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Nº Páginas: 310
Sinopse:
Quando Jonas foi engolido pelo "grande peixe", tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro não conta a história da I República Portuguesa como sucessão de factos cronologicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. Tal história, que é aliás indispensável, constituirá outro volume dentro desta colecção. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas. Procurou-se fazê-lo sem pretensões, de maneira resumida e fácil, pronta a ser assimilada por qualquer tipo de público,medianamente instruído.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A 1.ª invasão francesa de Portugal, em 1807 - liderada pelo general Junot, um dos mais experientes generais de Napoleão -, foi um acontecimento decisivo na longa e brutal guerra peninsular. Foi a 1.ª campanha que Sir Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, liderou na Península. David Buttery estudou esta campanha e oferece-nos uma nova perspectiva. A sua narrativa cobre a totalidade da campanha com vívidos pormenores - o surgimento da resistência popular às forças ocupantes francesas, o despoletar da guerra de guerrilha, as diferentes tácticas dos exércitos opostos, as personalidades contrastantes de Wellesley e Junot, as vitórias aliadas em Roliça e Vimieiro e a infame convenção de Sintra.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
"Quando pensa que terminou a Segunda Guerra Mundial? Em Agosto de 1945, depois da rendição dos japoneses? Bem, depende da perspectiva. Se estiver convicto de que o final da guerra deveria ter proporcionado "liberdade" aos países que sofreram sob a ocupação nazi, então, para milhões de pessoas, a guerra não terminou verdadeiramente antes da queda do comunismo, há menos de vinte anos. No Verão de 1945, os povos da Polónia, dos Estados do Báltico e de alguns outros países da Europa de Leste apenas trocaram o jugo de um tirano pelo de outro. Foi com o objectivo de demonstrar esta amarga realidade que os presidentes da Estónia e da Lituânia se recusaram a visitar Moscovo em 2005, para participar nas "celebrações" que assinalaram o 60º aniversário do "fim da guerra" na Europa. Como aconteceu esta injustiça? Eis uma das questões cruciais a que este livro procura responder. E trata-se de uma história que só se tornou possível narrar após a queda do comunismo. Não só porque as cerca de cem testemunhas oculares que encontrei na antiga União Soviética e na Europa de Leste nunca poderiam ter falado abertamente sob o regime comunista, mas também porque só recentemente ficaram disponíveis importantes materiais de arquivo - que sucessivos governos soviéticos esconderam o melhor que puderam. A existência destes documentos permitiu que fosse escrita uma verdadeira história "de bastidores" das relações do Ocidente com Estaline. O que implica - assim o espero - que este livro apresente muitas novidades."
Nº Páginas: 243
Sinopse:
Nápoles, Roma e Milão são alguns dos cenários desta nova aventura do capitão Alatriste. Acompanhado pelo jovem Íñigo Balboa, Alatriste recebe ordens para intervir numa conspiração crucial para a Coroa espanhola: o assassinato do doge durante a missa do galo, em Veneza. O plano: impor, pela força das armas, um governo favorável à Corte do rei católico naquele poderoso e estratégico Estado italiano. Para Alastriste e seus camaradas - o veterano Sebastián Copons, o mouro Gurriato, o português Martinho de Arcada, entre outros - a missão afigura-se difícil, arriscada e cheia de surpresas. Suicida, talvez, mas não impossível.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
6 de Agosto de 2016, a Ponte 25 de Abril comemora 50 anos. Pela primeira vez, um livro conta-nos os 140 anos da história que começa no momento em que o engenheiro Miguel Pais propôs, em 1876, uma rudimentar ponte de ferro entre Lisboa e Montijo. Este é também o livro dos 90 anos que decorreram desde que se avançou com a ideia de uma ponte entre Lisboa e a Margem Sul.
