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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 226
Sinopse:
"Publicado em 1925, Mrs. Dalloway é o primeiro dos romances de Virginia Woolf que subverte a narrativa tradicional. O título inicial do livro era As Horas, uma referência ao tempo em que a acção decorre. A I Grande Guerra terminou, o calor do Verão invade Londres e Clarissa, Mrs. Dalloway, prepara-se para dar uma das suas festas. Mas quando a noite se aproxima, a chegada de Peter Walsh, o seu primeiro amor regressado da Índia, vai despertar o passado, trazendo-lhe à memória os sonhos adolescentes e a discussão que muitos anos antes a precipitou num casamento sem fulgor. De súbito, Clarissa tem consciência da força da vida em seu redor, de Peter inalterado e contudo diverso, e da sua filha Elizabeth que se está a tornar uma mulher. Virginia Woolf expõe assim diferentes modos de sentir, evocando, mais que o espírito do tempo, o espírito da própria vida no olhar de cada personagem. Mas a originalidade maior do livro vem dessa espécie de duplo de Mrs. Dalloway, Septimus Warren Smith, enlouquecendo em silêncio com o trauma da guerra e com quem Clarissa parece partilhar uma mesma consciência."
Nº Páginas: 226
Sinopse:
"Publicado em 1925, Mrs. Dalloway é o primeiro dos romances de Virginia Woolf que subverte a narrativa tradicional. O título inicial do livro era As Horas, uma referência ao tempo em que a acção decorre. A I Grande Guerra terminou, o calor do Verão invade Londres e Clarissa, Mrs. Dalloway, prepara-se para dar uma das suas festas. Mas quando a noite se aproxima, a chegada de Peter Walsh, o seu primeiro amor regressado da Índia, vai despertar o passado, trazendo-lhe à memória os sonhos adolescentes e a discussão que muitos anos antes a precipitou num casamento sem fulgor. De súbito, Clarissa tem consciência da força da vida em seu redor, de Peter inalterado e contudo diverso, e da sua filha Elizabeth que se está a tornar uma mulher. Virginia Woolf expõe assim diferentes modos de sentir, evocando, mais que o espírito do tempo, o espírito da própria vida no olhar de cada personagem. Mas a originalidade maior do livro vem dessa espécie de duplo de Mrs. Dalloway, Septimus Warren Smith, enlouquecendo em silêncio com o trauma da guerra e com quem Clarissa parece partilhar uma mesma consciência."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Parte da grandeza das Vinte Mil Léguas (…) reside numa criação em que reminiscências mito-lógicas se conjugam com influências literárias. O próprio nome do capitão Nemo ("Ninguém" em latim) surge como um duplo do divino Ulisses tal como ele se apresenta, na Odisseia."
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Parte da grandeza das Vinte Mil Léguas (…) reside numa criação em que reminiscências mito-lógicas se conjugam com influências literárias. O próprio nome do capitão Nemo ("Ninguém" em latim) surge como um duplo do divino Ulisses tal como ele se apresenta, na Odisseia."
