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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pequeno-almoço à Beira do Apocalipse é uma crónica agridoce dos dias conturbados que vivemos actualmente. Kaminer, um reconhecido mestre da ironia e do sarcasmo, é capaz de transformar numa gargalhada as mais angustiadas inquietações que estamos a atravessar. O medo do futuro tornou-se uma doença endémica. Sondagens realizadas na Alemanha revelaram que só dezanove por cento da população se declara optimista em relação ao que aí vem. Os outros, todas as manhãs tomam o pequeno-almoço à beira do apocalipse. Ainda assim, arranjámos maneira de conviver com esta circunstância. Os verdadeiros tormentos da vida residem frequentemente no desafio de procurar o carregador do telemóvel ou o nome de um tenor com nove letras. É uma sorte haver um cronista que descreve esta situação peculiar com sentido de humor e um optimismo inabalável.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pequeno-almoço à Beira do Apocalipse é uma crónica agridoce dos dias conturbados que vivemos actualmente. Kaminer, um reconhecido mestre da ironia e do sarcasmo, é capaz de transformar numa gargalhada as mais angustiadas inquietações que estamos a atravessar. O medo do futuro tornou-se uma doença endémica. Sondagens realizadas na Alemanha revelaram que só dezanove por cento da população se declara optimista em relação ao que aí vem. Os outros, todas as manhãs tomam o pequeno-almoço à beira do apocalipse. Ainda assim, arranjámos maneira de conviver com esta circunstância. Os verdadeiros tormentos da vida residem frequentemente no desafio de procurar o carregador do telemóvel ou o nome de um tenor com nove letras. É uma sorte haver um cronista que descreve esta situação peculiar com sentido de humor e um optimismo inabalável.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A felicidade e o direito de a tentarmos alcançar é um dos direitos consagrados pela Constituição americana e, contudo, poucos de nós se considerariam felizes. O estigma da doença e do sofrimento mental perdura, embora toda a gente conheça alguém próximo (quando não o próprio) que sofre ou sofreu de ansiedade, de depressão… Neste livro, Judite de Sousa e o psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia fazem uma incursão sem complexos no campo da saúde e da doença mental para mostrarem que o sofrimento não é nem uma anomalia, nem um obstáculo insuperável, e que quem precisa pode sempre encontrar ajuda.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A felicidade e o direito de a tentarmos alcançar é um dos direitos consagrados pela Constituição americana e, contudo, poucos de nós se considerariam felizes. O estigma da doença e do sofrimento mental perdura, embora toda a gente conheça alguém próximo (quando não o próprio) que sofre ou sofreu de ansiedade, de depressão… Neste livro, Judite de Sousa e o psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia fazem uma incursão sem complexos no campo da saúde e da doença mental para mostrarem que o sofrimento não é nem uma anomalia, nem um obstáculo insuperável, e que quem precisa pode sempre encontrar ajuda.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Pedro Álvares Cabral ocupa um lugar proeminente na História Universal pelo que é particularmente importante evocar a sua memória quando se celebram os quinhentos anos da sua morte. O facto de ter sido o descobridor do Brasil assegura-lhe o justo protagonismo que tem, mas o significado da sua figura é muito mais importante na medida em que foi o primeiro homem a ter ido aos quatro cantos do mundo. Com efeito, entre 1500 e 1501 ele conseguiu unir por via marítima os quatro continentes ao ter saído da Europa e aí regressado, após ter passado por África, América e Ásia. Ao realizar estas conexões, Pedro Álvares Cabral tornou-se, juntamente com Fernão de Magalhães, um dos maiores símbolos do início da mundialização, a qual está na origem remota da atual globalização. Pedro Álvares Cabral, ao identificar um novo mundo, foi o último dos grandes descobridores portugueses do século xv, tendo ainda o sentido muito especial de ter iniciado a criação do Brasil e a