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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O 25 de Novembro de 1975 ainda tem muito para e por contar, pois o que ficou na nossa memória colectiva pouco tem a ver com o que se passou na realidade. Ao cair do pano daquele dia, na execução de uma estratégia muito antes gizada por sectores político-militares, 152 trabalhadores da comunicação social estatizada de Lisboa foram afastados impiedosa e ilegalmente dos seus postos de trabalho. Suspensos sem culpa formada, sem processo disciplinar e através de listas ad-hoc organizadas apenas por motivos político-ideológicos, ficaram em casa à força e sem salário. Recorreram para os Tribunais do Trabalho, da Relação e Supremo, e em todos venceram sem apelo nem agravo. Durante dois anos, e após ter consultado cerca de 60 processos que correram nos tribunais, fui ouvir dezenas de trabalhadores que passaram por esse tormento. Esta é, pois, uma das muitas histórias do 25 de Novembro que estão por contar. E nos dois últimos capítulos deixo-vos também, para meditar, uma nova versão, documentada, dos casos do jornal República e da Rádio Renascença, explorados sem pudor, aqui e lá fora, pelo PS e pela Igreja.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O 25 de Novembro de 1975 ainda tem muito para e por contar, pois o que ficou na nossa memória colectiva pouco tem a ver com o que se passou na realidade. Ao cair do pano daquele dia, na execução de uma estratégia muito antes gizada por sectores político-militares, 152 trabalhadores da comunicação social estatizada de Lisboa foram afastados impiedosa e ilegalmente dos seus postos de trabalho. Suspensos sem culpa formada, sem processo disciplinar e através de listas ad-hoc organizadas apenas por motivos político-ideológicos, ficaram em casa à força e sem salário. Recorreram para os Tribunais do Trabalho, da Relação e Supremo, e em todos venceram sem apelo nem agravo. Durante dois anos, e após ter consultado cerca de 60 processos que correram nos tribunais, fui ouvir dezenas de trabalhadores que passaram por esse tormento. Esta é, pois, uma das muitas histórias do 25 de Novembro que estão por contar. E nos dois últimos capítulos deixo-vos também, para meditar, uma nova versão, documentada, dos casos do jornal República e da Rádio Renascença, explorados sem pudor, aqui e lá fora, pelo PS e pela Igreja.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os números estão muito mais próximos de nós do que julgamos e dominam o nosso quotidiano, mesmo que não gostemos de matemática. Mas este não é um livro de matemática, ainda que seja protagonizado por números. Confuso? Nem por isso. Este é, literalmente, um livro de cultura geral e os números são as personagens principais de histórias verídicas e cheias de informações e factos que o leitor provavelmente desconhece. Sabia que, se o ser humano conseguisse utilizar o cérebro na capacidade máxima, armazenaria 4,7 mil milhões de livros? E que os suínos em Espanha já são tantos que ultrapassam o número de cidadãos espanhóis? Ou que um estagiário na Apple aufere 5300 euros, isto é, mais do que o nosso Presidente da República? Ou ainda que a Rússia é tão grande que tem 11 fusos horários, o que faz com que de um lado do país haja habitantes que se sentam à mesa para jantar quando do outro há gente a despertar de uma noite de sono? Se sonha com dias maiores, tem conhecimento de que, daqui a 6,7 milhões de anos, os dias do Planeta terão mais 1 segundo do que agora? Fazia ideia de que as peças Lego vendidas num só ano dariam 5 vezes a volta à Terra? Ou de que a fobia à sexta-feira 13 se chama "parascavedecatriafobia"? Ou de que existem mais países filiados na FIFA do que na ONU? E de que Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo? 3st3 p3qu3n0 t3xt0 s3rv3 4p3n45 p4r4 m05tr4r c0m0 4 no554 c4b3ç4 c0n53gu3 f4z3r c01545 1mpr3551on4ant35! R3p4r3: n0 1n1c10 p4r3c14 c0mpl1c4d0, m45 n35T4 L1nh4, 4 5u4 c4b3ç4 v41 d3c1fr4nd0 0 c0d1g0 qu453 4ut0m4t1c4M3nt3, 53M pr3c154r d3 p3n54r mu1t0, c3rt0? 3nt40 p0d3 0rgulh4r-53 d1550. 4 5u4 c4p4c1d4d3 m3r3c3! P4r4b3ns! "Percebeu tudo à primeira? No princípio parece estranho, mas depois torna-se mais fácil. Números que contam histórias ou histórias que contam números? Que histórias podem contar essas entidades tão frias, impessoais e inquestionavelmente objetivas? Que vidas têm, afinal? Este livro é a demonstração inequívoca de como os números podem dizer muito mais do que a informação impressa pelos seus algarismos." "Do prefácio de João Duque" "André Rodrigues não tortura os números, embora alguns lhe cheguem um pouco aturdidos. Trata-os com desvelo. Com inteligência e humor conta histórias à roda dos números que captam a atenção do leitor como antes captaram a atenção do radio-ouvinte. O seu livro ajudará a formar o que se chama "literacia matemática," a capacidade de ler o mundo matematicamente." "Do posfácio de Carlos Fiolhais"
