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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Publicando conversas de pais e filhos, a presente obra procura sublinhar a importância dos laços familiares na sociedade portuguesa. Pais e filhos, figuras públicas, dialogam abertamente e mostram-nos uma faceta mais íntima das relações familiares do século XXI, relações que, aos poucos, foram ultrapassando o chamado "choque geracional" de décadas anteriores, para se tornarem em espaços de diálogo. Neste livro, o leitor passa a ser um ouvinte privilegiado de conversas como a de Álvaro Siza Vieira e Álvaro Leite Siza Vieira, Carlos do Carmo e Gil do Carmo, Diogo Freitas do Amaral e Filipa Amaral, Eunice Muñoz e António Munhoz, Mónica Baldaque e Lourença Baldaque, entre outras. Pais e Filhos em Diálogo surge de uma ideia de José da Cruz Santos, e é uma cabal demonstração de que a família continua a ser um pilar de uma sociedade que, passados tempos conturbados, a tende a reabilitar, erigindo como bandeiras o amor e a ética, cúmplices da luta diária. Organização de Isabel Ponce de Leão.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Publicando conversas de pais e filhos, a presente obra procura sublinhar a importância dos laços familiares na sociedade portuguesa. Pais e filhos, figuras públicas, dialogam abertamente e mostram-nos uma faceta mais íntima das relações familiares do século XXI, relações que, aos poucos, foram ultrapassando o chamado "choque geracional" de décadas anteriores, para se tornarem em espaços de diálogo. Neste livro, o leitor passa a ser um ouvinte privilegiado de conversas como a de Álvaro Siza Vieira e Álvaro Leite Siza Vieira, Carlos do Carmo e Gil do Carmo, Diogo Freitas do Amaral e Filipa Amaral, Eunice Muñoz e António Munhoz, Mónica Baldaque e Lourença Baldaque, entre outras. Pais e Filhos em Diálogo surge de uma ideia de José da Cruz Santos, e é uma cabal demonstração de que a família continua a ser um pilar de uma sociedade que, passados tempos conturbados, a tende a reabilitar, erigindo como bandeiras o amor e a ética, cúmplices da luta diária. Organização de Isabel Ponce de Leão.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O novo livro de Pablo Escobar tem histórias inéditas, que prolongam o sucesso de "Pablo Escobar, o Meu Pai". Conversas do autor com os filhos de alguns arqui-inimigos do pai, alguns que acabaram assassinados por ele e a verdadeira relação que mantinha com o grupo rebelde M-19, a sua participação no sequestro da irmã de um dos melhores amigos e as macabras ligações à corrupção internacional. Contém fotos inéditas, de Pablo Escobar, da sua família e até das suas vítimas.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O novo livro de Pablo Escobar tem histórias inéditas, que prolongam o sucesso de "Pablo Escobar, o Meu Pai". Conversas do autor com os filhos de alguns arqui-inimigos do pai, alguns que acabaram assassinados por ele e a verdadeira relação que mantinha com o grupo rebelde M-19, a sua participação no sequestro da irmã de um dos melhores amigos e as macabras ligações à corrupção internacional. Contém fotos inéditas, de Pablo Escobar, da sua família e até das suas vítimas.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O chefe do cartel de Medellín permanece no imaginário popular como o narcotraficante por excelência, o homem que controlava grande parte da cocaína que se consumia nos EUA nos anos de 1980, pondo em cheque o seu país. Vinte e um anos após a sua morte, Juan Pablo Escobar viaja a um passado que não escolheu para contar a versão inédita do pai, o homem capaz de chegar aos piores extremos de crueldade, ao mesmo tempo que professava um amor infinito à família. Este não é um livro em que um filho procura o perdão para o pai, mas um testemunho ímpar da face oculta de um dos criminosos mais poderosos e sanguinários do século XX. Mostra um Pablo Escobar familiar, um pai muito terno e carinhoso mas, simultaneamente, um homem com sede de riqueza (no seu auge, Pablo Escobar era o sétimo homem mais rico do planeta, e seu cartel controlava 80% do tráfico de cocaína no mundo), que viveu rodeado de mercenários e em festas com pinhatas cheias de dinheiro. A época dos excessos acabou quando o autor tinha 7 anos. O seu pai ordenou a morte do ministro de Justiça da Colômbia, Rodrigo Lara Bonilla, e, nesse momento, iniciou-se a guerra entre o Estado e narcotraficante. Escobar declarou esta guerra para impedir que uma lei que permitia a extradição de traficantes para os Estados Unidos fosse aprovada. No livro, Juan Pablo Escobar defende uma das teorias mais controversas sobre a morte do seu pai. Afirma que não morreu às mãos da Polícia, mas sim que se suicidou com um disparo, ao ver-se encurralado. O livro inclui numerosas fotografias do arquivo pessoal de Pablo Escobar.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O chefe do cartel de Medellín permanece no imaginário popular como o narcotraficante por excelência, o homem que controlava grande parte da cocaína que se consumia nos EUA nos anos de 1980, pondo em cheque o seu país. Vinte e um anos após a sua morte, Juan Pablo Escobar viaja a um passado que não escolheu para contar a versão inédita do pai, o homem capaz de chegar aos piores extremos de crueldade, ao mesmo tempo que professava um amor infinito à família. Este não é um livro em que um filho procura o perdão para o pai, mas um testemunho ímpar da face oculta de um dos criminosos mais poderosos e sanguinários do século XX. Mostra um Pablo Escobar familiar, um pai muito terno e carinhoso mas, simultaneamente, um homem com sede de riqueza (no seu auge, Pablo Escobar era o sétimo homem mais rico do planeta, e seu cartel controlava 80% do tráfico de cocaína no mundo), que viveu rodeado de mercenários e em festas com pinhatas cheias de dinheiro. A época dos excessos acabou quando o autor tinha 7 anos. O seu pai ordenou a morte do ministro de Justiça da Colômbia, Rodrigo Lara Bonilla, e, nesse momento, iniciou-se a guerra entre o Estado e narcotraficante. Escobar declarou esta guerra para impedir que uma lei que permitia a extradição de traficantes para os Estados Unidos fosse aprovada. No livro, Juan Pablo Escobar defende uma das teorias mais controversas sobre a morte do seu pai. Afirma que não morreu às mãos da Polícia, mas sim que se suicidou com um disparo, ao ver-se encurralado. O livro inclui numerosas fotografias do arquivo pessoal de Pablo Escobar.