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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1870, Will Andrews chega a Butcher’s Crossing. É jovem, fartou-se de Harvard, quer descobrir na natureza o seu "eu inalterado". E naquele vilarejo, num Oeste prestes a ser domado, encontra o seu mentor: Miller, um caçador de poucas falas, que conhece o refúgio da última grande manada de búfalos.Seduzido pela promessa de aventura, Will junta-se à expedição. Quatro homens em marcha, numa luta épica contra o tempo, a sede e os elementos. Depois de chegarem ao vale, o que se segue é uma carnificina, a viagem iniciática de Will ao coração das trevas."Butcher’s Crossing" é considerada a primeira das três grandes obras de John Williams. Tal como Stoner, o romance passou despercebido durante mais de meio século e só agora foi resgatado por um coro invulgarmente unânime de críticos e autores, que viram na obra o antiwestern por excelência, despido de romantismo e eivado de uma crueza visceral (que muito influenciaria a obra de Cormac McCarthy).Escrito com a precisão quase maníaca que caracteriza John Williams, a obra é a negação do legado de Ralph Waldo Emerson, cuja epígrafe abre o romance. A natureza que aqui nos deslumbra é apenas a humana - e por pouco resiste ao confronto com o Oeste selvagem.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1870, Will Andrews chega a Butcher’s Crossing. É jovem, fartou-se de Harvard, quer descobrir na natureza o seu "eu inalterado". E naquele vilarejo, num Oeste prestes a ser domado, encontra o seu mentor: Miller, um caçador de poucas falas, que conhece o refúgio da última grande manada de búfalos.Seduzido pela promessa de aventura, Will junta-se à expedição. Quatro homens em marcha, numa luta épica contra o tempo, a sede e os elementos. Depois de chegarem ao vale, o que se segue é uma carnificina, a viagem iniciática de Will ao coração das trevas."Butcher’s Crossing" é considerada a primeira das três grandes obras de John Williams. Tal como Stoner, o romance passou despercebido durante mais de meio século e só agora foi resgatado por um coro invulgarmente unânime de críticos e autores, que viram na obra o antiwestern por excelência, despido de romantismo e eivado de uma crueza visceral (que muito influenciaria a obra de Cormac McCarthy).Escrito com a precisão quase maníaca que caracteriza John Williams, a obra é a negação do legado de Ralph Waldo Emerson, cuja epígrafe abre o romance. A natureza que aqui nos deslumbra é apenas a humana - e por pouco resiste ao confronto com o Oeste selvagem.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A noite desce sobre Viena e sobre o apartamento onde Franz Ritter, musicólogo fascinado pelo Oriente, procura em vão o sono. Oscilando entre sonhos e recordações, melancolia e febre, nesta noite de insónia Franz revisita a sua vida, os seus entusiasmos, encontros e as numerosas estadias longe da Áustria - Istambul, Alepo, Damasco, Palmira, Teerão... -, mas questiona também o seu amor impossível pela exemplar e inalcançável Sarah, especialista da atração fatal que esse Grande Levante exerce sobre aventureiros, académicos, artistas e viajantes ocidentais. Assim se dá a conhecer um mundo de exploradores das artes e da sua história, de orientalistas modernos animados pelo puro desejo de combinações e descobertas que a atualidade contemporânea vem esbofetear. E o eco trágico desse impulso febril quebrado ressoa na alma ferida das personagens da mesma forma que atravessa o livro. Romance noturno, envolvente e musical, de erudição generosa e humor agridoce, Bússola é uma viagem e uma declaração de deslumbramento, uma busca do outro em nós e uma mão que se estende - como uma ponte erguida entre o Ocidente e o Oriente, entre ontem e amanhã, alicerçada num inventário amoroso de séculos de fascínio, de influências e de vestígios sensíveis e persistentes, que tenta mitigar os fogos do presente.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A noite desce sobre Viena e sobre o apartamento onde Franz Ritter, musicólogo fascinado pelo Oriente, procura em vão o sono. Oscilando entre sonhos e recordações, melancolia e febre, nesta noite de insónia Franz revisita a sua vida, os seus entusiasmos, encontros e as numerosas estadias longe da Áustria - Istambul, Alepo, Damasco, Palmira, Teerão... -, mas questiona também o seu amor impossível pela exemplar e inalcançável Sarah, especialista da atração fatal que esse Grande Levante exerce sobre aventureiros, académicos, artistas e viajantes ocidentais. Assim se dá a conhecer um mundo de exploradores das artes e da sua história, de orientalistas modernos animados pelo puro desejo de combinações e descobertas que a atualidade contemporânea vem esbofetear. E o eco trágico desse impulso febril quebrado ressoa na alma ferida das personagens da mesma forma que atravessa o livro. Romance noturno, envolvente e musical, de erudição generosa e humor agridoce, Bússola é uma viagem e uma declaração de deslumbramento, uma busca do outro em nós e uma mão que se estende - como uma ponte erguida entre o Ocidente e o Oriente, entre ontem e amanhã, alicerçada num inventário amoroso de séculos de fascínio, de influências e de vestígios sensíveis e persistentes, que tenta mitigar os fogos do presente.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Um narrador americano não nomeado parte de Paris para a vila francesa de Autun. "É nas terras pequenas", diz a dada altura, "que se descobre um país." Alojado na casa abastada de um casal compatriota, onde as noites correm até tarde, movidas a álcool e festa, conhece Phillip Dean, rapaz genial que abandonara Yale e que passa agora os dias ao volante de um carro exuberante, saltando de cidade em cidade, financiado por um pai de amigos ricos. Estão juntos quando pela primeira vez avistam a jovem Anne-Marie, de dezoito anos, a dançar nos braços de um rapaz negro. Phillip e Anne-Marie combinam um encontro e é pela voz do narrador que se conta a sua história de atração, de sedução, de euforia sexual e de algum amor. Uma história talvez imaginada por alguém que dela alimenta os seus próprios impulsos. Publicada em 1967, Brincadeira e Divertimento foi imediatamente aclamada como obra maior da literatura norte-americana e James Salter como um dos grandes estilistas da prosa dos nossos tempos. Um clássico de sedução que chega agora aos leitores portugueses.