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Passam sete minutos das nove horas, e olho rigorosamente para a mesma paisagem de ontem à tarde. A cor do céu, azul-pálido, quase branco, azul-acinzentado mais acima, é a mesma, as cores das árvores, dos arbustos e da erva são as mesmas, do verde-escuro das árvores do cemitério até ao verde-claro e mate do salgueiro, e a luz do Sol declinante, acinzentada perto do solo, dourada na copa das árvores, é a mesma. A única diferença é que o vento de leste é mais fraco e os movimentos nas árvores são menores. Adoro repetições." Este é um fragmento do quarto volume escrito por Karl Ove Knausgård sobre as estações do ano, uma série de ensaios breves, destinados a uma filha recém-nascida. O autor fala de modo intenso e pessoal de aspersores, castanhas, calções, gatos, caracóis, bétulas, groselhas, e tudo aquilo que faz do verão a melhor das estações, as suas tardes, noites, e até as chuvas. Knausgård oferece assim à filha e aos leitores um mundo muito diferente daquele que ele próprio teve na infância, marcado pela relação difícil com o pai. Oferece-nos a paisagem de uma vida familiar numa Suécia rural com as suas alegrias e tristezas, onde nada é indiferente e os objetos e os seres estão repletos de significado.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Passam sete minutos das nove horas, e olho rigorosamente para a mesma paisagem de ontem à tarde. A cor do céu, azul-pálido, quase branco, azul-acinzentado mais acima, é a mesma, as cores das árvores, dos arbustos e da erva são as mesmas, do verde-escuro das árvores do cemitério até ao verde-claro e mate do salgueiro, e a luz do Sol declinante, acinzentada perto do solo, dourada na copa das árvores, é a mesma. A única diferença é que o vento de leste é mais fraco e os movimentos nas árvores são menores. Adoro repetições." Este é um fragmento do quarto volume escrito por Karl Ove Knausgård sobre as estações do ano, uma série de ensaios breves, destinados a uma filha recém-nascida. O autor fala de modo intenso e pessoal de aspersores, castanhas, calções, gatos, caracóis, bétulas, groselhas, e tudo aquilo que faz do verão a melhor das estações, as suas tardes, noites, e até as chuvas. Knausgård oferece assim à filha e aos leitores um mundo muito diferente daquele que ele próprio teve na infância, marcado pela relação difícil com o pai. Oferece-nos a paisagem de uma vida familiar numa Suécia rural com as suas alegrias e tristezas, onde nada é indiferente e os objetos e os seres estão repletos de significado.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
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Edição: Dez 2018
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"O tema deste vasto romance não nos é ocultado. Broch tem o cuidado de pôr em destaque os pensamentos teóricos que de outro modo procuraríamos no interior das suas histórias. Os títulos já dizem tudo: "Pasenow ou O Romantismo", 1888; "Esch ou A Anarquia", 1903; "Huguenau ou O Realismo", 1918; e, acima destes três nomes, a palavra nocturna que aqui nem sequer é uma imagem, mas um diagnóstico: "Sonâmbulos"." Maurice Blanchot
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"O tema deste vasto romance não nos é ocultado. Broch tem o cuidado de pôr em destaque os pensamentos teóricos que de outro modo procuraríamos no interior das suas histórias. Os títulos já dizem tudo: "Pasenow ou O Romantismo", 1888; "Esch ou A Anarquia", 1903; "Huguenau ou O Realismo", 1918; e, acima destes três nomes, a palavra nocturna que aqui nem sequer é uma imagem, mas um diagnóstico: "Sonâmbulos"." Maurice Blanchot
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os Cães e os Lobos", publicado em 1940, tem nítidas relações com a história pessoal de Irène Némirovsky, romancista influenciada pela cultura judaica, francesa e eslava. Nascida no seio da grande burguesia ucraniana, Irène Némirovsky e a família abandonaram Kiev depois da Revolução de Outubro de 1917, acabando por encontrar refúgio em França. No centro deste romance está o amor insensato de Ada, uma judia pobre, por Harry, filho de um rico banqueiro judeu. Ada apaixona-se quando é uma criança (viria a tornar-se uma pintora original e revoltada). Atraídos um pelo outro, nada os reúne excepto o sentimento da sua perda inevitável. "Os Cães e os Lobos" é um texto marcado pela melancolia, um romance sobre a infância e a inocência perdida, uma obra-prima indiscutível da literatura do século xx.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os Cães e os Lobos", publicado em 1940, tem nítidas relações com a história pessoal de Irène Némirovsky, romancista influenciada pela cultura judaica, francesa e eslava. Nascida no seio da grande burguesia ucraniana, Irène Némirovsky e a família abandonaram Kiev depois da Revolução de Outubro de 1917, acabando por encontrar refúgio em França. No centro deste romance está o amor insensato de Ada, uma judia pobre, por Harry, filho de um rico banqueiro judeu. Ada apaixona-se quando é uma criança (viria a tornar-se uma pintora original e revoltada). Atraídos um pelo outro, nada os reúne excepto o sentimento da sua perda inevitável. "Os Cães e os Lobos" é um texto marcado pela melancolia, um romance sobre a infância e a inocência perdida, uma obra-prima indiscutível da literatura do século xx.
