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Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No início de 2012, o jornalista Tiago Carrasco, o repórter de imagem João Fontes e o fotógrafo João Henriques decidiram perceber como se faz uma revolução - porque ainda não eram nascidos no 25 de Abril de 1974 e porque não compreendiam a inércia dos portugueses perante as dificuldades e a ausência de perspectivas que também eles sentiam na pele. Fartos de brandos costumes, resolveram então fazer-se à estrada e acompanhar de perto as rebeliões em curso no Médio Oriente e no Norte de África. Ao longo de quatro meses, percorreram dez mil quilómetros de autocarro, de comboio, de barco e à boleia por uma zona do mundo em profunda agitação e mudança. Do inferno da Síria à Terra Prometida, da instabilidade da Líbia à euforia do Líbano, passando pelo caos do Egipto ou pela incerteza da Tunísia - onde o riscar trágico de um fósforo acendeu o rastilho desta Primavera Árabe - "A Estrada da Revolução" é uma aventura empolgante e um testemunho inspirador para todos aqueles que acreditam num mundo melhor, mais justo e mais livre.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Para mim a História não é a comemoração do passado, mas uma forma de interpretar o presente. Ao descobrir a relação entre o ontem e o hoje, creio poder decifrar a ordem possível do mundo, imaginária, porventura, mas indispensável à minha própria sobrevivência, para não me diluir a mim mesmo no caos de um mundo fenomenal, sem referências nem sentido." "José Mattoso" Ao longo dos anos José Mattoso partilhou o seu saber em palestras e conferências, para "libertar uma voz" que o ultrapassava, para se juntar "à sinfonia da História". Nesses seus textos, aqui reunidos, desenvolve temas como a construção crítica do texto historiográfico — que métodos e condições exige e que problemas coloca —, a contemplação, a geografia histórica, a iluminura, o milenarismo ou o ensino da História. Conteúdo da obra I. A escrita: A escrita da História. História — arte ou ciência. Novos rumos da historiografia. Breves reflexões sobre o individual e o coletivo em História. Se a História pode ser contemplativa. II. O ensino: A função social da História no mundo de hoje. Lendas e mitos no ensino da História. A importância do texto literário no ensino da História. A História hoje: que História ensinar? III. Os materiais: Renovar os arquivos para renovar a História. O arquivo e a identificação. Os arquivos oficiais e a construção social do passado. A publicação de fontes documentais e o progresso da ciência histórica em Portugal. Investigação histórica e interpretação literária de textos medievais. Perguntas dos historiadores aos linguistas. IV. Os temas: Portugal e a Europa. História nacional e nacionalismo. A formação de uma identidade nacional. A história regional e local. A reconstituição dos espaços do passado. A mulher e a família. O sagrado e o profano. A intimidade na arte. O imaginário da iluminura medieval. Reflexões sobre os milenarismos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Os muros estão a crescer. As políticas nacionalistas estão em ascensão. Milhares de quilómetros de vedações foram erguidas nos últimos dez anos e estão a redefinir a nossa paisagem política. Existem muitas razões para erguermos muros, já que há tantos temas que nos dividem: saúde, raça, religião, dinheiro, política. Na Europa, as ruturas da última década ameaçam não só a unidade europeia, mas também, em alguns países, a própria democracia. Na China, a necessidade de conter as divisões forjadas pelo capitalismo definirá o futuro da nação. Nos Estados Unidos, a justificação para o muro na fronteira com o México explora o medo americano. Entender o que nos divide, no passado e no presente, é essencial para compreender tudo o que se está a passar no mundo. China, Estados Unidos da América, Israel e Palestina, Médio Oriente, África, Europa e Reino Unido são alguns dos territórios que Tim Marshall aborda neste livro fascinante onde analisa as falhas que irão moldar o mundo nos próximos anos.