1630 produtos
Ordenar por:
1630 produtos
Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Num tempo em que a nação volta a estar no centro da política das grandes potências, a originalidade do nacionalismo defensivo e identitário da revolução portuguesa de 1383-1385 ganha nova actualidade. Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela, contrariando a ordem internacional dinástica que os tornava súbditos de um rei estrangeiro. Mas o que sabemos do «cavaleiro-monge» que foi motor e braço do movimento interclassista e protodemocrático que guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Jaime Nogueira Pinto reconstitui o carácter e o percurso excep-cional de Nun¿Álvares, entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Atoleiros Aljubarrota e Valverde. Interpretando e integrando a História portuguesa na História europeia medieval, marcada pela Guerra dos Cem Anos, e a partir de uma releitura das fontes tradicionais, o autor transporta-nos para o tempo e para o lugar do pajem, do cavaleiro, do chefe militar e do homem de fé da Guerra da Independência.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Num tempo em que a nação volta a estar no centro da política das grandes potências, a originalidade do nacionalismo defensivo e identitário da revolução portuguesa de 1383-1385 ganha nova actualidade. Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela, contrariando a ordem internacional dinástica que os tornava súbditos de um rei estrangeiro. Mas o que sabemos do «cavaleiro-monge» que foi motor e braço do movimento interclassista e protodemocrático que guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Jaime Nogueira Pinto reconstitui o carácter e o percurso excep-cional de Nun¿Álvares, entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Atoleiros Aljubarrota e Valverde. Interpretando e integrando a História portuguesa na História europeia medieval, marcada pela Guerra dos Cem Anos, e a partir de uma releitura das fontes tradicionais, o autor transporta-nos para o tempo e para o lugar do pajem, do cavaleiro, do chefe militar e do homem de fé da Guerra da Independência.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/nuno-alvares-pereira-de-jaime-nogueira-pinto-8487336');
});">
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Oito maneiras de entender o mundo de forma errada Os nossos mapas podem já não ser dominados por dragões e monstros, mas as nossas perceções do mundo continuam a ser moldadas por mitos geográficos. Mitos como o de que a Europa é o centro do mundo, que os muros nas fronteiras são a solução para a imigração, ou que a Rússia está predestinada a ameaçar os seus vizinhos. Neste livro, Paul Richardson desafia os argumentos mais popularizados sobre o determinismo geográfico, mostrando que a forma como o mundo é representado não significa verdadeiramente, na sua maioria, que o mapa em si seja o território. Oito capítulos muito bem fundamentados que põem em causa suposições há muito defendidas como: O mito dos continentes e por que razão não correspondem à realidade O mito das fronteiras e porque é que muros como os de Trump não funcionam O mito da nação e as fronteiras difusas O mito da soberania e a recuperação do controlo O mito do crescimento económico e porque não vale a pena morrer por ele O mito do inevitável expansionismo da Rússia O mito da nova Rota da Seda da China O mito de uma África condenada
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Oito maneiras de entender o mundo de forma errada Os nossos mapas podem já não ser dominados por dragões e monstros, mas as nossas perceções do mundo continuam a ser moldadas por mitos geográficos. Mitos como o de que a Europa é o centro do mundo, que os muros nas fronteiras são a solução para a imigração, ou que a Rússia está predestinada a ameaçar os seus vizinhos. Neste livro, Paul Richardson desafia os argumentos mais popularizados sobre o determinismo geográfico, mostrando que a forma como o mundo é representado não significa verdadeiramente, na sua maioria, que o mapa em si seja o território. Oito capítulos muito bem fundamentados que põem em causa suposições há muito defendidas como: O mito dos continentes e por que razão não correspondem à realidade O mito das fronteiras e porque é que muros como os de Trump não funcionam O mito da nação e as fronteiras difusas O mito da soberania e a recuperação do controlo O mito do crescimento económico e porque não vale a pena morrer por ele O mito do inevitável expansionismo da Rússia O mito da nova Rota da Seda da China O mito de uma África condenada
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-mitos-da-geografia-de-paul-richardson-8476996');
});">
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A batalha que alterou o rumo da História de Portugal Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal um acontecimento já de si raro durante o período medieval veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude? Dividido em quatro partes distintas que têm como fi o condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383¿1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A batalha que alterou o rumo da História de Portugal Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal um acontecimento já de si raro durante o período medieval veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude? Dividido em quatro partes distintas que têm como fi o condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383¿1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/aljubarrota-a-batalha-que-derrotou-os-castelhanos-e-mudou-o-curso-da-historia-de-portugal-de-org-paulo-m-dias-e-joao-nisa-8475319');
});">
Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em Líbano, uma biografia, Safaa Dib reconstrói uma cronologia familiar ao longo de gerações, que se cruza com a história libanesa desde o final do Império Otomano até aos dias de hoje, passando por revoltas, fomes, guerras mundiais e civis, fugas pela sobrevivência ou explosões devastadoras.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em Líbano, uma biografia, Safaa Dib reconstrói uma cronologia familiar ao longo de gerações, que se cruza com a história libanesa desde o final do Império Otomano até aos dias de hoje, passando por revoltas, fomes, guerras mundiais e civis, fugas pela sobrevivência ou explosões devastadoras.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/libano-uma-biografia-da-terra-dos-cedros-a-imigracao-para-portugal-a-historia-de-uma-familia-e-de-um-pais-de-safaa-dib-8503664');
});">
Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Numa viagem de 12 mil quilómetros pela Amazónia, entre a luxúria vegetal, a savana, o novo mundo da soja e as fronteiras da devastação, mergulha-se a fundo no destempero da voracidade humana. Tanto como um prodígio da natureza, a Amazónia é um monumento à humanidade. Que a desbravou, a amou, a explorou, a destruiu e lhe deixou feridas. Curá-las é um desafio global.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Numa viagem de 12 mil quilómetros pela Amazónia, entre a luxúria vegetal, a savana, o novo mundo da soja e as fronteiras da devastação, mergulha-se a fundo no destempero da voracidade humana. Tanto como um prodígio da natureza, a Amazónia é um monumento à humanidade. Que a desbravou, a amou, a explorou, a destruiu e lhe deixou feridas. Curá-las é um desafio global.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/amazonia-viagem-por-uma-ferida-aberta-no-planeta-de-manuel-carvalho-8491747');
});">
Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A breve vida de D. Luís Filipe de Bragança, 1887-1908 A 1 de Fevereiro de 1908, foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa, el-rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe, seu filho. O príncipe, de quem se dizia ter todas as qualidades para ser um grande monarca, não pôde sê-lo nem sequer nos breves instantes em que o foi. Porque, nos escassos minutos em que sobreviveu ao pai, o príncipe foi rei mas um rei que não reinou. É a sua história, breve e trágica, que se pode ler nesta biografia, porventura a mais completa até hoje publicada.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A breve vida de D. Luís Filipe de Bragança, 1887-1908 A 1 de Fevereiro de 1908, foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa, el-rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe, seu filho. O príncipe, de quem se dizia ter todas as qualidades para ser um grande monarca, não pôde sê-lo nem sequer nos breves instantes em que o foi. Porque, nos escassos minutos em que sobreviveu ao pai, o príncipe foi rei mas um rei que não reinou. É a sua história, breve e trágica, que se pode ler nesta biografia, porventura a mais completa até hoje publicada.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-rei-que-nao-reinou-de-isabel-lencastre-8514653');
});">
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/verao-quente-de-1975-tudo-era-permitido-de-pedro-prostes-da-fonseca-8475361');
});">
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Doce Amargura" é a história da Sena Sugar Estates e da aliança anglo-portuguesa entre John Peter Hornung (Pitt) e Laura de Paiva Raposo que lhe deu origem. John Peter Hornung, um ousado jovem inglês de origem húngara, introduziu, no final do século XIX, o cultivo comercial da cana-de-açúcar no Baixo Delta do Rio Zambeze, numa aventura pioneira de criação de várias plantações de açúcar, que se pautou pela introdução de maquinaria industrial, novas técnicas, investigação e modernização das práticas agrícolas, lançando as bases para aquela que acabou por se tornar não apenas na maior empresa açucareira de Moçambique, mas também numa das maiores do mundo. Numa história que cobre 100 anos da história de África e da Europa, a Sena Sugar Estates evoluiu ao longo de décadas alcançando vitórias e sofrendo contrariedades
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Doce Amargura" é a história da Sena Sugar Estates e da aliança anglo-portuguesa entre John Peter Hornung (Pitt) e Laura de Paiva Raposo que lhe deu origem. John Peter Hornung, um ousado jovem inglês de origem húngara, introduziu, no final do século XIX, o cultivo comercial da cana-de-açúcar no Baixo Delta do Rio Zambeze, numa aventura pioneira de criação de várias plantações de açúcar, que se pautou pela introdução de maquinaria industrial, novas técnicas, investigação e modernização das práticas agrícolas, lançando as bases para aquela que acabou por se tornar não apenas na maior empresa açucareira de Moçambique, mas também numa das maiores do mundo. Numa história que cobre 100 anos da história de África e da Europa, a Sena Sugar Estates evoluiu ao longo de décadas alcançando vitórias e sofrendo contrariedades
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/doce-amargura-de-paul-lapperre-vida-e-morte-do-imperio-acucareiro-hornung-na-zambezia-1888-1988-7532690');
});">
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Heinrich Himmler, o segundo homem mais poderoso da Alemanha nazi, estava convencido de que a ciência ignorava os feitos heróicos de uma raça primordial: os arianos. A convicção do líder das SS, povoada por homens e mulheres louros e de olhos azuis, não passava de pura fantasia - mas era inabalável. Em 1935, Himmler fundou um instituto de investigação no âmbito das SS destinado a produzir alegadas provas arqueológicas dessa e de outras ficções do III Reich: o Ahnenerbe. Para alcançar o objetivo, que mais não era do que reescrever a história da Humanidade, o arquiteto da Solução Final recrutou uma mistura bizarra de aventureiros, místicos e, também, mais de uma centena de respeitáveis cientistas e académicos alemães. As finalidades de tão excêntrica missão, que passaria por expedições a lugares como o Tibete, o Iraque ou a Finlândia, eram decididamente políticas - e, como não tardaria a verificar-se, teriam efeitos criminosos a uma escala até então impossível de conceber.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Heinrich Himmler, o segundo homem mais poderoso da Alemanha nazi, estava convencido de que a ciência ignorava os feitos heróicos de uma raça primordial: os arianos. A convicção do líder das SS, povoada por homens e mulheres louros e de olhos azuis, não passava de pura fantasia - mas era inabalável. Em 1935, Himmler fundou um instituto de investigação no âmbito das SS destinado a produzir alegadas provas arqueológicas dessa e de outras ficções do III Reich: o Ahnenerbe. Para alcançar o objetivo, que mais não era do que reescrever a história da Humanidade, o arquiteto da Solução Final recrutou uma mistura bizarra de aventureiros, místicos e, também, mais de uma centena de respeitáveis cientistas e académicos alemães. As finalidades de tão excêntrica missão, que passaria por expedições a lugares como o Tibete, o Iraque ou a Finlândia, eram decididamente políticas - e, como não tardaria a verificar-se, teriam efeitos criminosos a uma escala até então impossível de conceber.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-delirio-nazi-de-heather-pringle-os-academicos-de-himmler-e-o-holocausto-7532693');
});">
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 392
Sinopse:
À medida que James Hawes avança no tempo, de César até ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, tece uma nova e profunda narrativa de Inglaterra. A ilha-fortaleza está dividida por uma linha que é anterior à invasão dos romanos
Nº Páginas: 392
Sinopse:
À medida que James Hawes avança no tempo, de César até ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, tece uma nova e profunda narrativa de Inglaterra. A ilha-fortaleza está dividida por uma linha que é anterior à invasão dos romanos
