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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 168
Sinopse: Hitler Não Usurpou o Poder, Foi Eleito Pelo Povo Alemão. Será que os apoiantes de Hitler, que causaram tanto sofrimento a outros povos, sentiram culpa e vergonha?
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 176
Sinopse: Este é, duplamente, um livro de intervenção. Por apresentar o texto integral, em nova tradução, de O Manifesto Comunista, que Marx e Engels escreveram em 1848, para oferecerem um corpo teórico, um guia, às fogueiras da revolução que ardiam por todas as nações da Europa. Mas é também um livro de intervenção por apresentar, a preceder o Manifesto, 56 páginas que revisitam a história do comunismo europeu. O comunismo nasceu nas bocas da fome e no peito da revolta: era o sonho de um homem novo. Mas a utopia acabou num mar de tortura, gulags e sangue. Com fotografias e um grafismo ousado, é esse périplo que se esboça na primeira parte deste livro. Na segunda, o histórico texto de Marx e Engels.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 432
Sinopse: Este livro apresenta um esboço histórico dos maiores casos de democídio: assassínios em massa em que mais de um milhão de pessoas foram mortas por um regime. O poder mata; o poder absoluto mata absolutamente. Quanto mais poder tem um governo, mais age arbitrariamente de acordo com os caprichos e desejos da elite, mais guerra fará contra outros e mais indivíduos matará.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 386
Sinopse: Quando se assinalam os 70 anos da morte de Estaline, uma obra que permitem mergulhar na mente de um dos mais sanguinários tiranos do século XX.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 376
Sinopse: Os gregos antigos inventaram a democracia, mas às mulheres desse tempo não foi permitido deliberar, dirigir ou defender o Estado.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 728
Sinopse: No final da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética controlava um vastíssimo território na Europa de Leste. Estaline e a sua polícia secreta estavam determinados em transformar doze países radicalmente diferentes num novo sistema político e moral: o comunismo.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 192
Sinopse: A melhor prova de quanto nos podemos amar está nas cartas Cartas de amor escreveram-nas reis e escravos, romancistas e comerciantes. Até ditadores. Este livro reúne 51 cartas comoventes, eufóricas, apaixonadas e sofridas. Foram escritas por grandes figuras, de Virginia Woolf a Beethoven, de Napoleão a Karl Marx. Estas cartas ensinam-nos a amar. Dão-nos lições de dignidade, de paixão, de amorosa resignação. Ensinam-nos os caminhos da alegria, do desejo e da perda. Às grandes figuras da História juntam-se figuras da nossa História recente. Primeiro, as cartas que Maria Barroso escreveu a Mário Soares, nos anos da ditadura de Salazar, cartas ditadas pela separação que a prisão e o exílio forçaram. A seguir, cartas de amor de António José Saraiva, escritor e historiador. A fechar, a escritora Rita Ferro e o jornalista Fernando Correia escrevem cartas ao Amor Eterno, a esse amor perene que enche a nossa vida de esperança.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 440
Sinopse: Marco António, Cleópatra e Octaviano em Áccio Após a morte de César, e depois de Marco António ter derrotado os conspiradores que o assassinaram, restavam apenas dois homens fortes em Roma: o próprio Marco António e o jovem Octaviano, herdeiro de César. Embora fossem cunhados ¿ Marco António era casado com uma irmã de Octaviano ¿, os dois homens ver-se-iam em lados opostos de uma nova guerra civil: Marco António apaixonara-se por Cleópatra, a mulher mais poderosa do mundo antigo, e juntos conspiraram para tomar o poder.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 392
Sinopse: Antony Beevor escreveu um relato completamente atualizado e revisto de uma das guerras mais amargas e duras do século XX.
