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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência. Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte. A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência. Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte. A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso", de Alexandra Lucas Coelho, é a resposta a um desafio que a autora recebeu do músico e cantor Caetano Veloso: dedicar um livro inteiro à Bahia, o estado, a cidade de Salvador, o Recôncavo baiano, tendo, lá ao fundo, a terra de Caetano, Santo Amaro da Purificação. Mas também a Barra, a praia de Itapuã, o Rio Vermelho, num relato que começa em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, onde chegou Pedro Álvares Cabral e o marinheiro Nicolau, que acaba por ter um papel inesperado e significativo. O livro é pois uma apresentação, pela mão de uma portuguesa, desse mundo mágico de Jorge Amado, de Caetano, de Maria Bethânia, de João Gilberto, dos terreiros, das mães de santo, do candomblé. Enfim, uma evocação de nomes e lugares que povoam a nossa memória quando evocamos o Brasil. "Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso" é o último volume de uma trilogia, sendo os dos outros "Vai, Brasil" (1) e "Deus-dará" (2).
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso", de Alexandra Lucas Coelho, é a resposta a um desafio que a autora recebeu do músico e cantor Caetano Veloso: dedicar um livro inteiro à Bahia, o estado, a cidade de Salvador, o Recôncavo baiano, tendo, lá ao fundo, a terra de Caetano, Santo Amaro da Purificação. Mas também a Barra, a praia de Itapuã, o Rio Vermelho, num relato que começa em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, onde chegou Pedro Álvares Cabral e o marinheiro Nicolau, que acaba por ter um papel inesperado e significativo. O livro é pois uma apresentação, pela mão de uma portuguesa, desse mundo mágico de Jorge Amado, de Caetano, de Maria Bethânia, de João Gilberto, dos terreiros, das mães de santo, do candomblé. Enfim, uma evocação de nomes e lugares que povoam a nossa memória quando evocamos o Brasil. "Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso" é o último volume de uma trilogia, sendo os dos outros "Vai, Brasil" (1) e "Deus-dará" (2).
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"(…) poucas palavras descrevem tão bem o João Quadros como um gajo que chateia (…) O João só bate em quem tem corpo para apanhar. Um dos males do nosso tempo é o regresso da infeliz mania de só dar porrada nos mais fracos. O João faz o contrário. E se ocasionalmente dá a sua traulitada no bom povo português, é com o carinho irritado de quem vê um puto a fazer asneiras, tipo conduzir em coma alcoólico ou andar a fazer equilibrismo num parapeito. Há um desassombro e uma lucidez no seu humor que por vezes doem." - Rui Zink, in Prefácio
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"(…) poucas palavras descrevem tão bem o João Quadros como um gajo que chateia (…) O João só bate em quem tem corpo para apanhar. Um dos males do nosso tempo é o regresso da infeliz mania de só dar porrada nos mais fracos. O João faz o contrário. E se ocasionalmente dá a sua traulitada no bom povo português, é com o carinho irritado de quem vê um puto a fazer asneiras, tipo conduzir em coma alcoólico ou andar a fazer equilibrismo num parapeito. Há um desassombro e uma lucidez no seu humor que por vezes doem." - Rui Zink, in Prefácio
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os portugueses gastam demasiado tempo em coisas que não interessam para nada enquanto fogem dos problemas que importa resolver depressa. Estamos cheios de manias, tiques e hábitos que, além de parvos, prejudicam o próximo. Qualquer povo é assim, podemos pensar. E pensamos mesmo, porque chutar para o lado é uma característica nossa. Tal como estacionar o carro em cima da passadeira, chegar constantemente atrasado aos compromissos ou transformar o simples pedido de um café numa manifestação de poder sobre o empregado de balcão. Fruto do olhar corrosivo de Pedro Boucherie Mendes, que regista desde há anos as manias dos seus compatriotas, Cemitério dos Prazeres é um livro onde qualquer português poderá encontrar alguns dos traços mais dispensáveis da sua personalidade. Um retrato acutilante e divertido do nosso povo que, a brincar, a brincar, irá despertar as consciências mais abertas à mudança
