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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bares das conspirações, os brinquedos da moda, os atentados à bomba e um grande amor proibido. As manifestações, os punks, as drogas, uma estrela de culto desaparecida. A Lisboa dos anos 70 é uma cidade de estreias e de últimas cenas. Pelo meio, uma revolução com nome de flor, que há-de- pôr o país no centro do mundo. Depois de "LX60 - A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma", este livro leva-nos aos últimos anos do Estado Novo e ao início de uma nova era, à boleia das memórias de muitos dos seus protagonistas. Uma cápsula do tempo para viajar e não esquecer.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bares das conspirações, os brinquedos da moda, os atentados à bomba e um grande amor proibido. As manifestações, os punks, as drogas, uma estrela de culto desaparecida. A Lisboa dos anos 70 é uma cidade de estreias e de últimas cenas. Pelo meio, uma revolução com nome de flor, que há-de- pôr o país no centro do mundo. Depois de "LX60 - A vida em Lisboa nunca mais foi a mesma", este livro leva-nos aos últimos anos do Estado Novo e ao início de uma nova era, à boleia das memórias de muitos dos seus protagonistas. Uma cápsula do tempo para viajar e não esquecer.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste sétimo título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer todo o fascínio dos calendários sagrados e das festas e peregrinações de Portugal: dos cruzeiros aos caminhos de Santiago; das pedras baloiçantes às grutas e mouras encantadas; das aparições aos cultos dos santos.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste sétimo título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer todo o fascínio dos calendários sagrados e das festas e peregrinações de Portugal: dos cruzeiros aos caminhos de Santiago; das pedras baloiçantes às grutas e mouras encantadas; das aparições aos cultos dos santos.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisbon is a city bathed by a clear, magical light. Everyone knows this side of the city but few are aware of the mysterious shadows cast by that same light. The stories within these pages lift the veil over episodes sometimes unimaginable, others brutally realistic, others yet of comical irony, whilst others may cause goosebumps. Mummies kept in crypts, buried cities, nuns who lived like princesses, museums forgotten by time, statues that refuse to stand still, an enigmatic castle, serpents that protect the future king: these are just some of the episodes among the many mysterious tales one might recount about Lisbon. An unique and unknown Lisbon to be discovered in the pages of this book.
Nº Páginas: 176
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Lisbon is a city bathed by a clear, magical light. Everyone knows this side of the city but few are aware of the mysterious shadows cast by that same light. The stories within these pages lift the veil over episodes sometimes unimaginable, others brutally realistic, others yet of comical irony, whilst others may cause goosebumps. Mummies kept in crypts, buried cities, nuns who lived like princesses, museums forgotten by time, statues that refuse to stand still, an enigmatic castle, serpents that protect the future king: these are just some of the episodes among the many mysterious tales one might recount about Lisbon. An unique and unknown Lisbon to be discovered in the pages of this book.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 192
Sinopse:
História de todas as revoluções e violentas lutas políticas que se travaram em Portugal ao longo do século XX, tendo como principal cenário a cidade de Lisboa.Do historiador academicamente reconhecido como sumidade da história contemporânea de Portugal e simultaneamente um grande narrador.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
História de todas as revoluções e violentas lutas políticas que se travaram em Portugal ao longo do século XX, tendo como principal cenário a cidade de Lisboa.Do historiador academicamente reconhecido como sumidade da história contemporânea de Portugal e simultaneamente um grande narrador.