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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Poderá ser muito cedo para tirar conclusões definitivas acerca das reais consequências da pandemia do novo coronavírus que ainda atravessamos. Este acontecimento à escala global que, apesar de previsível e expectável, apanhou o mundo de surpresa, impôs transformações drásticas no modo de vida de alguns e expôs a necessidade absoluta de mudança para muitos mais. Além do medo, que gera desconfiança, ostracização, insegurança, clausura e outras formas quejandas de violência, a pandemia e a ameaça à segurança individual que ela representa forçaram alguns Estados a tomar acções urgentes e emergentes que, pela sua natureza de excepção, iluminaram contradições sociais, económicas e políticas latentes nas sociedades actuais. Neste ensaio de assinalável lucidez, Ivan Krastev, um dos mais conceituados analistas políticos da actualidade, expõe alguns paradoxos desconcertantes deixados a descoberto pela crise pandémica e analisa o impacto profundo que esta terá sobre a globalização, a cooperação internacional e a coesão nacional, o advento de novos autoritarismos, e o projecto europeu
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Poderá ser muito cedo para tirar conclusões definitivas acerca das reais consequências da pandemia do novo coronavírus que ainda atravessamos. Este acontecimento à escala global que, apesar de previsível e expectável, apanhou o mundo de surpresa, impôs transformações drásticas no modo de vida de alguns e expôs a necessidade absoluta de mudança para muitos mais. Além do medo, que gera desconfiança, ostracização, insegurança, clausura e outras formas quejandas de violência, a pandemia e a ameaça à segurança individual que ela representa forçaram alguns Estados a tomar acções urgentes e emergentes que, pela sua natureza de excepção, iluminaram contradições sociais, económicas e políticas latentes nas sociedades actuais. Neste ensaio de assinalável lucidez, Ivan Krastev, um dos mais conceituados analistas políticos da actualidade, expõe alguns paradoxos desconcertantes deixados a descoberto pela crise pandémica e analisa o impacto profundo que esta terá sobre a globalização, a cooperação internacional e a coesão nacional, o advento de novos autoritarismos, e o projecto europeu
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro é interdito aos que desistiram de Portugal! A não ser que queiram rever a sua posição. Nesse caso, tem em mãos a ferramenta certa para se reencontrar com o País que os autores mais amam. Ajudar na construção de um Portugal melhor para todos. Valorizar Portugal, aliando a qualidade à inovação. Fazer o que há muito se sabe que tem de ser feito. Posicionar Portugal entre os melhores em algumas áreas e sectores. Dar tudo por um Portugal melhor! Aqui encontra propostas concretas para mudanças efectivas e soluções exequíveis para reformas verdadeiramente transformadoras.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro é interdito aos que desistiram de Portugal! A não ser que queiram rever a sua posição. Nesse caso, tem em mãos a ferramenta certa para se reencontrar com o País que os autores mais amam. Ajudar na construção de um Portugal melhor para todos. Valorizar Portugal, aliando a qualidade à inovação. Fazer o que há muito se sabe que tem de ser feito. Posicionar Portugal entre os melhores em algumas áreas e sectores. Dar tudo por um Portugal melhor! Aqui encontra propostas concretas para mudanças efectivas e soluções exequíveis para reformas verdadeiramente transformadoras.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 292
Sinopse:
O capitalismo deixou de funcionar. A expectativa de qualidade de vida das novas gerações é de que viverão em piores condições que os seus pais viveram; os trabalhadores receiam que as suas capacidades sejam desvalorizadas; as populações rurais ressentem-se do crescente fosso que as afasta das metrópoles. Fundamentalmente, o capitalismo perdeu a sua orientação moral. As sociedades estão a polarizar-se em antigas identidades antagónicas, como o nacionalismo e o marxismo, contra uma nova elite globalizada. Necessitamos de reinventar o capitalismo. "O Futuro do Capitalismo" apresenta propostas concretas que respondem as estas preocupações e anseios. Dirigido ao leitor comum, as ideias que apresenta assentam nas pesquisas mais recentes de economistas de renome internacional. Paul Collier demonstra como se podem construir identidades nacionais inclusivas apesar do enorme fluxo de migrantes existente; de que forma se podem redesenhar empresas com propósitos que vão além do mero lucro; como se pode tornar mais comum o trabalho com significado; e como uma emergente subclasse de famílias destruturadas pode ser tratada através do "maternalismo social". Em "O Futuro do Capitalismo" o economista de renome mundial Paul Collier apresenta um diagnóstico das falhas do capitalismo e uma visão pragmática e realista de como o podemos reparar, de forma a diminuir as divisões económicas, sociais e culturais do mundo de hoje. Demonstra como podemos salvar o capitalismo de si próprio.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
