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Nº Páginas: 312
Sinopse:
Eis alguns factos: as mulheres vivem mais tempo do que os homens. Têm um sistema imunitário mais forte. Em geral, são melhores a combater o cancro e a sobreviver à fome, e até conseguem ver o mundo numa gama mais ampla de cores. As mulheres são simplesmente mais fortes do que os homens em todas as fases da vida. Mas porquê? E porque nos ensinam o contrário? Baseando-se nas suas experiências clínicas, o Dr. Shäron Moalem descobriu o porquê de as mulheres prevalecerem sobre os homens em matéria de resiliência, intelecto, vigor, imunidade e muito mais. A resposta reside na genética: os dois cromossomas X femininos proporcionam uma poderosa vantagem de sobrevivência.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A Máquina do Ódio mostra de que forma as redes sociais são manipuladas por líderes populistas e as campanhas de difamação funcionam como uma censura trabalhada por exércitos de trolls, depois espalhados por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. Os bastidores dessas reportagens e os ataques de que Patrícia Campos Mello foi alvo servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no mundo, numa prosa simultaneamente pessoal e objetiva. Acompanhando eleições na Índia, nos EUA e no Brasil, mas também campanhas violentas na Venezuela, Nicarágua ou Hungria, a repórter mostra como combate e que armas possui esse exército na sua guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de história recente das democracias, A Máquina do Ódio é também um manifesto em defesa da informação.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com o romance "O Que Diz Molero", Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido. Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema. Depois de "Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez" e de "Gráfico de Vendas com Orquídea", a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A queda da PT, vendida ao desbarato à Altice em 2015, é um espelho de duas décadas de democracia em Portugal. Uma empresa que chegou a ter cerca de 20 mil trabalhadores, e cujas acções valeram 13,9 euros, é hoje um gigante ferido. O valor bolsista caiu para mínimos históricos e a força de trabalho foi quase reduzida metade. Como é que tudo isso aconteceu? Alda Martins e Alexandra Machado escreveram sobre a PT ao longo de anos. E neste livro reúnem a história possível daquela que foi a jóia da coroa do nosso tecido empresarial. Uma empresa tecnologicamente inovadora, com uma estratégia clara e ambições globais, que não resistiu à crise, à ganância dos accionistas, à ingenuidade gritante de alguns dos seus gestores e à implosão do BES. Entre o início e o fim, desfilam os casos que fizeram as manchetes dos jornais. Lucros fabulosos, dividendos chorudos, a épica entrada na Bolsa de Nova Iorque, a compra da Vivo (que se perderia mais tarde); e depois o reverso da medalha, o enorme rombo no porta-aviões que foi a OPA da Sonae, as golden-share de José Sócrates, o descalabro do Banco Espírito Santo, a perda do braço de ferro com os brasileiros da Oi. É uma história com protagonistas claros: de gestores estrela como Zeinal Bava (que acumularam prémios mas caíram em desgraça) a accionistas fulgurantes como a Ongoing (que hoje lutam pela sobrevivência). E revela uma enorme promiscuidade entre a classe política e a PT, numa imparável dança dos gestores do governo para a administração. Sempre com Ricardo Salgado nos bastidores, sempre com o BES a receber comissões sonantes.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A História Não Acabou" é um livro de um "apolítico", no sentido que Thomas Mann deu à expressão - alguém que, como a maior parte de nós, encontra mais prazer num dia de praia do que na crónica política. Porém, quando o corpo social se deteriora, se desgasta pela agressão, pondo em jogo os valores em que acreditamos, então são necessários o protesto, o testemunho, a tomada de posição, a análise, a sátira. Nascidos de artigos escritos para o jornal Corriere della Sera, os capítulos de "A História Não Acabou" abordam, entre muitas outras questões incontornáveis nas sociedades contemporâneas, a laicidade, liberta do equívoco que a contrapõe à fé; a necessidade e os limites do diálogo entre as culturas; a relação entre o Estado e a Igreja ou entre a ética e o direito; o espírito religioso; a crescente regressão irracionalista; a involução política que nos últimos anos tem feito perigar os valores elementares da democracia e do liberalismo.