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Lisboa teve um papel essencial na história da Segunda Guerra Mundial, apesar de não ter sido disparada uma só arma na cidade. A única cidade europeia onde, tanto os Aliados como o Eixo, podiam operar abertamente, foi um lar temporário para grande parte da realeza exilada, mais de um milhão de refugiados à procura de passagem para os Estados Unidos, espiões, polícia secreta, capitães da indústria, banqueiros, judeus proeminentes, escritores e artistas, prisioneiros que haviam escapado, e negociantes do mercado negro. Um oficial de operações descreveu o dia a dia do aeroporto de Lisboa, em 1944, como o filme Casablanca vezes vinte. Nesta narrativa fascinante, o conhecido historiador Neill Lochery tira partido dos seus contactos portugueses, acesso a registos recentemente descobertos da polícia secreta portuguesa e arquivos bancários, e outros documentos não publicados, para oferecer um retrato revelador daquilo que aconteceu nos bastidores da Guerra. Lochery conta como Portugal, um pequeno país pobre, tentou freneticamente manter-se neutro no meio de pressões extraordinárias, sobrevivendo à guerra não só intacto, mas também significativamente mais rico. A emergência do País como uma nação próspera da União Europeia seria financiada em parte, como se provou, por ouro nazi.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Lisboa teve um papel essencial na história da Segunda Guerra Mundial, apesar de não ter sido disparada uma só arma na cidade. A única cidade europeia onde, tanto os Aliados como o Eixo, podiam operar abertamente, foi um lar temporário para grande parte da realeza exilada, mais de um milhão de refugiados à procura de passagem para os Estados Unidos, espiões, polícia secreta, capitães da indústria, banqueiros, judeus proeminentes, escritores e artistas, prisioneiros que haviam escapado, e negociantes do mercado negro. Um oficial de operações descreveu o dia a dia do aeroporto de Lisboa, em 1944, como o filme Casablanca vezes vinte. Nesta narrativa fascinante, o conhecido historiador Neill Lochery tira partido dos seus contactos portugueses, acesso a registos recentemente descobertos da polícia secreta portuguesa e arquivos bancários, e outros documentos não publicados, para oferecer um retrato revelador daquilo que aconteceu nos bastidores da Guerra. Lochery conta como Portugal, um pequeno país pobre, tentou freneticamente manter-se neutro no meio de pressões extraordinárias, sobrevivendo à guerra não só intacto, mas também significativamente mais rico. A emergência do País como uma nação próspera da União Europeia seria financiada em parte, como se provou, por ouro nazi.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Em 1917, a guerra na Europa parecia ser eterna. Os dois contendores procuravam armas, táticas e ideias novas para quebrar o impasse. No governo alemão, um pequeno grupo de homens teve uma ideia brilhante: porque não semear a confusão numa Rússia cada vez mais caótica? E se se arranjasse uma maneira de Vladimir Ilitch Lenine, o mais célebre extremista revolucionário, que se encontrava então retido na Suíça neutra, voltar a casa? Este livro recria a extraordinária viagem de Lenine a partir do exílio em Zurique, cruzando uma Alemanha a desmoronar-se devido às privações da guerra, em direção ao norte até à orla da Lapónia, até à extática receção final, pelas multidões de revolucionários, na Estação Finlândia de Petrogrado.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Em 1917, a guerra na Europa parecia ser eterna. Os dois contendores procuravam armas, táticas e ideias novas para quebrar o impasse. No governo alemão, um pequeno grupo de homens teve uma ideia brilhante: porque não semear a confusão numa Rússia cada vez mais caótica? E se se arranjasse uma maneira de Vladimir Ilitch Lenine, o mais célebre extremista revolucionário, que se encontrava então retido na Suíça neutra, voltar a casa? Este livro recria a extraordinária viagem de Lenine a partir do exílio em Zurique, cruzando uma Alemanha a desmoronar-se devido às privações da guerra, em direção ao norte até à orla da Lapónia, até à extática receção final, pelas multidões de revolucionários, na Estação Finlândia de Petrogrado.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Béria é uma das figuras mais tenebrosas da História do século XX, sendo recordado como o sinistro chefe da polícia secreta de Estaline, o fiel instrumento de terror do ditador vermelho disponível para realizar qualquer tarefa por mais negra que fosse. O seu nome está para sempre associado a violência, terror, ambição e sadismo, e o seu percurso fala por si. "Lavrenti Béria" é a história da vida desta criatura contada por José Milhazes. Baseado em documentos oficiais, nas memórias e testemunhos de várias figuras soviéticas da época, em cartas pessoais do biografado e na transcrição do interrogatório, o livro procura fazer justiça ao homem cujo legado ainda hoje causa controvérsia na sociedade russa.