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Histórias incríveis do mundo submarino. Um livro maravilhoso (e eloquente) sobre os mistérios do fundo do mar e os seus habitantes, cheios de segredos e poderes mágicos. "Soubemos descer das árvores mas nunca conquistámos o mar. Na água, todos os peixes o dirão, não vemos tudo. Porque não é suficiente ver as coisas." Os salmões da Gronelândia recordam os perfumes da Bretanha e regressam ao lugar onde nasceram. As baleias comunicam em ondas e frequências que nos surpreendem sempre. O ruído provocado pelos arenques confundiu a Marinha sueca, que pensou tratar-se de um submarino russo. E as sardinhas? Como é possível que um peixe tão simples consiga, em cardume, ser tão organizado (cabendo 15 sardinhas por metro cúbico) e nunca chocarem umas com as outras, escapar dos predadores ou procurar comida em grupo? Como é possível as conchas das vieiras emitirem cânticos no fundo do mar? Como é "construída" a luz fluorescente das medusas? Porque podemos dizer que o bacalhau "descobriu a América"? Este livro leva-nos ao fundo do mar para mergulharmos nas profundezas da ciência e da história, onde as lendas são — muitas vezes — mais credíveis do que a incrível realidade e as histórias que os oceanos encerram. Bill François transporta-nos com simplicidade e humor ao encontro das baleias que fazem música ou do bacalhau que descobriu a América. Mostra a sabedoria da sardinha e a destreza do atum-rabilho, faz-nos ouvir a voz do cavalo-marinho e o canto das vieiras.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Manifesto dos 74 deu o mote: é imperioso reestruturar a dívida. Este livro vai mais longe e apresenta três propostas europeias de reestruturação. Sejamos realistas: se nada for feito, a austeridade vai continuar por muitos anos; com a austeridade não haverá crescimento económico, e sem crescimento Portugal arrisca-se a não conseguir pagar o que deve. É mau para a zona euro mas pior ainda para os portugueses, que continuarão sufocados pelo garrote da dívida. A solução, argumenta João Cravinho, é dotar a União Europeia de mecanismos que permitam reestruturar a dívida pública criando a "folga" necessária ao crescimento. O Manifesto dos 74, que uniu personalidades portuguesas dos mais diversos quadrantes políticos, já tinha alertado para a imperiosa necessidade da reestruturação. João Cravinho, um dos mentores do documento, desmistifica as origens da crise da dívida (que são essencialmente bancárias); recorda exemplos históricos de reestruturação sem recurso à austeridade e analisa números e argumentos que sublinham a falta de credibilidade da estratégia oficial de redução da dívida. Há alternativas. Fiel ao espírito do manifesto reúne aqui três diferentes abordagens à reestruturação: a defendida por James K. Galbraith, Stuart Holland e Yanis Varoufakis, o ensaio PADRE e a solução proposta pelo Conselho de Peritos Económicos da Alemanha. Há outras saídas, mas na essência não diferem muito das apresentadas neste livro. O que falta é a coragem política de escolher um caminho. Nesse sentido A Dívida Pública Portuguesa, antecipa a forçosa discussão sobre o tema que vai dominar a política portuguesa (e europeia) nos próximos anos.
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Deus não existe e as religiões são perniciosas e causadoras da maior parte dos males do mundo? Provar que a resposta só pode ser afirmativa é o objectivo desta obra, que ocupou o top de vendas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. Orgulhosamente ateu, o autor pensa que a maioria dos cientistas também o foram e são, dando o ateísmo um contributo fundamental para uma sociedade mais feliz, porque livre. Os argumentos filosófico-religiosos a favor da existência de Deus são de extrema debilidade. Darwinista convicto, vê na selecção natural a chave de explicação da evolução, acabando com a ilusão de um Deus pessoal criador e de um "desígnio inteligente". Obra retumbantemente polémica, acusada de superficialidade unilateral e fundamentalismo cientificista, tem a pretensão de tornar ateus todos os seus leitores religiosos. Optimismo presumido e ingénuo, obrigará, de qualquer modo, os crentes a mais lucidez.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
