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Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 344
Sinopse: IMPRENSA E ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA: UMA RELAÇÃO CENTRAL PARA A DEMOCRACIA «Este livro procura lançar um novo e oportuno olhar sobre a História do jornalismo parlamentar no nosso país, articulando a análise do passado com o estudo e a reflexão sobre os desafios presentes e futuros da imprensa. Coloca, deste modo, à disposição dos leitores portugueses uma importante abordagem sobre a comunicação social e os corredores do Parlamento; a história das mulheres e dos homens que contaram a nossa história comum; a crónica dos jornalistas que ajudaram a assegurar, nestes 50 anos, a transparência da nossa democracia.» José Pedro Aguiar-Branco, Prefácio Com coordenação de Jaime Lourenço Textos de Jaime Lourenço, Álvaro Costa Matos, André Catita, Carla Martins, Filipe Resende, Gustavo Cardoso, Hélder Prior, Hugo Ferrinho Lopes, Joana Reis, João Ferreira Oliveira, João Morais do Carmo, José Santana Pereira, Leonor Pires, Paula Espírito Santo, Paula Lopes, Pedro Marques Gomes, Raquel Laurentino, Sandra Antunes, Sofia Ferro-Santos, Susana Rogeiro Nina, Susana Barros, Tiago Durães, Vasco Ribeiro, Vinicius Albernaz
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 344
Sinopse: Um livro sobre a dimensão social dos fenómenos comunicativos Com organização de Bruno Carriço Reis e José Ricardo Carvalheiro e em parceria com a Universidade Autónoma de Lisboa. Se existe fenómeno eminentemente sociológico é o da comunicação. A etimologia denuncia a natureza da sua dimensão social. Mas as obras que têm discorrido sobre a produção sociológica, clássica ou moderna, pouco atentam nas especialidades com que o ofício da sociologia foi olhando os fenómenos comunicativos. Este livro procura sistematizar os marcos que, desde os primórdios da disciplina, atribuíram relevância à comunicação. Procura contrariar uma certa negligência acerca da evolução social do pensamento científico que tende a relegar as trajectórias teóricas do passado para a categoria de mera curiosidade histórica. Estas trajectórias são os processos com que as ciências sociais pensam cada realidade concreta, com cada autor a levantar problemas e a usar conceitos próprios da sua época.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Quando a humanidade começou a cultivar os campos e a domesticar animais, deu-se o início de uma história diferente. Há dez mil anos, num período apelidado de Revolução Neolítica, iniciaram-se transformações que ainda hoje nos afetam, influenciando a forma como trabalhamos, como nos vestimos, comemos e interagimos uns com os outros. Por exemplo, se hoje muitas pessoas na Europa consomem leite, se a maioria tem a pele clara e se, apesar das evidentes diferenças, falamos línguas semelhantes, é tudo graças às migrações neolíticas. Foi um momento ímpar, em que, mais do que em qualquer outro, a biologia e a cultura se entrelaçaram, influenciando-se mutuamente e moldando a nossa história. Uma verdadeira revolução, ocorrida há dez mil anos, moldou o mundo e tornou-o naquilo que é hoje.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: Dora Maar, a artista que se recusou a ser uma nota de rodapé Paris, 1936. Quando Dora Maar, uma talentosa fotógrafa, pintora e poeta, conhece Pablo Picasso, o seu mundo é inundado pela visão do artista. Atraída pela sua criatividade explosiva, Dora rapidamente se vê envolvida numa relação ardente, intensa e por vezes masoquista, que acaba por levá-la ao limite. Entre a paixão que os une e a inspiração mútua que move as suas obras de arte, Dora debate-se com a infidelidade, a manipulação emocional e o humor cada vez mais sombrio de Picasso. No meio da agitação política e das traições pessoais, Dora documenta a criação de Guernica, uma das obras mais angustiantes do século XX. Mas, à medida que a escuridão crescente sufoca a relação, sofre um esgotamento nervoso e é hospitalizada. A musa de Picasso narra uma história de amor perturbadora e avassaladora, e, em simultâneo, a jornada de autodescoberta de Dora.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 108