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mais-breve-historia-de-inglaterra-de-james-hawes-7435508');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O reinado de D. José (1750-1757) é dos poucos que escaparam ao geral esquecimento a que foi votada a maior parte dos factos e personagens mais remotos da história de Portugal. O terramoto de 1755, a reconstrução de Lisboa, os tiros que se dispararam contra a carruagem do rei e a repressão implacável que se lhes seguiu garantiram-lhe um lugar na memória de gerações futuras. No entanto, não é pelo nome do rei que esses anos são em regra conhecidos. O que deles se sabe é, quase sempre, pela interposta pessoa do seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, perpetuado na posteridade pelo título de Marquês de Pombal. Depois das figuras destacadas da expansão portuguesa dos séculos XV e XVI, raras personagens são recordadas por públicos amplos. A esse destino obscuro escapou o valido do rei, por força tanto das celebrações encomiásticas quanto das críticas enfáticas que conheceu, dentro e fora de Portugal, em vida como na morte. No cenário político do reinado, cuja ribalta foi exuberantemente ocupada por Pombal, qual o lugar que cabe ao D. José? Boa parte das páginas deste livro, agora revisto, centram-se nas relações entre o rei e o ministro, para explicar como se foram tecendo, mas também para apreender nos traços da personalidade e da vida do rei os rasgos que o fizeram enveredar pelo caminho que seguiu, na sombra do valido.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O reinado de D. José (1750-1757) é dos poucos que escaparam ao geral esquecimento a que foi votada a maior parte dos factos e personagens mais remotos da história de Portugal. O terramoto de 1755, a reconstrução de Lisboa, os tiros que se dispararam contra a carruagem do rei e a repressão implacável que se lhes seguiu garantiram-lhe um lugar na memória de gerações futuras. No entanto, não é pelo nome do rei que esses anos são em regra conhecidos. O que deles se sabe é, quase sempre, pela interposta pessoa do seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, perpetuado na posteridade pelo título de Marquês de Pombal. Depois das figuras destacadas da expansão portuguesa dos séculos XV e XVI, raras personagens são recordadas por públicos amplos. A esse destino obscuro escapou o valido do rei, por força tanto das celebrações encomiásticas quanto das críticas enfáticas que conheceu, dentro e fora de Portugal, em vida como na morte. No cenário político do reinado, cuja ribalta foi exuberantemente ocupada por Pombal, qual o lugar que cabe ao D. José? Boa parte das páginas deste livro, agora revisto, centram-se nas relações entre o rei e o ministro, para explicar como se foram tecendo, mas também para apreender nos traços da personalidade e da vida do rei os rasgos que o fizeram enveredar pelo caminho que seguiu, na sombra do valido.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/d-jose-de-nuno-goncalo-monteiro-na-sombra-do-marques-de-pombal-8428566');
});">
Edição: Set 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa madrugada de Novembro de 1967, a população da grande Lisboa, desde Estoril e Oeiras até Alenquer e Vila Franca de Xira, passando por Queluz, Loures ou Odivelas, acordou em sobressalto e deu de caras com a morte e a destruição. Em algumas horas, caiu a chuva equivalente à de um mês inteiro. O nível da água do Tejo subiu quatro metros. Os cursos de água em redor de Lisboa transbordaram. De um momento para o outro, centenas de rios e ribeiros invadiram as ruas da capital e arredores. Pessoas, animais, barracas, automóveis, mobílias e destroços diversos foram levados pela água e engrossaram caudais mortíferos que levavam tudo à sua frente, afogando homens e mulheres, arrancando árvores, demolindo habitações. Embora as estatísticas da época de pouco valham, mais de mil pessoas terão morrido nessa noite. As maiores vítimas foram os que residiam em construções precárias e em barracas. Apesar dos esforços do governo de Salazar para ocultar a dimensão da tragédia, as Grandes Cheias de 1967 revelaram o atraso e a miséria em que se vivia no país presépio apregoado pelo ditador. Este Dilúvio sem Deus despertou a consciência social e política de estudantes, católicos progressistas e muitos outros portugueses e funcionou como a espécie de antecâmara para o derrube da ditadora, escassos sete anos depois.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa madrugada de Novembro de 1967, a população da grande Lisboa, desde Estoril e Oeiras até Alenquer e Vila Franca de Xira, passando por Queluz, Loures ou Odivelas, acordou em sobressalto e deu de caras com a morte e a destruição. Em algumas horas, caiu a chuva equivalente à de um mês inteiro. O nível da água do Tejo subiu quatro metros. Os cursos de água em redor de Lisboa transbordaram. De um momento para o outro, centenas de rios e ribeiros invadiram as ruas da capital e arredores. Pessoas, animais, barracas, automóveis, mobílias e destroços diversos foram levados pela água e engrossaram caudais mortíferos que levavam tudo à sua frente, afogando homens e mulheres, arrancando árvores, demolindo habitações. Embora as estatísticas da época de pouco valham, mais de mil pessoas terão morrido nessa noite. As maiores vítimas foram os que residiam em construções precárias e em barracas. Apesar dos esforços do governo de Salazar para ocultar a dimensão da tragédia, as Grandes Cheias de 1967 revelaram o atraso e a miséria em que se vivia no país presépio apregoado pelo ditador. Este Dilúvio sem Deus despertou a consciência social e política de estudantes, católicos progressistas e muitos outros portugueses e funcionou como a espécie de antecâmara para o derrube da ditadora, escassos sete anos depois.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diluvio-sem-deus-de-joana-amaral-dias-as-grandes-cheias-do-tejo-de-1967-7247971');
});">
Edição: Set 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Neste relato pessoal, irónico e sempre sagaz, Arturo Pérez-Reverte conta a acidentada história do nosso país vizinho. Uma obra concebida, segundo o autor, como "um pretexto para olhar para trás desde os tempos remotos até ao presente, refletir um pouco sobre ele e contá-lo por escrito de uma forma pouco ortodoxa". Das origens de Espanha até ao final da transição para o regime democrático, os principais acontecimentos da história do nosso vizinho ibérico são narrados com um olhar único, construído com as doses certas de leituras, experiência e senso comum. "O olhar com que escrevo romances e artigos, não fui eu que o escolhi - diz o autor -, é, sim, o resultado de todas essas coisas: a visão, mais ácida do que doce, de quem, como diz um dos meus personagens, sabe que ser lúcido em Espanha acarreta sempre muita amargura, muita solidão e pouca esperança."