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Edição: Jul 2003
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Príncipe" foi escrito em 1513, tendo tido a sua primeira edição póstuma em 1532. Como escreveu Antonio Gramsci, o aspeto mais original do livro, que se tornaria a obra italiana mais conhecida em todo o mundo, é não ser um tratado sistemático, mas "um livro vivo em que a ideologia e a ciência política se misturam na forma dramática de mito". Num momento conturbado da história do que é hoje a Itália, em que as potências estrangeiras ameaçavam os prósperos mas frágeis estados regionais, Maquiavel, já afastado da política ativa, concentrou nesta obra a experiência adquirida em catorze anos de administração na República Florentina. É uma obra amarga e desencantada, em que traçou o perfil do príncipe ideal, analisou os motivos da ação humana e, separando a política da moral, abriu caminho ao moderno pensamento político.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Príncipe" foi escrito em 1513, tendo tido a sua primeira edição póstuma em 1532. Como escreveu Antonio Gramsci, o aspeto mais original do livro, que se tornaria a obra italiana mais conhecida em todo o mundo, é não ser um tratado sistemático, mas "um livro vivo em que a ideologia e a ciência política se misturam na forma dramática de mito". Num momento conturbado da história do que é hoje a Itália, em que as potências estrangeiras ameaçavam os prósperos mas frágeis estados regionais, Maquiavel, já afastado da política ativa, concentrou nesta obra a experiência adquirida em catorze anos de administração na República Florentina. É uma obra amarga e desencantada, em que traçou o perfil do príncipe ideal, analisou os motivos da ação humana e, separando a política da moral, abriu caminho ao moderno pensamento político.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"On the Road" relata a viagem pelos Estados Unidos de carro, por Sal Paradise e Dean Moriarty, repleta de sexo, drogas, álcool e liberdade. É considerado a obra-prima de Kerouac, um dos principais expoentes da geração beat dos Estados Unidos, sendo uma grande influência para os jovens no contexto da contracultura dos anos 60. Foi lançado pela primeira vez em 1957.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"On the Road" relata a viagem pelos Estados Unidos de carro, por Sal Paradise e Dean Moriarty, repleta de sexo, drogas, álcool e liberdade. É considerado a obra-prima de Kerouac, um dos principais expoentes da geração beat dos Estados Unidos, sendo uma grande influência para os jovens no contexto da contracultura dos anos 60. Foi lançado pela primeira vez em 1957.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"O reino de Dickens é o realismo mágico. Reino de atração infinita, reino muito difícil de governar. Kafka tinha um assim; mas a risada de Dickens torna o seu mundo mais belo." "Giuseppe Tomasi di Lampedusa"
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"O reino de Dickens é o realismo mágico. Reino de atração infinita, reino muito difícil de governar. Kafka tinha um assim; mas a risada de Dickens torna o seu mundo mais belo." "Giuseppe Tomasi di Lampedusa"
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O mundo das repartições e dos arquivos, dos gabinetes e dos quartos escuros, bafientos e degradados, é o mundo de Kafka. (…) "O Processo" deixa-nos perceber que o procedimento judicial que é levantado contra o réu não lhe deixa, regra geral, qualquer esperança, inclusivamente nos casos em que poderia subsistir a esperança da absolvição. Ora, talvez seja precisamente esse desespero que transforma os réus nas únicas personagens belas no universo kafkiano."Do Posfácio de Walter Benjamin
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O mundo das repartições e dos arquivos, dos gabinetes e dos quartos escuros, bafientos e degradados, é o mundo de Kafka. (…) "O Processo" deixa-nos perceber que o procedimento judicial que é levantado contra o réu não lhe deixa, regra geral, qualquer esperança, inclusivamente nos casos em que poderia subsistir a esperança da absolvição. Ora, talvez seja precisamente esse desespero que transforma os réus nas únicas personagens belas no universo kafkiano."Do Posfácio de Walter Benjamin