Sinopse: Em A Comunista e o Pide, de Felícia Cabrita, vamos conhecer mas será possível de facto conhecê-la? Carolina Loff, mulher irresistível aos olhos dos homens, senhora de tremenda beleza e dura disciplina. Agitadora nata, Carolina entrou no PCP aos 17 anos. Na sua luta, conheceu as cadeias da ditadura, foi torturada e resistiu. Tornou-se, 10 anos depois, na primeira mulher a integrar o secretariado do Comité Central do Partido, sendo chamada por Pavel, célebre dirigente, a Moscovo para completar a sua formação teórica. De Moscovo, onde deixou a filha ainda criança, seguiu para a Guerra de Espanha em missão clandestina: seria morta se a revelasse. Acabou presa nas cadeias franquistas. Sobrevivente, a enigmática Carolina regressou a Portugal e ao PCP, ao lado de Cunhal. Voltou a ser presa e é então, nas prisões da ditadura salazarista, torturada por Júlio Almeida, agente da PIDE, que a resistente e inquebrável Carolina vai viver o episódio que muda toda a
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: O Sistema Policial Português, de José Lopes, pretende acabar com a diminuta literacia policial que se manifesta principalmente, mas não só fora do universo policial. Para lá da curiosidade, por vezes mórbida, pelas desgraças com que as Polícias lidam e do entretenimento proporcionado pela ficção que alimentam, o cidadão comum pouco ou nada sabe sobre como estão organizadas e funcionam as várias Polícias que todos os dias garantem a segurança do país. No entanto, para que possam ser devidamente escrutinadas é de suma importância compreender melhor como funcionam e para que servem as várias unidades encarregadas da nossa protecção. Contrariando muitos dos enviesamentos e mistificações que, há muito, sustentam uma imagem distorcida das nossas Polícias, José Lopes faz aqui um muito necessário esforço de literacia policial.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Cinquenta anos após o «retorno», persistem a controvérsia e as recriminações sobre a descolonização. O processo teria sido conduzido de forma «desastrosa», resultando em tragédia para os portugueses residentes nas antigas colónias, tal como para os africanos, arrastados para guerras civis prolongadas. Outra foi, porém, a avaliação do seu mais destacado interveniente, Melo Antunes, que a qualificou como a «descolonização desejável». Almeida Santos, por sua vez, considerou-a como a «possível, nas circunstâncias em que teve lugar». Impunha-se uma avaliação objetiva. Para José Sá Carneiro, autor deste livro, qualquer juízo sobre um acontecimento histórico exige o conhecimento dos seus antecedentes. Recorrendo a instrumentos da economia política a sua área de formação analisa a economia e a estrutura das sociedades coloniais, estuda casos comparáveis (a Argélia francesa e o Congo belga).
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 390
Sinopse: Em Cataclismo Atlântico: Repensar o Tráfico Atlântico de Escravos, David Eltis revê dois mil anos de escravatura, confrontando com desassombro as mais recentes discussões sobre o tráfico transatlântico. Com imensos dados novos que o site slavevoyages.org disponibiliza, Eltis dá explicações convincentes quer sobre o motivo do início do tráfico quer sobre o seu fim. Cataclismo Atlântico desmascara dúvidas de longa data: sim, a norma foi a de viagens bilaterais, entre África e as Américas; e sim, os Portugueses lideraram desde o século XVI o tráfico transatlântico, com excepção do século XIX, que foi de liderança britânica. Eltis examina, além da participação essencial dos Europeus, a participação dos vendedores africanos, seja dos «guerreiros mercadores» em larga escala, seja da multitude de «pequenos vendedores» de um ou dois escravos: só a rainha Ginga está associada ao embarque de 190 mil escravos em poucos anos.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Regaleira Fantástica - A Quinta da Torre da Regaleira em Sintra, Morada Filosofal para o V Império Uma viagem pelos vários mundos que há neste, a partir de um maravilhoso cenário do futuro montado por António de Carvalho Monteiro e Luigi Manini.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: O AUTODIDACTA QUE MUDOU O DESTINO DE UMA NAÇÃO. A VOZ POLÍTICA QUE REDEFINIU A AMÉRICA. Abraham Lincoln ocupa um lugar singular na história política do mundo moderno. Presidente dos Estados Unidos durante a Guerra Civil Americana, foi o dirigente que preservou a União, enfrentou a escravatura como problema moral e constitucional decisivo e redefiniu o significado da liberdade democrática numa época de ruptura. Esta edição reúne alguns dos mais importantes textos públicos de Abraham Lincoln, acompanhando o percurso intelectual e político de um homem que se tornou uma das figuras centrais da tradição democrática ocidental. Emerge destas páginas uma visão política fundada na dignidade humana, na responsabilidade cívica, na legalidade constitucional e na defesa da unidade nacional perante a violência e a fragmentação. SELECÇÃO, TRADUÇÃO, INTRODUÇÃO E ANOTAÇÕES DE OCTÁVIO DOS SANTOS POSFÁCIO DE MIGUEL MORGADO.