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os portugueses gastam demasiado tempo em coisas que não interessam para nada enquanto fogem dos problemas que importa resolver depressa. Estamos cheios de manias, tiques e hábitos que, além de parvos, prejudicam o próximo. Qualquer povo é assim, podemos pensar. E pensamos mesmo, porque chutar para o lado é uma característica nossa. Tal como estacionar o carro em cima da passadeira, chegar constantemente atrasado aos compromissos ou transformar o simples pedido de um café numa manifestação de poder sobre o empregado de balcão. Fruto do olhar corrosivo de Pedro Boucherie Mendes, que regista desde há anos as manias dos seus compatriotas, Cemitério dos Prazeres é um livro onde qualquer português poderá encontrar alguns dos traços mais dispensáveis da sua personalidade. Um retrato acutilante e divertido do nosso povo que, a brincar, a brincar, irá despertar as consciências mais abertas à mudança
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, "Carga" retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, "Carga" retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em que camas andamos a deitar-nos? Eugénia de Vasconcelos deita-nos em quatro camas politicamente incorrectas. Deitamo-nos numa cama de casal, é certo, mas uma cama de casal é para quantos? Quantas vezes nos deitamos a pensar que somos dois e descobrimos que afinal somos três? E se formos quatro? E se uma cama de dois não for sempre a mais feliz das camas?Deitamo-nos em quatro camas. Numas há escândalo, noutras frustrações, em muitas há pecado e culpa. Mas se uma cama não for uma cama de religião, arte e emoções, se para a cama não levarmos pensamento e os cinco sentidos, poderá essa cama ser uma cama de desejo?A cama em que nos deitamos é antiquíssima, mas este livro vai deitá-lo numa cama de bom sexo, colchão e lençóis novíssimos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em que camas andamos a deitar-nos? Eugénia de Vasconcelos deita-nos em quatro camas politicamente incorrectas. Deitamo-nos numa cama de casal, é certo, mas uma cama de casal é para quantos? Quantas vezes nos deitamos a pensar que somos dois e descobrimos que afinal somos três? E se formos quatro? E se uma cama de dois não for sempre a mais feliz das camas?Deitamo-nos em quatro camas. Numas há escândalo, noutras frustrações, em muitas há pecado e culpa. Mas se uma cama não for uma cama de religião, arte e emoções, se para a cama não levarmos pensamento e os cinco sentidos, poderá essa cama ser uma cama de desejo?A cama em que nos deitamos é antiquíssima, mas este livro vai deitá-lo numa cama de bom sexo, colchão e lençóis novíssimos.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem. A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem. A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo. Ainda se lembra quanto custava um bitoque? A festa que se podia fazer com 20 escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano, chegava-lhes às mãos "A Sebenta do Tempo". Fui surpreendido pela excelente receção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso "caderno diário da memória".
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo. Ainda se lembra quanto custava um bitoque? A festa que se podia fazer com 20 escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano, chegava-lhes às mãos "A Sebenta do Tempo". Fui surpreendido pela excelente receção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso "caderno diário da memória".
