829 produtos
Ordenar por:
829 produtos
Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 64
Sinopse:
José Gil prossegue neste livro a sua investigação sobre os processos individuais e colectivos de subjectivação em Portugal. Quais são esses processos neste período marcado pela globalização, a crise económica e a hegemonia política do PS? Que formas assume essa subjectivação quando "a falha de sentido que as promessas por cumprir do 25 de Abril não conseguiram colmatar" foi suprida por antigos hábitos e "mentalidades"? Reinventando conceitos de Ferenczi e Foucault no sentido de uma abordagem original, José Gil mostra como os portugueses tentaram conquistar "formas de subjectivação individuais em desfasamento ou inadequação aos quadros de vida colectiva que se iam edificando progressivamente". O autor de "Portugal Hoje: O Medo de Existir" considera que "fizemos da identidade o território da sujectividade" e "esforçamo-nos por resistir ao "fora" que aí vem, do exterior ou do interior, que ameaça destruir as nossas velhas subjectividades". Em sua opinião, a única maneira de remover o obstáculo da "identidade" é "deixarmos de ser primeiro portugueses para poder existir primeiro como homens". É à luz dessa preocupação que se analisa o discurso dos actuais governantes que consideram que Portugal entrou "num processo irreversível de modernização", um discurso "anti-ideológico e de via única" em que a avaliação "surge como método universal de formação de identidades". José Gil aborda em particular o "chico-espertismo" enquanto fenómeno que atravessa todo o "tipo de subjectividade da nossa sociedade, sendo transversal a todas as classes, grupos, géneros e gerações".
Nº Páginas: 64
Sinopse:
José Gil prossegue neste livro a sua investigação sobre os processos individuais e colectivos de subjectivação em Portugal. Quais são esses processos neste período marcado pela globalização, a crise económica e a hegemonia política do PS? Que formas assume essa subjectivação quando "a falha de sentido que as promessas por cumprir do 25 de Abril não conseguiram colmatar" foi suprida por antigos hábitos e "mentalidades"? Reinventando conceitos de Ferenczi e Foucault no sentido de uma abordagem original, José Gil mostra como os portugueses tentaram conquistar "formas de subjectivação individuais em desfasamento ou inadequação aos quadros de vida colectiva que se iam edificando progressivamente". O autor de "Portugal Hoje: O Medo de Existir" considera que "fizemos da identidade o território da sujectividade" e "esforçamo-nos por resistir ao "fora" que aí vem, do exterior ou do interior, que ameaça destruir as nossas velhas subjectividades". Em sua opinião, a única maneira de remover o obstáculo da "identidade" é "deixarmos de ser primeiro portugueses para poder existir primeiro como homens". É à luz dessa preocupação que se analisa o discurso dos actuais governantes que consideram que Portugal entrou "num processo irreversível de modernização", um discurso "anti-ideológico e de via única" em que a avaliação "surge como método universal de formação de identidades". José Gil aborda em particular o "chico-espertismo" enquanto fenómeno que atravessa todo o "tipo de subjectividade da nossa sociedade, sendo transversal a todas as classes, grupos, géneros e gerações".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-da-identidade-de-jose-gil-4845500');
});">
Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este livro reproduz o debate realizado a 4 de março de 2015 pelos economistas Paul Krugman, Joseph Stiglitz e Thomas Piketty.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este livro reproduz o debate realizado a 4 de março de 2015 pelos economistas Paul Krugman, Joseph Stiglitz e Thomas Piketty.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/debate-sobre-a-desigualdade-e-o-futuro-da-economia-5607781');
});">
Edição: Set 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este livro reúne artigos e conferências sobre temas como a crise do euro e da UE, a política económica da Alemanha, o Brexit, as relações entre Portugal e Espanha, a dívida, a "improvável geringonça" e as relações conflituosas entre Trump e a democracia. O autor, Vítor Bento, é um dos principais economistas portugueses.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este livro reúne artigos e conferências sobre temas como a crise do euro e da UE, a política económica da Alemanha, o Brexit, as relações entre Portugal e Espanha, a dívida, a "improvável geringonça" e as relações conflituosas entre Trump e a democracia. O autor, Vítor Bento, é um dos principais economistas portugueses.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/de-portugal-da-europa-e-do-mundo-de-vitor-bento-6779966');
});">
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro reúne artigos publicados pelo autor de 2015 a 2017 no "Diário de Notícias" e entrevistas realizadas entre 2014 e 2017.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro reúne artigos publicados pelo autor de 2015 a 2017 no "Diário de Notícias" e entrevistas realizadas entre 2014 e 2017.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/tempo-de-escolha-de-antonio-barreto-6406614');
});">
Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este livro começa com uma análise da liberdade como projeto e desenvolve-se como olhar crítico sobre as novas técnicas de poder do capitalismo, que influenciam a vida psíquica, convertendo-a na sua principal força de produção.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este livro começa com uma análise da liberdade como projeto e desenvolve-se como olhar crítico sobre as novas técnicas de poder do capitalismo, que influenciam a vida psíquica, convertendo-a na sua principal força de produção.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/psicopolitica-de-byung-chul-han-5607767');
});">
Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Depois do sucesso de "O Ovário de Eva", a bióloga e romancista Clara Pinto Correia, publica agora um livro sobre a ciência da reprodução humana. Uma escrita apaixonada, com um toque de humor, fazem de O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS um livro irresistível para leigos e especialistas.