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: Não, não, não!. Foram estas as palavras que D. Manuel I devolveu a Fernão de Magalhães quando este lhe pediu um aumento. Afinal merecia, já tinha dado meia-volta ao mundo. Queria ver os seus méritos reconhecidos. Não! E se o rei de Castela lhe desse ouvidos, o levasse a sério, acreditasse na sua coragem e tenacidade, para partir numa viagem de circum-navegação? João Morgado apresenta um romance inovador em que a ficção e a História se entrelaçam harmoniosamente e que permite ao leitor descobrir a vida intensa de Fernão de Magalhães, numa viagem no tempo, com a segurança de que, ao segui-la passo-a-passo, encontrará o que de mais verosímil se conhece sobre esta viagem histórica e sobre este homem que marcou a história da Humanidade. Este livro completa a Trilogia dos Navegantes, que mergulha nas águas profundas da História portuguesa, depois de ter dado voz a Pedro Álvares Cabral em Vera Cruz e a Vasco da Gama em Índias.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 244
Sinopse: Um nobre, um frade e um camponês entram numa taberna e é desse encontro improvável que nasce uma viagem pelo Portugal medieval e dos inícios da Modernidade um período mal compreendido que Paulo M. Dias explora para nos mostrar que, mesmo com rigor científico, a História pode ser tão fascinante como divertida.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: Um livro perturbador e profundamente humano. Um dos segredos mais sombrios da Europa do pós-guerra. Durante décadas, milhares de mulheres foram forçadas a abdicar dos seus filhos sob a autoridade moral da Igreja Católica. Entre a Itália e os Estados Unidos, este livro segue o rasto de crianças roubadas às mães e de mães condenadas ao esquecimento. Foi um procedimento comum e uma história ocultada durante décadas. Milhares de mulheres italianas, pressionadas pela Igreja Católica, viram-se obrigadas a abdicar dos seus filhos, integrando-os uma rede de adopções internacionais. A partir de casos concretos, a investigação de Maria Laurino faz emergir um padrão repetido de silenciamento. Com acesso a arquivos inéditos e testemunhos directos, O Preço dos Inocentes expõe uma engrenagem onde fé e vergonha se cruzam, dramaticamente, sob o poder da religião.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: Passavam poucos minutos das duas da manhã do dia 3 de janeiro de 2026 quando as tropas norte-americanas capturaram Nicolás Maduro. Horas depois, Donald Trump anunciava ao mundo que a ministra do Petróleo, Delcy Rodríguez, ficaria à frente dos destinos do país. Mais uma vez, a história da Venezuela ficava em suspenso. A investigadora Nancy Gomes explica, nesta análise contundente, como chegámos até aqui. A Venezuela nasceu no turbilhão das independências latino-americanas no século XIX, atravessou ditaduras militares, conheceu a promessa democrática, mas, às portas do século XXI, voltou a mergulhar num regime autoritário. A história do país de Bolívar, batizado de «pequena Veneza», foi moldada pela descoberta de petróleo, tornando-se um dos seus principais exportadores mundiais. Seguiu-se a «revolução» de Hugo Chávez, que Maduro herdou e que deu origem a uma Venezuela cheia de contradições: fértil em recursos, mas minada pela pobreza e pela corrupção. Entre a abundância e o colapso, este é o retrato de um país que parece estar permanentemente à espera do futuro.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 424
Sinopse: No Verão de 1940, aos 19 anos, empurrada pelo desespero dos pais, Vivian Morris chega a Manhattan levando consigo apenas uma mala e uma máquina de costura. Embora pouco apreciados na prestigiada Faculdade de Vassar, o seu especial talento com as agulhas e a sua dedicação para lograr o penteado perfeito acabaram por transformá-la na estilista estrela de Lily Playhouse, o decadente teatro de variedades da sua nada convencional tia Peg. Apesar da guerra, os dias em Nova Iorque são tudo menos aborrecidos. Nesta cidade das mulheres, Vivian e as suas amigas tentam ser livres e beber a vida até à última gota. Mas ela também descobrirá que tem lições para aprender e amargos erros para cometer e que, para viver a vida que verdadeiramente deseja, terá de se reinventar a cada passo.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 392
