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Nº Páginas: 336
Sinopse:
Em 1973, os portugueses vivam sob o jugo do Estado Novo há quarenta anos. Se era já inevitável, para alguns, o fim do regime, para muitos outros, era apenas mais um ano do século XX, em que notícias, livros, guiões de cinema e peças de teatro continuavam a ser censurados, em que milhares de jovens perdiam a vida na absurda e injusta guerra colonial, em que, para uma percentagem grande da população, a emigração era a única alternativa à miséria. Ainda não o sabiam, mas 1973 seria o último ano civil sob a égide do Estado Novo. A edição inaugural do Expresso, a declaração unilateral de independência da Guiné-Bissau, as eleições legislativas - as últimas em ditadura -, a participação no Festival da Eurovisão, com a famosa canção Tourada, com letra do poeta Ary dos Santos e interpretada por Fernando Tordo, as manifestações estudantis violentamente reprimidas, as ondas de choque da crise internacional do petróleo, tudo concorre para o dia de abril que ficaria para sempre assinalado nos calendários dos portugueses. Passados cinquenta anos, Tiago Beato, jornalista e escritor, viaja até esse período e faz, neste 1973 - Uma Cronologia do Ano Zero, uma compilação dos momentos mais paradigmáticos de um país em ebulição, pautados pelos acontecimentos internacionais que marcavam a atualidade na altura. Da política à cultura, passando pela sociedade e pelo desporto, 1973 faz um retrato social e cultural do país, com um olhar que se alarga ao mundo, nos últimos meses de uma ditadura com os dias contados.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em março, uma força revolucionária "democrática" obriga o Czar Nicolau II a abdicar. Em abril, os EUA entram na Primeira Guerra Mundial. Em maio, três pastorinhos vêm uma "Senhora" vestida de branco em Fátima. Em julho, nasce a Jugoslávia. E em agosto Bento XV insurge-se contra o "massacre inútil" que assola a Europa e o Mundo. Em setembro, diferentes cidades manifestam-se contra a Guerra. Em outubro, Margaretha Zelle - a bailarina conhecida por Mata Hari - é executada em Paris e meros dias depois as tropas italianas são derrotadas em Caporetto. Em novembro, dá-se o primeiro passo para a criação do Estado de Israel e para uma nova organização do Médio Oriente. Em dezembro, cerca de 200 deputados nacionalistas italianos organizam-se no Fascio Parlamentare di Difesa Nazionale, um precursor do fascismo de Mussolini. Dividido em 12 capítulos, um por cada mês, este livro acompanha detalhadamente os acontecimentos de um ano turbulento e marcante para a nossa História atual, sugerindo ligações e estabelecendo paralelos com os nossos dias, nos quais ainda vivemos, de diversas formas, as consequências desse legado.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um queria governar o mundo, o outro foi governado pela paixão. A improvável aliança entre Adolf Hitler e o duque de Windsor levou a um dos maiores complôs da História.O plano era simples: A Alemanha invadiria a Grã-Bretanha e o duque de Windsor seria reposto no trono como rei-fantoche. Quando a invasão não se concretizou, o plano mudou e nasceu a Operação Willi: raptar os duques de Windsor enquanto estavam em Portugal, em 1940, como convidados do banqueiro Ricardo Espírito Santo Silva. Deste modo, a Alemanha teria dois reféns reais para forçar a Grã-Bretanha a ajoelhar-se.Recorrendo a documentos do FBI, a fotografias e correspondência particulares, Andrew Morton narra a história repleta de aventura, intriga política, romance ilícito e traições familiares do duque de Windsor e da sua mulher, Wallis Simpson, de quem se dizia ter sido amante do ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Joachim von Ribbentrop, que lhe enviava 17 cravos para recordar o número de encontros amorosos.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 248
