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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Transportando-nos para o dia-a-dia da empresa, Gonçalo Reis percorre os bastidores da organização do Festival Eurovisão em Lisboa ou do lançamento dos arquivos históricos online, ao mesmo tempo que passa em revista a internacionalização da produção de séries, a chegada de conteúdos da televisão pública à Netflix, as sucessivas apostas no digital e, igualmente, temas controversos como a importância das audiências, o apoio ao cinema português, as opções editoriais e o orçamento da RTP. Numa escrita límpida e envolvente, Serviço Público traz-nos também matéria de reflexão, que importa explorar, sobre o potencial da indústria dos conteúdos e sobre a relevância do sector cultural para a afirmação de um certo conceito de país, deixando ainda propostas para uma gestão mais eficaz das empresas públicas e a transformação do próprio Estado.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Transportando-nos para o dia-a-dia da empresa, Gonçalo Reis percorre os bastidores da organização do Festival Eurovisão em Lisboa ou do lançamento dos arquivos históricos online, ao mesmo tempo que passa em revista a internacionalização da produção de séries, a chegada de conteúdos da televisão pública à Netflix, as sucessivas apostas no digital e, igualmente, temas controversos como a importância das audiências, o apoio ao cinema português, as opções editoriais e o orçamento da RTP. Numa escrita límpida e envolvente, Serviço Público traz-nos também matéria de reflexão, que importa explorar, sobre o potencial da indústria dos conteúdos e sobre a relevância do sector cultural para a afirmação de um certo conceito de país, deixando ainda propostas para uma gestão mais eficaz das empresas públicas e a transformação do próprio Estado.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os humanos são os animais mais curiosos, emotivos, imaginativos, agressivos e misteriosos do planeta. São também animais que não se veem a si próprios como animais. Mas será que os humanos se conhecem assim tão bem? "Ser Animal, Ser Humano" conta a história do que significa ser humano e defende que, no cerne da nossa existência, há uma luta profunda com o facto de sermos também animais. A nossa psique esforça-se por separar a humanidade do resto da natureza, e inventou ideologias sofisticadas para reforçar esta tese. Além de decifrar o mistério de como evoluiu este modo de pensar, este livro examina as formas diversificadas como ele afeta a nossa vida, da política ao modo como nos distanciámos das outras espécies. Viajamos desde a origem do Homo sapiens, passando pelas revoluções agrária e industrial, até à era da internet e mais além, ao futuro da Inteligência Artificial e das interfaces humano-máquina. Melanie Challenger analisa o modo como a tecnologia influencia a visão que temos da nossa natureza animal e o nosso relacionamento com as outras espécies com quem partilhamos o nosso frágil planeta.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os humanos são os animais mais curiosos, emotivos, imaginativos, agressivos e misteriosos do planeta. São também animais que não se veem a si próprios como animais. Mas será que os humanos se conhecem assim tão bem? "Ser Animal, Ser Humano" conta a história do que significa ser humano e defende que, no cerne da nossa existência, há uma luta profunda com o facto de sermos também animais. A nossa psique esforça-se por separar a humanidade do resto da natureza, e inventou ideologias sofisticadas para reforçar esta tese. Além de decifrar o mistério de como evoluiu este modo de pensar, este livro examina as formas diversificadas como ele afeta a nossa vida, da política ao modo como nos distanciámos das outras espécies. Viajamos desde a origem do Homo sapiens, passando pelas revoluções agrária e industrial, até à era da internet e mais além, ao futuro da Inteligência Artificial e das interfaces humano-máquina. Melanie Challenger analisa o modo como a tecnologia influencia a visão que temos da nossa natureza animal e o nosso relacionamento com as outras espécies com quem partilhamos o nosso frágil planeta.