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Neste relato pessoal, irónico e sempre sagaz, Arturo Pérez-Reverte conta a acidentada história do nosso país vizinho. Uma obra concebida, segundo o autor, como "um pretexto para olhar para trás desde os tempos remotos até ao presente, refletir um pouco sobre ele e contá-lo por escrito de uma forma pouco ortodoxa". Das origens de Espanha até ao final da transição para o regime democrático, os principais acontecimentos da história do nosso vizinho ibérico são narrados com um olhar único, construído com as doses certas de leituras, experiência e senso comum. "O olhar com que escrevo romances e artigos, não fui eu que o escolhi - diz o autor -, é, sim, o resultado de todas essas coisas: a visão, mais ácida do que doce, de quem, como diz um dos meus personagens, sabe que ser lúcido em Espanha acarreta sempre muita amargura, muita solidão e pouca esperança."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/uma-historia-de-espanha-de-arturo-perez-reverte-7251306');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Como puderam os nazis cometer os crimes que cometeram? Por que razão comandantes de campos de concentração e de morte levaram a cabo com frequência - e, muitas vezes, entusiasticamente - assassínios em massa? Como puderam os alemães comuns tolerar as atrocidades que se perpetravam? Neste livro, o autor bestseller Laurence Rees combina testemunhos inéditos de ex-nazis e daqueles que cresceram no sistema nazi com a mais recente investigação psicológica em obediência e autoridade, para ajudar a responder a algumas das questões mais perturbadoras relativas à Segunda Guerra Mundial e ao Holocausto. Da política das franjas da década de 1920 ao triunfo eleitoral e à mobilização em massa da década de 1930, passando pelo Holocausto e pelo eventual desaparecimento do regime, Laurence Rees traça a ascensão e queda das mentalidades nazis - incluindo as condições que permitiram o florescimento de uma ideologia tão violenta e o sofisticado esforço de propaganda que a sustentou - pela lente de 12 Avisos, destacando os sinais a que devemos estar atentos nos atuais líderes.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Como puderam os nazis cometer os crimes que cometeram? Por que razão comandantes de campos de concentração e de morte levaram a cabo com frequência - e, muitas vezes, entusiasticamente - assassínios em massa? Como puderam os alemães comuns tolerar as atrocidades que se perpetravam? Neste livro, o autor bestseller Laurence Rees combina testemunhos inéditos de ex-nazis e daqueles que cresceram no sistema nazi com a mais recente investigação psicológica em obediência e autoridade, para ajudar a responder a algumas das questões mais perturbadoras relativas à Segunda Guerra Mundial e ao Holocausto. Da política das franjas da década de 1920 ao triunfo eleitoral e à mobilização em massa da década de 1930, passando pelo Holocausto e pelo eventual desaparecimento do regime, Laurence Rees traça a ascensão e queda das mentalidades nazis - incluindo as condições que permitiram o florescimento de uma ideologia tão violenta e o sofisticado esforço de propaganda que a sustentou - pela lente de 12 Avisos, destacando os sinais a que devemos estar atentos nos atuais líderes.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mentalidade-nazi-de-laurence-rees-8428095');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Ser cidadão de um Estado moderno, hoje, significa usufruir de vantagens extraordinárias, mas também enfrentar desafios de uma complexidade profunda. O paradoxo que emerge da experiência da cidadania é inescapável: será o Estado que ajudámos a construir, para nossa segurança, a nossa salvação, ou a nossa desgraça? Poderá ser ambas? Todas as ideias aqui exploradas em capítulos independentes giram em torno da noção de Estado, contribuindo para explicar as suas origens e a forma como se relaciona com muitos dos dilemas e desafios que enfrentamos. O que podem ensinar-nos as noções de Samuel Butler sobre a estranha forma como escolhemos organizar sociedades? Como conseguiu Frederick Douglass expor o horror da escravatura e liderar o movimento que a aboliria? O que predizia Nietzsche para o futuro dos homens? E qual o impacto das suas ideias na nossa conceção atual de igualdade, justiça e revolução? De Rousseau a Rawls, do fascismo ao feminismo, do prazer à anarquia, a história das ideias constitui uma introdução brilhante à modernidade.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Ser cidadão de um Estado moderno, hoje, significa usufruir de vantagens extraordinárias, mas também enfrentar desafios de uma complexidade profunda. O paradoxo que emerge da experiência da cidadania é inescapável: será o Estado que ajudámos a construir, para nossa segurança, a nossa salvação, ou a nossa desgraça? Poderá ser ambas? Todas as ideias aqui exploradas em capítulos independentes giram em torno da noção de Estado, contribuindo para explicar as suas origens e a forma como se relaciona com muitos dos dilemas e desafios que enfrentamos. O que podem ensinar-nos as noções de Samuel Butler sobre a estranha forma como escolhemos organizar sociedades? Como conseguiu Frederick Douglass expor o horror da escravatura e liderar o movimento que a aboliria? O que predizia Nietzsche para o futuro dos homens? E qual o impacto das suas ideias na nossa conceção atual de igualdade, justiça e revolução? De Rousseau a Rawls, do fascismo ao feminismo, do prazer à anarquia, a história das ideias constitui uma introdução brilhante à modernidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-historia-das-ideias-de-david-runciman-8427840');
});">
Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Jaime Nogueira Pinto percorre dois mil e quinhentos anos de história, arte, literatura e ciência para nos contar como têm vivido e morrido as pessoas em tempos de epidemia. É uma viagem marcada por sofrimento, carestia, doença e morte, e por grandes agitações nas sociedades, com convulsões políticas, miséria material, degradação dos costumes e desorientação espiritual. Recorrendo a fontes históricas tão diversas quanto O Livro do Apocalipse, a peça Édipo Rei, os estudos médicos de Galeno, a pintura Danças Macabras de Bernt Notke, o poema Nós, de Cesário Verde, ou o filme Philadelphia, com Tom Hanks, Contágios estabelece uma cronologia das principais epidemias que afectaram a humanidade e faz o balanço histórico das suas consequências políticas, sociais e culturais. Relato fascinante das epidemias tradicionais e das que surgiram recentemente - como o Ébola, a SIDA ou a Covid-19 - Contágios é o livro que nos ajuda a pensar sobre os fantasmas que nos assombram.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Jaime Nogueira Pinto percorre dois mil e quinhentos anos de história, arte, literatura e ciência para nos contar como têm vivido e morrido as pessoas em tempos de epidemia. É uma viagem marcada por sofrimento, carestia, doença e morte, e por grandes agitações nas sociedades, com convulsões políticas, miséria material, degradação dos costumes e desorientação espiritual. Recorrendo a fontes históricas tão diversas quanto O Livro do Apocalipse, a peça Édipo Rei, os estudos médicos de Galeno, a pintura Danças Macabras de Bernt Notke, o poema Nós, de Cesário Verde, ou o filme Philadelphia, com Tom Hanks, Contágios estabelece uma cronologia das principais epidemias que afectaram a humanidade e faz o balanço histórico das suas consequências políticas, sociais e culturais. Relato fascinante das epidemias tradicionais e das que surgiram recentemente - como o Ébola, a SIDA ou a Covid-19 - Contágios é o livro que nos ajuda a pensar sobre os fantasmas que nos assombram.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contagios-2500-anos-de-pestes-de-jaime-nogueira-pinto-7238504');
});">
Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Cada família tem a sua história. No caso da família dos Santos é uma história extraordinária, em que entram um pai autoritário, uma filha milionária, um filho presidiário, um general ameaçador e um número enorme de intriguistas. O cenário é Angola, onde a grande maioria da população vive com menos de dois dólares por dia, e em particular a sua capital, Luanda, conhecida durante muito tempo como a Dubai de África. Depois de ter chegado ao poder quase por acaso, o patriarca distribui os recursos do país entre os seus próximos ao longo de trinta e oito anos. Com isto torna-se o todo-poderoso de um clã que em pouco tempo se tornou muito rico. Os seus membros são intocáveis e o seu reino anuncia-se eterno. Até ao dia em que é forçado a passar o testemunho. O novo homem forte, que, no entanto, faz parte da mesma família política, quer mudar as coisas. O seu alvo é o sistema dos Santos. Reviravoltas, golpes baixos e manipulação são os ingredientes de uma saga familiar de tirar a respiração. Uma história em que, infelizmente, tudo é verdade.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Cada família tem a sua história. No caso da família dos Santos é uma história extraordinária, em que entram um pai autoritário, uma filha milionária, um filho presidiário, um general ameaçador e um número enorme de intriguistas. O cenário é Angola, onde a grande maioria da população vive com menos de dois dólares por dia, e em particular a sua capital, Luanda, conhecida durante muito tempo como a Dubai de África. Depois de ter chegado ao poder quase por acaso, o patriarca distribui os recursos do país entre os seus próximos ao longo de trinta e oito anos. Com isto torna-se o todo-poderoso de um clã que em pouco tempo se tornou muito rico. Os seus membros são intocáveis e o seu reino anuncia-se eterno. Até ao dia em que é forçado a passar o testemunho. O novo homem forte, que, no entanto, faz parte da mesma família política, quer mudar as coisas. O seu alvo é o sistema dos Santos. Reviravoltas, golpes baixos e manipulação são os ingredientes de uma saga familiar de tirar a respiração. Uma história em que, infelizmente, tudo é verdade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-dominio-de-angola-de-estelle-maussion-7106560');
});">
Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem foram os Lusitanos? Como se desenrolou a Batalha de Aljubarrota? Por onde navegaram os marinheiros portugueses? Quem foi o Marquês de Pombal? Como foi a implantação da República? O que foi o 25 de Abril de 1974? Descobre os acontecimentos e as personagens mais importantes da História de Portugal desde os antecedentes da fundação da nacionalidade até à adesão de Portugal à União Europeia, numa obra de grande rigor científico e enriquecida com as mais recentes investigações. É uma história inesquecível que já conta com mais de 850 anos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem foram os Lusitanos? Como se desenrolou a Batalha de Aljubarrota? Por onde navegaram os marinheiros portugueses? Quem foi o Marquês de Pombal? Como foi a implantação da República? O que foi o 25 de Abril de 1974? Descobre os acontecimentos e as personagens mais importantes da História de Portugal desde os antecedentes da fundação da nacionalidade até à adesão de Portugal à União Europeia, numa obra de grande rigor científico e enriquecida com as mais recentes investigações. É uma história inesquecível que já conta com mais de 850 anos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/historia-de-portugal-de-antonio-leite-da-costa-7066938');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e queda de uma Corte iluminada pela presença de mulheres leitoras, amantes de livros, apaixonadas pela improvisação poética, cantoras afeiçoadas aos bailes, exímias dançarinas, mulheres cuja vida se compreende entre os reinados de Manuel I e Sebastião (1495-1578). Mulheres escritoras, rodopiando em salas, tocando alaúde, improvisando versos, dando conselhos a ministros e embaixadores, argumentando diante dos doutores, organizando a biblioteca das rainhas e princesas. Influenciadas pela Itália renascentista, combateram a favor de uma religião do espírito, colocando no centro do debate a ascensão da mulher e a crítica do poder, o raciocínio sobre o amor e o desejo. Durante vinte anos, os salões animaram-se com os apaixonados, desesperados perante o comando feminino da literatura. Os poetas rastejaram, perderam olhos e braços, entraram para conventos, fugiram para a Ásia, soçobraram perante os desafios do amor, enquanto as mulheres envelheciam, condenadas a uma solidão imposta, fechando a mente e o corpo em salas cobertas de luto. Mas enquanto a Corte das Mulheres existiu, brilharam a erudição de Joana Vaz, Públia Hortênsia de Castro e Luísa Sigeia, a música de Paula Vicente, o comportamento irónico e provocador de Francisca de Aragão e Guiomar de Blaesvelt, assim como os versos de Camões, Jorge de Montemor e Francisco de Morais, lidos por Cervantes, Lope de Vega e Shakespeare. Naquele tempo, os livros de amor gravitaram em torno da infanta Maria e da princesa Joana de Áustria, num exuberante mundo feminino prestes a nascer. O que aconteceu a esse século de ouro?
