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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Tomas Tranströmer, poeta sueco, recebeu o Nobel da Literatura, foi-lhe atribuído em 2011, porque "através das suas imagens condensadas e translúcidas permite-nos o acesso à realidade".Conta mais de uma quinzena de títulos, sendo os temas predominantes o caráter efémero da vida, o diálogo com as recordações e o "memento mori".
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Tomas Tranströmer, poeta sueco, recebeu o Nobel da Literatura, foi-lhe atribuído em 2011, porque "através das suas imagens condensadas e translúcidas permite-nos o acesso à realidade".Conta mais de uma quinzena de títulos, sendo os temas predominantes o caráter efémero da vida, o diálogo com as recordações e o "memento mori".
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 56
Sinopse:
O regresso de Hélia Correia à poesia é um regresso à memória e aos clássicos. É isso que explica o título deste longo poema dividido em 32 secções: "A terceira miséria é esta, a de hoje. / A de quem já não ouve nem pergunta. / A de quem não recorda".
Nº Páginas: 56
Sinopse:
O regresso de Hélia Correia à poesia é um regresso à memória e aos clássicos. É isso que explica o título deste longo poema dividido em 32 secções: "A terceira miséria é esta, a de hoje. / A de quem já não ouve nem pergunta. / A de quem não recorda".
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nesta edição aumentada, Pássaros Brancos é uma significativa antologia de poemas de W. B. Yeats. William Butler Yeats era um poeta que escreveu em sintonia com a dinâmica transformadora do seu tempo, mas por caminhos de incontestável originalidade, fundando um estilo dramático de enorme teor musical e conduzindo a poesia para uma zona iluminada de reflexão, onde os universos religioso, político, afectivo e filosófico surgem transfigurados pela magia da palavra, como simples elementos constituintes da perturbadora alquimia do ser.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nesta edição aumentada, Pássaros Brancos é uma significativa antologia de poemas de W. B. Yeats. William Butler Yeats era um poeta que escreveu em sintonia com a dinâmica transformadora do seu tempo, mas por caminhos de incontestável originalidade, fundando um estilo dramático de enorme teor musical e conduzindo a poesia para uma zona iluminada de reflexão, onde os universos religioso, político, afectivo e filosófico surgem transfigurados pela magia da palavra, como simples elementos constituintes da perturbadora alquimia do ser.
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Louise Glück recebeu o Prémio Nobel da Literatura de 2020. Na justificação da Academia Sueca fala-se da sua "inconfundível voz poética, que, com uma beleza austera, tornou universal a existência individual". Tanto em Averno (2006) como em A Íris Selvagem (1992), a autora recorre a imagens recriadas da sua herança clássica pelos poetas greco-latinos, o que lhe permite usar imagens universais para abordar a dor e a fragilidade dos seres humanos dos nossos dias. Louise Glück recebeu alguns dos principais prémios literários norte-americanos , tendo A Íris Selvagem sido contemplado com o Pulitzer.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Louise Glück recebeu o Prémio Nobel da Literatura de 2020. Na justificação da Academia Sueca fala-se da sua "inconfundível voz poética, que, com uma beleza austera, tornou universal a existência individual". Tanto em Averno (2006) como em A Íris Selvagem (1992), a autora recorre a imagens recriadas da sua herança clássica pelos poetas greco-latinos, o que lhe permite usar imagens universais para abordar a dor e a fragilidade dos seres humanos dos nossos dias. Louise Glück recebeu alguns dos principais prémios literários norte-americanos , tendo A Íris Selvagem sido contemplado com o Pulitzer.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 226
Sinopse:
Gonçalo M. Tavares nasceu em Agosto de 1970. Em 2001 publicou a sua primeira obra "Livro da Dança". Entre os seus romances mais recentes contam-se "Um Homem: Klaus Klump" (2003) e "A Máquina de Joseph Walser" (2004). Várias das suas obras têm sido premiadas e traduzidas. Está representado em antologias de poesia publicadas na Holanda e na Bélgica, e editado em revistas inglesas e americanas. O seu livro Jerusalém recebeu o prémio do Círculo de Leitores.
