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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Ao longo do século XX, Portugal conheceu períodos de grande violência política, incluindo várias ações terroristas, onde se destacam o regicídio, em fevereiro de 1908, o assassinato do Presidente Sidónio Pais, em dezembro de 1918, e a denominada "noite sangrenta", em outubro de 1921, que resultou na morte, entre outros, de um chefe do governo, António Granjo. Os anos 60 conheceram também ações espetaculares, como o assalto ao navio mercante Santa Maria. Nos anos 70, movimentos políticos como a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, ou a ARA - Acção Revolucionária Armada, ligada ao PCP, optaram por ações violentas contra o regime. O período pós-25 de abril, denominado "Verão Quente", foi fértil em violência, com especial destaque para os atentados bombistas de que resultaram vários mortos. Nos anos 80, as denominadas FP-25 - Forças Populares 25 de Abril, deixaram um rasto de 13 mortos, resultantes de atentados seletivos a tiro ou à bomba. Somos mesmo um povo de "brandos costumes"?
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Ao longo do século XX, Portugal conheceu períodos de grande violência política, incluindo várias ações terroristas, onde se destacam o regicídio, em fevereiro de 1908, o assassinato do Presidente Sidónio Pais, em dezembro de 1918, e a denominada "noite sangrenta", em outubro de 1921, que resultou na morte, entre outros, de um chefe do governo, António Granjo. Os anos 60 conheceram também ações espetaculares, como o assalto ao navio mercante Santa Maria. Nos anos 70, movimentos políticos como a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, ou a ARA - Acção Revolucionária Armada, ligada ao PCP, optaram por ações violentas contra o regime. O período pós-25 de abril, denominado "Verão Quente", foi fértil em violência, com especial destaque para os atentados bombistas de que resultaram vários mortos. Nos anos 80, as denominadas FP-25 - Forças Populares 25 de Abril, deixaram um rasto de 13 mortos, resultantes de atentados seletivos a tiro ou à bomba. Somos mesmo um povo de "brandos costumes"?
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Num texto simultaneamente místico e poético, Paulo Teixeira Pinto deixa-nos uma visão muito especial sobre os momentos mais definidores e marcantes da história e da identidade de Portugal. O autor parte da mística do algarismo 8, que simboliza o primeiro dia após os 7 dias da Criação, que corresponde ao primeiro número cúbico depois da unidade singular, que resulta na forma octogonal da quadratura do círculo, que se encontra na base de muitas pias batismais, que na sua posição deitada corresponde ao Infinito e que perfaz o número de letras da palavra PORTVGAL. Define, assim, 8 itinerários histórico-geográficos, centrados em diversos lugares entre Portugal continental e o resto do mundo por onde os portugueses estiveram presentes. E faz-nos o relato desses itinerários pela voz de diversos reis portugueses, como se um espírito do tempo e do país animasse cada um deles ao longo da história. Recorre, também, como testemunho, a trechos de 8 das grandes figuras da cultura e da literatura portuguesa, de Pessoa a Garcia de Orta, de Rómulo de Carvalho a Teixeira de Pascoaes, de António Vieira a Gil Vicente, de Almada Negreiros a Luís de Camões.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Num texto simultaneamente místico e poético, Paulo Teixeira Pinto deixa-nos uma visão muito especial sobre os momentos mais definidores e marcantes da história e da identidade de Portugal. O autor parte da mística do algarismo 8, que simboliza o primeiro dia após os 7 dias da Criação, que corresponde ao primeiro número cúbico depois da unidade singular, que resulta na forma octogonal da quadratura do círculo, que se encontra na base de muitas pias batismais, que na sua posição deitada corresponde ao Infinito e que perfaz o número de letras da palavra PORTVGAL. Define, assim, 8 itinerários histórico-geográficos, centrados em diversos lugares entre Portugal continental e o resto do mundo por onde os portugueses estiveram presentes. E faz-nos o relato desses itinerários pela voz de diversos reis portugueses, como se um espírito do tempo e do país animasse cada um deles ao longo da história. Recorre, também, como testemunho, a trechos de 8 das grandes figuras da cultura e da literatura portuguesa, de Pessoa a Garcia de Orta, de Rómulo de Carvalho a Teixeira de Pascoaes, de António Vieira a Gil Vicente, de Almada Negreiros a Luís de Camões.