O capitalismo deixou de funcionar. A expectativa de qualidade de vida das novas gerações é de que viverão em piores condições que os seus pais viveram; os trabalhadores receiam que as suas capacidades sejam desvalorizadas; as populações rurais ressentem-se do crescente fosso que as afasta das metrópoles. Fundamentalmente, o capitalismo perdeu a sua orientação moral. As sociedades estão a polarizar-se em antigas identidades antagónicas, como o nacionalismo e o marxismo, contra uma nova elite globalizada. Necessitamos de reinventar o capitalismo. "O Futuro do Capitalismo" apresenta propostas concretas que respondem as estas preocupações e anseios. Dirigido ao leitor comum, as ideias que apresenta assentam nas pesquisas mais recentes de economistas de renome internacional. Paul Collier demonstra como se podem construir identidades nacionais inclusivas apesar do enorme fluxo de migrantes existente; de que forma se podem redesenhar empresas com propósitos que vão além do mero lucro; como se pode tornar mais comum o trabalho com significado; e como uma emergente subclasse de famílias destruturadas pode ser tratada através do "maternalismo social". Em "O Futuro do Capitalismo" o economista de renome mundial Paul Collier apresenta um diagnóstico das falhas do capitalismo e uma visão pragmática e realista de como o podemos reparar, de forma a diminuir as divisões económicas, sociais e culturais do mundo de hoje. Demonstra como podemos salvar o capitalismo de si próprio.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
A Monarquia Constitucional portuguesa explicada por Vasco Pulido Valente. Num primeiro ensaio, a Contra-Revolução, esclarece como D. Miguel falhou a tentativa de restaurar o absolutismo. Com o irmão, D. Pedro IV, precipitou o país para as Guerras Liberais. Ressurreição e Morte do Radicalismo, o segundo ensaio, descreve a posterior tentativa falhada de modernização do país, que não conseguiu reformar o Estado, fazer a economia crescer e educar a sociedade. Assim se conduziu o país para uma nova revolução, a republicana, de 1910.Um livro escrito no estilo inconfundível de Vasco Pulido Valente, "O Fundo da Gaveta" é uma descrição brilhante do Portugal oitocentista e uma poderosa metáfora do nosso país.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
A Monarquia Constitucional portuguesa explicada por Vasco Pulido Valente. Num primeiro ensaio, a Contra-Revolução, esclarece como D. Miguel falhou a tentativa de restaurar o absolutismo. Com o irmão, D. Pedro IV, precipitou o país para as Guerras Liberais. Ressurreição e Morte do Radicalismo, o segundo ensaio, descreve a posterior tentativa falhada de modernização do país, que não conseguiu reformar o Estado, fazer a economia crescer e educar a sociedade. Assim se conduziu o país para uma nova revolução, a republicana, de 1910.Um livro escrito no estilo inconfundível de Vasco Pulido Valente, "O Fundo da Gaveta" é uma descrição brilhante do Portugal oitocentista e uma poderosa metáfora do nosso país.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Ninguém é realmente livre se a liberdade não for para todos. "O Fim do Armário "é uma crónica notável das mudanças experimentadas por lésbicas, gays, bissexuais e trans no século XXI, mas não foi escrito apenas para eles. É um livro para leitores de todas as orientações e identidades de género, que conta uma série de histórias e explica coisas que a maioria dos leitores desconhece. Avanços e retrocessos, mitos e preconceitos, alegrias e tristezas, tudo interessa a Bruno Bimbi, que integra, nesta narrativa corajosa, histórias pessoais e coletivas de todo o mundo. O livro fala de homofobia e transfobia, mas também de racismo e antissemitismo. Desfilam pelas suas páginas o papa Francisco, os pastores evangélicos brasileiros, Jair Bolsonaro, Nicolás Maduro, os clérigos iranianos e a extrema-direita espanhola, mas também Alan Turing, Pedro Zerolo, Laverne Cox, Rosa Parks e as travestis rebeldes de Stonewall. "O Fim do Armário" é o segundo livro de Bruno Bimbi, já publicado na Argentina, no Brasil, no Peru, em Espanha e no México. Atualizada pelo autor, esta edição portuguesa contém um novo capítulo sobre Jair Bolsonaro e a extrema-direita europeia e fala também sobre o perigo representado pelo fundamentalismo religioso em todo o mundo.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Ninguém é realmente livre se a liberdade não for para todos. "O Fim do Armário "é uma crónica notável das mudanças experimentadas por lésbicas, gays, bissexuais e trans no século XXI, mas não foi escrito apenas para eles. É um livro para leitores de todas as orientações e identidades de género, que conta uma série de histórias e explica coisas que a maioria dos leitores desconhece. Avanços e retrocessos, mitos e preconceitos, alegrias e tristezas, tudo interessa a Bruno Bimbi, que integra, nesta narrativa corajosa, histórias pessoais e coletivas de todo o mundo. O livro fala de homofobia e transfobia, mas também de racismo e antissemitismo. Desfilam pelas suas páginas o papa Francisco, os pastores evangélicos brasileiros, Jair Bolsonaro, Nicolás Maduro, os clérigos iranianos e a extrema-direita espanhola, mas também Alan Turing, Pedro Zerolo, Laverne Cox, Rosa Parks e as travestis rebeldes de Stonewall. "O Fim do Armário" é o segundo livro de Bruno Bimbi, já publicado na Argentina, no Brasil, no Peru, em Espanha e no México. Atualizada pelo autor, esta edição portuguesa contém um novo capítulo sobre Jair Bolsonaro e a extrema-direita europeia e fala também sobre o perigo representado pelo fundamentalismo religioso em todo o mundo.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mais actual que nunca, este livro segue a vida de Inês, que aparenta ser a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Mas na verdade os seus dias são passados com os seus amigos consumidores regulares de drogas, em arriscados jogos sexuais e uma utilização abusiva e desregulada das redes sociais onde trocam nudes e partilham o seu estilo de vida caótico. As suas vidas são uma espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mais actual que nunca, este livro segue a vida de Inês, que aparenta ser a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Mas na verdade os seus dias são passados com os seus amigos consumidores regulares de drogas, em arriscados jogos sexuais e uma utilização abusiva e desregulada das redes sociais onde trocam nudes e partilham o seu estilo de vida caótico. As suas vidas são uma espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
