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Edição: Set 2026
Nº Páginas: 80
Sinopse: Um jardim pode ser um vaso na janela, uma horta na varanda, um canteiro no recreio da escola, um parque público partilhado por todos ou um livro de poemas. [...] O que interessa é que exista, nem que seja na nossa imaginação, como um oásis para os dias mais áridos.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 104
Sinopse: «LIBERDADE! LIBERDADE!» A COLECÇÃO DE TEATRO E RESISTÊNCIA CHEGA AOS VOLUMES 5 E 6 COM FILIPE LA FÉRIA, MANUEL GÍRIO E TEATRO POPULAR Censurada em 1975 por afectar, segundo o Governo, as relações diplomáticas entre Portugal e a Argentina , a peça que Filipe La Féria extrai do texto do dramaturgo argentino Copi é uma poderosa descrição dos mecanismos de poder, das fragilidades que legitimam as influências e da corrupção sistémica dos diferentes blocos políticos. O movimento peronista é denunciado como repressivo e são apontadas severas críticas à ideia de justiça defendida pelo socialismo. Com descrições de processos de tortura, glamorizados pelo mito de Eva Perón, a peça denuncia, com humor e distância, os conflitos morais das sociedades democráticas, eco que não deixava de ressoar na jovem democracia portuguesa.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 152
Sinopse: Quarenta e dois anos, solteiro, sem filhos, e há um ano à deriva no clima glacial das aplicações de engate: é daqui que parte Martin Desrosiers para uma viagem tão divertida quanto inquietante ao mundo dos encontros mediados por algoritmos. Entre sessões de swiping compulsivo, encontros falhados e conversas com namoradas virtuais, vai construindo o processo das aplicações ora réu, ora cúmplice e, com elas, o retrato de uma época que prefere tornar-se desejável a aprender a desejar. Convocando Ovídio e Aristóteles, Balzac e Houellebecq, Hemingway e os fóruns mais obscuros da Internet, este ensaio recusa tanto o entusiasmo tecnológico ingénuo como a nostalgia resmungona. Em parte autobiografia, em parte ensaio, A Arte de Amar um Avatar é um processo movido contra os robôs-cupido.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse: Em O Muro, uma colectânea de narrativas de Jean-Paul Sartre, o autor transforma esta pergunta numa experiência literária arrebatadora, arrastando o leitor para situações limite, em que o medo, o desejo, a culpa e a liberdade se confrontam de forma intensa e inesquecível. Na narrativa que dá título ao livro, três homens condenados à morte aguardam a execução. À medida que o amanhecer se aproxima, cada minuto adquire um valor absoluto, cada pensamento fica mais agudo e cada decisão pode alterar os seus destinos. Quando surge a possibilidade de escapar à morte, um dos prisioneiros vê-se confrontado com um dilema: salvar a própria vida ou permanecer fiel aos seus princípios. Sem nunca abdicar da força narrativa, a obra explora questões centrais do pensamento sartriano a liberdade, a responsabilidade e o absurdo , afirmando-se como um dos textos fundamentais da literatura e da reflexão existencialista do século xx.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 104
Sinopse: Os Escravos na ONU, de José Pimentel Teixeira, surge na sequência da aprovação da «declaração do tráfico de africanos escravizados e da escravização racializada de africanos como o mais grave crime contra a humanidade» pela Assembleia Geral das Nações Unidas, que proclama os portugueses como os pioneiros e campeões do «maior crime» histórico. Em resposta, José Pimentel Teixeira fala-nos da confluência das múltiplas dinâmicas, nacionais e internacionais, que compuseram o tráfico escravista, conduzindo o leitor pela história da época e pelo contexto político internacional, assim como pelos componentes ideológicas que sustentam a actual posição da ONU. Abordando igualmente outras realidades escravistas históricas, por forma a discernir da justeza da argumentação da ONU centrada apenas no sistema transatlântico, a obra lança ao mesmo tempo um olhar sobre a participação das sociedades africanas no escravismo em África. Neste Os Escravos na ONU, o autor mostra as várias formas de abordar a questão do escravismo, incluindo o das vias possíveis para o ensino desta matéria histórica.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 292