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"O Portal dos Obeliscos" é o segundo livro da série "Terra Fraturada". O primeiro volume, "Quinta Estação", venceu também o Hugo Award, em 2016. O terceiro livro, "The Stone Sky", publicado em agosto de 2017, venceu o Hugo Award 2018 e o Nebula Award 2018 na categoria de melhor romance. A estação dos fins cresce na escuridão, à medida que a civilização desaparece na noite longa e fria. Essun — outrora Damaya, antes Syenite, e agora vingadora — encontrou abrigo. Alabaster Tenring, destruidor dos mundos, tem um pedido. Mas se Essun faz o que ele pede, poderia pôr em causa o destino de Sossego. Longe de tudo isto, a sua filha, Nassun, torna-se mais poderosa a cada dia. E, assim, as suas decisões podem significar a destruição deste mundo magnífico.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"O Portal dos Obeliscos" é o segundo livro da série "Terra Fraturada". O primeiro volume, "Quinta Estação", venceu também o Hugo Award, em 2016. O terceiro livro, "The Stone Sky", publicado em agosto de 2017, venceu o Hugo Award 2018 e o Nebula Award 2018 na categoria de melhor romance. A estação dos fins cresce na escuridão, à medida que a civilização desaparece na noite longa e fria. Essun — outrora Damaya, antes Syenite, e agora vingadora — encontrou abrigo. Alabaster Tenring, destruidor dos mundos, tem um pedido. Mas se Essun faz o que ele pede, poderia pôr em causa o destino de Sossego. Longe de tudo isto, a sua filha, Nassun, torna-se mais poderosa a cada dia. E, assim, as suas decisões podem significar a destruição deste mundo magnífico.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"O meu pai morreu há um ano. Não acredito na teoria segundo a qual só nos tornamos realmente adultos com a morte dos nossos pais; nunca nos tornamos realmente adultos. Diante do caixão do velho, ocorreram-me pensamentos desagradáveis. O sacana tinha aproveitado bem a vida; safara-se à grande. "Fizeste filhos, meu cretino…", disse vivamente para comigo; "enfiaste a tua piça grossa na rata da minha mãe." A verdade é que estava um bocado tenso; não é todos os dias que temos um morto na família. Recusei-me a ver o cadáver. Tenho quarenta anos, já tive várias oportunidades de ver cadáveres; neste momento, prefiro evitar. É isso que me tem impedido de comprar um animal doméstico."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"O meu pai morreu há um ano. Não acredito na teoria segundo a qual só nos tornamos realmente adultos com a morte dos nossos pais; nunca nos tornamos realmente adultos. Diante do caixão do velho, ocorreram-me pensamentos desagradáveis. O sacana tinha aproveitado bem a vida; safara-se à grande. "Fizeste filhos, meu cretino…", disse vivamente para comigo; "enfiaste a tua piça grossa na rata da minha mãe." A verdade é que estava um bocado tenso; não é todos os dias que temos um morto na família. Recusei-me a ver o cadáver. Tenho quarenta anos, já tive várias oportunidades de ver cadáveres; neste momento, prefiro evitar. É isso que me tem impedido de comprar um animal doméstico."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 736
Sinopse:
"O que nos diz o Diário da pessoa de Virginia Woolf que nos permita conhecê-la melhor? O aspecto mais impressionante, creio ser a evidência de uma mulher extremamente contraditória. Desde logo, as alterações radicais dos estados de espírito, a dramática inconstância dos terrores e euforias vivenciais, de um dia "tão divinamente feliz" e de outro exausta e deprimida." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 736
Sinopse:
"O que nos diz o Diário da pessoa de Virginia Woolf que nos permita conhecê-la melhor? O aspecto mais impressionante, creio ser a evidência de uma mulher extremamente contraditória. Desde logo, as alterações radicais dos estados de espírito, a dramática inconstância dos terrores e euforias vivenciais, de um dia "tão divinamente feliz" e de outro exausta e deprimida." [Do Prefácio]
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O novo livro de Junot Díaz, "É Assim que a Perdes", é um conjunto de narrativas ligadas entre si sobre o amor — amor apaixonado, amor ilícito, amor em extinção, amor maternal — e contadas através da vida dos habitantes de New Jersey oriundos da República Dominicana e da sua luta para encontrar um ponto de encontro entre os seus dois mundos."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O novo livro de Junot Díaz, "É Assim que a Perdes", é um conjunto de narrativas ligadas entre si sobre o amor — amor apaixonado, amor ilícito, amor em extinção, amor maternal — e contadas através da vida dos habitantes de New Jersey oriundos da República Dominicana e da sua luta para encontrar um ponto de encontro entre os seus dois mundos."