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Depois do sucesso de "O Ovário de Eva", a bióloga e romancista Clara Pinto Correia, publica agora um livro sobre a ciência da reprodução humana. Uma escrita apaixonada, com um toque de humor, fazem de O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS um livro irresistível para leigos e especialistas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-misterio-dos-misterios-de-clara-pinto-correia-2421707');
});">
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Deste livro faz parte um prefácio de Alexis Tsipras, um debate entre este e Žižek sobre "O Papel da Esquerda Europeia", e uma abordagem de Žižek à questão da dívida.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Deste livro faz parte um prefácio de Alexis Tsipras, um debate entre este e Žižek sobre "O Papel da Esquerda Europeia", e uma abordagem de Žižek à questão da dívida.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-que-quer-a-europa-5505110');
});">
Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Daí, em pano de fundo, nestes tempos de crise, a questão: porque é que os portugueses se resignam? Porque é que não se revoltam? Porque é que admitem tanta prepotência medíocre dos que os humilham, esmagam, lhes retiram, dia após dia, as energias tão fundamentais para o país? Mais concretamente: que mecanismos impedem os portugueses de se exprimir em democracia, permitindo ao mesmo tempo a proliferação da asneira governativa?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Daí, em pano de fundo, nestes tempos de crise, a questão: porque é que os portugueses se resignam? Porque é que não se revoltam? Porque é que admitem tanta prepotência medíocre dos que os humilham, esmagam, lhes retiram, dia após dia, as energias tão fundamentais para o país? Mais concretamente: que mecanismos impedem os portugueses de se exprimir em democracia, permitindo ao mesmo tempo a proliferação da asneira governativa?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pulsacoes-de-jose-gil-5336660');
});">
Edição: Ago 2013
Nº Páginas: 304
Sinopse:
David Graeber, um dos académicos e ativistas mais influentes da sua geração, leva os leitores numa viagem desde o nascimento da democracia em Atenas até às revoluções e reivindicações globais a que temos assistido nas últimas décadas, refletindo sobre os pontos-chave essenciais para a redefinição do conceito de democracia de forma a adaptá-lo à realidade em que vivemos. A mensagem subjacente é que, face à cada vez maior concentração de poder e riqueza nas mãos de uma minoria, uma democracia reinventada - baseada em consenso, igualdade e participação civil - ainda pode abrir caminho à sociedade livre e justa que desejamos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
David Graeber, um dos académicos e ativistas mais influentes da sua geração, leva os leitores numa viagem desde o nascimento da democracia em Atenas até às revoluções e reivindicações globais a que temos assistido nas últimas décadas, refletindo sobre os pontos-chave essenciais para a redefinição do conceito de democracia de forma a adaptá-lo à realidade em que vivemos. A mensagem subjacente é que, face à cada vez maior concentração de poder e riqueza nas mãos de uma minoria, uma democracia reinventada - baseada em consenso, igualdade e participação civil - ainda pode abrir caminho à sociedade livre e justa que desejamos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/projeto-democracia-de-david-graeber-5144015');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Bob Dylan chega a Nova Iorque em 1960, quando não completara ainda vinte anos. Os encontros que teve na tumultuosa e noctívaga Greenwich Village haveriam de marcar a sua vida. Bob Dylan recorda em Crónicas os seus encontros com músicos, produtores e artistas e os seus primeiros amores e fala-nos da desordenada biblioteca, descoberta em casa de um amigo e que foi essencial na sua formação, onde leu de Tucídides a Eliot. Há ainda a história da sua vida em Nova Orleães e Woodstock, onde a avassaladora fama, que o perseguiu como símbolo de uma geração, impediu a vida familiar que desejava ter com a mulher e os filhos. Crónicas fala-nos também da origem de várias canções de Dylan e das gravações de alguns dos seus álbuns. No conjunto, compõe um quadro íntimo e incisivo da vida de Dylan, inseparável da sua criação poética e musical.