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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
De Lisboa ao Alentejo, de Roma e Milão a Veneza, de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Pula a Luanda, de uma onírica ilha de Madagáscar a um imaginário Comboio Fantasma, da Aldeia Aérea a uma viagem ao Centro da Terra, as figuras já conhecidas dos leitores de "A Paixão", de "Cortes" e "Lusitânia" vagueiam, viajam, divagam em secretas demandas entre delírio e lucidez, entre ilusões e desejos, desilusões e novos desejos, nas incertezas e nos riscos de mil novecentos e setenta e cinco, durante apenas dois meses mas dois meses decisivos, divididos entre a esperança e o perigo. Esta nova edição inclui uma carta escrita por João Carlos a Marta, dez anos depois, e um novíssimo e-mail de Marta a João Carlos, com data de 1 de janeiro de 2015.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
De Lisboa ao Alentejo, de Roma e Milão a Veneza, de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Pula a Luanda, de uma onírica ilha de Madagáscar a um imaginário Comboio Fantasma, da Aldeia Aérea a uma viagem ao Centro da Terra, as figuras já conhecidas dos leitores de "A Paixão", de "Cortes" e "Lusitânia" vagueiam, viajam, divagam em secretas demandas entre delírio e lucidez, entre ilusões e desejos, desilusões e novos desejos, nas incertezas e nos riscos de mil novecentos e setenta e cinco, durante apenas dois meses mas dois meses decisivos, divididos entre a esperança e o perigo. Esta nova edição inclui uma carta escrita por João Carlos a Marta, dez anos depois, e um novíssimo e-mail de Marta a João Carlos, com data de 1 de janeiro de 2015.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Esta belíssima edição encadernada reproduz as gravuras originais realizadas por William Blake. Em conjunto om a magnífica tradução de Jorge Vaz de Carvalho — que foi totalmente revista para esta nova edição — este livro permite ao leitor a plena experiência do mistério e da beleza presente nos poemas e nas gravuras de William Blake.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Esta belíssima edição encadernada reproduz as gravuras originais realizadas por William Blake. Em conjunto om a magnífica tradução de Jorge Vaz de Carvalho — que foi totalmente revista para esta nova edição — este livro permite ao leitor a plena experiência do mistério e da beleza presente nos poemas e nas gravuras de William Blake.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este volume reúne dois livros de Eugénio de Andrade, escritos já em plena maturidade poética do autor: "Branco no Branco", de 1984, e "Contra a Obscuridade" de 1988. Como nos diz António Carlos Cortez, no prefácio que escreveu para esta edição, "Dos ecos que se propagam de Branco no "Branco · Contra a Obscuridade" para a nossa própria leitura, vale a pena ver como vibram nas páginas finais desta reunião certos flashes que dão conta do estado último a que esta escrita chegou: um estado de máxima depuração, uma depuração que não deixa de ser um assumir da imperfeição de todo o objecto, pois que a poesia é um processo a fazer-se, "labor limae" infindável."
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este volume reúne dois livros de Eugénio de Andrade, escritos já em plena maturidade poética do autor: "Branco no Branco", de 1984, e "Contra a Obscuridade" de 1988. Como nos diz António Carlos Cortez, no prefácio que escreveu para esta edição, "Dos ecos que se propagam de Branco no "Branco · Contra a Obscuridade" para a nossa própria leitura, vale a pena ver como vibram nas páginas finais desta reunião certos flashes que dão conta do estado último a que esta escrita chegou: um estado de máxima depuração, uma depuração que não deixa de ser um assumir da imperfeição de todo o objecto, pois que a poesia é um processo a fazer-se, "labor limae" infindável."