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 1104
Sinopse:
"O Fim" é o último volume da saga "A Minha Luta", e nele torna-se evidente o alcance do projecto de Karl Ove Knausgård. Enfrentando directamente as consequências da transgressão perante a vida pública e privada, subvertendo os seus limites, este sexto volume da sua principal obra dá-nos uma visão perturbadora e apaixonante da mente de um dos escritores mais conceituados da sua geração.
Nº Páginas: 1104
Sinopse:
"O Fim" é o último volume da saga "A Minha Luta", e nele torna-se evidente o alcance do projecto de Karl Ove Knausgård. Enfrentando directamente as consequências da transgressão perante a vida pública e privada, subvertendo os seus limites, este sexto volume da sua principal obra dá-nos uma visão perturbadora e apaixonante da mente de um dos escritores mais conceituados da sua geração.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O livro começa com a frase "Quem tivesse visto Catherine Morland em criança nunca poderia supor que nascera para heroína", e ela é certamente uma heroína muito invulgar para um romance de Jane Austen."Do Posfácio
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O livro começa com a frase "Quem tivesse visto Catherine Morland em criança nunca poderia supor que nascera para heroína", e ela é certamente uma heroína muito invulgar para um romance de Jane Austen."Do Posfácio
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Edição: Dez 1997
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Grande Gatsby talvez seja, como já alguém afirmou, o único romance perfeito. Ao relê?lo, ficamos sempre espantados com a sua brevidade: não é muito mais longo que um conto de Henry James. T. S. Eliot considerou?o como o único progresso significativo do romance americano desde a morte de James. Não gerou, porém, uma tradição americana. A narrativa de grande sucesso, frouxamente planeada e recheada de calão, é vista com acerto como o típico contributo americano para a arte do romance. Os leitores americanos do Saturday Evening Post, que admiravam os contos de Fitzgerald sobre a era do jazz, não o sabiam autor de um grande livro. A popularidade de Fitzgerald depois de morto baseou?se mais na vida que na obra — o "colapso nervoso", o alcoolismo, a loucura de Zelda, sua mulher. A sua arte era demasiado requintada e a sua ironia demasiado subtil para o grande público. E no entanto, um editorial do New York Times, publicado após a sua morte, dizia que "ele era melhor do que pensava, pois foi, quer no plano dos factos quer no plano literário, o inventor de uma "geração"". - Anthony Burguess
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Grande Gatsby talvez seja, como já alguém afirmou, o único romance perfeito. Ao relê?lo, ficamos sempre espantados com a sua brevidade: não é muito mais longo que um conto de Henry James. T. S. Eliot considerou?o como o único progresso significativo do romance americano desde a morte de James. Não gerou, porém, uma tradição americana. A narrativa de grande sucesso, frouxamente planeada e recheada de calão, é vista com acerto como o típico contributo americano para a arte do romance. Os leitores americanos do Saturday Evening Post, que admiravam os contos de Fitzgerald sobre a era do jazz, não o sabiam autor de um grande livro. A popularidade de Fitzgerald depois de morto baseou?se mais na vida que na obra — o "colapso nervoso", o alcoolismo, a loucura de Zelda, sua mulher. A sua arte era demasiado requintada e a sua ironia demasiado subtil para o grande público. E no entanto, um editorial do New York Times, publicado após a sua morte, dizia que "ele era melhor do que pensava, pois foi, quer no plano dos factos quer no plano literário, o inventor de uma "geração"". - Anthony Burguess
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Nunca abusa no gosto pelo detalhe pitoresco ou prelecção erudita. Percebemos como a escritora evita obsessivamente os estilos de guia turístico ou de reportagem, bem como o pretexto dos monumentos e das paisagens para a revelação confessional ou reflexões de natureza histórica ou política. Trata-se, nas suas próprias palavras, de mostrar "todos os traços da passagem de uma mente pelo mundo"." da Introdução de Jorge Vaz de Carvalho