Nº Páginas: 226
Sinopse:
Gonçalo M. Tavares nasceu em Agosto de 1970. Em 2001 publicou a sua primeira obra "Livro da Dança". Entre os seus romances mais recentes contam-se "Um Homem: Klaus Klump" (2003) e "A Máquina de Joseph Walser" (2004). Várias das suas obras têm sido premiadas e traduzidas. Está representado em antologias de poesia publicadas na Holanda e na Bélgica, e editado em revistas inglesas e americanas. O seu livro Jerusalém recebeu o prémio do Círculo de Leitores.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Esta é uma nova edição do "Livro do Desassossego". Resulta da continuação do rigoroso trabalho de investigação de Teresa Sobral Cunha, que há vinte e cinco anos, desde que assinou, com Jacinto Prado Coelho e Maria Aliete Galhoz, a primeira publicação do "Livro do Desassossego", se tem dedicado a recuperar o seu corpo documental, aditando-o de trechos encontrados avulsos no espólio, e precisando leituras.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Esta é uma nova edição do "Livro do Desassossego". Resulta da continuação do rigoroso trabalho de investigação de Teresa Sobral Cunha, que há vinte e cinco anos, desde que assinou, com Jacinto Prado Coelho e Maria Aliete Galhoz, a primeira publicação do "Livro do Desassossego", se tem dedicado a recuperar o seu corpo documental, aditando-o de trechos encontrados avulsos no espólio, e precisando leituras.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As irmãs Brontë são principalmente conhecidas pelos seus romances: "O Monte dos Vendavais" de Emily, "Jane Eyre" de Charlotte, e "The Tenant of Wildfell Hall" de Anne. Mas escreveram também poesia. Este livro contém uma selecção dos melhores poemas das três escritoras. De Charlotte (1816-1855), inclui "Pressentimento" e "Paixão" e dois poemas sobre a morte das irmãs, entre outros. De Emily (1818-1848), considerada a melhor poetisa das três, inclui "Fé e Desalento" e "Minha Alma não É Cobarde". A poesia de Anne (1820-1849) é representada por diversos poemas, entre eles, "O Penitente" e "Se Isto For Tudo". Embora o trabalho de Emily seja o mais destacado, a poesia das três irmãs partilha inteligência, consciência e profunda emoção.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As irmãs Brontë são principalmente conhecidas pelos seus romances: "O Monte dos Vendavais" de Emily, "Jane Eyre" de Charlotte, e "The Tenant of Wildfell Hall" de Anne. Mas escreveram também poesia. Este livro contém uma selecção dos melhores poemas das três escritoras. De Charlotte (1816-1855), inclui "Pressentimento" e "Paixão" e dois poemas sobre a morte das irmãs, entre outros. De Emily (1818-1848), considerada a melhor poetisa das três, inclui "Fé e Desalento" e "Minha Alma não É Cobarde". A poesia de Anne (1820-1849) é representada por diversos poemas, entre eles, "O Penitente" e "Se Isto For Tudo". Embora o trabalho de Emily seja o mais destacado, a poesia das três irmãs partilha inteligência, consciência e profunda emoção.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao morrer em 30 de Novembro de 1935, Pessoa deixava dispersa uma obra já ampla em poesia e prosa e amigos que reconheciam ou suspeitavam o seu génio por entre o alheamento do público.Foi lentamente que a sua dimensão emergiu da mítica arca que legou à posteridade.Esta Antologia pretende tornar mais acessível a melhor poesia ortónima e heterónima de Pessoa.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao morrer em 30 de Novembro de 1935, Pessoa deixava dispersa uma obra já ampla em poesia e prosa e amigos que reconheciam ou suspeitavam o seu génio por entre o alheamento do público.Foi lentamente que a sua dimensão emergiu da mítica arca que legou à posteridade.Esta Antologia pretende tornar mais acessível a melhor poesia ortónima e heterónima de Pessoa.
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Edição: Ago 1999
Nº Páginas: 426
Sinopse:
"Poemas e Canções" é a mais vasta antologia de Leonard Cohen até hoje publicada. Escolhida com a participação do próprio autor, e integrando vários poemas inéditos, reúne os principais textos - se exceptuarmos os romances - da sua produção literária e musical. No seu conjunto é uma viagem imaginária através da beleza, do horror, dos extremos do amor e do desespero.
