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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Corpos Celestes" narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã. Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá. Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo. Elegantemente estruturado e sempre tenso, "Corpos Celestes" é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Corpos Celestes" narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã. Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá. Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo. Elegantemente estruturado e sempre tenso, "Corpos Celestes" é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar." [Do Prefácio]
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Da magnífica residência dos Sackville West, o castelo de Knole, Virginia faz a moldura da sua biografia fantástica; de Vita, herdeira de uma das maiores famílias de Inglaterra, o modelo do seu herói. Homem e depois mulher, mas sobretudo homem e mulher, Orlando poderia ter saído com todas as suas armas do cérebro do Aristófanes do Banquete (…)." - Monique Nathan, em Virginia Woolf
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Da magnífica residência dos Sackville West, o castelo de Knole, Virginia faz a moldura da sua biografia fantástica; de Vita, herdeira de uma das maiores famílias de Inglaterra, o modelo do seu herói. Homem e depois mulher, mas sobretudo homem e mulher, Orlando poderia ter saído com todas as suas armas do cérebro do Aristófanes do Banquete (…)." - Monique Nathan, em Virginia Woolf
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Cada livro de Jack Kerouac é único, um diamante telepático. (…) Esta fecunda escrita natural, não tem semelhante na última metade do séc. XX, é uma síntese de Proust, Céline, Thomas Wolfe, Hemingway, Genet, Thelonious Monk, Basho, Charlie Parker e da própria compreensão do sagrado de Kerouac. "Big Sur" é uma humana, exacta narrativa da espantosa devastação causada pelo delirium tremens alcoólico em Kerouac, um romancista excepcional que forçou os seus limites, uma proeza que poucos escritores tão atormentados realizaram — outros entraram em colapso. Aqui encontramos a S. Francisco dos poetas, e reconhecemos o herói Dean Moriarty dez anos depois de "Pela Estrada Fora". Jack Kerouac era um "autor," como o seu grande igual W. S. Burroughs disse, e aqui, no cume do seu genial temperamento sofredor, escreveu através da dor para acabar no brilhante poema final "Mar", nos alucinatórios sons do Oceano Pacífico em Big Sur." - Allen Ginsberg, 10-10-91 N. Y. C.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Cada livro de Jack Kerouac é único, um diamante telepático. (…) Esta fecunda escrita natural, não tem semelhante na última metade do séc. XX, é uma síntese de Proust, Céline, Thomas Wolfe, Hemingway, Genet, Thelonious Monk, Basho, Charlie Parker e da própria compreensão do sagrado de Kerouac. "Big Sur" é uma humana, exacta narrativa da espantosa devastação causada pelo delirium tremens alcoólico em Kerouac, um romancista excepcional que forçou os seus limites, uma proeza que poucos escritores tão atormentados realizaram — outros entraram em colapso. Aqui encontramos a S. Francisco dos poetas, e reconhecemos o herói Dean Moriarty dez anos depois de "Pela Estrada Fora". Jack Kerouac era um "autor," como o seu grande igual W. S. Burroughs disse, e aqui, no cume do seu genial temperamento sofredor, escreveu através da dor para acabar no brilhante poema final "Mar", nos alucinatórios sons do Oceano Pacífico em Big Sur." - Allen Ginsberg, 10-10-91 N. Y. C.
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Edição: Dez 2003
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 359
Sinopse:
"As Ligações Perigosas" é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. O seu autor, Choderlos de Laclos, nasceu em Amiens, em Outubro de 1741. Foi militar de carreira e atingiu o posto de general pouco antes de morrer, em 1800. Escreveu "As Ligações Perigosas" quando estava aquartelado na Ilha de Ré e decidiu contar uma história que "ressoasse ainda na terra depois de por ela ter passado". Os privilegiados, disse Vailland, "não lhe perdoaram ter sido um revolucionário e os revolucionários inquietaram-se ao vê-lo tão bem informado dos prazeres dos privilegiados".
Nº Páginas: 359
Sinopse:
"As Ligações Perigosas" é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. O seu autor, Choderlos de Laclos, nasceu em Amiens, em Outubro de 1741. Foi militar de carreira e atingiu o posto de general pouco antes de morrer, em 1800. Escreveu "As Ligações Perigosas" quando estava aquartelado na Ilha de Ré e decidiu contar uma história que "ressoasse ainda na terra depois de por ela ter passado". Os privilegiados, disse Vailland, "não lhe perdoaram ter sido um revolucionário e os revolucionários inquietaram-se ao vê-lo tão bem informado dos prazeres dos privilegiados".