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A Segurança Privada é uma atividade de destaque no contexto económico português.Este livro acentua a relevância da atividade de Segurança Privada, com uma caraterização alargada contribuindo para uma visão abrangente sobre a atividade, o setor e os principais e mais significativos requisitos, obrigações e formalismos inerentes.Esta obra reveste-se de especial interesse na medida em que apresenta dados sobre os três conceitos em análise recolhidos na base do setor, ou seja, no Pessoal de Vigilância.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A Segurança Privada é uma atividade de destaque no contexto económico português.Este livro acentua a relevância da atividade de Segurança Privada, com uma caraterização alargada contribuindo para uma visão abrangente sobre a atividade, o setor e os principais e mais significativos requisitos, obrigações e formalismos inerentes.Esta obra reveste-se de especial interesse na medida em que apresenta dados sobre os três conceitos em análise recolhidos na base do setor, ou seja, no Pessoal de Vigilância.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
De uma campanha eleitoral, todos ficamos a conhecer os temas principais, as palavras mais fortes, as sondagens diárias, as promessas e as acusações, as melhores imagens e os momentos decisivos. Tudo isto é dissecado ao pormenor por um vasto leque de comentadores dispersos pelos mais variados meios de comunicação, fazedores de opinião de diferentes quadrantes políticos que detêm, também eles, muito poder. Fomos saber o que pensam sobre isto alguns dos mais importantes comentadores do país: António Vitorino, Bagão Félix, Bernardino Soares, Fernando Rosas, Francisco Louçã, Jorge Coelho, Luís Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Marques Lopes, Pedro Santana Lopes e Otávio Teixeira. Com a tensão a crescer a cada dia, a emoção da campanha culmina, por fim, na noite de todas as decisões: vitória para uns, decepção para outros. Tudo isto é público. Mas há muito numa eleição para lá do que o cidadão comum vê e sabe. Entre as conturbadas negociações para a realização do debate televisivo, a minuciosa preparação dos candidatos para o combate, as intrigas nos bastidores e os segredos dos negócios televisivos, ficaram muitas histórias por contar. Conheça-as aqui, pela mão de uma das mais relevantes jornalistas portuguesas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
De uma campanha eleitoral, todos ficamos a conhecer os temas principais, as palavras mais fortes, as sondagens diárias, as promessas e as acusações, as melhores imagens e os momentos decisivos. Tudo isto é dissecado ao pormenor por um vasto leque de comentadores dispersos pelos mais variados meios de comunicação, fazedores de opinião de diferentes quadrantes políticos que detêm, também eles, muito poder. Fomos saber o que pensam sobre isto alguns dos mais importantes comentadores do país: António Vitorino, Bagão Félix, Bernardino Soares, Fernando Rosas, Francisco Louçã, Jorge Coelho, Luís Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Marques Lopes, Pedro Santana Lopes e Otávio Teixeira. Com a tensão a crescer a cada dia, a emoção da campanha culmina, por fim, na noite de todas as decisões: vitória para uns, decepção para outros. Tudo isto é público. Mas há muito numa eleição para lá do que o cidadão comum vê e sabe. Entre as conturbadas negociações para a realização do debate televisivo, a minuciosa preparação dos candidatos para o combate, as intrigas nos bastidores e os segredos dos negócios televisivos, ficaram muitas histórias por contar. Conheça-as aqui, pela mão de uma das mais relevantes jornalistas portuguesas.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A espiral de gastos com saúde é controlável? Os hospitais públicos estão condenados à ineficiência? A privatização da oferta é a solução para a crise? Ambicionar um SNS geral e universal é um sonho ou um pesadelo? Uma obra essencial para compreender a organização do sistema de cuidados de saúde, escrita por uma das personalidades mais idóneas e respeitadas deste setor. Um livro em linguagem acessível, fluente mas rigorosa, que é um guia indispensável para profissionais de saúde, políticos, jornalistas e todos os interessados em entender as diferentes opções que se colocam e perceber os sacrifícios que necessariamente encerram. Correia de Campos conduz o leitor numa visita guiada a um conjunto de falácias e inverdades sobre a saúde, que de tantas vezes amplificadas pelos meios de comunicação social tendem a assumir-se como senso comum. Elas são aqui pacientemente desmontadas e escalpelizadas, permitindo ao leitor formar convicções próprias e sustentar as suas escolhas.