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Um narrador americano não nomeado parte de Paris para a vila francesa de Autun. "É nas terras pequenas", diz a dada altura, "que se descobre um país." Alojado na casa abastada de um casal compatriota, onde as noites correm até tarde, movidas a álcool e festa, conhece Phillip Dean, rapaz genial que abandonara Yale e que passa agora os dias ao volante de um carro exuberante, saltando de cidade em cidade, financiado por um pai de amigos ricos. Estão juntos quando pela primeira vez avistam a jovem Anne-Marie, de dezoito anos, a dançar nos braços de um rapaz negro. Phillip e Anne-Marie combinam um encontro e é pela voz do narrador que se conta a sua história de atração, de sedução, de euforia sexual e de algum amor. Uma história talvez imaginada por alguém que dela alimenta os seus próprios impulsos. Publicada em 1967, Brincadeira e Divertimento foi imediatamente aclamada como obra maior da literatura norte-americana e James Salter como um dos grandes estilistas da prosa dos nossos tempos. Um clássico de sedução que chega agora aos leitores portugueses.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um diário de bordo, uma narrativa de viagem, um livro de aforismos ou de orações, um atlas, um romance ilustrado do século xx, um tratado poético-filosófico, um livro de História Antiga - foi assim que a crítica se referiu a este fascinante livro de Predrag Matvejevitch. Cheio de sabedoria, memórias, informações preciosas, o Breviário Mediterrânico pode ser também um romance moderno, genial, brilhante e imprevisível, como o define Claudio Magris - onde se misturam os géneros, reunindo erudição e imaginação, documentos de arquivo e experiência vivida, o saber e a recordação, o rigor científico e o sopro épico, o léxico preciso do vocabulário náutico e o delírio das descobertas geográficas ou arqueológicas de quem sabe que o Mediterrâneo não é apenas uma geografia, mas uma grande civilização.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um diário de bordo, uma narrativa de viagem, um livro de aforismos ou de orações, um atlas, um romance ilustrado do século xx, um tratado poético-filosófico, um livro de História Antiga - foi assim que a crítica se referiu a este fascinante livro de Predrag Matvejevitch. Cheio de sabedoria, memórias, informações preciosas, o Breviário Mediterrânico pode ser também um romance moderno, genial, brilhante e imprevisível, como o define Claudio Magris - onde se misturam os géneros, reunindo erudição e imaginação, documentos de arquivo e experiência vivida, o saber e a recordação, o rigor científico e o sopro épico, o léxico preciso do vocabulário náutico e o delírio das descobertas geográficas ou arqueológicas de quem sabe que o Mediterrâneo não é apenas uma geografia, mas uma grande civilização.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 84
Sinopse:
"Condenado à seriedade e à impostura, Júlio, o silencioso protagonista deste livro, acaba por se convencer de que é melhor fechar-se no seu quarto a observar o crescimento de um bonsai do que vaguear pelos incómodos caminhos da literatura. Esta é, como diz o narrador, ""uma história leve que se torna pesada"", um relato elíptico e vertiginoso marcado pelo inquietante desaparecimento de uma mulher."
Nº Páginas: 84
Sinopse:
"Condenado à seriedade e à impostura, Júlio, o silencioso protagonista deste livro, acaba por se convencer de que é melhor fechar-se no seu quarto a observar o crescimento de um bonsai do que vaguear pelos incómodos caminhos da literatura. Esta é, como diz o narrador, ""uma história leve que se torna pesada"", um relato elíptico e vertiginoso marcado pelo inquietante desaparecimento de uma mulher."
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Arriscaria tudo por amor?Nova Kumalisi faria qualquer coisa pelo seu melhor amigo. Ela deve-lhe a vida.Por isso, quando ele lhe pede que seja mãe de substituição do seu filho e, apesar de saber que corre o risco de perder a amizade, Nova aceita. Oito anos mais tarde, Nova está a criar o filho de Mal sozinha, porque a mulher dele mudou de ideias, escassos meses antes de a criança nascer, assim destruindo a relação entre os dois amigos.Agora, Leo, o filho de ambos está gravemente doente. Nova quer que Mal conheça o filho antes que seja demasiado tarde.Na tragédia descobrirão o quanto significam um para o outro.Da autora dos "best-sellers" nacionaisA Filha da Minha Melhor Amiga e Pedaços de Ternura
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Arriscaria tudo por amor?Nova Kumalisi faria qualquer coisa pelo seu melhor amigo. Ela deve-lhe a vida.Por isso, quando ele lhe pede que seja mãe de substituição do seu filho e, apesar de saber que corre o risco de perder a amizade, Nova aceita. Oito anos mais tarde, Nova está a criar o filho de Mal sozinha, porque a mulher dele mudou de ideias, escassos meses antes de a criança nascer, assim destruindo a relação entre os dois amigos.Agora, Leo, o filho de ambos está gravemente doente. Nova quer que Mal conheça o filho antes que seja demasiado tarde.Na tragédia descobrirão o quanto significam um para o outro.Da autora dos "best-sellers" nacionaisA Filha da Minha Melhor Amiga e Pedaços de Ternura