Nº Páginas: 426
Sinopse:
"Poemas e Canções" é a mais vasta antologia de Leonard Cohen até hoje publicada. Escolhida com a participação do próprio autor, e integrando vários poemas inéditos, reúne os principais textos - se exceptuarmos os romances - da sua produção literária e musical. No seu conjunto é uma viagem imaginária através da beleza, do horror, dos extremos do amor e do desespero.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os textos poéticos que contituem esta antologia percorrem uma latitude cronológica de cerca de quatrocentos anos de produção literária, dos séculos I a.C. a III da nossa era, e ilustram, de acordo com a época e o género a que pertencem, o modo de a antiga Roma declinar o amor, a paixão ou a mera lascívia. Foi, com efeito, a temática a consubstanciar o critério de selecção. Os poetas escolhidos não se cingem ao cânone da ideia de outro, associada ao período augustano. Assim, além de Catulo, Virgílio, Horácio, Ovídio, Tibulo ou Propércio, porventura mais conhecidos dos leitores não especializados, considerou-se uma mais valia divulgar autores até há alguns anos menos estudados — Calpúrnio Sículo —, ou cuja produção seja um caso singular, como Sulpícia, poetas tardios como Floro, Tiberiano, Nemesiano, Modestino, Pentádio e Reposiano, considerados menores pela tradição, e ainda algumas peças anómimas que raro — ou nunca — tinham merecido tradução no nosso país. Pelo mesmo motivo, tendo em atenção o esforço editorial mais recente, procurou-se evitar obras há pouco editadas como a Arte de Amar de Ovídio ou os Epigramas de Marcial, cujos excertos seriam pertinentes neste conjunto." [De "Palavras Prévias"]
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Os textos poéticos que contituem esta antologia percorrem uma latitude cronológica de cerca de quatrocentos anos de produção literária, dos séculos I a.C. a III da nossa era, e ilustram, de acordo com a época e o género a que pertencem, o modo de a antiga Roma declinar o amor, a paixão ou a mera lascívia. Foi, com efeito, a temática a consubstanciar o critério de selecção. Os poetas escolhidos não se cingem ao cânone da ideia de outro, associada ao período augustano. Assim, além de Catulo, Virgílio, Horácio, Ovídio, Tibulo ou Propércio, porventura mais conhecidos dos leitores não especializados, considerou-se uma mais valia divulgar autores até há alguns anos menos estudados — Calpúrnio Sículo —, ou cuja produção seja um caso singular, como Sulpícia, poetas tardios como Floro, Tiberiano, Nemesiano, Modestino, Pentádio e Reposiano, considerados menores pela tradição, e ainda algumas peças anómimas que raro — ou nunca — tinham merecido tradução no nosso país. Pelo mesmo motivo, tendo em atenção o esforço editorial mais recente, procurou-se evitar obras há pouco editadas como a Arte de Amar de Ovídio ou os Epigramas de Marcial, cujos excertos seriam pertinentes neste conjunto." [De "Palavras Prévias"]
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 110
Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
Nº Páginas: 110
Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
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Edição: Dez 2012
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza." - Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza." - Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 174
Sinopse:
"Ariel" inclui alguns dos mais importantes poemas de Sylvia Plath, escritos no período que vai da edição do seu primeiro livro de poesia em 1960, até ao seu suicídio três anos mais tarde. Exprimem com notável intensidade e rigor os seus sentimentos ao longo de um período difícil da sua vida." "Se estes poemas são desesperados, e destrutivos, são também ternos, abertos às coisas, e invulgarmente inteligentes, irónicos e atentos… São obras de uma grande pureza artística e, apesar do seu niilismo, de uma grande generosidade… Este livro é um importante acontecimento literário." The Observer Sylvia Plath (1932-1963) passou a infância na Nova Inglaterra. O precoce desaparecimento do seu pai de origem alemã, os problemas psiquiátricos, a ligação com o poeta Edward Hughes e a sua morte com apenas 31 anos, foram acontecimentos que marcaram a sua obra e a análise que dela tem sido feita.