profunda e multissecular ligação entre este país e Portugal." - Biografia de Pedro Álvares Cabral - Antecedentes do descobrimento do Brasil: o significado do Tratado de Tordesilhas e a primeira viagem de Colombo à América do Sul - A viagem da frota de Pedro Álvares Cabral entre Lisboa e a Terra da Vera Cruz: a relação da viagem e a carta de Pero Vaz de Caminha - A viagem realizada desde a Terra da Vera Cruz até Cananor: escalas em África, travessia do Índico até à Índia, venturas e desventuras em Calecut - O regresso: de Cananor ao cabo da Boa Esperança, a chegada a Lisboa e as mercadorias trazidas para Portugal - A difusão feita por italianos das informações sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral - A memória da viagem de Pedro Álvares Cabral nos cronistas - A viagem vista do Oriente
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Pedro Álvares Cabral ocupa um lugar proeminente na História Universal pelo que é particularmente importante evocar a sua memória quando se celebram os quinhentos anos da sua morte. O facto de ter sido o descobridor do Brasil assegura-lhe o justo protagonismo que tem, mas o significado da sua figura é muito mais importante na medida em que foi o primeiro homem a ter ido aos quatro cantos do mundo. Com efeito, entre 1500 e 1501 ele conseguiu unir por via marítima os quatro continentes ao ter saído da Europa e aí regressado, após ter passado por África, América e Ásia. Ao realizar estas conexões, Pedro Álvares Cabral tornou-se, juntamente com Fernão de Magalhães, um dos maiores símbolos do início da mundialização, a qual está na origem remota da atual globalização. Pedro Álvares Cabral, ao identificar um novo mundo, foi o último dos grandes descobridores portugueses do século xv, tendo ainda o sentido muito especial de ter iniciado a criação do Brasil e a profunda e multissecular ligação entre este país e Portugal." - Biografia de Pedro Álvares Cabral - Antecedentes do descobrimento do Brasil: o significado do Tratado de Tordesilhas e a primeira viagem de Colombo à América do Sul - A viagem da frota de Pedro Álvares Cabral entre Lisboa e a Terra da Vera Cruz: a relação da viagem e a carta de Pero Vaz de Caminha - A viagem realizada desde a Terra da Vera Cruz até Cananor: escalas em África, travessia do Índico até à Índia, venturas e desventuras em Calecut - O regresso: de Cananor ao cabo da Boa Esperança, a chegada a Lisboa e as mercadorias trazidas para Portugal - A difusão feita por italianos das informações sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral - A memória da viagem de Pedro Álvares Cabral nos cronistas - A viagem vista do Oriente
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Pedra de Afiar Livros" fala-nos de uma paixão. Não uma paixão entre duas pessoas, mas a paixão pelos livros. Como diz o autor, todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este. Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. Estes textos foram escritos ao longo de dez anos, e retratam a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Alguns foram publicados no blogue da livraria Pó dos Livros, outros escritos apenas pelo prazer de registar memórias. Histórias escritas com um humor engenhoso, algumas delas rocambolescas até, que fazem sempre, de uma forma ou de outra, referência a um livro, a algo ligado aos livros ou à vida de um livreiro. E o que é um livro senão parte da vida de alguém?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Pedra de Afiar Livros" fala-nos de uma paixão. Não uma paixão entre duas pessoas, mas a paixão pelos livros. Como diz o autor, todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este. Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. Estes textos foram escritos ao longo de dez anos, e retratam a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Alguns foram publicados no blogue da livraria Pó dos Livros, outros escritos apenas pelo prazer de registar memórias. Histórias escritas com um humor engenhoso, algumas delas rocambolescas até, que fazem sempre, de uma forma ou de outra, referência a um livro, a algo ligado aos livros ou à vida de um livreiro. E o que é um livro senão parte da vida de alguém?