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A história de Pablo Escobar, um dos mais ricos, poderosos e violentos criminosos de todos os tempos, fascina o mundo inteiro. Mas a pessoa que sempre lhe foi mais próxima nunca tinha falado sobre ele - até agora. Quando conheceu Pablo, aos 13 anos, Victoria não imaginava que sua vida estava prestes a tornar-se num terrível pesadelo, e que nunca mais deixariam de lhe apontar o dedo como a mulher que se casou e teve dois filhos com o maior narcotraficante de todos os tempos. Fugiram e casaram-se quando ela tinha 15 anos e ele 26. Apesar das numerosas infidelidades e muita violência ficariam juntos mais de 20 anos, até ao fim. Nunca uma testemunha tão próxima da vida de Escobar tinha partilhado tantos pormenores sobre as suas acções, nas diversas frentes. Como foi a guerra com o cartel de Cali e com o Estado colombiano? Como viveu Victoria as constantes infidelidades do marido? Como foram os últimos anos, desde a detenção até à morte? E o que aconteceu à família depois disso? A mais intrigante personagem da vida de Pablo Escobar quebra o silêncio. Victoria Eugenia Henao está finalmente pronta para partilhar as suas memórias e revelar tudo sobre o homem real por detrás da lenda.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A história de Pablo Escobar, um dos mais ricos, poderosos e violentos criminosos de todos os tempos, fascina o mundo inteiro. Mas a pessoa que sempre lhe foi mais próxima nunca tinha falado sobre ele - até agora. Quando conheceu Pablo, aos 13 anos, Victoria não imaginava que sua vida estava prestes a tornar-se num terrível pesadelo, e que nunca mais deixariam de lhe apontar o dedo como a mulher que se casou e teve dois filhos com o maior narcotraficante de todos os tempos. Fugiram e casaram-se quando ela tinha 15 anos e ele 26. Apesar das numerosas infidelidades e muita violência ficariam juntos mais de 20 anos, até ao fim. Nunca uma testemunha tão próxima da vida de Escobar tinha partilhado tantos pormenores sobre as suas acções, nas diversas frentes. Como foi a guerra com o cartel de Cali e com o Estado colombiano? Como viveu Victoria as constantes infidelidades do marido? Como foram os últimos anos, desde a detenção até à morte? E o que aconteceu à família depois disso? A mais intrigante personagem da vida de Pablo Escobar quebra o silêncio. Victoria Eugenia Henao está finalmente pronta para partilhar as suas memórias e revelar tudo sobre o homem real por detrás da lenda.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Otelo Saraiva de Carvalho é uma das mais importantes figuras da segunda metade do século XX, em Portugal. Faltava a este homem corajoso, dedicado, aguerrido, meticuloso e patriota, que nunca teve medo de intervir quando achou que fosse necessário para o bem do seu país, uma biografia desta envergadura. Em finais de 2011 fez algumas declarações polémicas. É normal, a sua vida foi sempre assim, controversa. Esta biografia explica as razões que levam este homem descomplexado e irreverente a ser um exemplo para tantos. Das surpresas da sua vida pessoal ao seu crescimento político, passando por 1974 e FP25, não há quase nada que escape neste livro. Os leitores agradecem.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Otelo Saraiva de Carvalho é uma das mais importantes figuras da segunda metade do século XX, em Portugal. Faltava a este homem corajoso, dedicado, aguerrido, meticuloso e patriota, que nunca teve medo de intervir quando achou que fosse necessário para o bem do seu país, uma biografia desta envergadura. Em finais de 2011 fez algumas declarações polémicas. É normal, a sua vida foi sempre assim, controversa. Esta biografia explica as razões que levam este homem descomplexado e irreverente a ser um exemplo para tantos. Das surpresas da sua vida pessoal ao seu crescimento político, passando por 1974 e FP25, não há quase nada que escape neste livro. Os leitores agradecem.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Deveria ter sido, apenas, uma simples consulta de rotina. Foi o começo de um inesperado internamento. Uma dura experiência de vida, contada na primeira pessoa, onde também se revela o desconhecido mundo dos doentes em isolamento hospitalar e se alerta para o drama escondido do sofrimento dos velhos que nem têm quem os queira de volta.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Deveria ter sido, apenas, uma simples consulta de rotina. Foi o começo de um inesperado internamento. Uma dura experiência de vida, contada na primeira pessoa, onde também se revela o desconhecido mundo dos doentes em isolamento hospitalar e se alerta para o drama escondido do sofrimento dos velhos que nem têm quem os queira de volta.
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Edição: Jul 2023
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As coisas que acabam, os últimos trabalhos que fazemos, o tempo que escasseia — o que significa viver no tempo, criar e nunca saber quando tudo acaba? E se o fim chegar cedo demais na vida de um escritor, de um músico ou de um tenista? Neste livro, Geoff Dyer explora os últimos dias, as últimas obras ou as obras tardias de escritores, pintores, músicos, cineastas e estrelas do desporto que marcaram a nossa memória. Com charme, ironia e inteligência, Dyer revê o colapso de Friedrich Nietzsche em Turim, as reinvenções de antigas canções de Bob Dylan, a pintura de Turner com a sua abstração harmoniosa, a ressurreição tardia de Jean Rhys, as derradeiras melodias de John Coltrane, mas também os últimos quartetos de Beethoven, os poemas finais de Larkin ou as últimas canções dos The Doors, o último sopro criativo de Walter Scott, Wagner, Joyce, Updike ou David Foster Wallace. É um livro sobre o vasto catálogo dos tópicos preferidos de Dyer, que vão do rock à história militar, passando pelo ténis, jazz, drogas, cinema, pintura, fotografia, etc. Com erudição, variedade — e sempre com humor, a sua marca.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As coisas que acabam, os últimos trabalhos que fazemos, o tempo que escasseia — o que significa viver no tempo, criar e nunca saber quando tudo acaba? E se o fim chegar cedo demais na vida de um escritor, de um músico ou de um tenista? Neste livro, Geoff Dyer explora os últimos dias, as últimas obras ou as obras tardias de escritores, pintores, músicos, cineastas e estrelas do desporto que marcaram a nossa memória. Com charme, ironia e inteligência, Dyer revê o colapso de Friedrich Nietzsche em Turim, as reinvenções de antigas canções de Bob Dylan, a pintura de Turner com a sua abstração harmoniosa, a ressurreição tardia de Jean Rhys, as derradeiras melodias de John Coltrane, mas também os últimos quartetos de Beethoven, os poemas finais de Larkin ou as últimas canções dos The Doors, o último sopro criativo de Walter Scott, Wagner, Joyce, Updike ou David Foster Wallace. É um livro sobre o vasto catálogo dos tópicos preferidos de Dyer, que vão do rock à história militar, passando pelo ténis, jazz, drogas, cinema, pintura, fotografia, etc. Com erudição, variedade — e sempre com humor, a sua marca.