O livro é uma reflexão crítica que acompanha, a par e passo, o ano de 2004 nas várias vertentes da crise que assolou Portugal - financeira, económica, social, moral e psicológica. Mário Soares refere "datas, acontecimentos e opções que não devem ser tão depressa esquecidos, até que a poeira dos dias, com toda a razão, os faça, misericordiosamente, desaparecer..." (do Prefácio). No entanto, a parte IV é constituída por um ensaio, ou "escrito de intervenção", como o autor lhe chama, "para alertar os portugueses que eventualmente o lerem - sem alarmismo - para a crise que aí está e para a obrigação que todos temos de ajudar a superá-la", propondo "algumas soluções, seguramente polémicas, de natureza terapêutica, para a debelar". Sublinhando que não se trata de um livro de conselhos, mas tão-somente de "uma reflexão livre, de um homem livre, que não enjeita os seus deveres cívicos" (do Prefácio), este texto, sintomaticamente intitulado "E Agora?", começa por uma breve rememoração do percurso do autor pelos factos histórico-políticos mais marcantes do século XX e do início deste século, até à chegada da crise que atinge actualmente o país. Analisando a situação presente, e particularmente o panorama exposto na campanha eleitoral que está a decorrer, Mário Soares parte então para uma análise política dos dados em presença e das possibilidades após os resultados das eleições do próximo dia 20: as vitórias por maioria relativa ou absoluta, as coligações que se dissolveram e as que poderão, ou não, vir a formar-se, bem como as expectativas de cada um dos vários parceiros e adversários, concluindo pela absoluta necessidade de que o governo que resulte destas eleições seja , em todo o caso, um governo de "salvação nacional", patriótico e não partidarista, que possa assegurar uma "viragem radical" em relação ao passado próximo. O autor explica aqueles que são, quanto a si, os três desafios fundamentais e inadiáveis que serão colocados ao futuro governo: a reforma da Administração Pública, a reforma da Justiça e a reforma da Economia e Finanças.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
O livro procura, primeiro, indagar os pilares americanos e europeus da crise financeira de 2007 e das crises subsequentes, ditas de dívida soberana, incluindo o elemento sempre presente das teorias da conspiração sobre a turbação contínua. Depois, debruça-se o escrito sobre o caso português. Salienta alguns traços relevantes, desde o fim do segundo governo de Sócrates às correntes experiências, em torno da adequação aos memorandos de entendimento com a missão internacional de assistência, vulgo troika, e passa em revista domínios que parecem relevantes.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Estes cartazes e panfletos propagandísticos fazem parte de uma guerra - a guerra colonial entre as tropas portuguesas e os guerrilheiros da FRELIMO, no norte de Moçambique. Contam a história da multiplicidade étnica e linguística desse território, e ilustram a complexidade psicológica de um conflito de guerrilhas. Nesta guerra, como em todas as outras, houve vencedores e vencidos. Mas os homens e mulheres moçambicanos que passaram para o lado do ocupante fizeram a mais trágica e inglória das escolhas: na sua maioria foram presos, torturados ou executados. O objectivo deste livro é impedir que esta história caia no esquecimento.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Muitas pessoas acreditam que são livres de criar o próprio destino. Mas, e se o livre-arbítrio não existir? E se a nossa vida estiver em grande medida predeterminada, programada no nosso cérebro? E se as escolhas que fazemos do que comemos, de quem amamos ou mesmo daquilo em que acreditamos não forem de modo algum escolhas? A neurociência desafia tudo o que pensamos saber acerca de nós próprios e revela a maneira como tomamos decisões e criamos a nossa própria realidade, ignorando o papel da mente inconsciente. Saberá, por exemplo, que: é possível que as ansiedades e as fobias passem de geração em geração numa família? Os genes e os recetores do prazer e da recompensa do cérebro determinam quanto comemos? Conseguimos "farejar" o parceiro sexual ideal graças aos genes que dão à nossa prole a melhor probabilidade de sobrevivência?
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A China, somos recordados com frequência, é um milagre económico. Mesmo aqueles que duvidam de que a democracia possa surgir na esteira da prosperidade não têm como questionar o êxito do Partido Comunista na "abertura" do país, ao transformar uma economia asfixiada pelo planeamento estatal numa florescente economia de mercado em apenas uma geração. Mas que sabemos realmente sobre a China? Todas as informações são duvidosas, parciais ou distorcidas. A riqueza crescente da China não está em causa, mas raramente se dá a importância devida à vasta dívida acumulada que sustenta esse crescimento. Se a economia crescer mais depressa do que a dívida, esta será absorvida, mas a dívida continua a crescer mais depressa do que a economia. Estaremos perante um gigantesco esquema de Ponzi? Dikötter desmonta o mito do milagre económico da China. Uma investigação extensa e convincente de leitura obrigatória para todos os que se interessam pela China.