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A espiral de gastos com saúde é controlável? Os hospitais públicos estão condenados à ineficiência? A privatização da oferta é a solução para a crise? Ambicionar um SNS geral e universal é um sonho ou um pesadelo? Uma obra essencial para compreender a organização do sistema de cuidados de saúde, escrita por uma das personalidades mais idóneas e respeitadas deste setor. Um livro em linguagem acessível, fluente mas rigorosa, que é um guia indispensável para profissionais de saúde, políticos, jornalistas e todos os interessados em entender as diferentes opções que se colocam e perceber os sacrifícios que necessariamente encerram. Correia de Campos conduz o leitor numa visita guiada a um conjunto de falácias e inverdades sobre a saúde, que de tantas vezes amplificadas pelos meios de comunicação social tendem a assumir-se como senso comum. Elas são aqui pacientemente desmontadas e escalpelizadas, permitindo ao leitor formar convicções próprias e sustentar as suas escolhas.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um apelo urgente e impossível de ignorar que nos força a abrir os olhos e a mente para o estado de emergência climática que vivemos hoje. Jonathan Safran Foer, um dos mais brilhantes, originais e promissores escritores da sua geração, sabe que é da maior gravidade a crise ambiental que vivemos hoje, e que é vital o envolvimento de todos nós na solução deste problema. Por isso, escreveu "Salvar o Planeta Começa ao Pequeno-Almoço Porque o clima somos nós". Porque é urgente conhecermos os números, mas mais importante ainda é sentirmos que eles têm um efeito directo nas nossas vidas e, sobretudo, que cada um, individualmente, apesar da nossa humana relutância em mudarmos os nossos hábitos, pode fazer um mundo de diferença.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um apelo urgente e impossível de ignorar que nos força a abrir os olhos e a mente para o estado de emergência climática que vivemos hoje. Jonathan Safran Foer, um dos mais brilhantes, originais e promissores escritores da sua geração, sabe que é da maior gravidade a crise ambiental que vivemos hoje, e que é vital o envolvimento de todos nós na solução deste problema. Por isso, escreveu "Salvar o Planeta Começa ao Pequeno-Almoço Porque o clima somos nós". Porque é urgente conhecermos os números, mas mais importante ainda é sentirmos que eles têm um efeito directo nas nossas vidas e, sobretudo, que cada um, individualmente, apesar da nossa humana relutância em mudarmos os nossos hábitos, pode fazer um mundo de diferença.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Neste novo livro de Daniel Sampaio encontramos algumas respostas para temas dos nossos dias. Algumas questões tratadas para as quais encontrará propostas de solução:· Como proceder perante a utilização excessiva dos computadores pelos mais novos.· O que se entende por alienação parental, guarda partilhada e responsabilidades parentais em divórcios litigiosos.· O que são pais tóxicos e como podem os filhos reagir.· O padrasto pode fazer de pai ou não? O livro diz que sim.· Por que razão está tão difícil a relação entre o professor e o aluno nas nossas escolas? Que poderemos melhorar?· Vale a pena ensinar "Os Lusíadas" como se faz agora?· Que atitude tomar perante os jovens que bebem em excesso?· Que fazer com as recordações do Natal da nossa infância?· Vale a pena acreditar na mentira do ranking das escolas? O autor diz que não.Se gosta de ler também aqui encontrará críticas a livros de ficção. Se prefere cinema leia também apreciações a filmes recentes. São textos curtos que não o deixarão indiferente.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Neste novo livro de Daniel Sampaio encontramos algumas respostas para temas dos nossos dias. Algumas questões tratadas para as quais encontrará propostas de solução:· Como proceder perante a utilização excessiva dos computadores pelos mais novos.