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e queda de uma Corte iluminada pela presença de mulheres leitoras, amantes de livros, apaixonadas pela improvisação poética, cantoras afeiçoadas aos bailes, exímias dançarinas, mulheres cuja vida se compreende entre os reinados de Manuel I e Sebastião (1495-1578). Mulheres escritoras, rodopiando em salas, tocando alaúde, improvisando versos, dando conselhos a ministros e embaixadores, argumentando diante dos doutores, organizando a biblioteca das rainhas e princesas. Influenciadas pela Itália renascentista, combateram a favor de uma religião do espírito, colocando no centro do debate a ascensão da mulher e a crítica do poder, o raciocínio sobre o amor e o desejo. Durante vinte anos, os salões animaram-se com os apaixonados, desesperados perante o comando feminino da literatura. Os poetas rastejaram, perderam olhos e braços, entraram para conventos, fugiram para a Ásia, soçobraram perante os desafios do amor, enquanto as mulheres envelheciam, condenadas a uma solidão imposta, fechando a mente e o corpo em salas cobertas de luto. Mas enquanto a Corte das Mulheres existiu, brilharam a erudição de Joana Vaz, Públia Hortênsia de Castro e Luísa Sigeia, a música de Paula Vicente, o comportamento irónico e provocador de Francisca de Aragão e Guiomar de Blaesvelt, assim como os versos de Camões, Jorge de Montemor e Francisco de Morais, lidos por Cervantes, Lope de Vega e Shakespeare. Naquele tempo, os livros de amor gravitaram em torno da infanta Maria e da princesa Joana de Áustria, num exuberante mundo feminino prestes a nascer. O que aconteceu a esse século de ouro?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-corte-das-mulheres-de-andre-canhoto-costa-8428608');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mesopotamia-antiga-e-o-nascimento-da-historia-de-moudhy-al-rashid-8420408');
});">
Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 404
Sinopse:
UM DOS GRANDES LIVROS SOBRE A QUESTÃO ISRAELO-PALESTINIANA «Em nome de Deus, que a Palestina seja deixada em paz.» É desta forma que o presidente da câmara de Jerusalém termina a carta enviada em 1899 a Theodore Herzl, pai do movimento sionista, onde explicava que a Palestina tinha habitantes nativos e advertia para os perigos que se aproximavam. E é com este relato que Rashid Khalidi, o maior historiador do Médio Oriente nos Estados Unidos e sobrinho-neto do autor da dita carta, inicia a sua narrativa sobre os palestinianos e a guerra contra eles travada. Original, envolvente e marcante, Palestina – Uma Biografia cruza eventos históricos, materiais de arquivo nunca antes explorados e relatos de gerações, tratando de forma simultaneamente sóbria e emotiva os factos de um confronto trágico entre dois povos que reivindicam o mesmo território. Esta não é uma crónica de vitimização, uma tentativa de branquear os erros dos líderes palestinianos nem a negação da emergência de movimentos nacionalistas de ambos os lados. É, antes, uma nova e esclarecedora visão de um conflito com mais de um século, uma história de colonização e de resistência de um povo que não abdica de existir. «Uma obra fascinante e original, a primeira a explorar a guerra contra os palestinianos com base numa profunda imersão na sua luta…» Naom Chomsky
Nº Páginas: 404
Sinopse:
UM DOS GRANDES LIVROS SOBRE A QUESTÃO ISRAELO-PALESTINIANA «Em nome de Deus, que a Palestina seja deixada em paz.» É desta forma que o presidente da câmara de Jerusalém termina a carta enviada em 1899 a Theodore Herzl, pai do movimento sionista, onde explicava que a Palestina tinha habitantes nativos e advertia para os perigos que se aproximavam. E é com este relato que Rashid Khalidi, o maior historiador do Médio Oriente nos Estados Unidos e sobrinho-neto do autor da dita carta, inicia a sua narrativa sobre os palestinianos e a guerra contra eles travada. Original, envolvente e marcante, Palestina – Uma Biografia cruza eventos históricos, materiais de arquivo nunca antes explorados e relatos de gerações, tratando de forma simultaneamente sóbria e emotiva os factos de um confronto trágico entre dois povos que reivindicam o mesmo território. Esta não é uma crónica de vitimização, uma tentativa de branquear os erros dos líderes palestinianos nem a negação da emergência de movimentos nacionalistas de ambos os lados. É, antes, uma nova e esclarecedora visão de um conflito com mais de um século, uma história de colonização e de resistência de um povo que não abdica de existir. «Uma obra fascinante e original, a primeira a explorar a guerra contra os palestinianos com base numa profunda imersão na sua luta…» Naom Chomsky
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/palestina-uma-biografia-de-rashid-khalidi-cem-anos-de-guerra-e-resistencia-7594017');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma História do Diabo é uma investigação empolgante sobre o Mal desde tempos remotos até à atualidade. Cruzando habilmente história divulgativa com reportagens de true crime, o autor e jornalista Randall Sullivan tão depressa recua através dos séculos para descrever as várias faces do demónio em múltiplas épocas, religiões e culturas, como viaja até à selva do México dos dias de hoje para participar num concorrido encontro com El Diablo, relatando ainda, entre outros episódios inquietantes, o exorcismo mais famoso da América ou a paranoia coletiva acerca de um culto satânico que contaminou uma comunidade do Texas na sequência de um achado sinistro em 1988. Um retrato ousado, vivo e recheado de suspense da grande figura das trevas e do lado mais obscuro do ser humano.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma História do Diabo é uma investigação empolgante sobre o Mal desde tempos remotos até à atualidade. Cruzando habilmente história divulgativa com reportagens de true crime, o autor e jornalista Randall Sullivan tão depressa recua através dos séculos para descrever as várias faces do demónio em múltiplas épocas, religiões e culturas, como viaja até à selva do México dos dias de hoje para participar num concorrido encontro com El Diablo, relatando ainda, entre outros episódios inquietantes, o exorcismo mais famoso da América ou a paranoia coletiva acerca de um culto satânico que contaminou uma comunidade do Texas na sequência de um achado sinistro em 1988. Um retrato ousado, vivo e recheado de suspense da grande figura das trevas e do lado mais obscuro do ser humano.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/uma-historia-do-diabo-de-randall-sullivan-8423283');