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este volume de "Páginas Escolhidas" reúne alguns dos seus textos mais famosos ("Em Total Defesa dos Censores das Artes do Palco", "Ensaio sobre os Epitáfios", "Sobre a Teoria e a Prática", "Os Benefícios da Sociedade Humana", "O Papel do Homem de Letras", "Sobre o Dever do Jornalista" ou "Consolação Diante da Morte", entre outros), apresentando ao leitor português um dos grandes talentos da nossa tradição literária ocidental. "Há, de facto, um grande número de pessoas cuja curiosidade em adquirir um conhecimento mais íntimo dos escritores de sucesso, contudo, não se sente atraída por alguma ideia que eles possam apresentar no sentido de podermos melhorar; em vez disso, deles não esperam, naturalmente, argumentos contra o vício ou dissertações sobre a temperança e a justiça, mas voos espirituosos, umas boas saídas com piada ou, pelo menos, comentários agudos, distinções agradáveis, justeza de sentimentos e elegância na dicção. Esta expectativa é de facto especiosa e provável e, no entanto, tal o destino de todas as esperanças humanas, é muitas vezes frustrada e, naqueles que suscitam admiração devido aos seus livros, constatamos por outro lado que a sua companhia causa repulsa."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este volume de "Páginas Escolhidas" reúne alguns dos seus textos mais famosos ("Em Total Defesa dos Censores das Artes do Palco", "Ensaio sobre os Epitáfios", "Sobre a Teoria e a Prática", "Os Benefícios da Sociedade Humana", "O Papel do Homem de Letras", "Sobre o Dever do Jornalista" ou "Consolação Diante da Morte", entre outros), apresentando ao leitor português um dos grandes talentos da nossa tradição literária ocidental. "Há, de facto, um grande número de pessoas cuja curiosidade em adquirir um conhecimento mais íntimo dos escritores de sucesso, contudo, não se sente atraída por alguma ideia que eles possam apresentar no sentido de podermos melhorar; em vez disso, deles não esperam, naturalmente, argumentos contra o vício ou dissertações sobre a temperança e a justiça, mas voos espirituosos, umas boas saídas com piada ou, pelo menos, comentários agudos, distinções agradáveis, justeza de sentimentos e elegância na dicção. Esta expectativa é de facto especiosa e provável e, no entanto, tal o destino de todas as esperanças humanas, é muitas vezes frustrada e, naqueles que suscitam admiração devido aos seus livros, constatamos por outro lado que a sua companhia causa repulsa."
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ouro Branco" descreve uma situação quase desconhecida da História: os milhões de europeus raptados das suas casas e levados para os grandes mercados de escravos no norte de África. Forçados a suportar condições degradantes, poucos foram os que sobreviveram para contar a história. Baseando-se no testemunho de Thomas Pellow, um desses escravos brancos capturado no mar, Giles Milton reconstrói vividamente um capítulo perturbador e inexplorado da História. Thomas foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que construía um palácio imperial de enorme grandeza, exclusivamente com trabalho escravo cristão. Depois de longos períodos de tortura, Thomas converteu-se ao Islão e tornou-se no escravo pessoal do sultão - testemunhando o esplendor da corte imperial e o terror diário de um regime cruel -, antes de finalmente conseguir escapar. Arrepiante, impecavelmente investigado e brilhantemente conseguido, "Ouro Branco" narra um capítulo explosivo da História com o ritmo e entusiasmo dos melhores historiadores.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ouro Branco" descreve uma situação quase desconhecida da História: os milhões de europeus raptados das suas casas e levados para os grandes mercados de escravos no norte de África. Forçados a suportar condições degradantes, poucos foram os que sobreviveram para contar a história. Baseando-se no testemunho de Thomas Pellow, um desses escravos brancos capturado no mar, Giles Milton reconstrói vividamente um capítulo perturbador e inexplorado da História. Thomas foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que construía um palácio imperial de enorme grandeza, exclusivamente com trabalho escravo cristão. Depois de longos períodos de tortura, Thomas converteu-se ao Islão e tornou-se no escravo pessoal do sultão - testemunhando o esplendor da corte imperial e o terror diário de um regime cruel -, antes de finalmente conseguir escapar. Arrepiante, impecavelmente investigado e brilhantemente conseguido, "Ouro Branco" narra um capítulo explosivo da História com o ritmo e entusiasmo dos melhores historiadores.