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os números estão muito mais próximos de nós do que julgamos e dominam o nosso quotidiano, mesmo que não gostemos de matemática. Mas este não é um livro de matemática, ainda que seja protagonizado por números. Confuso? Nem por isso. Este é, literalmente, um livro de cultura geral e os números são as personagens principais de histórias verídicas e cheias de informações e factos que o leitor provavelmente desconhece. Sabia que, se o ser humano conseguisse utilizar o cérebro na capacidade máxima, armazenaria 4,7 mil milhões de livros? E que os suínos em Espanha já são tantos que ultrapassam o número de cidadãos espanhóis? Ou que um estagiário na Apple aufere 5300 euros, isto é, mais do que o nosso Presidente da República? Ou ainda que a Rússia é tão grande que tem 11 fusos horários, o que faz com que de um lado do país haja habitantes que se sentam à mesa para jantar quando do outro há gente a despertar de uma noite de sono? Se sonha com dias maiores, tem conhecimento de que, daqui a 6,7 milhões de anos, os dias do Planeta terão mais 1 segundo do que agora? Fazia ideia de que as peças Lego vendidas num só ano dariam 5 vezes a volta à Terra? Ou de que a fobia à sexta-feira 13 se chama "parascavedecatriafobia"? Ou de que existem mais países filiados na FIFA do que na ONU? E de que Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo? 3st3 p3qu3n0 t3xt0 s3rv3 4p3n45 p4r4 m05tr4r c0m0 4 no554 c4b3ç4 c0n53gu3 f4z3r c01545 1mpr3551on4ant35! R3p4r3: n0 1n1c10 p4r3c14 c0mpl1c4d0, m45 n35T4 L1nh4, 4 5u4 c4b3ç4 v41 d3c1fr4nd0 0 c0d1g0 qu453 4ut0m4t1c4M3nt3, 53M pr3c154r d3 p3n54r mu1t0, c3rt0? 3nt40 p0d3 0rgulh4r-53 d1550. 4 5u4 c4p4c1d4d3 m3r3c3! P4r4b3ns! "Percebeu tudo à primeira? No princípio parece estranho, mas depois torna-se mais fácil. Números que contam histórias ou histórias que contam números? Que histórias podem contar essas entidades tão frias, impessoais e inquestionavelmente objetivas? Que vidas têm, afinal? Este livro é a demonstração inequívoca de como os números podem dizer muito mais do que a informação impressa pelos seus algarismos." "Do prefácio de João Duque" "André Rodrigues não tortura os números, embora alguns lhe cheguem um pouco aturdidos. Trata-os com desvelo. Com inteligência e humor conta histórias à roda dos números que captam a atenção do leitor como antes captaram a atenção do radio-ouvinte. O seu livro ajudará a formar o que se chama "literacia matemática," a capacidade de ler o mundo matematicamente." "Do posfácio de Carlos Fiolhais"
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Chega, Vox, Frente Nacional, Trump, Bolsonaro, entre outros - as características, a evolução e as estratégias dos novos partidos e movimentos de direita e de extrema-direita. "Nos últimos anos, a extrema-direita voltou a ocupar as capas dos jornais um pouco por todo o mundo. Depois da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, de Bolsonaro no Brasil, do Brexit, da chegada de Matteo Salvini ao Governo em Itália, da consolidação de Viktor Órban na Hungria e da aproximação ao poder de Marine Le Pen em França, dispararam-se todos os alarmes sobre um fenómeno, que, por um lado, é difícil de catalogar e, por outro lado, não é algo novo, ainda que tenha sofrido transformações notáveis nas últimas décadas. O surgimento, a consolidação, a reconfiguração e a expansão social, política e eleitoral de novos partidos e movimentos de extrema-direita constituem a mais importante transformação política dos nossos dias e um dos principais desafios às democracias herdadas do pós-guerra e, no nosso caso, da Revolução de 1974/75." AUTORES: Andrea Peniche, Bruno Madeira, Cecília Honório, Daniel Pinéu, Fernando Rosas, Francisco Mangas, João Mineiro, José Manuel Pureza, José Manuel Sobral, Manuel Loff, Steven Forti, Virgílio Borges Pereira e Xavier Casals.