Sinopse: Em 100 Datas que Fizeram a História de Portugal, Pedro Rabaçal apresenta-nos mais do que uma sequência de acontecimentos: um enredo vibrante onde se cruzam batalhas decisivas, alianças improváveis, traições fatais e momentos de génio que mudaram o rumo da história. Dos tempos antigos à afirmação da nacionalidade, erguem-se figuras maiores do que a própria vida: guerreiros que desafiaram impérios, reis que ousaram romper com o destino, líderes que, contra todas as probabilidades, forjaram uma identidade única e duradoura. Impulsionado por uma visão estratégica e coragem sem igual, Portugal lançou-se ao desconhecido, navegou por África, Índia, Oriente e Brasil, e ergueu o primeiro império global da história, ligando continentes, culturas e oceanos. Mas nenhuma grandeza escapa ao tempo. Entre excessos, rivalidades e decisões fatais, surgem crises, perdas e declínio. O país entra numa fase mais sombria que ainda dura, mas é marcada por lampejos de uma grandeza que nunca se extingue.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 416
Sinopse: Sob a luz da lua, os segredos do passado não permanecem ocultos Pixie Tate é chamada à agreste costa da Cornualha para desvendar um mistério. Assim que vê a Mansão de St. Sidwell, ela percebe que algo de extraordinário se esconde nas suas sombras. Cem anos antes, pela calada da noite, uma criança desapareceu da cama onde dormia e nunca foi encontrada. Os ecos desse desaparecimento fazem-se ouvir até hoje. Para descobrir a verdade, Pixie, especialista no mundo espiritual, viaja no tempo até 1895 e passa a habitar o corpo de uma governanta da casa. O acesso privilegiado revela segredos importantes mas é também um desafio pessoal, pois Pixie apaixona-se, dando origem a um romance proibido que desafia o tempo e complica ainda mais a sua difícil missão. Ela sabe de antemão o que irá acontecer à criança, mas interferir pode alterar o futuro com consequências imprevisíveis. Resta-lhe fazer a devastadora escolha entre aceitar o amor com que sempre sonhou ou fazer o que está certo.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Depois do primeiro volume dedicado ao tempo de Salazar (já na 3.ª edição): UM LIVRO SOBRE COMO A DGS DE MARCELLO CAETANO EM NADA DIMINUIU A VIOLÊNCIA E A ACTUAÇÃO DA PIDE. A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e odiada polícia política do Estado Novo. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar-se Direcção Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi o militante clandestino do PCP, Daniel Cabrita, fundador e primeiro líder da Intersindical (actual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique, continuava a torturar, em massa e até à morte. Estas são algumas das Histórias da PIDE que o jornalista José Pedro Castanheira investigou para o semanário Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano. O primeiro volume incidiu sobre a época em que Salazar mandava.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: Sem Cartago, Roma não existiria Cartago foi a grande potência do Mediterrâneo ocidental durante quase seis séculos. Reino antigo do Norte de África, foi o lar de Aníbal e de Dido, dos elefantes de guerra, de enorme riqueza e poder e de grande beleza, até à sua destruição total por Roma em 146 A.E.C. A história dos cartagineses foi, assim, absorvida e apagada pelos seus conquistadores, e a verdade sobre Cartago perdeu-se para sempre. Ou quase Em Cartago O Império que desafiou Roma, a Dr.ª Eve MacDonald, uma das maiores especialistas mundiais sobre a civilização cartaginesa, reconstrói a trajetória deste império norte-africano a partir das mais recentes descobertas arqueológicas, linguísticas e científicas. Numa viagem que nos transporta do Levante Fenício da Idade do Ferro até ao Atlântico e ao longo de toda a costa de África, Cartago repõe a cidade e o seu império novamente no centro da história mediterrânica. Resgatada da perspetiva dos romanos, esta narrativa épica e rigorosa revela-nos a sofisticação política, económica e cultural de uma civilização injustamente esquecida, e mostra-nos que, sem Cartago, Roma não existiria. «Fascinante... MacDonald escreve com uma clareza e franqueza ímpares e apresenta uma introdução apelativa e de fácil leitura sobre Cartago.» Telegraph «O importante livro de Eve MacDonald coloca, finalmente, Cartago no centro da sua própria história. A