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Chamar hoje Velho Continente à Europa é um anacronismo. As transformações verificadas nos últimos anos originaram um admirável mundo novo, com mil encantos ainda por descobrir. Da luxuosa Riviera Basca à nova-rica Moscovo da era pós-soviética, dos históricos portos mediterrânicos da Côte d’Azur às montanhas búlgaras ou às capitais do Báltico, o viajante contemporâneo depara-se com a elegância e o charme de lugares históricos, mas descobre também novas tendências e novos mundos, onde palavras como hip, trendy ou cool são termos que caucionam a modernidade. "A Casa do Mundo" é um livro de apaixonadas narrativas de viagens de um escritor e repórter pasmado com o que o admirável mundo velho tem de novo.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Chamar hoje Velho Continente à Europa é um anacronismo. As transformações verificadas nos últimos anos originaram um admirável mundo novo, com mil encantos ainda por descobrir. Da luxuosa Riviera Basca à nova-rica Moscovo da era pós-soviética, dos históricos portos mediterrânicos da Côte d’Azur às montanhas búlgaras ou às capitais do Báltico, o viajante contemporâneo depara-se com a elegância e o charme de lugares históricos, mas descobre também novas tendências e novos mundos, onde palavras como hip, trendy ou cool são termos que caucionam a modernidade. "A Casa do Mundo" é um livro de apaixonadas narrativas de viagens de um escritor e repórter pasmado com o que o admirável mundo velho tem de novo.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em 2010, o jornalista Tiago Carrasco e dois amigos, o fotógrafo João Henriques e o cameraman João Fontes, decidiram largar os seus empregos mal pagos e concretizar um velho sonho: atravessar o continente africano de automóvel. O pretexto que arranjaram foi o Mundial de Futebol, que se realizava em África pela primeira vez, mas a viagem seria muito mais do que um longo passeio destinado a celebrar o desporto mais popular do mundo - seria, sim, o maior desafio da vida destes três homens.Este é o relato das emoções e das peripécias que Tiago Carrasco e os seus companheiros de estrada viveram ao longo desses 150 dias alucinantes, passados no deserto e na selva, em aldeias perdidas e nos bairros das lata de grandes cidades, em lugares vergados à pobreza e à violência e noutros onde a esperança subsiste apenas por milagre. "Até Lá Abaixo" descreve-nos esta epopeia de 30 mil quilómetros, de Marrocos à África do Sul, passando por 21 países, que é também uma viagem interior aos nossos medos e à nossa capacidade de superar as maiores contrariedades. Uma lição de sobrevivência. E uma aventura inesquecível.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em 2010, o jornalista Tiago Carrasco e dois amigos, o fotógrafo João Henriques e o cameraman João Fontes, decidiram largar os seus empregos mal pagos e concretizar um velho sonho: atravessar o continente africano de automóvel. O pretexto que arranjaram foi o Mundial de Futebol, que se realizava em África pela primeira vez, mas a viagem seria muito mais do que um longo passeio destinado a celebrar o desporto mais popular do mundo - seria, sim, o maior desafio da vida destes três homens.Este é o relato das emoções e das peripécias que Tiago Carrasco e os seus companheiros de estrada viveram ao longo desses 150 dias alucinantes, passados no deserto e na selva, em aldeias perdidas e nos bairros das lata de grandes cidades, em lugares vergados à pobreza e à violência e noutros onde a esperança subsiste apenas por milagre. "Até Lá Abaixo" descreve-nos esta epopeia de 30 mil quilómetros, de Marrocos à África do Sul, passando por 21 países, que é também uma viagem interior aos nossos medos e à nossa capacidade de superar as maiores contrariedades. Uma lição de sobrevivência. E uma aventura inesquecível.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
História de uma refugiada da Coreia do Norte.Relato da vida de Hyeonseo na Coreia do Norte, da sua fuga e da coragem que demonstrou, enquanto adolescente solitária e vulnerável, para levar por diante a sua vida na China. Doze anos e duas vidas depois, regressou à fronteira da Coreia do Norte, decidida a empreender a arriscada missão de levar a mãe e o irmão para a Coreia do Sul, numa jornada árdua, difícil e tão perigosa quanto se possa imaginar.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
História de uma refugiada da Coreia do Norte.Relato da vida de Hyeonseo na Coreia do Norte, da sua fuga e da coragem que demonstrou, enquanto adolescente solitária e vulnerável, para levar por diante a sua vida na China. Doze anos e duas vidas depois, regressou à fronteira da Coreia do Norte, decidida a empreender a arriscada missão de levar a mãe e o irmão para a Coreia do Sul, numa jornada árdua, difícil e tão perigosa quanto se possa imaginar.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Manoel de Oliveira dedicou-se a tempo inteiro ao cinema numa idade em que a maioria das pessoas está já reformada: aos 70 anos. Mas isso não o impediu de filmar durante mais trinta e cinco anos. Este é, por isso, um livro sobre a capacidade de superação dos limites impostos pela vida, um livro acerca de um homem que esteve sempre pronto a começar de novo. Em jovem, foi campeão nacional de salto à vara. E trapezista voador. Nessa mesma altura, realizou o primeiro filme, que foi aplaudido de pé por um Nobel da Literatura. Foi piloto de automóveis, vencendo várias provas. Tirou o brevet de piloto e sobrevoava a quinta da namorada largando cartas de amor. Foi galã de cinema, entrando em A Canção de Lisboa. Foi agricultor no Douro. E, por fim, gestor industrial. Manoel de Oliveira está nos antípodas do convencional, não só no tocante à vida, mas também no que respeita à obra. Neste livro, Paulo José Miranda mergulha no génio do realizador, procurando compreender os filmes que fez à luz das revoluções que ia produzindo em diferentes épocas. Nesse sentido, esta é também, e ao mesmo tempo, uma biografia crítica e uma aproximação do leitor à obra de Oliveira, tardia e tantas vezes mal compreendida. Apesar de constantemente impedido de filmar durante a ditadura, ao dar-se o 25 de Abril, Oliveira perde a fábrica e a casa que mandara construir quando casara. Nessa altura, diz ao produtor Paulo Branco, com quem tinha acabado de fazer o primeiro filme: "Paulo, agora temos de andar para a frente, agora tenho de viver do cinema." O que, efetivamente, irá acontecer e durante muitos anos. Mais de vinte filmes depois, já perto dos 100 anos, Manoel ainda ousa dizer a um velho amigo: "Tenho de pensar no meu futuro."
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Manoel de Oliveira dedicou-se a tempo inteiro ao cinema numa idade em que a maioria das pessoas está já reformada: aos 70 anos. Mas isso não o impediu de filmar durante mais trinta e cinco anos. Este é, por isso, um livro sobre a capacidade de superação dos limites impostos pela vida, um livro acerca de um homem que esteve sempre pronto a começar de novo. Em jovem, foi campeão nacional de salto à vara. E trapezista voador. Nessa mesma altura, realizou o primeiro filme, que foi aplaudido de pé por um Nobel da Literatura. Foi piloto de automóveis, vencendo várias provas. Tirou o brevet de piloto e sobrevoava a quinta da namorada largando cartas de amor. Foi galã de cinema, entrando em A Canção de Lisboa. Foi agricultor no Douro. E, por fim, gestor industrial. Manoel de Oliveira está nos antípodas do convencional, não só no tocante à vida, mas também no que respeita à obra. Neste livro, Paulo José Miranda mergulha no génio do realizador, procurando compreender os filmes que fez à luz das revoluções que ia produzindo em diferentes épocas. Nesse sentido, esta é também, e ao mesmo tempo, uma biografia crítica e uma aproximação do leitor à obra de Oliveira, tardia e tantas vezes mal compreendida. Apesar de constantemente impedido de filmar durante a ditadura, ao dar-se o 25 de Abril, Oliveira perde a fábrica e a casa que mandara construir quando casara. Nessa altura, diz ao produtor Paulo Branco, com quem tinha acabado de fazer o primeiro filme: "Paulo, agora temos de andar para a frente, agora tenho de viver do cinema." O que, efetivamente, irá acontecer e durante muitos anos. Mais de vinte filmes depois, já perto dos 100 anos, Manoel ainda ousa dizer a um velho amigo: "Tenho de pensar no meu futuro."