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Chega, Vox, Frente Nacional, Trump, Bolsonaro, entre outros - as características, a evolução e as estratégias dos novos partidos e movimentos de direita e de extrema-direita. "Nos últimos anos, a extrema-direita voltou a ocupar as capas dos jornais um pouco por todo o mundo. Depois da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, de Bolsonaro no Brasil, do Brexit, da chegada de Matteo Salvini ao Governo em Itália, da consolidação de Viktor Órban na Hungria e da aproximação ao poder de Marine Le Pen em França, dispararam-se todos os alarmes sobre um fenómeno, que, por um lado, é difícil de catalogar e, por outro lado, não é algo novo, ainda que tenha sofrido transformações notáveis nas últimas décadas. O surgimento, a consolidação, a reconfiguração e a expansão social, política e eleitoral de novos partidos e movimentos de extrema-direita constituem a mais importante transformação política dos nossos dias e um dos principais desafios às democracias herdadas do pós-guerra e, no nosso caso, da Revolução de 1974/75." AUTORES: Andrea Peniche, Bruno Madeira, Cecília Honório, Daniel Pinéu, Fernando Rosas, Francisco Mangas, João Mineiro, José Manuel Pureza, José Manuel Sobral, Manuel Loff, Steven Forti, Virgílio Borges Pereira e Xavier Casals.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O aeroporto de Pequim é hoje o segundo mais movimentado do planeta, à frente de Londres ou Nova York, e grande parte dos produtos que usamos diariamente - os originais, as cópias e as imitações - são Made in China. O mais surpreendente, no entanto, é o ritmo com que essas "coisas" aconteceram e estão ainda a acontecer.< br> "A velocidade na China é cinco vezes mais rápida do que na Europa", diz uma jovem arquiteta portuguesa que trabalha num atelier britânico estabelecido em Pequim.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O aeroporto de Pequim é hoje o segundo mais movimentado do planeta, à frente de Londres ou Nova York, e grande parte dos produtos que usamos diariamente - os originais, as cópias e as imitações - são Made in China. O mais surpreendente, no entanto, é o ritmo com que essas "coisas" aconteceram e estão ainda a acontecer.< br> "A velocidade na China é cinco vezes mais rápida do que na Europa", diz uma jovem arquiteta portuguesa que trabalha num atelier britânico estabelecido em Pequim.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Nova Teoria do Sebastianismo é um ensaio que reflecte sobre o mitosebastianista como alucinação racionalmente falsa mas sentimentalmenteverdadeira e nos dá a conhecer os autores que trataram o tema, desdeBandarra e Padre António Vieira até aos filósofos contemporâneos,passando por Fernando Pessoa, António Quadros, António Sérgio eEduardo Lourenço. O presente título insere-se numa colecção na qual foramjá publicados dois outros títulos de Miguel Real: Nova Teoria do Mal e NovaTeoria da Felicidade enquanto propostas para uma ética do século XXI."Ser sebastianista hoje […] significa, não a esperança no indefinidoregresso de D. Sebastião, nem acreditar neste como o Messias regeneradorda sociedade portuguesa, […] mas ter plena consciência de que emPortugal só se atinge um patamar próspero de vida se algo (uma instituição)ou alguém dotado de elemento carismático nos prestar um auxílio que nosretire, por meios extraordinários, do embrutecimento e empobrecimento davida quotidiana: a subserviência rastejante ao Partido, a cunha do "SenhorDoutor", a crença no resultado do totoloto ou do euromilhões, a promessa aNossa Senhora de Fátima ou santo congénere... Esse algo ou alguém,quando negado em Portugal, impele à emigração, forçando o português abuscar no estrangeiro o que, devido às políticas de autofavorecimento daselites, lhe é negado na sua terra natal."