· O que se entende por alienação parental, guarda partilhada e responsabilidades parentais em divórcios litigiosos.· O que são pais tóxicos e como podem os filhos reagir.· O padrasto pode fazer de pai ou não? O livro diz que sim.· Por que razão está tão difícil a relação entre o professor e o aluno nas nossas escolas? Que poderemos melhorar?· Vale a pena ensinar "Os Lusíadas" como se faz agora?· Que atitude tomar perante os jovens que bebem em excesso?· Que fazer com as recordações do Natal da nossa infância?· Vale a pena acreditar na mentira do ranking das escolas? O autor diz que não.Se gosta de ler também aqui encontrará críticas a livros de ficção. Se prefere cinema leia também apreciações a filmes recentes. São textos curtos que não o deixarão indiferente.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A História mostrou que, não obstante todas as vicissitudes e dificuldades, a Rússia é um país com fortes raízes europeias. Os grandes momentos da sua existência estão ligados ao Velho Continente. Resta apenas continuar à procura do melhor modus vivendi entre todos os povos europeus, onde as suas tradições, costumes e direitos sejam respeitados.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A História mostrou que, não obstante todas as vicissitudes e dificuldades, a Rússia é um país com fortes raízes europeias. Os grandes momentos da sua existência estão ligados ao Velho Continente. Resta apenas continuar à procura do melhor modus vivendi entre todos os povos europeus, onde as suas tradições, costumes e direitos sejam respeitados.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Uma portuguesa de 74 anos contraria o medo que sente no Rio de Janeiro e sai de casa à noite, para se encontrar com o seu advogado. Horas depois é assassinada com tiros no peito e na cabeça. O corpo acaba estendido à beira de uma estrada de terra batida, sem luz, e ali permanece até ao amanhecer, quando moradores da região o avistam. Por pouco não é enterrada como indigente, por não ter identificação. Seria uma grande ironia do destino. A idosa fora companheira de um dos homens mais ricos do mundo, Lúcio Tomé Feteira. Só duas semanas depois se ligou o seu desaparecimento ao corpo encontrado em Saquarema. Questionado pela polícia, o seu advogado português conta que levou a cliente para um encontro com uma mulher misteriosa, cuja existência nunca se provou. A disputar parte de uma imensa fortuna, a idosa passou os últimos anos de vida em lutas judiciais no Brasil, em Portugal e na Suíça. Um jornalista português, que acompanhou a investigação, e um comissário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que esteve à frente do caso, revelam os bastidores de um complexo puzzle, que se desdobra em diversas geografias e atinge a elite nacional.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Uma portuguesa de 74 anos contraria o medo que sente no Rio de Janeiro e sai de casa à noite, para se encontrar com o seu advogado. Horas depois é assassinada com tiros no peito e na cabeça. O corpo acaba estendido à beira de uma estrada de terra batida, sem luz, e ali permanece até ao amanhecer, quando moradores da região o avistam. Por pouco não é enterrada como indigente, por não ter identificação. Seria uma grande ironia do destino. A idosa fora companheira de um dos homens mais ricos do mundo, Lúcio Tomé Feteira. Só duas semanas depois se ligou o seu desaparecimento ao corpo encontrado em Saquarema. Questionado pela polícia, o seu advogado português conta que levou a cliente para um encontro com uma mulher misteriosa, cuja existência nunca se provou. A disputar parte de uma imensa fortuna, a idosa passou os últimos anos de vida em lutas judiciais no Brasil, em Portugal e na Suíça. Um jornalista português, que acompanhou a investigação, e um comissário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que esteve à frente do caso, revelam os bastidores de um complexo puzzle, que se desdobra em diversas geografias e atinge a elite nacional.