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Brilhante! Finalmente um romance que entende o rock and roll! O terceiro livro de Don DeLillo expõe o rock como um mito romântico, uma mercadoria dispensável, como uma forma de arte intrinsecamente ligada ao comércio. É tão impertinente que as ideias principais apenas nos atingem algum tempo depois, tal e qual como o bom rock and roll." [The Village Voice] "DeLillo é um escritor perturbante, um talento amadurecido, vivo e astucioso. Este livro é a prova de que é um escritor que se sabe ultrapassar a si próprio, atingindo constantemente novos patamares." [Newsweek] "DeLillo tem a força e a imaginação de Thomas Pynchon ou de John Barth, possuindo, no entanto, um sentido de proporção e um estilo de que estes muitas vezes carecem." [Irish Times] "Brilhante, profundamente chocante." [The New York Review of Books]
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Brilhante! Finalmente um romance que entende o rock and roll! O terceiro livro de Don DeLillo expõe o rock como um mito romântico, uma mercadoria dispensável, como uma forma de arte intrinsecamente ligada ao comércio. É tão impertinente que as ideias principais apenas nos atingem algum tempo depois, tal e qual como o bom rock and roll." [The Village Voice] "DeLillo é um escritor perturbante, um talento amadurecido, vivo e astucioso. Este livro é a prova de que é um escritor que se sabe ultrapassar a si próprio, atingindo constantemente novos patamares." [Newsweek] "DeLillo tem a força e a imaginação de Thomas Pynchon ou de John Barth, possuindo, no entanto, um sentido de proporção e um estilo de que estes muitas vezes carecem." [Irish Times] "Brilhante, profundamente chocante." [The New York Review of Books]
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"As crianças cansaram-se do castelo de areia. Desataram a correr para que a água jorrasse das poças à beira das ondas. Acordada do pequeno e tranquilo universo pessoal para o qual tinha resvalado, Yasue correu atrás delas." Este livro reúne alguns dos melhores e mais inspiradores contos de Yukio Mishima.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"As crianças cansaram-se do castelo de areia. Desataram a correr para que a água jorrasse das poças à beira das ondas. Acordada do pequeno e tranquilo universo pessoal para o qual tinha resvalado, Yasue correu atrás delas." Este livro reúne alguns dos melhores e mais inspiradores contos de Yukio Mishima.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 800
Sinopse:
"Anna Karénina morre no mundo do romance; mas cada vez que lemos o livro ela ressuscita, e mesmo depois de o termos acabado adquire outra vida na nossa recordação. Em cada personagem literária existe algo da Fénix imortal. Através das vidas perduráveis dos seus personagens, a própria existência de Tolstoi teve a sua eternidade."Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 800
Sinopse:
"Anna Karénina morre no mundo do romance; mas cada vez que lemos o livro ela ressuscita, e mesmo depois de o termos acabado adquire outra vida na nossa recordação. Em cada personagem literária existe algo da Fénix imortal. Através das vidas perduráveis dos seus personagens, a própria existência de Tolstoi teve a sua eternidade."Vladimir Nabokov
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Amante de Gatos", de Kristen Roupenian, foi em 2017 um dos dois contos mais lidos de sempre, tanto online como em papel, na "The New Yorker". Tal sucesso deve-se, segundo o "Washington Post", ao facto de o conto dar voz não ao leitor comum da publicação, mas a uma geração mais jovem. Segundo a "The Atlantic", o conto capta o medo das jovens mulheres a viver em 2017, o que, entre outras coisas, implica uma desesperante necessidade de ser boa e simpática a todo o custo. "Tu Sabes Que Queres" é uma coletânea que inclui esse e outros contos, onde Roupenian explora as conexões complexas e por vezes sombrias de género, sexo e poder. "Tu Sabes Que Queres" será brevemente adaptado a série de televisão pela HBO.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Amante de Gatos", de Kristen Roupenian, foi em 2017 um dos dois contos mais lidos de sempre, tanto online como em papel, na "The New Yorker". Tal sucesso deve-se, segundo o "Washington Post", ao facto de o conto dar voz não ao leitor comum da publicação, mas a uma geração mais jovem. Segundo a "The Atlantic", o conto capta o medo das jovens mulheres a viver em 2017, o que, entre outras coisas, implica uma desesperante necessidade de ser boa e simpática a todo o custo. "Tu Sabes Que Queres" é uma coletânea que inclui esse e outros contos, onde Roupenian explora as conexões complexas e por vezes sombrias de género, sexo e poder. "Tu Sabes Que Queres" será brevemente adaptado a série de televisão pela HBO.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Acredito que a nossa época vai ocupar-se do amor com um pouco mais de seriedade do que as anteriores..."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Acredito que a nossa época vai ocupar-se do amor com um pouco mais de seriedade do que as anteriores..."