Sinopse: A síntese que faltava sobre a história do 25 DE ABRIL A Revolução dos Cravos, desencadeada em Portugal pelo golpe militar de 25 de Abril de 1974, constituiu um dos momentos mais singulares e fascinantes da história contemporânea europeia. Em poucas horas, um movimento militar concebido por questões corporativas e em reacção à guerra colonial acabou por derrubar o regime autoritário mais duradouro na Europa Ocidental do século xx e abrir caminho a um intenso e complexo processo de transição democrática. Entre a queda da ditadura e a consolidação da democracia, com a aprovação de uma nova Constituição em Abril de 1976, decorreram apenas dois anos, um período que transformou profundamente Portugal e ecoou internacionalmente. Este livro oferece uma síntese rigorosa e acessível da Revolução dos Cravos, dirigida a leitores de todo o mundo que, reconhecendo o 25 de Abril como símbolo maior da liberdade em Portugal, dispõem agora de uma visão de conjunto sobre a sequência dos acontecimentos, os seus protagonistas e o seu significado histórico.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 248
Sinopse: A síntese que faltava sobre a história do 25 DE ABRIL A Revolução dos Cravos, desencadeada em Portugal pelo golpe militar de 25 de Abril de 1974, constituiu um dos momentos mais singulares e fascinantes da história contemporânea europeia. Em poucas horas, um movimento militar concebido por questões corporativas e em reacção à guerra colonial acabou por derrubar o regime autoritário mais duradouro na Europa Ocidental do século xx e abrir caminho a um intenso e complexo processo de transição democrática. Entre a queda da ditadura e a consolidação da democracia, com a aprovação de uma nova Constituição em Abril de 1976, decorreram apenas dois anos, um período que transformou profundamente Portugal e ecoou internacionalmente. Este livro oferece uma síntese rigorosa e acessível da Revolução dos Cravos, dirigida a leitores de todo o mundo que, reconhecendo o 25 de Abril como símbolo maior da liberdade em Portugal, dispõem agora de uma visão de conjunto sobre a sequência dos acontecimentos, os seus protagonistas e o seu significado histórico.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 608
Sinopse: Uma releitura radical da história humana através do colapso das sociedades, desde os primórdios da nossa espécie até às ameaças do presente e do futuro. Durante os primeiros trezentos mil anos da história humana, o Homo sapiens viveu em civilizações fluidas e igualitárias, que impediam qualquer indivíduo ou grupo de governar permanentemente. Mas há cerca de doze mil anos, isso começou a mudar. Quando nos fomos reunindo nas primeiras cidades, passámos a depender de novos recursos saqueáveis, como cereais e peixe. E pequenos grupos começaram a tomar o controlo dessas mercadorias. Essa desigualdade de recursos transformou-se em desigualdade no poder, levando à adoção de formas de organização mais primárias e hierárquicas. O poder estava concentrado em reis, faraós e imperadores. Grandes Estados e impérios, com vastas burocracias e militares, dividiram e dominaram o globo. São aquilo a que o autor chama «Golias». O que os derrubou? Seja nas primeiras cidades de Cahokia, na América do Norte ou nos amplos impérios do Egito, Roma e China, foi o aumento da desigualdade e das concentrações de poder que esvaziaram esses Golias, antes que um choque externo os derrubasse. Esses colapsos foram descritos como apocalípticos, mas, na verdade, terão sido na maioria dos casos, uma bênção para a população. Agora, vivemos num único Golias, global. Obcecadas pelo crescimento, instituições extrativas como a indústria dos combustíveis fósseis, as big techs e os complexos militares-industriais dominam o nosso mundo e produzem novas formas de aniquilar a nossa espécie, das alterações climáticas à guerra nuclear. Os nossos sistemas são agora tão rápidos, complexos e interligados que um futuro colapso será provavelmente global, rápido e irreversível. Todos nós enfrentamos uma escolha: ou aprendemos a controlar democraticamente este Golias, ou o próximo colapso poderá ser o nosso último «Uma excelente viagem pela história humana através dos colapsos de reis, Estados e impérios semelhantes a Golias.» Observer «É como ler Thomas Piketty filtrado por Mad Max.» The New York Times «Aqui estão cinco mil anos de civilização, e é impressionante o que o autor consegue fazer. O nível de análise é épico.» Guardian «É refrescante voltar a olhar para a nossa história mundial e vê-la de outro modo. Este é o livro para tirar lições do passado e pensar o futuro doutro modo.» Kirkus Reviews «Absolutamente brilhante. Economista e geógrafo, Luke Kemp traz uma nova forma de olhar para o passado, o presente e o futuro.» Publishers Weekly «Que livro excecional. O colapso dos impérios e a previsível implosão da sociedade atual juntos, numa prosa tão boa quanto inesperada.» The Sunday Times