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O TRABALHO PRECÁRIO EM PORTUGAL - Um fenómeno quase invisível, reflexo de um mal-estar social e com consequências devastadoras. O Brexit em Inglaterra, a eleição de Donald Trump e de Jair Bolsonaro, a ascensão da extrema-direita em vários países da Europa: tudo isto são sintomas de um enorme mal-estar social. Neste contexto de esvaziamento de aspirações e expectativas em relação ao futuro, há um fenómeno devastador em crescimento no mercado de trabalho europeu e português, que continua a ser "invisível": a precariedade laboral. Este livro, que conta com o testemunho de 24 jovens portugueses, olha para um dos grupos mais afectados pela crise económica-financeira, procurando aferir o verdadeiro impacto da banalização do trabalho precário. Muitos jovens enfrentam hoje situações de estágios não-remunerados, bolsas de investigação consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e outros, muitas vezes durante vários anos, mergulhando num ciclo de incerteza que não compromete apenas o seu presente - rouba-lhes a possibilidade de traçarem projectos de vida e tem consequências sociais para todos nós.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O TRABALHO PRECÁRIO EM PORTUGAL - Um fenómeno quase invisível, reflexo de um mal-estar social e com consequências devastadoras. O Brexit em Inglaterra, a eleição de Donald Trump e de Jair Bolsonaro, a ascensão da extrema-direita em vários países da Europa: tudo isto são sintomas de um enorme mal-estar social. Neste contexto de esvaziamento de aspirações e expectativas em relação ao futuro, há um fenómeno devastador em crescimento no mercado de trabalho europeu e português, que continua a ser "invisível": a precariedade laboral. Este livro, que conta com o testemunho de 24 jovens portugueses, olha para um dos grupos mais afectados pela crise económica-financeira, procurando aferir o verdadeiro impacto da banalização do trabalho precário. Muitos jovens enfrentam hoje situações de estágios não-remunerados, bolsas de investigação consecutivas, contratos a termo, recibos verdes e outros, muitas vezes durante vários anos, mergulhando num ciclo de incerteza que não compromete apenas o seu presente - rouba-lhes a possibilidade de traçarem projectos de vida e tem consequências sociais para todos nós.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Responde Se És Homem - Epístolas aos incrédulos" é um grito de protestode Rita Ferro contra o exasperante silêncio dos homens face àsconstantes provocações que as mulheres lhes fazem, todos os dias ea todas as horas, designadamente em questões que põem em causa asua coragem, o seu carácter ou a sua virilidade. Talvez por isso, demoroua escolher o alvo para descarregar a perplexidade e a frustraçãoque lhe causam o que ela própria considera a "insultuosa demissãomasculina". Será desamor? Despotismo? Indiferença? Ou, pior ainda,preguiça? Felizmente, encontrou, no perfil de Raul Miguel Rosado Fernandes,insuspeito a todos os títulos, alguém capaz de responder emnome do seu género, lastimando-o ou defendendo-o, sem batotas,com a distância dos sábios e a ironia dos maduros. Um diálogo apaixonante,onde a vida e a história se entrelaçam num duelo divertido,vivo, inteligente e sexuado.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Responde Se És Homem - Epístolas aos incrédulos" é um grito de protestode Rita Ferro contra o exasperante silêncio dos homens face àsconstantes provocações que as mulheres lhes fazem, todos os dias ea todas as horas, designadamente em questões que põem em causa asua coragem, o seu carácter ou a sua virilidade. Talvez por isso, demoroua escolher o alvo para descarregar a perplexidade e a frustraçãoque lhe causam o que ela própria considera a "insultuosa demissãomasculina". Será desamor? Despotismo? Indiferença? Ou, pior ainda,preguiça? Felizmente, encontrou, no perfil de Raul Miguel Rosado Fernandes,insuspeito a todos os títulos, alguém capaz de responder emnome do seu género, lastimando-o ou defendendo-o, sem batotas,com a distância dos sábios e a ironia dos maduros. Um diálogo apaixonante,onde a vida e a história se entrelaçam num duelo divertido,vivo, inteligente e sexuado.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro para conhecer, no terreno, junto dos empresários, chefias e trabalhadores, as histórias de luta, foco e garra. Portugal não é um país cor-de-rosa. Mas esta descida ao país real, sem esconder os problemas, mostra quem faz bem e procura sempre fazer melhor