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Burla em Angola, Burla em Portugal é uma história verídica. Em 1996, um modesto empresário português recebe uma encomenda das Forças Armadas de Angola. Em boa-fé, investe e envia, a crédito, tudo o que é pedido pelas FAA e vai a Luanda receber. O que pensava ser um negócio normal converte-se, então, num pesadelo brutal. A jornalista Susana Ferrador investigou este caso, que começa em Angola e se estende a Portugal. Em Angola, o esquema de corrupção é tão flagrante que provoca a reacção revoltada e impotente de alguns agentes da justiça militar. Mas o pequeno empresário é uma formiga em luta com um elefante: tem a vida desfeita e a empresa arruinada. Recorre à diplomacia e à justiça portuguesas. É difícil dizer o que é pior, se o espectáculo da subserviência e da inoperância da nossa diplomacia, se o cortejo de clamorosas falhas da nossa justiça. Burlado primeiro em Angola, Manuel Lapas, o empresário português, é burlado também em Portugal. A raiva da injustiça dá-lhe forças para uma luta de 16 anos. Conseguirá a formiga derrubar os elefantes angolanos e portugueses? Este é um livro que nos ajuda a compreender muitas coisas: as teias de corrupção e a permissividade, que, durante anos, se cruzaram nas esferas do poder dos dois países.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Burla em Angola, Burla em Portugal é uma história verídica. Em 1996, um modesto empresário português recebe uma encomenda das Forças Armadas de Angola. Em boa-fé, investe e envia, a crédito, tudo o que é pedido pelas FAA e vai a Luanda receber. O que pensava ser um negócio normal converte-se, então, num pesadelo brutal. A jornalista Susana Ferrador investigou este caso, que começa em Angola e se estende a Portugal. Em Angola, o esquema de corrupção é tão flagrante que provoca a reacção revoltada e impotente de alguns agentes da justiça militar. Mas o pequeno empresário é uma formiga em luta com um elefante: tem a vida desfeita e a empresa arruinada. Recorre à diplomacia e à justiça portuguesas. É difícil dizer o que é pior, se o espectáculo da subserviência e da inoperância da nossa diplomacia, se o cortejo de clamorosas falhas da nossa justiça. Burlado primeiro em Angola, Manuel Lapas, o empresário português, é burlado também em Portugal. A raiva da injustiça dá-lhe forças para uma luta de 16 anos. Conseguirá a formiga derrubar os elefantes angolanos e portugueses? Este é um livro que nos ajuda a compreender muitas coisas: as teias de corrupção e a permissividade, que, durante anos, se cruzaram nas esferas do poder dos dois países.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Compõem este volume três pequenos textos de Marcello Duarte Mathias, "A Trouxe-Mouxe", conjunto de notas soltas, "O Destino Velado", sobre o suicídio e a morte (1980), e "Lembrar de Raízes", evocações de infância (1988). Embora diversos, têm em comum o gosto e a prática do aforismo: a infância, a adolescência, as mulheres, o suicídio, a morte e as várias dimensões do tempo preenchem o essencial destas páginas que se cruzam e sobrepõem constituindo, à sua maneira, um só livro. Itinerários de uma autobiografia a interpretar-se e a construir-se, por entre ficções e realidades, lugares e circunstâncias, sinais e sombras. Sob uma aparente descontinuidade, desvenda-se um inconfundível encadeamento em termos de sentido e de presença.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Compõem este volume três pequenos textos de Marcello Duarte Mathias, "A Trouxe-Mouxe", conjunto de notas soltas, "O Destino Velado", sobre o suicídio e a morte (1980), e "Lembrar de Raízes", evocações de infância (1988). Embora diversos, têm em comum o gosto e a prática do aforismo: a infância, a adolescência, as mulheres, o suicídio, a morte e as várias dimensões do tempo preenchem o essencial destas páginas que se cruzam e sobrepõem constituindo, à sua maneira, um só livro. Itinerários de uma autobiografia a interpretar-se e a construir-se, por entre ficções e realidades, lugares e circunstâncias, sinais e sombras. Sob uma aparente descontinuidade, desvenda-se um inconfundível encadeamento em termos de sentido e de presença.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
150 grandes ideias que mudaram o mundo Do mito da criação à teoria do caos, da inteligência artificial à eutanásia, passando pelo absurdismo, o fascismo, a teoria dos jogos e a pop art, este é o livro que explica os grandes conceitos que moldaram o mundo em que vivemos hoje. Abordando temas como religião, ciência, medicina, política, filosofia, artes, arquitetura, música, entre outros, este compêndio de breves histórias explica, de forma concisa mas muito abrangente, o impacto que essas ideias transformadoras tiveram no passado, explorando também o seu eventual papel no futuro. Também é notável como muitas ideias excelentes emergiram, ou se alimentaram, de outras. O pensamento humano floresce claramente com uma fertilização cruzada. Disse a escritora Ursula K. Le Guin: "Faz parte da natureza da ideia ser comunicada: escrita, falada, feita. A ideia é como a erva. Anseia por luz, gosta de multidões, desenvolve-se através do cruzamento e cresce melhor quando é pisada." O resultado é uma obra essencial que nos ajuda a perceber melhor o mundo e o ser humano.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