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Nunca abusa no gosto pelo detalhe pitoresco ou prelecção erudita. Percebemos como a escritora evita obsessivamente os estilos de guia turístico ou de reportagem, bem como o pretexto dos monumentos e das paisagens para a revelação confessional ou reflexões de natureza histórica ou política. Trata-se, nas suas próprias palavras, de mostrar "todos os traços da passagem de uma mente pelo mundo"." da Introdução de Jorge Vaz de Carvalho
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"No Outono de 2017, o Guardian propôs-me que escrevesse para as suas páginas uma coluna semanal. Senti-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, assustada. Nunca fizera uma experiência desse género e receava não ser capaz. Depois de muitas hesitações, fiz saber à redacção que aceitaria a proposta se me fosse enviada uma série de perguntas, a cada uma das quais, por sua vez, eu responderia respeitando os limites do espaço que me fosse fixado." [Da Introdução de Elena Ferrante] O resultado deste convite foi "A Invenção Ocasional", uma colecção de cinquenta e um textos, uma polifonia de temas, composta nas variadas dimensões da vida. O livro "começa por acaso no dia 20 de Janeiro de 2018 pela narração sempre incerta de uma primeira vez e termina por acaso no dia 12 de Janeiro de 2019 focando-se sobre uma última vez". Fala-nos de acontecimentos que permaneceram na memória da autora ou que se desenvolvem no presente, episódios, imagens, gestos, intuições, relações e leituras, que no seu conjunto compõem um mosaico em movimento onde o imaginário das mulheres de hoje ocupa um importante lugar. As ilustrações são de Andrea Ucini.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"No Outono de 2017, o Guardian propôs-me que escrevesse para as suas páginas uma coluna semanal. Senti-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, assustada. Nunca fizera uma experiência desse género e receava não ser capaz. Depois de muitas hesitações, fiz saber à redacção que aceitaria a proposta se me fosse enviada uma série de perguntas, a cada uma das quais, por sua vez, eu responderia respeitando os limites do espaço que me fosse fixado." [Da Introdução de Elena Ferrante] O resultado deste convite foi "A Invenção Ocasional", uma colecção de cinquenta e um textos, uma polifonia de temas, composta nas variadas dimensões da vida. O livro "começa por acaso no dia 20 de Janeiro de 2018 pela narração sempre incerta de uma primeira vez e termina por acaso no dia 12 de Janeiro de 2019 focando-se sobre uma última vez". Fala-nos de acontecimentos que permaneceram na memória da autora ou que se desenvolvem no presente, episódios, imagens, gestos, intuições, relações e leituras, que no seu conjunto compõem um mosaico em movimento onde o imaginário das mulheres de hoje ocupa um importante lugar. As ilustrações são de Andrea Ucini.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Nem aquele que quer umas boas gargalhadas, nem o que anseia por livros "que nos façam pensar" compreenderão de que trata O Capote realmente. Mas deem-me o leitor criativo; este conto é para ele."Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Nem aquele que quer umas boas gargalhadas, nem o que anseia por livros "que nos façam pensar" compreenderão de que trata O Capote realmente. Mas deem-me o leitor criativo; este conto é para ele."Vladimir Nabokov
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Nunca vi um verão assim. Um calor sufocante desde meados de maio. Uma pesada nuvem de vapor cobre, o dia inteiro, as ruas e as praças. Só o crepúsculo reconforta um pouco o ânimo. Acabo de regressar do passeio vespertino que faço quase todos os dias, depois de visitar os meus doentes, que não são agora, no verão, demasiado numerosos. Uma brisa fresca e constante sopra de leste, a vaga de calor desprende-se do solo e desloca-se lentamente, transformando-se num grande véu de pano vermelho, que se afasta para oeste. Cessa o ruído dos solavancos das carroças; de quando em quando, ouve- -se somente um fiacre ou a campainha de uma carruagem que passa nos seus trilhos. Percorro vagarosamente as ruas. Aqui e ali, encontro um conhecido, e por um momento paramos os dois à esquina a conversar. Mas porque será que tenho de encontrar, uma vez mais, o pastor Gregorius atravessando o meu caminho? Sempre que o vejo, torna-me à memória uma anedota que, um dia, ouvi contar acerca de Schopenhauer. Uma tarde, quando o austero filósofo estava sentado a um canto do seu café habitual, solitário como de costume, a porta abre-se e ele vê entrar um homem com um semblante desagradável. Schopenhauer observa-o de relance, contrai o rosto num esgar de susto e repulsa, levanta-se e ataca à bengalada a cabeça do intruso. Devido, simplesmente, ao seu aspeto desagradável."