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro para conhecer, no terreno, junto dos empresários, chefias e trabalhadores, as histórias de luta, foco e garra. Portugal não é um país cor-de-rosa. Mas esta descida ao país real, sem esconder os problemas, mostra quem faz bem e procura sempre fazer melhor
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
De perto, ninguém é normal. Se pararmos um segundo para observar as pessoas com quem convivemos no dia a dia, vamos com certeza identificar o chefe obsessivo, a namorada sempre desconfiada, o amigo que sabe falar apenas de si mesmo. Eles estão à nossa volta, e não percebem o sofrimento que causam a si próprios e a quem tem de lidar com eles - são os psicopatas do quotidiano. Neste livro, Katia Mecler identifica dez tipos de transtorno de personalidade e explica os traços psicológicos característicos de cada um deles. Podemos assim descobrir como são as mentes perturbadas e aprender a lidar com elas sem abrir mão da convivência.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
De perto, ninguém é normal. Se pararmos um segundo para observar as pessoas com quem convivemos no dia a dia, vamos com certeza identificar o chefe obsessivo, a namorada sempre desconfiada, o amigo que sabe falar apenas de si mesmo. Eles estão à nossa volta, e não percebem o sofrimento que causam a si próprios e a quem tem de lidar com eles - são os psicopatas do quotidiano. Neste livro, Katia Mecler identifica dez tipos de transtorno de personalidade e explica os traços psicológicos característicos de cada um deles. Podemos assim descobrir como são as mentes perturbadas e aprender a lidar com elas sem abrir mão da convivência.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Edward Bernays estabeleceu as bases para aquilo a que chamamos marketing político. Recorreu à palavra "propaganda", criada pela Igreja Católica e entretanto desacreditada, para definir o modo como "um governo invisível manipula as nossas mentes, gostos e ideias." É esse o mecanismo oculto que o propagandista analisa e com o qual trabalha. Sobrinho de Sigmund Freud, Bernays soube ler como ninguém todos os modos de manipulação de massas e este livro tornou-se a bíblia do conselho em relações públicas, definição inventada pelo próprio. Foi ele também o criador de ferramentas hoje comuns na comunicação política e empresarial como o target mailing e o product placement. O mais reputado guru da comunicação em Portugal, Luís Paixão Martins, traduziu e organizou esta edição especial, dedicando à figura de Bernays, profeta dos propagandistas (no melhor sentido da palavra), um extenso ensaio inicial.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Edward Bernays estabeleceu as bases para aquilo a que chamamos marketing político. Recorreu à palavra "propaganda", criada pela Igreja Católica e entretanto desacreditada, para definir o modo como "um governo invisível manipula as nossas mentes, gostos e ideias." É esse o mecanismo oculto que o propagandista analisa e com o qual trabalha. Sobrinho de Sigmund Freud, Bernays soube ler como ninguém todos os modos de manipulação de massas e este livro tornou-se a bíblia do conselho em relações públicas, definição inventada pelo próprio. Foi ele também o criador de ferramentas hoje comuns na comunicação política e empresarial como o target mailing e o product placement. O mais reputado guru da comunicação em Portugal, Luís Paixão Martins, traduziu e organizou esta edição especial, dedicando à figura de Bernays, profeta dos propagandistas (no melhor sentido da palavra), um extenso ensaio inicial.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Eles estão a observar-nos. Sabem que estamos a ler estas palavras. Os governos e centenas de companhias espiam-nos, e a todas as pessoas que conhecemos. A cada minuto do dia. Sem a nossa autorização, ou mesmo sem que disso tenhamos consciência, estão a registar a nossa localização, os nossos gostos, os nossos relacionamentos, os nossos medos, o nosso historial médico e a partilhar tudo isto entre eles. Reivindicar a nossa privacidade é a única maneira de podermos retomar o controlo das nossas vidas e das nossas sociedades. Os governos e as companhias detêm demasiado poder, e esse poder tem origem em nós - nos nossos dados. A privacidade é tanto coletiva como pessoal, e chegou o momento de recuperarmos o controlo sobre ela. Um bom conto - segundo Hemingway - deve ser como um icebergue: o que se vê é sempre menos do que aquilo que se mantém oculto debaixo de água e que é o que dá densidade, mistério, força e significado ao que flutua à superfície. Os contos deste livro cumprem cabalmente esta premissa.