Sinopse: Este é o segundo romance do autor. No primeiro, intitulado Hotel La Solitude, a obra organizava-se em três naipes. Ouros, Paus e Espadas. Irene, Luís e Vasco. O medo, a razão, o ímpeto. Nenhum inteiro, todos necessários. Faltava um naipe. Copas. O que observa, contém e julga controlar. O Naipe em Falta é esse quarto elemento. O autor entra em cena, deixa de fingir distância e aceita tornar-se matéria daquilo que escreve. Três dias num hotel do interior, o mesmo quarto, uma câmara fotográfica, as personagens que insistem, o pensamento que não pára. O que emerge é confronto com o vivido e com a escrita. Fragmentário, contraditório, por vezes irónico ou absurdo. O Naipe em Falta pode ler-se sem o anterior romance, Hotel La Solitude. Mas quem conhece os três narradores do primeiro livro vai encontrá-los aqui de outra forma. Não como ficção, mas partes de quem os criou.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Como se mapeia uma revolução? O Atlas Histórico do Portugal Revolucionário, de José Matos, oferece uma lente visual inédita sobre o período mais frenético da história contemporânea de Portugal. Através de mapas detalhados, ilustrações e fotografias da época, a obra traça o percurso do país desde a Revolução de Abril até à consolidação da democracia. Das barricadas do 28 de Setembro que cercaram os acessos a Lisboa, isolando a «maioria silenciosa» de Spínola, até à revolta dos pára-quedistas em Tancos no 25 de Novembro. Cada mapa conta uma história de resistência, avanço e recuo: As relações de poder entre Spínola e os militares do MFA; O fim do império colonial português e os processos de independência; As primeiras eleições livres para a Assembleia Constituinte; A evolução da situação política no Verão Quente de 1975; As revoltas militares no 11 de Março e no 25 de Novembro; A normalização democrática
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 416
Sinopse: Civilização, de Kenneth Clark, é uma das mais vibrantes histórias da cultura ocidental do século XX. Acompanhando a evolução da civilização europeia desde a queda do Império Romano até ao século XX, Clark mostra como a arte, a arquitectura, a literatura, a filosofia, a religião e a ciência moldaram a identidade do Ocidente. Mais do que uma cronologia de acontecimentos, a obra procura compreender as forças espirituais, intelectuais e estéticas que permitiram o florescimento da civilização, destacando figuras como Shakespeare, Carlos Magno, Miguel Ângelo, Leonardo da Vinci, Rembrandt, Voltaire e Goethe. Com uma escrita elegante e muito pessoal, Clark defende que a criatividade artística e o humanismo constituem os pilares da cultura europeia, sem ignorar as suas crises, conflitos e períodos de declínio. Erudito e acessível, Civilização permanece uma síntese magistral da história cultural do Ocidente e uma reflexão sobre o significado da própria ideia de civilização, convidando o leitor a reconhecer o legado do passado como fundamento indispensável da liberdade, do conhecimento e da criação artística. DETALHES Civilização de Kenneth Clark; Tradução: José Cabrita Saraiva ISBN: 9789897855092 Editor: Gradiva Data de Lançamento: setembro de 2026 Idioma: Português Dimensões: 171 x 240 x 22 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 416 Tipo de produto: Livro Classificação Temática: Livros em Português > História > História em Geral EAN: 9789897855092
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: A doença, o amor e a maternidade. Sílvia Afonso Pereira constrói uma narrativa que entra no território de um corpo feminino, medicalizado, escrutinado e pouco compreendido. Nesta jornada relacional e emocional que a realidade compele a tantas mulheres, experimenta-se a procura de identidade e o desejo de projetar um futuro sob as contrariedades da endometriose. «Mais valia livrar-se de tudo, agendar outra vez o jejum, os banhos antisséticos, pôr a abertura para a frente e mandar que lhe arrancassem os miomas, a adenomiose, a endometriose, a menstruação excessiva, os coágulos, o útero, a infertilidade, a última possibilidade. Mais valia mandar que uma enfermeira de mãos azuis lhe ensacasse a ginecologia e a atirasse para o lixo como os restos do sarrabulho, como as miudezas dos frangos que a avó não aproveitava por nem para a canja servirem.»