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Nova Teoria do Sebastianismo é um ensaio que reflecte sobre o mitosebastianista como alucinação racionalmente falsa mas sentimentalmenteverdadeira e nos dá a conhecer os autores que trataram o tema, desdeBandarra e Padre António Vieira até aos filósofos contemporâneos,passando por Fernando Pessoa, António Quadros, António Sérgio eEduardo Lourenço. O presente título insere-se numa colecção na qual foramjá publicados dois outros títulos de Miguel Real: Nova Teoria do Mal e NovaTeoria da Felicidade enquanto propostas para uma ética do século XXI."Ser sebastianista hoje […] significa, não a esperança no indefinidoregresso de D. Sebastião, nem acreditar neste como o Messias regeneradorda sociedade portuguesa, […] mas ter plena consciência de que emPortugal só se atinge um patamar próspero de vida se algo (uma instituição)ou alguém dotado de elemento carismático nos prestar um auxílio que nosretire, por meios extraordinários, do embrutecimento e empobrecimento davida quotidiana: a subserviência rastejante ao Partido, a cunha do "SenhorDoutor", a crença no resultado do totoloto ou do euromilhões, a promessa aNossa Senhora de Fátima ou santo congénere... Esse algo ou alguém,quando negado em Portugal, impele à emigração, forçando o português abuscar no estrangeiro o que, devido às políticas de autofavorecimento daselites, lhe é negado na sua terra natal."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O pecado constitui a categoria filosófica e religiosa sobre a qual a Europa cristã assentou as suas constantes culturais e civilizacionais e sobre a qual edificou a base fundamental do Poder, o poder religioso, mas sobretudo o poder político e social. Quando se refere que a Europa cristã ergueu a sua civilização com base na categoria religiosa de pecado diz-se, consequentemente, que ela assentou a sua civilização sobre o modo singular de viver com a emoção primária de Medo e com o sentimento de Culpa. Medo e Culpa constituem as duas colunas ético-morais que sustentam o edifício do Pecado. Por isso, Pecado, Medo e Culpa constituem o triângulo ético-religioso abordado neste ensaio."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O pecado constitui a categoria filosófica e religiosa sobre a qual a Europa cristã assentou as suas constantes culturais e civilizacionais e sobre a qual edificou a base fundamental do Poder, o poder religioso, mas sobretudo o poder político e social. Quando se refere que a Europa cristã ergueu a sua civilização com base na categoria religiosa de pecado diz-se, consequentemente, que ela assentou a sua civilização sobre o modo singular de viver com a emoção primária de Medo e com o sentimento de Culpa. Medo e Culpa constituem as duas colunas ético-morais que sustentam o edifício do Pecado. Por isso, Pecado, Medo e Culpa constituem o triângulo ético-religioso abordado neste ensaio."
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. "Depois de ter estado em Nova Iorque", diz Behan, "qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro." A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha "saudade" de bares onde nunca entrei." - Enrique Vila-Matas, Prefácio.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. "Depois de ter estado em Nova Iorque", diz Behan, "qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro." A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha "saudade" de bares onde nunca entrei." - Enrique Vila-Matas, Prefácio.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Reconstituindo as andanças épicas dos povos nómadas ao longo de doze mil anos, o reputado jornalista e autor de livros de viagens Anthony Sattin entretece as histórias das tribos que viveram fora das fronteiras imperiais e criaram reinos e impérios próprios: citas, xiongnu, persas, hunos, árabes, mongóis, mogóis, otomanos e outros. Com a sua multiculturalidade, o seu respeito pelos ciclos naturais e a sua necessidade de se movimentarem livremente, os povos nómadas trouxeram um esplêndido florescimento cultural à Eurásia, que desembocaria no Renascimento e numa mudança radical da história humana. Esta narrativa abrangente religa-nos com os mitos mais profundos, com uma antiguidade partilhada e com o mundo natural. Nómadas revela-nos a história da civilização, narrada pelos que vivem à margem dela.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Reconstituindo as andanças épicas dos povos nómadas ao longo de doze mil anos, o reputado jornalista e autor de livros de viagens Anthony Sattin entretece as histórias das tribos que viveram fora das fronteiras imperiais e criaram reinos e impérios próprios: citas, xiongnu, persas, hunos, árabes, mongóis, mogóis, otomanos e outros. Com a sua multiculturalidade, o seu respeito pelos ciclos naturais e a sua necessidade de se movimentarem livremente, os povos nómadas trouxeram um esplêndido florescimento cultural à Eurásia, que desembocaria no Renascimento e numa mudança radical da história humana. Esta narrativa abrangente religa-nos com os mitos mais profundos, com uma antiguidade partilhada e com o mundo natural. Nómadas revela-nos a história da civilização, narrada pelos que vivem à margem dela.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