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Mulheres de diferentes dinastias e épocas, com perfis biográficos muito diversos, participaram na evolução histórica de Portugal. No caso concreto das nossas rainhas, com exceção de duas, não ocuparam o trono por direito próprio, mas sim como consortes ou regentes, numa sociedade em que o trono se transmitia de forma hereditária ao primogénito varão e onde o papel das mulheres servia, essencialmente, o jogo de interesses e de alianças políticas entre linhagens ou reinos. No entanto, apesar de afastadas, por tradição, do governo do reino, a maioria destas mulheres conseguiu projetar o seu poder e a sua capacidade de influenciar os homens e mulheres que viviam ao seu redor, construindo extensas redes de relacionamentos de natureza muito diversa. Mas não são apenas rainhas que este livro retrata. Dá, igualmente, a conhecer outras mulheres, que, com os seus erros e virtudes, com as suas circunstâncias pessoais e experiências de vida muito diversas, agiram e exerceram o poder, foram senhoras feudais, mecenas, filantropas, administraram latifúndios, escreveram, combateram por mais direitos, lutaram por aquilo em que acreditaram, alcançando notoriedade em diferentes esferas de atuação. Mulheres de todos os tempos que, embora muitas vezes coagidas por obrigações, educação e preconceitos, souberam lutar por um pensamento próprio e um mundo melhor, quer através da sua participação direta ou indireta no poder, quer da mudança de mentalidades, de códigos sociais ou morais da sociedade da época.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Mulheres de diferentes dinastias e épocas, com perfis biográficos muito diversos, participaram na evolução histórica de Portugal. No caso concreto das nossas rainhas, com exceção de duas, não ocuparam o trono por direito próprio, mas sim como consortes ou regentes, numa sociedade em que o trono se transmitia de forma hereditária ao primogénito varão e onde o papel das mulheres servia, essencialmente, o jogo de interesses e de alianças políticas entre linhagens ou reinos. No entanto, apesar de afastadas, por tradição, do governo do reino, a maioria destas mulheres conseguiu projetar o seu poder e a sua capacidade de influenciar os homens e mulheres que viviam ao seu redor, construindo extensas redes de relacionamentos de natureza muito diversa. Mas não são apenas rainhas que este livro retrata. Dá, igualmente, a conhecer outras mulheres, que, com os seus erros e virtudes, com as suas circunstâncias pessoais e experiências de vida muito diversas, agiram e exerceram o poder, foram senhoras feudais, mecenas, filantropas, administraram latifúndios, escreveram, combateram por mais direitos, lutaram por aquilo em que acreditaram, alcançando notoriedade em diferentes esferas de atuação. Mulheres de todos os tempos que, embora muitas vezes coagidas por obrigações, educação e preconceitos, souberam lutar por um pensamento próprio e um mundo melhor, quer através da sua participação direta ou indireta no poder, quer da mudança de mentalidades, de códigos sociais ou morais da sociedade da época.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto."
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto." Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto." Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sabia que: os Clérigos comemoram 250 anos de existência em 2013, ano de edição deste livro? no local onde atualmente funciona a Reitoria da Universidade do Porto existiu, no século XII, a ermida de Nossa Senhora da Graça? o café Majestic foi considerado, por uma prestigiada revista de turismo, um dos cafés mais bonitos do mundo? Camilo Castelo Branco escreveu o romance "Amor de Perdição" em apenas 15 dias, enquanto esteve preso na Cadeia da Relação? Neste novo livro, Germano Silva é, uma vez mais, o seu guia num percurso pela história e cultura da cidade Invicta, marcada pelo granito e pelo espírito das gentes. Deixe-se levar nesta viagem ao passado. "Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes." Alberto S. Santos, "in" Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sabia que: os Clérigos comemoram 250 anos de existência em 2013, ano de edição deste livro? no local onde atualmente funciona a Reitoria da Universidade do Porto existiu, no século XII, a ermida de Nossa Senhora da Graça? o café Majestic foi considerado, por uma prestigiada revista de turismo, um dos cafés mais bonitos do mundo? Camilo Castelo Branco escreveu o romance "Amor de Perdição" em apenas 15 dias, enquanto esteve preso na Cadeia da Relação? Neste novo livro, Germano Silva é, uma vez mais, o seu guia num percurso pela história e cultura da cidade Invicta, marcada pelo granito e pelo espírito das gentes. Deixe-se levar nesta viagem ao passado. "Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes." Alberto S. Santos, "in" Prefácio
