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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 1788
Sinopse:
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.
Nº Páginas: 1788
Sinopse:
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Mais um título a acrescentar às "Obras de Fernando Pessoa", na editora Assírio & Alvim. Depois de um primeiro volume de poesia inglesa nesta colecção (Alexander Search, "Poesia"), surge a edição bilingue da produção inglesa de Pessoa ortónimo, dividida em dois volumes, com organização e tradução de Luísa Freire. Fazem parte deste primeiro volume os conjuntos mais importantes da poesia inglesa de Fernando Pessoa, que aparecem divididos em duas partes: na primeira estão os "35 Sonnets" e os "English Poems I-II e III", que incluem "Epithalium", "Antinous" e "Inscriptions", conjuntos que o próprio publicou; a segunda parte é constituída pela colectânea "The Mad Fiddler" (O Rabequista Mágico), que Pessoa quis publicar em vida, embora tal não tenha acontecido, e que deixou seleccionada e ordenada.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Mais um título a acrescentar às "Obras de Fernando Pessoa", na editora Assírio & Alvim. Depois de um primeiro volume de poesia inglesa nesta colecção (Alexander Search, "Poesia"), surge a edição bilingue da produção inglesa de Pessoa ortónimo, dividida em dois volumes, com organização e tradução de Luísa Freire. Fazem parte deste primeiro volume os conjuntos mais importantes da poesia inglesa de Fernando Pessoa, que aparecem divididos em duas partes: na primeira estão os "35 Sonnets" e os "English Poems I-II e III", que incluem "Epithalium", "Antinous" e "Inscriptions", conjuntos que o próprio publicou; a segunda parte é constituída pela colectânea "The Mad Fiddler" (O Rabequista Mágico), que Pessoa quis publicar em vida, embora tal não tenha acontecido, e que deixou seleccionada e ordenada.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 294
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 294
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Em 1956 saía nas edições Einaudi, em Itália, as "Fiabe Italiane", uma obra de cerca de mil páginas, que tinha como objectivo reunir os contos e fábulas das várias regiões italianas, que o escritor Italo Calvino havia compilado, durante dois anos, comparando-os e reescrevendo-os, à semelhança dos irmãos Grimm que, como diz Calvino, não são sózinhos os "autores" dos seus contos, já que o "são também as narradoras e os narradores de cuja boca os Grimm os ouviram, e assim por diante todos os homens e mulheres que transmitiram esses contos de boca em boca sabe-se lá através de quantos séculos". Estes contos e fábulas, "contados por Calvino" com uma linguagem próxima do tom imediato e popular dos dialectos originais tornaram-se assim uma referência como obra de recriação. Em Portugal são editados em três volumes, sendo este o segundo. Um mundo maravilhoso, fantástico e fascinante, tão verdadeiro como os contos de fadas, que como Calvino dizia, "são (mesmo) verdadeiros". "Italo Calvino recolheu duzentos contos populares das diferentes regiões e dialectos de Itália. O resultado foi uma das mais fascinantes obras da literatura italiana." Público, "Mil Folhas", 23/12/2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Em 1956 saía nas edições Einaudi, em Itália, as "Fiabe Italiane", uma obra de cerca de mil páginas, que tinha como objectivo reunir os contos e fábulas das várias regiões italianas, que o escritor Italo Calvino havia compilado, durante dois anos, comparando-os e reescrevendo-os, à semelhança dos irmãos Grimm que, como diz Calvino, não são sózinhos os "autores" dos seus contos, já que o "são também as narradoras e os narradores de cuja boca os Grimm os ouviram, e assim por diante todos os homens e mulheres que transmitiram esses contos de boca em boca sabe-se lá através de quantos séculos". Estes contos e fábulas, "contados por Calvino" com uma linguagem próxima do tom imediato e popular dos dialectos originais tornaram-se assim uma referência como obra de recriação. Em Portugal são editados em três volumes, sendo este o segundo. Um mundo maravilhoso, fantástico e fascinante, tão verdadeiro como os contos de fadas, que como Calvino dizia, "são (mesmo) verdadeiros". "Italo Calvino recolheu duzentos contos populares das diferentes regiões e dialectos de Itália. O resultado foi uma das mais fascinantes obras da literatura italiana." Público, "Mil Folhas", 23/12/2000
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A dupla temível está de regresso com as melhores tiras dos dois primeiros álbuns ("Calvin & Hobbes" e "Há Monstros debaixo da Cama?") e uma fabulosa história inédita.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A dupla temível está de regresso com as melhores tiras dos dois primeiros álbuns ("Calvin & Hobbes" e "Há Monstros debaixo da Cama?") e uma fabulosa história inédita.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, que acaba de vencer o prestigiado prémio União Latina para a literatura, e a primeira das suas edições ne varietur (uma disposição jurídica que permite a um autor que um texto seu só possa ser de futuro citado, editado, traduzido, etc., sob a forma em que o publica com essa designação. Lobo Antunes chegou à conclusão que havia várias adulterações nas suas obras, desde gralhas a outras incorrecções, e a partir de agora todas elas serão publicadas em edições ne varietur, fixadas por uma equipa orientada por Maria Alzira Seixo, à medida que os antigos títulos se vão esgotando). Neste livro, Lobo Antunes regressa a Angola, lugar essencial da sua obra romanesca, agora em época pós-descolonização. Um agente dos Serviços viaja à antiga colónia portuguesa incumbido de tarefa arriscada. Mas não volta. E logo outro o substitui, e depois outro, como na arena os touros se vão s eguindo uns aos outros, para a lide. E nós leitores embrenhando-nos na leitura, como se de uma floresta se tratasse. É também um livro onde o autor de "Que Farei quando Tudo Arde?" questiona a linguagem, o valor da palavra ("Será que remendo isto com palavras ou falo do que aconteceu de facto?", dizem algumas personagens), como o realça Agripina Vieira em crítica no JL (15/10/03), numa escrita que se vai depurando cada vez mais (apesar das 574 páginas do romance).