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Outrora considerada exclusiva da língua portuguesa e intraduzível, a palavra «saudade» aponta para um estado de espírito ambíguo, onde a dor e a alegria se encontram num presente habitado pelas memórias do passado. Com a intensificação da emigração, a saudade tornou-se não apenas um sentimento universal, como a norma no nosso mundo globalizado. A viver há vinte e cinco anos no Brasil, Henrik Brandão Jönsson sabe o que é a saudade. Apaixonado pela língua portuguesa e pela sua história, viajou para junto das comunidades de emigrantes de língua portuguesa a fim de explorar a génese deste sentimento. Dos arquipélagos atlânticos dos Açores, Madeira e Cabo Verde para a América do Sul e do Norte, falou com as populações que deram o salto para escapar à pobreza, a vulcões, ou a um futuro sem esperança mas que nunca esqueceram as suas ilhas de origem. Começam, assim, duas viagens distintas: uma que cruza o Atlântico em várias direções, em busca de histórias de vivências desse sentimento; e outra, introspetiva, que mergulha o autor num oceano igualmente profundo, de recordações e afetos, para descobrir como é sonhar em português longe de casa e como se mata uma saudade sem fim.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Bartolomeu Lourenço de Gusmão nasceu em Santos, então vila do Brasil, em 1685, e faleceu em Toledo, aos 38 anos, quando protagonizava uma fuga das malhas punitivas do Tribunal do Santo Ofício. É comum afirmar-se que a sua obra se circunscreve à «Passarola», engenho aerostático que concebeu em 1709. Na verdade, estamos em presença de um autor polígrafo, que cultivou a poesia, a reflexão filosófica, a ciência, a oratória sacra, o ensaio histórico, a jurisprudência e a decifração de códigos secretos.Apesar de ser o inventor dos balões, 74 anos antes dos irmãos Montgolfier, o seu espólio foi queimado pela Inquisição, que impôs igualmente a proibição, durante um século, de ser sequer nomeado. A presente obra traz à colação múltiplos inéditos, exumados da poeira dos arquivos nacionais e estrangeiros.Faz-se, assim, justiça a um visionário, intelectualmultímodo, humanista e arauto do porvir.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Todos os dias ouvimos falar sobre a União Europeia, mas nunca foi tão importante sabermos o que a ela devemos e o quanto dela precisamos. A União Europeia ocupa um lugar fundamental no nosso quotidiano. Está nas grandes decisões estratégicas e nas discussões políticas sobre o futuro do nosso país, mas também, de forma mais mundana, no que comemos e vestimos. O seu passado, porém, continua relativamente desconhecido para o público português. Com uma linguagem clara e precisa, esta obra vem suprir essa lacuna. O seu autor, através de uma investigação rigorosa e ancorada historicamente, reconstrói o percurso desta organização incontornável e sui generis, as suas crises e as suas inovações. Essencial para compreender o presente e o futuro do nosso continente
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Donald Trump, Beppe Grillo, Marine Le Pen e Nicolás Maduro - os populistas estão em alta no mundo inteiro. Mas, exactamente, o que é o populismo? São populistas todos os críticos de Wall Street e da União Europeia? E qual é a diferença entre o populismo de direita e o de esquerda? Os movimentos populistas propõem governos mais próximos do povo ou são uma ameaça à democracia? E já agora: quem é "o povo" que se menciona tanto? E quem pode falar em seu nome? Estas questões nunca foram tão prementes como na actualidade.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
DA QUEDA DO MURO DE BERLIM AO 11 DE SETEMBRO: COMO A GUERRA FRIA MUDOU O MUNDO Por Carlos Gaspar, um dos maiores investigadores de política internacional Depois da queda do Muro de Berlim, o fim da Guerra Fria foi assegurado pela concertação entre os Estados Unidos e a União Soviética. A nova ordem do mundo, fundada sob o signo da democracia liberal e da preponderância norte-americana, representou uma mudança mas preservou intactas as instituições do sistema multilateral criado no fim da Segunda Guerra Mundial. A "paz americana" durou até ao 11 de Setembro: a resposta dos Estados Unidos, com a invasão do Iraque, abriu um novo ciclo de crises. Nos últimos dez anos, temos assistido a um declínio ocidental. A ordem democrática estará ameaçada?