150 grandes ideias que mudaram o mundo Do mito da criação à teoria do caos, da inteligência artificial à eutanásia, passando pelo absurdismo, o fascismo, a teoria dos jogos e a pop art, este é o livro que explica os grandes conceitos que moldaram o mundo em que vivemos hoje. Abordando temas como religião, ciência, medicina, política, filosofia, artes, arquitetura, música, entre outros, este compêndio de breves histórias explica, de forma concisa mas muito abrangente, o impacto que essas ideias transformadoras tiveram no passado, explorando também o seu eventual papel no futuro. Também é notável como muitas ideias excelentes emergiram, ou se alimentaram, de outras. O pensamento humano floresce claramente com uma fertilização cruzada. Disse a escritora Ursula K. Le Guin: "Faz parte da natureza da ideia ser comunicada: escrita, falada, feita. A ideia é como a erva. Anseia por luz, gosta de multidões, desenvolve-se através do cruzamento e cresce melhor quando é pisada." O resultado é uma obra essencial que nos ajuda a perceber melhor o mundo e o ser humano.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!", escreveu algures Alice Vieira. Em "Bica Escaldada", um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!", escreveu algures Alice Vieira. Em "Bica Escaldada", um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
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Edição: Set 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O grande livro da BBC sobre a "Solução Final". A história da macabra instituição nazi, escrita após o autor ter entrevistado vários guardas prisionais e sobretudo sobreviventes. Relato do horror e da morte de 1.1 milhões de pessoas em Auschwitz. O livro é um excelente estudo sobre Auschwitz, tendo sido publicado no Reino Unido pela BBC. Durante o ano de 2005 comemora-se o 50º aniversário do fecho do campo de concentração. Laurence Rees, levou 5 anos a trabalhar e a investigar o nazismo, utilizando toda a documentação recolhida nos últimos anos. O autor incluiu centenas de entrevistas a sobreviventes e aos seus carrascos nazis que, pela primeira vez, falam das suas experiências. Simplesmente aterrador. Este livro inclui fotografias impressionantes, sendo algumas a cores.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O grande livro da BBC sobre a "Solução Final". A história da macabra instituição nazi, escrita após o autor ter entrevistado vários guardas prisionais e sobretudo sobreviventes. Relato do horror e da morte de 1.1 milhões de pessoas em Auschwitz. O livro é um excelente estudo sobre Auschwitz, tendo sido publicado no Reino Unido pela BBC. Durante o ano de 2005 comemora-se o 50º aniversário do fecho do campo de concentração. Laurence Rees, levou 5 anos a trabalhar e a investigar o nazismo, utilizando toda a documentação recolhida nos últimos anos. O autor incluiu centenas de entrevistas a sobreviventes e aos seus carrascos nazis que, pela primeira vez, falam das suas experiências. Simplesmente aterrador. Este livro inclui fotografias impressionantes, sendo algumas a cores.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O livro do campeão, nos 125 anos do Futebol Clube do Porto Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões - farol da mística portista desde 1986 - com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas - as "Páginas do Presidente" - que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O livro do campeão, nos 125 anos do Futebol Clube do Porto Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões - farol da mística portista desde 1986 - com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas - as "Páginas do Presidente" - que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso a uma espécie de maior vilão do século. Fez vítimas como os 30 mil accionistas, milhões de clientes e investidores em Portugal e em vários pontos do globo, milhares de empresas viram os seus investimentos suspensos. A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o presidente da república. Mas na origem do Furacão BES estão guerras de famílias, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto que se esboroa.