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A Chegada das Trevas é a história largamente desconhecida - e profundamente chocante - de como uma religião militante pôs deliberadamente fim aos ensinamentos do mundo clássico, abrindo caminho a séculos de adesão inquestionável à "única e verdadeira fé". O Império Romano foi generoso na aceitação e assimilação de novas crenças. Mas com a chegada do Cristianismo tudo mudou. Esta nova fé, apesar de pregar a paz, era violenta e intolerante. Assim que se tornou a religião do império, os zelosos cristãos deram início ao extermínio dos deuses antigos - os altares foram destruídos, os templos demolidos, as estátuas despedaçadas e os sacerdotes assassinados. Os livros, incluindo grandes obras de Filosofia e de Ciência, foram queimados na pira. Foi a aniquilação. Levando os leitores ao longo do Mediterrâneo - de Roma a Alexandria, da Bitínia, no norte da Turquia, a Alexandria, e pelos desertos da Síria até Atenas -, A Chegada das Trevas é um relato vívido e profundamente detalhado de séculos de destruição.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Por que é que a criminalidade em Nova Iorque caiu de repente em meados da década de 90? Como é que um escritor desconhecido acaba por se tornar um recorde de vendas? Por que é que o tabaco entre os adolescentes está fora de controlo, quando toda a gente sabe que fumar mata? O que é que faz com que programas de televisão como Rua Sésamo sejam tão eficazes a ensinar as crianças a ler? Neste livro brilhante e inovador, Malcolm Gladwell investiga porque é que grandes mudanças na sociedade acontecem tão de repente e tão inesperadamente. Ideias, comportamentos, mensagens e produtos muitas vezes espalham-se como surtos de uma doença contagiosa. Assim como uma única pessoa pode estar na origem de uma epidemia de gripe, também um cliente satisfeito consegue encher as mesas de um novo restaurante. Trata-se de epidemias sociais e o momento em que arrancam, quando atingem a massa crítica, é o "Ponto de Viragem". "A Chave do Sucesso" é uma aventura intelectual escrita com um entusiasmo contagioso pelo poder e alegria das ideias novas. Mas acima de tudo é um mapa rodoviário para a mudança, com uma mensagem profundamente esperançosa — uma pessoa imaginativa que coloque a alavanca no sítio certo pode mudar o mundo.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo dos catorze anos que A. E. Hotchner passou a viajar com Ernest Hemingway, coligiu um incalculável manancial de experiências, histórias e observações do escritor nas costas de carteiras de fósforos, guardanapos e pedaços de papel. Pronunciando-se sobre tudo, desde a guerra a mulheres e à escrita, as palavras de Hemingway são ao mesmo tempo engraçadas e pungentes, revelando um interessante retrato do gigante literário americano e do mundo que tomou de assalto. Com fotografias a preto e branco que abrangem quase duas décadas da vida do escritor, "A Boa Vida segundo Hemingway" é uma exuberante celebração do seu extraordinário génio e da aventura caótica da sua vida.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
O primeiro de dois volumes, À Beira do Abismo é a monumental nova história da Europa moderna e um dos maiores triunfos de Ian Kershaw. No Verão de 1914, a maior parte da Europa mergulhou numa guerra tão catastrófica que levou gerações a recuperar dela. O desastre aterrorizou os seus sobreviventes, chocados por a civilização que assumiam ser o modelo para o resto do mundo ter sucumbido à barbaridade. Em 1939, os europeus iniciariam um segundo conflito que provou ser ainda pior - uma guerra que tinha na morte de civis um objectivo central, e cujo fim não impediu que a violência continuasse, moldando um continente retalhado que emergia. "Um grande feito… Dificilmente existe um guia mais judicioso para esta terra sangrenta..." The Sunday Times
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Um conjunto de crónicas de José Saramago, publicadas pela primeira vez no vespertino A Capital (1969) e no mítico Jornal do Fundão (1971-1972). Uma escrita fluida para falar de "foguetes e lágrimas" ou de "o melhor amigo do homem". E de "quando morri virado ao mar". Para nos contar o seu gosto pelos museus e as pedras velhas. Para nos dizer que "não há nada mais vivo do que a aguarela de Albrecht Dürer". Para responder que: "Se alguém me perguntar o que é o tempo, declaro logo a minha ignorância: não sei." São mais de 60 crónicas, pequenas histórias sobre temas variados e, na aparência, inocentes, já que a censura vigente não permitia grandes atrevimentos. Ainda que por entre as subtilezas de linguagem se possam encontrar alguma farpas." Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998 Caligrafia da capa por ADELINO GOMES