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Este é um livro de heróis universais, que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradores, líderes, visionários, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam. Dos feitos militares de Ramsés II à luta pela liberdade e justiça de Nelson Mandela, percorremos o tempo e o espaço em busca dos homens que ficaram para a história pelos ideais por que se bateram. Num livro de heróis de todo o mundo, destacamos os portugueses Vasco da Gama, Fernão de Magalhães e Aristides de Sousa Mendes, mas também homens da ciência, como Galileu Galilei ou Charles Darwin. E ainda grandes líderes: George Washington, Napoleão Bonaparte, Simón Bolívar, Abraham Lincoln, Winston Churchill, Mahatma Gandhi. Foi no exemplo pacifista de Gandhi que se inspirou outro dos nossos heróis, Martin Luther King. Redescubra as histórias de ousadia e auto-superação.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Histórias inspiradoras de mulheres que mudaram o mundo. Este é um livro de heroínas mundiais, mulheres que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradoras, líderes, visionárias, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um livro escrito pela ex-directora do jornal "Público" que é publicado nos 20 anos da consulta popular que mudou os destinos daquele território. Contém documentos secretos agora desclassificados. Prefácio de António Guterres e posfácio de Jorge Sampaio. "Estou certo de que suscitará o maior interesse junto de políticos, diplomatas, académicos, jornalistas e do público em geral." "António Guterres in Prefácio" "Encontrei na leitura deste diálogo um manancial de informações interessantíssimas sobre os processos de mediação de conflitos, matéria que pessoalmente sempre me interessou, por ser uma área de confluência do direito, neste caso internacional, da política (e de intersecção entre interesses de política externa e interna), da história, da advocacia e até da psicologia." "Jorge Sampaio, no posfácio"
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Começa no episódio dos espiões de Moisés, citado na Bíblia, e acaba na véspera da Primeira Guerra Mundial. Oferece um relato fascinante de espiões, segredos e operações de espionagem através dos séculos e traça a sua evolução no mundo antigo, desde a arte da adivinhação até à efetiva recolha de informações na condução de operações militares. Regista o subsequente desenvolvimento dos serviços secretos na condução da política dos Estados em períodos tão diversos como a Veneza renascentista, a Inglaterra de Isabel I, a França do Ancien Régime, a América revolucionária e a Rússia czarista.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Este livro conta a história da espionagem durante o século XX, desde a Primeira Guerra Mundial até ao presente mundo da desinformação, passando pela Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria e a WikiLeaks. Escrito pelo mais reputado especialista da actualidade na história dos serviços secretos, este segundo volume conclui a obra que reúne 3000 anos de operações secretas. Um livro que já se tornou um clássico.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: Os mais importantes documentos produzidos antes e depois do 25 de Abril de 1974, agentes decisivos da REVOLUÇÃO. Desde o fundador Programa do Movimento das Forças Armadas Portuguesas até à Constituição da República aprovada a 2 de abril de 1976, este livro vai à origem das origens: percorre comunicados, manifestos, telegramas, abaixo-assinados e muitos outros documentos, mostrando como cada um deles teve uma contribuição, muitas vezes decisiva, para a Revolução e para o tempo que se lhe seguiu. Passando pelo «Documento dos Nove», pelo Documento do COPCON, pela Lei da Descolonização, a renúncia de Spínola e discursos de Vasco Gonçalves no I Congresso da Intersindical, Memórias de Abril é um verdadeiro roteiro para retirar do esquecimento e valorizar os documentos que também fizeram o 25 de Abril, discuti-los, contextualizá-los, recordá-los como consequência e memória dos vibrantes anos em que a liberdade foi o caminho escolhido e acabou por triunfar.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 504