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 464
Sinopse: Mergulhe nos sórdidos bastidores da guerra secreta entre o Irão e Israel, no novo romance do ex-analista da CIA, David McCloskey. Kamran Esfahani, um dentista iraniano desiludido com a sua vida monótona em Estocolmo, é recrutado por Arik Glitzman comandante de uma unidade clandestina da Mossad, especializada em assassinatos e ações de sabotagem dentro do Irão. Kam regressa a Teerão e abre um consultório de fachada, a partir do qual os israelitas infiltrados trabalham. Revela-se um agente habilidoso, ganha dinheiro discretamente, tudo lhe corre bem Até ao dia em que tenta recrutar uma mulher iraniana que procura vingar a morte do marido às mãos da Mossad. A operação é um fiasco tremendo. O agente iraniano é preso e fica à mercê de um oficial particularmente sádico, conhecido apenas como General. Ao fim de três anos de torturas inimagináveis, Kamran Esfahani prepara-se para escrever a sua confissão final. Mas guarda um segredo que o General nunca lhe conseguiu extrair, apenas um, q
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 336
Sinopse: A escravatura tem devastado as sociedades africanas pelo menos desde o ano de 2500 a. C., estendendo-se do Egito ao Cabo, da Mauritânia à Somália. A maior parte do que sobre ela se tem escrito abrange apenas uma fração desta história: os horrores do tráfico de escravos através do Oceano Atlântico. No entanto, a escravatura no Oceano Índico teve dimensões comparáveis e muito maior longevidade. Alguns historiadores, por outro lado, negligenciam também as práticas esclavagistas dentro do próprio continente africano. Desde a abolição do tráfico transatlântico, o foco internacional na «escravatura moderna» deixou os africanos que continuam ainda hoje a ser escravizados com poucos defensores. Organizações como as Nações Unidas ou a União Africana têm pudor em confrontar os dirigentes que ainda permitem esta prática.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 488
Sinopse: Definido pelo próprio Guimarães Rosa como «autobiografia irracional», este romance usa como cenário o sertão brasileiro e os trilhos - «veredas» - que o gado vai sulcando no terreno árido, uma rede complexa de caminhos na qual é fácil perder o rumo - como na vida, como no mundo. No centro da encruzilhada está Riobaldo, protagonista-narrador, jagunço feito fazendeiro, que vai desfiando as suas memórias a um interlocutor desconhecido enquanto faz a sua travessia, debatendo-se entre deus e o diabo, o bem e o mal, a luz e as trevas. E dentro de Riobaldo está tudo: o amor, o sofrimento, a força, a violência e a alegria de todos os homens e mulheres. Porque «o sertão é do tamanho do mundo». Com prefácio inédito de Clara Rowland, manuscritos, cronologia biográfica e, pela primeira vez em Portugal, a mítica capa do artista Poty Lazzarotto, criada em conjunto com João Guimarães Rosa.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 600
Sinopse: Nada o faria vacilar nos seus planos, nada o faria trair os seus objetivos. Mas o Príncipe, a quem chamavam Perfeito, não contava com o poder do amor. E do luto. O trono que esperava por D. João era feito de promessas por cumprir. A vida do único filho varão de D. Afonso V estava determinada pelos pecados do passado: a camisa do avô Pedro trespassada pela seta de um Bragança, a espada de cruzeta alada que eternizava a Batalha de Alfarrobeira, o mistério da morte da mãe. Era preciso não esquecer. Era preciso nunca perdoar. Quando foi armado cavaleiro em Arzila, D. João viu Regulus brilhar, promissor, na constelação de Leão, e percebeu que era tempo de ser falcão e não mocho para cumprir a missão que lhe fora entregue. João sabia que, no dia em que fosse rei, os traidores pagariam pelos crimes, e dos escombros faria renascer o sonho interrompido do infante D. Henrique, transformando o reino na potência marítima que o seu padrinho sempre soube que Portugal
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: Diz-se que o dinheiro não compra a felicidade. Embora a Finlândia seja um país rico, com classificações invejáveis no Programa Internacional de Classificação de Alunos, o segredo de estarem quase sempre no topo dos índices globais de felicidade é muito simples: as crianças não são educadas para atingir o sucesso a todo o custo, mas antes para serem bem adaptadas, empáticas e bondosas. A pedopsiquiatra finlandesa Kaija Puura defende que as crianças felizes e reguladas são aquelas que possuem uma autoestima saudável, conseguem ter autonomia, demonstram e praticam empatia, e sabem colaborar e ser flexíveis, adaptando os seus sentimentos e comportamento a diversas situações. Este é um verdadeiro kit de ferramentas de saúde emocional que lhes permite encarar com sucesso os mais diversos desafios da vida - e, sim, ser felizes. Os Filhos Mais Felizes do Mundo ajuda-nos a conhecer melhor o mundo psíquico das crianças e, recorrendo a exemplos práticos do quotidiano da parentalidade, oferece a pais educadores dicas úteis para adaptarem o seu comportamento, compreenderem o da criança, encetarem formas produtivas de comunicação e criarem um convívio familiar livre de tensões e acolhedor, em que todos possam ser e dar o melhor de si.