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 176
Sinopse: Um misterioso escritor satírico conseguiu, com um semanário manuscrito distribuído clandestinamente em Madrid, pôr durante seis meses o governo espanhol, no tempo de Filipe V e da rainha Isabel Farnésio, à beira de um ataque de nervos. O jornal ficou conhecido por El Duende, pseudónimo do autor, que atacava sem piedade as mais altas figuras da governação e os próprios monarcas. Durante meses, esfalfaram-se para o apanhar e, quando conseguiram, verificaram com surpresa que se tratava de um religioso carmelita português, de seu nome Frei Manuel de S. José. O frade, que em jovem tinha sido soldado e estado preso na Bastilha, era também espião do rei português D. João V, cuja filha, a princesa Bárbara de Bragança, seria dali a uns anos a rainha consorte de Espanha, sucedendo à intratável Farnésio.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse: Personagem oculta por inúmeras e sucessivas camadas de interpretações ideológicas, quer eruditas quer populares, a figura verídica do primeiro rei de Portugal só muito hipoteticamente se pode reconstituir nas suas dimensões históricas. O mito sobrepõe-se, teimosamente, à história, para justificar a permanência da nação que fundou e justificar a confianças que os cidadãos de todos os tempos têm posto na colectividade a que pertencem.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 640
Sinopse: A História da China evoca as últimas descobertas arqueológicas; a correspondência e processos judiciais que datam das dinastias Qing e Han; cartas escritas à família por soldados do Exército de Terracota; histórias de mercadores da Rota da Seda e viajantes budistas; diários de imperadores, poetas e camponeses para dar vida à história. Por meio de pormenores íntimos e vozes coloridas, somos conduzidos das estepes desérticas da Mongólia à Grande Muralha, e da Cidade Proibida ao mundo ultramoderno de Pequim, Xangai e Hong Kong.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse: Nos vários milénios da nossa existência, nada nos moldou mais profundamente do que a cidade. Das suas primeiras versões, há 7000 anos, às megalópoles atuais, a história da cidade é a história da civilização. Iniciando o seu relato em Uruk, a primeira cidade do mundo, Ben Wilson revela-nos que as cidades nunca foram uma necessidade mas que, a partir do momento em que surgiram, a pressão que geraram deu origem à maior parte das revoluções políticas, sociais, comerciais, científicas e artísticas que conhecemos. São estes momentos transformadores e definidores de épocas que nos guiam numa viagem emocionante pelas metrópoles que tiveram um papel decisivo na História: Uruk, Atenas, Alexandria, Roma, Bagdade, Veneza, Lisboa, Amesterdão, Londres, Nova Iorque, Xangai e Lagos.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 392
Sinopse: DE ALEXANDRE, O GRANDE, A VASCO DA GAMA, MARCO POLO, LIVINGSTONE, COLOMBO, FERNÃO DE MAGALHÃES E TANTOS OUTROS, SAIBA TUDO SOBRE AS GRANDES EXPLORAÇÕES CHINESAS
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Como a Índia antiga transformou o mundo Durante um milénio e meio, a Índia exportou a sua civilização diversificada e criou à sua volta um vasto império de ideias. A arte indiana, as religiões, a tecnologia, a astronomia, a música, a dança, a literatura, a matemática e a mitologia cruzaram o mundo ao longo de uma Rota do Ouro, que se estendia do Mar Vermelho ao Oceano Pacífico. Em A Rota do Ouro William Dalrymple recorre a uma vida inteira de estudo para realçar a posição, frequentemente esquecida, da Índia enquanto coração da antiga Eurásia. Pela primeira vez, dá um nome a esta difusão das ideias indianas que alteraram o rumo da História. Do maior templo hindu em Angkor Wat ao budismo da China, do comércio que ajudou a financiar o Ímperio Romano à invenção dos números que usamos na atualidade (incluindo o zero), a Índia marcou a cultura e a tecnologia não só do mundo antigo, como também do mundo de hoje.