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Como se celebrava Portugal há quase um século? Que ideia se tinha de Pátria? A mesma de hoje? A Guerra & Paz foi desencantar esta obra em louvor de uma certa ideia de Pátria, da autoria de Albino Forjaz de Sampaio. Nela se cantam "belezas e primores" nacionais. Forjaz de Sampaio enumera os motivos pelos quais se orgulha de ser lusitano: a história do país, as glórias e os feitos portugueses, a terra, a língua, as mulheres, uma nação valente. O seu maior desejo é o de "criar esse orgulho pátrio que faz os povos fortes". Será este um livro nado e criado em pleno Estado Novo? Deixemos falar os factos. O livro antecede-o, a primeira edição é de 1926. O Secretariado de Propaganda Nacional promoveu a obra pelo seu conteúdo, é um facto, mas o que moveu o autor, confessa ele, "foi sim o coração e o espírito do autor que nunca deixou de sonhar cada vez mais alto com a ideia da sua Pátria". Numa perspectiva bem actual, este texto bem poderia servir às agências de turismo que tanto têm feito para dar a conhecer as maravilhas e os ícones de Portugal, que, cada vez mais, é visitado por milhões de estrangeiros vindos de todo o mundo. Esta é a prosa de alguém que acredita que "O patriotismo é um sentimento construtivo". O autor sonhou e, movido pelo amor, a obra nasceu.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Como se celebrava Portugal há quase um século? Que ideia se tinha de Pátria? A mesma de hoje? A Guerra & Paz foi desencantar esta obra em louvor de uma certa ideia de Pátria, da autoria de Albino Forjaz de Sampaio. Nela se cantam "belezas e primores" nacionais. Forjaz de Sampaio enumera os motivos pelos quais se orgulha de ser lusitano: a história do país, as glórias e os feitos portugueses, a terra, a língua, as mulheres, uma nação valente. O seu maior desejo é o de "criar esse orgulho pátrio que faz os povos fortes". Será este um livro nado e criado em pleno Estado Novo? Deixemos falar os factos. O livro antecede-o, a primeira edição é de 1926. O Secretariado de Propaganda Nacional promoveu a obra pelo seu conteúdo, é um facto, mas o que moveu o autor, confessa ele, "foi sim o coração e o espírito do autor que nunca deixou de sonhar cada vez mais alto com a ideia da sua Pátria". Numa perspectiva bem actual, este texto bem poderia servir às agências de turismo que tanto têm feito para dar a conhecer as maravilhas e os ícones de Portugal, que, cada vez mais, é visitado por milhões de estrangeiros vindos de todo o mundo. Esta é a prosa de alguém que acredita que "O patriotismo é um sentimento construtivo". O autor sonhou e, movido pelo amor, a obra nasceu.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A psicologia e a sociologia das nossas escolhas alimentares Melanie Joy cunhou o termo "carnismo" para se referir às razões culturais que condicionam o consumo ocidental de carne e o que nos leva a eleger, por exemplo, cães e gatos como animais de estimação e vacas e porcos como fonte de alimentação. Neste livro, a psicóloga social Melanie Joy explora a realidade da indústria pecuária, expondo a crueldade com que os animais são tratados, o impacto que essa crueldade tem nos próprios trabalhadores e as repercussões dessa indústria no meio ambiente. Controverso e desafiante, este livro mudará para sempre o modo como pensa sobre a sua comida e incita-o a fazer escolhas alimentares mais autênticas e racionais. Baseado em 20 anos de investigação sobre a psicologia dos nossos hábitos alimentares.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A psicologia e a sociologia das nossas escolhas alimentares Melanie Joy cunhou o termo "carnismo" para se referir às razões culturais que condicionam o consumo ocidental de carne e o que nos leva a eleger, por exemplo, cães e gatos como animais de estimação e vacas e porcos como fonte de alimentação. Neste livro, a psicóloga social Melanie Joy explora a realidade da indústria pecuária, expondo a crueldade com que os animais são tratados, o impacto que essa crueldade tem nos próprios trabalhadores e as repercussões dessa indústria no meio ambiente. Controverso e desafiante, este livro mudará para sempre o modo como pensa sobre a sua comida e incita-o a fazer escolhas alimentares mais autênticas e racionais. Baseado em 20 anos de investigação sobre a psicologia dos nossos hábitos alimentares.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente: a China criou uma máquina de crescimento autoritário, continuará a crescer a uma velocidade tão elevada que esmagará o Ocidente?; os melhores dias da América pertencerão já ao passado?; estaremos a passar de um círculo virtuoso, em que o esforço das elites para iluminar o poder são alvo de resistência para outro círculo vicioso, que enriquece e dá poder a uma pequena minoria?; qual é a forma mais eficaz de ajudar a transferir milhões de pessoas da rotina da pobreza para a prosperidade? Residirá em mais filantropia por parte das nações ricas do Ocidente?.