narrativa que emerge é uma obra de profunda investigação histórica e, ao mesmo tempo, épica na sua abrangência uma resposta há muito aguardada ao monopólio romano sobre a história das suas conquistas.» Emily Hauser, autora de Míticas «Uma obra repleta de reflexões notáveis. Eve MacDonald mostra, de forma clara, como o Norte de África foi outrora um centro nevrálgico da civilização, como a cidade de Cartago constituía um sofisticado polo de poder político e como a supremacia de Roma não foi inevitável enquanto os cartagineses se mantiveram presentes.» Lloyd Llewellyn-Jones, autor de As Cleópatras e Os Persas «A delirante Dido, os elefantes de Aníbal, Sofonisba a beber o cálice envenenado que é o seu presente de casamento: estes episódios são apenas o início da épica história de Cartago escrita por Eve MacDonald. Pelo meio, ela conta-nos façanhas nos oceanos, batalhas navais com mais de trezentos navios, trombetas de guerra, dardos em chamas, populações inteiras escravizadas e o exame mais minucioso da sociedade, política e governo cartagineses. Mais de dois milénios após a sua destruição, Cartago tem agora a sua Ilíada. Martyn Rady, autor de Os Habsburgos
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Sombras e Luzes do Império, de Edgar Valles, contém pequenas histórias, tendo como pano de fundo Goa, Angola e Portugal no período anterior ao 25 de Abril. Nelas, o autor não é o herói nem a personagem central, é apenas o cronista que relata experiências vividas nas, então, colónias, mas também na chamada metrópole. Estas são histórias verdadeiras e bem-humoradas, como a do desembarque do primeiro-ministro Nehru numa praia de Benguela, que ali teria chegado de submarino e era procurado por tal infração. Ou a do lutador antifascista que se julga vigiado por um casal de agentes da PIDE a partir de um automóvel, quando, afinal, estes apenas estavam a utilizar o veículo para outros fins, por sinal atentatórios da moral dominante. E, claro, não podiam faltar histórias sobre as peripécias da luta política contra o regime...
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 528
Sinopse: Em 1974, uma revolução em Lisboa apanha de surpresa os portugueses que vivem em Angola. Em escassos meses, trezentas mil pessoas são obrigadas a largar tudo e a fugir, embarcando numa ponte aérea e marítima que marca o maior êxodo da História deste povo. Para trás deixam casas, carros, animais de estimação. Empresas, fábricas, lojas e fazendas são abandonadas. Luanda, a capital da joia da coroa do império português, é abalada por uma guerra civil que alastra ao resto do território angolano, com três movimentos de libertação a combaterem entre si. É neste cenário de total desorientação e insegurança que Nuno, um aventureiro que há anos atravessa os céus do sertão angolano aos comandos do seu avião, luta, juntamente com Regina e o filho de ambos, para sobreviver à violência diária, às perseguições políticas, às intrigas e traições que fazem de Luanda uma cidade desesperada.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 544
Sinopse: Por detrás das pesadas portas de madeira de um prédio discreto no coração de Santiago, Chile, esconde-se uma história sombria. A casa no n.º 38 da Rua de Londres abriga o legado de dois homens cujas histórias pessoais atravessam continentes, nacionalidades e décadas de atrocidades: Augusto Pinochet, presidente do Chile, e Walther Rauff, oficial nazi das SS. Fugindo da justiça no final da Segunda Guerra Mundial, Rauff atravessa o oceano rumo ao sul do Chile, onde se estabelece em Punta Arenas, na Patagónia, como administrador de uma fábrica de conservas. Mas correm rumores sobre o alemão discreto e seguro de si - boatos de uma segunda carreira no serviço secreto de Pinochet, a temida DINA. Em 1998, Pinochet viaja para Londres. Está a recuperar de uma operação numa clínica médica quando a polícia entra no seu quarto e o prende sob a acusação de crimes contra a humanidade e genocídio. Philippe Sands foi chamado para aconselhar o ex-chefe de Estado sobre a sua alegação de imunidade, mas optou por representar uma organização de direitos humanos contra ele. Com base em entrevistas, pesquisas de arquivo e relatos em primeira mão, Philippe Sands expõe as consequências duradouras de crimes históricos. Ao fazê-lo, revela uma história inédita e surpreendente do legado de criminalidade descontrolada e do caminho para a impunidade.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 424