Sinopse: Nilo, Danúbio, Níger, Mississípi, Ganges, Yangtzé e Tamisa: estes sete rios contam uma história mundial comum e conflituosa. Funcionaram como bases de poder para impérios e motivaram guerras na sua qualidade de fronteiras. As suas bacias hidrográficas aqueles grandes sistemas de afluentes e lençóis freáticos que fluem em direção ao rio principal foram pilhadas pelo seu ouro, madeira, sal, petróleo, borracha e pessoas. Vastas redes se forjaram entre uns e outros, como a mortífera «passagem do meio» do comércio esclavagista que ligava a bacia do Níger à do Mississípi. No cerne da história estão os construtores de impérios das dinastias chinesas, romanos e hindus e os seus deuses fluviais, os Habsburgos e os otomanos, os imperadores mogóis, o povo do Níger desde a era dourada do Mali até aos dias de hoje, as lutas de vida ou morte no Mississípi e a perda do poder dos britânicos sobre os rios dos seus súbditos imperiais rebeldes. «A história no seu melhor. Um livro original e brilhantemente concebido que irá encantar e entusiasmar. Que magnífica proeza de imaginação e pesquisa contar a história humana através da beleza da água! Estas sete correntes do tempo brilham com erudição. Com os rios mundiais em crise, este livro deve ser leitura obrigatória para os decisores políticos.» Nicholas Crane, ex-presidente da Royal Geographical Society «Uma investigação profunda do modo como sete rios moldaram as sociedades humanas em todo o mundo. Os entusiastas de história vão adorar.» Publishers Weekly
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Para Ernst Gombrich, uma história, por mais complexa que seja, pode ser compreendida por todas as idades, desde que comunicada de forma clara e cativante. Escrita a pensar num público juvenil, "Uma Pequena História do Mundo" alcançou sucesso imediato, na Alemanha e no resto da Europa. Hoje traduzida em vinte línguas, tornou-se um clássico universal, uma referência tanto para os mais novos como para os mais velhos.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Um estudo sobre a história da Humanidade e as relações entre cultura guerreira e civilização.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História de Portugal no Ensino Secundário. Especializado na história do Estado Novo, Fernando Rosas publica finalmente o livro que vai ao cerne da questão fundamental acerca deste período: quais as verdadeiras razões para que o regime salazarista durasse 48 anos (a mais longa ditadura da Europa do século XX). Os leitores irão compreender que as explicações simplistas, mais ou menos decorrentes do senso comum, são simultaneamente as mais ideológicas e as menos esclarecedoras.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"História de Angola" resulta de um incomparável trabalho de investigação e, simultaneamente, de síntese, levado a cabo por dois historiadores do colonialismo africano internacionalmente consagrados. Num só volume, ficamos a conhecer a composição social do território angolano, a evolução do domínio português e as formas de organização económica e política ainda no tempo da mais dura escravatura, bem como o lentíssimo avanço para formas mais modernas de organização colonial. Ficamos também a compreender a inexorável formação dos inúmeros movimentos nacionalistas angolanos - dos europeus independentistas às tribos associadas em torno de líderes carismáticos -, até à formação de partidos políticos consistentes, disputando o país contra Portugal e entre si próprios. Finalmente, ao desfecho da conquista da independência segue-se um resumo dos violentos anos de guerra civil, rematados pela recente história de relativa acalmia política, com enfoque nas condições socioeconómicas da Angola contemporânea. Neste livro, os leitores podem ainda usufruir de uma extensa bibliografia internacional, única em Portugal, com as mais diversas perspectivas sobre Angola.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Olhe que não, olhe que não!" foi como Álvaro Cunhal reagiu aos constantes ataques e acusações de Mário Soares num célebre debate promovido pela RTP na noite de 6 de Novembro de 1975, que prendeu o país inteiro ao pequeno ecrã. Apesar de ter sido ignorada por toda a imprensa, a surpreendente resposta do líder comunista, repetida meia dúzia de vezes, marcou de tal forma o confronto com o secretário-geral dos socialistas que acabou por se colar à simples evocação do debate, onde ficaram patentes, como nunca, duas personalidades políticas, duas concepções do mundo, dois modelos de sociedade e duas estratégias bem distintas e por vezes antagónicas. Realizado pouco depois do assalto à embaixada de Espanha em Lisboa e uma semana antes do cerco à Assembleia Constituinte, já com cheiro ao golpe de 25 de Novembro, o debate faz parte da história não apenas da RTP, mas da televisão e da própria democracia.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 432
Sinopse: Uma fascinante viagem através dos milénios, que revela a vibrante trajetória de Alexandria, uma das cidades mais importantes da história da humanidade. Fundada por Alexandre, o Grande, a cidade de Alexandria floresceu como um centro de cosmopolitismo e saber, sendo palco de importantes marcos histórico-culturais que moldaram o nosso mundo. Embora Alexandre nunca tenha visto a sua obra concluída, a sua visão foi determinante para o nascimento de uma megalópole onde o conhecimento se tornou central e onde culturas distintas coexistiram, criando uma das cidades mais influentes da Antiguidade. O historiador Islam Issa, uma das vozes atuais mais relevantes na investigação entre o mundo islâmico e o europeu, percorre o esplendor da dinastia ptolemaica, a ascensão da famosa Biblioteca de Alexandria, a ligação de figuras míticas como Helena de Troia e Cleópatra, e a influência duradoura de Alexandria em várias civilizações. O autor explora ainda as dinâmicas sociais contemporâneas da cidade, oferecendo uma perspetiva única da Alexandria moderna e da sua diversidade cultural, que perdura por séculos. No decorrer da narrativa envolvente e da abordagem profunda, o autor homenageia esta cidade intemporal, oferecendo uma obra rica em detalhes históricos, reflexões culturais e uma visão única sobre a cidade que, durante mais de dois milénios, continua a desafiar o mundo com o seu legado intelectual, artístico e multicultural