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: Bernard Phan revela, em Charles de Gaulle, a vida íntima de um homem com base nas observações dos oficiais que formaram de Gaulle, em Saint-Cyr, das palavras da sua família, dos seus apoiantes e dos seus detractores, revelando este homem através daqueles que formaram uma opinião sobre ele. Herói da II Guerra Mundial, símbolo da Resistência, responsável pelo fim da guerra da Argélia e grande reformador, é também um homem da França anterior a 1968, profundamente conservador. Os políticos e as políticas definem-se hoje como «gaullistas» ou «antigaullistas», como se «o General» não admitisse quaisquer nuances. Assumindo a história da França na sua totalidade, de Gaulle quis que o país permanecesse no único lugar que lhe convém: o primeiro. Essa «certa ideia da França», que perdura actualmente em todo o mundo, foi imposta aos seus cidadãos, assim como aos seus parceiros e adversários.
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 544
Sinopse: O QUE PROCURAVAM OS PORTUGUESES EM ÁFRICA? COMO SE RELACIONARAM COM OS POVOS, REINOS E SOCIEDADES QUE ENCONTRARAM? E QUAIS FORAM AS CONSEQUÊNCIAS DESSA PRESENÇA AO LONGO DOS SÉCULOS? Da conquista de Ceuta até ao processo de descolonização, que, entre 1974 e 1975, pôs fim ao império colonial português, decorreram 560 anos de presença portuguesa em África. Mais de cinco séculos marcados por conquistas e derrotas, avanços e recuos, períodos de coexistência e momentos de violência, num processo que deixou profundas marcas na História de Portugal e no continente africano. Partindo da expansão iniciada no século xv, este livro acompanha a evolução da presença portuguesa em África, das primeiras ocupações e contactos às sucessivas tentativas de afirmação territorial e política. A coexistência com as populações locais, o tráfico de escravos e a escravatura, a exploração do sertão, a rivalidade entre as potências europeias e a consolidação dos domínios coloniais constituem algumas das etapas fundamentais deste percurso.
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 504
Sinopse: O XADREZ ESTÁ PRESTES A MUDAR PARA SEMPRE: A RAINHA DEIXARÁ DE SER UMA FIGURA SECUNDÁRIA PARA SE TORNAR A PEÇA MAIS PODEROSA DO JOGO. Castela, 1468. O reino atravessa um dos momentos mais decisivos da sua História. Após a morte de Afonso de Trastâmara em circunstâncias suspeitas, Henrique IV procura consolidar o poder e pressiona a meia-irmã Isabel, a única pessoa capaz de o superar e ameaçar o seu domínio, a aceitar a paz. Isabel cede. Mas apenas porque sabe que as grandes partidas não se vencem com o primeiro movimento. Destinada a tornar-se Isabel, a Católica, prepara-se para disputar uma coroa num mundo governado por homens, onde cada aliança esconde uma traição e qualquer erro lhe pode custar a vida. Entretanto, o misterioso assassinato de um nobre cruza os destinos de Gadea, uma jovem misteriosa apaixonada por xadrez, e Ruy, um cronista fascinado pela História e pelos livros. Unidos pelo acaso, iniciam uma perigosa demanda para descobrir o assassino. A investigação conduzi-los-á ao coração das intrigas, conspirações e guerras que ameaçam a corte, enquanto Isabel aprende a mover-se como uma verdadeira mestra num jogo em que o prémio é o trono.
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 416
Sinopse: Envergando uma armadura e empunhando uma espada ensanguentada, o gladiador romano é o protagonista incontornável do mundo antigo - um personagem fascinante hoje, foi na sua época profundamente controverso: tanto era odiado como idealizado. Numa escrita cativante, fruto de uma apurada pesquisa, Harry Sidebottom leva os leitores numa inesquecível aventura de vinte e quatro horas na vida de um gladiador, desde a cena libera, o último jantar público, até ao duelo na arena. A partir dos rituais que marcam as horas que antecedem o combate, conta-nos as histórias dos gladiadores - como treinavam, os medos, os sonhos e a esperança de ascensão social desses indivíduos que podiam ser escravos, criminosos, prisioneiros de guerra ou homens livres em busca de riqueza e glória. Do quotidiano ao simbólico, ficamos a saber o que os romanos pensavam sobre coragem e cobardia, liberdade e servidão, sexo e desejo, morte e vida após a morte.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 184
Sinopse: O Atlas da América Pré-Colombiana é fruto da colaboração de diversos especialistas nas várias civilizações ancestrais que povoaram as Américas, convidando-nos a descobrir como as culturas originais destes territórios imensos se desenvolveram de forma autónoma e sem influência externa durante vários milénios. Impressionantes na diversidade e riqueza do legado que deixaram, este Atlas mostra-nos o quão ricas, vivas, estruturadas e dinâmicas eram estas sociedades, desde a sua origem até ao momento em que a colonização as reduziu e transformou radicalmente. A Mesoamérica, que corresponde ao actual México, foi onde se desenvolveram os olmecas, os maias e os astecas; Os Andes, na América do Sul, com a cultura inca a atingir o seu apogeu antes da chegada dos europeus; As outras civilizações que, do Árctico à Terra do Fogo, passando pelas Caraíbas ou pela Amazónia, evoluíram nestes imensos territórios por vezes hostis.