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, que acaba de vencer o prestigiado prémio União Latina para a literatura, e a primeira das suas edições ne varietur (uma disposição jurídica que permite a um autor que um texto seu só possa ser de futuro citado, editado, traduzido, etc., sob a forma em que o publica com essa designação. Lobo Antunes chegou à conclusão que havia várias adulterações nas suas obras, desde gralhas a outras incorrecções, e a partir de agora todas elas serão publicadas em edições ne varietur, fixadas por uma equipa orientada por Maria Alzira Seixo, à medida que os antigos títulos se vão esgotando). Neste livro, Lobo Antunes regressa a Angola, lugar essencial da sua obra romanesca, agora em época pós-descolonização. Um agente dos Serviços viaja à antiga colónia portuguesa incumbido de tarefa arriscada. Mas não volta. E logo outro o substitui, e depois outro, como na arena os touros se vão s eguindo uns aos outros, para a lide. E nós leitores embrenhando-nos na leitura, como se de uma floresta se tratasse. É também um livro onde o autor de "Que Farei quando Tudo Arde?" questiona a linguagem, o valor da palavra ("Será que remendo isto com palavras ou falo do que aconteceu de facto?", dizem algumas personagens), como o realça Agripina Vieira em crítica no JL (15/10/03), numa escrita que se vai depurando cada vez mais (apesar das 574 páginas do romance).
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Durante anos, às quartas-feiras, numa pensão de Lisboa, uma homem e uma mulher encontram-se para viver uma paixão renascida após uma longa interrupção. Um extraordinário romance que cruza as fotografias da memória desse amor clandestino, dos dois amantes e dos que os rodeiam.
Nº Páginas: 620
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Durante anos, às quartas-feiras, numa pensão de Lisboa, uma homem e uma mulher encontram-se para viver uma paixão renascida após uma longa interrupção. Um extraordinário romance que cruza as fotografias da memória desse amor clandestino, dos dois amantes e dos que os rodeiam.
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Edição: Nov 2004
Nº Páginas: 600
Sinopse:
O capitão Afonso Brandão mudou a sua vida quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o seu olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras da Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu ir pernoitar a um castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
O capitão Afonso Brandão mudou a sua vida quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o seu olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras da Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu ir pernoitar a um castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O grande livro da BBC sobre a "Solução Final". A história da macabra instituição nazi, escrita após o autor ter entrevistado vários guardas prisionais e sobretudo sobreviventes. Relato do horror e da morte de 1.1 milhões de pessoas em Auschwitz. O livro é um excelente estudo sobre Auschwitz, tendo sido publicado no Reino Unido pela BBC. Durante o ano de 2005 comemora-se o 50º aniversário do fecho do campo de concentração. Laurence Rees, levou 5 anos a trabalhar e a investigar o nazismo, utilizando toda a documentação recolhida nos últimos anos. O autor incluiu centenas de entrevistas a sobreviventes e aos seus carrascos nazis que, pela primeira vez, falam das suas experiências. Simplesmente aterrador. Este livro inclui fotografias impressionantes, sendo algumas a cores.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O grande livro da BBC sobre a "Solução Final". A história da macabra instituição nazi, escrita após o autor ter entrevistado vários guardas prisionais e sobretudo sobreviventes. Relato do horror e da morte de 1.1 milhões de pessoas em Auschwitz. O livro é um excelente estudo sobre Auschwitz, tendo sido publicado no Reino Unido pela BBC. Durante o ano de 2005 comemora-se o 50º aniversário do fecho do campo de concentração. Laurence Rees, levou 5 anos a trabalhar e a investigar o nazismo, utilizando toda a documentação recolhida nos últimos anos. O autor incluiu centenas de entrevistas a sobreviventes e aos seus carrascos nazis que, pela primeira vez, falam das suas experiências. Simplesmente aterrador. Este livro inclui fotografias impressionantes, sendo algumas a cores.
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Edição: Out 2006
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Uma noite ninguém dorme, e durante a meia-noite a as cinco da manhã, as pessoas sonham acordadas no sono: contam e inventam as suas vidas e as suas histórias, ou as histórias em que transformam as suas vidas, ou as vidas que transformaram em histórias. Podem ser vidas cruéis, de medo, de uma cicatriz interior, de algo que talvez fosse o Estado português de outros tempos. Podem ser vidas de amores passados, de lápides varridas, de um desejo de uma vida inteira, de se poder ser feliz sem pensar. Nestas histórias, nestes silêncios destas falas, nos risos e nas traições, vamos identificando a noite de um país, a noite cheia de vozes de todos nós, e a noite silenciosa que é o isolamento de cada um. Como diz o autor - "porque aquilo que escrevo poder ler-se no escuro".