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No seu papel de jornalista, José Pedro Castanheira teve oportunidade de conhecer e fazer vários trabalhos de investigação sobre alguns dos principais derrotados do 25 de Abril — o último director da censura, o último presidente do partido único, o último responsável do campo de concentração do Tarrafal, os membros do último Governo da ditadura, o último secretário particular de Marcello Caetano, o seu último porta-voz. Este livro reúne esses trabalhos que o autor fez ao longo de 30 anos, aumentados e melhorados, paralelamente com grandes reportagens em torno de episódios e acontecimentos marcantes, precisamente por terem sido os derradeiros do género a ocorrer durante o Estado Novo: o último deportado, os últimos presos políticos, a última entrevista concedida por Oliveira Salazar, mas também as relações que este mantinha com o último chefe da sua polícia política.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No seu papel de jornalista, José Pedro Castanheira teve oportunidade de conhecer e fazer vários trabalhos de investigação sobre alguns dos principais derrotados do 25 de Abril — o último director da censura, o último presidente do partido único, o último responsável do campo de concentração do Tarrafal, os membros do último Governo da ditadura, o último secretário particular de Marcello Caetano, o seu último porta-voz. Este livro reúne esses trabalhos que o autor fez ao longo de 30 anos, aumentados e melhorados, paralelamente com grandes reportagens em torno de episódios e acontecimentos marcantes, precisamente por terem sido os derradeiros do género a ocorrer durante o Estado Novo: o último deportado, os últimos presos políticos, a última entrevista concedida por Oliveira Salazar, mas também as relações que este mantinha com o último chefe da sua polícia política.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Terminada a Segunda Guerra Mundial, havia um grande mistério a resolver: o que teria acontecido a Adolf Hitler? O seu perturbador desaparecimento alimentava rumores de uma possível fuga, promovidos pelos soviéticos. A inteligência britânica resolveu então contratar Hugh Trevor-Roper, um jovem oficial e historiador, para investigar os últimos dias do Führer e produzir um relatório definitivo sobre a sua morte. Este livro é o resultado dessa investigação, publicada pela primeira vez em 1947 e continuamente reeditada e enriquecida com novos testemunhos, revisões e descobertas. Considerada um clássico fundamental para compreender o funcionamento e a estrutura do regime nazi e as suas figuras mais marcantes, esta obra histórica reconstrói os últimos momentos do Terceiro Reich, marcados pela dicotomia nazi entre a vitória total ou a aniquilação: o encontro de Hitler com os seus generais, a traição de Himmler, o fim de Goebbels e a família, o casamento com Eva Braun, o testamento e o suicídio.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Terminada a Segunda Guerra Mundial, havia um grande mistério a resolver: o que teria acontecido a Adolf Hitler? O seu perturbador desaparecimento alimentava rumores de uma possível fuga, promovidos pelos soviéticos. A inteligência britânica resolveu então contratar Hugh Trevor-Roper, um jovem oficial e historiador, para investigar os últimos dias do Führer e produzir um relatório definitivo sobre a sua morte. Este livro é o resultado dessa investigação, publicada pela primeira vez em 1947 e continuamente reeditada e enriquecida com novos testemunhos, revisões e descobertas. Considerada um clássico fundamental para compreender o funcionamento e a estrutura do regime nazi e as suas figuras mais marcantes, esta obra histórica reconstrói os últimos momentos do Terceiro Reich, marcados pela dicotomia nazi entre a vitória total ou a aniquilação: o encontro de Hitler com os seus generais, a traição de Himmler, o fim de Goebbels e a família, o casamento com Eva Braun, o testamento e o suicídio.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Após trinta e cinco anos como monarca absoluto, Henrique VIII era um homem velho, hediondamente obeso, perverso e raras vezes visto em público. Governou pelo terror e foi pioneiro em muitos métodos que os ditadores do século XX tornaram banais. Henrique VIII criou o moderno "julgamento fantasma" e manipulou as facções rivais com um brilhantismo cínico. O relato que Robert Hutchinson nos traz dos últimos anos de Henrique VIII tem inúmeras revelações espantosas. Hutchinson desenterrou sentenças de morte, confissões, pedidos de clemência desesperados, provas de chantagem, inclusive as cartas de amor entre Katherine Parr, a última rainha de Henrique VIII, e o almirante Thomas Seymour, que se julgavam perdidas.