Nº Páginas: 174
Sinopse:
"Ariel" inclui alguns dos mais importantes poemas de Sylvia Plath, escritos no período que vai da edição do seu primeiro livro de poesia em 1960, até ao seu suicídio três anos mais tarde. Exprimem com notável intensidade e rigor os seus sentimentos ao longo de um período difícil da sua vida." "Se estes poemas são desesperados, e destrutivos, são também ternos, abertos às coisas, e invulgarmente inteligentes, irónicos e atentos… São obras de uma grande pureza artística e, apesar do seu niilismo, de uma grande generosidade… Este livro é um importante acontecimento literário." The Observer Sylvia Plath (1932-1963) passou a infância na Nova Inglaterra. O precoce desaparecimento do seu pai de origem alemã, os problemas psiquiátricos, a ligação com o poeta Edward Hughes e a sua morte com apenas 31 anos, foram acontecimentos que marcaram a sua obra e a análise que dela tem sido feita.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Paulo Abrunhosa foi um agitador cultural, um homem com o vício de brincar com as palavras ("Dai-me/um part-time,/que eu aceito./De preferência, a trabalhar para um mundo perfeito!"). A rima emparelhada, em versos que não formam poemas, dá ritmo a textos extravagantes e ricos semântica e foneticamente, nos quais quase nunca as palavras se repetem. Este livro ("Deseja saber o que é?/Dirija-se a outro guichet!"), que conta com desenhos de PAM (Paulo Anciães Monteiro), pode ser lido ("É um completo nonsense/pedir-lhe que pense!") como um manual de sobrevivência de um desalinhado na sociedade pós-moderna ("Antes o caos/que os maus!"), mas não deixará nunca de ser, sobretudo, uma forma de conhecer o universo e o talento de Paulo Abrunhosa ("Construí o meu ego/como um castelo da Lego:/um edifício/fictício,/feito de múltiplas peças./Só espero não as ter encaixado às avessas.").
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Paulo Abrunhosa foi um agitador cultural, um homem com o vício de brincar com as palavras ("Dai-me/um part-time,/que eu aceito./De preferência, a trabalhar para um mundo perfeito!"). A rima emparelhada, em versos que não formam poemas, dá ritmo a textos extravagantes e ricos semântica e foneticamente, nos quais quase nunca as palavras se repetem. Este livro ("Deseja saber o que é?/Dirija-se a outro guichet!"), que conta com desenhos de PAM (Paulo Anciães Monteiro), pode ser lido ("É um completo nonsense/pedir-lhe que pense!") como um manual de sobrevivência de um desalinhado na sociedade pós-moderna ("Antes o caos/que os maus!"), mas não deixará nunca de ser, sobretudo, uma forma de conhecer o universo e o talento de Paulo Abrunhosa ("Construí o meu ego/como um castelo da Lego:/um edifício/fictício,/feito de múltiplas peças./Só espero não as ter encaixado às avessas.").
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947 após o volume "Poesia", já publicado pela Assírio & Alvim. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreve Gastão Cruz, no prefácio a esta edição, "Uma tensão dialéctica percorre "Dia do Mar": o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses." As ondas quebravam uma a uma Eu estava só com a areia e com a espuma Do mar que cantava só para mim.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947 após o volume "Poesia", já publicado pela Assírio & Alvim. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreve Gastão Cruz, no prefácio a esta edição, "Uma tensão dialéctica percorre "Dia do Mar": o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses." As ondas quebravam uma a uma Eu estava só com a areia e com a espuma Do mar que cantava só para mim.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Dentro de mim faz sul seguido de acto sanguíneo" reúne o primeiro livro publicado pelo autor - "actu sanguíneu" (INALD, 2000, poesia) - e o último que Ondjaki escreveu, também de poesia - "dentro de mim faz sul". Entre um e outro livro, o autor atravessou a primeira década do século XXI, 15 livros e 6 prémios. Agora pode ser lido 7 línguas diferentes e em todos os países que falam português.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Dentro de mim faz sul seguido de acto sanguíneo" reúne o primeiro livro publicado pelo autor - "actu sanguíneu" (INALD, 2000, poesia) - e o último que Ondjaki escreveu, também de poesia - "dentro de mim faz sul". Entre um e outro livro, o autor atravessou a primeira década do século XXI, 15 livros e 6 prémios. Agora pode ser lido 7 línguas diferentes e em todos os países que falam português.