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Uma noite ninguém dorme, e durante a meia-noite a as cinco da manhã, as pessoas sonham acordadas no sono: contam e inventam as suas vidas e as suas histórias, ou as histórias em que transformam as suas vidas, ou as vidas que transformaram em histórias. Podem ser vidas cruéis, de medo, de uma cicatriz interior, de algo que talvez fosse o Estado português de outros tempos. Podem ser vidas de amores passados, de lápides varridas, de um desejo de uma vida inteira, de se poder ser feliz sem pensar. Nestas histórias, nestes silêncios destas falas, nos risos e nas traições, vamos identificando a noite de um país, a noite cheia de vozes de todos nós, e a noite silenciosa que é o isolamento de cada um. Como diz o autor - "porque aquilo que escrevo poder ler-se no escuro".
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Edição: Out 2006
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Nas escadarias do Museu Egípcio em pleno Cairo, Tomás Noronha é abordado por uma desconhecida. Chama-se Ariana Pakravan, é iraniana e traz consigo a cópia de um documento inédito, um velho manuscrito com um estranho título e um poema enigmático.O inesperado encontro lança Tomás numa empolgante aventura, colocando-o na rota da crise nuclear com o Irão e da mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein, um achado que o conduz ao maior de todos os mistérios: a prova científica da existência de Deus.Uma história de amor, uma intriga de traição, uma perseguição implacável, uma busca espiritual que nos leva à mais espantosa revelação mística de todos os tempos.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Nas escadarias do Museu Egípcio em pleno Cairo, Tomás Noronha é abordado por uma desconhecida. Chama-se Ariana Pakravan, é iraniana e traz consigo a cópia de um documento inédito, um velho manuscrito com um estranho título e um poema enigmático.O inesperado encontro lança Tomás numa empolgante aventura, colocando-o na rota da crise nuclear com o Irão e da mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein, um achado que o conduz ao maior de todos os mistérios: a prova científica da existência de Deus.Uma história de amor, uma intriga de traição, uma perseguição implacável, uma busca espiritual que nos leva à mais espantosa revelação mística de todos os tempos.
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Edição: Nov 2006
Nº Páginas: 628
Sinopse:
A obra-prima do maior escritor de culto da actualidade Toru Okada, um jovem japonês que vive na mais completa normalidade, vê a sua vida transformada após o telefonema anónimo de uma mulher. Começam a aparecer personagens cada vez mais estranhas em seu redor e o real vai degradando-se até se transformar em algo fantasmagórico. A percepção do mundo torna-se mágica, os sonhos invadem a realidade e, pouco a pouco, Toru sente-se impelido a resolver os conflitos que carregou durante toda a sua vida. Este livro conta com uma galeria de personagens tão surpreendentes como profundamente autênticas e, quase por magia, o mundo quotidiano do Japão moderno aparece-nos como algo estranhamente familiar. "Crónica do Pássaro de Corda", ao qual foi atribuído o Prémio Yomiuri, é considerado, por muitos, a obra-prima de Murakami. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
Nº Páginas: 628
Sinopse:
A obra-prima do maior escritor de culto da actualidade Toru Okada, um jovem japonês que vive na mais completa normalidade, vê a sua vida transformada após o telefonema anónimo de uma mulher. Começam a aparecer personagens cada vez mais estranhas em seu redor e o real vai degradando-se até se transformar em algo fantasmagórico. A percepção do mundo torna-se mágica, os sonhos invadem a realidade e, pouco a pouco, Toru sente-se impelido a resolver os conflitos que carregou durante toda a sua vida. Este livro conta com uma galeria de personagens tão surpreendentes como profundamente autênticas e, quase por magia, o mundo quotidiano do Japão moderno aparece-nos como algo estranhamente familiar. "Crónica do Pássaro de Corda", ao qual foi atribuído o Prémio Yomiuri, é considerado, por muitos, a obra-prima de Murakami. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
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Edição: Mar 2008