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Meses antes de morrer, sabendo que a morte se aproximava a passos largos, a escritora Cory Taylor resolveu escrever um manifesto. Mas não um documento panfletário. Antes uma reflexão tocante sobre a eutanásia e o suicídio assistido. É esta memória, nas palavras de Julian Barnes "de uma precisão comovente" que, numa tradução de Jorge Reis-Sá e Francisco Silva Pereira se apresenta ao público português.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Meses antes de morrer, sabendo que a morte se aproximava a passos largos, a escritora Cory Taylor resolveu escrever um manifesto. Mas não um documento panfletário. Antes uma reflexão tocante sobre a eutanásia e o suicídio assistido. É esta memória, nas palavras de Julian Barnes "de uma precisão comovente" que, numa tradução de Jorge Reis-Sá e Francisco Silva Pereira se apresenta ao público português.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Maria Eugénia, nascida a 1 de Abril de 1927, foi actriz e cançonetista. Aos dezasseis anos, sem nunca ter representado nem cantado em público, protagonizou a primeira de seis longas metragens que viriam a constituir a sua vida artística, breve mas intensa: "A Menina da Rádio" e "O Leão da Estrela", dois êxitos da longa carreira de Arthur Duarte, que estão entre os clássicos mais amados do cinema português.Entre o inverno de 1944 e o verão de 1947, Maria Eugénia protagonizou seis produções portuguesas, espanholas, e hispano-italianas. Foi quinze vezes capa de revista, e actuou em numerosos espectáculos em Portugal e em Espanha. Na memória de todos ficariam temas como "Sonho de Amor", "O Nosso Bairro" e "Sonhar...", que a sua voz celebrizou. Em 1947, foi convidada para filmar em Itália com Vittorio de Sica. Pouco tempo antes, Amedeo Nazzari tinha-lhe proposto casamento; duas ofertas que Maria Eugénia recusou. No mesmo ano, viria a abandonar o sonho do cinema pelo seu sonho de amor, num tempo em que os dois destinos teriam sido dificilmente conciliáveis.Para a História do cinema português, ficaria uma época em que a indústria cinematográfica tinha como principal recurso o talento dos actores e dos técnicos e como principal alimento um grande público de admiradores dentro e fora do país; mas pouco orçamento, pouco tempo, nenhuns subsídios. Maria Eugénia, com a ajuda da irmã, Maria Antonieta, reuniu um arquivo de documentos que ilustram uma época e um meio artístico desaparecidos, a que este livro regressa.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Maria Eugénia, nascida a 1 de Abril de 1927, foi actriz e cançonetista. Aos dezasseis anos, sem nunca ter representado nem cantado em público, protagonizou a primeira de seis longas metragens que viriam a constituir a sua vida artística, breve mas intensa: "A Menina da Rádio" e "O Leão da Estrela", dois êxitos da longa carreira de Arthur Duarte, que estão entre os clássicos mais amados do cinema português.Entre o inverno de 1944 e o verão de 1947, Maria Eugénia protagonizou seis produções portuguesas, espanholas, e hispano-italianas. Foi quinze vezes capa de revista, e actuou em numerosos espectáculos em Portugal e em Espanha. Na memória de todos ficariam temas como "Sonho de Amor", "O Nosso Bairro" e "Sonhar...", que a sua voz celebrizou. Em 1947, foi convidada para filmar em Itália com Vittorio de Sica. Pouco tempo antes, Amedeo Nazzari tinha-lhe proposto casamento; duas ofertas que Maria Eugénia recusou. No mesmo ano, viria a abandonar o sonho do cinema pelo seu sonho de amor, num tempo em que os dois destinos teriam sido dificilmente conciliáveis.Para a História do cinema português, ficaria uma época em que a indústria cinematográfica tinha como principal recurso o talento dos actores e dos técnicos e como principal alimento um grande público de admiradores dentro e fora do país; mas pouco orçamento, pouco tempo, nenhuns subsídios. Maria Eugénia, com a ajuda da irmã, Maria Antonieta, reuniu um arquivo de documentos que ilustram uma época e um meio artístico desaparecidos, a que este livro regressa.
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A extraordinária história da escalada à montanha mais alta do planeta. Em 1999, João Garcia tornou-se o primeiro português a subir o mítico cume do Evereste. A escalada custou a vida a um seu companheiro, Pascal Debrouwer. O drama foi acompanhado pelas televisões e pela imprensa escrita. Em A mais Alta Solidão, temos o relato na primeira pessoa de tão marcante acontecimento.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A extraordinária história da escalada à montanha mais alta do planeta. Em 1999, João Garcia tornou-se o primeiro português a subir o mítico cume do Evereste. A escalada custou a vida a um seu companheiro, Pascal Debrouwer. O drama foi acompanhado pelas televisões e pela imprensa escrita. Em A mais Alta Solidão, temos o relato na primeira pessoa de tão marcante acontecimento.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um testemunho do holocausto, uma narrativa pessoal (inédita) por uma das mais destacadas figuras da política europeia da segunda metade do século XX. Numa primeira parte do livro, Simone Veil fala da sua infância, da família, recorda o início das perseguições raciais em França, e relata a deportação, a vida nos campos de Drancy, Auschwitz-Birkenau, Bergen-Belsen, e o impacto destes acontecimentos na vida que se lhes seguiu. Na segunda parte, dialoga com antigos companheiros sobreviventes do holocausto, e com a irmã, membro da Resistência, e que reencontrou no fim da guerra. Um extraordinário documento histórico, enriquecido por muitas fotografias (dos anos trinta e de anos recentes): deportada aos 16 anos, Simone Veil veio a tornar-se a francesa mais popular e uma das mulheres mais importantes da política europeia do século XX.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um testemunho do holocausto, uma narrativa pessoal (inédita) por uma das mais destacadas figuras da política europeia da segunda metade do século XX. Numa primeira parte do livro, Simone Veil fala da sua infância, da família, recorda o início das perseguições raciais em França, e relata a deportação, a vida nos campos de Drancy, Auschwitz-Birkenau, Bergen-Belsen, e o impacto destes acontecimentos na vida que se lhes seguiu. Na segunda parte, dialoga com antigos companheiros sobreviventes do holocausto, e com a irmã, membro da Resistência, e que reencontrou no fim da guerra. Um extraordinário documento histórico, enriquecido por muitas fotografias (dos anos trinta e de anos recentes): deportada aos 16 anos, Simone Veil veio a tornar-se a francesa mais popular e uma das mulheres mais importantes da política europeia do século XX.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Isabel do Carmo foi uma das protagonistas de acções armadas contra o Estado Novo. Por exemplo, atacou a base da NATO em Fonte da Telha e assaltou um banco em Alhos Vedros. Neste livro conta pela primeira vez a história completa da sua clandestinidade e dos seus correligionários. Aborda ainda os movimentos similares na Europa dos anos 60 e 70. "Escrevi este livro porque tem havido um défice de informação sobre os factos relacionados com acções armadas que ocorreram antes do 25 de Abril na luta contra a ditadura."
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Isabel do Carmo foi uma das protagonistas de acções armadas contra o Estado Novo. Por exemplo, atacou a base da NATO em Fonte da Telha e assaltou um banco em Alhos Vedros. Neste livro conta pela primeira vez a história completa da sua clandestinidade e dos seus correligionários. Aborda ainda os movimentos similares na Europa dos anos 60 e 70. "Escrevi este livro porque tem havido um défice de informação sobre os factos relacionados com acções armadas que ocorreram antes do 25 de Abril na luta contra a ditadura."