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Vida, morte, quotidiano, desilusão, beleza, biografia, visita aos aspectos essenciais da Humanidade naquilo que ela tem de mais belo e também de mais desolador, tentativa de medir o ritmo vital dos nossos dias. De Passagem é o mais recente livro de José Alberto Oliveira. JAO (1952-) Não tenciono interrogar a escuridão além do traço, basta-me o esforço do início e a resignação de ter chegado ao ponto, antes do traço, onde medito, sem muito esforço, na negligência ou embaraço em que pros- sigo. Um século terminado, outro por desdizer. Acaso haverá inquietação que possa salvar o espaço? A pergunta supõe cansaço e a resposta está por haver.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Vida, morte, quotidiano, desilusão, beleza, biografia, visita aos aspectos essenciais da Humanidade naquilo que ela tem de mais belo e também de mais desolador, tentativa de medir o ritmo vital dos nossos dias. De Passagem é o mais recente livro de José Alberto Oliveira. JAO (1952-) Não tenciono interrogar a escuridão além do traço, basta-me o esforço do início e a resignação de ter chegado ao ponto, antes do traço, onde medito, sem muito esforço, na negligência ou embaraço em que pros- sigo. Um século terminado, outro por desdizer. Acaso haverá inquietação que possa salvar o espaço? A pergunta supõe cansaço e a resposta está por haver.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Depois do brilhante Anthero, Areia & Água, distinguido com o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes em 2010, surge agora De Amore. Sobre o autor escreveu António Carlos Cortez, no JL: "Armando Silva Carvalho é uma das vozes poéticas mais impressionantes da atualidade[…]".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Depois do brilhante Anthero, Areia & Água, distinguido com o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes em 2010, surge agora De Amore. Sobre o autor escreveu António Carlos Cortez, no JL: "Armando Silva Carvalho é uma das vozes poéticas mais impressionantes da atualidade[…]".
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1978, a edição que agora se apresenta foi profundamente revista e conta com um prefácio de Jorge Fernandes da Silveira. "Os livros de amor são escritos com uma exterioridade absoluta. Partilham a surpreendente resposta do vegetal à respiração que aflore, ao acto do derrame de águas, indirecto. População de agrários hortícolas e floreiros, há que aguardar aqui com a gentileza tersa do felino que caça levitando sobre folhas, a ameaça tão leve."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1978, a edição que agora se apresenta foi profundamente revista e conta com um prefácio de Jorge Fernandes da Silveira. "Os livros de amor são escritos com uma exterioridade absoluta. Partilham a surpreendente resposta do vegetal à respiração que aflore, ao acto do derrame de águas, indirecto. População de agrários hortícolas e floreiros, há que aguardar aqui com a gentileza tersa do felino que caça levitando sobre folhas, a ameaça tão leve."
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em corpo casa, rupi kaur conduz-nos numa viagem íntima e ponderada ao passado, ao presente e ao potencial do nosso eu. é um conjunto de conversas diretas e despojadas consigo mesma - e um apelo para que nos deixemos invadir pelo amor, para que nos deixemos envolver na aceitação, na comunidade, na família e abracemos a mudança. moram nesta casa luzes e sombras, tudo aquilo com que nascemos, tudo aquilo que o mundo fez de nós. com ilustrações da autora, este é o terceiro livro de rupi kaur, o maior fenómeno mundial da poesia contemporânea. mergulho no poço do meu corpo e acabo noutro mundo tudo o que preciso já existe em mim não é preciso procurar noutros lugares - casa
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em corpo casa, rupi kaur conduz-nos numa viagem íntima e ponderada ao passado, ao presente e ao potencial do nosso eu. é um conjunto de conversas diretas e despojadas consigo mesma - e um apelo para que nos deixemos invadir pelo amor, para que nos deixemos envolver na aceitação, na comunidade, na família e abracemos a mudança. moram nesta casa luzes e sombras, tudo aquilo com que nascemos, tudo aquilo que o mundo fez de nós. com ilustrações da autora, este é o terceiro livro de rupi kaur, o maior fenómeno mundial da poesia contemporânea. mergulho no poço do meu corpo e acabo noutro mundo tudo o que preciso já existe em mim não é preciso procurar noutros lugares - casa