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Fenómeno editorial na Europa, "Comboio Nocturno para Lisboa" vendeu dois milhões e meio de exemplares desde que foi publicado em 2004 na Alemanha, onde ficou três anos na tabela dos livros mais vendidos. O sucesso transformou até o título do livro escrito por Pascal Mercier - pseudónimo literário do filósofo Peter Bieri -, numa expressão idiomática, usada para referir alguém que pretende mudar de vida. São, de resto, muitos os estrangeiros que, nos últimos anos, se deslocam até Lisboa em demanda de Amadeu do Prado. Mas tudo começa numa manhã chuvosa. Uma mulher prepara-se para saltar de uma ponte de Berna. Raimund Gregorius, um banal professor de grego e latim de 57 anos, evita o acto desesperado e fica surpreendido com o som de uma palavra. Português, responde ela, ao ser questionada sobre a língua que fala. Antes de desaparecer da história ainda tem tempo de escrever um número de telefone na testa deste míope professor que descobre, por acaso, um livro de um autor português, Amadeu Inácio de Almeida Prado, intitulado Um Ourives das Palavras. Sem conseguir explicar porquê, entra num comboio para Lisboa atrás deste médico que morreu 30 anos antes, em 1975, pouco depois da Revolução, numa descoberta do outro que acaba por ser uma descoberta de si próprio. Amado pelos pobres que atendia de graça no seu consultório, Amadeu passa a ser rejeitado pelo povo no dia em que aceita tratar o "Carniceiro de Lisboa", assim conhecido por ser chefe da polícia política. Integrará posteriormente a resistência contra o regime de Salazar. Porquê Portugal? Porquê a ditadura de Salazar? Estas são as perguntas mais feitas a um autor que admira Pessoa, "esse gigante da literatura", há mais de 20 anos, e escreve um livro do desassossego com a escrita de Prado a assemelhar-se aos textos do poeta português. Pela sua cultura, pela sua atitude de outros tempos, Raimund precisava de um ambiente de século XIX e Lisboa é a grande cidade europeia que mais se aproxima pelo seu aspecto, pela sua topografia, afirma Pascal Mercier, para quem a principal razão para escolher Lisboa e Portugal prende-se com o pai de Prado, um juiz em funções durante uma ditadura, mas que não trabalharia sob as ordens de Mussolini, Hitler ou Franco. "Salazar era diferente. Era um intelectual brilhante, era muito inteligente, culto, de uma brutalidade mais subtil que poderia seduzir pessoas como o juiz Prado e só nas ditaduras se dão as condições necessárias para tratar os problemas morais no contexto político." O "Comboio Nocturno para Lisboa" é o terceiro romance de Pascal Mercier. Está traduzido em 15 idiomas.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Fenómeno editorial na Europa, "Comboio Nocturno para Lisboa" vendeu dois milhões e meio de exemplares desde que foi publicado em 2004 na Alemanha, onde ficou três anos na tabela dos livros mais vendidos. O sucesso transformou até o título do livro escrito por Pascal Mercier - pseudónimo literário do filósofo Peter Bieri -, numa expressão idiomática, usada para referir alguém que pretende mudar de vida. São, de resto, muitos os estrangeiros que, nos últimos anos, se deslocam até Lisboa em demanda de Amadeu do Prado. Mas tudo começa numa manhã chuvosa. Uma mulher prepara-se para saltar de uma ponte de Berna. Raimund Gregorius, um banal professor de grego e latim de 57 anos, evita o acto desesperado e fica surpreendido com o som de uma palavra. Português, responde ela, ao ser questionada sobre a língua que fala. Antes de desaparecer da história ainda tem tempo de escrever um número de telefone na testa deste míope professor que descobre, por acaso, um livro de um autor português, Amadeu Inácio de Almeida Prado, intitulado Um Ourives das Palavras. Sem conseguir explicar porquê, entra num comboio para Lisboa atrás deste médico que morreu 30 anos antes, em 1975, pouco depois da Revolução, numa descoberta do outro que acaba por ser uma descoberta de si próprio. Amado pelos pobres que atendia de graça no seu consultório, Amadeu passa a ser rejeitado pelo povo no dia em que aceita tratar o "Carniceiro de Lisboa", assim conhecido por ser chefe da polícia política. Integrará posteriormente a resistência contra o regime de Salazar. Porquê Portugal? Porquê a ditadura de Salazar? Estas são as perguntas mais feitas a um autor que admira Pessoa, "esse gigante da literatura", há mais de 20 anos, e escreve um livro do desassossego com a escrita de Prado a assemelhar-se aos textos do poeta português. Pela sua cultura, pela sua atitude de outros tempos, Raimund precisava de um ambiente de século XIX e Lisboa é a grande cidade europeia que mais se aproxima pelo seu aspecto, pela sua topografia, afirma Pascal Mercier, para quem a principal razão para escolher Lisboa e Portugal prende-se com o pai de Prado, um juiz em funções durante uma ditadura, mas que não trabalharia sob as ordens de Mussolini, Hitler ou Franco. "Salazar era diferente. Era um intelectual brilhante, era muito inteligente, culto, de uma brutalidade mais subtil que poderia seduzir pessoas como o juiz Prado e só nas ditaduras se dão as condições necessárias para tratar os problemas morais no contexto político." O "Comboio Nocturno para Lisboa" é o terceiro romance de Pascal Mercier. Está traduzido em 15 idiomas.