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Há sessenta e seis milhões de anos, os dinossauros, as mais temíveis feras que alguma vez habitaram a Terra, extinguiram-se quase de um momento para o outro. No entanto, ainda hoje exercem um enorme fascínio sobre nós, apesar de a sua existência permanecer um dos maiores mistérios do nosso planeta. Steve Brusatte, paleontólogo especializado em biologia evolutiva e uma das mais brilhantes figuras da paleontologia da atualidade, é responsável pela identificação de 15 novas espécies de dinossauros. As suas investigações científicas e no terreno que resultaram na descoberta de factos surpreendentes sobre estas fascinantes criaturas e deram origem a uma história completa, surpreendente e inovadora dos dinossauros. Recorrendo à ciência e a tecnologia de ponta para dar vida a este mundo perdido, Steve Brusatte lança uma nova luz sobre as suas origens enigmáticas, o seu desenvolvimento espetacular, a espantosa diversidade de espécies, a extinção cataclísmica que sofreram, mas também sobre o seu inquietante legado com que ainda convivemos atualmente. Contendo mais de setenta fotografias e ilustrações originais, A Ascensão e Queda dos Dinossauros — Uma Nova História de um Mundo Perdido leva-nos numa viagem que começa no início do período Triásico e se prolonga por 200 milhões de anos até ao apogeu dos dinossauros nos períodos Jurássico e Cretácico, quando os T. rex, os Triceratops, os Brontossaurus e outros dominavam a Terra. E, claro, sem esquecer também as teorias científicas relativas ao que provocou a extinção brutal e repentina que varreu os dinossauros do planeta. Escrita num estilo conciso e cativante, longe dos formalismos académicos, esta é uma obra acessível a todas as idades. Repleta de factos científicos, contém ainda histórias entusiasmantes e divertidas vividas pelo autor no seu trabalho de campo um pouco por todo o mundo, incluindo em Portugal. Com prefácio de Octávio Mateus
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Em "A Arte de Viajar", Alain de Botton fala dos prazeres e desilusões de viajar. Tratando, entre outras coisas, de aeroportos, tapetes exóticos, romances de férias e minibares de hotel, este livro cheio de humor, surpreendente e provocador, revela as motivações escondidas, expectativas e complicações das nossas viagens por esse mundo fora. Acompanhando-o nesta viagem encontram-se escritores, artistas e pensadores que foram inspirados pela viagem em todas as suas formas: Gustave Flaubert, Edward Hopper, Baudelaire, Wordsworth, Van Gogh, Ruskin – todos eles preparados para nos darem as suas visões sobre o curioso negócio de viajar. O antídoto perfeito para aqueles guias que nos dizem que fazer quando lá chegarmos, "A Arte de Viajar" tenta explicar porque é que escolhemos tal sítio em primeiro lugar – e sugere, modestamente, como podemos aprender a ser mais felizes nas nossas viagens.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Especialmente destinado aos "tímidos de ambos os sexos" e escrito com uma razoável doze de humor, como convém nestas circunstâncias., este "Arte de Engatar", escrito em linguagem simples e acessível ao cidadão comum, é um manual de consulta fácil e (quase) obrigatória por parte daqueles que têm problemas comportamentais na área do relacionamento sexual.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Nenhuma pessoa sensata se interessa por moscas." Embora sejam elas o ponto de partida irónico utilizado pelo autor deste livro para observar o mundo com outros olhos. A meio caminho entre livro de memórias, lição de história natural e reflexão filosófica, "A Arte de Coleccionar Moscas" é uma surpreendente meditação sobre a felicidade: encantadora, contemplativa e cheia de humor. A partir da biografia do grande entomologista sueco René Malaise e da sua própria vida, Sjöberg fala da lentidão, da poesia da espera, do desejo de colecionar que compensa o caos da existência, do ambiente e de escritores como Chatwin, Kundera e D.H. Lawrence, também eles fascinados pelo colecionismo; porque, como acredita o autor, "no fundo, somos todos colecionadores de moscas, mesmo que não o saibamos".