});">
Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 124
Sinopse:
A fundação do Estado de Israel, em 1948, precipitou a divisão fraturante que continua a irromper de forma violenta e trágica até hoje.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
A fundação do Estado de Israel, em 1948, precipitou a divisão fraturante que continua a irromper de forma violenta e trágica até hoje.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/porque-teme-israel-a-palestina-de-raja-shehadeh-8087399');
});">
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Diário De Uma Invasão É O Testemunho Da Luta De Andrei Kurkov Contra A Guerra Imposta À Ucrânia Pela Rússia, Desde Os Meses Que Antecederam O Início Da Invasão Até Aos Desenvolvimentos Mais Recentes.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Diário De Uma Invasão É O Testemunho Da Luta De Andrei Kurkov Contra A Guerra Imposta À Ucrânia Pela Rússia, Desde Os Meses Que Antecederam O Início Da Invasão Até Aos Desenvolvimentos Mais Recentes.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diario-de-uma-invasao-de-andrei-kurkov-7924579');
});">
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Durante quatro décadas, António de Oliveira Salazar recebeu milhares de cartas de amigos, familiares, ministros, padres e figuras ilustres da elite do Estado Novo. Mendigavam ao presidente do Conselho favores, ajudas e cunhas para obterem um cargo, uma promoção, uma casa em Lisboa ou uma palavra de Salazar para intervir em todo o tipo de problemas, incluindo em processos judiciais e em casos de crime, violência e adultério envolvendo figuras notáveis da sociedade.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Durante quatro décadas, António de Oliveira Salazar recebeu milhares de cartas de amigos, familiares, ministros, padres e figuras ilustres da elite do Estado Novo. Mendigavam ao presidente do Conselho favores, ajudas e cunhas para obterem um cargo, uma promoção, uma casa em Lisboa ou uma palavra de Salazar para intervir em todo o tipo de problemas, incluindo em processos judiciais e em casos de crime, violência e adultério envolvendo figuras notáveis da sociedade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/salazar-confidencial-de-marco-alves-a-historia-secreta-da-rede-de-cunhas-e-favores-do-estado-novo-7778690');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Que papel desempenhou a música em Auschwitz? Qual o seu efeito sobre estas mulheres que deviam a sua sobrevivência à participação num projeto de propaganda nazi? Qual foi a sensação de serem forçadas a dar consolo aos perpetradores de um genocídio que ceifou a vida da sua família e amigos? A aclamada historiadora Anne Sebba traz à luz do dia a extraordinária história da Orquestra Feminina de Auschwitz, com base numa investigação meticulosa e em relatos exclusivos. Em 1943, os oficiais alemães das SS, responsáveis por Auschwitz-Birkenau, ordenaram a formação de uma orquestra entre as prisioneiras. Foram reunidas cerca de cinquenta mulheres e raparigas de onze países para tocar música para os outros prisioneiros - que partiam todas as manhãs para trabalhar e regressavam, ao fim do dia, exaustos e sem esperança - e, semanalmente, faziam concertos para os oficiais nazis. Por vezes, algumas destas mulheres eram convocadas para tocarem sozinhas a música preferida de um oficial. Esta era a única orquestra inteiramente feminina em qualquer um dos campos de concentração nazis e, para quase todas as prisioneiras escolhidas para participar, fazer parte da orquestra significava salvar a sua vida. De Alma Rosé, a principal maestrina da orquestra, sobrinha de Gustav Mahler e uma formidável violinista célebre do pré-guerra, a Anita Lasker-Wallfisch, a violoncelista adolescente e última sobrevivente, Anne Sebba baseia-se numa meticulosa pesquisa de arquivos e em relatos exclusivos, em primeira mão, para contar, pela primeira vez, a surpreendente história desta orquestra, dos seus membros e da reação de outros prisioneiros.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Que papel desempenhou a música em Auschwitz? Qual o seu efeito sobre estas mulheres que deviam a sua sobrevivência à participação num projeto de propaganda nazi? Qual foi a sensação de serem forçadas a dar consolo aos perpetradores de um genocídio que ceifou a vida da sua família e amigos? A aclamada historiadora Anne Sebba traz à luz do dia a extraordinária história da Orquestra Feminina de Auschwitz, com base numa investigação meticulosa e em relatos exclusivos. Em 1943, os oficiais alemães das SS, responsáveis por Auschwitz-Birkenau, ordenaram a formação de uma orquestra entre as prisioneiras. Foram reunidas cerca de cinquenta mulheres e raparigas de onze países para tocar música para os outros prisioneiros - que partiam todas as manhãs para trabalhar e regressavam, ao fim do dia, exaustos e sem esperança - e, semanalmente, faziam concertos para os oficiais nazis. Por vezes, algumas destas mulheres eram convocadas para tocarem sozinhas a música preferida de um oficial. Esta era a única orquestra inteiramente feminina em qualquer um dos campos de concentração nazis e, para quase todas as prisioneiras escolhidas para participar, fazer parte da orquestra significava salvar a sua vida. De Alma Rosé, a principal maestrina da orquestra, sobrinha de Gustav Mahler e uma formidável violinista célebre do pré-guerra, a Anita Lasker-Wallfisch, a violoncelista adolescente e última sobrevivente, Anne Sebba baseia-se numa meticulosa pesquisa de arquivos e em relatos exclusivos, em primeira mão, para contar, pela primeira vez, a surpreendente história desta orquestra, dos seus membros e da reação de outros prisioneiros.