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Edição: Out 2005
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A doença de Alzheimer tornou-se, de uma doença neurodegenerativa rara e só conhecida pelos especialistas no início do século XX, numa doença frequente e temida por todos na actualidade. O aumento dramático de casos de doença de Alzheimer é consequência do envelhecimento da população. As estimativas disponíveis indicam que nos próximos anos existirão cerca de 70 mil pessoas com doença de Alzheimer em Portugal, um número que não inclui os pacientes com outras demências ou que sofrem de defeito cognitivo ligeiro. Quantas vezes, se temos um esquecimento, nos perguntamos: será a doença de Alzheimer? E quem não tem um esquecimento de vez em quando? O livro sobre doença de Alzheimer, agora trazido a público, é o resultado da reflexão de muitos que em Portugal, desde há anos, têm vindo a preocupar-se com esta doença. Peritos das diferentes áreas ligadas à demência em Portugal aceitaram dar o seu contributo imprescindível para esta obra, disponibilizando, assim, um livro que reflecte a realidade nacional, quer do ponto de vista epidemiológico quer do ponto de vista assistencial, não esquecendo múltiplas outras questões da vida nacional em que esta doença pode ter impacto. Esta obra destina-se a um leque vasto de potenciais leitores, entre os quais os familiares e amigos dos doentes, os estudantes, os médicos, os enfermeiros, os psicólogos, os sociólogos e tantos outros que até, por pura curiosidade cultural, aqui poderão procurar respostas às suas perguntas sobre a doença de Alzheimer. Conteúdo O Cérebro e as suas funções A demência em números Sinais e evolução da doença Fisiopatologia Diagnóstico diferencial Avaliação neuropsicológica Terapêuticas farmacológica e não farmacológica Sexualidade e demência Auxílios disponíveis Consultas de memória e demência Apoio ao doente no domicílio Associações de doentes Aspectos éticos e médico-legais Impacto sócio-económico Política de saúde na área do envelhecimento e da demência
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A doença de Alzheimer tornou-se, de uma doença neurodegenerativa rara e só conhecida pelos especialistas no início do século XX, numa doença frequente e temida por todos na actualidade. O aumento dramático de casos de doença de Alzheimer é consequência do envelhecimento da população. As estimativas disponíveis indicam que nos próximos anos existirão cerca de 70 mil pessoas com doença de Alzheimer em Portugal, um número que não inclui os pacientes com outras demências ou que sofrem de defeito cognitivo ligeiro. Quantas vezes, se temos um esquecimento, nos perguntamos: será a doença de Alzheimer? E quem não tem um esquecimento de vez em quando? O livro sobre doença de Alzheimer, agora trazido a público, é o resultado da reflexão de muitos que em Portugal, desde há anos, têm vindo a preocupar-se com esta doença. Peritos das diferentes áreas ligadas à demência em Portugal aceitaram dar o seu contributo imprescindível para esta obra, disponibilizando, assim, um livro que reflecte a realidade nacional, quer do ponto de vista epidemiológico quer do ponto de vista assistencial, não esquecendo múltiplas outras questões da vida nacional em que esta doença pode ter impacto. Esta obra destina-se a um leque vasto de potenciais leitores, entre os quais os familiares e amigos dos doentes, os estudantes, os médicos, os enfermeiros, os psicólogos, os sociólogos e tantos outros que até, por pura curiosidade cultural, aqui poderão procurar respostas às suas perguntas sobre a doença de Alzheimer. Conteúdo O Cérebro e as suas funções A demência em números Sinais e evolução da doença Fisiopatologia Diagnóstico diferencial Avaliação neuropsicológica Terapêuticas farmacológica e não farmacológica Sexualidade e demência Auxílios disponíveis Consultas de memória e demência Apoio ao doente no domicílio Associações de doentes Aspectos éticos e médico-legais Impacto sócio-económico Política de saúde na área do envelhecimento e da demência
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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, este livro é narrado por Paulo, o filho de um travesti ("Quis escrever um livro sobre a identidade, fazendo várias interrogações que se colocam de um modo especial num travesti.", Lobo Antunes em entrevista à Visão). O título, "Que Farei Quando Tudo Arde", é o último verso de um soneto de Sá de Miranda e, na altura em que o livro sai, não poderia ser mais actual. Como actual é o que se passa dentro do romance (o antepenúltimo, segundo o autor: "Só quero escrever mais dois romances."), continuando Lobo Antunes a fazer um retrato do país."Quando tudo arde".
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, este livro é narrado por Paulo, o filho de um travesti ("Quis escrever um livro sobre a identidade, fazendo várias interrogações que se colocam de um modo especial num travesti.", Lobo Antunes em entrevista à Visão). O título, "Que Farei Quando Tudo Arde", é o último verso de um soneto de Sá de Miranda e, na altura em que o livro sai, não poderia ser mais actual. Como actual é o que se passa dentro do romance (o antepenúltimo, segundo o autor: "Só quero escrever mais dois romances."), continuando Lobo Antunes a fazer um retrato do país."Quando tudo arde".
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"Estes contos parecem por vezes a história de um mundo há muito desaparecido, quando a cidade de Nova Iorque era ainda inundada pela luz do rio, quando se ouvia Benny Goodman no rádio da papelaria da esquina e quando quase toda a gente usava chapéu." John Cheever, prefácio.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"Estes contos parecem por vezes a história de um mundo há muito desaparecido, quando a cidade de Nova Iorque era ainda inundada pela luz do rio, quando se ouvia Benny Goodman no rádio da papelaria da esquina e quando quase toda a gente usava chapéu." John Cheever, prefácio.