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Deuses e Mortais leva-o ao coração da mitologia grega numa viagem épica, repleta de deuses intrigantes, heróis destemidos e criaturas lendárias. Das origens do cosmos à Guerra de Troia, descubra histórias célebres e raridades fascinantes, narradas com frescura e ilustradas de forma original. Este livro é uma celebração vibrante dos mitos que continuam a inspirar o mundo há milhares de anos. Os mitos gregos exploram o significado de ser mortal num mundo dominado por forças poderosas ¿ forças além do nosso controlo. São histórias que atravessam séculos e tramas repletas de paixão, vingança, coragem e destino, onde o extraordinário se cruza com o humano. Não admira que continuem a fascinar leitores milhares de anos depois de terem sido contadas pela primeira vez. Deuses e Mortais é uma viagem arrebatadora ao coração da mitologia grega, conduzida por uma das maiores especialistas mundiais no tema. Nesta antologia envolvente, reencontramos as histórias mais célebres e descobrimos outras, raramente contadas, que revelam facetas ocultas deste universo mítico. Aqui, deuses metamorfoseiam-se em animais, em humanos ou em ouro cintilante para caminhar entre nós; mortais são transformados em lobos, aranhas ou rochedos; e heróis e heroínas enfrentam monstros temíveis ¿ górgonas, dragões, harpias ou touros cuspidores de fogo ¿ armados apenas com engenho, coragem e força. Com ilustrações originais que captam a intensidade e a beleza destas histórias, este livro entrelaça mitos e personagens numa tapeçaria rica, fiel às tradições antigas, mas contada com a vitalidade de quem as descobre pela primeira vez. Uma obra para ler, admirar e guardar, que nos recorda o motivo pelo qual, milhares de anos depois, os mitos gregos continuam a falar ao coração humano. *** «Uma obra soberba, comovente e profundamente humana.» Michael Dirda, The Washington Post «Sarah Iles Johnston traz uma energia e erudição excecionais a Deuses e Mortais, restaurando a vitalidade de histórias que outros autores tornaram pálidas. Até os leitores mais experientes podem encontrar surpresas.» Meghan Cox Gurdon, The Wall Street Journal «Se se interessa por mitos gregos e pelo motivo para continuarem relevantes, vai querer ter este livro na sua estante.» Terry Potter, The Letterpress Project «Uma coletânea moderna e acessível da mitologia grega¿ É um feito notável, considerando o estado muitas vezes caótico das nossas fontes para estes mitos.» Hilary Bouxsein, Religious Studies Review «Este livro é uma maravilha! Retrata de forma magnífica toda a natureza humana nos seus mitos gregos. É difícil encontrar uma introdução ou narrativa melhor destas histórias.» Alexander McCall Smith, autor
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em Reparações e Outras Penitências Históricas, João Pedro Marques responde a algumas questões: Decorridos 158 anos desde que o último navio negreiro aportou a Cuba, deverá Portugal dizer sim às reparações pela existência de um tráfico que foi feito em parceria com os africanos, e que terminou graças aos esforços dos povos ocidentais (portugueses incluídos), ou deverá recusá-las firmemente? Deveremos pagar indemnizações a populações afrodescendentes que se consideram vítimas das actuações erradas ou criminosas de distantes antepassados nossos, ou essa é uma obrigação que não nos cabe? E deveremos permitir que se introduzam no nosso ensino narrativas tendentes a flagelar a memória dos Descobrimentos, ou há que reagir fortemente contra isso? Este livro é, na Guerra e Paz, o quarto round do combate que João Pedro Marques trava contra a visão woke do mundo ¿ que, com a pretensão de corrigir injustiças presentes e passadas, não se coíbe