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Béria é uma das figuras mais tenebrosas da História do século XX, sendo recordado como o sinistro chefe da polícia secreta de Estaline, o fiel instrumento de terror do ditador vermelho disponível para realizar qualquer tarefa por mais negra que fosse. O seu nome está para sempre associado a violência, terror, ambição e sadismo, e o seu percurso fala por si. "Lavrenti Béria" é a história da vida desta criatura contada por José Milhazes. Baseado em documentos oficiais, nas memórias e testemunhos de várias figuras soviéticas da época, em cartas pessoais do biografado e na transcrição do interrogatório, o livro procura fazer justiça ao homem cujo legado ainda hoje causa controvérsia na sociedade russa.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise - a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. A história da família Vance começou com o otimismo e a esperança próprios da América do pós-guerra. Os avós de J. D. eram "extremamente pobres e viviam apaixonados", e mudaram-se da região apalache do Kentucky para o Ohio, mais a Norte, na tentativa de escapar à miséria generalizada na sua comunidade. Tiveram sucesso e formaram uma família de classe média, tendo o seu neto acabado por se licenciar na Yale Law School, um símbolo de sucesso e de prestígio social. Mas à medida que a saga familiar de Lamento de Uma América em Ruínas se desenrola, ficamos também a saber que os avós, os tios, a irmã e, sobretudo, a mãe de J. D. lutaram muito para se adequarem às exigências das suas novas vidas de classe média, nunca tendo escapado por completo ao legado das gerações anteriores, marcado pelo abuso, alcoolismo, pobreza e trauma, tão comuns nessa região dos Estados Unidos da América. Com uma honestidade rara, Vance confidencia que também ele transporta os demónios da herança familiar caótica. Um testemunho revelador e comovente, Lamento de Uma América em Ruínas conta como os grupos sociais desfavorecidos vivem no país mais rico do mundo. E é uma meditação urgente e perturbadora sobre a perda do Sonho Americano para um largo espetro da população.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise - a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. A história da família Vance começou com o otimismo e a esperança próprios da América do pós-guerra. Os avós de J. D. eram "extremamente pobres e viviam apaixonados", e mudaram-se da região apalache do Kentucky para o Ohio, mais a Norte, na tentativa de escapar à miséria generalizada na sua comunidade. Tiveram sucesso e formaram uma família de classe média, tendo o seu neto acabado por se licenciar na Yale Law School, um símbolo de sucesso e de prestígio social. Mas à medida que a saga familiar de Lamento de Uma América em Ruínas se desenrola, ficamos também a saber que os avós, os tios, a irmã e, sobretudo, a mãe de J. D. lutaram muito para se adequarem às exigências das suas novas vidas de classe média, nunca tendo escapado por completo ao legado das gerações anteriores, marcado pelo abuso, alcoolismo, pobreza e trauma, tão comuns nessa região dos Estados Unidos da América. Com uma honestidade rara, Vance confidencia que também ele transporta os demónios da herança familiar caótica. Um testemunho revelador e comovente, Lamento de Uma América em Ruínas conta como os grupos sociais desfavorecidos vivem no país mais rico do mundo. E é uma meditação urgente e perturbadora sobre a perda do Sonho Americano para um largo espetro da população.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 888
Sinopse:
KL, Konzentrationslager, designa o sistema dos campos de concentração nazis. É também o título da primeira história geral desta realidade trágica que importa conhecer. Nesta notável obra de referência histórica, Nikolaus Wachsmann oferece o primeiro relato, sem precedentes, dos campos de concentração nazis, desde a sua concepção, em 1933, até ao seu encerramento, na primavera de 1945. O Terceiro Reich é o período mais estudado da História, e no entanto faltava até agora escrever uma história geral do amplo sistema de campos de concentração, bem como das experiências quotidianas dos seus habitantes - perpetradores, vítimas, e todos aqueles que viviam naquela área que Primo Levi designou como "zona cinzenta". Com "KL - Uma História dos Campos de Concentração Nazis" Wachsmann preenche esta lacuna evidente no nosso entendimento do passado. Ele não sintetiza apenas o trabalho académico de uma geração, uma parte importante do qual desconhecida até agora fora da Alemanha, como também faz revelações surpreendentes, baseadas em muitos anos de pesquisa arquivística, sobre o funcionamento e a extensão do sistema de campos. Ao examinar, em detalhe, a vida e a morte dentro dos campos, e ao adoptar uma abordagem mais panorâmica para mostrar que o sistema era moldado pela evolução das várias forças políticas, legais, sociais, económicas e militares, Wachsmann produz uma imagem unificada do regime nazi e dos seus campos de concentração nunca antes vista. Uma obra de grande ambição e importância, "KL" está destinada a tornar-se um clássico da história do século XX.