De uma das autoras mais brilhantes do mundo da literatura, um trabalho de franqueza impressionante sobre a perda de uma filha. Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento. Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis, as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta", como "O Ano do Pensamento Mágico", este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
De uma das autoras mais brilhantes do mundo da literatura, um trabalho de franqueza impressionante sobre a perda de uma filha. Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento. Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis, as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta", como "O Ano do Pensamento Mágico", este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Houve uma época em que o mar trazia o desastre ou mercadorias valiosas. Em que as rotas comerciais iam da América a África, e do Sudeste Asiático ao Extremo Oriente, ainda os portugueses não pensavam em tomar Ceuta. Uma época em que corpos pendiam de árvores sagradas e brindes ecoavam à volta de fogueiras. Em que não se sabia se um corvo era só um corvo ou um deus em forma animal. Em que a poesia era divina e a generosidade uma virtude, a par da coragem em combate - incluindo a das mulheres, que também empunhavam armas. Em que a Europa mudou e não voltou a ser a mesma, da Islândia às estepes da Ucrânia. A essa época dá-se o nome de Idade Viking. Mas porque nem todos os nórdicos iam em viking, que era uma atividade e não uma etnia, este livro é também sobre os que ficavam na Escandinávia ou se fixavam fora dela, como comerciantes, agricultores, guerreiros, magnatas, reis, príncipes e servos. É o tempo dos vikings resumido em dezasseis perguntas e respostas fundamentais. Uma viagem para um passado remoto que consegue ser outro mundo, por vezes de formas inesperadas, e um mergulho na ciência que é a História, fascinante, mas sempre em atualização.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Houve uma época em que o mar trazia o desastre ou mercadorias valiosas. Em que as rotas comerciais iam da América a África, e do Sudeste Asiático ao Extremo Oriente, ainda os portugueses não pensavam em tomar Ceuta. Uma época em que corpos pendiam de árvores sagradas e brindes ecoavam à volta de fogueiras. Em que não se sabia se um corvo era só um corvo ou um deus em forma animal. Em que a poesia era divina e a generosidade uma virtude, a par da coragem em combate - incluindo a das mulheres, que também empunhavam armas. Em que a Europa mudou e não voltou a ser a mesma, da Islândia às estepes da Ucrânia. A essa época dá-se o nome de Idade Viking. Mas porque nem todos os nórdicos iam em viking, que era uma atividade e não uma etnia, este livro é também sobre os que ficavam na Escandinávia ou se fixavam fora dela, como comerciantes, agricultores, guerreiros, magnatas, reis, príncipes e servos. É o tempo dos vikings resumido em dezasseis perguntas e respostas fundamentais. Uma viagem para um passado remoto que consegue ser outro mundo, por vezes de formas inesperadas, e um mergulho na ciência que é a História, fascinante, mas sempre em atualização.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
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Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