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Um relato surpreendente acerca de uma profissão que se define por actos de cuidado, compaixão e bondade. Observamos Christie enquanto cuida um bebé prematuro que, como por milagre, consegue sobreviver mais uma noite. Ficamos ao lado dela quando o seu paciente agoniza num transplante de coração e pulmão e sentimos o coração apertado ao vê-la lavar o cabelo de uma criança fatalmente ferida num incêndio, tentando retirar o cheiro tóxico de fumo antes que a família chegue.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Um relato surpreendente acerca de uma profissão que se define por actos de cuidado, compaixão e bondade. Observamos Christie enquanto cuida um bebé prematuro que, como por milagre, consegue sobreviver mais uma noite. Ficamos ao lado dela quando o seu paciente agoniza num transplante de coração e pulmão e sentimos o coração apertado ao vê-la lavar o cabelo de uma criança fatalmente ferida num incêndio, tentando retirar o cheiro tóxico de fumo antes que a família chegue.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Prémio Nobel de Literatura São poucos os escritores que conseguiram alcançar o patamar de Elias Canetti, autor de uma importante obra que abrange os mais variados géneros e estilos literários — do romance e ensaio de grande fôlego aos cadernos de apontamentos, dos epigramas ao teatro —, e da qual desponta uma das mais originais e perspicazes reflexões sobre a condição humana em sociedade, combinando erudição com fulgor narrativo. Primeiro dos três volumes que compõem as suas memórias autobiográficas, que se confundem com a atribulada história do século XX, A Língua Resgatada oferece ao leitor um retrato do contexto pessoal e do desenvolvimento criativo de Canetti durante os anos cruciais da sua juventude. Da cidade búlgara da infância, verdadeiro cruzamento de povos e culturas, onde o pequeno Canetti toma contacto com mais de seis línguas diferentes, à cosmopolita Manchester ou da imperial Viena à pacata Zurique, são estes os cenários que moldarão o seu crescimento, sempre sob os efeitos da conturbada relação com a mãe, narrados numa prosa íntima, intensa e veloz, que a Academia Sueca não hesitou em considerar "o ponto cimeiro da sua obra".
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Prémio Nobel de Literatura São poucos os escritores que conseguiram alcançar o patamar de Elias Canetti, autor de uma importante obra que abrange os mais variados géneros e estilos literários — do romance e ensaio de grande fôlego aos cadernos de apontamentos, dos epigramas ao teatro —, e da qual desponta uma das mais originais e perspicazes reflexões sobre a condição humana em sociedade, combinando erudição com fulgor narrativo. Primeiro dos três volumes que compõem as suas memórias autobiográficas, que se confundem com a atribulada história do século XX, A Língua Resgatada oferece ao leitor um retrato do contexto pessoal e do desenvolvimento criativo de Canetti durante os anos cruciais da sua juventude. Da cidade búlgara da infância, verdadeiro cruzamento de povos e culturas, onde o pequeno Canetti toma contacto com mais de seis línguas diferentes, à cosmopolita Manchester ou da imperial Viena à pacata Zurique, são estes os cenários que moldarão o seu crescimento, sempre sob os efeitos da conturbada relação com a mãe, narrados numa prosa íntima, intensa e veloz, que a Academia Sueca não hesitou em considerar "o ponto cimeiro da sua obra".
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 584
Sinopse:
As aventuras de Alexander von Humboldt, o herói esquecido da ciência. Alexander von Humboldt (1769-1859) é o grande cientista esquecido. Deu nome a mais coisas do que qualquer outro: cidades, rios, cordilheiras montanhosas, uma corrente oceânica, um pinguim, uma lula gigante e até o Mare Humboldtianum na Lua. As suas andanças singulares parecem extraídas de um livro de aventuras: Humboldt penetrou na floresta tropical, subiu aos vulcões mais altos do mundo e inspirou príncipes e presidentes, cientistas e poetas. Napoleão invejava-o; a revolução de Simão Bolívar foi alimentada pelas suas ideias; Darwin zarpou a bordo do Beagle por causa dele; e o Capitão Nemo de Júlio Verne tinha lido todos os livros de Humboldt. Ele era simplesmente, como disse um contemporâneo, "o maior homem desde o Dilúvio". Levando-nos numa fantástica viagem na peugada de Humboldt, Andrea Wulf demonstra porque a sua vida e as suas ideias continuam a ser tão importantes ainda hoje. Ele queria conhecer e compreender tudo, e a sua maneira de pensar era tão avançada para o seu tempo que só agora é compreendida. Alexander von Humboldt inventou realmente a maneira como vemos a natureza.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
As aventuras de Alexander von Humboldt, o herói esquecido da ciência. Alexander von Humboldt (1769-1859) é o grande cientista esquecido. Deu nome a mais coisas do que qualquer outro: cidades, rios, cordilheiras montanhosas, uma corrente oceânica, um pinguim, uma lula gigante e até o Mare Humboldtianum na Lua. As suas andanças singulares parecem extraídas de um livro de aventuras: Humboldt penetrou na floresta tropical, subiu aos vulcões mais altos do mundo e inspirou príncipes e presidentes, cientistas e poetas. Napoleão invejava-o; a revolução de Simão Bolívar foi alimentada pelas suas ideias; Darwin zarpou a bordo do Beagle por causa dele; e o Capitão Nemo de Júlio Verne tinha lido todos os livros de Humboldt. Ele era simplesmente, como disse um contemporâneo, "o maior homem desde o Dilúvio". Levando-nos numa fantástica viagem na peugada de Humboldt, Andrea Wulf demonstra porque a sua vida e as suas ideias continuam a ser tão importantes ainda hoje. Ele queria conhecer e compreender tudo, e a sua maneira de pensar era tão avançada para o seu tempo que só agora é compreendida. Alexander von Humboldt inventou realmente a maneira como vemos a natureza.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em 2021 assinalam-se os 700 anos da morte de Dante Alighieri, um poeta que, nas palavras de T. S. Eliot, «divide o mundo com Shakespeare, não havendo um terceiro». Dante, tal como nós, viveu num mundo de violência política e incerteza moral, o que tornou o seu exílio uma agonia e lhe suscitou uma profunda meditação sobre a natureza da felicidade. Em "A Importância de Dante", John Took parte de três obras – Vita Nova, a obra inovadora da sua juventude; Convivio, trabalho maior da sua meia-idade; e a Commedia, o grande projeto da sua maturidade – como mapas para o desenvolvimento de Dante enquanto poeta e filósofo. Estas obras são ainda importantes testemunhos do papel ainda relevante de Dante como guia do nosso bem-estar e felicidade. O pensamento de Dante, que refletiu a fundo sobre o bem-estar não só dos seus contemporâneos mas também dos que "pensarão nestes tempos como antigos", atravessa séculos e confirma o seu merecido estatuto não só como ícone cultural, mas como companheiro de viagem.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em 2021 assinalam-se os 700 anos da morte de Dante Alighieri, um poeta que, nas palavras de T. S. Eliot, «divide o mundo com Shakespeare, não havendo um terceiro». Dante, tal como nós, viveu num mundo de violência política e incerteza moral, o que tornou o seu exílio uma agonia e lhe suscitou uma profunda meditação sobre a natureza da felicidade. Em "A Importância de Dante", John Took parte de três obras – Vita Nova, a obra inovadora da sua juventude; Convivio, trabalho maior da sua meia-idade; e a Commedia, o grande projeto da sua maturidade – como mapas para o desenvolvimento de Dante enquanto poeta e filósofo. Estas obras são ainda importantes testemunhos do papel ainda relevante de Dante como guia do nosso bem-estar e felicidade. O pensamento de Dante, que refletiu a fundo sobre o bem-estar não só dos seus contemporâneos mas também dos que "pensarão nestes tempos como antigos", atravessa séculos e confirma o seu merecido estatuto não só como ícone cultural, mas como companheiro de viagem.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Cixi, a imperatriz viúva (1835-1908) é a mulher mais importante da História da China. Governou a China durante décadas e trouxe um império medieval até aos tempos modernos. Durante uma seleção para consortes reais levada a cabo em todo o reino, Cixi foi escolhida com dezasseis anos para ser uma das inúmeras concubinas do imperador. Ascendendo de uma das mais baixas categorias de concubinato, após a morte do imperador, Cixi tomou o trono aos regentes que haviam sido nomeados por ele, chamando a si a governação da China. Cixi reinou através de tempos historicamente conturbados e de grandes crises internas e externas, e transformou profundamente o país, desenvolvendo todos os setores e infraestruturas necessários a um Estado moderno: indústria, caminhos de ferro, eletricidade e comunicações. Mas desempenhou também um papel importante em reformas sociais que aboliram, por exemplo, práticas de extrema crueldade, como a morte através dos mil cortes ou a tradição de ligar os pés das mulheres.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Cixi, a imperatriz viúva (1835-1908) é a mulher mais importante da História da China. Governou a China durante décadas e trouxe um império medieval até aos tempos modernos. Durante uma seleção para consortes reais levada a cabo em todo o reino, Cixi foi escolhida com dezasseis anos para ser uma das inúmeras concubinas do imperador. Ascendendo de uma das mais baixas categorias de concubinato, após a morte do imperador, Cixi tomou o trono aos regentes que haviam sido nomeados por ele, chamando a si a governação da China. Cixi reinou através de tempos historicamente conturbados e de grandes crises internas e externas, e transformou profundamente o país, desenvolvendo todos os setores e infraestruturas necessários a um Estado moderno: indústria, caminhos de ferro, eletricidade e comunicações. Mas desempenhou também um papel importante em reformas sociais que aboliram, por exemplo, práticas de extrema crueldade, como a morte através dos mil cortes ou a tradição de ligar os pés das mulheres.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 482
Sinopse:
"Número? A4116. […]
Profissão? Eletricista.