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Há livros que são para sempre. "Bom Dia, Tristeza" é um deles. Romance de formação, publicado no inicio dos anos 50 em França por uma menina de 19 anos, tornou-se um dos maiores best seller mundiais. Com várias edições em Portugal, estava, no entanto, há mais de 10 anos fora das livrarias. A Casa dos Ceifeiros tem o prazer de o reeditar, com os desenhos da primeira edição portuguesa de Mily Possoz e a tradução excelente de Isabel St. Aubyn.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Há livros que são para sempre. "Bom Dia, Tristeza" é um deles. Romance de formação, publicado no inicio dos anos 50 em França por uma menina de 19 anos, tornou-se um dos maiores best seller mundiais. Com várias edições em Portugal, estava, no entanto, há mais de 10 anos fora das livrarias. A Casa dos Ceifeiros tem o prazer de o reeditar, com os desenhos da primeira edição portuguesa de Mily Possoz e a tradução excelente de Isabel St. Aubyn.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Finda a Guerra Civil Americana, a família March prepara o casamento de Meg. Passaram três anos desde que se fechou a cortina sobre Mulherzinhas, as irmãs Meg, Jo, Beth e Amy estão mais crescidas e o pai regressou a casa, tornando-se pastor numa paróquia. As irmãs March enfrentam agora a vida adulta, trilham os seus próprios caminhos, longe da casa dos pais, e lutam pelos seus sonhos, numa viagem de autodescoberta. Em "Boas Esposas", acompanhamos os bons e maus momentos desta etapa de crescimento, os problemas, as provações, as aprendizagens. Meg lida com os desafios da vida de casada, Jo procura vingar como escritora, Beth luta contra a doença, Amy viaja.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Finda a Guerra Civil Americana, a família March prepara o casamento de Meg. Passaram três anos desde que se fechou a cortina sobre Mulherzinhas, as irmãs Meg, Jo, Beth e Amy estão mais crescidas e o pai regressou a casa, tornando-se pastor numa paróquia. As irmãs March enfrentam agora a vida adulta, trilham os seus próprios caminhos, longe da casa dos pais, e lutam pelos seus sonhos, numa viagem de autodescoberta. Em "Boas Esposas", acompanhamos os bons e maus momentos desta etapa de crescimento, os problemas, as provações, as aprendizagens. Meg lida com os desafios da vida de casada, Jo procura vingar como escritora, Beth luta contra a doença, Amy viaja.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Os metafísicos de Tlön não buscam a verdade nem sequer a verosimilhança: buscam o assombro", in Ficções, Jorge Luis Borges, 1944. Juntamente com Albert Camus, cuja A Queda assume neste Blackpot o papel de insuspeitado mote, Borges era um dos autores preferidos de Dinis Machado. Tanto que a sua personagem Peter Maynard, assassino profissional com preocupações éticas e estéticas, figura central de Mão Direita do Diabo, Requiem para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola, não é mais do que a americanização de Pierre Menard, personagem kafkiana de um conto borgeano que teimosamente se entretém a reescrever o Quixote, palavra a palavra, letra a letra, vírgula a vírgula. Foi com esse espírito que Dinis Machado escreveu de um fôlego, como era seu hábito, este visceral Blackpot. Esteve para lhe chamar Gulliver contra Gulliver, título talvez com mais ressonância literária, sobretudo se aceitarmos a opinião de André Breton segundo a qual foi Swift quem inventou o humor negro. Embora, convenhamos, com muito menos swing. Escreveu-o à máquina algures entre 1983 e 85, meteu-o na gaveta da memória e lá o esqueceu inédito até hoje. Guardado a sete chaves e mais uma, a da sombra libertária do olvido, só voltaria a recuperá- lo quando, ainda em vida, se preparava a reedição dos supracitados McShades. Uma coisa levou à outra e ele concluiu que o Blackpot tinha tudo a ver com este seu alter ego literário com vagas maneiras de camóne e muitas leituras na consciência, de seu nome completo Dennis McShade. Pois, como diria Peter Maynard, seja feita a sua vontade. "Pode-se vomitar tudo menos o medo e a solidão. Esta frase idiota fora-lhe dita, uma vez, por um médico que morrera atropelado por um camião. Continuou a olhar para o espelho e tentou sorrir da ideia. Mas não sorriu."
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Os metafísicos de Tlön não buscam a verdade nem sequer a verosimilhança: buscam o assombro", in Ficções, Jorge Luis Borges, 1944. Juntamente com Albert Camus, cuja A Queda assume neste Blackpot o papel de insuspeitado mote, Borges era um dos autores preferidos de Dinis Machado. Tanto que a sua personagem Peter Maynard, assassino profissional com preocupações éticas e estéticas, figura central de Mão Direita do Diabo, Requiem para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola, não é mais do que a americanização de Pierre Menard, personagem kafkiana de um conto borgeano que teimosamente se entretém a reescrever o Quixote, palavra a palavra, letra a letra, vírgula a vírgula. Foi com esse espírito que Dinis Machado escreveu de um fôlego, como era seu hábito, este visceral Blackpot. Esteve para lhe chamar Gulliver contra Gulliver, título talvez com mais ressonância literária, sobretudo se aceitarmos a opinião de André Breton segundo a qual foi Swift quem inventou o humor negro. Embora, convenhamos, com muito menos swing. Escreveu-o à máquina algures entre 1983 e 85, meteu-o na gaveta da memória e lá o esqueceu inédito até hoje. Guardado a sete chaves e mais uma, a da sombra libertária do olvido, só voltaria a recuperá- lo quando, ainda em vida, se preparava a reedição dos supracitados McShades. Uma coisa levou à outra e ele concluiu que o Blackpot tinha tudo a ver com este seu alter ego literário com vagas maneiras de camóne e muitas leituras na consciência, de seu nome completo Dennis McShade. Pois, como diria Peter Maynard, seja feita a sua vontade. "Pode-se vomitar tudo menos o medo e a solidão. Esta frase idiota fora-lhe dita, uma vez, por um médico que morrera atropelado por um camião. Continuou a olhar para o espelho e tentou sorrir da ideia. Mas não sorriu."