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Bob Dylan chega a Nova Iorque em 1960, quando não completara ainda vinte anos. Os encontros que teve na tumultuosa e noctívaga Greenwich Village haveriam de marcar a sua vida. Bob Dylan recorda em Crónicas os seus encontros com músicos, produtores e artistas e os seus primeiros amores e fala-nos da desordenada biblioteca, descoberta em casa de um amigo e que foi essencial na sua formação, onde leu de Tucídides a Eliot. Há ainda a história da sua vida em Nova Orleães e Woodstock, onde a avassaladora fama, que o perseguiu como símbolo de uma geração, impediu a vida familiar que desejava ter com a mulher e os filhos. Crónicas fala-nos também da origem de várias canções de Dylan e das gravações de alguns dos seus álbuns. No conjunto, compõe um quadro íntimo e incisivo da vida de Dylan, inseparável da sua criação poética e musical.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/cronicas-volume-i-de-bob-dylan-6023951');
});">
Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 364
Sinopse:
António Barreto é um dos mais atentos observadores da realidade portuguesa nos dias de hoje. Neste seu novo livro de ensaios, analisa as principais mudanças sociais do país nas últimas décadas (com particular enfoque na saúde, administração pública e migrações) e as consequências da nossa integração na Europa e da adesão à moeda única. É um retrato realista do país que somos, neste tempo de incerteza que se seguiu a uma certa euforia do final da década de 80. A obra termina com um texto de elogio ao Livro e ao seu papel no conhecimento. "A ideia central de 'Tempo de Incerteza' é a de que a sociedade portuguesa mudou muito desde 1960. (...) Num país que sempre foi pródigo em perder tempo, houve, evidentemente, um conjunto de mudanças naturais, ditadas pela alteração de regime político e pelo desmantelamento de pilares importantes do regime anterior. (...) Sobretudo, esta última década e meia gerou mudanças profundas num país historicamente proteccionista e enclausurado: a economia portuguesa é hoje uma economia aberta, plenamente integrada no espaço europeu, ainda que terciarizada e sem indústria de ponta; o produto cresceu; a educação democratizou-se; a despesa social aumentou; a justiça e a saúde tornaram-se serviços amplamente procurados, embora ineficientes. (...) 'Tempo de Incerteza', com a autoridade do seu autor, cumpre muito bem o seu papel." Pedro Lomba, DNa, 18/01/03
Nº Páginas: 364
Sinopse:
António Barreto é um dos mais atentos observadores da realidade portuguesa nos dias de hoje. Neste seu novo livro de ensaios, analisa as principais mudanças sociais do país nas últimas décadas (com particular enfoque na saúde, administração pública e migrações) e as consequências da nossa integração na Europa e da adesão à moeda única. É um retrato realista do país que somos, neste tempo de incerteza que se seguiu a uma certa euforia do final da década de 80. A obra termina com um texto de elogio ao Livro e ao seu papel no conhecimento. "A ideia central de 'Tempo de Incerteza' é a de que a sociedade portuguesa mudou muito desde 1960. (...) Num país que sempre foi pródigo em perder tempo, houve, evidentemente, um conjunto de mudanças naturais, ditadas pela alteração de regime político e pelo desmantelamento de pilares importantes do regime anterior. (...) Sobretudo, esta última década e meia gerou mudanças profundas num país historicamente proteccionista e enclausurado: a economia portuguesa é hoje uma economia aberta, plenamente integrada no espaço europeu, ainda que terciarizada e sem indústria de ponta; o produto cresceu; a educação democratizou-se; a despesa social aumentou; a justiça e a saúde tornaram-se serviços amplamente procurados, embora ineficientes. (...) 'Tempo de Incerteza', com a autoridade do seu autor, cumpre muito bem o seu papel." Pedro Lomba, DNa, 18/01/03
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/tempo-de-incerteza-de-antonio-barreto-2654965');
});">