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso a uma espécie de maior vilão do século. Fez vítimas como os 30 mil accionistas, milhões de clientes e investidores em Portugal e em vários pontos do globo, milhares de empresas viram os seus investimentos suspensos. A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o presidente da república. Mas na origem do Furacão BES estão guerras de famílias, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto que se esboroa.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro com textos e ilustrações de 26 mulheres e homens que não têm medo da palavra feminismo. Merda. Porra. Feminismo. Apenas duas destas palavras são feias. Pista: nenhuma começa pela letra F. No entanto, em pleno século XXI, "Feminismo" continua a soar a asneira, a coisa feia, a capricho, a ódio e a preconceito. Uma palavra que soa a "machismo", mas ao contrário, e que, porém, nada tem que ver com isso. Feminismo é liberdade. Feminismo é um direito humano. 26 pessoas - mulheres e homens - que não têm medo de se assumir feministas (nem de dizer asneiras) escreveram e desenharam sobre o tema, alguns com histórias pessoais, outros com pequenas reflexões, outros com poemas e canções e odes. Este livro tem de tudo - como na farmácia, dirá o leitor mais entendido em chavões populares. Com este livro, queremos, de uma vez por todas, igualdade de direitos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro com textos e ilustrações de 26 mulheres e homens que não têm medo da palavra feminismo. Merda. Porra. Feminismo. Apenas duas destas palavras são feias. Pista: nenhuma começa pela letra F. No entanto, em pleno século XXI, "Feminismo" continua a soar a asneira, a coisa feia, a capricho, a ódio e a preconceito. Uma palavra que soa a "machismo", mas ao contrário, e que, porém, nada tem que ver com isso. Feminismo é liberdade. Feminismo é um direito humano. 26 pessoas - mulheres e homens - que não têm medo de se assumir feministas (nem de dizer asneiras) escreveram e desenharam sobre o tema, alguns com histórias pessoais, outros com pequenas reflexões, outros com poemas e canções e odes. Este livro tem de tudo - como na farmácia, dirá o leitor mais entendido em chavões populares. Com este livro, queremos, de uma vez por todas, igualdade de direitos.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Escrever todos os dias cansa? Se calhar. Por alguma boa razão Júlio Machado Vaz não escreve todos os dias no seu blog Murcon. Umas vezes, sente-se inspirado e abre o coração aos leitores fiéis, que na volta do teclado lhe enviam comentários. Outras vezes, é a vez de o psi intervir e dizer de sua ciência, ou então da sua inquietação.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Escrever todos os dias cansa? Se calhar. Por alguma boa razão Júlio Machado Vaz não escreve todos os dias no seu blog Murcon. Umas vezes, sente-se inspirado e abre o coração aos leitores fiéis, que na volta do teclado lhe enviam comentários. Outras vezes, é a vez de o psi intervir e dizer de sua ciência, ou então da sua inquietação.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um livro que contribui para diminuir o fosso tantas vezes existente entre o público e a produção artística contemporânea.Dando voz a alguns dos nossos mais importantes criadores, Artistas Portugueses em Discurso Directo apresenta uma visão particular e única da arte contemporânea portuguesa. Este livro reúne um conjunto de entrevistas realizadas por Miguel Matos, ao longo dos últimos sete anos.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um livro que contribui para diminuir o fosso tantas vezes existente entre o público e a produção artística contemporânea.Dando voz a alguns dos nossos mais importantes criadores, Artistas Portugueses em Discurso Directo apresenta uma visão particular e única da arte contemporânea portuguesa. Este livro reúne um conjunto de entrevistas realizadas por Miguel Matos, ao longo dos últimos sete anos.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em As 10 Questões do Colapso, o Prof. João César das Neves ajuda-nos a enfrentar o que aí vem, respondendo às seguintes perguntas: O colapso é inevitável? O mundo vive uma mudança de época? Porque temos taxas de juro negativas? Porque se agrava a desigualdade? O extremismo vai vencer? O que se passa no orçamento? Porque está a banca assim? Porque não cresce a economia? Que vai acontecer? Que devemos fazer?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em As 10 Questões do Colapso, o Prof. João César das Neves ajuda-nos a enfrentar o que aí vem, respondendo às seguintes perguntas: O colapso é inevitável? O mundo vive uma mudança de época? Porque temos taxas de juro negativas? Porque se agrava a desigualdade? O extremismo vai vencer? O que se passa no orçamento? Porque está a banca assim? Porque não cresce a economia? Que vai acontecer? Que devemos fazer?