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Eles estão a observar-nos. Sabem que estamos a ler estas palavras. Os governos e centenas de companhias espiam-nos, e a todas as pessoas que conhecemos. A cada minuto do dia. Sem a nossa autorização, ou mesmo sem que disso tenhamos consciência, estão a registar a nossa localização, os nossos gostos, os nossos relacionamentos, os nossos medos, o nosso historial médico e a partilhar tudo isto entre eles. Reivindicar a nossa privacidade é a única maneira de podermos retomar o controlo das nossas vidas e das nossas sociedades. Os governos e as companhias detêm demasiado poder, e esse poder tem origem em nós - nos nossos dados. A privacidade é tanto coletiva como pessoal, e chegou o momento de recuperarmos o controlo sobre ela. Um bom conto - segundo Hemingway - deve ser como um icebergue: o que se vê é sempre menos do que aquilo que se mantém oculto debaixo de água e que é o que dá densidade, mistério, força e significado ao que flutua à superfície. Os contos deste livro cumprem cabalmente esta premissa.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vamos recuar os relógios até 1989. O Muro de Berlim acaba de cair, e com ele a ameaça comunista. Francis Fukuyama decreta "o fim da história": já nada poderá deter as democracias liberais. Passou um quarto de século. Em vários pontos do globo, mesmo nas democracias mais funcionais, abrem-se fissuras. Segundo Yascha Mounk, três transformações sísmicas explicam o fenómeno. Primeiro, a economia estagnou, e a perda do poder de compra acarretou uma maior desigualdade de rendimentos. Segundo, intensificaram-se os movimentos migratórios, agudizando o sentimento de revolta contra imigrantes. Terceiro, as redes sociais deram voz a uma série de partidos e líderes populistas que antes não tinham tempo de antena - e o que eles prometem, embora irrealizável, é o que as pessoas querem ouvir. É um cocktail explosivo. E os resultados estão à vista. O Brexit, ou as vitórias de Trump e de Bolsonaro são exemplos gritantes - porque mais próximos. Mas mesmo dentro da aparentemente inexpugnável fortaleza europeia abrem-se brechas - da escalada da extrema-direita na Hungria à subida ao poder de populistas nos países mediterrânicos. À nossa porta temos a Turquia, mais longe ainda a Venezuela de Chávez e Maduro ou a Índia de Modi. Yascha Mounk, considerado um dos maiores especialistas mundiais na matéria, aponta como causa o crescente divórcio entre os direitos individuais e a vontade popular - um dos combates do século: Povo vs. Democracia.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vamos recuar os relógios até 1989. O Muro de Berlim acaba de cair, e com ele a ameaça comunista. Francis Fukuyama decreta "o fim da história": já nada poderá deter as democracias liberais. Passou um quarto de século. Em vários pontos do globo, mesmo nas democracias mais funcionais, abrem-se fissuras. Segundo Yascha Mounk, três transformações sísmicas explicam o fenómeno. Primeiro, a economia estagnou, e a perda do poder de compra acarretou uma maior desigualdade de rendimentos. Segundo, intensificaram-se os movimentos migratórios, agudizando o sentimento de revolta contra imigrantes. Terceiro, as redes sociais deram voz a uma série de partidos e líderes populistas que antes não tinham tempo de antena - e o que eles prometem, embora irrealizável, é o que as pessoas querem ouvir. É um cocktail explosivo. E os resultados estão à vista. O Brexit, ou as vitórias de Trump e de Bolsonaro são exemplos gritantes - porque mais próximos. Mas mesmo dentro da aparentemente inexpugnável fortaleza europeia abrem-se brechas - da escalada da extrema-direita na Hungria à subida ao poder de populistas nos países mediterrânicos. À nossa porta temos a Turquia, mais longe ainda a Venezuela de Chávez e Maduro ou a Índia de Modi. Yascha Mounk, considerado um dos maiores especialistas mundiais na matéria, aponta como causa o crescente divórcio entre os direitos individuais e a vontade popular - um dos combates do século: Povo vs. Democracia.