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 600
Sinopse: No volume inicial de Imaginação, Francisco Louçã percorreu diversos modos de imaginar a partir das cores, com a transformação da pintura nos finais do século XIX, da inquietação religiosa sobre a criação e o além, porventura desde sempre, das viagens ao desconhecido e finalmente dos amores, outra constante humana. Em todos eles se encontra uma curiosidade e uma intensidade criativa que ergueram alguns dos quadros, dos textos de devoção, das lendas, dos mistérios e das paixões que contam a história das culturas humanas imaginar é viver. Neste segundo volume, o autor trata de imaginários, ou de como esta faculdade e atividade cognitiva essencial criam e relacionam sistemas de imagens entre si. Escolheu três: o imaginário das utopias, que requerem consistência; o da ciência, que se proclama exata; e o da vida quotidiana, da alimentação à comunicação, que exige lentidão num tempo de precipitação Sobre Imaginação Cores, Deuses, Viagens e Amores
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 560
Sinopse: No coração do Douro oitocentista, entre socalcos, casas senhoriais e adegas cheias, Antónia Adelaide Ferreira cresce a ver o vinho transformar-se em dinheiro, poder e promessa de uma vida maior. Aprende que cada colheita, cada contrato e cada viagem podem abrir portas e que o seu nome pode valer tanto como o dos homens que a rodeiam. Entre o Douro e o Porto, entre salões e lagares, Antónia descobre o fascínio dos bens materiais, da influência e do prestígio, enquanto sente o peso das lealdades, das paixões e dos segredos de família. Quer proteger os seus, mas também conquistar um lugar próprio num mundo onde o sucesso se mede em quintas, vinhos e respeito. Neste romance biográfico, Maria João da Câmara dá à Ferreirinha figura histórica maior do vinho do Porto uma vida plena de intriga, desejo e decisão, apoiando-se numa sólida pesquisa documental para a transformar em grande personagem da ficção portuguesa. A Ferreirinha é uma história de ambição, vinho e Douro, pensada para quem
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 536
Sinopse: A história das revoluções é rica em ironia e surpresas O eminente historiador Donald Sassoon analisa numa perspetiva de longo prazo algumas das revoltas mais célebres: a Guerra Civil Inglesa, que implantou uma república durante cerca de uma década; a Guerra da Independência Americana, que expulsou os britânicos mas permitiu que a escravatura persistisse; a Revolução Francesa, que produziu a Declaração dos Direitos do Homem e muitos anos de instabilidade; as revoluções nacionais que unificaram a Itália e a Alemanha; e as revoluções russa e chinesa, que transformaram o século XX. Donald Sasson compara habilmente estes marcos históricos gigantes às numerosas rebeliões, golpes de Estado e tumultos que o tempo esqueceu. «Um grande livro sobre um grande tema. Sassoon sabe trabalhar em grande escala e não tem medo de arriscar nas suas análises, ilustrando-as com episódios insólitos e personagens curiosas.» Lit Hub «O livro mais importante que se escreveu sobre revoluções nos últimos anos, escrito com grande riqueza de pormenores.» Colin Crouch, sociólogo e cientista político «Donald Sassoon foi sempre um orgulhoso estudioso internacionalista. Nesta obra leva-nos além da Europa, apresentando-nos as histórias fascinantes da América da década de 1770 e da China do século XX. A sua conclusão: os problemas acumulam-se e depois, num momento imprevisível, o destino ataca. E erguem-se as barricadas.» Neal Ascherson, jornalista e escritor, Honorary Fellow do University College London