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Berta Isla é a história de uma mulher que espera e se transforma. A história de um amor imperfeito, como o são todos.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Berta Isla é a história de uma mulher que espera e se transforma. A história de um amor imperfeito, como o são todos.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"Berlim Alexanderplatz", a obra-prima de Alfred Döblin, é porventura o mais importante contributo alemão para o "romance da grande cidade", palco das vivências típicas das sociedades industrializadas do século XX. E é, além disso, uma referência fundamental para os admiradores do romance modernista, situando-se ao nível de um "Manhattan Transfer", de John dos Passos, ou de um "Ulisses" de James Joyce.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"Berlim Alexanderplatz", a obra-prima de Alfred Döblin, é porventura o mais importante contributo alemão para o "romance da grande cidade", palco das vivências típicas das sociedades industrializadas do século XX. E é, além disso, uma referência fundamental para os admiradores do romance modernista, situando-se ao nível de um "Manhattan Transfer", de John dos Passos, ou de um "Ulisses" de James Joyce.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois de o governo soviético ter confiscado - ou, como Grossman preferia dizer, "prendido" - "Vida e Destino", o autor assumiu a tarefa de rever uma tradução para russo de um extenso romance arménio. O texto era de pouco interesse para ele, mas ficou feliz por ter uma desculpa para viajar para a Arménia. "Bem Hajam!" é o seu relato dos dois meses que lá passou. Escrito em 1962, dois anos antes da morte de Vassili Grossman, esta obra não tem comparação com nenhuma outra do autor. Este é, de longe, o seu livro mais pessoal e intimista, dotado de um ambiente de espontaneidade absoluta, em que Grossman parece estar simplesmente a conversar com o leitor acerca das suas impressões sobre a Arménia - as suas montanhas, igrejas antigas, gentes e costumes -, enquanto, ao mesmo tempo, examina os seus pensamentos e estados de espírito.Relato maravilhosamente humano de uma viagem a um lugar distante, repleto das observações vívidas de um estrangeiro, "Bem Hajam!" é também uma reflexão de Grossman sobre o seu lugar na União Soviética como escritor, a dignidade humana e a sua mortalidade.Este livro é uma coedição com a Fundação Calouste Gulbenkian.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois de o governo soviético ter confiscado - ou, como Grossman preferia dizer, "prendido" - "Vida e Destino", o autor assumiu a tarefa de rever uma tradução para russo de um extenso romance arménio. O texto era de pouco interesse para ele, mas ficou feliz por ter uma desculpa para viajar para a Arménia. "Bem Hajam!" é o seu relato dos dois meses que lá passou. Escrito em 1962, dois anos antes da morte de Vassili Grossman, esta obra não tem comparação com nenhuma outra do autor. Este é, de longe, o seu livro mais pessoal e intimista, dotado de um ambiente de espontaneidade absoluta, em que Grossman parece estar simplesmente a conversar com o leitor acerca das suas impressões sobre a Arménia - as suas montanhas, igrejas antigas, gentes e costumes -, enquanto, ao mesmo tempo, examina os seus pensamentos e estados de espírito.Relato maravilhosamente humano de uma viagem a um lugar distante, repleto das observações vívidas de um estrangeiro, "Bem Hajam!" é também uma reflexão de Grossman sobre o seu lugar na União Soviética como escritor, a dignidade humana e a sua mortalidade.Este livro é uma coedição com a Fundação Calouste Gulbenkian.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Silvia, Rosa e Elisa não tiveram muita sorte no amor. Por diferentes razões, as três acabaram as suas vidas amorosas supostamente felizes e adotaram o estado civil de solteiras ou divorciadas. E, também há Venecia. Solteira e sem filhos, que, tal como as suas amigas, e depois do seu último fracasso amoroso, se apercebe que o amor, além de caduco, é uma porcaria.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Silvia, Rosa e Elisa não tiveram muita sorte no amor. Por diferentes razões, as três acabaram as suas vidas amorosas supostamente felizes e adotaram o estado civil de solteiras ou divorciadas. E, também há Venecia. Solteira e sem filhos, que, tal como as suas amigas, e depois do seu último fracasso amoroso, se apercebe que o amor, além de caduco, é uma porcaria.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Berlin descreve os lugares onde viveu e as pessoas com quem se cruzou com a vivacidade, a candura e o sentido de humor que fizeram dela uma autora de culto um pouco por todo o mundo. Antes de morrer, Lucia Berlin estava a trabalhar num livro de textos autobiográficos a que tinha chamado Bem-vinda a casa. Para compor o volume inacabado, Jeff Berlin, filho da escritora, junta aos seus textos um conjunto de fotografias e cartas da sua vida preenchida, trágica e romântica.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Berlin descreve os lugares onde viveu e as pessoas com quem se cruzou com a vivacidade, a candura e o sentido de humor que fizeram dela uma autora de culto um pouco por todo o mundo. Antes de morrer, Lucia Berlin estava a trabalhar num livro de textos autobiográficos a que tinha chamado Bem-vinda a casa. Para compor o volume inacabado, Jeff Berlin, filho da escritora, junta aos seus textos um conjunto de fotografias e cartas da sua vida preenchida, trágica e romântica.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 872
Sinopse:
Passado entre Genebra e França, em 1936, numa época em que o antissemitismo alcança na Alemanha o seu auge, Bela do Senhor relata, com lirismo romântico e uma ironia feroz, a relação impetuosa entre Solal, judeu, alto funcionário da Sociedade das Nações, e Ariane, aristocrata protestante casada com um seu subordinado, desde o primeiro encontro até à agonia final, passando pela conquista, a paixão e a implacável degradação dos sentimentos. Em pano de fundo, um universo ambivalente e estruturado por antagonismos: a gente comum e os novos-ricos, os dominados e os dominantes, a aristocracia e a burguesia, os judeus e os protestantes, o sexismo e a imagem sagrada da mulher. História de amor absoluto, Bela do Senhor, publicado em 1968 e galardoado com o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa, é considerado o livro de culto de Albert Cohen, clássico insuperável e intemporal, trazido agora a uma nova geração de leitores.