Sinopse: Inverness, 1927. As Terras Altas da Escócia, refúgio privado do ramo britânico dos Senigallia, a mais influente dinastia de banqueiros judeus da Europa, são o palco da infância de Franca e Giullietta, duas gémeas impossíveis de distinguir e, ainda assim, tão diferentes. Mas os muros aristocráticos do castelo de família encerram muito mais do que sonhos juvenis. Lá, onde o Diabo pode ser visto pelo menos uma noite por ano e os fantasmas esbofeteiam as criadas no escuro, dá-se o maior crime do século, uma tragédia que marcará de maneira impiedosa o destino das raparigas. O seu grito de emancipação escutar-se-á nos cenários mais improváveis - dos cafés de Montparnasse, onde Giullietta impõe o seu génio artístico junto de pintores que se contarão entre os mais famosos do mundo, até à costa do Estoril, onde Franca apanha sol no Tamariz e se cruza com espiões nas festas exuberantes do Hotel Palácio. Porém, quando tudo se desmorona, o romance anoitece, quase insuportável de ler perante a mais hedionda das faces do Holocausto, essa que se oculta nos blocos de Auschwitz e Birkenau, pelas mãos de Mengele, o Anjo da Morte, e a sua legião de médicos nazis. Com Aguarela de Paris, João Pinto Coelho - autor vencedor do Prémio LeYa - regressa ao seu tema de eleição, presente, desde logo, em Perguntem a Sarah Gross, tecendo desta feita um romance de formação que é também uma surpreendente história de rebeldia e resistência numa Europa em guerra.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 784
Sinopse: Uma história global focada na economia e na gestão de Portugal é uma obra necessária e oportuna. Hoje é indiscutível que Portugal, no dealbar da Modernidade, se tornou dos primeiros países construtores da globalização, tirando dessa situação um enorme proveito económico. Por detrás desta capacidade está um espírito empreendedor singular que nos catapultou para o palco mundo, criando redes e empórios comerciais particulares que abriram novos caminhos da liderança e da gestão. Esta obra procura sistematizar muito do que se pode hoje ainda considerar relevante daquilo que Portugal tem dado para a gestão e a sua influência na economia mundial. Partindo da nossa mundividência atual, em que prepondera o «economificação» nas relações globais e em que a gestão é cada vez mais relevante para tornar eficientes as diversas atividades humanas, este livro propõe uma «viagem» de conhecimento às diferentes épocas e estádios do nosso passado, até a um tempo em que o religioso e o político eram dominantes na organização da sociedade e na construção dos horizontes de sentido, mas em que o económico imperava na sua dependência.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 568
Sinopse: Sete anéis, símbolos de poder, que passariam, um a um, das mãos do rei D. Fernando para os dedos da sua adorada mulher, como prova do seu amor e do seu desejo de a proteger. Leonor Teles não esquecia que haviam pertencido ao assassino de Inês de Castro. Mas, não, apesar de partilharem o mesmo cabelo cor de fogo, a mesma paixão pela vida e a mesma ambição pelo poder, não, Leonor não teria o mesmo destino da sua prima. Seria rainha em vida. Teria o poder nas suas mãos. Casada, mãe de um rapaz, Leonor não se deixa ficar presa nem à vida num paço perdido, nem ao senhor de Pombeiro, seu marido. Parte para Lisboa, onde a sua beleza, inteligência e artes de sedução conquistam o coração de D. Fernando e o ódio das gentes e da nobreza, que a apelidam de adúltera. O tom das críticas sobe ainda mais quando corre o rumor de que se tornou amante do conde Andeiro. Mas Leonor tem um plano e não olhará a meios para o concretizar, nem que para isso tenha de desa fiar todo
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 736
Sinopse: Conheça os episódios marcantes e insólitos da História de Portugal com uma história por dia, ao longo de 52 semanas. Reviva guerras, revoluções, conspirações, intrigas de alcova, paixões proibidas e mistérios que atravessam séculos. Em poucos minutos diários, embarque numa viagem leve e curiosa por 365 dias com histórias da História de Portugal.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: Em Israel: O que correu mal com o meu país?, Bartov explora como o sionismo se transformou numa ideologia de Estado assente no etnonacionalismo e no domínio violento dos palestinianos. Como é que um Estado fundado em 1948, com amplo apoio internacional pós-1945, chega ao ponto de enfrentar acusações credíveis de crimes de guerra e de genocídio?