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-orquestra-feminina-de-auschwitz-de-anne-sebba-8420651');
});">
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma breve, mas abrangente e acessível história da Coreia, que explora os momentos cruciais do território e explica a diferente evolução das identidades do Norte e do Sul até aos dias de hoje.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma breve, mas abrangente e acessível história da Coreia, que explora os momentos cruciais do território e explica a diferente evolução das identidades do Norte e do Sul até aos dias de hoje.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/coreia-uma-breve-historia-do-norte-e-do-sul-de-victor-cha-ramon-pacheco-pardo-7843539');
});">
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 644
Sinopse:
Interferência nas eleições americanas, apoio a políticas extremistas na Europa, a guerra na Ucrânia… Nos últimos anos, a Rússia liderada por Vladimir Putin empreendeu uma poderosa campanha a fim de expandir a sua influência e enfraquecer as instituições ocidentais. Mas como pôde isso acontecer? E, acima de tudo, quem está por detrás desse ambicioso plano? Através de um impressionante trabalho de investigação, em "Os Homens de Putin", Catherine Belton desvenda a história de como Vladimir Putin e o seu círculo restrito, formado principalmente por membros do antigo KGB, tomaram o poder na Rússia e estabeleceram uma nova cúpula de oligarcas, substituindo os magnatas da era soviética. Por meio de entrevistas exclusivas a alguns dos principais envolvidos, Belton explica como Putin realizou o confisco de empresas privadas para depois as distribuir pelos seus aliados, que assim assumiram o controlo da economia russa. Confundindo atividade política e crime organizado, os seus «homens» desviaram milhões em dinheiro, perseguiram e mandaram prender os opositores ao regime, e, por fim, usaram toda a riqueza e poder daí resultantes para aumentar a influência russa no Ocidente. De Moscovo a Londres, passando pelos Estados Unidos de Trump, Os Homens de Putin é um relato cativante das terríveis consequências na Rússia e, progressivamente, no mundo inteiro do autoritarismo que emana do Kremlin.
Nº Páginas: 644
Sinopse:
Interferência nas eleições americanas, apoio a políticas extremistas na Europa, a guerra na Ucrânia… Nos últimos anos, a Rússia liderada por Vladimir Putin empreendeu uma poderosa campanha a fim de expandir a sua influência e enfraquecer as instituições ocidentais. Mas como pôde isso acontecer? E, acima de tudo, quem está por detrás desse ambicioso plano? Através de um impressionante trabalho de investigação, em "Os Homens de Putin", Catherine Belton desvenda a história de como Vladimir Putin e o seu círculo restrito, formado principalmente por membros do antigo KGB, tomaram o poder na Rússia e estabeleceram uma nova cúpula de oligarcas, substituindo os magnatas da era soviética. Por meio de entrevistas exclusivas a alguns dos principais envolvidos, Belton explica como Putin realizou o confisco de empresas privadas para depois as distribuir pelos seus aliados, que assim assumiram o controlo da economia russa. Confundindo atividade política e crime organizado, os seus «homens» desviaram milhões em dinheiro, perseguiram e mandaram prender os opositores ao regime, e, por fim, usaram toda a riqueza e poder daí resultantes para aumentar a influência russa no Ocidente. De Moscovo a Londres, passando pelos Estados Unidos de Trump, Os Homens de Putin é um relato cativante das terríveis consequências na Rússia e, progressivamente, no mundo inteiro do autoritarismo que emana do Kremlin.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-homens-de-putin-de-catherine-belton-como-o-kgb-se-apoderou-da-russia-e-depois-atacou-o-ocidente-7647819');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma ditadura, que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, e resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária. A Assembleia Constituinte será cercada e o Governo sequestrado. Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se «ao lado do povo e ao serviço da classe operária», a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada. Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a História. Breve História do PREC traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma ditadura, que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, e resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária. A Assembleia Constituinte será cercada e o Governo sequestrado. Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se «ao lado do povo e ao serviço da classe operária», a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada. Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a História. Breve História do PREC traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/breve-historia-do-prec-de-rui-cardoso-8420327');
});">