Nº Páginas: 888
Sinopse:
KL, Konzentrationslager, designa o sistema dos campos de concentração nazis. É também o título da primeira história geral desta realidade trágica que importa conhecer. Nesta notável obra de referência histórica, Nikolaus Wachsmann oferece o primeiro relato, sem precedentes, dos campos de concentração nazis, desde a sua concepção, em 1933, até ao seu encerramento, na primavera de 1945. O Terceiro Reich é o período mais estudado da História, e no entanto faltava até agora escrever uma história geral do amplo sistema de campos de concentração, bem como das experiências quotidianas dos seus habitantes - perpetradores, vítimas, e todos aqueles que viviam naquela área que Primo Levi designou como "zona cinzenta". Com "KL - Uma História dos Campos de Concentração Nazis" Wachsmann preenche esta lacuna evidente no nosso entendimento do passado. Ele não sintetiza apenas o trabalho académico de uma geração, uma parte importante do qual desconhecida até agora fora da Alemanha, como também faz revelações surpreendentes, baseadas em muitos anos de pesquisa arquivística, sobre o funcionamento e a extensão do sistema de campos. Ao examinar, em detalhe, a vida e a morte dentro dos campos, e ao adoptar uma abordagem mais panorâmica para mostrar que o sistema era moldado pela evolução das várias forças políticas, legais, sociais, económicas e militares, Wachsmann produz uma imagem unificada do regime nazi e dos seus campos de concentração nunca antes vista. Uma obra de grande ambição e importância, "KL" está destinada a tornar-se um clássico da história do século XX.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A História não se escreve apenas nos gabinetes dos ministros, nos palácios presidenciais ou nos campos de batalha, muitas vezes decide-se nas salas de tribunal. A História de Portugal e do Mundo está recheada de julgamentos cujos impactos duram até hoje. Muitos tribunais derrubaram governos, findaram dinastias, perseguiram pensadores, acusaram revolucionários, calaram cientistas. Sempre ao sabor das políticas do momento, dos interesses dos poderosos, do medo do povo revoltoso, e, por vezes, até em nome de uma verdadeira justiça. Ana Margarida de Carvalho, na sua primeira incursão na não-ficção, e num estilo cativante e assente numa rigorosa pesquisa, traça uma panorâmica sobre esses julgamentos que, pela sua originalidade, barbaridade, injustiça gritante ou mediatismo, deixaram uma marca que jamais se apagará das cronologias históricas. Justiça frouxa e impotente, tirânica ou inclemente, contestada ou mesmo injusta. Prepare-se para mudar a sua maneira de ver os tribunais e essa noção sagrada de um Estado de Direito: a justiça.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A História não se escreve apenas nos gabinetes dos ministros, nos palácios presidenciais ou nos campos de batalha, muitas vezes decide-se nas salas de tribunal. A História de Portugal e do Mundo está recheada de julgamentos cujos impactos duram até hoje. Muitos tribunais derrubaram governos, findaram dinastias, perseguiram pensadores, acusaram revolucionários, calaram cientistas. Sempre ao sabor das políticas do momento, dos interesses dos poderosos, do medo do povo revoltoso, e, por vezes, até em nome de uma verdadeira justiça. Ana Margarida de Carvalho, na sua primeira incursão na não-ficção, e num estilo cativante e assente numa rigorosa pesquisa, traça uma panorâmica sobre esses julgamentos que, pela sua originalidade, barbaridade, injustiça gritante ou mediatismo, deixaram uma marca que jamais se apagará das cronologias históricas. Justiça frouxa e impotente, tirânica ou inclemente, contestada ou mesmo injusta. Prepare-se para mudar a sua maneira de ver os tribunais e essa noção sagrada de um Estado de Direito: a justiça.