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"A Travessia" tem por cenário os ranchos do Sul dos EUA durante os anos que antecederam a II Guerra Mundial e narra as aventuras de Billy Parham, de dezasseis anos, e do seu irmão mais novo, Boyd.Fascinado por uma ardilosa loba que tem atacado a propriedade da família, Billy captura o animal. Mas, ao invés de o matar, parte em busca da sua origem — as montanhas do México — com o intuito de o devolver ao seu ambiente natural. No regresso, Billy depara-se com um mundo irreversivelmente mudado. A perda da sua inocência tem um preço e, mais uma vez, o horizonte brilha com a sua desoladora beleza e cruel promessa.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"A Travessia" tem por cenário os ranchos do Sul dos EUA durante os anos que antecederam a II Guerra Mundial e narra as aventuras de Billy Parham, de dezasseis anos, e do seu irmão mais novo, Boyd.Fascinado por uma ardilosa loba que tem atacado a propriedade da família, Billy captura o animal. Mas, ao invés de o matar, parte em busca da sua origem — as montanhas do México — com o intuito de o devolver ao seu ambiente natural. No regresso, Billy depara-se com um mundo irreversivelmente mudado. A perda da sua inocência tem um preço e, mais uma vez, o horizonte brilha com a sua desoladora beleza e cruel promessa.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Solidão dos Números Primos" obteve o Prémio Strega em 2008 e o Prémio Campiello Opera Prima e foi traduzido em mais de quarenta línguas.A narrativa centra-se nas vidas de Alice e Mattia, ambos marcados por um episódio traumático sucedido na sua infância afinal parecem-se com aqueles números especiais, a que os matemáticos chamam "primos gémeos", que estão separados apenas por um número par, próximos mas incapazes de se tocarem realmente.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Solidão dos Números Primos" obteve o Prémio Strega em 2008 e o Prémio Campiello Opera Prima e foi traduzido em mais de quarenta línguas.A narrativa centra-se nas vidas de Alice e Mattia, ambos marcados por um episódio traumático sucedido na sua infância afinal parecem-se com aqueles números especiais, a que os matemáticos chamam "primos gémeos", que estão separados apenas por um número par, próximos mas incapazes de se tocarem realmente.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 278
Sinopse:
"A Morte de Virgílio" é um dos maiores romances do século XX, uma vasta meditação lírica que exprime inquietação sobre a morte, o sentido da vida e a possibilidade de conhecer o mundo. Construído com um monólogo interior em que se entrecruzam tempos e espaços, o livro tem um estilo em ruptura com as normas narrativas tradicionais. Foi a própria morte do poeta Virgílio que serviu de ponto de partida à elaboração desta obra de concepção sinfónica.
Nº Páginas: 278
Sinopse:
"A Morte de Virgílio" é um dos maiores romances do século XX, uma vasta meditação lírica que exprime inquietação sobre a morte, o sentido da vida e a possibilidade de conhecer o mundo. Construído com um monólogo interior em que se entrecruzam tempos e espaços, o livro tem um estilo em ruptura com as normas narrativas tradicionais. Foi a própria morte do poeta Virgílio que serviu de ponto de partida à elaboração desta obra de concepção sinfónica.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 322
Sinopse:
"A Gaia Ciência" (1882) é uma obra que acolhe em si todo o percurso nietzschiano anterior e que prepara, de maneira decisiva, tudo aquilo que virá em seguida. É possível encontrar no livro, implícita ou explicitamente, as formulações mais decisivas de todas essas expressões com as quais nos acostumamos a associar a obra filosófica de Nietzsche: a noção de corpo, a morte de Deus, as sombras de Deus, o eterno retorno do mesmo, a crítica à moral, o ressentimento, a vontade de poder, etc. Um clássico da literatura universal.