No final de 1974, dois MPLA encontraram-se pela primeira vez em Luanda. Um, era o movimento oficial, com os seus dirigentes e os guerrilheiros vindos da mata e de Brazzaville. O outro, era um MPLA informal, heterogéneo, composto por jovens que o imaginaram ouvindo, na rádio, as emissões clandestinas do Angola Combatente. Após a Revolução dos Cravos, esses jovens tornam-se politicamente muito activos, desenvolvendo acções, em nome do MPLA, nas escolas e nos musseques. Foi o choque de duas gerações e de duas ideologias, a pró-soviética da cúpula do MPLA e a maoista dos jovens idealistas. As primeiras prisões políticas ocorreram ainda antes da independência de Angola. Estima-se que mais de cem militantes desta extrema-esquerda, dos CAC, da OCA e do NJS, foram presos e torturados, até 1980. Só depois de várias e prolongadas greves de fome é que os libertaram. Eram homens e mulheres, angolanos e portugueses. Deixam-nos aqui o seu testemunho.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
No final de 1974, dois MPLA encontraram-se pela primeira vez em Luanda. Um, era o movimento oficial, com os seus dirigentes e os guerrilheiros vindos da mata e de Brazzaville. O outro, era um MPLA informal, heterogéneo, composto por jovens que o imaginaram ouvindo, na rádio, as emissões clandestinas do Angola Combatente. Após a Revolução dos Cravos, esses jovens tornam-se politicamente muito activos, desenvolvendo acções, em nome do MPLA, nas escolas e nos musseques. Foi o choque de duas gerações e de duas ideologias, a pró-soviética da cúpula do MPLA e a maoista dos jovens idealistas. As primeiras prisões políticas ocorreram ainda antes da independência de Angola. Estima-se que mais de cem militantes desta extrema-esquerda, dos CAC, da OCA e do NJS, foram presos e torturados, até 1980. Só depois de várias e prolongadas greves de fome é que os libertaram. Eram homens e mulheres, angolanos e portugueses. Deixam-nos aqui o seu testemunho.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Confrontado com o desmoronar dos valores americanos e das fundações da economia ocidental, Joseph Stiglitz traça o caminho para a verdadeira recuperação económica e para uma sociedade mais igualitária. Nos últimos anos, Stiglitz tem denunciado com insistência os maiores desafios económicos com que os Estados Unidos da América se deparam, começando pela Grande Recessão e culminando no diagnóstico da crescente desigualdade social e económica do seu país. "O Fim da Desigualdade" colige alguns dos seus ensaios mais provocadores sobre este tema, começando pelo artigo que deu origem ao slogan do movimento Occupy Wall Street, "Nós somos os 99 %", e prosseguindo para textos que demonstram que a igualdade de oportunidade é um mito e que a enorme desigualdade hoje registada é uma escolha. Sempre proativo, Stiglitz termina com propostas concretas sobre como fomentar o desenvolvimento, criar oportunidades e reduzir a desigualdade.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Confrontado com o desmoronar dos valores americanos e das fundações da economia ocidental, Joseph Stiglitz traça o caminho para a verdadeira recuperação económica e para uma sociedade mais igualitária. Nos últimos anos, Stiglitz tem denunciado com insistência os maiores desafios económicos com que os Estados Unidos da América se deparam, começando pela Grande Recessão e culminando no diagnóstico da crescente desigualdade social e económica do seu país. "O Fim da Desigualdade" colige alguns dos seus ensaios mais provocadores sobre este tema, começando pelo artigo que deu origem ao slogan do movimento Occupy Wall Street, "Nós somos os 99 %", e prosseguindo para textos que demonstram que a igualdade de oportunidade é um mito e que a enorme desigualdade hoje registada é uma escolha. Sempre proativo, Stiglitz termina com propostas concretas sobre como fomentar o desenvolvimento, criar oportunidades e reduzir a desigualdade.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 402
Sinopse:
"O Enigma de Sophia de Mello Breyner Andresen: Da Sombra à Claridade" é uma reflexão abrangente sobre toda a obra de Sophia, poetisa singular da literatura portuguesa, através da análise das principais temáticas que a estruturam e que constituem as três partes deste livro: - "No Tempo Dividido", estudo aprofundado do tempo, tema central na sua obra; - "Navegações", sobre a eterna viagem de descoberta, onde Sophia recria o percurso da aventura portuguesa dos Descobrimentos para o transformar numa viagem iniciática de descoberta do Eu e do Outro; - "O Nome das Coisas", uma abordagem transversal em que, através do paralelismo com outros autores, como fernando Pessoa ou Jorge Luís Borges, melhor se revela a especificidade da obra de Sophia.