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Sinopse:
Passado entre Genebra e França, em 1936, numa época em que o antissemitismo alcança na Alemanha o seu auge, Bela do Senhor relata, com lirismo romântico e uma ironia feroz, a relação impetuosa entre Solal, judeu, alto funcionário da Sociedade das Nações, e Ariane, aristocrata protestante casada com um seu subordinado, desde o primeiro encontro até à agonia final, passando pela conquista, a paixão e a implacável degradação dos sentimentos. Em pano de fundo, um universo ambivalente e estruturado por antagonismos: a gente comum e os novos-ricos, os dominados e os dominantes, a aristocracia e a burguesia, os judeus e os protestantes, o sexismo e a imagem sagrada da mulher. História de amor absoluto, Bela do Senhor, publicado em 1968 e galardoado com o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa, é considerado o livro de culto de Albert Cohen, clássico insuperável e intemporal, trazido agora a uma nova geração de leitores.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Abril de 1204. Constantinopla, a esplêndida capital do Império Bizantino, é saqueada e incendiada pelos cavaleiros da Quarta Cruzada. Entre o caos e a carnificina generalizados, um certo Baudolino salva a vida a um alto funcionário da corte que, fascinado com as habilidades do salvador, lhe pede que conte a sua história de vida. Filho de simples camponeses, Baudolino tem dois talentos principais: um dom inato para aprender línguas e uma inclinação imensa para a invenção. Quando, ainda menino, encontra um comandante militar nos bosques perto da sua aldeia, encanta-o com a sua mente viva e o seu espírito rápido. O comandante - que não é senão o imperador Frederico Barbarroxa - adopta Baudolino e manda-o para a universidade em Paris, onde este faz vários amigos destemidos e aventureiros como ele. Inspirado por mitos e sonhos, este grupo parte em busca do Preste João, um sacerdote-rei lendário que se pensa governar um vasto reino do Oriente - terra fantástica habitada por criaturas estranhas com olhos nos ombros e bocas nas barrigas, eunucos, unicórnios e donzelas adoráveis. O delicioso relato feito por Baudolino é uma narrativa de verdade e ficção - ou de ficção tornada verdadeira, pois as mentiras que urde têm o condão de se tornar História… Com aventuras mirabolantes e hilariantes, um crime impossível, truques extraordinários e viagens fabulosas, a par de reflexões sobre a nossa época pós-moderna, este livro mostra-nos Umberto Eco, o contador de histórias, no seu melhor.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Abril de 1204. Constantinopla, a esplêndida capital do Império Bizantino, é saqueada e incendiada pelos cavaleiros da Quarta Cruzada. Entre o caos e a carnificina generalizados, um certo Baudolino salva a vida a um alto funcionário da corte que, fascinado com as habilidades do salvador, lhe pede que conte a sua história de vida. Filho de simples camponeses, Baudolino tem dois talentos principais: um dom inato para aprender línguas e uma inclinação imensa para a invenção. Quando, ainda menino, encontra um comandante militar nos bosques perto da sua aldeia, encanta-o com a sua mente viva e o seu espírito rápido. O comandante - que não é senão o imperador Frederico Barbarroxa - adopta Baudolino e manda-o para a universidade em Paris, onde este faz vários amigos destemidos e aventureiros como ele. Inspirado por mitos e sonhos, este grupo parte em busca do Preste João, um sacerdote-rei lendário que se pensa governar um vasto reino do Oriente - terra fantástica habitada por criaturas estranhas com olhos nos ombros e bocas nas barrigas, eunucos, unicórnios e donzelas adoráveis. O delicioso relato feito por Baudolino é uma narrativa de verdade e ficção - ou de ficção tornada verdadeira, pois as mentiras que urde têm o condão de se tornar História… Com aventuras mirabolantes e hilariantes, um crime impossível, truques extraordinários e viagens fabulosas, a par de reflexões sobre a nossa época pós-moderna, este livro mostra-nos Umberto Eco, o contador de histórias, no seu melhor.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Nos campos de Torgas Valley, na Califórnia, os apanhadores de maçãs estão decididos a pôr fim às práticas gananciosas impostas pelo pequeno grupo de proprietários rurais e a greve é declarada. No meio da insurreição, Jim Nolan, rapaz solitário desesperado por dar um sentido à sua existência, rapidamente se vê à frente das operações. Mas à medida que a luta cresce, a violência impõe-se de um modo implacável e a defesa pelo reconhecimento dos direitos fundamentais dos trabalhadores transforma-se num fanatismo cego, que ameaça esmagar a vida daqueles que se entregaram ao seu serviço. Romance empolgante que é ao mesmo tempo um olhar admirável sobre a agitação social e política e a história comovente de um jovem que procura definir a sua identidade, "Batalha Incerta" foi um dos primeiros títulos escritos por John Steinbeck, lançado em 1936, e desde logo revelador de alguns dos temas que mais marcariam a sua obra: o comportamento de grupo, a luta de classes, a injustiça social e a falta de solidariedade entre os homens.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Nos campos de Torgas Valley, na Califórnia, os apanhadores de maçãs estão decididos a pôr fim às práticas gananciosas impostas pelo pequeno grupo de proprietários rurais e a greve é declarada. No meio da insurreição, Jim Nolan, rapaz solitário desesperado por dar um sentido à sua existência, rapidamente se vê à frente das operações. Mas à medida que a luta cresce, a violência impõe-se de um modo implacável e a defesa pelo reconhecimento dos direitos fundamentais dos trabalhadores transforma-se num fanatismo cego, que ameaça esmagar a vida daqueles que se entregaram ao seu serviço. Romance empolgante que é ao mesmo tempo um olhar admirável sobre a agitação social e política e a história comovente de um jovem que procura definir a sua identidade, "Batalha Incerta" foi um dos primeiros títulos escritos por John Steinbeck, lançado em 1936, e desde logo revelador de alguns dos temas que mais marcariam a sua obra: o comportamento de grupo, a luta de classes, a injustiça social e a falta de solidariedade entre os homens.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava "um jovem escrivão pálido", Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro cents à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, "preferia não o fazer".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava "um jovem escrivão pálido", Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro cents à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, "preferia não o fazer".