História e fantasia combinam-se nos trechos narrativos inseridos nos livros de linhagens medievais, que celebravam feitos memoráveis, quer para os descendentes de heróis quer para a classe nobre em geral. As narrativas dos livros de linhagens, agrupadas neste livro pela origem geográfica das tradições familiares que representam - castelhanas, galegas e portuguesas -, são simples narrativas, trechos curtos transmitidos juntamente com outras tradições familiares. Podendo revestir a forma de contos (como na Dama do "Pé de Cabra"), de anedotas baseadas em episódios burlescos (como o duelo de Simão Curutelo), de "exemplos" (como o do alcaide de Celorico), de "memórias" (como as dos combates de Martim Sanches e do conde de Barcelos), de crenças míticas (como as da origem dos Velosos) ou de acontecimentos dramáticos (como o de Fernão Rodrigues de Castro), representam não só o ponto de vista do narrador que desejava exaltar os feitos dos seus antepassados, mas pretendiam também identificar membros de linhagens rivais. Destaques do conteúdo da obra Adaptações de obras anteriores, como As filhas do rei Lear; O nascimento do rei Artur; Mordech e o rei Artur; Cid, o Campeador; D. Afonso Henriques Tradições familiares castelhanas, como A Dama do Pé de Cabra; Infantes de Lara; A origem dos Velosos Tradições familiares galegas, como Dona Marinha; Pero Novais; Martim Sanches Tradições familiares portuguesas, como O rei Ramiro; Fernão Mendes de Bragança e a infanta: D. Dinis, rei de Portugal; D. Pedro, conde de Barcelos; O rapto de Maria Pais Ribeira; A traição de Mem Cravo; O alcaide de Celorico As ficções do refundidor de 1380, como Soeiro Mendes da Maia; D. Pedro I, rei de Castela; Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador; O arcebispo D. Gonçalo Pereira; Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Hospital, e a batalha do Salado
Nº Páginas: 176
Sinopse:
História e fantasia combinam-se nos trechos narrativos inseridos nos livros de linhagens medievais, que celebravam feitos memoráveis, quer para os descendentes de heróis quer para a classe nobre em geral. As narrativas dos livros de linhagens, agrupadas neste livro pela origem geográfica das tradições familiares que representam - castelhanas, galegas e portuguesas -, são simples narrativas, trechos curtos transmitidos juntamente com outras tradições familiares. Podendo revestir a forma de contos (como na Dama do "Pé de Cabra"), de anedotas baseadas em episódios burlescos (como o duelo de Simão Curutelo), de "exemplos" (como o do alcaide de Celorico), de "memórias" (como as dos combates de Martim Sanches e do conde de Barcelos), de crenças míticas (como as da origem dos Velosos) ou de acontecimentos dramáticos (como o de Fernão Rodrigues de Castro), representam não só o ponto de vista do narrador que desejava exaltar os feitos dos seus antepassados, mas pretendiam também identificar membros de linhagens rivais. Destaques do conteúdo da obra Adaptações de obras anteriores, como As filhas do rei Lear; O nascimento do rei Artur; Mordech e o rei Artur; Cid, o Campeador; D. Afonso Henriques Tradições familiares castelhanas, como A Dama do Pé de Cabra; Infantes de Lara; A origem dos Velosos Tradições familiares galegas, como Dona Marinha; Pero Novais; Martim Sanches Tradições familiares portuguesas, como O rei Ramiro; Fernão Mendes de Bragança e a infanta: D. Dinis, rei de Portugal; D. Pedro, conde de Barcelos; O rapto de Maria Pais Ribeira; A traição de Mem Cravo; O alcaide de Celorico As ficções do refundidor de 1380, como Soeiro Mendes da Maia; D. Pedro I, rei de Castela; Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador; O arcebispo D. Gonçalo Pereira; Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Hospital, e a batalha do Salado
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 564
Sinopse:
"O passado dos homens não foi só a sua vida pública. Foi também o jogo ou a luta de cada dia e aquilo em que eles acreditaram. Desejaria, como Ricoeur diz também, ‘reabrir o passado para reavivar nele as potencialidades não cumpridas, impedidas, ou mesmo massacradas’, particularmente aquelas que a proclamação do Evangelho reclama sempre que é ritualmente anunciado. Desejaria que as minhas explorações do passado não fossem viagens a um reino de sombras, nem mitificação de factos pretensamente privilegiados, mas revelação do que sempre de novo existe no passado, do que sempre de novo o traz até nós, do que sempre de novo nos impulsiona no presente, do que sempre de novo deveríamos transmitir a quem vier depois. Desejaria... Infelizmente os desejos ficam muitas vezes longe do seu cumprimento. Mesmo que me aproximasse deste ideal, nem por isso ele se comunicaria automaticamente a ninguém. Só a busca de cada um dos meus leitores o pode trazer à existência." - Do Prefácio do Autor.