Nº Páginas: 402
Sinopse:
"O Enigma de Sophia de Mello Breyner Andresen: Da Sombra à Claridade" é uma reflexão abrangente sobre toda a obra de Sophia, poetisa singular da literatura portuguesa, através da análise das principais temáticas que a estruturam e que constituem as três partes deste livro: - "No Tempo Dividido", estudo aprofundado do tempo, tema central na sua obra; - "Navegações", sobre a eterna viagem de descoberta, onde Sophia recria o percurso da aventura portuguesa dos Descobrimentos para o transformar numa viagem iniciática de descoberta do Eu e do Outro; - "O Nome das Coisas", uma abordagem transversal em que, através do paralelismo com outros autores, como fernando Pessoa ou Jorge Luís Borges, melhor se revela a especificidade da obra de Sophia.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No dia 6 de Junho de 1944, a invasão da França pelos Aliados marcou o fim do domínio nazi na Europa. Este livro é um testemunho verídico sobre esta batalha que ficou conhecida como o "dia mais longo" do século XX. Uma apresentação magistral de uma página da História e, como o general Sir Frederick Morgan, autor do plano inicial do desembarque, não temeu afirmar: "uma obra-prima". Cornelius Ryan pesquisou, durante mais de dez anos, todos os dados relacionados com o desembarque de 6 de junho de 1944, incluindo uma verdadeira mina de documentos confiscados pelos Aliados. Foi nestas fontes que o autor encontrou a transcrição exacta da mensagem, interceptada e decifrada pelos Alemães, que anunciava à Resistência francesa o dia escolhido para o desembarque na Normandia. Além disso, procurou e entrevistou todos os sobreviventes do Dia D que conseguiu localizar. Três mil homens responderam ao seu inquérito. O resultado foi esta obra-prima da História militar: um relato de coragem e heroísmo, glória e tragédia O Dia Mais Longo foi adaptado ao cinema, em 1962, por Ken Annakin e Andrew Marton e interpretado por John Wayne, Robert Mitchum, Henry Fonda, Richard Burton, Sean Connery e Paul Anka.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No dia 6 de Junho de 1944, a invasão da França pelos Aliados marcou o fim do domínio nazi na Europa. Este livro é um testemunho verídico sobre esta batalha que ficou conhecida como o "dia mais longo" do século XX. Uma apresentação magistral de uma página da História e, como o general Sir Frederick Morgan, autor do plano inicial do desembarque, não temeu afirmar: "uma obra-prima". Cornelius Ryan pesquisou, durante mais de dez anos, todos os dados relacionados com o desembarque de 6 de junho de 1944, incluindo uma verdadeira mina de documentos confiscados pelos Aliados. Foi nestas fontes que o autor encontrou a transcrição exacta da mensagem, interceptada e decifrada pelos Alemães, que anunciava à Resistência francesa o dia escolhido para o desembarque na Normandia. Além disso, procurou e entrevistou todos os sobreviventes do Dia D que conseguiu localizar. Três mil homens responderam ao seu inquérito. O resultado foi esta obra-prima da História militar: um relato de coragem e heroísmo, glória e tragédia O Dia Mais Longo foi adaptado ao cinema, em 1962, por Ken Annakin e Andrew Marton e interpretado por John Wayne, Robert Mitchum, Henry Fonda, Richard Burton, Sean Connery e Paul Anka.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O grande terramoto de Lisboa, que aconteceu na manhã do Dia de Todos os Santos de 1755, não foi um mero abalo - foi um momento que desestabilizou os pilares de uma ordem social inveterada e enviou ondas de choque através do mundo ocidental. Terra, água, vento e fogo - todos conspiraram para produzir uma catástrofe particularmente infernal. Aos fortes tremores de terra, seguiram-se três ondas gigantes que se abateram sobre a zona ribeirinha, e fortes ventos inflamaram durante cinco dias os fogos causados pelo tremor de terra. Lisboa não foi só dizimada - foi aniquilada. O acontecimento levou ao equivalente do século XVIII de um frenesim mediático - e originou uma sucessão de desenvolvimentos fascinantes, como o primeiro esforço concertado de preparação para catástrofes, reformas sociais, planeamento urbano e o nascimento da sismologia.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O grande terramoto de Lisboa, que aconteceu na manhã do Dia de Todos os Santos de 1755, não foi um mero abalo - foi um momento que desestabilizou os pilares de uma ordem social inveterada e enviou ondas de choque através do mundo ocidental. Terra, água, vento e fogo - todos conspiraram para produzir uma catástrofe particularmente infernal. Aos fortes tremores de terra, seguiram-se três ondas gigantes que se abateram sobre a zona ribeirinha, e fortes ventos inflamaram durante cinco dias os fogos causados pelo tremor de terra. Lisboa não foi só dizimada - foi aniquilada. O acontecimento levou ao equivalente do século XVIII de um frenesim mediático - e originou uma sucessão de desenvolvimentos fascinantes, como o primeiro esforço concertado de preparação para catástrofes, reformas sociais, planeamento urbano e o nascimento da sismologia.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Os meus sobrinhos, mais do que os meus irmãos, entendem este eremitério de Moledo, a casa onde me instalei nos anos oitenta, como uma espécie de observatório inclinado sobre o mar, mas de onde suspeito que o resto do universo continua a mover-se – e de uma forma mais interessante do que Galileu Galilei imaginava."