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Esta obra explora o protagonismo das mulheres como peças-chave na construção do império colonial português na Época Moderna. Nela se tecem novos debates, com forte base documental, sobre processos de exclusão e subalternidade, mas também de resistência, a que a historiografia atual não pode ser alheia. Dar visibilidade e reconhecer a atuação das mulheres portuguesas e europeias, e das mulheres autóctones, surge como um desafio historiográfico que esta obra assume como prioritário. Percorrendo vários cenários, desde os metropolitanos a espaços coloniais, na África, Ásia e América, a obra torna patente que a expansão ultramarina portuguesa não foi uma mera história de homens em trânsito, foi também uma história de mulheres em ação. A mulher, portuguesa e autóctone, que nos documentos oficiais surge silenciada ou representada como subordinada, surge neste livro como personagem ativa na política, na economia e na sociedade ¿ em Portugal e em espaços ultramarinos.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma história das relações atribuladas entre a Rússia e a Alemanha Como potência indispensável da Europa, a Alemanha vê-se cada vez mais chamada a interferir na política ocidental com a Rússia, à medida que os Estados Unidos parecem desinvestir na sua relação com a Europa e na manutenção da segurança dos europeus e num mundo em que o Ocidente perdeu uma considerável autoridade moral nas últimas duas décadas. Para um país que só recuperou a sua soberania plena na última década do século XX, em 1990, após 28 anos dividido por uma cicatriz de betão e arame farpado, é uma missão extremamente desafiante. Além disso, nos últimos 30 anos, grande parte da opinião das elites passou de um entusiasmo cândido em relação à Rússia para uma profunda desilusão. Como aconteceu durante séculos, a Rússia continua a ser um tema sobre o qual uma discussão equilibrada é muito difícil para os alemães. Num discurso proferido a 27 de fevereiro de 2022, Scholz proclamou uma Zeitenwende, ou uma mudança de época, e anunciou os planos da Alemanha para desempenhar um papel mais ambicioso na defesa militar em resposta à primeira invasão terrestre da Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Não foram só os alemães que foram apanhados de surpresa. A Europa também tomou nota das declarações do Chanceler.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Esta é a história do épico confronto do século XVI pelo comércio de especiarias, que impulsionou a exploração e a conquista marítima europeia através da Ásia e do Pacífico. As especiarias foram o motor da economia mundial na Idade Moderna e, para os europeus, representavam riquezas imensuráveis. O cravo-da-índia e a noz-moscada só podiam chegar à Europa através de uma rede complexa de rotas comerciais, e, durante décadas, exploradores espanhóis e portugueses competiram arduamente para descobrir a sua origem misteriosa. Quando, em 1511, os portugueses chegam às cobiçadas Ilhas das Especiarias, nas Molucas, deram início a uma feroz batalha pelo controlo deste valioso comércio. O historiador e autor bestseller do New York Times, Roger Crowley, revela-nos como esta luta moldou o mundo moderno, enquanto nos leva em viagens fascinantes. Dos estaleiros navais de Sevilha aos confins do Pacífico, passando pelas ardentes ilhas vulcânicas da Indonésia, pelo gélido Círculo Polar Ártico e pelas enigmáticas costas da China, este livro mergulha-nos numa era emocionante. Com histórias vívidas de aventuras, naufrágios e cercos, somos transportados para o tempo dos grandes exploradores e vemos como as suas viagens transformaram a economia mundial e lançaram as bases de uma ordem global que perduraria durante séculos.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O fado: das polémicas origens aos palcos da música do mundo; dos bairros populares ao estrelato universal; da segregação à aceitação; da condenação à adoração; das vozes proletárias ao cosmopolitismo; da singeleza à glória¿ Esta é a história do fado de Lisboa, uma história multissecular, recheada de peripécias e de críticas, de desventuras e de paixão, uma história plena de obstáculos e de superações. Contudo, o tempo consagraria o fado, tornando esta popular canção urbana num verdadeiro símbolo de Portugal. Enriquecendo a coleção dedicada à capital, Lisboa Fadista é a história das gentes que deram voz ao fado nas vielas pobres, nas tabernas viciosas, nos salões dos palacetes da nobreza e da burguesia. É, ainda, a história de como o fado evoluiu até aos nossos dias, de como se tem sabido adaptar. Ontem, como hoje, esta é a história musical de Lisboa¿ Silêncio, que se vai ler o fado!