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 400
Sinopse: Entre o passado e o presente existe um lugar secreto: uma biblioteca infinita onde repousam as memórias de todos os que testemunharam a História. O acesso faz-se através de relógios raros, outrora passados de geração em geração, agora controlados pelo governo. Em 1938, Lisavet Levy, de apenas onze anos, fica presa nesse misterioso espaço-tempo à espera do pai relojoeiro, que nunca regressa. Sozinha entre livros e sombras, Lisavet cresce a folhear as vidas de outros, até descobrir que agentes do governo estão a destruir memórias para moldar a História à sua medida. Determinada a preservar a verdade, começa a guardar aquilo que outros tentam apagar. UMA HISTÓRIA ARREBATADORA SOBRE TEMPO, MEMÓRIA E CORAGEM. UM ROMANCE ENVOLVENTE QUE NOS LEMBRA QUE PROTEGER A VERDADE PODE EXIGIR O MAIOR DOS SACRIFÍCIOS.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 592
Sinopse: Ao longo de mais de mil anos, Cristãos e Muçulmanos viveram lado a lado, às vezes em paz, às vezes em guerra. Quando os exércitos cristãos conquistaram Jerusalém em 1099, deram início ao período mais notório de conflito entre as duas religiões. Desde a prédica da Primeira Cruzada pelo papa Urbano II, em 1095, até à perda do último posto avançado cruzado no Levante em 1302-1303, e da tomada de Jerusalém em 1099 até à queda de Acre em 1291, este livro narra uma história banhada em sangue islâmico, cristão e judeu, povoada por personagens extraordinárias e caracterizada tanto por ambições modestas como por princípios elevados. As Cruzadas continuam a ser um grito de guerra até hoje, mas o seu papel no imaginário popular ignora a cooperação e a coexistência complexa que eram tão características desse tempo como era a guerra. Neste livro, Dan Jones apresenta os vários lados dessa história, traçando um caminho profundamente humano e assumidamente pluralista deste período da História.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 392
Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem luta para sobreviver e para salvar outros num dos locais mais sombrios do regime nazi: uma maternidade destinada a criar a «raça pura». Na pacata aldeia alemã onde vive, Allina Strauss leva uma vida aparentemente idílica: trabalha na livraria do tio, faz strudel com a tia e passa os fins de semana com o noivo e os amigos. Mas, numa noite fatídica de 1938, tudo muda. Depois de perder aqueles a quem ama, é forçada a trabalhar como enfermeira numa instituição estatal chamada Lar Hochland, na qual se torna simultaneamente testemunha e cúmplice involuntária dos horrores do impiedoso programa Lebensborn, o projeto de eugenia criado por Heinrich Himmler. Allina tem de ocultar a sua origem judaica para sobreviver, mas, ao descobrir os abusos e a negligência que se escondem por trás das paredes do Lar Hochland, decide não só salvar-se a si própria, como também salvar as crianças que estão sob os seus cuidados. Inspirado em factos reais, A Casa dos Girassóis é um romance poderoso sobre coragem e compaixão, amor e sobrevivência, amizade e traição.