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A ultradireita veio para ficar. Depois de várias décadas na sombra, estas políticas regressaram ao centro da ribalta. Três das maiores democracias mundiais - o Brasil, a Índia e os Estados Unidos da América - são lideradas por governantes da direita radical. Também na Europa, os partidos de ultradireita afirmam-se cada vez mais. Neste livro oportuno, Cas Mudde, um dos peritos mais destacados à escala global no tema do extremismo político, apresenta uma visão concisa da quarta vaga de políticas de ultradireita do pós-guerra, explorando a sua história, a ideologia, a organização, as causas e as consequências, assim como as respostas de que a sociedade civil, os partidos e as instituições se devem munir para desafiar as suas ideias e a sua influência. Segundo Cas Mudde, o que define o atual ressurgimento da ultradireita é a sua inclusão e normalização no panorama político contemporâneo. Ao desafiar o pensamento ortodoxo na relação entre políticas convencionais e políticas de ultradireita, Mudde oferece um ensaio complexo e perspicaz sobre um dos desafios políticos decisivos da atualidade.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A ultradireita veio para ficar. Depois de várias décadas na sombra, estas políticas regressaram ao centro da ribalta. Três das maiores democracias mundiais - o Brasil, a Índia e os Estados Unidos da América - são lideradas por governantes da direita radical. Também na Europa, os partidos de ultradireita afirmam-se cada vez mais. Neste livro oportuno, Cas Mudde, um dos peritos mais destacados à escala global no tema do extremismo político, apresenta uma visão concisa da quarta vaga de políticas de ultradireita do pós-guerra, explorando a sua história, a ideologia, a organização, as causas e as consequências, assim como as respostas de que a sociedade civil, os partidos e as instituições se devem munir para desafiar as suas ideias e a sua influência. Segundo Cas Mudde, o que define o atual ressurgimento da ultradireita é a sua inclusão e normalização no panorama político contemporâneo. Ao desafiar o pensamento ortodoxo na relação entre políticas convencionais e políticas de ultradireita, Mudde oferece um ensaio complexo e perspicaz sobre um dos desafios políticos decisivos da atualidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-regresso-da-ultradireita-de-cas-mudde-7298147');
});">
Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 500
Sinopse:
"O livro mais falado desde Geração X... No Logo é uma descrição inteligente e magnificamente apresentada de uma cultura que se deslocou da venda de produtos para a caça às marcas." - The Guardian
Nº Páginas: 500
Sinopse:
"O livro mais falado desde Geração X... No Logo é uma descrição inteligente e magnificamente apresentada de uma cultura que se deslocou da venda de produtos para a caça às marcas." - The Guardian
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/no-logo-de-naomi-klein-2624824');
});">
Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?" [Da Introdução]
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?" [Da Introdução]
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-pandemia-que-abalou-o-mundo-de-slavoj-zizek-7194612');
});">
Edição: Dez 1996
Nº Páginas: 362
Sinopse:
"Juntei textos de natureza muito diferente. Desde os vagamente autobiográficos, aos marcadamente políticos, passando pela crítica de livros e de filmes. Não têm um fio condutor evidente, o contrário seria de espantar. Mas têm um denominador comum: uma vontade compulsiva de escrever." Do Prefácio
Nº Páginas: 362
Sinopse:
"Juntei textos de natureza muito diferente. Desde os vagamente autobiográficos, aos marcadamente políticos, passando pela crítica de livros e de filmes. Não têm um fio condutor evidente, o contrário seria de espantar. Mas têm um denominador comum: uma vontade compulsiva de escrever." Do Prefácio
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sem-emenda-de-antonio-barreto-2219500');
});">
Edição: Out 2009
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Finalmente, um traço dominante deste período é o do uso intensivo e persistente da propaganda e de todas as formas de construção e orientação da informação. Estes últimos anos marcam a consolidação do modo profissional de informar a população. Governo, partidos políticos, grupos parlamentares, grandes grupos económicos, associações empresariais e sindicatos recorrem, cada vez mais e agora de modo consistente, a organizações especializadas de comunicação. Este esforço é, obviamente, liderado pelo governo, com recursos ilimitados para dirigir a informação e organizar a comunicação, de acordo com os seus interesses e conveniências. São centenas, talvez milhares de profissionais, incluindo muitos jornalistas, a exercer as suas actividades de comunicação em conformidade com as expectativas dos seus mandantes. A actividade política desenrola-se agora de acordo com o que se chama, na gíria, a "agenda" política. Esta é uma mera construção de conveniência, uma maneira de condicionar a informação e a opinião."