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: O que se passa na cabeça dos miúdos? Porque parecem nunca ouvir o que dizemos? Como os ajudamos a crescer sem cair no controlo excessivo? E como os afastamos do telemóvel? Mais de dez anos depois da primeira edição, Crianças Felizes foi atualizado, porque a parentalidade mudou e é urgente refletir sobre a educação das nossas crianças num mundo cada vez mais polarizado. Com rigor científico, uma linguagem prática e a irreverência que fez deste livro uma referência, Magda Gomes Dias vai ajudar as famílias a transformarem os desafios do dia a dia em oportunidades para fortalecer a relação com os filhos. Descubra como: Acompanhar crianças até aos 12 anos sem as controlar excessivamente ou abandoná-las. Ajudar os seus filhos a resolver conflitos e a criar relações saudáveis com os outros. Educar crianças e adolescentes mais confiantes, resilientes e felizes. O guia indispensável para todos os pais que querem viver com menos culpa, menos insegurança e com mais ferramentas para navegar com tranquilidade a epopeia que é educar.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 336
Sinopse: Nesta obra absorvente, inteligente e divertida, a reconhecida psicoterapeuta britânica Philippa Perry explica o que é realmente importante e que tipo de comportamentos devemos evitar ou fomentar no relacionamento com os nossos filhos. Em vez de desenhar o plano perfeito, Perry oferece-nos uma visão geral de como pais e filhos podem alcançar um bom relacionamento. Com um olhar refrescante sobre a parentalidade e sem fazer julgamentos, este livro ajuda-nos a: - Entender como a nossa educação pode afectar a forma como exercemos a parentalidade; - Aceitar que cometemos erros e aprender o que podemos fazer a esse respeito; - Romper ciclos e padrões negativos. Gerir os nossos próprios sentimentos e os dos nossos filhos; - Entender o que diferentes comportamentos transmitem. Cheio de conselhos sábios e saudáveis, este é o livro que todos os pais quererão ler e que todos os filhos agradecerão que os seus pais leiam também.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse: O que faz da Dinamarca o país mais feliz do mundo? E quais são os segredos dos pais dinamarqueses para criarem crianças bem-sucedidas, confiantes e felizes? Este guia optimista e prático reúne as ideias de uma psicoterapeuta e de uma mãe - uma dinamarquesa e uma americana casada com um dinamarquês, respectivamente - sobre os hábitos das famílias mais felizes na Terra. O livro oferece conselhos sobre como: - Incentivar jogos livres; - Potenciar a autenticidade e a confiança; - Fomentar a empatia; - Enfatizar o trabalho em equipa sobre as lutas de poder; - Comemorar a união. Com tópicos práticos e exemplos inspiradores, Pais à maneira dinamarquesa ajudará os pais e educadores a tornar as crianças mais felizes e mais bem integradas. Os elogios da crítica: «Um poderoso novo método de educar crianças [...] ´resilientes e seguras em termos emocionais´ - por outras palavras, exactamente aquilo que todos procuramos.» Revista Mother «Pais à maneira dinamarquesa é, verdadeiramente, uma Bíblia para todos os adultos.» The Glass House Girls «Se os ´adultos´ de todos os países pusessem em prática os princípios delineados em Pais à maneira dinamarquesa, nem que fosse em 50% das suas vidas, oh, o potencial para mudar a Humanidade [...]. Por vezes, um livro tem o poder de remodelar literalmente o mundo tal como o conhecemos, provocando mudanças nas gerações seguintes, que poderão até fazer com que a palavra guerra se torne um conceito do passado difuso e distante.» The Glass House Girls «A cozinha nórdica, o design nórdico, o noir nórdico - a lista de exportações culturais de sucesso tem sido interminável, ao longo da última década, e podemos agora acrescentar-lhe a Educação Nórdica [...] Dir-se-ia que as mães dinamarquesas é que têm razão.» The Post (Copenhaga) «A pesquisa e a honesta reflexão de Alexander sobre como a sua própria prática parental tem sido influenciada e melhorada pela cultura dinamarquesa do marido são valiosos recursos para quaisquer pais que procurem reflectir a respeito das vulnerabilidades do seu próprio estilo de parentalidade. A pesquisa de Sandahl e a sua experiência pessoal e profissional como mãe dinamarquesa e psicoterapeuta reforçam a ideia de que os dinamarqueses têm, de facto, um brilhante talento natural para criar miúdos resilientes e equilibrados. Juntas, as autoras criam um guia parental escrito com ponderação, encorajando a auto-reflexão e oferecendo conselhos úteis sobre como melhor abordar os mais comuns desafios da parentalidade. Pais à maneira dinamarquesa é de leitura obrigatória para os pais originários de qualquer cultura.» Carolyn Rathjen, MSW, LICSW
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 64
Sinopse: Leonor tem oito anos e gosta de pombas. A mãe e a irmã não acham tanta graça a estas visitantes de penas, mas tudo muda quando Leonor descobre dois pequenos ovos num vaso da varanda. A partir desse dia, a família vê-se envolvida numa aventura inesperada: acompanhar o nascimento e crescimento de duas pombinhas. Entre sustos, descobertas, dias de espera e um grande temporal, Leonor vai perceber que até os animais mais comuns podem ter histórias extraordinárias para contar. Uma História de Todos os Dias, divertida e comovente, sobre empatia, natureza e respeito por todos os seres vivos. Com guia para pais e professores.