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: Em Do Trumpismo ao Chega: A contaminação, Gonçalo Ribeiro Telles afirma que o trumpismo nasceu nos Estados Unidos da América, mas que as ideias, os métodos e a linguagem que o tornaram numa força política não ficaram por lá. Percorrendo os mecanismos que alimentam a política do ressentimento, a polarização permanente, a desinformação e a crescente influência da inteligência artificial na formação da opinião pública, Ribeiro Telles revela uma realidade inquietante: o extremismo moderno já não vive nas margens. Instala-se no centro do sistema, redefine a linguagem política, enfraquece a confiança nas instituições e apresenta-se como uma resposta legítima ao descontentamento e ao medo. Mais do que um livro sobre Donald Trump ou sobre o Chega, esta é uma reflexão sobre o futuro da democracia. Porque a verdadeira ameaça surge quando o extremismo deixa de parecer radical. Uma leitura indispensável para compreender o mundo que está a emergir e os desafios que
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 400
Sinopse: A PRIMEIRA GRANDE INVESTIGAÇÃO TRANSNACIONAL SOBRE OS PORTUGUESES QUE COMBATERAM NA GUERRA CIVIL DE ESPANHA E FORAM VÍTIMAS DA REPRESSÃO FRANQUISTA QUÃO ESTRANHO É PENSAR NUM JORNALEIRO NASCIDO NA ALDEIA DE BOGAS DE CIMA ARMADO COM UMA CAÇADEIRA E CARTUCHOS DE DINAMITE PRONTO PARA COMBATER NAS MONTANHAS ASTURIANAS POR UM PAÍS ONDE NÃO NASCEU? Os protagonistas deste livro viviam em Espanha em Julho de 1936 quando eclodiu a guerra civil: são homens e mulheres que lutaram contra o golpe militar, que pegaram em ferramentas e armas de caça, que foram para as linhas de fogo com as roupas do trabalho. Nasceram em Portugal, mas foi em Espanha que constituíram família, que saltaram de emprego em emprego em existências precárias, que ganharam consciência política. E foi por esse país que sofreram e morreram, vítimas da justiça militar franquista e do vasto catálogo repressivo da ditadura. A partir das suas histórias individuais, numa investigação transnacional que durou oito anos, A las Barricadas resgata da invisibilidade vidas de diáspora e resistência, dá nome e biografia a portugueses que foram presos, julgados e condenados à morte ou a longas penas de reclusão, repatriados, espoliados de bens e dinheiro, submetidos a trabalhos forçados e obrigados ao exílio.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 560
Sinopse: Mulher de uma fé inabalável, conhecida pela sua generosidade, empreendedora e determinada a mudar os usos e costumes de uma corte tão diferente da sua, Filipa de Lencastre deu à luz, aos 28 anos, o primeiro dos seus oito filhos a chamada Ínclita Geração, que um dia, como ela, partiria em busca de novos mundos e mudaria para sempre os destinos da nação. Frei John, o tutor, já tinha previsto o seu destino nas estrelas. Nasceu Philippa, filha primogénita de John of Gaunt, sob a égide da rosa de Lancaster, mas deixou para trás a sua querida Inglaterra para casar com D. João I de Portugal. Num romance baseado numa investigação histórica cuidada, Isabel Stilwell conta-nos a vida de uma das mais importantes rainhas de Portugal, desde a sua infância em Inglaterra, onde conhecemos a corte do século XIV, à sua chegada de barco a Portugal, onde somos levados numa vertigem de sentimentos e afetos, aventuras e intrigas.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 104
Sinopse: Os Escravos na ONU, de José Pimentel Teixeira, surge na sequência da aprovação da «declaração do tráfico de africanos escravizados e da escravização racializada de africanos como o mais grave crime contra a humanidade» pela Assembleia Geral das Nações Unidas, que proclama os portugueses como os pioneiros e campeões do «maior crime» histórico. Em resposta, José Pimentel Teixeira fala-nos da confluência das múltiplas dinâmicas, nacionais e internacionais, que compuseram o tráfico escravista, conduzindo o leitor pela história da época e pelo contexto político internacional, assim como pelos componentes ideológicas que sustentam a actual posição da ONU. Abordando igualmente outras realidades escravistas históricas, por forma a discernir da justeza da argumentação da ONU centrada apenas no sistema transatlântico, a obra lança ao mesmo tempo um olhar sobre a participação das sociedades africanas no escravismo em África. Neste Os Escravos na ONU, o autor mostra as várias formas de abordar a questão do escravismo, incluindo o das vias possíveis para o ensino desta matéria histórica.