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? O judaísmo português é resultado de uma longa história: umas vezes trágica, outras vezes mais serena, mas sempre muito rica. Como financeiros e médicos, filósofos e exegetas, matemáticos e astrónomos, os judeus contribuíram para o desenvolvimento económico, cultural, científico e filosófico de Portugal. Mas esse contributo foi tanto maior quanto maior era a liberdade, a tolerância e a interacção social e política entre os diferentes povos. A vida dos judeus portugueses é, por isso, indissociável da história de Portugal. Neste livro, Esther Mucznik, escritora e cronista especializada em temas judaicos, cruza a história dos judeus e a história de Portugal em momentos, episódios e personalidades concretas que demonstram essa relação íntima - uma relação feita de convivência e de perseguição, de amor e de ódio, de desterro e de saudade, de reencontro e de reconciliação… de luz e de sombra. Uma viagem por dois milénios. Uma história judaica, mas também uma história portuguesa.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? O judaísmo português é resultado de uma longa história: umas vezes trágica, outras vezes mais serena, mas sempre muito rica. Como financeiros e médicos, filósofos e exegetas, matemáticos e astrónomos, os judeus contribuíram para o desenvolvimento económico, cultural, científico e filosófico de Portugal. Mas esse contributo foi tanto maior quanto maior era a liberdade, a tolerância e a interacção social e política entre os diferentes povos. A vida dos judeus portugueses é, por isso, indissociável da história de Portugal. Neste livro, Esther Mucznik, escritora e cronista especializada em temas judaicos, cruza a história dos judeus e a história de Portugal em momentos, episódios e personalidades concretas que demonstram essa relação íntima - uma relação feita de convivência e de perseguição, de amor e de ódio, de desterro e de saudade, de reencontro e de reconciliação… de luz e de sombra. Uma viagem por dois milénios. Uma história judaica, mas também uma história portuguesa.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Este livro de Menezes Ferreira é um impressivo retrato da participação portuguesa na Primeira Guerra que permite abrir várias portas e colocar questões sobre um conjunto de acontecimentos que moldaram o século XX e condicionaram a história política do país, constituindo um excelente ponto de partida para todos aqueles que pretendem conhecer este momento marcante da história contemporânea universal e as suas implicações em Portugal."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Este livro de Menezes Ferreira é um impressivo retrato da participação portuguesa na Primeira Guerra que permite abrir várias portas e colocar questões sobre um conjunto de acontecimentos que moldaram o século XX e condicionaram a história política do país, constituindo um excelente ponto de partida para todos aqueles que pretendem conhecer este momento marcante da história contemporânea universal e as suas implicações em Portugal."
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Do Alcorão a Shakespeare, esta cidade dos três nomes - Bizâncio, Constantinopla, Istambul - foi o centro do mundo, durante grande parte da sua história, sendo conhecida apenas por A Cidade. Mas, como a historiadora Bettany Hughes nos revela, Istambul não é apenas uma cidade, mas uma história global. Posicionando-se como o ponto de ligação entre o Oriente e o Ocidente, o Norte e o Sul, foi, durante os seus mais de oito mil anos de história, a capital dos Impérios romano, bizantino e otomano, onde se estabeleceram fenícios genoveses, venezianos, judeus e vikings. Nesta extraordinária biografia, Bettany Hughes leva-nos numa viagem histórica desde o Neolítico até ao presente, pelas muitas personificações de uma das maiores cidades do mundo - explorando as formas como a influência de Istambul se estendeu para moldar o mundo. Com uma escrita enérgica e apaixonante, a galardoada historiadora Bettany Hughes conduz o leitor com destreza pelas ricas camadas de história de Istambul, contando a história não só de imperadores, vizires, califas e sultões, mas também dos pobres e de pessoas sem voz, de homens e mulheres cujos sonhos e aspirações reinventaram a cidade.