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"A Grande Escolha" é um livro para as gerações que, nos últimos vinte anos, viveram quase sempre em crise. As mesmas que têm dificuldade em se emancipar e questionam se a culpa desse estagnação não é, afinal, da globalização. Numa altura em que os populistas exploram a falta de esperança e se vive uma crise internacional sem precedentes, Adolfo Mesquita Nunes faz uma defesa apaixonada do Mundo global e diz-nos como podemos melhorar e aperfeiçoar a globalização. Apontando os erros e as consequências de os países se fecharem sobre si próprios, o autor mostra como a abertura do Mundo é o maior instrumento de progresso de toda a História e enumera sete grandes desafios da actualidade - desigualdade, emprego, salários, habitação, dependência externa, monopólios digitais e fiscalidade internacional -, traçando linhas de acção para os resolvermos quanto antes. Um livro de perguntas e respostas para quem tem dúvidas sobre o caminho que o Mundo está a tomar e desconfia de soluções fáceis para problemas complexos.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como é que o PS perdeu as eleições e formou governo com a ajuda da CDU e do Bloco de Esquerda? A Geringonça que governa Portugal nasceu como uma tábua dos afogados para salvar socialistas, comunistas, verdes e bloquistas dos seus terríveis destinos. "É Geringonça, mas funciona", disse, logo no início, António Costa. Quatro anos depois, já se pode saber como funcionou, de facto, a Geringonça. Comunistas e bloquistas não se suportam. Disputam a reivindicação de cada uma das medidas populares do PS e nunca reúnem em simultâneo com o governo. O Presidente da República, à espera de que a direita portuguesa se recomponha, tem sido o anjo da guarda deste arranjo político. A jornalista Inês Serra Lopes entrevistou políticos, economistas e professores e conta como foi possível misturar o impensável, a água e o azeite, percorrendo alguns dos casos da célebre XIII Legislatura, desde a chamada crise dos professores à bandeira da qualidade dos serviços públicos, encontrada pelo PS logo após as eleições europeias de 2019. Um livro que nos conduz pelo interior da Geringonça e nos mostra como esta se equilibrou no poder.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Esta obra é um fortíssimo contributo para nos ajudar na problematização do nosso tempo e do nosso espaço - espaço geográfico (CPLP) e espaço afetivo (a língua). O autor, especialista de comércio internacional e um apaixonado do Mundo Lusófono, apresenta neste livro uma interessante descrição e reflexão sobre a situação da Economia Global em que vivemos.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Histórias incríveis do mundo submarino. Um livro maravilhoso (e eloquente) sobre os mistérios do fundo do mar e os seus habitantes, cheios de segredos e poderes mágicos. "Soubemos descer das árvores mas nunca conquistámos o mar. Na água, todos os peixes o dirão, não vemos tudo. Porque não é suficiente ver as coisas." Os salmões da Gronelândia recordam os perfumes da Bretanha e regressam ao lugar onde nasceram. As baleias comunicam em ondas e frequências que nos surpreendem sempre. O ruído provocado pelos arenques confundiu a Marinha sueca, que pensou tratar-se de um submarino russo. E as sardinhas? Como é possível que um peixe tão simples consiga, em cardume, ser tão organizado (cabendo 15 sardinhas por metro cúbico) e nunca chocarem umas com as outras, escapar dos predadores ou procurar comida em grupo? Como é possível as conchas das vieiras emitirem cânticos no fundo do mar? Como é "construída" a luz fluorescente das medusas? Porque podemos dizer que o bacalhau "descobriu a América"? Este livro leva-nos ao fundo do mar para mergulharmos nas profundezas da ciência e da história, onde as lendas são — muitas vezes — mais credíveis do que a incrível realidade e as histórias que os oceanos encerram. Bill François transporta-nos com simplicidade e humor ao encontro das baleias que fazem música ou do bacalhau que descobriu a América. Mostra a sabedoria da sardinha e a destreza do atum-rabilho, faz-nos ouvir a voz do cavalo-marinho e o canto das vieiras.