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Os meus sobrinhos, mais do que os meus irmãos, entendem este eremitério de Moledo, a casa onde me instalei nos anos oitenta, como uma espécie de observatório inclinado sobre o mar, mas de onde suspeito que o resto do universo continua a mover-se – e de uma forma mais interessante do que Galileu Galilei imaginava."
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais? Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público. Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele. Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais? Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público. Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele. Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Biografia à revelia, totalmente não autorizada, deste invólucro mortal que ocupamos. Uma extraordinária investigação do corpo humano que o vai deixar maravilhado com o invólucro que ocupa. A vida toda habitamos um único corpo e contudo a maioria de nós não faz a mais pálida ideia de como este funciona e do que se passa no seu interior. A ideia deste livro é simples: a de tentar compreender esta extraordinária maquineta que nós somos. No premiado bestseller "Breve História de Quase Tudo" Bill Bryson fez o quase-impossível: tornou a ciência simultaneamente compreensível e divertida para milhões de pessoas em todo o mundo. Agora, Bryson volta a sua atenção para o corpo humano, como funciona e como consegue a extraordinária proeza de se curar a si próprio. O Corpo: Um Guia para Ocupantes está cheio de histórias verídicas e factos incríveis e é uma tentativa brilhante e muito bem-humorada de compreender este nosso milagre fisiológico e neurológico.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Biografia à revelia, totalmente não autorizada, deste invólucro mortal que ocupamos. Uma extraordinária investigação do corpo humano que o vai deixar maravilhado com o invólucro que ocupa. A vida toda habitamos um único corpo e contudo a maioria de nós não faz a mais pálida ideia de como este funciona e do que se passa no seu interior. A ideia deste livro é simples: a de tentar compreender esta extraordinária maquineta que nós somos. No premiado bestseller "Breve História de Quase Tudo" Bill Bryson fez o quase-impossível: tornou a ciência simultaneamente compreensível e divertida para milhões de pessoas em todo o mundo. Agora, Bryson volta a sua atenção para o corpo humano, como funciona e como consegue a extraordinária proeza de se curar a si próprio. O Corpo: Um Guia para Ocupantes está cheio de histórias verídicas e factos incríveis e é uma tentativa brilhante e muito bem-humorada de compreender este nosso milagre fisiológico e neurológico.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 722
Sinopse:
NOVO ENSAIO DE RU I TAVARES, um dos mais originais e sagazes historiadores portugueses. Como trabalhavam os censores portugueses? Que conclusões retiravam da leitura dos seus contemporâneos? Porque se viam como guardiões das "Luzes" e da "dignidade da luz pública"? E que impacto tiveram na preparação da chegada da modernidade? Estas são algumas das perguntas a que Rui Tavares procura responder no muito aguardado ensaio O Censor Iluminado. Mergulhando no pombalismo, o historiador analisa mais de 1500 relatórios de censura guardados na Torre do Tombo, bem como os livros que lhes deram origem. Há 250 anos, o Marquês de Pombal iniciou a revolução cultural que projectara para o reino de Portugal com a fundação de uma especialíssima instituição de censura: a Real Mesa Censória. Por decreto de Dom José I, foram nomeados intelectuais, autores e letrados para ler, interpretar e censurar todos os livros que fossem publicados, incluindo peças de teatro, dissertações académicas, e até os cartazes impressos e os cardápios dos restaurantes. Este livro segue a trajectória de vida e os interesses desses censores, interpreta as suas ideias dentro do grande movimento iluminista, e estabelece comparações entre "as ideias sobre as ideias" do presente e do passado em várias épocas distintas, conferindo um contexto de época mas também uma visão intemporal ao acto de censurar.