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Bisonte" procura acolher uma poética de largo espectro, orçando grandes espaços, ruminando o horizonte, tratando de grandes pinceladas rítmicas. Estilisticamente livre, coopta várias dimensões líricas, formalmente múltiplas, com um certo apetite por poemas longos e 'paisagistas', discursivos e de fundo fôlego. O poema mimetiza o grande quadrúpede e a sua estepe. Subitamente, o grande páramo é engolido no vórtice de uma miniatura, como a flor para o bisonte. É deste modo uma poética de escalas e, se aproximadamente interpretável, trataria do problema da anulação, de um tipo de olhar romântico, natural, pulverizado por blocos colectivos e grandes agremiações unitárias militando contra o individual. Se o poema é um animal não pode dizer nada e a poesia nada diz. E, contudo, é loquaz, um torrencial e irreprimível movimento altíssono condenado paradoxalmente a desaguar num mar tonitruante que estrangula o dito na sua câmara de gritos. Ameaçado de extinção, o poema é o bisonte. E a extinção é, de certo modo, a negação da história.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Bisonte" procura acolher uma poética de largo espectro, orçando grandes espaços, ruminando o horizonte, tratando de grandes pinceladas rítmicas. Estilisticamente livre, coopta várias dimensões líricas, formalmente múltiplas, com um certo apetite por poemas longos e 'paisagistas', discursivos e de fundo fôlego. O poema mimetiza o grande quadrúpede e a sua estepe. Subitamente, o grande páramo é engolido no vórtice de uma miniatura, como a flor para o bisonte. É deste modo uma poética de escalas e, se aproximadamente interpretável, trataria do problema da anulação, de um tipo de olhar romântico, natural, pulverizado por blocos colectivos e grandes agremiações unitárias militando contra o individual. Se o poema é um animal não pode dizer nada e a poesia nada diz. E, contudo, é loquaz, um torrencial e irreprimível movimento altíssono condenado paradoxalmente a desaguar num mar tonitruante que estrangula o dito na sua câmara de gritos. Ameaçado de extinção, o poema é o bisonte. E a extinção é, de certo modo, a negação da história.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 80
Sinopse:
" Julgo que não é inexacto afirmarmos que a poesia portuguesa tem dado a conhecer regularmente autores mais jovens que prolongam sem dificuldade o nível de qualidade a que anteriores gerações nos haviam habituado. Um deles é simultaneamente um ensaísta e crítico, um tradutor e um poeta notável: José Tolentino Mendonça. " Eduardo Prado Coelho escrevia estas linhas no jornal "Público" (19.09.98) aquando da publicação de "A Que Distância Deixaste o Coração", anterior livro de poesia de J.T. Mendonça, cujos poemas estão incluídos nesta edição de "Baldios", embora sem as fotografias de Vicente Moreira Rato que os acompanhavam. "Baldios" vem confirmar estas palavras e revelou-se como um dos grandes livros de poesia publicados em 1999. Uma poesia feita de alegrias e tristezas, comunhão e abandono, segredos, viagens, errâncias, atenta ao que a rodeia, tensa e de simplicidade extrema, ao mesmo tempo íntima e exterior. Fica-lhe aqui o poema "Duas cidades, S. Paulo", cortesia do editor.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
" Julgo que não é inexacto afirmarmos que a poesia portuguesa tem dado a conhecer regularmente autores mais jovens que prolongam sem dificuldade o nível de qualidade a que anteriores gerações nos haviam habituado. Um deles é simultaneamente um ensaísta e crítico, um tradutor e um poeta notável: José Tolentino Mendonça. " Eduardo Prado Coelho escrevia estas linhas no jornal "Público" (19.09.98) aquando da publicação de "A Que Distância Deixaste o Coração", anterior livro de poesia de J.T. Mendonça, cujos poemas estão incluídos nesta edição de "Baldios", embora sem as fotografias de Vicente Moreira Rato que os acompanhavam. "Baldios" vem confirmar estas palavras e revelou-se como um dos grandes livros de poesia publicados em 1999. Uma poesia feita de alegrias e tristezas, comunhão e abandono, segredos, viagens, errâncias, atenta ao que a rodeia, tensa e de simplicidade extrema, ao mesmo tempo íntima e exterior. Fica-lhe aqui o poema "Duas cidades, S. Paulo", cortesia do editor.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. "Bandolim" é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema: < MODUS OPERANDI Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. "Bandolim" é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema: < MODUS OPERANDI Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 56
Sinopse:
No ano em que celebram os 50 anos daquele que é provavelmente o livro de poesia mais lido e cantado, Praça da Canção, Manuel Alegre publica um novo livro de poesia que é um Praça da Canção dos nossos dias. Uma voz de protesto e de indignação, um retrato inconformado da Pátria e das ditaduras que nos governam, nomeadamente a dos mercados, são temas presentes neste poderoso Bairro Ocidental. Como se pode ler neste poema, "Pátria Minha":Entre nós e o futuro há arame farpadolevaram o que se via além de nósnão resta mais que a ponta do narizcomo esperar agora o inesperado?Somos do Sul e o saldo somos nóscontra o bezerro de oiro o teu quadradoo poema tem de ser o teu país.Entre nós e amanhã há uma taxa de jurouma empresa de rating Bruxelas Berlimentre hoje e o futuro há outra vez um muroresgate é a palavra que nos diztens de explodir o não dentro do simnão te feches em torres de marfimo poema tem de ser o teu país.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