Nº Páginas: 322
Sinopse:
"A Gaia Ciência" (1882) é uma obra que acolhe em si todo o percurso nietzschiano anterior e que prepara, de maneira decisiva, tudo aquilo que virá em seguida. É possível encontrar no livro, implícita ou explicitamente, as formulações mais decisivas de todas essas expressões com as quais nos acostumamos a associar a obra filosófica de Nietzsche: a noção de corpo, a morte de Deus, as sombras de Deus, o eterno retorno do mesmo, a crítica à moral, o ressentimento, a vontade de poder, etc. Um clássico da literatura universal.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"A generalidade dos estudiosos concorda que a fonte principal de inspiração de Shakespeare para "Bem Está O Que Bem Acaba" foi a história de Giletta di Narbona, que constitui a nona novela do Terceiro Dia do Decameron, da autoria do italiano Giovanni Boccaccio (1313-1375). É improvável que o dramaturgo inglês tenha lido essa história no original italiano, e, por isso, têm sido aventadas duas hipóteses sobre o texto a que ele terá tido acesso: uns entendem que Shakespeare leu a história numa versão inglesa publicada em "The Palace of Pleasure de William Painter" (1540?-1594), cujo primeiro volume veio a público em 1566; outros defendem que o seu contacto com a história de Giletta lhe foi proporcionado pela leitura da versão francesa — é sabido que Shakespeare tinha alguns conhecimentos de francês —, da responsabilidade de Antoine le Maçon, publicada em Paris em 1584. G. K. Hunter, na excelente introdução à sua edição de "All’s Well That Ends Well", desenvolve esta questão com alguma profundidade, apresentando alguns dos argumentos que têm sido invocados, quer a favor da hipótese Painter quer da hipótese Le Maçon, mas não se decide por qualquer delas. (…) O que Shakespeare foi capaz de fazer melhor do que ninguém foi levar-nos a reflectir — através dos comportamentos das personagens que adoptou e da forma como aproveitou histórias conhecidas — sobre a vida, o homem (com as suas virtudes e os seus defeitos), a natureza, a religião, etc., através da utilização de uma linguagem inovadora e incomparavelmente vigorosa, criativa e poética." Da Introdução de M. Gomes da Torre
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"A generalidade dos estudiosos concorda que a fonte principal de inspiração de Shakespeare para "Bem Está O Que Bem Acaba" foi a história de Giletta di Narbona, que constitui a nona novela do Terceiro Dia do Decameron, da autoria do italiano Giovanni Boccaccio (1313-1375). É improvável que o dramaturgo inglês tenha lido essa história no original italiano, e, por isso, têm sido aventadas duas hipóteses sobre o texto a que ele terá tido acesso: uns entendem que Shakespeare leu a história numa versão inglesa publicada em "The Palace of Pleasure de William Painter" (1540?-1594), cujo primeiro volume veio a público em 1566; outros defendem que o seu contacto com a história de Giletta lhe foi proporcionado pela leitura da versão francesa — é sabido que Shakespeare tinha alguns conhecimentos de francês —, da responsabilidade de Antoine le Maçon, publicada em Paris em 1584. G. K. Hunter, na excelente introdução à sua edição de "All’s Well That Ends Well", desenvolve esta questão com alguma profundidade, apresentando alguns dos argumentos que têm sido invocados, quer a favor da hipótese Painter quer da hipótese Le Maçon, mas não se decide por qualquer delas. (…) O que Shakespeare foi capaz de fazer melhor do que ninguém foi levar-nos a reflectir — através dos comportamentos das personagens que adoptou e da forma como aproveitou histórias conhecidas — sobre a vida, o homem (com as suas virtudes e os seus defeitos), a natureza, a religião, etc., através da utilização de uma linguagem inovadora e incomparavelmente vigorosa, criativa e poética." Da Introdução de M. Gomes da Torre
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"A Nave dos Loucos", escrito ao longo de vinte anos, foi o primeiro e único romance de Katherine Anne Porter. Repleto de conflito, paixão e intriga política, conta-nos a viagem de um navio internacional de passageiros com destino à Alemanha, numa época em que a guerra estava iminente. Publicado pela primeira vez em 1962, "A Nave dos Loucos" alcançou um êxito imediato, depressa sendo adaptado ao cinema.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"A Nave dos Loucos", escrito ao longo de vinte anos, foi o primeiro e único romance de Katherine Anne Porter. Repleto de conflito, paixão e intriga política, conta-nos a viagem de um navio internacional de passageiros com destino à Alemanha, numa época em que a guerra estava iminente. Publicado pela primeira vez em 1962, "A Nave dos Loucos" alcançou um êxito imediato, depressa sendo adaptado ao cinema.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A história da relação entre Constance Chatterley e Mellors, o guarda de caça do seu marido inválido, é o romance mais controverso de Lawrence e talvez o seu texto mais comovente sobre o amor."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A história da relação entre Constance Chatterley e Mellors, o guarda de caça do seu marido inválido, é o romance mais controverso de Lawrence e talvez o seu texto mais comovente sobre o amor."