O quê? Eletricista? Isso é verdade?
Sim.
Tu sabes puxar fios e essas coisas?
Sim."
Em frente do terrível Dr. Josef Mengele, na fila de seleção de Auschwitz, Franci Rabinek, tentando desviar os olhos do médico da cicatriz que tem na barriga, da operação ao apêndice, mentiu. Uma mentira que lhe salvou a vida. As pessoas com cicatrizes tinham como destino as chaminés. Não era totalmente mentira, o pai, engenheiro eletrotécnico, sempre a encorajara a consertar ligações de fios defeituosas ou eletrodomésticos em casa… No verão de 1942, Franci Rabinek, de vinte e dois anos, foi deportada com o marido e os pais para Terezín, o campo de concentração a norte de Praga. A primeira etapa de uma viagem de três anos, que passaria pelo inferno de Auschwitz-Birkenau, seguindo-se o campo de trabalhos forçados em Hamburgo e por fim Bergen-Belsen. Regressou a Praga, em abril de 1945, depois da libertação pela mão dos britânicos. Conhecida como a estilista de Praga, Franci Rabinek traz-nos nestas suas memórias um relato honesto, cândido e por vezes bem-humorado destes anos sombrios, vividos com as outras prisioneiras do seu círculo de amigos. Uma jornada de vida e de morte, de luta e superação. O testemunho poderoso de uma jovem determinada a sobreviver aos horrores do Holocausto. Uma jornada de vida e de morte, de luta e superação. O testemunho poderoso de uma jovem determinada a sobreviver aos horrores do Holocausto.
Nº Páginas: 482
Sinopse:
"Número? A4116. […]
Profissão? Eletricista.
O quê? Eletricista? Isso é verdade?
Sim.
Tu sabes puxar fios e essas coisas?
Sim."
Em frente do terrível Dr. Josef Mengele, na fila de seleção de Auschwitz, Franci Rabinek, tentando desviar os olhos do médico da cicatriz que tem na barriga, da operação ao apêndice, mentiu. Uma mentira que lhe salvou a vida. As pessoas com cicatrizes tinham como destino as chaminés. Não era totalmente mentira, o pai, engenheiro eletrotécnico, sempre a encorajara a consertar ligações de fios defeituosas ou eletrodomésticos em casa… No verão de 1942, Franci Rabinek, de vinte e dois anos, foi deportada com o marido e os pais para Terezín, o campo de concentração a norte de Praga. A primeira etapa de uma viagem de três anos, que passaria pelo inferno de Auschwitz-Birkenau, seguindo-se o campo de trabalhos forçados em Hamburgo e por fim Bergen-Belsen. Regressou a Praga, em abril de 1945, depois da libertação pela mão dos britânicos. Conhecida como a estilista de Praga, Franci Rabinek traz-nos nestas suas memórias um relato honesto, cândido e por vezes bem-humorado destes anos sombrios, vividos com as outras prisioneiras do seu círculo de amigos. Uma jornada de vida e de morte, de luta e superação. O testemunho poderoso de uma jovem determinada a sobreviver aos horrores do Holocausto. Uma jornada de vida e de morte, de luta e superação. O testemunho poderoso de uma jovem determinada a sobreviver aos horrores do Holocausto.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A acção política de Afonso Costa durante a Primeira Guerra Mundial. Uma análise detalhada do período entre agosto de 1914 e Dezembro de 1917 revela uma série de situações em que o comportamento de Afonso Costa [o político que maior destaque alcançou durante a Primeira República] se mostra ambíguo (senão mesmo contraditório) e as suas decisões nos parecem, hoje, inexplicáveis. São este comportamento e estas decisões que o presente volume propõe explorar. […] Não é, assim, uma história da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, nem uma história política do período: é uma tentativa de narrar e de interpretar o trajecto de uma das figuras-chave da política portuguesa, num momento crucial da vida do país."
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A acção política de Afonso Costa durante a Primeira Guerra Mundial. Uma análise detalhada do período entre agosto de 1914 e Dezembro de 1917 revela uma série de situações em que o comportamento de Afonso Costa [o político que maior destaque alcançou durante a Primeira República] se mostra ambíguo (senão mesmo contraditório) e as suas decisões nos parecem, hoje, inexplicáveis. São este comportamento e estas decisões que o presente volume propõe explorar. […] Não é, assim, uma história da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, nem uma história política do período: é uma tentativa de narrar e de interpretar o trajecto de uma das figuras-chave da política portuguesa, num momento crucial da vida do país."