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A premiada classicista e historiadora da Antiguidade Emily Hauser leva os leitores numa jornada épica para descobrir a surpreendente história real das mulheres por detrás da Odisseia, uma das maiores lendas da Grécia Antiga. Ao contrário das perceções construídas ao longo de três milénios, a história antiga não é só sobre homens ¿ e não são apenas as histórias dos homens que merecem ser contadas. No volume 2 de Míticas, Emily Hauser mergulha na história por detrás do poema épico de Homero, a Odisseia, reunindo provas dos textos originais, novas descobertas arqueológicas surpreendentes e os mais recentes estudos de ADN, e revela quem eram estas mulheres ¿ rainhas, mães, guerreiras, escravas ¿, como viveram e como a História as lembrou, ou, pelo contrário, desvalorizou ¿ até agora. Uma nova história fascinante do Egeu da Idade do Bronze e uma viagem pelos épicos de Homero mapeados inteiramente por mulheres ¿ de Helena de Troia, Briseida, Cassandra e Afrodite a Circe, Atena, Hera, Calypso e Penélope ¿ Míticas é uma reavaliação inovadora da realidade por trás das mulheres muitas vezes mitificadas dos maiores épicos da Grécia, e do próprio mundo antigo à medida que aprendemos cada vez mais sobre ele.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Que grupos participaram na construção e consolidação do império colonial português sem ver a sua ação devidamente reconhecida? A resposta vai além da ação da Coroa e dos colonizadores: os grupos marginalizados. Esta obra dá voz aos indígenas africanos e americanos cujas histórias, aspirações e resistências constituíram parte ativa do processo de desenvolvimento do Atlântico português. Por meio de petições e documentos pessoais dirigidos ao rei, este livro desmistifica a ideia de que esses grupos eram passivos, revelando como, mesmo à margem da sociedade, traçaram estratégias, negociaram e influenciaram o centro de poder em Lisboa. As suas lutas, fugas, manobras diplomáticas ou esperanças traduzem um império menos consolidado e mais dinâmico nas suas redes, constantemente moldadas por quem estava na periferia dos centros de decisão.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A ascensão da China, o regresso da Rússia a uma lógica de confronto direto com o Ocidente e a perceção global de declínio norte-americano abrem caminho a uma nova ordem mundial tripolar, incerta e desafiante. Neste livro, Sónia Sénica, professora de Relações Internacionais e comentadora de política internacional na CNN Portugal, analisa com rigor e clareza o reposicionamento das três grandes potências do nosso tempo face aos desafios do presente: os Estados Unidos da América, a Federação Russa e a República Popular da China. A partir de uma leitura crítica, sem filtros eurocêntricos ou ocidentais, o livro propõe compreender os motivos, estratégias e visões de cada um dos principais atores da política internacional. Da invasão da Ucrânia ao reforço do eixo sino-russo, passando pela fragilidade das instituições multilaterais e o impacto das novas formas de guerra híbrida, este livro atual e fundamental, desenha um retrato inquietante do mundo em
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Por entre as sombras do mito renascem as mulheres da História Emily Hauser, premiada classicista e historiadora da Antiguidade, leva os leitores numa jornada épica para descobrir a surpreendente história real das mulheres por detrás de uma das maiores lendas da Grécia antiga: a Ilíada. Ao contrário das perceções construídas ao longo de três milénios, a história antiga não é só sobre homens e não são apenas as histórias dos homens que merecem ser contadas. Em Míticas As Mulheres da Ilíada, Emily Hauser mergulha na história por detrás da Ilíada, um dos grandes poemas épicos de Homero. Cruzando dados dos textos originais, recentes descobertas arqueológicas surpreendentes e os mais recentes estudos de ADN, a autora revela quem eram essas mulheres rainhas, mães, guerreiras, escravas ¿, como viveram e como a história as tem recordado (ou não¿) até agora. Uma nova história fascinante do Egeu da Idade do Bronze e uma viagem pelos épicos de Homero mapeados inteiramente por mulheres (de Helena de Troia a Briseida, Cassandra, Afrodite, Hera, Andrómaca ou Hécuba), Míticas As Mulheres da Ilíada é uma reavaliação inovadora da realidade por trás das mulheres muitas vezes mitificadas dos maiores épicos da Grécia, e do próprio mundo antigo sobre o qual vamos adquirindo cada vez mais conhecimentos.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Nesta reveladora história da medicina, Karen Gevirtz desafia os mitos do triunfo da ciência e desvenda a fascinante verdade dos sistemas de saúde vigentes a nível global. Ao contrário do que se costuma dizer, a medicação não melhorou durante a Revolução Científica. No entanto, de alguma forma, entre 1650 e 1740, a mulher doméstica e o médico trocaram de lugar na consciência cultural: ela tornou-se a curandeira ineficaz e potencialmente perigosa; ele, o especialista conhecedor e fiável. Os profissionais normalizaram a ideia de as pessoas lhes pagarem por aquilo que já recebiam em casa gratuitamente, lançando as bases da chamada Big Pharma e do atual sistema global de medicamentos com fins lucrativos. Através de uma rigorosa investigação de arquivos, a autora analisa questões relacionadas com os cuidados de saúde globais, tanto no passado como no presente, abrangendo um vasto leque de lugares em todo o mundo."