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Edição: Nov 1994
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A orientação que se segue nesta obra resulta da convicção de que a investigação pedagógica deveria ser encarada em moldes diversos dos que têm sido utilizados. Não por considerarmos errado ou de menor valia aquilo que tem sido realizado, mas, apenas, por uma questão de operacionalidade, isto é, por tomarmos como ponto de partida uma conceção pragmática da ciência - o valor da ciência advém do seu poder de explicação e, portanto, de intervenção. Entenda-se por poder de explicação uma determinada inteligibilização do real que, utilizando o menor número possível de meios, permite o máximo de operacionalidade na reestruturação desse real.Assim, centrámo-nos na observação de situações pedagógicas, partindo de um princípio e utilizando uma metodologia. O princípio é o da significação intrínseca; a metodologia, a observação naturalista. O princípio assenta numa perspetiva fenomenológica: a unicidade da situação é a garantia da identidade e da significação do comportamento. A metodologia decorre de uma visão etológica do Homem: todo o comportamento expressa uma função do indivíduo enquanto inserido num meio.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A orientação que se segue nesta obra resulta da convicção de que a investigação pedagógica deveria ser encarada em moldes diversos dos que têm sido utilizados. Não por considerarmos errado ou de menor valia aquilo que tem sido realizado, mas, apenas, por uma questão de operacionalidade, isto é, por tomarmos como ponto de partida uma conceção pragmática da ciência - o valor da ciência advém do seu poder de explicação e, portanto, de intervenção. Entenda-se por poder de explicação uma determinada inteligibilização do real que, utilizando o menor número possível de meios, permite o máximo de operacionalidade na reestruturação desse real.Assim, centrámo-nos na observação de situações pedagógicas, partindo de um princípio e utilizando uma metodologia. O princípio é o da significação intrínseca; a metodologia, a observação naturalista. O princípio assenta numa perspetiva fenomenológica: a unicidade da situação é a garantia da identidade e da significação do comportamento. A metodologia decorre de uma visão etológica do Homem: todo o comportamento expressa uma função do indivíduo enquanto inserido num meio.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 508
Sinopse:
Carl Sagan trata de tudo: 'Cosmos é tudo o que existiu, existe ou existirá.' O que o olhar humano alcança e, mais longe ainda, o que a mente humana alcança. Leva-nos numa viagem para a frente no espaço e para trás no tempo. Faz-nos sonhar! Poder-se-á pedir mais de um livro? "Carlos Fiolhais", físico Carl Sagan é recordado como um dos maiores astrónomos de sempre, não só pelas suas contribuições exemplares para as ciências planetárias e a astrobiologia, mas por ter sido um extraordinário divulgador e comunicador de ciência. Visionário no estudo do sistema solar, a sua elegante, clara e inteligente forma de escrita ganhou, graças ao livro Cosmos, imensos adeptos e chegou a públicos até então afastados da ciência. A par do Mensageiro dos Céus, de Galileo Galilei, Cosmos é um livro maior na divulgação da astronomia: o livro e a série de TV que o acompanha serão para sempre considerados um dos acontecimentos mais importantes da história da divulgação cientifica. Cosmos é um livro para ler, reler e será sempre uma inspiração e motivação para descobrir o Universo que nos rodeia. "Pedro Russo", coordenador Global do Ano Internacional da Astronomia 2009 Em "Cosmos", porventura pela primeira vez na literatura, são transmitidos com inteligência e emoção tocantes, a ideia e o sentimento de uma cidadania… cósmica. Ninguém mais do que Carl Sagan desejou e se empenhou em encontrar indícios de vida inteligente no Universo, mas ninguém como ele foi tão céptico e rigoroso na verificação científica das suas supostas manifestações. Livro de viagens e de descoberta, Cosmos prepara-nos para esse encontro fantástico. "Guilherme Valente", editor
Nº Páginas: 508
Sinopse:
Carl Sagan trata de tudo: 'Cosmos é tudo o que existiu, existe ou existirá.' O que o olhar humano alcança e, mais longe ainda, o que a mente humana alcança. Leva-nos numa viagem para a frente no espaço e para trás no tempo. Faz-nos sonhar! Poder-se-á pedir mais de um livro? "Carlos Fiolhais", físico Carl Sagan é recordado como um dos maiores astrónomos de sempre, não só pelas suas contribuições exemplares para as ciências planetárias e a astrobiologia, mas por ter sido um extraordinário divulgador e comunicador de ciência. Visionário no estudo do sistema solar, a sua elegante, clara e inteligente forma de escrita ganhou, graças ao livro Cosmos, imensos adeptos e chegou a públicos até então afastados da ciência. A par do Mensageiro dos Céus, de Galileo Galilei, Cosmos é um livro maior na divulgação da astronomia: o livro e a série de TV que o acompanha serão para sempre considerados um dos acontecimentos mais importantes da história da divulgação cientifica. Cosmos é um livro para ler, reler e será sempre uma inspiração e motivação para descobrir o Universo que nos rodeia. "Pedro Russo", coordenador Global do Ano Internacional da Astronomia 2009 Em "Cosmos", porventura pela primeira vez na literatura, são transmitidos com inteligência e emoção tocantes, a ideia e o sentimento de uma cidadania… cósmica. Ninguém mais do que Carl Sagan desejou e se empenhou em encontrar indícios de vida inteligente no Universo, mas ninguém como ele foi tão céptico e rigoroso na verificação científica das suas supostas manifestações. Livro de viagens e de descoberta, Cosmos prepara-nos para esse encontro fantástico. "Guilherme Valente", editor
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Sentados a uma mesa da taberna A Catedral, o jornalista Santiago Zavala conversa com o seu amigo Ambrosio. Estamos em Lima, na época ditatorial do general Manuel A. Odría (1948-1956), e dessa conversa acompanhada de cerveja emerge um Peru cruel, corrupto, desesperançado, matéria-prima ideal, portanto, para um romance que só um grande jornalista e escritor como Vargas Llosa poderia ter produzido. Uma história esplêndida que reúne muitos dos ingredientes que fizeram a fama do autor peruano - as críticas ácidas, a irreverência, a rebeldia e o humor sarcástico. "Conversa n’A Catedral" é a crónica de uma ditadura e da resistência possível graças à palavra. Uma aguda reflexão sobre a identidade latino-americana e sobre a perda da liberdade. Um romance que, mais do que um marco na carreira literária do autor, é um ponto de referência inevitável na história da literatura universal.