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Sob a égide de Cormac McCarthy e Flannery O’Connor, e do cinema de Quentin Tarantino ou dos irmãos Cohen, Banquete no Paraíso cruza, nos idos de 1917, os caminhos de duas famílias marcadas pela violência e pela infâmia, os Jewett e os Fiddler. Lá longe, na fronteira que separa a Geórgia do Alabama, gargalhadas impuras sobrevoam um western anacrónico em tempos de depressão económica. E o leitor não consegue parar de ler.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Sob a égide de Cormac McCarthy e Flannery O’Connor, e do cinema de Quentin Tarantino ou dos irmãos Cohen, Banquete no Paraíso cruza, nos idos de 1917, os caminhos de duas famílias marcadas pela violência e pela infâmia, os Jewett e os Fiddler. Lá longe, na fronteira que separa a Geórgia do Alabama, gargalhadas impuras sobrevoam um western anacrónico em tempos de depressão económica. E o leitor não consegue parar de ler.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 2003, regressando do Afeganistão, tive de parar em Baku, no Azerbaijão. Fiquei num hotel chamado Apcheron, nome da península sobre a qual a cidade foi construída. Escrevia na altura Suite no Hotel Crystal, um livro composto por umas quarenta histórias passadas em quartos de hotel do mundo inteiro. O nome Apcheron, tão próximo do do rio dos mortos grego, sugeriu-me a ideia de aí encenar o meu próprio suicídio. A nota biográfica na capa do livro viria a mencionar a minha data de nascimento e de morte: Boulogne-Billancourt, 1947 - Baku, 2009. A partir de 2004, eu tinha pois morrido em Baku em 2009, no quarto 1123 do Hotel Apcheron. À medida que esse fatídico ano de 2009 se ia aproximando, as recomendações dos amigos tornavam-se mais insistentes: se fores convidado para ir a Baku em 2009, não vás! Estes alertas fizeram naturalmente nascer em mim a ideia de que, pelo contrário, devia mesmo ir a Baku, para honrar uma espécie de promessa e aí permanecer o tempo suficiente para dar à ficção da minha morte à beira do Cáspio uma razoável hipótese de se concretizar. Este livro é, em certa medida, o diário da minha estada na cidade onde era suposto morrer. Retratos, coisas vistas, sonhos, leituras, notas de viagem, evocação de figuras do passado, etc. Claro que se tratava de um jogo, iniciado por um jogo de palavras, mas esse jogo dava um certo colorido aos meus pensamentos, orientava até certo ponto as minhas imaginações e mesmo os meus olhares.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 2003, regressando do Afeganistão, tive de parar em Baku, no Azerbaijão. Fiquei num hotel chamado Apcheron, nome da península sobre a qual a cidade foi construída. Escrevia na altura Suite no Hotel Crystal, um livro composto por umas quarenta histórias passadas em quartos de hotel do mundo inteiro. O nome Apcheron, tão próximo do do rio dos mortos grego, sugeriu-me a ideia de aí encenar o meu próprio suicídio. A nota biográfica na capa do livro viria a mencionar a minha data de nascimento e de morte: Boulogne-Billancourt, 1947 - Baku, 2009. A partir de 2004, eu tinha pois morrido em Baku em 2009, no quarto 1123 do Hotel Apcheron. À medida que esse fatídico ano de 2009 se ia aproximando, as recomendações dos amigos tornavam-se mais insistentes: se fores convidado para ir a Baku em 2009, não vás! Estes alertas fizeram naturalmente nascer em mim a ideia de que, pelo contrário, devia mesmo ir a Baku, para honrar uma espécie de promessa e aí permanecer o tempo suficiente para dar à ficção da minha morte à beira do Cáspio uma razoável hipótese de se concretizar. Este livro é, em certa medida, o diário da minha estada na cidade onde era suposto morrer. Retratos, coisas vistas, sonhos, leituras, notas de viagem, evocação de figuras do passado, etc. Claro que se tratava de um jogo, iniciado por um jogo de palavras, mas esse jogo dava um certo colorido aos meus pensamentos, orientava até certo ponto as minhas imaginações e mesmo os meus olhares.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes - e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, "Bairro da Lata" é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, "O Milagre de São Francisco", escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes - e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, "Bairro da Lata" é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, "O Milagre de São Francisco", escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Reflexões sobre Requiem", "Afirma Pereira", "O Fio do Horizonte", "Mulher de Porto Pim", "Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde" até ao texto conclusivo sobre "Autobiografias Alheias". Através destes textos que iluminam um pensamento, uma palavra, uma sugestão dos romances aqui referidos, o leitor pode chegar a novas e estimulantes descobertas ou simplesmente deixar-se conduzir pelo fluxo crítico que em Tabucchi é sempre uma grande torrente narrativa. Um livro empolgante para os leitores mais experientes, um testemunho fundamental para os estudiosos da obra de Tabucchi e, ao mesmo tempo, um livro capaz de conduzir o leitor mais curioso para o âmago do universo literário do mais português dos escritores italianos.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Reflexões sobre Requiem", "Afirma Pereira", "O Fio do Horizonte", "Mulher de Porto Pim", "Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde" até ao texto conclusivo sobre "Autobiografias Alheias". Através destes textos que iluminam um pensamento, uma palavra, uma sugestão dos romances aqui referidos, o leitor pode chegar a novas e estimulantes descobertas ou simplesmente deixar-se conduzir pelo fluxo crítico que em Tabucchi é sempre uma grande torrente narrativa. Um livro empolgante para os leitores mais experientes, um testemunho fundamental para os estudiosos da obra de Tabucchi e, ao mesmo tempo, um livro capaz de conduzir o leitor mais curioso para o âmago do universo literário do mais português dos escritores italianos.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 1982, ao mesmo tempo que abandonava o lugar à frente dos destinos do clube de jazz e que tomava a decisão de se dedicar à escrita, Haruki Murakami começava a correr. No ano seguinte, abalançou-se a percorrer sozinho o trajecto que separa Atenas da cidade de Maratona. Depois de participar em dezenas de provas de longa distância e em triatlos, o romancista reflecte neste livro sobre o que significa para ele correr e como a corrida se reflectiu na sua maneira de escrever. Os treinos diários, a sua paixão pela música, a consciência da passagem do tempo, os lugares por onde viaja acompanham-no ao longo de um relato em que escrever e correr se traduzem numa forma de estar na vida. Diário, ensaio autobiográfico, elogio da corrida, de tudo um pouco podemos encontrar aqui. Haruki Murakami abre o livro das confidências (e a sua alma) e dá a ler aos seus fiéis leitores uma meditação luminosa sobre esse ser bípede em permanente busca de verdade que é o homem
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 1982, ao mesmo tempo que abandonava o lugar à frente dos destinos do clube de jazz e que tomava a decisão de se dedicar à escrita, Haruki Murakami começava a correr. No ano seguinte, abalançou-se a percorrer sozinho o trajecto que separa Atenas da cidade de Maratona. Depois de participar em dezenas de provas de longa distância e em triatlos, o romancista reflecte neste livro sobre o que significa para ele correr e como a corrida se reflectiu na sua maneira de escrever. Os treinos diários, a sua paixão pela música, a consciência da passagem do tempo, os lugares por onde viaja acompanham-no ao longo de um relato em que escrever e correr se traduzem numa forma de estar na vida. Diário, ensaio autobiográfico, elogio da corrida, de tudo um pouco podemos encontrar aqui. Haruki Murakami abre o livro das confidências (e a sua alma) e dá a ler aos seus fiéis leitores uma meditação luminosa sobre esse ser bípede em permanente busca de verdade que é o homem
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Ao regressar do Iraque, onde foi visitar a filha, Joan Scudamore dá por si sozinha numa pensão isolada. A viagem de comboio foi inesperadamente interrompida, obrigando-a a permanecer no deserto. Esta súbita solidão leva-a a avaliar a sua vida pela primeira vez e a encarar algumas verdades sobre si própria. Ao olhar para trás, Joan reexamina dolorosamente as suas atitudes, relações e acções, e fica cada vez mais apreensiva com a pessoa que lhe é revelada. Decidida a recuperar o tempo perdido, ela está finalmente de volta a Inglaterra e à vida que pretende transformar drasticamente. Relato intenso da vida emocional de uma mulher, "Ausente na Primavera" foi, segundo palavras de Agatha Christie, "escrito com integridade, com prazer. O resultado final foi aquele que eu desejava, e isso é a maior alegria que um autor pode ter."