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Após trinta e cinco anos como monarca absoluto, Henrique VIII era um homem velho, hediondamente obeso, perverso e raras vezes visto em público. Governou pelo terror e foi pioneiro em muitos métodos que os ditadores do século XX tornaram banais. Henrique VIII criou o moderno "julgamento fantasma" e manipulou as facções rivais com um brilhantismo cínico. O relato que Robert Hutchinson nos traz dos últimos anos de Henrique VIII tem inúmeras revelações espantosas. Hutchinson desenterrou sentenças de morte, confissões, pedidos de clemência desesperados, provas de chantagem, inclusive as cartas de amor entre Katherine Parr, a última rainha de Henrique VIII, e o almirante Thomas Seymour, que se julgavam perdidas.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Ao longo de toda a Era do Comércio Heroico, do século xvii ao século xix, um conjunto de lendários "reis mercadores" desprovidos de escrúpulos governou vastas partes do mundo e expandiu os seus imensos monopólios com o objetivo de gerar receita para os respetivos investidores, encher os próprios bolsos e satisfazer a vaidade e a curiosidade que os moviam. As suas proezas transformaram o mundo numa época de desenfreada globalização que espelha a sociedade que hoje conhecemos. "Os Reis Mercadores" observa cada um dos monopólios governantes através dos seus maiores líderes e, pela primeira vez, reúne num só volume as suas histórias, incluindo: Jan Pieterszoon, da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais; Pieter Stuyvesant, da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais; Robert Clive, da Companhia Inglesa das Índias Orientais; Aleksandr Baranov, da Companhia Russo-Americana; George Simpson, da Companhia da Baía de Hudson; e Cecil Rhodes, da Companhia Britânica da África do Sul.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Ao longo de toda a Era do Comércio Heroico, do século xvii ao século xix, um conjunto de lendários "reis mercadores" desprovidos de escrúpulos governou vastas partes do mundo e expandiu os seus imensos monopólios com o objetivo de gerar receita para os respetivos investidores, encher os próprios bolsos e satisfazer a vaidade e a curiosidade que os moviam. As suas proezas transformaram o mundo numa época de desenfreada globalização que espelha a sociedade que hoje conhecemos. "Os Reis Mercadores" observa cada um dos monopólios governantes através dos seus maiores líderes e, pela primeira vez, reúne num só volume as suas histórias, incluindo: Jan Pieterszoon, da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais; Pieter Stuyvesant, da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais; Robert Clive, da Companhia Inglesa das Índias Orientais; Aleksandr Baranov, da Companhia Russo-Americana; George Simpson, da Companhia da Baía de Hudson; e Cecil Rhodes, da Companhia Britânica da África do Sul.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Cerca de quinhentas mil pessoas chegaram a Portugal com a independência das colónias africanas. Para elas, acabava dessa forma abrupta uma vida próspera construída no ultramar e começava um futuro incerto numa sociedade que desconheciam e que chegava a revelar-se hostil à sua presença. Se os que vinham de África preferiam lá ter ficado, os que cá estavam receberam-nos com desconfiança. Nos primeiros tempos os colonos passaram fome e frio, enfrentaram o desemprego e viveram amontoados em quartos ou casas degradadas. Alguns preferiram emigrar a sujeitar-se à discriminação e à falta de perspectivas; outros encontraram no suicídio a única saída. "Os que vieram de África" é um livro de investigação empolgante e minucioso, que reconstitui tempos conturbados do nosso passado recente. Traçando o retrato de um pequeno país a braços com uma tarefa colossal, revela histórias comoventes de sobrevivência protagonizadas por homens e mulheres atirados para um lugar distante chamado Portugal - um lugar radicalmente diferente da terra que amavam e que o curso dos acontecimentos lhes retirou.