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Sentados a uma mesa da taberna A Catedral, o jornalista Santiago Zavala conversa com o seu amigo Ambrosio. Estamos em Lima, na época ditatorial do general Manuel A. Odría (1948-1956), e dessa conversa acompanhada de cerveja emerge um Peru cruel, corrupto, desesperançado, matéria-prima ideal, portanto, para um romance que só um grande jornalista e escritor como Vargas Llosa poderia ter produzido. Uma história esplêndida que reúne muitos dos ingredientes que fizeram a fama do autor peruano - as críticas ácidas, a irreverência, a rebeldia e o humor sarcástico. "Conversa n’A Catedral" é a crónica de uma ditadura e da resistência possível graças à palavra. Uma aguda reflexão sobre a identidade latino-americana e sobre a perda da liberdade. Um romance que, mais do que um marco na carreira literária do autor, é um ponto de referência inevitável na história da literatura universal.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Desde a difusão dos computadores pessoais em meados da década de 80 do século XX, que as Tecnologias de Informação se tornaram uma realidade inerente à vida de todos nós. Das grandes multinacionais às pequenas empresas, das instituições públicas ao ensino e na nossa própria casa, termos como Informática, Computador, Tecnologias de Informação, Internet e Multimédia invadiram o nosso vocabulário. É esta, cada vez maior, multiplicidade de conceitos, técnicas, equipamentos e programas que pode tornar as Tecnologias de Informação em algo de "menos amigável". Neste âmbito surge a obra Tecnologias de Informação - O que são? Para que servem?, de fácil leitura, vocacionada para quem quer conhecer as Tecnologias de Informação, nas suas vertentes de utilização pessoal e empresarial, assim como para quem deseja actualizar os seus conhecimentos. Esta obra, já considerada um "clássico" em português sobre a matéria, apresenta uma abordagem completamente actualizada das Tecnologias de Informação incluindo, entre outros, novas soluções de Hardware (processadores, memórias, ecrãs, Blu-Ray, smartphones, …), novos sistemas operativos, desenvolvimentos tecnológicos e redes sociais na Internet (Blogging, Facebook, Twitter).
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Desde a difusão dos computadores pessoais em meados da década de 80 do século XX, que as Tecnologias de Informação se tornaram uma realidade inerente à vida de todos nós. Das grandes multinacionais às pequenas empresas, das instituições públicas ao ensino e na nossa própria casa, termos como Informática, Computador, Tecnologias de Informação, Internet e Multimédia invadiram o nosso vocabulário. É esta, cada vez maior, multiplicidade de conceitos, técnicas, equipamentos e programas que pode tornar as Tecnologias de Informação em algo de "menos amigável". Neste âmbito surge a obra Tecnologias de Informação - O que são? Para que servem?, de fácil leitura, vocacionada para quem quer conhecer as Tecnologias de Informação, nas suas vertentes de utilização pessoal e empresarial, assim como para quem deseja actualizar os seus conhecimentos. Esta obra, já considerada um "clássico" em português sobre a matéria, apresenta uma abordagem completamente actualizada das Tecnologias de Informação incluindo, entre outros, novas soluções de Hardware (processadores, memórias, ecrãs, Blu-Ray, smartphones, …), novos sistemas operativos, desenvolvimentos tecnológicos e redes sociais na Internet (Blogging, Facebook, Twitter).