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Da sexualidade de Fernando Pessoa nada sabemos. Terá morrido virgem? Foi um perverso polimorfo? Impossível saber. Conhecemos, isso sim, os seus escritos, onde muitas vezes surge o sexo, o erotismo, o desejo. Esta é a antologia desses textos, de Fernando Pessoa e dos heterónimos Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Barão de Teive, António Mora e Maria José. Pessoa jura que toda a volúpia vem do cérebro. Aconselha as mulheres a trair os maridos, mas só em pensamento, a carne seria coisa banal e plebeia. Mas este é também o mesmo Pessoa que se atira a Ophélia, beijando-a sôfrega e tropegamente, escrevendo-lhe cartas ridículas, como ele dizia que eram todas as cartas de amor. Pessoa é Maria José, a corcunda, que olha à janela o amado, a quem nunca falará. Em suma, a superioridade do espírito face à matéria, mas onde, por vezes, assoma a dúvida - será tudo fingimento? Assim, propomos ao leitor que nos acompanhe, não à arca do poeta, mas à sua cama. E com ele partilhe a exaltação amorosa: sensualidade, desejo, sexo. Com ele e com os seus heterónimos, numa bela orgia literária.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Da sexualidade de Fernando Pessoa nada sabemos. Terá morrido virgem? Foi um perverso polimorfo? Impossível saber. Conhecemos, isso sim, os seus escritos, onde muitas vezes surge o sexo, o erotismo, o desejo. Esta é a antologia desses textos, de Fernando Pessoa e dos heterónimos Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Barão de Teive, António Mora e Maria José. Pessoa jura que toda a volúpia vem do cérebro. Aconselha as mulheres a trair os maridos, mas só em pensamento, a carne seria coisa banal e plebeia. Mas este é também o mesmo Pessoa que se atira a Ophélia, beijando-a sôfrega e tropegamente, escrevendo-lhe cartas ridículas, como ele dizia que eram todas as cartas de amor. Pessoa é Maria José, a corcunda, que olha à janela o amado, a quem nunca falará. Em suma, a superioridade do espírito face à matéria, mas onde, por vezes, assoma a dúvida - será tudo fingimento? Assim, propomos ao leitor que nos acompanhe, não à arca do poeta, mas à sua cama. E com ele partilhe a exaltação amorosa: sensualidade, desejo, sexo. Com ele e com os seus heterónimos, numa bela orgia literária.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Subiu dez andares para assim nos poder olhar de frente. Não lhe interessa o que dizem os dissidentes da ditadura. Mas confessa que gostava dos chocolates Toblerone que a sua tia lhe trazia no Natal. Colecciona cabelos nas folhas de um herbário sentimental. Escreve a palavra vazio depois da palavra espera. É como a Salomé — dizem — pede cabeças mas só lhe entregam pizzas. Perdeu a fé num ataque de riso. Exige agora silêncio e um copo de tinto, enquanto apresenta em directo a autópsia da sua glória.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Subiu dez andares para assim nos poder olhar de frente. Não lhe interessa o que dizem os dissidentes da ditadura. Mas confessa que gostava dos chocolates Toblerone que a sua tia lhe trazia no Natal. Colecciona cabelos nas folhas de um herbário sentimental. Escreve a palavra vazio depois da palavra espera. É como a Salomé — dizem — pede cabeças mas só lhe entregam pizzas. Perdeu a fé num ataque de riso. Exige agora silêncio e um copo de tinto, enquanto apresenta em directo a autópsia da sua glória.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Como se Desenha uma Casa é o último livro de poemas inéditos de Manuel António Pina, galardoado com o Prémio Camões 2011. A este livro foi atribuído, já a título póstumo, o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Como se Desenha uma Casa é o último livro de poemas inéditos de Manuel António Pina, galardoado com o Prémio Camões 2011. A este livro foi atribuído, já a título póstumo, o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Esboços de uma autobiografia, cogitações, homenagens, sobressaltos, leituras. "Como se nada Fosse" é o mais recente livro de poesia de José Alberto Oliveira e nele encontramos alguns dos mais belos poemas da sua obra. SEM TÍTULO Quando percebemos que a vida é um calafrio na imensa aspirexia que a rodeia — quinze lustros graças à higiene e à penicilina (e ninguém assegura tratar-nos a febre) temos de reconhecer como é grande a nossa malícia — exigir a cada dia que outro lhe suceda e agradecer o mal que nos atinge e a desdita que nos ampara, acordar sem jeito e adormecer sem mágoa, como se nada fosse.