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Manifesto dos 74 deu o mote: é imperioso reestruturar a dívida. Este livro vai mais longe e apresenta três propostas europeias de reestruturação. Sejamos realistas: se nada for feito, a austeridade vai continuar por muitos anos; com a austeridade não haverá crescimento económico, e sem crescimento Portugal arrisca-se a não conseguir pagar o que deve. É mau para a zona euro mas pior ainda para os portugueses, que continuarão sufocados pelo garrote da dívida. A solução, argumenta João Cravinho, é dotar a União Europeia de mecanismos que permitam reestruturar a dívida pública criando a "folga" necessária ao crescimento. O Manifesto dos 74, que uniu personalidades portuguesas dos mais diversos quadrantes políticos, já tinha alertado para a imperiosa necessidade da reestruturação. João Cravinho, um dos mentores do documento, desmistifica as origens da crise da dívida (que são essencialmente bancárias); recorda exemplos históricos de reestruturação sem recurso à austeridade e analisa números e argumentos que sublinham a falta de credibilidade da estratégia oficial de redução da dívida. Há alternativas. Fiel ao espírito do manifesto reúne aqui três diferentes abordagens à reestruturação: a defendida por James K. Galbraith, Stuart Holland e Yanis Varoufakis, o ensaio PADRE e a solução proposta pelo Conselho de Peritos Económicos da Alemanha. Há outras saídas, mas na essência não diferem muito das apresentadas neste livro. O que falta é a coragem política de escolher um caminho. Nesse sentido A Dívida Pública Portuguesa, antecipa a forçosa discussão sobre o tema que vai dominar a política portuguesa (e europeia) nos próximos anos.
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Deus não existe e as religiões são perniciosas e causadoras da maior parte dos males do mundo? Provar que a resposta só pode ser afirmativa é o objectivo desta obra, que ocupou o top de vendas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. Orgulhosamente ateu, o autor pensa que a maioria dos cientistas também o foram e são, dando o ateísmo um contributo fundamental para uma sociedade mais feliz, porque livre. Os argumentos filosófico-religiosos a favor da existência de Deus são de extrema debilidade. Darwinista convicto, vê na selecção natural a chave de explicação da evolução, acabando com a ilusão de um Deus pessoal criador e de um "desígnio inteligente". Obra retumbantemente polémica, acusada de superficialidade unilateral e fundamentalismo cientificista, tem a pretensão de tornar ateus todos os seus leitores religiosos. Optimismo presumido e ingénuo, obrigará, de qualquer modo, os crentes a mais lucidez.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
O livro é uma reflexão crítica que acompanha, a par e passo, o ano de 2004 nas várias vertentes da crise que assolou Portugal - financeira, económica, social, moral e psicológica. Mário Soares refere "datas, acontecimentos e opções que não devem ser tão depressa esquecidos, até que a poeira dos dias, com toda a razão, os faça, misericordiosamente, desaparecer..." (do Prefácio). No entanto, a parte IV é constituída por um ensaio, ou "escrito de intervenção", como o autor lhe chama, "para alertar os portugueses que eventualmente o lerem - sem alarmismo - para a crise que aí está e para a obrigação que todos temos de ajudar a superá-la", propondo "algumas soluções, seguramente polémicas, de natureza terapêutica, para a debelar". Sublinhando que não se trata de um livro de conselhos, mas tão-somente de "uma reflexão livre, de um homem livre, que não enjeita os seus deveres cívicos" (do Prefácio), este texto, sintomaticamente intitulado "E Agora?", começa por uma breve rememoração do percurso do autor pelos factos histórico-políticos mais marcantes do século XX e do início deste século, até à chegada da crise que atinge actualmente o país. Analisando a situação presente, e particularmente o panorama exposto na campanha eleitoral que está a decorrer, Mário Soares parte então para uma análise política dos dados em presença e das possibilidades após os resultados das eleições do próximo dia 20: as vitórias por maioria relativa ou absoluta, as coligações que se dissolveram e as que poderão, ou não, vir a formar-se, bem como as expectativas de cada um dos vários parceiros e adversários, concluindo pela absoluta necessidade de que o governo que resulte destas eleições seja , em todo o caso, um governo de "salvação nacional", patriótico e não partidarista, que possa assegurar uma "viragem radical" em relação ao passado próximo. O autor explica aqueles que são, quanto a si, os três desafios fundamentais e inadiáveis que serão colocados ao futuro governo: a reforma da Administração Pública, a reforma da Justiça e a reforma da Economia e Finanças.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