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 472
Sinopse: Com tradução de Pedro Madeira e Sebastião Belfort Cerqueira, precedido de Premissas e Primícias e sucedido de Adenda Lukácsiana Talvez a explicação para o facto de estes autores terem conseguido com tanta frequência que os quadros do passado que apresentam sejam convincentes esteja na sua sensibilidade para a realidade do presente, mais do que em qualquer outra coisa. Salvo algumas raras excepções, fizeram-no sem recorrer a arcaísmos ou apoiar-se demasiado no uso de adereços históricos. Não tiveram medo de lidar com a miséria, o tédio, o pó ou a sordidez da morte. Apresentaram muitas vezes heróis despretensiosos afligidos por dilemas nada pitorescos. Apresentaram heróis históricos sem assumir que o seu único atractivo concebível reside nas vitórias que obtiveram. A sua abordagem do passado pode ser designada como reconstrução, se por essa palavra se entender a reconstituição funcional e essencialmente destituída de sentimentalismo de um dado período histórico, dando mais atenção à descoberta dos usos a que se presta do que à singularidade pitoresca, a fim de lhe fixar com precisão um lugar no continuum da história humana. Há um processo alternativo, mais romântico e sentimental, a que se pode chamar restauro. Compraz-se na exibição de quadros estáticos e na recuperação minuciosa de figurinos e cenários. Faz desfilar, com o entusiasmo de um antiquário, os seus homens e mulheres em majestosas procissões e copia a sua fala na linguagem tortuosa de Wardour Street. Tais atitudes talvez ainda não se tenham perdido completamente, mas estão hoje muito menos em evidência do que estavam há meio século. Tendo chegado ao fim da sua história, o herói desta linhagem antiga recapitula as suas aventuras num espírito de reminiscência jovial. Os pássaros cantam nas árvores, o aroma fresco de maio entra-lhe pela janela e algures no interior da casa espaçosa ouve-se a voz alegre da mulher que entoa uma canção que traz à memória as horas agridoces dos primeiros amores, das guerras, das despedidas e das reconciliações. Agora tudo é paz, e, durante um momento, o tempo parou. O futuro não pode trazer senão felicidade e memórias gratas.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 448
Sinopse: 50 anos após a implementação do Planeamento Familiar, um livro que relata o percurso percorrido e o que ainda falta fazer. 50 anos após a legalização do Planeamento Familiar são muitos os velhos e novos desafios que cidadãos responsáveis e profissionais de saúde (cuja larga maioria é cada vez mais feminina, coisa nada indiferente) têm de debater e responder no espaço público, no âmbito de uma participada democracia sanitária que informe e influencie decisores políticos. Este é um tempo e um mundo novo: até hoje nenhuma política pró-natalista alcançou e alcançará na Europa os seus objectivos (mesmo com imigração) repor gerações, combater o envelhecimento populacional e a tecnologia já permite (agora aos mais poderosos, mais tarde também a outros), num inaudito desafio à Ética, escolher o sexo das crianças e características genéticas em embriões humanos por motivos não médicos um novo eugenismo, uma nova distopia.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: Nesta obra original e audaciosa, George Steiner revela o segredo de sete livros que não escreveu porque as indiscrições eram excessivamente intimidantes, porque o tema provocava demasiada dor, porque o desafio emocional e intelectual se revelava superior às suas capacidades. Os temas tratados variam muito e desafiam tabus convencionais: a experiência do sexo em línguas diferentes, as reivindicações do sionismo, um amor mais intenso pelos animais do que pelos seres humanos, o privilégio dispendioso do exílio ou a teologia do vazio. Com uma honestidade desarmante, Steiner passa além da sua enorme erudição e da racionalidade pela racionalidade para nos mostrar «unicórnios no jardim da razão». Uma percepção unificadora subjaz à diversidade de Os Livros Que Não Escrevi: o melhor que temos ou podemos produzir é apenas a ponta do icebergue. Por detrás de cada bom livro encontra-se o livro que ficou por escrever. Aquele que teria fracassado melhor?