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Nunca vi um verão assim. Um calor sufocante desde meados de maio. Uma pesada nuvem de vapor cobre, o dia inteiro, as ruas e as praças. Só o crepúsculo reconforta um pouco o ânimo. Acabo de regressar do passeio vespertino que faço quase todos os dias, depois de visitar os meus doentes, que não são agora, no verão, demasiado numerosos. Uma brisa fresca e constante sopra de leste, a vaga de calor desprende-se do solo e desloca-se lentamente, transformando-se num grande véu de pano vermelho, que se afasta para oeste. Cessa o ruído dos solavancos das carroças; de quando em quando, ouve- -se somente um fiacre ou a campainha de uma carruagem que passa nos seus trilhos. Percorro vagarosamente as ruas. Aqui e ali, encontro um conhecido, e por um momento paramos os dois à esquina a conversar. Mas porque será que tenho de encontrar, uma vez mais, o pastor Gregorius atravessando o meu caminho? Sempre que o vejo, torna-me à memória uma anedota que, um dia, ouvi contar acerca de Schopenhauer. Uma tarde, quando o austero filósofo estava sentado a um canto do seu café habitual, solitário como de costume, a porta abre-se e ele vê entrar um homem com um semblante desagradável. Schopenhauer observa-o de relance, contrai o rosto num esgar de susto e repulsa, levanta-se e ataca à bengalada a cabeça do intruso. Devido, simplesmente, ao seu aspeto desagradável."
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Não seria fantástico se Reese Witherspoon lesse o meu livro, comprasse os direitos de adaptação para série e a protagonizasse?", perguntou Celeste Ng ao marido enquanto assistia à série Big Little Lies. e o fantástico aconteceu. "Pequenos Fogos em Todo o Lado" está há 25 semanas no top de vendas do "New York Times", depois de ter sido nomeado livro do ano por vários jornais e revistas norte-americanos, e irá ser adaptado a série televisiva por Reese Witherspoon e Kerry Washington.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Não seria fantástico se Reese Witherspoon lesse o meu livro, comprasse os direitos de adaptação para série e a protagonizasse?", perguntou Celeste Ng ao marido enquanto assistia à série Big Little Lies. e o fantástico aconteceu. "Pequenos Fogos em Todo o Lado" está há 25 semanas no top de vendas do "New York Times", depois de ter sido nomeado livro do ano por vários jornais e revistas norte-americanos, e irá ser adaptado a série televisiva por Reese Witherspoon e Kerry Washington.
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Edição: Dez 2018
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Não fui sempre aquilo que sou hoje." Numa fúria de bêbado, Michael Henchard vende a mulher e a filha recém-nascida por cinco guinéus numa feira. Ao longo dos anos que se seguiram, consegue estabelecer-se como um pilar próspero e respeitado da comunidade de Casterbridge. Mas por trás do seu sucesso e aparência esconde-se o hediondo segredo do passado e uma personalidade dada ao orgulho e de temperamento autodestrutivo. Com o subtítulo "História de Um Homem de Caráter", a poderosa narrativa de Thomas Hardy do heroico mas perverso Henchard é uma obra de um intenso dramatismo.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Não fui sempre aquilo que sou hoje." Numa fúria de bêbado, Michael Henchard vende a mulher e a filha recém-nascida por cinco guinéus numa feira. Ao longo dos anos que se seguiram, consegue estabelecer-se como um pilar próspero e respeitado da comunidade de Casterbridge. Mas por trás do seu sucesso e aparência esconde-se o hediondo segredo do passado e uma personalidade dada ao orgulho e de temperamento autodestrutivo. Com o subtítulo "História de Um Homem de Caráter", a poderosa narrativa de Thomas Hardy do heroico mas perverso Henchard é uma obra de um intenso dramatismo.