O livro procura, primeiro, indagar os pilares americanos e europeus da crise financeira de 2007 e das crises subsequentes, ditas de dívida soberana, incluindo o elemento sempre presente das teorias da conspiração sobre a turbação contínua. Depois, debruça-se o escrito sobre o caso português. Salienta alguns traços relevantes, desde o fim do segundo governo de Sócrates às correntes experiências, em torno da adequação aos memorandos de entendimento com a missão internacional de assistência, vulgo troika, e passa em revista domínios que parecem relevantes.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Muitas pessoas acreditam que são livres de criar o próprio destino. Mas, e se o livre-arbítrio não existir? E se a nossa vida estiver em grande medida predeterminada, programada no nosso cérebro? E se as escolhas que fazemos do que comemos, de quem amamos ou mesmo daquilo em que acreditamos não forem de modo algum escolhas? A neurociência desafia tudo o que pensamos saber acerca de nós próprios e revela a maneira como tomamos decisões e criamos a nossa própria realidade, ignorando o papel da mente inconsciente. Saberá, por exemplo, que: é possível que as ansiedades e as fobias passem de geração em geração numa família? Os genes e os recetores do prazer e da recompensa do cérebro determinam quanto comemos? Conseguimos "farejar" o parceiro sexual ideal graças aos genes que dão à nossa prole a melhor probabilidade de sobrevivência?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Por que é que a criminalidade em Nova Iorque caiu de repente em meados da década de 90? Como é que um escritor desconhecido acaba por se tornar um recorde de vendas? Por que é que o tabaco entre os adolescentes está fora de controlo, quando toda a gente sabe que fumar mata? O que é que faz com que programas de televisão como Rua Sésamo sejam tão eficazes a ensinar as crianças a ler? Neste livro brilhante e inovador, Malcolm Gladwell investiga porque é que grandes mudanças na sociedade acontecem tão de repente e tão inesperadamente. Ideias, comportamentos, mensagens e produtos muitas vezes espalham-se como surtos de uma doença contagiosa. Assim como uma única pessoa pode estar na origem de uma epidemia de gripe, também um cliente satisfeito consegue encher as mesas de um novo restaurante. Trata-se de epidemias sociais e o momento em que arrancam, quando atingem a massa crítica, é o "Ponto de Viragem". "A Chave do Sucesso" é uma aventura intelectual escrita com um entusiasmo contagioso pelo poder e alegria das ideias novas. Mas acima de tudo é um mapa rodoviário para a mudança, com uma mensagem profundamente esperançosa — uma pessoa imaginativa que coloque a alavanca no sítio certo pode mudar o mundo.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo dos catorze anos que A. E. Hotchner passou a viajar com Ernest Hemingway, coligiu um incalculável manancial de experiências, histórias e observações do escritor nas costas de carteiras de fósforos, guardanapos e pedaços de papel. Pronunciando-se sobre tudo, desde a guerra a mulheres e à escrita, as palavras de Hemingway são ao mesmo tempo engraçadas e pungentes, revelando um interessante retrato do gigante literário americano e do mundo que tomou de assalto. Com fotografias a preto e branco que abrangem quase duas décadas da vida do escritor, "A Boa Vida segundo Hemingway" é uma exuberante celebração do seu extraordinário génio e da aventura caótica da sua vida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Um conjunto de crónicas de José Saramago, publicadas pela primeira vez no vespertino A Capital (1969) e no mítico Jornal do Fundão (1971-1972). Uma escrita fluida para falar de "foguetes e lágrimas" ou de "o melhor amigo do homem". E de "quando morri virado ao mar". Para nos contar o seu gosto pelos museus e as pedras velhas. Para nos dizer que "não há nada mais vivo do que a aguarela de Albrecht Dürer". Para responder que: "Se alguém me perguntar o que é o tempo, declaro logo a minha ignorância: não sei." São mais de 60 crónicas, pequenas histórias sobre temas variados e, na aparência, inocentes, já que a censura vigente não permitia grandes atrevimentos. Ainda que por entre as subtilezas de linguagem se possam encontrar alguma farpas." Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998 Caligrafia da capa por ADELINO GOMES