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente: a China criou uma máquina de crescimento autoritário, continuará a crescer a uma velocidade tão elevada que esmagará o Ocidente?; os melhores dias da América pertencerão já ao passado?; estaremos a passar de um círculo virtuoso, em que o esforço das elites para iluminar o poder são alvo de resistência para outro círculo vicioso, que enriquece e dá poder a uma pequena minoria?; qual é a forma mais eficaz de ajudar a transferir milhões de pessoas da rotina da pobreza para a prosperidade? Residirá em mais filantropia por parte das nações ricas do Ocidente?.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1964, Saul Friedländer, um dos mais prestigiados historiadores e investigadores da questão da Shoah, dava a público pela primeira vez o fruto das suas pesquisas nos arquivos do Terceiro Reich relativas às relações entre a Santa Sé e a Alemanha nacional- -socialista. Completados por documentos originários dos arquivos norte-americanos e israelitas, essa documentação lançava nova luz sobre alguns assuntos quentes: a atitude do Sumo Pontífice perante a questão polaca, a derrota da França, o ataque alemão contra a União Soviética e a entrada dos Estados Unidos na guerra; e também sobre os crimes nazis, nomeadamente a exterminação dos Judeus. No momento da sua publicação, "Pio XII e O Terceiro Reich" suscitou uma avalanche de reações apaixonadas e contraditórias, impondo-se depois como um livro de referência. Perto de meio século mais tarde, em 2009, quando o Vaticano tinha já posto em marcha o processo de beatificação e canonização de Pio XII, Saul Friedländer reinterpretou todo este material à luz de novos dados, dando origem ao livro que agora publicamos, no momento em que são finalmente abertos, por decisão do papa Francisco, os arquivos do Vaticano referentes ao papado de Pio XII.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1964, Saul Friedländer, um dos mais prestigiados historiadores e investigadores da questão da Shoah, dava a público pela primeira vez o fruto das suas pesquisas nos arquivos do Terceiro Reich relativas às relações entre a Santa Sé e a Alemanha nacional- -socialista. Completados por documentos originários dos arquivos norte-americanos e israelitas, essa documentação lançava nova luz sobre alguns assuntos quentes: a atitude do Sumo Pontífice perante a questão polaca, a derrota da França, o ataque alemão contra a União Soviética e a entrada dos Estados Unidos na guerra; e também sobre os crimes nazis, nomeadamente a exterminação dos Judeus. No momento da sua publicação, "Pio XII e O Terceiro Reich" suscitou uma avalanche de reações apaixonadas e contraditórias, impondo-se depois como um livro de referência. Perto de meio século mais tarde, em 2009, quando o Vaticano tinha já posto em marcha o processo de beatificação e canonização de Pio XII, Saul Friedländer reinterpretou todo este material à luz de novos dados, dando origem ao livro que agora publicamos, no momento em que são finalmente abertos, por decisão do papa Francisco, os arquivos do Vaticano referentes ao papado de Pio XII.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, "ketchup". hambúrgueres e queijo, muito queijo…, mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! "Pezinhos de Coentrada" são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, "ketchup". hambúrgueres e queijo, muito queijo…, mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! "Pezinhos de Coentrada" são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nos últimos cinco anos, a China tornou-se um dos maiores investidores em Portugal, controlando hoje algumas das suas mais lucrativas empresas. Quem diria?!Durante três décadas, até 1979, os dois países não tiveram relações diplomáticas, mas os contactos - secretos, clandestinos ou oficiosos - nunca foram interrompidos. Salazar e Mao Zedong até estavam de acordo num ponto: Macau não era uma colónia.Outra singularidade: Portugal foi um dos países europeus onde o comunismo chinês teve mais adeptos e parte da sua atual elite foi maoista durante a juventude.A "Peregrinação Vermelha" é uma história dessa atração, contada por alguns dos seus protagonistas, pela primeira vez.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nos últimos cinco anos, a China tornou-se um dos maiores investidores em Portugal, controlando hoje algumas das suas mais lucrativas empresas. Quem diria?!Durante três décadas, até 1979, os dois países não tiveram relações diplomáticas, mas os contactos - secretos, clandestinos ou oficiosos - nunca foram interrompidos. Salazar e Mao Zedong até estavam de acordo num ponto: Macau não era uma colónia.Outra singularidade: Portugal foi um dos países europeus onde o comunismo chinês teve mais adeptos e parte da sua atual elite foi maoista durante a juventude.A "Peregrinação Vermelha" é uma história dessa atração, contada por alguns dos seus protagonistas, pela primeira vez.
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