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Como se mapeia uma revolução? O Atlas Histórico do Portugal Revolucionário, de José Matos, oferece uma lente visual inédita sobre o período mais frenético da história contemporânea de Portugal. Através de mapas detalhados, ilustrações e fotografias da época, a obra traça o percurso do país desde a Revolução de Abril até à consolidação da democracia. Das barricadas do 28 de Setembro que cercaram os acessos a Lisboa, isolando a «maioria silenciosa» de Spínola, até à revolta dos pára-quedistas em Tancos no 25 de Novembro. Cada mapa conta uma história de resistência, avanço e recuo: As relações de poder entre Spínola e os militares do MFA; O fim do império colonial português e os processos de independência; As primeiras eleições livres para a Assembleia Constituinte; A evolução da situação política no Verão Quente de 1975; As revoltas militares no 11 de Março e no 25 de Novembro; A normalização democrática
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 416
Sinopse: Civilização, de Kenneth Clark, é uma das mais vibrantes histórias da cultura ocidental do século XX. Acompanhando a evolução da civilização europeia desde a queda do Império Romano até ao século XX, Clark mostra como a arte, a arquitectura, a literatura, a filosofia, a religião e a ciência moldaram a identidade do Ocidente. Mais do que uma cronologia de acontecimentos, a obra procura compreender as forças espirituais, intelectuais e estéticas que permitiram o florescimento da civilização, destacando figuras como Shakespeare, Carlos Magno, Miguel Ângelo, Leonardo da Vinci, Rembrandt, Voltaire e Goethe. Com uma escrita elegante e muito pessoal, Clark defende que a criatividade artística e o humanismo constituem os pilares da cultura europeia, sem ignorar as suas crises, conflitos e períodos de declínio. Erudito e acessível, Civilização permanece uma síntese magistral da história cultural do Ocidente e uma reflexão sobre o significado da própria ideia de civilização, convidando o leitor a reconhecer o legado do passado como fundamento indispensável da liberdade, do conhecimento e da criação artística. DETALHES Civilização de Kenneth Clark; Tradução: José Cabrita Saraiva ISBN: 9789897855092 Editor: Gradiva Data de Lançamento: setembro de 2026 Idioma: Português Dimensões: 171 x 240 x 22 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 416 Tipo de produto: Livro Classificação Temática: Livros em Português > História > História em Geral EAN: 9789897855092
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 336
Sinopse: A escravatura tem devastado as sociedades africanas pelo menos desde o ano de 2500 a. C., estendendo-se do Egito ao Cabo, da Mauritânia à Somália. A maior parte do que sobre ela se tem escrito abrange apenas uma fração desta história: os horrores do tráfico de escravos através do Oceano Atlântico. No entanto, a escravatura no Oceano Índico teve dimensões comparáveis e muito maior longevidade. Alguns historiadores, por outro lado, negligenciam também as práticas esclavagistas dentro do próprio continente africano. Desde a abolição do tráfico transatlântico, o foco internacional na «escravatura moderna» deixou os africanos que continuam ainda hoje a ser escravizados com poucos defensores. Organizações como as Nações Unidas ou a União Africana têm pudor em confrontar os dirigentes que ainda permitem esta prática.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 600
Sinopse: Nada o faria vacilar nos seus planos, nada o faria trair os seus objetivos. Mas o Príncipe, a quem chamavam Perfeito, não contava com o poder do amor. E do luto. O trono que esperava por D. João era feito de promessas por cumprir. A vida do único filho varão de D. Afonso V estava determinada pelos pecados do passado: a camisa do avô Pedro trespassada pela seta de um Bragança, a espada de cruzeta alada que eternizava a Batalha de Alfarrobeira, o mistério da morte da mãe. Era preciso não esquecer. Era preciso nunca perdoar. Quando foi armado cavaleiro em Arzila, D. João viu Regulus brilhar, promissor, na constelação de Leão, e percebeu que era tempo de ser falcão e não mocho para cumprir a missão que lhe fora entregue. João sabia que, no dia em que fosse rei, os traidores pagariam pelos crimes, e dos escombros faria renascer o sonho interrompido do infante D. Henrique, transformando o reino na potência marítima que o seu padrinho sempre soube que Portugal