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Em "A Arte de Viajar", Alain de Botton fala dos prazeres e desilusões de viajar. Tratando, entre outras coisas, de aeroportos, tapetes exóticos, romances de férias e minibares de hotel, este livro cheio de humor, surpreendente e provocador, revela as motivações escondidas, expectativas e complicações das nossas viagens por esse mundo fora. Acompanhando-o nesta viagem encontram-se escritores, artistas e pensadores que foram inspirados pela viagem em todas as suas formas: Gustave Flaubert, Edward Hopper, Baudelaire, Wordsworth, Van Gogh, Ruskin – todos eles preparados para nos darem as suas visões sobre o curioso negócio de viajar. O antídoto perfeito para aqueles guias que nos dizem que fazer quando lá chegarmos, "A Arte de Viajar" tenta explicar porque é que escolhemos tal sítio em primeiro lugar – e sugere, modestamente, como podemos aprender a ser mais felizes nas nossas viagens.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Especialmente destinado aos "tímidos de ambos os sexos" e escrito com uma razoável doze de humor, como convém nestas circunstâncias., este "Arte de Engatar", escrito em linguagem simples e acessível ao cidadão comum, é um manual de consulta fácil e (quase) obrigatória por parte daqueles que têm problemas comportamentais na área do relacionamento sexual.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Nenhuma pessoa sensata se interessa por moscas." Embora sejam elas o ponto de partida irónico utilizado pelo autor deste livro para observar o mundo com outros olhos. A meio caminho entre livro de memórias, lição de história natural e reflexão filosófica, "A Arte de Coleccionar Moscas" é uma surpreendente meditação sobre a felicidade: encantadora, contemplativa e cheia de humor. A partir da biografia do grande entomologista sueco René Malaise e da sua própria vida, Sjöberg fala da lentidão, da poesia da espera, do desejo de colecionar que compensa o caos da existência, do ambiente e de escritores como Chatwin, Kundera e D.H. Lawrence, também eles fascinados pelo colecionismo; porque, como acredita o autor, "no fundo, somos todos colecionadores de moscas, mesmo que não o saibamos".
Nº Páginas: 166
Sinopse:
A Arte da Fuga é um livro sobre a intimidade, experiência emocional só possível com proximidade face a outro, partilha de sentimentos entre duas pessoas e maturidade construída ao longo de uma viagem. Nesta obra fala-se de afectos positivos e negativos, de comunicação clara e paradoxal, de espaços privados e de serviços psiquiátricos públicos.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: Dos autores bestsellers Ezra Klein e Derek Thompson, Abundância oferece uma visão transformadora para enfrentar os grandes desafios do nosso tempo. Traçar a história global do século XXI até agora é traçar uma história de crescente inacessibilidade e escassez. Após anos a recusar-se a construir habitações suficientes, todo o país enfrenta uma crise habitacional nacional. Passados anos de cortes na imigração, não temos trabalhadores suficientes. Depois de décadas de deslocalização da produção industrial, temos escassez de chips para automóveis e computadores. Apesar de décadas de alertas sobre as consequências das alterações climáticas, não construímos nada que se aproxime da infraestrutura de energia limpa de que precisamos. A crise que agora está a ganhar destaque vem a acumular-se há anos porque não temos construído o suficiente. O progresso requer a capacidade de ver promessas, em vez de apenas perigos, na criação de novas ideias e projetos e um instinto para projetar sistemas e instituições que tornem a construção possível. Num livro que explora como podemos passar de um liberalismo que não apenas protege e preserva, mas também constrói, Klein e Thompson traçam as barreiras políticas, económicas e culturais ao progresso e como podemos adotar uma mentalidade voltada para a abundância, e não para a escassez, para superá-las.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana designa-se por "Singularidade tecnológica". Faz parte das novas buzzwords da futurologia contemporânea e a sua importância é sublinhada em numerosas previsões de gurus da tecnologia como Ray Kurzweil (chefe de projetos da Google) ou Nick Bostrom (da respeitável Universidade de Oxford). Alguns cientistas e investidores, como Stephen Hawking e Bill Gates, partilham estas perspetivas e manifestam a sua preocupação. Ameaça à humanidade e/ou promessa de uma "trans-humanidade", este novo milenarismo não para de se expandir. As máquinas irão tornar-se mais inteligentes e mais poderosas do que nós? Estará no nosso futuro uma cibersociedade de onde a humanidade será marginalizada? Ou conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo o nosso espírito para supercomputadores?
