ser um casal relativamente equilibrado e feliz. A noite avança e com ela a festa, bem como a nossa observação dos convivas e seus comportamentos, acentuados pelo álcool, pelo desejo ou pela ocasião social. De madrugada, muito depois de a festa acabar, Jean-Lino acorda os vizinhos de baixo e anuncia-lhes o que aconteceu. Podemos dizer que toda a obra de Yasmina Reza (dramatúrgica e ficcional) é uma tentativa de resgatar a existência humana da sua pequenez e insignificância, da solidão e do abandono, da sua falta de sentido. E, enquanto nos faz observar (quase radiograficamente) os outros, faz-nos ver como somos e rir de nós próprios.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Babilónia aqui (como no salmo) é o tempo presente, lugar ou momento de perda, distante de um passado ideal. Tudo começa com uma festa de primavera em casa de Elisabeth e Pierre. Os convidados são sobretudo casais de meia-idade e, de entre eles, os vizinhos de cima formam o mais singular: o homem, Jean-Lino, de ascendência italiana e judaica, é uma pessoa comum, tímida, que conversa frequentemente com a vizinha de baixo; a mulher, Lydie, é uma figura exuberante que canta jazz num bar e é terapeuta em variadíssimas disciplinas new-age. Ainda que tão diferentes, parecem ser um casal relativamente equilibrado e feliz. A noite avança e com ela a festa, bem como a nossa observação dos convivas e seus comportamentos, acentuados pelo álcool, pelo desejo ou pela ocasião social. De madrugada, muito depois de a festa acabar, Jean-Lino acorda os vizinhos de baixo e anuncia-lhes o que aconteceu. Podemos dizer que toda a obra de Yasmina Reza (dramatúrgica e ficcional) é uma tentativa de resgatar a existência humana da sua pequenez e insignificância, da solidão e do abandono, da sua falta de sentido. E, enquanto nos faz observar (quase radiograficamente) os outros, faz-nos ver como somos e rir de nós próprios.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
As únicas pessoas que ficam incomodadas quando você estabelece limites são aquelas que beneficiaram quando você não os impunha..» Acordar preocupada com as tarefas do dia. Otimizar a ida ao trabalho ouvindo notícias ou respondendo a e-mails. Almoçar à pressa para ganhar tempo. E tudo isto sendo linda, bem-sucedida e gentil. Sorridente. Para quem? Da autora brasileira Marcela Ceribelli, criadora da comunidade Obvious e do podcast Bom dia, Obvious, este livro é um convite a todas as mulheres exaustas das demandas que elas mesmas e a sociedade impõem sobre as suas carreiras, relacionamentos, corpos e personalidades. Com humor inteligente e empatia, Ceribelli intercala relatos de experiências pessoais com estudos científicos e comentários de especialistas nas mais diversas áreas psicologia, moda, saúde e artes , desconstruindo as origens das expectativas que recaem sobre as mulheres e apontando caminhos para um novo despertar.O que pode fazer pela sua felicidade?
Nº Páginas: 296
Sinopse:
As únicas pessoas que ficam incomodadas quando você estabelece limites são aquelas que beneficiaram quando você não os impunha..» Acordar preocupada com as tarefas do dia. Otimizar a ida ao trabalho ouvindo notícias ou respondendo a e-mails. Almoçar à pressa para ganhar tempo. E tudo isto sendo linda, bem-sucedida e gentil. Sorridente. Para quem? Da autora brasileira Marcela Ceribelli, criadora da comunidade Obvious e do podcast Bom dia, Obvious, este livro é um convite a todas as mulheres exaustas das demandas que elas mesmas e a sociedade impõem sobre as suas carreiras, relacionamentos, corpos e personalidades. Com humor inteligente e empatia, Ceribelli intercala relatos de experiências pessoais com estudos científicos e comentários de especialistas nas mais diversas áreas psicologia, moda, saúde e artes , desconstruindo as origens das expectativas que recaem sobre as mulheres e apontando caminhos para um novo despertar.O que pode fazer pela sua felicidade?
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