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Finalmente, um traço dominante deste período é o do uso intensivo e persistente da propaganda e de todas as formas de construção e orientação da informação. Estes últimos anos marcam a consolidação do modo profissional de informar a população. Governo, partidos políticos, grupos parlamentares, grandes grupos económicos, associações empresariais e sindicatos recorrem, cada vez mais e agora de modo consistente, a organizações especializadas de comunicação. Este esforço é, obviamente, liderado pelo governo, com recursos ilimitados para dirigir a informação e organizar a comunicação, de acordo com os seus interesses e conveniências. São centenas, talvez milhares de profissionais, incluindo muitos jornalistas, a exercer as suas actividades de comunicação em conformidade com as expectativas dos seus mandantes. A actividade política desenrola-se agora de acordo com o que se chama, na gíria, a "agenda" política. Esta é uma mera construção de conveniência, uma maneira de condicionar a informação e a opinião."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/anos-dificeis-de-antonio-barreto-4845334');
});">
Edição: Dez 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Céptico como os cépticos, crente como os crentes. A metade que avança é crente, a metade que confirma é céptica. Mas o cientista perfeito é também jardineiro: acredita que a beleza é conhecimento."[sobre ciência]"Indecifrável é o homem que, além de permanecer em silêncio e imóvel, se esconde da luz, como o mais velho dos ratos. Dele — por jamais ter sido visto, mas, acima de tudo, por jamais ter sido entendido — se construirá uma robusta e luminosa estátua no centro dessa cidade que nem sequer se recorda de alguém o ter visto nascer."[sobre o medo]"Lilith atravessou um caixão aberto, correu de um lado ao outro do caixão aberto. Apenas dois metros de comprimento: duas sensações estranhas: correr em espaço tão curto e esse movimento intenso dentro de uma caixa feita para guardar a imobilidade. Um exercício filosófico: correr dentro de um caixão."[sobre as ligações]
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Céptico como os cépticos, crente como os crentes. A metade que avança é crente, a metade que confirma é céptica. Mas o cientista perfeito é também jardineiro: acredita que a beleza é conhecimento."[sobre ciência]"Indecifrável é o homem que, além de permanecer em silêncio e imóvel, se esconde da luz, como o mais velho dos ratos. Dele — por jamais ter sido visto, mas, acima de tudo, por jamais ter sido entendido — se construirá uma robusta e luminosa estátua no centro dessa cidade que nem sequer se recorda de alguém o ter visto nascer."[sobre o medo]"Lilith atravessou um caixão aberto, correu de um lado ao outro do caixão aberto. Apenas dois metros de comprimento: duas sensações estranhas: correr em espaço tão curto e esse movimento intenso dentro de uma caixa feita para guardar a imobilidade. Um exercício filosófico: correr dentro de um caixão."[sobre as ligações]
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/breves-notas-sobre-ciencia-o-medo-e-as-ligacoes-de-goncalo-m-tavares-5031772');
});">
Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Atlas do Corpo e da Imaginação" é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Atlas do Corpo e da Imaginação" é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/atlas-do-corpo-e-da-imaginacao-de-goncalo-m-tavares-7093455');
});">
Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As obras de Mrs. Fisher tratam de comida e de pessoas, temas que a autora está habilitada para abordar com especial competência. Em primeiro lugar, porque a cozinha é para ela um passatempo e não uma profissão.(...)"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As obras de Mrs. Fisher tratam de comida e de pessoas, temas que a autora está habilitada para abordar com especial competência. Em primeiro lugar, porque a cozinha é para ela um passatempo e não uma profissão.(...)"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-arte-de-bem-servir-de-m-f-k-fisher-4845919');
});">
Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As insuficiências reveladas pelo pensamento económico dominante durante estes anos de crise abriram espaço para a afirmação de abordagens heterodoxas e de ideias largamente ignoradas até há pouco.O combate por ideias alternativas ao pensamento económico dominante constitui o objectivo primordial do blogue Ladrões de Bicicletas, onde o autor escreve desde Abril de 2007."