Nº Páginas: 722
Sinopse:
NOVO ENSAIO DE RU I TAVARES, um dos mais originais e sagazes historiadores portugueses. Como trabalhavam os censores portugueses? Que conclusões retiravam da leitura dos seus contemporâneos? Porque se viam como guardiões das "Luzes" e da "dignidade da luz pública"? E que impacto tiveram na preparação da chegada da modernidade? Estas são algumas das perguntas a que Rui Tavares procura responder no muito aguardado ensaio O Censor Iluminado. Mergulhando no pombalismo, o historiador analisa mais de 1500 relatórios de censura guardados na Torre do Tombo, bem como os livros que lhes deram origem. Há 250 anos, o Marquês de Pombal iniciou a revolução cultural que projectara para o reino de Portugal com a fundação de uma especialíssima instituição de censura: a Real Mesa Censória. Por decreto de Dom José I, foram nomeados intelectuais, autores e letrados para ler, interpretar e censurar todos os livros que fossem publicados, incluindo peças de teatro, dissertações académicas, e até os cartazes impressos e os cardápios dos restaurantes. Este livro segue a trajectória de vida e os interesses desses censores, interpreta as suas ideias dentro do grande movimento iluminista, e estabelece comparações entre "as ideias sobre as ideias" do presente e do passado em várias épocas distintas, conferindo um contexto de época mas também uma visão intemporal ao acto de censurar.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"O objetivo principal deste estudo é indagar de que forma decorreu o processo de desmantelamento da polícia política da ditadura de António Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, PIDE/DGS. Por outro lado, questiona-se se perdura a memória relativamente a essa importante instituição repressiva do regime deposto no 25 de Abril de 1974. Ao assumir o presente estudo um carácter historiográfico, a aproximação histórica, cronológica e genealógica do processo de justiça transicional em Portugal será aqui privilegiada. Aqui se observa de forma desenvolvida o que se foi passando ao longo do período entre 1974 e 1976, bem como, de forma mais breve, entre este último ano e os anos 80 do século XX. Serão ainda abrangidos alguns aspetos relacionados com a memória e a opinião pública nas diversas comemorações do 25 de Abril, para tentar detetar as diversas fases da memória do processo que desencadeou a democracia portuguesa." Capítulos I e II: Breve referência ao passado e ao processo de Justiça na sequência da Segunda Guerra Mundial. Capítulo III: a queda da Ditadura em Portugal e os últimos dias da PIDE/DGS. Capítulo IV: O que era a polícia política da Ditadura portuguesa; a primeira fase do processo do desmantelamento dessa polícia no período imediato ao 25 de Abril de 1974; a discussão no seio do MFA sobre o destino a dar-lhe e a criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS. Capítulo V: caracterização da atividade da Comissão de Extinção da PIDE/DGS ao longo de 1974 e no início de 1975. Capítulo VI: durante o chamado "Processo Revolucionário em Curso" (PREC), o qual terminou em 25 de Novembro de 1975, foi adotada a lei n.º 8/75, de criminalização dos elementos da PIDE/DGS. Capítulo VII: os resultados da rutura do 25 de Novembro de 1975 em termos de legislação para o processo de justiça transicional: esvaziamento dos objetivos da Lei n.º 8/75; nomeação de uma nova chefia da Comissão de Extinção da PIDE/DGS; libertação condicional dos elementos da PIDE/DGS, até à realização dos seus julgamentos em tribunal militar. Capítulo VIII: o período entre 1977, ano de "todas as libertações", e 1981, quando foi lida a sentença do "Caso Humberto Delgado". Capítulo IX (Epílogo): um balanço do processo de "saneamentos" políticos, característico do processo revolucionário português de 1974 e 1975; o período entre 1982, ano do fim da Comissão de Extinção da PIDE/DGS e do Conselho da Revolução, e 2014. Conclusões: caracterização das várias fases da memória da Ditadura e da polícia política em Portugal. Apêndices: Dados numéricos e estatísticos ilustradores da forma como se desenrolaram a instrução dos processos, o julgamento e a libertação dos elementos da ex-PIDE/DGS.