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Esboços de uma autobiografia, cogitações, homenagens, sobressaltos, leituras. "Como se nada Fosse" é o mais recente livro de poesia de José Alberto Oliveira e nele encontramos alguns dos mais belos poemas da sua obra. SEM TÍTULO Quando percebemos que a vida é um calafrio na imensa aspirexia que a rodeia — quinze lustros graças à higiene e à penicilina (e ninguém assegura tratar-nos a febre) temos de reconhecer como é grande a nossa malícia — exigir a cada dia que outro lhe suceda e agradecer o mal que nos atinge e a desdita que nos ampara, acordar sem jeito e adormecer sem mágoa, como se nada fosse.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A homenagem poética de Manuel Alegre à cidade onde viveu e que tanto marcou a sua escrita. A ponte sobre o i , Quarteto do Mondego, Arco de Almedina, Torre de Anto ,Jardim Botânico, Poema das altas torres, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Quinta das Lágrimas (contra-romance de Inês e Pedro), O dia em que Delgado entrou em Coimbra, Balada do Bentes, Miguel Torga no Largo da Portagem, Paulo Quintela, O Formidável, Artur Paredes, António Portugal, Balada de Outono para Zeca Afonso, e Adriano são os títulos de alguns dos poemas que compõem este belo livro.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A homenagem poética de Manuel Alegre à cidade onde viveu e que tanto marcou a sua escrita. A ponte sobre o i , Quarteto do Mondego, Arco de Almedina, Torre de Anto ,Jardim Botânico, Poema das altas torres, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Quinta das Lágrimas (contra-romance de Inês e Pedro), O dia em que Delgado entrou em Coimbra, Balada do Bentes, Miguel Torga no Largo da Portagem, Paulo Quintela, O Formidável, Artur Paredes, António Portugal, Balada de Outono para Zeca Afonso, e Adriano são os títulos de alguns dos poemas que compõem este belo livro.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Florbela Espanca (1894-1930) é uma das maiores poetisas portuguesas de todos os tempos. Perseguidora do ideal do amor acima de todos os outros aspectos da vida, transportou como ninguém todos os sentimentos que viveu para a poesia, com uma intensidade autobiográfica que expõe genialmente os mais obscuros recantos do interior do seu ser, glorificando em tons de angústia e ansiedade a sede infinita de um amor que está para lá do que é humano. Além da poesia, o conjunto dos seus escritos oferece uma perspectiva completa da exaltação e angústia de vários amores idealizados e sofridos, sempre em busca do verdadeiro Amor.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Florbela Espanca (1894-1930) é uma das maiores poetisas portuguesas de todos os tempos. Perseguidora do ideal do amor acima de todos os outros aspectos da vida, transportou como ninguém todos os sentimentos que viveu para a poesia, com uma intensidade autobiográfica que expõe genialmente os mais obscuros recantos do interior do seu ser, glorificando em tons de angústia e ansiedade a sede infinita de um amor que está para lá do que é humano. Além da poesia, o conjunto dos seus escritos oferece uma perspectiva completa da exaltação e angústia de vários amores idealizados e sofridos, sempre em busca do verdadeiro Amor.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com este aspecto esplêndido diz ele que vou pela rua principal as casas resplandecem onde menos se espera na encruzilhada uma delas espreita e diz aqui estou eu sentada abrem-se armários há estolas de raposa cor de rosa velho atentas, vigiando há décadas vestidos negro azeviche brilhante prontos a serem transportados para alguma cidade desfiada e gélida varandas triangulares apontam para o centro do inverno na cauda da cidade um descampado aguarda os cães da tarde perdido em casebres de papel pintado o cheiro a brócolos nas escadas exemplo do pôr-do-sol aqui pousado eternamente.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com este aspecto esplêndido diz ele que vou pela rua principal as casas resplandecem onde menos se espera na encruzilhada uma delas espreita e diz aqui estou eu sentada abrem-se armários há estolas de raposa cor de rosa velho atentas, vigiando há décadas vestidos negro azeviche brilhante prontos a serem transportados para alguma cidade desfiada e gélida varandas triangulares apontam para o centro do inverno na cauda da cidade um descampado aguarda os cães da tarde perdido em casebres de papel pintado o cheiro a brócolos nas escadas exemplo do pôr-do-sol aqui pousado eternamente.
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