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. "
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. "
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"28 DE AGOSTO. Agora, no momento em que escrevo isto, não sabes nada, nada do que te espera, do mundo a que vais chegar. E eu nada sei de ti. Vi uma imagem na ecografia, e pus uma mão sobre o ventre em que estás, é tudo."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"28 DE AGOSTO. Agora, no momento em que escrevo isto, não sabes nada, nada do que te espera, do mundo a que vais chegar. E eu nada sei de ti. Vi uma imagem na ecografia, e pus uma mão sobre o ventre em que estás, é tudo."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"A Carta de Lorde Chandos", publicada em 1902, é uma missiva ficcionada a Francis Bacon, em que Lorde Chandos, atravessado por uma crise literária e filosófica, explica porque não é capaz de continuar a escrever. O texto corresponde a uma crise do seu autor. Em 1901, Hofmannsthal renunciara à carreira universitária, reviu a sua obra poética, casou com Gerty Schlesinger e foi viver para uma pequena povoação próximo de Viena. Debate-se com a falta de sentido da expressão poética e literária e com o absurdo dos conceitos abstractos, e pensa que um novo começo só pode surgir de uma atitude, a decência de ficar calado.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"A Carta de Lorde Chandos", publicada em 1902, é uma missiva ficcionada a Francis Bacon, em que Lorde Chandos, atravessado por uma crise literária e filosófica, explica porque não é capaz de continuar a escrever. O texto corresponde a uma crise do seu autor. Em 1901, Hofmannsthal renunciara à carreira universitária, reviu a sua obra poética, casou com Gerty Schlesinger e foi viver para uma pequena povoação próximo de Viena. Debate-se com a falta de sentido da expressão poética e literária e com o absurdo dos conceitos abstractos, e pensa que um novo começo só pode surgir de uma atitude, a decência de ficar calado.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"(...) H. L. Mencken compara os dois textos deste livro às composições musicais de Johannes Sebastian Bach." - J. L. Borges
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"(...) H. L. Mencken compara os dois textos deste livro às composições musicais de Johannes Sebastian Bach." - J. L. Borges
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
""Ou—Ou. Um Fragmento de Vida" é uma obra ímpar dentro da literatura e da filosofia ocidentais, a todos os níveis e vista de todos os ângulos; não fosse a circunstância de, na Europa de então, como na actual, a língua dinamarquesa ficar submersa por outros idiomas dominantes, e certamente que teria sido reconhecida universalmente como um clássico da literatura e da filosofia, na geração seguinte ao seu aparecimento."
Nº Páginas: 480
Sinopse:
""Ou—Ou. Um Fragmento de Vida" é uma obra ímpar dentro da literatura e da filosofia ocidentais, a todos os níveis e vista de todos os ângulos; não fosse a circunstância de, na Europa de então, como na actual, a língua dinamarquesa ficar submersa por outros idiomas dominantes, e certamente que teria sido reconhecida universalmente como um clássico da literatura e da filosofia, na geração seguinte ao seu aparecimento."
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 800
Sinopse:
""Os Irmãos Karamázov" é o romance mais magistral que alguma vez se escreveu, e nunca seremos capazes de apreciar devidamente o episódio do Grande Inquisidor, que é uma das maiores realizações da literatura mundial." Do posfácio de Sigmund Freud
Nº Páginas: 800
Sinopse:
""Os Irmãos Karamázov" é o romance mais magistral que alguma vez se escreveu, e nunca seremos capazes de apreciar devidamente o episódio do Grande Inquisidor, que é uma das maiores realizações da literatura mundial." Do posfácio de Sigmund Freud
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""Pais e Filhos" não só é o melhor romance de Turguéniev, mas também um dos maiores romances do século XIX."Do Posfácio de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""Pais e Filhos" não só é o melhor romance de Turguéniev, mas também um dos maiores romances do século XIX."Do Posfácio de Vladimir Nabokov
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
""O Grande Gatsby" talvez seja, como alguns afirmaram, o único romance perfeito. T. S. Eliot julgou-o o único grande passo no romance americano desde a morte de Henry James."Anthony Burgess"Não sou minimamente influenciado pela observação que faz sobre mim, quando digo que me interessou e estimulou mais do que qualquer novo romance, inglês ou americano, dos últimos anos."T. S. Eliot
Nº Páginas: 200
Sinopse:
""O Grande Gatsby" talvez seja, como alguns afirmaram, o único romance perfeito. T. S. Eliot julgou-o o único grande passo no romance americano desde a morte de Henry James."Anthony Burgess"Não sou minimamente influenciado pela observação que faz sobre mim, quando digo que me interessou e estimulou mais do que qualquer novo romance, inglês ou americano, dos últimos anos."T. S. Eliot
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