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Acreditei e já perdi a fantasia de uma nação luso-brasileira de espírito, à qual todos os que tivemos a sorte de experimentar os dois países pudéssemos pertencer. Por essa fantasia, vivi anos a escrever sobre Portugal no Brasil e sobre o Brasil em Portugal. Neste livro, alinhado por ordem alfabética, são os nomes de batismo a formar a sequência dos entrevistados. Porque é a vida privada que vou espreitando através do discurso direto, e a primeira pessoa do singular que tento guardar intacta no texto. E o desvio da formalidade para a linguagem coloquial, com as suas entoações, as suas perplexidades, as suas incursões no passado, os seus momentos de emoção.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Acreditei e já perdi a fantasia de uma nação luso-brasileira de espírito, à qual todos os que tivemos a sorte de experimentar os dois países pudéssemos pertencer. Por essa fantasia, vivi anos a escrever sobre Portugal no Brasil e sobre o Brasil em Portugal. Neste livro, alinhado por ordem alfabética, são os nomes de batismo a formar a sequência dos entrevistados. Porque é a vida privada que vou espreitando através do discurso direto, e a primeira pessoa do singular que tento guardar intacta no texto. E o desvio da formalidade para a linguagem coloquial, com as suas entoações, as suas perplexidades, as suas incursões no passado, os seus momentos de emoção.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados três outros títulos de Miguel Real: "Nova Teoria do Mal", "Nova Teoria da Felicidade" e "Nova Teoria do Sebastianismo".
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados três outros títulos de Miguel Real: "Nova Teoria do Mal", "Nova Teoria da Felicidade" e "Nova Teoria do Sebastianismo".
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
De todos os países da Europa, Portugal é o mais vulnerável às alterações climáticas. Por um lado, sofremos com o aumento da temperatura e com a diminuição da chuva que são próprios de um clima com influência mediterrânica; por outro, estamos expostos à agressividade do oceano Atlântico, também ele vítima da poluição e das emissões de gases com efeito de estufa. Os fenómenos extremos vão intensificar-se em todo o mundo, mas é no litoral que as consequências serão mais severas - e o nosso país está na linha da frente. Este livro apresenta o impacto das alterações climáticas para os próximos cinquenta anos em Portugal. É uma projecção, não uma premonição. Foram ouvidos trinta especialistas de diferentes áreas, da geografia à biologia, da saúde à física. Por sermos um país que reúne tanto conhecimento científico, existe uma esperança de que as medidas necessárias sejam concretizadas. Ainda estamos a tempo de evitar o pior dos cenários. Saiba o que pode, ou não, acontecer.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
De todos os países da Europa, Portugal é o mais vulnerável às alterações climáticas. Por um lado, sofremos com o aumento da temperatura e com a diminuição da chuva que são próprios de um clima com influência mediterrânica; por outro, estamos expostos à agressividade do oceano Atlântico, também ele vítima da poluição e das emissões de gases com efeito de estufa. Os fenómenos extremos vão intensificar-se em todo o mundo, mas é no litoral que as consequências serão mais severas - e o nosso país está na linha da frente. Este livro apresenta o impacto das alterações climáticas para os próximos cinquenta anos em Portugal. É uma projecção, não uma premonição. Foram ouvidos trinta especialistas de diferentes áreas, da geografia à biologia, da saúde à física. Por sermos um país que reúne tanto conhecimento científico, existe uma esperança de que as medidas necessárias sejam concretizadas. Ainda estamos a tempo de evitar o pior dos cenários. Saiba o que pode, ou não, acontecer.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
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