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Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Aos 30 anos de idade, em Outubro de 1965, Annie Silva Pais, filha única do director da PIDE, toma uma decisão considerada ultrajante para o pai e para o regime português: abandona o marido, a família, os amigos e o país para se entregar à revolução cubana. Desaparece durante três meses. No Portugal de Salazar teme-se que tenha sido raptada para ser utilizada como arma no contexto da luta anticolonial. Quando reaparece, Annie revela uma ardente paixão por Che Guevara, enamora-se do médico pessoal de Fidel Castro, e estabelece uma prolongada relação com o ministro do Interior, José Abrantes. Tradutora e intérprete de Fidel, Annie só regressa a Portugal após o 25 de Abril, para ir visitar o pai à prisão de Peniche… 7.ª edição desta obra distinguida com o Grande Prémio Gazeta de 2002, com novo posfácio dos autores.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Aos 30 anos de idade, em Outubro de 1965, Annie Silva Pais, filha única do director da PIDE, toma uma decisão considerada ultrajante para o pai e para o regime português: abandona o marido, a família, os amigos e o país para se entregar à revolução cubana. Desaparece durante três meses. No Portugal de Salazar teme-se que tenha sido raptada para ser utilizada como arma no contexto da luta anticolonial. Quando reaparece, Annie revela uma ardente paixão por Che Guevara, enamora-se do médico pessoal de Fidel Castro, e estabelece uma prolongada relação com o ministro do Interior, José Abrantes. Tradutora e intérprete de Fidel, Annie só regressa a Portugal após o 25 de Abril, para ir visitar o pai à prisão de Peniche… 7.ª edição desta obra distinguida com o Grande Prémio Gazeta de 2002, com novo posfácio dos autores.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Os segredos e a intimidade do líder histórico revelados pelo seu guarda-costas.Pela primeira vez, a história do regime de Fidel Castro contada a partir de dentro.Responsável pela protecção do Líder Máximo, Juan Reinaldo Sánchez conheceu como poucos - muito poucos - a vida de Fidel Castro. Enquanto guarda-costas pessoal de El Comandante, testemunhou as relações familiares e amorosas do Líder Máximo, as suas horas de lazer e ócio, os seus hábitos alimentares, mas também as estratégias políticas e militares. E dá-nos ainda a conhecer a imensa fortuna de Fidel - composta por um considerável património imobiliário, iates, carros e muito dinheiro, subtraído ao erário público.Sánchez dá-nos o senhor da guerra na Nicarágua e em Angola, autocrata paranoico em casa, espião de excelência, diplomata maquiavélico, com uma vincada obsessão por escutas telefónicas, e cúmplice de traficantes de droga.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Os segredos e a intimidade do líder histórico revelados pelo seu guarda-costas.Pela primeira vez, a história do regime de Fidel Castro contada a partir de dentro.Responsável pela protecção do Líder Máximo, Juan Reinaldo Sánchez conheceu como poucos - muito poucos - a vida de Fidel Castro. Enquanto guarda-costas pessoal de El Comandante, testemunhou as relações familiares e amorosas do Líder Máximo, as suas horas de lazer e ócio, os seus hábitos alimentares, mas também as estratégias políticas e militares. E dá-nos ainda a conhecer a imensa fortuna de Fidel - composta por um considerável património imobiliário, iates, carros e muito dinheiro, subtraído ao erário público.Sánchez dá-nos o senhor da guerra na Nicarágua e em Angola, autocrata paranoico em casa, espião de excelência, diplomata maquiavélico, com uma vincada obsessão por escutas telefónicas, e cúmplice de traficantes de droga.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Os uigures, uma minoria predominantemente muçulmana da China ocidental, vivem numa prisão gigantesca, controlados pelas forças de segurança e por um sofisticado sistema de vigilância biométrico. Mais de um milhão de pessoas desapareceu nos campos de concentração chineses para as minorias muçulmanas. Tahir Hamut Izgil, um destacado intelectual e poeta, não desconhecia a perseguição. Depois de tentar viajar para o estrangeiro em 1996, a polícia torturou-o até ele confessar as acusações forjadas e enviou-o para um campo de trabalhos forçados, para "reeducação". Mas, mesmo após três anos no campo, ele nunca teria previsto a solução radical do governo chinês para a questão uigur, duas décadas depois. Em 2017, a perseguição do povo uigur pelo governo chinês assumiu proporções terríveis. Um por um, os amigos de Tahir foram desaparecendo. Tornou-se claro para ele e para a sua mulher que a fuga do país era a única esperança da família.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Os uigures, uma minoria predominantemente muçulmana da China ocidental, vivem numa prisão gigantesca, controlados pelas forças de segurança e por um sofisticado sistema de vigilância biométrico. Mais de um milhão de pessoas desapareceu nos campos de concentração chineses para as minorias muçulmanas. Tahir Hamut Izgil, um destacado intelectual e poeta, não desconhecia a perseguição. Depois de tentar viajar para o estrangeiro em 1996, a polícia torturou-o até ele confessar as acusações forjadas e enviou-o para um campo de trabalhos forçados, para "reeducação". Mas, mesmo após três anos no campo, ele nunca teria previsto a solução radical do governo chinês para a questão uigur, duas décadas depois. Em 2017, a perseguição do povo uigur pelo governo chinês assumiu proporções terríveis. Um por um, os amigos de Tahir foram desaparecendo. Tornou-se claro para ele e para a sua mulher que a fuga do país era a única esperança da família.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Quarenta anos de prática clínica, quarenta anos à escuta dos amantes. Júlio Machado Vaz cumpriu recentemente quarenta anos de prática clínica, quarenta anos passados num consultório médico à escuta de histórias de dilemas e desesperos, paixões e reencontros – quarenta anos à escuta dos amantes. Neste livro, aquele que é um dos mais prestigiados e acarinhados especialistas portugueses na área dos relacionamentos amorosos parte daquilo que aprendeu com os seus pacientes para uma reflexão sobre si mesmo e sobre a medicina que pratica, ensina e sonha. Mas "À Escuta dos Amantes" é também uma porta para o pensamento tão apurado quanto caleidoscópico com que Júlio Machado Vaz analisa a vida. Nestas páginas, o autor não esconde algumas intimidades: do romance sempre adiado, passando pelo olhar do cidadão sobre o quotidiano, até ao diário da digressão poética e musical jamais imaginada. Este é um livro de quem toda a vida tem tentado escutar as palavras – e o inevitável amor – com isenta ferocidade.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Quarenta anos de prática clínica, quarenta anos à escuta dos amantes. Júlio Machado Vaz cumpriu recentemente quarenta anos de prática clínica, quarenta anos passados num consultório médico à escuta de histórias de dilemas e desesperos, paixões e reencontros – quarenta anos à escuta dos amantes. Neste livro, aquele que é um dos mais prestigiados e acarinhados especialistas portugueses na área dos relacionamentos amorosos parte daquilo que aprendeu com os seus pacientes para uma reflexão sobre si mesmo e sobre a medicina que pratica, ensina e sonha. Mas "À Escuta dos Amantes" é também uma porta para o pensamento tão apurado quanto caleidoscópico com que Júlio Machado Vaz analisa a vida. Nestas páginas, o autor não esconde algumas intimidades: do romance sempre adiado, passando pelo olhar do cidadão sobre o quotidiano, até ao diário da digressão poética e musical jamais imaginada. Este é um livro de quem toda a vida tem tentado escutar as palavras – e o inevitável amor – com isenta ferocidade.