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Cerca de quinhentas mil pessoas chegaram a Portugal com a independência das colónias africanas. Para elas, acabava dessa forma abrupta uma vida próspera construída no ultramar e começava um futuro incerto numa sociedade que desconheciam e que chegava a revelar-se hostil à sua presença. Se os que vinham de África preferiam lá ter ficado, os que cá estavam receberam-nos com desconfiança. Nos primeiros tempos os colonos passaram fome e frio, enfrentaram o desemprego e viveram amontoados em quartos ou casas degradadas. Alguns preferiram emigrar a sujeitar-se à discriminação e à falta de perspectivas; outros encontraram no suicídio a única saída. "Os que vieram de África" é um livro de investigação empolgante e minucioso, que reconstitui tempos conturbados do nosso passado recente. Traçando o retrato de um pequeno país a braços com uma tarefa colossal, revela histórias comoventes de sobrevivência protagonizadas por homens e mulheres atirados para um lugar distante chamado Portugal - um lugar radicalmente diferente da terra que amavam e que o curso dos acontecimentos lhes retirou.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Neste novo e ousado livro, George Friedman, fundador da STRATFOR, foca-se naquilo que melhor conhece: o futuro. Advoga que a nossa civilização está prestes a entrar numa nova era, e oferece uma previsão lúcida e estimulante das alterações que podemos esperar ao longo do século XXI. Explica onde, por que razões e como serão travadas as guerras futuras, quais as nações que irão ganhar e perder poder económico e político, e ainda as tendências culturais que vão alterar o nosso modo de vida.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Neste novo e ousado livro, George Friedman, fundador da STRATFOR, foca-se naquilo que melhor conhece: o futuro. Advoga que a nossa civilização está prestes a entrar numa nova era, e oferece uma previsão lúcida e estimulante das alterações que podemos esperar ao longo do século XXI. Explica onde, por que razões e como serão travadas as guerras futuras, quais as nações que irão ganhar e perder poder económico e político, e ainda as tendências culturais que vão alterar o nosso modo de vida.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A crise económica que assombra a Europa nos últimos anos teve um impacto profundo em Portugal, onde acentuou também a polarização entre direita e esquerda em várias dimensões da vida política e social. O regresso em força do termo "direita" à sombra do governo PSD-CDS (2011-2015) sugere a necessidade de uma reflexão aprofundada sobre esta categoria do político e sobre a sua evolução ao longo dos quarenta anos da democracia.Este livro oferece um conjunto de reflexões e análises acerca de várias dimensões de actuação desta família política. Os autores focalizam a evolução da opinião pública e dos dois principais partidos (PSD e CDS) em termos de oferta e procura política, assim como de modificação da proposta programática e até abandono das raízes doutrinárias originárias. A actuação das direitas em âmbitos relevantes como a cultura, os valores e a economia permite, assim, especificar as diferenças internas a esta mesma família política.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A crise económica que assombra a Europa nos últimos anos teve um impacto profundo em Portugal, onde acentuou também a polarização entre direita e esquerda em várias dimensões da vida política e social. O regresso em força do termo "direita" à sombra do governo PSD-CDS (2011-2015) sugere a necessidade de uma reflexão aprofundada sobre esta categoria do político e sobre a sua evolução ao longo dos quarenta anos da democracia.Este livro oferece um conjunto de reflexões e análises acerca de várias dimensões de actuação desta família política. Os autores focalizam a evolução da opinião pública e dos dois principais partidos (PSD e CDS) em termos de oferta e procura política, assim como de modificação da proposta programática e até abandono das raízes doutrinárias originárias. A actuação das direitas em âmbitos relevantes como a cultura, os valores e a economia permite, assim, especificar as diferenças internas a esta mesma família política.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O populismo contemporâneo aumentou o desdém pelos peritos e elites de todo o género, seja na política externa, na cultura, na economia, e até mesmo na ciência e na saúde. Enquanto a Internet permitiu que mais pessoas tenham mais acesso a mais informação do que nunca, também lhes deu a ilusão do conhecimento, quando na verdade elas estão afogadas em dados. Daí resulta um manancial inesgotável de rumores, mentiras, análise pouco séria, especulação e propaganda - e a tendência para "procurar informações que apenas confirmam aquilo em que acreditamos". Os ataques ao conhecimento e à cultura levam à convicção irracional de que qualquer um - depois de frequentar os fóruns da Internet - é tão inteligente e tão bem preparado como um perito para discutir seja que assunto for. As pessoas acreditam que ter direitos políticos iguais significa que a opinião do cidadão comum vale tanto como a de um especialista.