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"O objetivo principal deste estudo é indagar de que forma decorreu o processo de desmantelamento da polícia política da ditadura de António Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, PIDE/DGS. Por outro lado, questiona-se se perdura a memória relativamente a essa importante instituição repressiva do regime deposto no 25 de Abril de 1974. Ao assumir o presente estudo um carácter historiográfico, a aproximação histórica, cronológica e genealógica do processo de justiça transicional em Portugal será aqui privilegiada. Aqui se observa de forma desenvolvida o que se foi passando ao longo do período entre 1974 e 1976, bem como, de forma mais breve, entre este último ano e os anos 80 do século XX. Serão ainda abrangidos alguns aspetos relacionados com a memória e a opinião pública nas diversas comemorações do 25 de Abril, para tentar detetar as diversas fases da memória do processo que desencadeou a democracia portuguesa." Capítulos I e II: Breve referência ao passado e ao processo de Justiça na sequência da Segunda Guerra Mundial. Capítulo III: a queda da Ditadura em Portugal e os últimos dias da PIDE/DGS. Capítulo IV: O que era a polícia política da Ditadura portuguesa; a primeira fase do processo do desmantelamento dessa polícia no período imediato ao 25 de Abril de 1974; a discussão no seio do MFA sobre o destino a dar-lhe e a criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS. Capítulo V: caracterização da atividade da Comissão de Extinção da PIDE/DGS ao longo de 1974 e no início de 1975. Capítulo VI: durante o chamado "Processo Revolucionário em Curso" (PREC), o qual terminou em 25 de Novembro de 1975, foi adotada a lei n.º 8/75, de criminalização dos elementos da PIDE/DGS. Capítulo VII: os resultados da rutura do 25 de Novembro de 1975 em termos de legislação para o processo de justiça transicional: esvaziamento dos objetivos da Lei n.º 8/75; nomeação de uma nova chefia da Comissão de Extinção da PIDE/DGS; libertação condicional dos elementos da PIDE/DGS, até à realização dos seus julgamentos em tribunal militar. Capítulo VIII: o período entre 1977, ano de "todas as libertações", e 1981, quando foi lida a sentença do "Caso Humberto Delgado". Capítulo IX (Epílogo): um balanço do processo de "saneamentos" políticos, característico do processo revolucionário português de 1974 e 1975; o período entre 1982, ano do fim da Comissão de Extinção da PIDE/DGS e do Conselho da Revolução, e 2014. Conclusões: caracterização das várias fases da memória da Ditadura e da polícia política em Portugal. Apêndices: Dados numéricos e estatísticos ilustradores da forma como se desenrolaram a instrução dos processos, o julgamento e a libertação dos elementos da ex-PIDE/DGS.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a minha vida pode ser resumida neste meu esforço incessante de convencer os outros." Adolf Hitler, 1942 Adolf Hitler era um líder improvável — alimentado por ódio, incapaz de aceitar uma crítica, socialmente e emocionalmente inadequado — e, no entanto, atraiu multidões. Como foi possível que se tenha tornado uma figura tão atrativa para milhões de pessoas? Essa é a pergunta que norteia este livro. Laurence Rees investiga a forma como Hitler construiu o seu mito e fez uso do seu carisma até se transformar num quase "messias" com contornos semidivinos — da retórica pomposa dos primeiros discursos antissemitas às massivas demonstrações de adoração retratadas nos filmes de Leni Riefenstahl —, entretecendo a personagem e a figura pública, para as confrontar com os testemunhos das vítimas do seu encanto e os seus opositores mais ferozes. Ao mesmo tempo uma visão histórico-psicológica surpreendente e um estudo esclarecedor dos mecanismos de manipulação e credulidade humanas, este livro analisa a natureza do apelo de Hitler e revela o papel que o seu suposto "carisma" desempenhou no seu sucesso.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a minha vida pode ser resumida neste meu esforço incessante de convencer os outros." Adolf Hitler, 1942 Adolf Hitler era um líder improvável — alimentado por ódio, incapaz de aceitar uma crítica, socialmente e emocionalmente inadequado — e, no entanto, atraiu multidões. Como foi possível que se tenha tornado uma figura tão atrativa para milhões de pessoas? Essa é a pergunta que norteia este livro. Laurence Rees investiga a forma como Hitler construiu o seu mito e fez uso do seu carisma até se transformar num quase "messias" com contornos semidivinos — da retórica pomposa dos primeiros discursos antissemitas às massivas demonstrações de adoração retratadas nos filmes de Leni Riefenstahl —, entretecendo a personagem e a figura pública, para as confrontar com os testemunhos das vítimas do seu encanto e os seus opositores mais ferozes. Ao mesmo tempo uma visão histórico-psicológica surpreendente e um estudo esclarecedor dos mecanismos de manipulação e credulidade humanas, este livro analisa a natureza do apelo de Hitler e revela o papel que o seu suposto "carisma" desempenhou no seu sucesso.