Nº Páginas: 564
Sinopse:
"O passado dos homens não foi só a sua vida pública. Foi também o jogo ou a luta de cada dia e aquilo em que eles acreditaram. Desejaria, como Ricoeur diz também, ‘reabrir o passado para reavivar nele as potencialidades não cumpridas, impedidas, ou mesmo massacradas’, particularmente aquelas que a proclamação do Evangelho reclama sempre que é ritualmente anunciado. Desejaria que as minhas explorações do passado não fossem viagens a um reino de sombras, nem mitificação de factos pretensamente privilegiados, mas revelação do que sempre de novo existe no passado, do que sempre de novo o traz até nós, do que sempre de novo nos impulsiona no presente, do que sempre de novo deveríamos transmitir a quem vier depois. Desejaria... Infelizmente os desejos ficam muitas vezes longe do seu cumprimento. Mesmo que me aproximasse deste ideal, nem por isso ele se comunicaria automaticamente a ninguém. Só a busca de cada um dos meus leitores o pode trazer à existência." - Do Prefácio do Autor.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quando festejou a surpreendente vitória de Trump, o seu ideólogo e diretor de campanha, Steve Bannon, terá afirmado "quero que [eles] falem de antirracismo todos os dias. Se a esquerda está focada em raça e identidade e nós avançamos com o nacionalismo económico, esmagamo-los". Desde então, esta é uma discussão acesa: será que Bannon tem razão (e deve, então, a esquerda abdicar da defesa dos direitos sociais) e a direita ganhará sempre se instrumentalizar os nacionalismos imperiais e as religiões? Em resposta a essas questões, neste livro discutimos vários processos de identificação, individual e social. Mostramos como se constroem à direita o discurso e as práticas do ódio, ou como estabelece o medo como norma social. Verificamos que a direita se radicalizou no tempo de Trump e de Bolsonaro por ser obsessivamente identitarista. E discutimos como a democracia deve responder a este autoritarismo galopante, reconhecendo as identidades como experiência da diferença e como afirmação de direitos, mas não deixando de se bater também por uma política que constitua uma resposta inclusiva e universal, promovendo a distribuição social contra a desigualdade social e económica. Assim, o livro defende que o modo de enfrentar o trumpismo é a conjugação entre reconhecimento de identidades que exprimem a vida de comunidades e uma alternativa socialista clara. Baseando-se na experiência e debates dos movimentos feminista e antirracista, bem como de movimentos sociais das últimas décadas, os autores desafiam a maldição de Bannon e apontam caminhos para uma sociedade em que posso ser quem sou e podemos ser quem somos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quando festejou a surpreendente vitória de Trump, o seu ideólogo e diretor de campanha, Steve Bannon, terá afirmado "quero que [eles] falem de antirracismo todos os dias. Se a esquerda está focada em raça e identidade e nós avançamos com o nacionalismo económico, esmagamo-los". Desde então, esta é uma discussão acesa: será que Bannon tem razão (e deve, então, a esquerda abdicar da defesa dos direitos sociais) e a direita ganhará sempre se instrumentalizar os nacionalismos imperiais e as religiões? Em resposta a essas questões, neste livro discutimos vários processos de identificação, individual e social. Mostramos como se constroem à direita o discurso e as práticas do ódio, ou como estabelece o medo como norma social. Verificamos que a direita se radicalizou no tempo de Trump e de Bolsonaro por ser obsessivamente identitarista. E discutimos como a democracia deve responder a este autoritarismo galopante, reconhecendo as identidades como experiência da diferença e como afirmação de direitos, mas não deixando de se bater também por uma política que constitua uma resposta inclusiva e universal, promovendo a distribuição social contra a desigualdade social e económica. Assim, o livro defende que o modo de enfrentar o trumpismo é a conjugação entre reconhecimento de identidades que exprimem a vida de comunidades e uma alternativa socialista clara. Baseando-se na experiência e debates dos movimentos feminista e antirracista, bem como de movimentos sociais das últimas décadas, os autores desafiam a maldição de Bannon e apontam caminhos para uma sociedade em que posso ser quem sou e podemos ser quem somos.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nacionalistas de Moçambique aborda a vida política de dez pessoas, na sua maioria já falecidas. Uma mulher e nove homens . Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional. Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz , consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Uma boa altura para recordar a vida de dez nacionalistas, que deixaram a sua marca na história de Moçambique, lutando para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nacionalistas de Moçambique aborda a vida política de dez pessoas, na sua maioria já falecidas. Uma mulher e nove homens . Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional. Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz , consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Uma boa altura para recordar a vida de dez nacionalistas, que deixaram a sua marca na história de Moçambique, lutando para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A única obra não ficcional de Agatha Christie na colecção de literatura de viagens coordenada por Carlos Vaz Marques.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A única obra não ficcional de Agatha Christie na colecção de literatura de viagens coordenada por Carlos Vaz Marques.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O terrorismo e a pobreza eram os problemas do Magrebe, mas a partir do meio de Dezembro 2010, toda a região foi varrida pela revolta civil com consequências diversas: triunfou na Tunísia, dividiu a Líbia, obrigou Marrocos a acelerar a reforma, fez o regime argelino discutir as melhores formas de resposta - que começaram por ser através de subsídios de emergência - e causou perturbações relativamente menores na Mauritânia (onde as manifestações foram também menos importantes, apesar de alguns episódios dramáticos de imolação como a de Yacoub Ould Dahoud, em 17 de Janeiro).