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O populismo contemporâneo aumentou o desdém pelos peritos e elites de todo o género, seja na política externa, na cultura, na economia, e até mesmo na ciência e na saúde. Enquanto a Internet permitiu que mais pessoas tenham mais acesso a mais informação do que nunca, também lhes deu a ilusão do conhecimento, quando na verdade elas estão afogadas em dados. Daí resulta um manancial inesgotável de rumores, mentiras, análise pouco séria, especulação e propaganda - e a tendência para "procurar informações que apenas confirmam aquilo em que acreditamos". Os ataques ao conhecimento e à cultura levam à convicção irracional de que qualquer um - depois de frequentar os fóruns da Internet - é tão inteligente e tão bem preparado como um perito para discutir seja que assunto for. As pessoas acreditam que ter direitos políticos iguais significa que a opinião do cidadão comum vale tanto como a de um especialista.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na era do desenvolvimento sustentável, em que as organizações internacionais definem estratégias, agendas, metas e objetivos como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o Acordo de Paris, a Nova Agenda Urbana ou o novo Green Deal, cabe cada vez mais às cidades o papel de implementar ações e medidas que contribuam para tais compromissos e que envolvam mais as comunidades, através da cooperação multilateral e do trabalho em rede ao nível internacional, transnacional e intergovernamental. O crescimento demográfico global, a concentração da população em áreas urbanas e o aumento insustentável do consumo têm levado a um aumento da pegada ecológica sem precedentes, provocando impactos devastadores no planeta. Neste livro, dá-se destaque ao papel que as cidades podem e devem desempenhar no panorama internacional em prol da sustentabilidade e da saúde planetária.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na era do desenvolvimento sustentável, em que as organizações internacionais definem estratégias, agendas, metas e objetivos como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o Acordo de Paris, a Nova Agenda Urbana ou o novo Green Deal, cabe cada vez mais às cidades o papel de implementar ações e medidas que contribuam para tais compromissos e que envolvam mais as comunidades, através da cooperação multilateral e do trabalho em rede ao nível internacional, transnacional e intergovernamental. O crescimento demográfico global, a concentração da população em áreas urbanas e o aumento insustentável do consumo têm levado a um aumento da pegada ecológica sem precedentes, provocando impactos devastadores no planeta. Neste livro, dá-se destaque ao papel que as cidades podem e devem desempenhar no panorama internacional em prol da sustentabilidade e da saúde planetária.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
25 de Junho de 1975. Moçambique deixa de ser uma colónia e transforma-se num jovem país. Para trás ficam 11 anos de guerra e cinco séculos de dominação colonial, que o século xx tornara mais opressiva. A data é de euforia para quase todos os moçambicanos. Mas será a independência capaz de concretizar todos os sonhos? Pouco mais de um ano volvido, Moçambique vê-se mergulhado num novo conflito, que anos mais tarde se transforma numa autêntica guerra civil. O regime de cariz socialista instaurado pelo Governo de Samora Machel diminui o analfabetismo e expande o acesso à saúde, mas aniquila direitos e liberdades individuais. Em 1986, o país chora o seu líder, que perde a vida em circunstâncias misteriosas. Como se constrói um país nestas circunstâncias? Que Pátria é hoje Moçambique?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
25 de Junho de 1975. Moçambique deixa de ser uma colónia e transforma-se num jovem país. Para trás ficam 11 anos de guerra e cinco séculos de dominação colonial, que o século xx tornara mais opressiva. A data é de euforia para quase todos os moçambicanos. Mas será a independência capaz de concretizar todos os sonhos? Pouco mais de um ano volvido, Moçambique vê-se mergulhado num novo conflito, que anos mais tarde se transforma numa autêntica guerra civil. O regime de cariz socialista instaurado pelo Governo de Samora Machel diminui o analfabetismo e expande o acesso à saúde, mas aniquila direitos e liberdades individuais. Em 1986, o país chora o seu líder, que perde a vida em circunstâncias misteriosas. Como se constrói um país nestas circunstâncias? Que Pátria é hoje Moçambique?