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Toda a verdade sobre a situação explosiva do domínio do Norte de Moçambique pelo Daesh. É o primeiro livro a nível mundial que revela em primeira mão o que se está a passar na zona de Cabo Delgado: a conquista e subjugação das populações, a violência bárbara com recurso a decapitações e execuções sumárias, a exploração das pessoas e dos recursos disponíveis, a impotência das autoridades moçambicanas em impor a ordem e a paz social. Um livro de grande actualidade que desvenda uma realidade tão chocante quanto desconhecida.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Toda a verdade sobre a situação explosiva do domínio do Norte de Moçambique pelo Daesh. É o primeiro livro a nível mundial que revela em primeira mão o que se está a passar na zona de Cabo Delgado: a conquista e subjugação das populações, a violência bárbara com recurso a decapitações e execuções sumárias, a exploração das pessoas e dos recursos disponíveis, a impotência das autoridades moçambicanas em impor a ordem e a paz social. Um livro de grande actualidade que desvenda uma realidade tão chocante quanto desconhecida.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Na primavera de 1865, a sangrenta saga da Guerra Civil americana chega finalmente ao fim. As generosas condições do presidente Lincoln para a rendição de Robert E. Lee destinam-se a realizar o seu sonho de curar uma nação dividida e os Confederados são autorizados a reintegrarem-se na sociedade americana. Porém, um homem e o seu bando de cúmplices assassinos, não ficaram apaziguados. No meio das celebrações patrióticas em Washington D.C., John Wilkes Booth assassina Abraham Lincoln no Teatro Ford. Segue-se uma furiosa caça ao homem e Booth transforma-se imediatamente no fugitivo mais procurado do país. A empolgante perseguição termina num intenso tiroteio e numa série de execuções ordenadas pelo tribunal - incluindo a da primeira mulher executada pelo governo norte-americano, Mary Surratt.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Na primavera de 1865, a sangrenta saga da Guerra Civil americana chega finalmente ao fim. As generosas condições do presidente Lincoln para a rendição de Robert E. Lee destinam-se a realizar o seu sonho de curar uma nação dividida e os Confederados são autorizados a reintegrarem-se na sociedade americana. Porém, um homem e o seu bando de cúmplices assassinos, não ficaram apaziguados. No meio das celebrações patrióticas em Washington D.C., John Wilkes Booth assassina Abraham Lincoln no Teatro Ford. Segue-se uma furiosa caça ao homem e Booth transforma-se imediatamente no fugitivo mais procurado do país. A empolgante perseguição termina num intenso tiroteio e numa série de execuções ordenadas pelo tribunal - incluindo a da primeira mulher executada pelo governo norte-americano, Mary Surratt.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O 5 de Outubro e a Primeira República é uma obra de divulgação sobre um período crucial da História de Portugal - a instauração da República e o regime republicano até 1926. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese, que é também uma chave para entender este agitado e complexo período da nossa História.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O 5 de Outubro e a Primeira República é uma obra de divulgação sobre um período crucial da História de Portugal - a instauração da República e o regime republicano até 1926. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese, que é também uma chave para entender este agitado e complexo período da nossa História.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 306
Sinopse:
A influência moral desprendida do acto revolucionário, já em precipitado desenrolar, ajudoumuito a conquista da liberdade. A presença da artilharia no campo revoltoso, a imediata adesão do "Adamastor" e do "São Rafael" ao movimento, o bombardeamento do Paço, a fuga do rei e a derrota das baterias de Queluz contribuíram inegavelmente, e em larga escala, para assegurar a vitória da República; mas, a par desses factores, não é licito esquecer a moleza, a inércia dos que constituíam o inimigo, uma e outra derivadas de um cepticismo que a monarquia, sem dar por isso, inspirava desde muito aos próprios que a serviam.
Nº Páginas: 306
Sinopse:
A influência moral desprendida do acto revolucionário, já em precipitado desenrolar, ajudoumuito a conquista da liberdade. A presença da artilharia no campo revoltoso, a imediata adesão do "Adamastor" e do "São Rafael" ao movimento, o bombardeamento do Paço, a fuga do rei e a derrota das baterias de Queluz contribuíram inegavelmente, e em larga escala, para assegurar a vitória da República; mas, a par desses factores, não é licito esquecer a moleza, a inércia dos que constituíam o inimigo, uma e outra derivadas de um cepticismo que a monarquia, sem dar por isso, inspirava desde muito aos próprios que a serviam.
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