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 368
Sinopse: Finalista do prémio The National Book Critics Circle, O Fantasma do Rei Leopoldo é o relato verdadeiro e assombroso do regime brutal do rei Leopoldo e do seu efeito duradouro numa nação arruinada, que, nesta nova edição, conta com uma introdução da premiada romancista Barbara Kingsolver.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 428
Sinopse: Porto, Junho de 1975.No auge do Verão Quente da revolução,Portugal arrisca cair na órbita soviética e tornar-se numa ditadura comunista.Sucedem-se as prisões de políticos de direita,de empresários e de centenas de pessoas suspeitas de resistência ao processo revolucionário. Ruy Höfle Moreira,então dono da Molaflex,está detido há três meses,acusado de actividades contra-revolucionárias.Trata-se de meras suposições,das quais nunca haverá uma acusação oficial ao longo do período de detenção,que durará oito meses. Em pleno PREC,mais de mil trabalhadores da Molaflex manifestam-se pacificamente em frente ao Quartel-General.Não querem causar tumultos nem estão contra o 25 de Abril;apenas pedem que os militares lhes expliquem a situação do patrão.São atacados e agredidos por militantes revolucionários,que os acusam de serem fascistas;vários trabalhadores são detidos pelos militares. Esta foi no Portugal democrático,em pleno PREC,a primeira manifestação
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Da obscuridade à traição, um homem mudou as regras do jogo ao expor os ficheiros mais secretos alguma vez conhecidos. Como se rouba uma biblioteca? Não é uma biblioteca qualquer, mas o arquivo mais secreto do mundo. A resposta é: sendo bibliotecário. Mantendo-se tão quieto que ninguém sabe o que se está a fazer enquanto se vai trabalhando de forma discreta ao longo de décadas. Tão discreta que, mesmo depois da fuga, com o auxílio do MI6 o Serviço Secreto de Inteligência britânico no estrangeiro , ninguém se apercebe de que o bibliotecário se foi embora. O Espião no Arquivo é a história sensacional de como Vasili Mitrokhin um arquivista introvertido que não amava mais nada para além dos arquivos empoeirados acabou por mudar o mundo. Como bibliotecário do KGB, os segredos a que foi exposto nas salas dos arquivos transformaram-no: primeiro, num dissidente, e, depois, num espião. Um homem determinado a expor a verdade sobre as forças obscuras que subverteram a Rússia, forças que ainda hoje estão em ação no país. Esta é a história da viagem de um homem desde o coração do Estado soviético até à desilusão, à traição e à sua determinação em enfrentar a instituição mais poderosa do mundo. «Poucos autores conhecerão melhor do que Gordon Corera os meandros da guerra permanente de espionagem entre o Ocidente e o Leste.» Ben MacIntyre, The Times «Uma leitura compulsiva! Combina o talento para contar uma boa história com o conhecimento subtil dos métodos de espionagem antigos e modernos.» Luke Harding, The Guardian «Escrito como um romance, resultante de uma profunda investigação, este relato de ritmo poderoso é leitura obrigatória para todos os leitores que gostam de espionagem.» Publishers Weekly