Nº Páginas: 166
Sinopse:
A Arte da Fuga é um livro sobre a intimidade, experiência emocional só possível com proximidade face a outro, partilha de sentimentos entre duas pessoas e maturidade construída ao longo de uma viagem. Nesta obra fala-se de afectos positivos e negativos, de comunicação clara e paradoxal, de espaços privados e de serviços psiquiátricos públicos.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: Mais de 80 mapas e documentos, todos totalmente actualizados, lançam luz sobre as muitas origens da violência no Médio Oriente, uma entidade geopolítica que se estende da Turquia ao Iémen e do Egipto ao Irão: As raízes históricas dos conflitos actuais desde o colapso do Império Otomano. Os impasses políticos dos regimes autoritários e os excessos nacionalistas, islâmicos e sionistas. Petróleo, gás, água, terras: recursos estratégicos muito disputados. Os interesses e as estratégias das grandes potências da região. Nos conflitos do Médio Oriente, na Síria, no Iémen, no Iraque e em Israel-Palestina, está em jogo o destino de Estados, de povos e de sociedades civis, por vezes em frangalhos. Para que a estabilidade regional seja possível, é essencial compreender as origens da violência
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 152
Sinopse: Solidão de Israel, o mais pungente livro de Bernard-Henri Lévy, é um impressionante ensaio escrito com emoção, cólera e razão, uma dramática meditação sobre o destino dos judeus e de Israel. O que se passou no 7 de Outubro de 2023? Que choque sentiu a alma judia perante o mais bárbaro pogrom depois do Holocausto? Estaremos perante mais uma etapa na guerra mundial contra as democracias? E que ligação há entre o assalto terrorista do Hamas e a guerra da Ucrânia? O facto é que, por trás do terror do Hamas, está o rosto do Irão, da Turquia, da Rússia de Putin, da China e do islamismo sunita. Face a esse ataque tem ou não Israel o direito a defender-se? «Sim, mas» «Sim, mas o contexto», responderão muitos profissionais da desculpa e do esquecimento, curiosamente da extrema-direita à extrema-esquerda. E é a esses de Lévy responde, com veemência e claríssima argumentação, que se conclui numa cruel constatação: se Israel perder uma guerra essa s
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse: Atlas das Religiões, de Frank Tétart, é uma fascinante incursão pelas diferentes crenças e pelas suas dinâmicas com a identidade individual, o poder e a geopolítica. Neste atlas, há chaves para poder compreender vários conflitos actuais, pois, e contrariando a aparente secularização em curso nas sociedades desde o fim da Segunda Guerra Mundial, as religiões voltam a assumir um papel fundamental na identidade de muitos povos e indivíduos. Em bom rigor, o mundo é mais religioso em 2024 do que era em 1970. E a verdade é que as identidades religiosas são frequentemente mobilizadas pelos poderes políticos ou por grupos para acentuar quadros de conflito. Com mais de 120 mapas e infografias, o Atlas das Religiões, de Frank Tétart, analisa a génese das religiões e a geografia religiosa do mundo no século xxi, numa cartografia que realça a dimensão espacial dos fenómenos religiosos e dá sentido a acontecimentos recentes, como a expansão do islão jihadista
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: Este Atlas Histórico da Rússia leva-nos numa viagem que vai de Ivan III, «grão-príncipe de Moscovo e de toda a Rússia» no século XV,a Vladimir Putin,presidente cujo poder absoluto está a abalar a cena internacional. O leitor encontra aqui um balanço das transformações estruturais que a Rússia viveu e continua a viver.O Atlas Histórico da Rússia oferece-nos a história: Da Rússia imperial,uma potência em expansão desde o século XV, Da Rússia soviética,forjada sob uma imensa violência política e social,que ao mesmo tempo deu origem a um novo mundo urbano e industrial; Do período pós-soviético,que viu a Rússia,após um período de recuo e incerteza,tentar recuperar a sua antiga grandeza processo que continua até aos dias de hoje. O Atlas Histórico da Rússia,com mais de 90 mapas e infografias,apresenta a História da Rússia,com vários mapas revelando a projecção internacional da URSS nno quadro da divisão bipolar do mundo.No final, os
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 104
Sinopse: Elogio da Leitura é um ensaio intemporal sobre o valor de se ler reflectidamente e o papel transformador que os livros podem ter na nossa vida. Publicado na revista La Renaissance latine em 1905 e, em 1906, como prefácio para a tradução do próprio Proust de Sesame and Lilies, de John Ruskin, o texto descreve as alegrias e desafios que a literatura oferece, assim como o poder que folhear um livro, sentir o seu aroma e lê-lo com verdadeiro prazer tem de moldar a nossa visão de nós mesmos, dos outros e do mundo, de acender debates e paixões, e de nos oferecer consolo nos dias mais difíceis. Considerado um dos mais belos textos de Proust, o autor leva-nos até à sua infância, aos dias de férias passados a ler, a reflectir e a aceder a experiências e a pensamentos que não os seus, levado pela imaginação para um caminho de enriquecimento e desenvolvimento.