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Do Alcorão a Shakespeare, esta cidade dos três nomes - Bizâncio, Constantinopla, Istambul - foi o centro do mundo, durante grande parte da sua história, sendo conhecida apenas por A Cidade. Mas, como a historiadora Bettany Hughes nos revela, Istambul não é apenas uma cidade, mas uma história global. Posicionando-se como o ponto de ligação entre o Oriente e o Ocidente, o Norte e o Sul, foi, durante os seus mais de oito mil anos de história, a capital dos Impérios romano, bizantino e otomano, onde se estabeleceram fenícios genoveses, venezianos, judeus e vikings. Nesta extraordinária biografia, Bettany Hughes leva-nos numa viagem histórica desde o Neolítico até ao presente, pelas muitas personificações de uma das maiores cidades do mundo - explorando as formas como a influência de Istambul se estendeu para moldar o mundo. Com uma escrita enérgica e apaixonante, a galardoada historiadora Bettany Hughes conduz o leitor com destreza pelas ricas camadas de história de Istambul, contando a história não só de imperadores, vizires, califas e sultões, mas também dos pobres e de pessoas sem voz, de homens e mulheres cujos sonhos e aspirações reinventaram a cidade.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No interior deste livro vai encontrar capítulos com títulos tão surpreendentes como estes: "Fazer a corte: como conquistar o coração de um homem sem abrir a boca", "A noite de núpcias, ou um ganso mal afogado" e ainda "O teu útero gordo e preguiçoso precisa de amor". Este não é um livro de mexericos, é uma viagem à vida quotidiana das mulheres na época vitoriana. É uma obra inteligente que espreita pelo buraco da fechadura. E que se vê do lado de lá da porta? Donzelas trituradas por espartilhos, espigas de milho para limpar as vergonhas, púdicas e quietas virgens na noite de núpcias. E quando a ti'Xica descia para lhe fazer uma visita? Um desastre completo! Não chega? Ainda há mais. Camas separadas para evitar a tentação. Cosméticos à base de chumbo. Enfim, um sem número de loucuras inventadas por sisudos doutores, cuja única preocupação era as partes íntimas da pobre mulher vitoriana. Esta foi uma época retratada romântica e sonhadoramente em filmes, livros e séries de televisão. Com este livro, chega-nos uma visão delirante. Leia e descubra se ainda quer ser uma princesinha adorável enrolada em incontáveis folhos? Pense duas vezes.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No interior deste livro vai encontrar capítulos com títulos tão surpreendentes como estes: "Fazer a corte: como conquistar o coração de um homem sem abrir a boca", "A noite de núpcias, ou um ganso mal afogado" e ainda "O teu útero gordo e preguiçoso precisa de amor". Este não é um livro de mexericos, é uma viagem à vida quotidiana das mulheres na época vitoriana. É uma obra inteligente que espreita pelo buraco da fechadura. E que se vê do lado de lá da porta? Donzelas trituradas por espartilhos, espigas de milho para limpar as vergonhas, púdicas e quietas virgens na noite de núpcias. E quando a ti'Xica descia para lhe fazer uma visita? Um desastre completo! Não chega? Ainda há mais. Camas separadas para evitar a tentação. Cosméticos à base de chumbo. Enfim, um sem número de loucuras inventadas por sisudos doutores, cuja única preocupação era as partes íntimas da pobre mulher vitoriana. Esta foi uma época retratada romântica e sonhadoramente em filmes, livros e séries de televisão. Com este livro, chega-nos uma visão delirante. Leia e descubra se ainda quer ser uma princesinha adorável enrolada em incontáveis folhos? Pense duas vezes.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1807, no auge das guerras napoleónicas, o príncipe-regente D. João decide o impensável: apesar de horrorizado com a ideia de cruzar o Atlântico, dá ordem para transferir a Corte inteira e o Governo para a maior colónia de Portugal, o Brasil. É assim que, com as tropas de Junot às portas de Lisboa, 10 000 nobres, padres, ministros e criados fogem em debandada a bordo das frágeis embarcações da armada portuguesa. Zarpam sob escolta britânica numa viagem transatlântica de dois meses que se revelaria muito atribulada. Desembarcam enlameados, piolhosos e esfarrapados, para grande surpresa dos súbditos do Novo Mundo. Assim começa um período de 13 anos de governação imperial portuguesa sediada no Brasil. Depressa o Rio de Janeiro é beneficiado com uma nova ópera, um jardim botânico luxuriante e um Paço Real - uma Versalhes tropical. Mas esta nova fachada metropolitana não ofusca a actividade frenética e brutal do então maior porto de escravos das Américas. Apesar dos esforços da Corte para ultrapassar as dificuldades do seu império, um novo Brasil despontava. Entrelaçando uma narrativa cativante com um grande apuro histórico, Patrick Wilcken recria o extraordinário momento da história em que, pela primeira e única vez, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1807, no auge das guerras napoleónicas, o príncipe-regente D. João decide o impensável: apesar de horrorizado com a ideia de cruzar o Atlântico, dá ordem para transferir a Corte inteira e o Governo para a maior colónia de Portugal, o Brasil. É assim que, com as tropas de Junot às portas de