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Nasce-se na máfia ou casa-se com a máfia. A lealdade é absoluta, o derramamento de sangue é reverenciado, e mata-se ou morre-se sem se trair a família. A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia. O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja "infiel", mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família. Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Nasce-se na máfia ou casa-se com a máfia. A lealdade é absoluta, o derramamento de sangue é reverenciado, e mata-se ou morre-se sem se trair a família. A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia. O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja "infiel", mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família. Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marear tanto pode ser governar um navio, como andar embarcado. Neste seu livro (ou navio), o poeta e romancista Manuel Alegre embarca numa viagem (ele que sempre gostou do mar) por alguma da lieratura portuguesa que ele tanto ama, por Portugal e pelos portugueses dos seus afectos. Aqui se reúnem crónicas conferências, comunicações, apresentações de livros, etc.), que vão de Garrett, Pessoa, Sophia, Eugénio, Manuel da Fonseca, Assis Pacheco, a Mário Soares, Amália, Rosa Mota, a sua Águeda natal, o Alentejo, a caça e a pesca de que muito gosta.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marear tanto pode ser governar um navio, como andar embarcado. Neste seu livro (ou navio), o poeta e romancista Manuel Alegre embarca numa viagem (ele que sempre gostou do mar) por alguma da lieratura portuguesa que ele tanto ama, por Portugal e pelos portugueses dos seus afectos. Aqui se reúnem crónicas conferências, comunicações, apresentações de livros, etc.), que vão de Garrett, Pessoa, Sophia, Eugénio, Manuel da Fonseca, Assis Pacheco, a Mário Soares, Amália, Rosa Mota, a sua Águeda natal, o Alentejo, a caça e a pesca de que muito gosta.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Augusto Santos Silva, um dos protagonistas da política externa em Portugal, identifica neste livro as tomadas de posição que o país deve adoptar nas suas relações políticas e diplomáticas com os países estrangeiros, demonstrando que Portugal pode e deve assumir um papel importante (segundo um espírito realista, nem megalómano nem autodiminuidor) para reforçar a coesão da União Europeia, estreitar laços entre a UE e a NATO e alcançar maior equidade e bem-estar transnacionais, e, logo, maior segurança mundial. "Os argumentos são necessários para a política, porque a substância da política tem a ver com a interação informada entre agentes e interesses plurais, não raras vezes conflituantes, em torno de problemas comuns. Uma interação que se faz no espaço público e no quadro de instituições, e que procura determinar comparativamente o mérito e a exequibilidade de propostas publicamente apresentadas e defendidas. A palavra é, pois, essencial; e, para todos aqueles a quem aborrece a demagogia, a palavra deve vir apoiada pela análise, ou seja, pela disposição para examinar factos, confrontar interpretações, trocar ideias, corrigindo e melhorando na medida do possível o que vemos, o que queremos e o que fazemos." — da Apresentação.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Augusto Santos Silva, um dos protagonistas da política externa em Portugal, identifica neste livro as tomadas de posição que o país deve adoptar nas suas relações políticas e diplomáticas com os países estrangeiros, demonstrando que Portugal pode e deve assumir um papel importante (segundo um espírito realista, nem megalómano nem autodiminuidor) para reforçar a coesão da União Europeia, estreitar laços entre a UE e a NATO e alcançar maior equidade e bem-estar transnacionais, e, logo, maior segurança mundial. "Os argumentos são necessários para a política, porque a substância da política tem a ver com a interação informada entre agentes e interesses plurais, não raras vezes conflituantes, em torno de problemas comuns. Uma interação que se faz no espaço público e no quadro de instituições, e que procura determinar comparativamente o mérito e a exequibilidade de propostas publicamente apresentadas e defendidas. A palavra é, pois, essencial; e, para todos aqueles a quem aborrece a demagogia, a palavra deve vir apoiada pela análise, ou seja, pela disposição para examinar factos, confrontar interpretações, trocar ideias, corrigindo e melhorando na medida do possível o que vemos, o que queremos e o que fazemos." — da Apresentação.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
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