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 32
Sinopse: O Pedrito Coelho fica nervoso quando aceita uma tarefa muito importante: tomar conta dos patinhos da Pata Patrícia e ensiná-los a voar! Uma nova aventura do coelho que todos adoram, repleta de ideias geniais, voos fantásticos e algumas travessuras!
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 20
Sinopse: Cami, o Camaleão, parte numa aventura pela floresta à procura da mãe. Pelo caminho, experimenta várias emoções: assusta-se, preocupa-se e até fica envergonhado. Mas, quando finalmente encontra a mãe, tudo se resolve - e o Cami sente-se muito feliz!
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 10
Sinopse: Um livro interativo sobre futebol, com abas para deslizar, que irá divertir as mãos as mãos dos mais pequeninos (e os pés também, mas na bola!). Junta-te à Ovelhinha e à sua equipa para um emocionante jogo de futebol!
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 32
Sinopse: Aprende a reconhecer e a vencer os medos desde cedo Sentir medo é natural, mas saber lidar com ele faz toda a diferença. Neste livro ternurento, acompanhamos um pequeno urso que partilha os seus receios de pesadelos, de escorregas altos ou da ausência da mãe. Ao longo da história, descobre estratégias simples para se acalmar e sentir-se mais seguro. Com texto acessível e ilustrações delicadas, esta obra ajuda as crianças a identificarem emoções, a perceberem que não estão sozinhas e a encontrarem formas saudáveis de enfrentarem o medo. Inclui ainda uma nota para pais e educadores, com sugestões práticas para apoiar o desenvolvimento emocional dos mais novos.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 36
Sinopse: O raposinho gosta tanto, tanto de ler que passa o dia com o focinho enfiado nos livros: lê na hora do recreio, antes de dormir e até quando os amigos o chamam para brincar! Mas, um dia, o seu livro preferido desaparece. Onde terá ido parar? Estará algures na floresta? Decidido a encontrá-lo, o raposinho parte à sua procura com a ajuda do irmão mais novo e dos outros animais. E juntos vivem uma aventura que nunca mais esquecerão!
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 48
Sinopse: E se o amor também fosse uma forma de proteção? AMORtecedores é um livro que nos convida a olhar para as relações de uma perspetiva inesperada: através das pessoas amortecedoras, aquelas que estão presentes nos momentos difíceis, suavizam as quedas e ajudam a tornar a vida mais leve. Com uma abordagem sensível e próxima, baseada em situações do quotidiano, o livro ajuda-nos a reconhecer essas pessoas que tantas vezes fazem a diferença sem que nos apercebamos. Entre encontros e desencontros, afetos, desafios e desilusões, convida-nos a refletir sobre as relações que construímos e sobre o impacto que temos na vida dos outros. Ao longo destas páginas, descobrimos como identificar quem nos ampara, compreender o valor desses vínculos e reconhecer a importância de termos relações que nos oferecem segurança, apoio e proteção emocional. Mas AMORtecedores vai mais longe: desafia-nos também a olhar para o nosso próprio papel nas relações e a descobrir como podemos ser presença, apoio e porto seguro para quem nos rodeia. Porque o amor não se resume à intensidade ou à paixão. Amar também é cuidar, estar presente e saber amortecer.
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