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 418
Sinopse: O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial, de Samuel P. Huntington, mostra como os confrontos entre civilizações e religiões constituem a maior ameaça à paz mundial, mas também como uma ordem internacional baseada nessas mesmas civilizações pode ser a melhor salvaguarda contra a guerra. À medida que as distinções ideológicas entre nações foram sendo substituídas por diferenças culturais, a política mundial foi profundamente reconfigurada, pulverizando a antiga ordem da Guerra Fria. O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial mostra ainda como a explosão demográfica nos países muçulmanos e a ascensão económica do Leste asiático fragmentou o equilíbrio global. Estes desenvolvimentos desafiam a predominância ocidental, incentivam a oposição aos supostos ideais «universais» do Ocidente e intensificam os conflitos entre civilizações em torno de temas como a proliferação nuclear, a imigração, os direitos humanos e a
Edição: Ago 2026
Nº Páginas: 112
Sinopse: Gradiva - Uma Fantasia Pompeiana, de Wilhelm Jensen, é um romance singular que percorre as fronteiras entre sonho e realidade, desejo e memória, arqueologia e psicologia. A narrativa acompanha Norbert Hanold, um jovem arqueólogo fascinado por um antigo baixo-relevo romano que retrata uma mulher em pleno movimento. Obcecado pela figura, a quem chama Gradiva (aquela que avança), Hanold inicia uma jornada que o conduzirá aos labirintos do inconsciente e às profundezas dos seus próprios sentimentos. Com uma escrita elegante e evocativa, Jensen constrói uma atmosfera envolvente onde o passado clássico se entrelaça com os mistérios da mente humana. Entre sonhos e recordações, o leitor é convidado a explorar temas universais como a identidade, o amor, a memória e o poder transformador da imaginação. Publicado em 1903, este breve romance tornou-se célebre não apenas pelo seu valor literário, mas também por ter inspirado uma das mais conhecidas análises de Sigmund Freud, que viu no texto de Jensen uma representação dos mecanismos psíquicos e da interpretação dos sonhos. Leitura indispensável para amantes da literatura, da psicologia e da cultura clássica, Gradiva permanece uma obra intemporal, capaz de revelar como os ecos do passado continuam a moldar os caminhos do coração e da mente.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 568
Sinopse: Em As Origens da Era Autoritária, Ibram X. Kendi investiga a ascensão da teoria da grande substituição e o modo como esta tem sido utilizada como motor para a criação de novos regimes autoritários um pouco por todo o mundo, alimentados pelo ódio a quem vem de longe ou tem um tom de pele diferente e por ideais extremistas que corroem a democracia. Um livro urgente, provocador e indispensável para perceber o mundo em que vivemos e como ainda vamos a tempo de mudar o rumo da História.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Em Caos e Progresso, os autores mostram que as atuais crises de desinformação, polarização e instituições fazem parte de um ciclo que se repete a cada grande revolução da informação: deslumbramento, caos e progresso. Explicam que o problema não está na tecnologia, mas no nosso cérebro, que evoluiu ao longo de milhões de anos para sobreviver a um mundo de informação escassa e precisa de tempo para se adaptar. A obra apresenta estratégias para atravessar esta transição com o mínimo de danos possível, mostrando que a História prova que conseguimos superar estas vagas e criar sociedades melhores.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 264
Sinopse: Uma lição de história do comentador da SIC Vivi 38 anos na União Soviética e conheci-a por dentro, no quotidiano de uma pessoa vulgar. Vi a distância entre a propaganda e a vida real. E foi essa experiência, aliada ao estudo da História, que me levou a escrever este livro. Nele, olho de frente para Lénine, Trotsky e Estaline, sem mitos nem ilusões. Porque por trás das promessas de justiça e redenção, houve violência, medo e negação da liberdade. Escrevi sobretudo a pensar nos jovens. Num tempo de incerteza e de soluções fáceis, é importante lembrar que as receitas milagrosas quase sempre acabam mal. Conhecer a História é, sempre, uma forma de proteger o futuro.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 264