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O terrorismo e a pobreza eram os problemas do Magrebe, mas a partir do meio de Dezembro 2010, toda a região foi varrida pela revolta civil com consequências diversas: triunfou na Tunísia, dividiu a Líbia, obrigou Marrocos a acelerar a reforma, fez o regime argelino discutir as melhores formas de resposta - que começaram por ser através de subsídios de emergência - e causou perturbações relativamente menores na Mauritânia (onde as manifestações foram também menos importantes, apesar de alguns episódios dramáticos de imolação como a de Yacoub Ould Dahoud, em 17 de Janeiro).
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Mossad - as grandes operações dos serviços secretos israelitas dá a conhecer as mais importantes e perigosas missões executadas pela agência ao longo de mais de 60 anos: a captura do carrasco nazi Adolf Eichman, a erradicação da organização terrorista Setembro Negro, a destruição das facilidades nucleares sírias e a muito recente eliminação de cientistas-chave do programa nuclear iraniano, entre outras.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Mossad - as grandes operações dos serviços secretos israelitas dá a conhecer as mais importantes e perigosas missões executadas pela agência ao longo de mais de 60 anos: a captura do carrasco nazi Adolf Eichman, a erradicação da organização terrorista Setembro Negro, a destruição das facilidades nucleares sírias e a muito recente eliminação de cientistas-chave do programa nuclear iraniano, entre outras.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Mossad - Espiões contra o Armagedão é uma história poderosa e viva do aparelho de espionagem de Israel - liderado pela famosa e temível Mossad - desde a fundação do país, em 1948, até às crises de hoje em dia. Este livro aborda diversos temas, como o rapto de Adolf Eichmann, na Argentina, em 1960, o fracasso da Mossad para tentar deitar a mão ao Dr. Joseph Mengele; a caça aos terroristas palestinianos a seguir aos acontecimentos nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972; a operação, em 1979, em França contra a venda de equipamento nuclear a Saddam Hussein; e ainda o raide a Entebe e o bombardeamento do reator nuclear sírio em 2007. Coloca também questões interessantes, tais como: terá a Mossad cometido um erro gigantesco quando duas dúzias de operacionais foram vistos pelas câmaras de vigilância de um hotel no Dubai ou foi uma missão de assassínio com êxito? Será que os assassinos sentirão algum peso na consciência? E, finalmente, confiam os Estados Unidos na espionagem israelita?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Mossad - Espiões contra o Armagedão é uma história poderosa e viva do aparelho de espionagem de Israel - liderado pela famosa e temível Mossad - desde a fundação do país, em 1948, até às crises de hoje em dia. Este livro aborda diversos temas, como o rapto de Adolf Eichmann, na Argentina, em 1960, o fracasso da Mossad para tentar deitar a mão ao Dr. Joseph Mengele; a caça aos terroristas palestinianos a seguir aos acontecimentos nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972; a operação, em 1979, em França contra a venda de equipamento nuclear a Saddam Hussein; e ainda o raide a Entebe e o bombardeamento do reator nuclear sírio em 2007. Coloca também questões interessantes, tais como: terá a Mossad cometido um erro gigantesco quando duas dúzias de operacionais foram vistos pelas câmaras de vigilância de um hotel no Dubai ou foi uma missão de assassínio com êxito? Será que os assassinos sentirão algum peso na consciência? E, finalmente, confiam os Estados Unidos na espionagem israelita?
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