Lisboa, 10 000 nobres, padres, ministros e criados fogem em debandada a bordo das frágeis embarcações da armada portuguesa. Zarpam sob escolta britânica numa viagem transatlântica de dois meses que se revelaria muito atribulada. Desembarcam enlameados, piolhosos e esfarrapados, para grande surpresa dos súbditos do Novo Mundo. Assim começa um período de 13 anos de governação imperial portuguesa sediada no Brasil. Depressa o Rio de Janeiro é beneficiado com uma nova ópera, um jardim botânico luxuriante e um Paço Real - uma Versalhes tropical. Mas esta nova fachada metropolitana não ofusca a actividade frenética e brutal do então maior porto de escravos das Américas. Apesar dos esforços da Corte para ultrapassar as dificuldades do seu império, um novo Brasil despontava. Entrelaçando uma narrativa cativante com um grande apuro histórico, Patrick Wilcken recria o extraordinário momento da história em que, pela primeira e única vez, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Os estudos e intervenções reunidos neste volume abrem uma porta fascinante sobre a história contemporânea de Portugal. Não era uma porta fechada, mas era uma porta que precisava de ser aberta assim, com este saber e largueza de vistas. d. Manuel Clemente é um dos nossos maiores especialistas de história do catolicismo contemporâneo. Neste livro, a sua atenção incide principalmente sobre a relação da igreja com o Estado durante a época do Liberalismo, entre o princípio do século XiX e o princípio do Século XX. Mas estão também incluídas aqui importantes e sugestivas investigações e reflexões sobre a vida paroquial em Lisboa no século XX, as esperanças e as angústias de raul Brandão num "mundo anticristão", ou a "nova religião" desejada por alguns líderes da i república, como Bernardino Machado. Este é um livro que trata de muitos temas, iluminando todos de um modo seguro e estimulante." RUI RAMOS
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Os estudos e intervenções reunidos neste volume abrem uma porta fascinante sobre a história contemporânea de Portugal. Não era uma porta fechada, mas era uma porta que precisava de ser aberta assim, com este saber e largueza de vistas. d. Manuel Clemente é um dos nossos maiores especialistas de história do catolicismo contemporâneo. Neste livro, a sua atenção incide principalmente sobre a relação da igreja com o Estado durante a época do Liberalismo, entre o princípio do século XiX e o princípio do Século XX. Mas estão também incluídas aqui importantes e sugestivas investigações e reflexões sobre a vida paroquial em Lisboa no século XX, as esperanças e as angústias de raul Brandão num "mundo anticristão", ou a "nova religião" desejada por alguns líderes da i república, como Bernardino Machado. Este é um livro que trata de muitos temas, iluminando todos de um modo seguro e estimulante." RUI RAMOS
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de "tradição" e/ou "direita" ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas. Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século xix, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de "tradição" e/ou "direita" ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas. Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século xix, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 848
Sinopse:
É o cair do pano da época a que chamamos Idade Média, longa de quase mil anos. É uma época iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam também novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas visões habitam a cidade, mas também a intimidade dos estúdios dos homens e mulheres mais brilhantes da época, inspirando as suas investigações e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possíveis; e graças à poderosa imaginação e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, traçam-se cúpulas e palácios, novas construções públicas, os modelos administrativos e económicos vão-se renovando e delineando.
Nº Páginas: 848
Sinopse:
É o cair do pano da época a que chamamos Idade Média, longa de quase mil anos. É uma época iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam também novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas visões habitam a cidade, mas também a intimidade dos estúdios dos homens e mulheres mais brilhantes da época, inspirando as suas investigações e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possíveis; e graças à poderosa imaginação e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, traçam-se cúpulas e palácios, novas construções públicas, os modelos administrativos e económicos vão-se renovando e delineando.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 984
Sinopse:
De 1200 a 1400: no período que é definido por Baixa Idade Média, um novo impulso expansivo, juntamente com a ideologia das cruzadas, conduz o Ocidente à conquista do Oriente. A cidade cresce; a arquitectura, a arte e a literatura experimentam uma intensa vontade de renovação e abertura.A esta época de progresso segue-se um período de guerra e carestia: a Guerra dos Cem Anos, a peste, as revoltas dos camponeses, reprimidas em sangue. Apesar disto, encontramos aqui as sementes do Renascimento, que vai atingir toda a sua expressão na Europa de Quatrocentos.