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Esta é a memória que tenho de Francisco Sá Carneiro, como homem, no curto período de menos de dois anos em que tivemos contacto. A morte trágica que teve, as circunstâncias emocionais em que ocorreu, a coragem de enfrentar preconceitos por causa de uma paixão assumida com rigor e verdade, o combate pelo qual sacrificialmente deu a vida, tudo isso o agigantou aos meus olhos, fazendo-me até aderir ao PSD um ano a seguir à data da sua morte, como um gesto simbólico de continuidade do seu combate." - Nota do autor.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A minha vida pessoal e o meu percurso profissional deram-me a possibilidade de analisar a sociedade portuguesa, a economia, a governação e a realidade europeia e mundial com algum grau de pormenor, permitindo-me sistematizar um conjunto interpretações sobre a complexa situação a que chegámos e formular um conjunto de propostas para a alterar, que tenho transmitido frequentemente em intervenções públicas, em televisão, em conferências ou debates. Não sou candidato a nada, nem sou político, sou jornalista, mas aqui está O Meu Programa de Governo - que é muito mais do que isso, é um conjunto de propostas de renovação da sociedade portuguesa, não certamente uma proposta exaustiva, mas com um grau de pormenor suficiente para convidar a reflectir quem tem os vários poderes de decisão, politico, económico, social, cultural e para promover as mudanças de fundo de que Portugal precisa. Se são propostas úteis ou não, será vosso o julgamento!
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Há poucas outras histórias na Bíblia com tanto drama e ação, tanto fogo de artifício narrativo e emoção pura, como os que encontramos no conto de Sansão: a batalha com o leão; as trezentas raposas a arder; as mulheres com quem dormiu, e a única que amou; a traição por parte de todas as mulheres da sua vida, desde a sua mãe Dalila; e, no final, o seu suicídio homicida, quando fez desabar a casa sobre si próprio e três mil filisteus. Contudo, para além da fera impulsividade, do caos e do barulho, podemos entrever uma história de vida que é, no fundo, a viagem atormentada de uma alma isolada, solitária e turbulenta, que nunca encontrou, em lado algum, um verdadeiro lar no mundo, cujo corpo era ele próprio um duro lugar de exílio." Em "O Mel do Leão", David Grossman escolhe um dos mais vivos e controversos personagens da Bíblia. Ao revisitar a famosa luta de Sansão com o Leão, as suas muitas mulheres e a traição de todas elas - incluindo a única que ele amou - Grossman dá-nos uma provocatória visão da história e do seu clímax, a última ação mortal de Sansão quando faz ruir um templo sobre ele próprio e milhares de filisteus. Numa prosa extremamente lúcida, Grossman revela-nos a vida de uma alma só e torturada, que nunca encontrou uma verdadeira casa no mundo, que nunca se sentiu bem no seu corpo e que, poderão dizer alguns, foi o percursor dos modernos bombistas suicidas. Uma viagem fascinante e controversa pela história e psicologia de uma das personagens mais significativas da Bíblia, que lança um novo olhar sobre o passado, projetando-o no mundo de hoje.