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O trabalho de detecção, sinalização, diagnóstico e prevenção do abuso de crianças e jovens requer o envolvimento de todos, desde o Estado à população em geral, incluindo as próprias vítimas e suas famílias, tendo em vista a sua protecção. Requer, particularmente, a máxima cooperação das instituições com competência legal nesta matéria e uma intervenção de nível profissional e especializado de todos os que trabalham com estes casos. Assim, os profissionais deverão estar habilitados a detectar os casos, sendo certo que só se encontra o que se sabe procurar. Deverão, ainda, estar sensibilizados para um trabalho multidisciplinar, articulado com os diferentes intervenientes neste processo, conhecendo e respeitando o papel e competência de cada um; de facto, "investigações" e "intervenções" isoladas e individuais, ou repetidas, são, na maior parte das vezes, mais perniciosas do que úteis, agravando o risco de vitimização secundária, destruindo ou contaminando evidências e não prevenindo desfechos fatais. Este livro sistematiza a informação relevante e fundamental sobre o assunto, constituindo um instrumento de trabalho para todos aqueles que trabalham com crianças e jovens: educadores e professores, médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, advogados e magistrados, entre outros. Tem como objectivo promover a correcta suspeição ou detecção do abuso, bem como a sua necessária e adequada sinalização, passos fundamentais para um diagnóstico certo e atempado, sem o qual não será possível a intervenção de protecção da vítima e a investigação criminal sobre o caso.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O trabalho de detecção, sinalização, diagnóstico e prevenção do abuso de crianças e jovens requer o envolvimento de todos, desde o Estado à população em geral, incluindo as próprias vítimas e suas famílias, tendo em vista a sua protecção. Requer, particularmente, a máxima cooperação das instituições com competência legal nesta matéria e uma intervenção de nível profissional e especializado de todos os que trabalham com estes casos. Assim, os profissionais deverão estar habilitados a detectar os casos, sendo certo que só se encontra o que se sabe procurar. Deverão, ainda, estar sensibilizados para um trabalho multidisciplinar, articulado com os diferentes intervenientes neste processo, conhecendo e respeitando o papel e competência de cada um; de facto, "investigações" e "intervenções" isoladas e individuais, ou repetidas, são, na maior parte das vezes, mais perniciosas do que úteis, agravando o risco de vitimização secundária, destruindo ou contaminando evidências e não prevenindo desfechos fatais. Este livro sistematiza a informação relevante e fundamental sobre o assunto, constituindo um instrumento de trabalho para todos aqueles que trabalham com crianças e jovens: educadores e professores, médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, advogados e magistrados, entre outros. Tem como objectivo promover a correcta suspeição ou detecção do abuso, bem como a sua necessária e adequada sinalização, passos fundamentais para um diagnóstico certo e atempado, sem o qual não será possível a intervenção de protecção da vítima e a investigação criminal sobre o caso.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 260
Sinopse:
As PME são o motor da economia portuguesa, dado que representam cerca de 75% do emprego em Portugal e 60% do volume de negócios nacional. Este trabalho tem como objectivo auxiliar os utentes da Informação Financeira das PME, em especial os seus preparadores (Técnicos Oficiais de Contas, Revisores Oficiais de Contas e demais profissionais envolvidos), na utilização da mesma. Para se dar por cumprido este objectivo, é determinante fazer uma abordagem prática a alguns problemas do quotidiano, de forma a encontrar soluções nas NCRF e, assim "abrir o apetite" para a leitura das mesmas de forma a conseguirmos resolver os nossos problemas sustentadamente.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
As PME são o motor da economia portuguesa, dado que representam cerca de 75% do emprego em Portugal e 60% do volume de negócios nacional. Este trabalho tem como objectivo auxiliar os utentes da Informação Financeira das PME, em especial os seus preparadores (Técnicos Oficiais de Contas, Revisores Oficiais de Contas e demais profissionais envolvidos), na utilização da mesma. Para se dar por cumprido este objectivo, é determinante fazer uma abordagem prática a alguns problemas do quotidiano, de forma a encontrar soluções nas NCRF e, assim "abrir o apetite" para a leitura das mesmas de forma a conseguirmos resolver os nossos problemas sustentadamente.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 652
Sinopse:
"O Museu da Inocência" é uma história de amor, passada em Istambul, entre a Primavera de 1975 e os últimos anos do século XX, e conta a história da paixão obsessiva do herdeiro de uma família rica, Kemal, por uma prima afastada, Füsun, de um meio social menos favorecido. Mas Kemal está noivo da filha de uma das famílias da elite istambulense. Entretanto, Kemal começa a coleccionar objectos pessoais e outros que lhe fazem lembrar a sua amada. Esses objectos são simultaneamente um fetiche e uma crónica da sua felicidade e das mágoas, um mapa de sinais de todos os sítios onde estiveram juntos. Com o tempo, a compulsão do coleccionador acabará por dar origem a verdadeiro museu, que também permite explorar uma Istambul meio ocidental e meio tradicional, a sua emergente modernidade e a sua vastíssima história e cultura.
Nº Páginas: 652
Sinopse:
"O Museu da Inocência" é uma história de amor, passada em Istambul, entre a Primavera de 1975 e os últimos anos do século XX, e conta a história da paixão obsessiva do herdeiro de uma família rica, Kemal, por uma prima afastada, Füsun, de um meio social menos favorecido. Mas Kemal está noivo da filha de uma das famílias da elite istambulense. Entretanto, Kemal começa a coleccionar objectos pessoais e outros que lhe fazem lembrar a sua amada. Esses objectos são simultaneamente um fetiche e uma crónica da sua felicidade e das mágoas, um mapa de sinais de todos os sítios onde estiveram juntos. Com o tempo, a compulsão do coleccionador acabará por dar origem a verdadeiro museu, que também permite explorar uma Istambul meio ocidental e meio tradicional, a sua emergente modernidade e a sua vastíssima história e cultura.
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