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Em Da Jugoslávia ao Kosovo: A Mais Breve História de Um Conflito, Amílcar Correia une a boa escola de repórter a um conhecimento aprofundado sobre a região dos Balcãs. Passados mais de 25 anos das guerras balcânicas, numa altura em que a Rússia tenta esticar a sua influência para lá do Danúbio, o «conflito congelado» está na iminência de se reanimar.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
José Manuel Garcia traz para o presente a voz dos protagonistas dos Descobrimentos Portugueses, numa nova obra que aprofunda o estudo sobre esta época fascinante da História de Portugal e da Humanidade. O prestigiado historiador José Manuel Garcia apresenta uma nova História, revista e minuciosa, dos Descobrimentos Portugueses. Uma abordagem mais atualizada e esclarecedora sobre o papel decisivo que os portugueses tiveram na História ao terem revelado o Mundo e unidade da Humanidade na sua diversidade. Organizada em três partes - Os Espaços do Atlântico, Os Espaços do Índico e Os Espaços do Pacífico -, a obra contextualiza o período histórico que deu origem aos Descobrimentos, destacando os protagonistas e as conquistas que marcaram a expansão portuguesa. Nesta obra, o autor revisita os feitos emblemáticos dos portugueses desde os tempos henriquinos até à descoberta do Japão, passando por grandes temas como o descobrimento do caminho marítimo para a Índia e o Brasil, e discutindo também o impacto dos Descobrimentos a nível nacional e global. Recorrendo à análise e interpretação de fontes históricas diversas, esta obra visa não só corrigir mitos e interpretações erróneas, mas sobretudo evidenciar o significado universal da gesta portuguesa, que, ao conectar povos e culturas, ajudou a dar um sentido humanista ao mundo moderno.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
UMA OBRA IMPRESCINDÍVEL PARA TODOS OS QUE DESEJAM COMPREENDER A ALEMANHA MODERNA, OS LEGADOS DO NAZISMO E OS RISCOS DO NEGACIONISMO HISTÓRICO. Como é que um país reconstrói a democracia sem enfrentar os seus fantasmas? E que perigos nascem quando o silêncio substitui a justiça? Em A Herança Nazi, Helmut Ortner conduz-nos por uma investigação impressionante sobre a forma como a Alemanha do pós-guerra lidou ou evitou lidar com o legado do nazismo. A «desnazificação», prometida após a queda do Terceiro Reich, revelou-se superficial: antigos criminosos nazis mantiveram-se em funções públicas, juristas do regime participaram na nova ordem jurídica e a sociedade preferiu esquecer em vez de recordar. Com um estilo envolvente e rigoroso, Ortner denuncia esta cultura do esquecimento e revela como o passado continua a projetar sombras perigosas sobre o presente. Trata-se de uma obra de memória, justiça e alerta um testemunho indispensável num tempo em que o revisionismo histórico e a banalização do mal voltam a ameaçar a verdade. UM LIVRO ESSENCIAL PARA QUEM ACREDITA QUE A DEMOCRACIA EXIGE MEMÓRIA. «Um livro incisivo de uma força comovente.» Deutschlandfunk «Brilhante e implacavelmente lúcido.» Die Rheinpfalz «É triste que livros assim ainda sejam necessários. Que existam, é mérito de autores como Helmut Ortner.» Frankfurter Rundschau *** Como pode um povo inteiro preferir desviar o olhar ? Como se ergueu a Alemanha sobre as ruínas da barbárie e do silêncio? Em A Herança Nazi, Helmut Ortner conduz o leitor por treze investigações densas, emocionantes e inquietantes, que expõem a continuidade do pensamento autoritário, a falência da justiça de transição e o pacto social do esquecimento. Através de retratos concretos, decisões judiciais ignoradas, biografias silenciadas e políticas de memória seletiva, o autor traça uma linha direta entre o passado sombrio e os perigos do presente.