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Nana" é um dos principais romances de Émile Zola. Nascida no meio operário, filha de um pai alcoólico e de uma lavadeira, Nana precisa de dinheiro para criar o filho que teve aos dezasseis anos de um pai desconhecido. Medíocre artista de teatro, prostitui-se para compor o ordenado ao fim do mês. A sua ascensão social começa com o papel de Vénus, que vai interpretar num teatro parisiense. Não sabe cantar, mas as suas roupas impudicas e a sexualidade intensa atraem os homens e permitem-lhe viver num apartamento luxuoso, onde foi instalada por um rico comerciante de Moscovo. Nana vai tornar-se um exemplo de prostituta de luxo, da cortesã francesa do Segundo Império. Alcança a riqueza, afirma-se nos meios da aristocracia e da finança, reinando no seu palacete da avenida de Villiers, assumindo a mais completa liberdade entre móveis de laca branca e perfumes perturbadores. É assim que Nana dissipa heranças e mergulha famílias no desespero, exercendo o seu poder sobre os homens, desferindo golpes devastadores numa sociedade corrupta que despreza e de que acabará por ser vítima.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Nana" é um dos principais romances de Émile Zola. Nascida no meio operário, filha de um pai alcoólico e de uma lavadeira, Nana precisa de dinheiro para criar o filho que teve aos dezasseis anos de um pai desconhecido. Medíocre artista de teatro, prostitui-se para compor o ordenado ao fim do mês. A sua ascensão social começa com o papel de Vénus, que vai interpretar num teatro parisiense. Não sabe cantar, mas as suas roupas impudicas e a sexualidade intensa atraem os homens e permitem-lhe viver num apartamento luxuoso, onde foi instalada por um rico comerciante de Moscovo. Nana vai tornar-se um exemplo de prostituta de luxo, da cortesã francesa do Segundo Império. Alcança a riqueza, afirma-se nos meios da aristocracia e da finança, reinando no seu palacete da avenida de Villiers, assumindo a mais completa liberdade entre móveis de laca branca e perfumes perturbadores. É assim que Nana dissipa heranças e mergulha famílias no desespero, exercendo o seu poder sobre os homens, desferindo golpes devastadores numa sociedade corrupta que despreza e de que acabará por ser vítima.
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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Nabokov disse que "Pais e Filhos" era "um dos maiores romances do século XIX". [Mas]O melhor livro do escritor russo parece estar em condições de poder ser ainda um dos maiores romances do século XXI." - Mário Santos, Público
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Nabokov disse que "Pais e Filhos" era "um dos maiores romances do século XIX". [Mas]O melhor livro do escritor russo parece estar em condições de poder ser ainda um dos maiores romances do século XXI." - Mário Santos, Público
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Não sabes o que é o ar, contudo, respiras. Não sabes o que é o sono, contudo, dormes. Não sabes o que é a noite, contudo, é nela que repousas. Não sabes o que é o coração, contudo, ele bate regularmente no teu peito, noite e dia, noite e dia, noite e dia. Como é o mundo para um recém-nascido? Luminoso e escuro. Frio e quente. Macio e duro."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Não sabes o que é o ar, contudo, respiras. Não sabes o que é o sono, contudo, dormes. Não sabes o que é a noite, contudo, é nela que repousas. Não sabes o que é o coração, contudo, ele bate regularmente no teu peito, noite e dia, noite e dia, noite e dia. Como é o mundo para um recém-nascido? Luminoso e escuro. Frio e quente. Macio e duro."
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Na verdade, Tolstoi está mais próximo de Homero em obras menos complexas, em "Cossacos", nos "Contos do Cáucaso", nos esboços sobre a Guerra da Crimeia e na seca sobriedade de "A Morte de Ivan Iliitch"." George Steiner, "Tolstoi ou Dostoievski"
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Na verdade, Tolstoi está mais próximo de Homero em obras menos complexas, em "Cossacos", nos "Contos do Cáucaso", nos esboços sobre a Guerra da Crimeia e na seca sobriedade de "A Morte de Ivan Iliitch"." George Steiner, "Tolstoi ou Dostoievski"
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Não Posso nem Quero" é a oitava recolha de contos de Lydia Davis, que podem ter apenas duas linhas como em "Bloomington, ou percorrer várias páginas como em "A Carta à Fundação". Mas todos eles dão uma sensação de descoberta do que é estranho ou inesperado.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Não Posso nem Quero" é a oitava recolha de contos de Lydia Davis, que podem ter apenas duas linhas como em "Bloomington, ou percorrer várias páginas como em "A Carta à Fundação". Mas todos eles dão uma sensação de descoberta do que é estranho ou inesperado.
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