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Ao regressar do Iraque, onde foi visitar a filha, Joan Scudamore dá por si sozinha numa pensão isolada. A viagem de comboio foi inesperadamente interrompida, obrigando-a a permanecer no deserto. Esta súbita solidão leva-a a avaliar a sua vida pela primeira vez e a encarar algumas verdades sobre si própria. Ao olhar para trás, Joan reexamina dolorosamente as suas atitudes, relações e acções, e fica cada vez mais apreensiva com a pessoa que lhe é revelada. Decidida a recuperar o tempo perdido, ela está finalmente de volta a Inglaterra e à vida que pretende transformar drasticamente. Relato intenso da vida emocional de uma mulher, "Ausente na Primavera" foi, segundo palavras de Agatha Christie, "escrito com integridade, com prazer. O resultado final foi aquele que eu desejava, e isso é a maior alegria que um autor pode ter."
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Tarde. O sol está brilhante, quente; dez ou doze oficiais e nós, numa colina, a olharmos lá para baixo, para as manobras da cavalaria no campo." É um idílico fim de dia. Em Apolónia, Octávio goza com os amigos a calma que precede a tempestade. Porque em breve chegará um emissário de Roma - Júlio César foi assassinado. Octávio tem 19 anos. Carrega o peso de um nome, o de César, que em testamento fez dele herdeiro e sucessor. A notícia da morte de César é-nos narrada no diário de um dos seus amigos. É apenas um fragmento da História, ao qual John Williams, com a minúcia de um artífice, junta outros: cartas, biografias, memórias ou até éditos de personagens como Marco António, Cleópatra, Cícero ou Estrabão. Lentamente o retrato ganha contornos, ilumina-se. Sem nunca ouvirmos as palavras de Octávio (essas estão reservadas para o fim do romance), assistimos à criação do mito. John Williams revela-se aqui em plena maturidade narrativa. Dá-nos a conhecer o imperador com a mesma crescente surpresa com que os seus inimigos o conheceram. E, mostra-nos o seu reverso, um homem a caminho do fim.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Tarde. O sol está brilhante, quente; dez ou doze oficiais e nós, numa colina, a olharmos lá para baixo, para as manobras da cavalaria no campo." É um idílico fim de dia. Em Apolónia, Octávio goza com os amigos a calma que precede a tempestade. Porque em breve chegará um emissário de Roma - Júlio César foi assassinado. Octávio tem 19 anos. Carrega o peso de um nome, o de César, que em testamento fez dele herdeiro e sucessor. A notícia da morte de César é-nos narrada no diário de um dos seus amigos. É apenas um fragmento da História, ao qual John Williams, com a minúcia de um artífice, junta outros: cartas, biografias, memórias ou até éditos de personagens como Marco António, Cleópatra, Cícero ou Estrabão. Lentamente o retrato ganha contornos, ilumina-se. Sem nunca ouvirmos as palavras de Octávio (essas estão reservadas para o fim do romance), assistimos à criação do mito. John Williams revela-se aqui em plena maturidade narrativa. Dá-nos a conhecer o imperador com a mesma crescente surpresa com que os seus inimigos o conheceram. E, mostra-nos o seu reverso, um homem a caminho do fim.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 306
Sinopse:
Jean, uma americana de 45 anos está casada há 23 anos com Mark. São ambos profissionais com sucesso dos media, vivem numa ilha paradisíaca no Oceano Indico, embora mantenham uma casa em Camden Town da qual toma conta a sua filha Victoria. Uma manhã, Jean abre uma carta dirigida ao seu marido e descobre um pedaço de texto altamente erótico, que indicia sem qualquer dúvida uma aventura amorosa e remete para o seu e-mail "endereço de prazer". Jean não confronta logo Mark directamente porque tem de sair para fazer uma mamografia. Mais tarde, abre o e-mail no café da ilha, sendo confrontada com uma série de grosseiras fotografias pornográficas da autora da carta, Giovana, uma mulher de 26 anos com um grande peito. Num impulso, escreve uma resposta no estilo de um Mark velho porco e carrega na tecla enviar. Assim começa uma prolongada correspondência erótica que se torna um vicio.
Nº Páginas: 306
Sinopse:
Jean, uma americana de 45 anos está casada há 23 anos com Mark. São ambos profissionais com sucesso dos media, vivem numa ilha paradisíaca no Oceano Indico, embora mantenham uma casa em Camden Town da qual toma conta a sua filha Victoria. Uma manhã, Jean abre uma carta dirigida ao seu marido e descobre um pedaço de texto altamente erótico, que indicia sem qualquer dúvida uma aventura amorosa e remete para o seu e-mail "endereço de prazer". Jean não confronta logo Mark directamente porque tem de sair para fazer uma mamografia. Mais tarde, abre o e-mail no café da ilha, sendo confrontada com uma série de grosseiras fotografias pornográficas da autora da carta, Giovana, uma mulher de 26 anos com um grande peito. Num impulso, escreve uma resposta no estilo de um Mark velho porco e carrega na tecla enviar. Assim começa uma prolongada correspondência erótica que se torna um vicio.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No final de um mês de dezembro, o corpo de um homem é encontrado num apartamento vazio. Agrupados à porta, os seus amigos - também eles já mortos - assistem, numa espécie de vigília, ao corpo a ser transportado, autopsiado e, finalmente, cremado. É através das histórias deste coro de fantasmas que vamos conhecendo a vida passada de dependência e marginalidade de Robert, o falecido, e de todos aqueles que, cruzando-se com ele, pertenceram ao seu microcosmos de esperança e desilusão, de caos e indiferença, e de amor destruído em prol de uma necessidade maior. Intenso, alucinante e escrito com fúria, "Até os Cães" é uma exploração íntima e destemida da vida nas franjas da sociedade, uma viagem carregada de amor, perda, desespero e uma esperança constante na redenção.