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As insuficiências reveladas pelo pensamento económico dominante durante estes anos de crise abriram espaço para a afirmação de abordagens heterodoxas e de ideias largamente ignoradas até há pouco.O combate por ideias alternativas ao pensamento económico dominante constitui o objectivo primordial do blogue Ladrões de Bicicletas, onde o autor escreve desde Abril de 2007."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-economia-como-desporto-de-combate-de-ricardo-paes-mamede-5822246');
});">
Edição: Set 2016
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Ao lermos Chesterton, somos dominados por uma extraordinária sensação de felicidade. A sua prosa é o oposto da prosa académica: é rejubilante. As palavras ressaltam e desencadeiam faíscas entre si, como se um brinquedo de corda ganhasse vida de repente, fazendo girar e disparar todos os botões do bom senso, o mais surpreendente dos prodígios." [Da Introdução de Alberto Manguel] >br> "Acredito que Chesterton é um dos principais escritores do nosso tempo, não só pela criatividade, imaginação visual e alegria infantil ou divina evidente na sua escrita, mas também pelo talento retórico e puro brilhantismo da sua arte (…). É desnecessário falar da magia e do brilho de Chesterton. Eu quero ponderar outras virtudes do famoso escritor: a sua admirável modéstia e a sua cortesia." [Jorge Luis Borges]
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Ao lermos Chesterton, somos dominados por uma extraordinária sensação de felicidade. A sua prosa é o oposto da prosa académica: é rejubilante. As palavras ressaltam e desencadeiam faíscas entre si, como se um brinquedo de corda ganhasse vida de repente, fazendo girar e disparar todos os botões do bom senso, o mais surpreendente dos prodígios." [Da Introdução de Alberto Manguel] >br> "Acredito que Chesterton é um dos principais escritores do nosso tempo, não só pela criatividade, imaginação visual e alegria infantil ou divina evidente na sua escrita, mas também pelo talento retórico e puro brilhantismo da sua arte (…). É desnecessário falar da magia e do brilho de Chesterton. Eu quero ponderar outras virtudes do famoso escritor: a sua admirável modéstia e a sua cortesia." [Jorge Luis Borges]
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ficar-na-cama-e-outros-ensaios-de-g-k-chesterton-6023937');
});">
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/jose-gomes-ferreira-fotobiografia-2596094');
});">
Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 192
Sinopse:
António Lobo Antunes nasceu em Lisboa em 1942 e licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1969. Combateu em Angola de 1971 a 1973. Depois da publicação de Memória de Elefante e Os Cus de Judas, ambos em 1979, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, traduzidos e premiados em todo o mundo. Em 2005 foi distinguido com um dos mais importantes prémios literários do mundo: o Prémio Jerusalém. Em 2007 recebeu o Prémio Camões, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
António Lobo Antunes nasceu em Lisboa em 1942 e licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1969. Combateu em Angola de 1971 a 1973. Depois da publicação de Memória de Elefante e Os Cus de Judas, ambos em 1979, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, traduzidos e premiados em todo o mundo. Em 2005 foi distinguido com um dos mais importantes prémios literários do mundo: o Prémio Jerusalém. Em 2007 recebeu o Prémio Camões, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/algumas-cronicas-de-antonio-lobo-antunes-2609621');
});">
Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Eis uma obra do catano! Uma extensa compilação de palavras e expressões oriundas do calão. Com um linguajar divertido e mais de 3300 entradas, apresentando definição, sinónimos e curiosidades quanto à origem de muitas expressões. Por exemplo, sabe como surgiu a expressão "arriar a giga"? Quantos sinónimos terá a palavra "pénis"? E qual a localização do "sítio onde a pombinha do Espírito Santo encontrou a Nossa Senhora"? Para conhecer isso e muito mais, é só abrir este livro. Mas também expressões e termos divertidos, por vezes inocentes, algumas vezes a roçar o obsceno, mas que nos fazem sempre sorrir. Há ainda expressões que já não se usam, mas esperam pelo nosso resgate. Uma coisa é certa: não fizemos censura! Afinal, o vocabulário em torno do calão faz parte do grande património da língua portuguesa. Aliás, o calão dá vida à língua e muito a enriquece.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Eis uma obra do catano! Uma extensa compilação de palavras e expressões oriundas do calão. Com um linguajar divertido e mais de 3300 entradas, apresentando definição, sinónimos e curiosidades quanto à origem de muitas expressões. Por exemplo, sabe como surgiu a expressão "arriar a giga"? Quantos sinónimos terá a palavra "pénis"? E qual a localização do "sítio onde a pombinha do Espírito Santo encontrou a Nossa Senhora"? Para conhecer isso e muito mais, é só abrir este livro. Mas também expressões e termos divertidos, por vezes inocentes, algumas vezes a roçar o obsceno, mas que nos fazem sempre sorrir. Há ainda expressões que já não se usam, mas esperam pelo nosso resgate. Uma coisa é certa: não fizemos censura! Afinal, o vocabulário em torno do calão faz parte do grande património da língua portuguesa. Aliás, o calão dá vida à língua e muito a enriquece.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/dicionario-de-calao-e-expressoes-idiomaticas-de-jose-joao-almeida-6952743');