Sinopse: Aldo Cazzullo conduz-nos numa viagem pela história do império que mais profundamente moldou a civilização ocidental. Dos mitos fundadores de Eneias e Rómulo às intrigas de Júlio César, Augusto e Nero; das conquistas militares à expansão do cristianismo; dos heróis aos tiranos, o autor reconstrói o mito de Roma através das suas personagens, das suas histórias e dos símbolos que ainda hoje nos definem. Com o ritmo de um romance e o rigor da grande divulgação histórica, Aldo Cazzullo mostra como todos os impérios da História se apresentaram como herdeiros de Roma. O Império Romano do Oriente, o Sacro Império Romano de Carlos Magno, Moscovo, a Terceira Roma. Depois vieram o Império Napoleónico e o Império Britânico. Os regimes fascista e nazi. O império americano e até o império virtual de Mark Zuckerberg, admirador de Augusto, o primeiro homem a governar uma comunidade multiétnica composta por pessoas que não se conheciam entre si, mas partilhavam uma mesma língua, imagens, deuses e cultura. A sombra de Roma continua a projetar-se sobre o mundo. O legado romano está vivo em quase tudo o que somos: nas nossas cidades, nas nossas leis, na nossa língua e até na forma como entendemos o poder. E as ideias, ambições e contradições dos romanos continuam presentes em cada dimensão da nossa sociedade.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 424
Sinopse: Ela acreditava falar com Deus. Ele queria mudar Portugal. Isabel de Aragão tem apenas doze anos quando chega a Portugal para casar com o jovem rei D. Dinis. Profundamente marcada pela fé e pela ideia de serviço aos outros, desde pequena revela uma devoção invulgar aos pobres e doentes. Já D. Dinis é movido pela ambição de desenvolver Portugal. Brilhante, determinado e visionário - mas também impulsivo, inquieto e dominado pelos seus próprios excessos -, o filho mais velho do rei D. Afonso III de Portugal sonha com o progresso do reino. Ao longo de décadas, Isabel de Aragão e D. Dinis vão viver uma relação tão intensa quanto difícil. O amor, o poder, as infidelidades do rei, as rivalidades e os conflitos familiares irão colocar frequentemente os dois em campos opostos. No entanto, Isabel recusará resignar-se ao papel secundário que era esperado de si. Em nome da fé inabalável e da sua consciência, enfrentará o marido e tomará uma posição firme nos assuntos mais delicados da corte e da política ibérica. Neste romance histórico arrebatador, Isabel Machado recria uma das mais fascinantes histórias da Idade Média portuguesa, em torno de uma rainha que se tornou lendária. Entre a devoção, a ambição e as fragilidades humanas, ergue-se o retrato inesquecível de dois dos mais extraordinários protagonistas da nossa História.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Zina, uma jovem aristocrata russa, vê a sua vida desmoronar-se com a Revolução Bolchevique. Forçada a abandonar a sua terra, consegue escapar para o Irão com o marido e a filha adotiva. Mas nem o exílio a protege da tragédia: em Teerão, perde tudo o que lhe restava e vê-se sozinha, sem recursos, numa casa modesta onde terá de reaprender a viver. É nesse lugar improvável que encontra outras mulheres, russas e iranianas, também elas marcadas pela perda e pelo exílio. Unidas pela adversidade, criam uma família improvável que as ajuda a enfrentar a pobreza, a doença e as profundas transformações que moldam o Irão do século XX. À medida que os anos passam, o destino de Zina entrelaça-se com o de Reza Khan, o militar que viria a tornar-se xá do Irão, dando origem a uma história tão improvável quanto comovente. Entre a Rússia e o Irão, Marina Nemat constrói uma emocionante história de amor, exílio e sobrevivência, celebrando a força dos laços que nascem entre mulheres que escolhem ser família quando tudo o resto lhes é arrancado.