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Eis alguns factos: as mulheres vivem mais tempo do que os homens. Têm um sistema imunitário mais forte. Em geral, são melhores a combater o cancro e a sobreviver à fome, e até conseguem ver o mundo numa gama mais ampla de cores. As mulheres são simplesmente mais fortes do que os homens em todas as fases da vida. Mas porquê? E porque nos ensinam o contrário? Baseando-se nas suas experiências clínicas, o Dr. Shäron Moalem descobriu o porquê de as mulheres prevalecerem sobre os homens em matéria de resiliência, intelecto, vigor, imunidade e muito mais. A resposta reside na genética: os dois cromossomas X femininos proporcionam uma poderosa vantagem de sobrevivência.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Eis alguns factos: as mulheres vivem mais tempo do que os homens. Têm um sistema imunitário mais forte. Em geral, são melhores a combater o cancro e a sobreviver à fome, e até conseguem ver o mundo numa gama mais ampla de cores. As mulheres são simplesmente mais fortes do que os homens em todas as fases da vida. Mas porquê? E porque nos ensinam o contrário? Baseando-se nas suas experiências clínicas, o Dr. Shäron Moalem descobriu o porquê de as mulheres prevalecerem sobre os homens em matéria de resiliência, intelecto, vigor, imunidade e muito mais. A resposta reside na genética: os dois cromossomas X femininos proporcionam uma poderosa vantagem de sobrevivência.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A Máquina do Ódio mostra de que forma as redes sociais são manipuladas por líderes populistas e as campanhas de difamação funcionam como uma censura trabalhada por exércitos de trolls, depois espalhados por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. Os bastidores dessas reportagens e os ataques de que Patrícia Campos Mello foi alvo servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no mundo, numa prosa simultaneamente pessoal e objetiva. Acompanhando eleições na Índia, nos EUA e no Brasil, mas também campanhas violentas na Venezuela, Nicarágua ou Hungria, a repórter mostra como combate e que armas possui esse exército na sua guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de história recente das democracias, A Máquina do Ódio é também um manifesto em defesa da informação.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A Máquina do Ódio mostra de que forma as redes sociais são manipuladas por líderes populistas e as campanhas de difamação funcionam como uma censura trabalhada por exércitos de trolls, depois espalhados por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. Os bastidores dessas reportagens e os ataques de que Patrícia Campos Mello foi alvo servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no mundo, numa prosa simultaneamente pessoal e objetiva. Acompanhando eleições na Índia, nos EUA e no Brasil, mas também campanhas violentas na Venezuela, Nicarágua ou Hungria, a repórter mostra como combate e que armas possui esse exército na sua guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de história recente das democracias, A Máquina do Ódio é também um manifesto em defesa da informação.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Paris, março de 1314. Jacques de Molay e Geoffroi de Charney são levados para a fogueira. Diante de uma multidão expectante, Jacques de Molay lança uma maldição aos que os condenaram injustamente. Um mês depois, o Papa Clemente V, que ajudou a condenar os Cavaleiros do Templo, morre. Filipe IV de França, outro dos perseguidores, teve o mesmo destino alguns meses mais tarde. Seguiram-se a fome, a peste e as revoltas. Seria esta a manifestação da maldição lançada por Jacques de Molay? "A Maldição dos Templários" mostra a perseguição, tortura e julgamento dos Cavaleiros do Templo, a que se seguiu um castigo eterno. Apresentando a dissolução da Ordem depois do julgamento de 1307, este livro fascinante detalha as consequências da perseguição aos Templários e o seu misterioso legado. Maldições, crueldade, intriga política, vingança… O que esteve verdadeiramente na origem da queda da Ordem Templária?
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Paris, março de 1314. Jacques de Molay e Geoffroi de Charney são levados para a fogueira. Diante de uma multidão expectante, Jacques de Molay lança uma maldição aos que os condenaram injustamente. Um mês depois, o Papa Clemente V, que ajudou a condenar os Cavaleiros do Templo, morre. Filipe IV de França, outro dos perseguidores, teve o mesmo destino alguns meses mais tarde. Seguiram-se a fome, a peste e as revoltas. Seria esta a manifestação da maldição lançada por Jacques de Molay? "A Maldição dos Templários" mostra a perseguição, tortura e julgamento dos Cavaleiros do Templo, a que se seguiu um castigo eterno. Apresentando a dissolução da Ordem depois do julgamento de 1307, este livro fascinante detalha as consequências da perseguição aos Templários e o seu misterioso legado. Maldições, crueldade, intriga política, vingança… O que esteve verdadeiramente na origem da queda da Ordem Templária?
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