});">
Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diario-volumes-xiii-a-xvi-de-miguel-torga-4976425');
});">
Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diario-volumes-ix-a-xii-de-miguel-torga-4946673');
});">
Edição: Set 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista dominical do jornal "Público". Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas - Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problema políticos e sociais. Neste conjunto, a crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting , à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo. Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, directa ou indirectamente, a todos dizem respeito.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista dominical do jornal "Público". Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas - Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problema políticos e sociais. Neste conjunto, a crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting , à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo. Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, directa ou indirectamente, a todos dizem respeito.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diario-dos-tempos-de-crise-de-daniel-sampaio-5157575');
});">
Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diario-volumes-5-a-8-de-miguel-torga-4505666');
});">
Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diario-volumes-1-a-4-de-miguel-torga-4505664');
});">
Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando alguém (na verdade, uma mulher) se assume como feminista, ou faz alguma reivindicação de igualdade e é assumida como tal, costuma apressar-se a acrescentar: "mas atenção, não detesto os homens". A ideia de que todas as feministas detestam homens está tão enraizada no imaginário popular quanto a ideia de que as feministas queimaram sutiãs - e é igualmente falsa. Ou será? Não, as feministas nunca queimaram sutiãs. E não, não detestam as homens. Mas deveriam? Que outra posição seria expectável e racional quando são os homens a imensa maioria dos responsáveis pelas agressões (físicas, sexuais e psicológicas) e explorações de que sofrem as mulheres? Que outra posição faria sentido, quando eles continuam a recusar alinhar-se com a igualdade plena de direitos? Com um ponto de partida deliberadamente provocatório, este ensaio serve de desafio às leitoras para tomarem consciência das limitações que lhes são impostas por um sistema desigual e discriminatório, e aos leitores para se juntarem à sua luta pela igualdade, a bem da dignidade humana de todas e todos. Porque, como dizia Audre Lorde: "Não serei livre enquanto qualquer mulher for oprimida, mesmo que as suas correntes sejam diferentes das minhas." Ou, traduzindo para "homem", como dizia Martin Luther King: "Ninguém é livre se não formos todos livres."
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando alguém (na verdade, uma mulher) se assume como feminista, ou faz alguma reivindicação de igualdade e é assumida como tal, costuma apressar-se a acrescentar: "mas atenção, não detesto os homens". A ideia de que todas as feministas detestam homens está tão enraizada no imaginário popular quanto a ideia de que as feministas queimaram sutiãs - e é igualmente falsa. Ou será? Não, as feministas nunca queimaram sutiãs. E não, não detestam as homens. Mas deveriam? Que outra posição seria expectável e racional quando são os homens a imensa maioria dos responsáveis pelas agressões (físicas, sexuais e psicológicas) e explorações de que sofrem as mulheres? Que outra posição faria sentido, quando eles continuam a recusar alinhar-se com a igualdade plena de direitos? Com um ponto de partida deliberadamente provocatório, este ensaio serve de desafio às leitoras para tomarem consciência das limitações que lhes são impostas por um sistema desigual e discriminatório, e aos leitores para se juntarem à sua luta pela igualdade, a bem da dignidade humana de todas e todos. Porque, como dizia Audre Lorde: "Não serei livre enquanto qualquer mulher for oprimida, mesmo que as suas correntes sejam diferentes das minhas." Ou, traduzindo para "homem", como dizia Martin Luther King: "Ninguém é livre se não formos todos livres."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/detesto-os-homens-de-pauline-harmange-7423244');
});">