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No final de um mês de dezembro, o corpo de um homem é encontrado num apartamento vazio. Agrupados à porta, os seus amigos - também eles já mortos - assistem, numa espécie de vigília, ao corpo a ser transportado, autopsiado e, finalmente, cremado. É através das histórias deste coro de fantasmas que vamos conhecendo a vida passada de dependência e marginalidade de Robert, o falecido, e de todos aqueles que, cruzando-se com ele, pertenceram ao seu microcosmos de esperança e desilusão, de caos e indiferença, e de amor destruído em prol de uma necessidade maior. Intenso, alucinante e escrito com fúria, "Até os Cães" é uma exploração íntima e destemida da vida nas franjas da sociedade, uma viagem carregada de amor, perda, desespero e uma esperança constante na redenção.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O México real e secreto. O México que não vem nos panfletos turísticos e que julgávamos desaparecido. Até Robin Bayley embarcara numa aventura única, seguindo a viagem feita pelo bisavô, há cem anos atrás. Uma viagem fascinante, ligada por duas jornadas com cem anos de distância e que nos leva a descobrir um país cheio de aventura e segredos, cruzando feiticeiras com traficantes de droga, guerrilheiros. Robin Bayley percorre todo o Oeste do pais e descobre que as aventuras dos seu bisavô, com bandidos, tesouros de moedas de prata e brutais revoluções, ainda estão na alma mexicana.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O México real e secreto. O México que não vem nos panfletos turísticos e que julgávamos desaparecido. Até Robin Bayley embarcara numa aventura única, seguindo a viagem feita pelo bisavô, há cem anos atrás. Uma viagem fascinante, ligada por duas jornadas com cem anos de distância e que nos leva a descobrir um país cheio de aventura e segredos, cruzando feiticeiras com traficantes de droga, guerrilheiros. Robin Bayley percorre todo o Oeste do pais e descobre que as aventuras dos seu bisavô, com bandidos, tesouros de moedas de prata e brutais revoluções, ainda estão na alma mexicana.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quando Ora se prepara para festejar a desmobilização do filho Ofer, ele volta a juntar-se voluntariamente ao exército. Num ímpeto supersticioso, temendo a pior notícia que um pai ou uma mãe podem ouvir, Ora parte numa caminhada para a Galileia, sem deixar qualquer rasto para os "notificadores". Recentemente separada do marido, arrasta consigo um companheiro inesperado: Avram, outrora o melhor amigo de ambos, o antigo amante, que tinha estado prisioneiro durante a Guerra do Yom Kipur e fora torturado, e que, destruído, recusara sempre conhecer o rapaz ou ter contacto com eles.Durante a caminhada, Ora vai desenrolando a história da sua maternidade e inicia Avram no drama da família humana - uma narrativa que mantém Ofer vivo, tanto para a mãe como para o leitor. A sua história coloca lado a lado os maiores sofrimentos da guerra e as alegrias e angústias quotidianas da educação dos filhos: nunca se viu tão claramente o real e o surreal da vida quotidiana em Israel, as correntes de ambivalência sobre a guerra numa família, os fardos que caem sobre cada nova geração. Numa situação de conflito coletivo e duradouro, como conciliar as preocupações individuais de uma mãe que, afinal, prefere a companhia de um filho à missão patriótica? Como manter a causa pacifista se aqueles que podem atirar contra um filho são justamente aqueles com quem se quer fazer a paz?
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quando Ora se prepara para festejar a desmobilização do filho Ofer, ele volta a juntar-se voluntariamente ao exército. Num ímpeto supersticioso, temendo a pior notícia que um pai ou uma mãe podem ouvir, Ora parte numa caminhada para a Galileia, sem deixar qualquer rasto para os "notificadores". Recentemente separada do marido, arrasta consigo um companheiro inesperado: Avram, outrora o melhor amigo de ambos, o antigo amante, que tinha estado prisioneiro durante a Guerra do Yom Kipur e fora torturado, e que, destruído, recusara sempre conhecer o rapaz ou ter contacto com eles.Durante a caminhada, Ora vai desenrolando a história da sua maternidade e inicia Avram no drama da família humana - uma narrativa que mantém Ofer vivo, tanto para a mãe como para o leitor. A sua história coloca lado a lado os maiores sofrimentos da guerra e as alegrias e angústias quotidianas da educação dos filhos: nunca se viu tão claramente o real e o surreal da vida quotidiana em Israel, as correntes de ambivalência sobre a guerra numa família, os fardos que caem sobre cada nova geração. Numa situação de conflito coletivo e duradouro, como conciliar as preocupações individuais de uma mãe que, afinal, prefere a companhia de um filho à missão patriótica? Como manter a causa pacifista se aqueles que podem atirar contra um filho são justamente aqueles com quem se quer fazer a paz?
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 490
Sinopse:
Alexandria, Egipto, 1977. Durante um mergulho, a arqueóloga Isabella Warnock descobre finalmente o artefacto lendário que procura há anos: o astrário, um misterioso dispositivo que, segundo a lenda, moldou os destinos de reis e faraós desde o início dos tempos e que teria sido usado por Moisés e Cleópatra. Mas a sua descoberta tem um custo terrível e a responsabilidade de manter o inestimável objecto em segurança, e evitar que o Egipto mergulhe no caos, recai sobre o seu mardo Oliver. Deparando-se com um inimigo obscuro e um culto poderoso capaz de tudo para se apoderar do tesouro, Oliver é catapultado para uma corrida vertiginosa a fim de proteger um segredo antigo num perigoso mundo de conspiração e egiptologia, onde a magia e as lendas colidem violentamentet com as crenças modernas.
Nº Páginas: 490
Sinopse:
Alexandria, Egipto, 1977. Durante um mergulho, a arqueóloga Isabella Warnock descobre finalmente o artefacto lendário que procura há anos: o astrário, um misterioso dispositivo que, segundo a lenda, moldou os destinos de reis e faraós desde o início dos tempos e que teria sido usado por Moisés e Cleópatra. Mas a sua descoberta tem um custo terrível e a responsabilidade de manter o inestimável objecto em segurança, e evitar que o Egipto mergulhe no caos, recai sobre o seu mardo Oliver. Deparando-se com um inimigo obscuro e um culto poderoso capaz de tudo para se apoderar do tesouro, Oliver é catapultado para uma corrida vertiginosa a fim de proteger um segredo antigo num perigoso mundo de conspiração e egiptologia, onde a magia e as lendas colidem violentamentet com as crenças modernas.
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