Nº Páginas: 984
Sinopse:
De 1200 a 1400: no período que é definido por Baixa Idade Média, um novo impulso expansivo, juntamente com a ideologia das cruzadas, conduz o Ocidente à conquista do Oriente. A cidade cresce; a arquitectura, a arte e a literatura experimentam uma intensa vontade de renovação e abertura.A esta época de progresso segue-se um período de guerra e carestia: a Guerra dos Cem Anos, a peste, as revoltas dos camponeses, reprimidas em sangue. Apesar disto, encontramos aqui as sementes do Renascimento, que vai atingir toda a sua expressão na Europa de Quatrocentos.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Passaram 70 mil anos desde que os primeiros humanos modernos caminham sobre a Terra. Neste aparentemente curto espaço de tempo, conseguimos criar a Arte, a Cultura, a Ciência e o Comércio, além de nos termos posicionado como espécie dominante e indefectível, no topo da cadeia alimentar de todo um planeta. Embora seja deveras impressionante este domínio do jovem ser humano sobre um planeta tão antigo, na verdade seria mais correcto falarmos de sorte do que de uma conquista. Com efeito, foram tantas as vezes que nos colocámos à beira do abismo prestes a dar o passo em frente, que é um milagre ainda não estarmos extintos. Quem sabe se não o conseguimos em breve. Humanos, uma breve história dos momentos mais bizarros da Humanidade oferece-nos uma vista panorâmica da humanidade no seu pior: de Lucy, o nosso primeiro antepassado que caiu de uma árvore e morreu com um braço partido, ao exército austríaco que se atacou a si mesmo no seguimento de uma noite de bebedeira, passando pela eleição democrática de péssimos líderes políticos, invenções que podiam ter eliminado a vida da Terra com relativa rapidez, esquecimentos impensáveis e ideias peregrinas que nunca deveriam ter sido sequer pensadas, esta é a história de todas aquelas vezes em que tudo poderia ter acabado da pior maneira para a espécie humana. Neste compêndio único e profundamente irónico dos erros mais catastróficos e potencialmente fatais da história humana, Tom Phillips consegue a proeza de nos divertir, informar e fazer reflectir acerca do pior inimigo do homem: ele próprio. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Passaram 70 mil anos desde que os primeiros humanos modernos caminham sobre a Terra. Neste aparentemente curto espaço de tempo, conseguimos criar a Arte, a Cultura, a Ciência e o Comércio, além de nos termos posicionado como espécie dominante e indefectível, no topo da cadeia alimentar de todo um planeta. Embora seja deveras impressionante este domínio do jovem ser humano sobre um planeta tão antigo, na verdade seria mais correcto falarmos de sorte do que de uma conquista. Com efeito, foram tantas as vezes que nos colocámos à beira do abismo prestes a dar o passo em frente, que é um milagre ainda não estarmos extintos. Quem sabe se não o conseguimos em breve. Humanos, uma breve história dos momentos mais bizarros da Humanidade oferece-nos uma vista panorâmica da humanidade no seu pior: de Lucy, o nosso primeiro antepassado que caiu de uma árvore e morreu com um braço partido, ao exército austríaco que se atacou a si mesmo no seguimento de uma noite de bebedeira, passando pela eleição democrática de péssimos líderes políticos, invenções que podiam ter eliminado a vida da Terra com relativa rapidez, esquecimentos impensáveis e ideias peregrinas que nunca deveriam ter sido sequer pensadas, esta é a história de todas aquelas vezes em que tudo poderia ter acabado da pior maneira para a espécie humana. Neste compêndio único e profundamente irónico dos erros mais catastróficos e potencialmente fatais da história humana, Tom Phillips consegue a proeza de nos divertir, informar e fazer reflectir acerca do pior inimigo do homem: ele próprio. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas. Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas. Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.
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