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Edição: Ago 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Nascida no Líbano, Yasmeena era jovem, bela e sofisticada. Tinha formação universitária, falava fluentemente inglês e trabalhava como assistente de bordo. Era também virgem e conservadora, como mandava a tradição familiar. O seu mundo ruiu no dia em que o avião em que deveria sair do Kuwait ficou retido no aeroporto. Saddam Hussein acabara de invadir o país. A guerra começava. No meio do caos, Yasmeena foi enclausurada numa prisão controlada por soldados iraquianos. A violação e a tortura faziam parte da rotina. A impunidade era total. Após o brutal ataque de que foi alvo às mãos do chefe da prisão, Yasmeena fechou-se em si própria e na sua dor… até ao momento em que conheceu Lana, cujo destino estava à mercê de um sádico. Por temer pela vida da amiga, Yasmeena usou o seu frágil poder junto do chefe. Mas a sua coragem teve um preço. Para salvar Lana, Yasmeena foi forçada a fazer uma escolha... Há muito que Jean Sasson queria revelar ao mundo a história de Yasmeena. Mas sabia que, por ser sexualmente explícita, seria difícil de publicar. Contudo, Yasmeena nunca abandonou os seus pensamentos. E, um dia, Jean Sasson simplesmente soube que era a altura certa para a partilhar e impedir que a verdade sobre o que passou entre as paredes daquela prisão caísse no esquecimento. Chocante e comovente, este é um relato fundamental sobre um crime de guerra menosprezado: a violação. Um grito contra o silêncio a que as suas vítimas são condenadas para a vida.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Nascida no Líbano, Yasmeena era jovem, bela e sofisticada. Tinha formação universitária, falava fluentemente inglês e trabalhava como assistente de bordo. Era também virgem e conservadora, como mandava a tradição familiar. O seu mundo ruiu no dia em que o avião em que deveria sair do Kuwait ficou retido no aeroporto. Saddam Hussein acabara de invadir o país. A guerra começava. No meio do caos, Yasmeena foi enclausurada numa prisão controlada por soldados iraquianos. A violação e a tortura faziam parte da rotina. A impunidade era total. Após o brutal ataque de que foi alvo às mãos do chefe da prisão, Yasmeena fechou-se em si própria e na sua dor… até ao momento em que conheceu Lana, cujo destino estava à mercê de um sádico. Por temer pela vida da amiga, Yasmeena usou o seu frágil poder junto do chefe. Mas a sua coragem teve um preço. Para salvar Lana, Yasmeena foi forçada a fazer uma escolha... Há muito que Jean Sasson queria revelar ao mundo a história de Yasmeena. Mas sabia que, por ser sexualmente explícita, seria difícil de publicar. Contudo, Yasmeena nunca abandonou os seus pensamentos. E, um dia, Jean Sasson simplesmente soube que era a altura certa para a partilhar e impedir que a verdade sobre o que passou entre as paredes daquela prisão caísse no esquecimento. Chocante e comovente, este é um relato fundamental sobre um crime de guerra menosprezado: a violação. Um grito contra o silêncio a que as suas vítimas são condenadas para a vida.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Até hoje inéditas, estas cartas são agora publicadas nos idiomas originais — francês e inglês — e em tradução portuguesa. A notável troca de correspondência publicada neste volume faz-se sobretudo entre Calouste Gulbenkian, que se encontra em Lisboa, e o seu único neto, Mikaël Essayan, aluno de um colégio interno britânico, na década de 1940, em plena guerra. Os pais de Mikaël estão em Paris, então ocupada pelos nazis, e a comunicação directa com o filho é quase impossível. Gulbenkian responsabiliza-se pela educação do neto, que faz parte de uma minoria no seio da cultura britânica dominante, e enfrenta os desafios sociais e académicos dessa condição. Além disso, tem de lidar com a ausência dos pais, um tio manipulador e um avô que se preocupa profundamente com ele mas pretende controlar todos os aspectos da sua vida. Tudo indica que Gulbenkian quer preparar Mikaël para se tornar seu sucessor nos negócios, herdeiro do nome da família e do seu legado.Estas cartas são porventura o melhor testemunho para compreendermos os valores, as ideias e as convicções mais profundas do Sr. 5%, um homem de natureza eminentemente privada. Além das decisões sobre assuntos importantes e mundanos da vida do seu "delfim", ficamos a saber o que significava para Gulbenkian uma "boa" educação, o que ele pensava acerca da identidade arménia, como acreditava que um "cavalheiro" deveria comportar-se, o que era para si um presente de Natal adequado.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Até hoje inéditas, estas cartas são agora publicadas nos idiomas originais — francês e inglês — e em tradução portuguesa. A notável troca de correspondência publicada neste volume faz-se sobretudo entre Calouste Gulbenkian, que se encontra em Lisboa, e o seu único neto, Mikaël Essayan, aluno de um colégio interno britânico, na década de 1940, em plena guerra. Os pais de Mikaël estão em Paris, então ocupada pelos nazis, e a comunicação directa com o filho é quase impossível. Gulbenkian responsabiliza-se pela educação do neto, que faz parte de uma minoria no seio da cultura britânica dominante, e enfrenta os desafios sociais e académicos dessa condição. Além disso, tem de lidar com a ausência dos pais, um tio manipulador e um avô que se preocupa profundamente com ele mas pretende controlar todos os aspectos da sua vida. Tudo indica que Gulbenkian quer preparar Mikaël para se tornar seu sucessor nos negócios, herdeiro do nome da família e do seu legado.Estas cartas são porventura o melhor testemunho para compreendermos os valores, as ideias e as convicções mais profundas do Sr. 5%, um homem de natureza eminentemente privada. Além das decisões sobre assuntos importantes e mundanos da vida do seu "delfim", ficamos a saber o que significava para Gulbenkian uma "boa" educação, o que ele pensava acerca da identidade arménia, como acreditava que um "cavalheiro" deveria comportar-se, o que era para si um presente de Natal adequado.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Claire Guest passeava os seus cães quando Daisy, uma labrador vermelho-raposa, começou a roçar insistentemente o focinho no seu peito, enquanto a fitava com os seus grandes olhos castanhos. Sentindo que alguma coisa não estava bem, Claire consultou o médico de família e não tardou a descobrir que tinha um tumor cancerígeno - muito fundo e difícil de diagnosticar. Daisy salvou-lhe a vida, porque farejara o seu cancro. Com a sua formação científica e uma enorme paixão por cães, Claire intuiu que Daisy e os seus amigos caninos poderiam salvar muito mais vidas, e fundou a instituição Medical Detection Dogs. Apesar de terem sido confrontados com muitos desafios, Claire e os seus cães provaram ser capazes de dar um contributo notável à deteção do cancro, e mudaram a vida de muitas pessoas gravemente doentes, e das suas famílias. Esta é a história de como a nossa relação com os cães pode gerar a capacidade de salvar vidas, e mudar, não apenas o mundo da medicina, como também as nossas próprias vidas.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Claire Guest passeava os seus cães quando Daisy, uma labrador vermelho-raposa, começou a roçar insistentemente o focinho no seu peito, enquanto a fitava com os seus grandes olhos castanhos. Sentindo que alguma coisa não estava bem, Claire consultou o médico de família e não tardou a descobrir que tinha um tumor cancerígeno - muito fundo e difícil de diagnosticar. Daisy salvou-lhe a vida, porque farejara o seu cancro. Com a sua formação científica e uma enorme paixão por cães, Claire intuiu que Daisy e os seus amigos caninos poderiam salvar muito mais vidas, e fundou a instituição Medical Detection Dogs. Apesar de terem sido confrontados com muitos desafios, Claire e os seus cães provaram ser capazes de dar um contributo notável à deteção do cancro, e mudaram a vida de muitas pessoas gravemente doentes, e das suas famílias. Esta é a história de como a nossa relação com os cães pode gerar a capacidade de salvar vidas, e mudar, não apenas o mundo da medicina, como também as nossas próprias vidas.
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