No ano em que celebram os 50 anos daquele que é provavelmente o livro de poesia mais lido e cantado, Praça da Canção, Manuel Alegre publica um novo livro de poesia que é um Praça da Canção dos nossos dias. Uma voz de protesto e de indignação, um retrato inconformado da Pátria e das ditaduras que nos governam, nomeadamente a dos mercados, são temas presentes neste poderoso Bairro Ocidental. Como se pode ler neste poema, "Pátria Minha":Entre nós e o futuro há arame farpadolevaram o que se via além de nósnão resta mais que a ponta do narizcomo esperar agora o inesperado?Somos do Sul e o saldo somos nóscontra o bezerro de oiro o teu quadradoo poema tem de ser o teu país.Entre nós e amanhã há uma taxa de jurouma empresa de rating Bruxelas Berlimentre hoje e o futuro há outra vez um muroresgate é a palavra que nos diztens de explodir o não dentro do simnão te feches em torres de marfimo poema tem de ser o teu país.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Dedicado a D. António Prior do Crato, o "último príncipe de Avis", este é mais do que um livro de poesia de Manuel Alegre sobre esta conhecida personagem da história portuguesa. Este é um livro sobre a nossa pátria e a nossa história, um livro sobre passado e presente, onde batalhas e exílios rimam com amores e revoluções. "D. António não foi um vencedor. A sua direcção política e militar também não foi convincente, mas levantou atrás de si uma onda muito poderosa que envolveu toda a sociedade portuguesa. Teve sempre a vida presa por um fio, mas manteve-se fiel à causa de um Portugal com a sua própria cabeça. Os historiadores das diferentes gerações têm-no apoucado. Não penduraram o seu retrato na galeria dos reis. Era o rei do povo miúdo e também do povo médio, dos frades e do baixo clero e de jovens fidalgos que o serviram até ao fim. A sua coragem punha a nu a cobardia da ordem que tinha como missão a defesa, em particular as grandes casas titulares. A mais poderosa, a Casa de Bragança, que haveria de reinar até à República, não se poderia vangloriar da sua submissão." (António Borges Coelho, Os Filipes. História de Portugal, Vol. V)
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Dedicado a D. António Prior do Crato, o "último príncipe de Avis", este é mais do que um livro de poesia de Manuel Alegre sobre esta conhecida personagem da história portuguesa. Este é um livro sobre a nossa pátria e a nossa história, um livro sobre passado e presente, onde batalhas e exílios rimam com amores e revoluções. "D. António não foi um vencedor. A sua direcção política e militar também não foi convincente, mas levantou atrás de si uma onda muito poderosa que envolveu toda a sociedade portuguesa. Teve sempre a vida presa por um fio, mas manteve-se fiel à causa de um Portugal com a sua própria cabeça. Os historiadores das diferentes gerações têm-no apoucado. Não penduraram o seu retrato na galeria dos reis. Era o rei do povo miúdo e também do povo médio, dos frades e do baixo clero e de jovens fidalgos que o serviram até ao fim. A sua coragem punha a nu a cobardia da ordem que tinha como missão a defesa, em particular as grandes casas titulares. A mais poderosa, a Casa de Bragança, que haveria de reinar até à República, não se poderia vangloriar da sua submissão." (António Borges Coelho, Os Filipes. História de Portugal, Vol. V)
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 56
Sinopse:
A 23 de julho celebra-se o centenário do nascimento de Amália Rodrigues. Num texto sobre Amália, publicado no livro Uma Outra Memória e incluído nesta obra de homenagem, escrevia assim Manuel Alegre: "Todo o canto, como a poesia, é uma questão de ritmo. Ou de batida. O ritmo de Amália é o ritmo das marés, a sua batida a do nosso mar. Ela podia cantar flamenco ou tango, espirituais negros ou jazz, podia entoar uma fuga de Bach, trautear as incomparáveis harmonias de Mozart. Mas ela canta isso tudo e um pouco mais. Canta o fado no sentido em que dele fala Camões. Quando ela diz fado está a dizer o nosso próprio nome e pronuncia essa palavra com a mesma entoação que provavelmente Camões lhe dava. Suspeito mesmo que foi para ela que Camões escreveu alguns dos poemas que Alain Oulman transformou em fado." "As Sílabas de Amália" é uma obra singular que reúne os quatro poemas de Alegre que Amália cantou, os que sobre ela escreveu e aqueles que exprimem uma visão do fado que, em grande parte, o poeta ficou a dever a Alan Oulman e a Amália Rodrigues. Inclui, ainda, um poema inédito de tributo a Amália.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
A 23 de julho celebra-se o centenário do nascimento de Amália Rodrigues. Num texto sobre Amália, publicado no livro Uma Outra Memória e incluído nesta obra de homenagem, escrevia assim Manuel Alegre: "Todo o canto, como a poesia, é uma questão de ritmo. Ou de batida. O ritmo de Amália é o ritmo das marés, a sua batida a do nosso mar. Ela podia cantar flamenco ou tango, espirituais negros ou jazz, podia entoar uma fuga de Bach, trautear as incomparáveis harmonias de Mozart. Mas ela canta isso tudo e um pouco mais. Canta o fado no sentido em que dele fala Camões. Quando ela diz fado está a dizer o nosso próprio nome e pronuncia essa palavra com a mesma entoação que provavelmente Camões lhe dava. Suspeito mesmo que foi para ela que Camões escreveu alguns dos poemas que Alain Oulman transformou em fado." "As Sílabas de Amália" é uma obra singular que reúne os quatro poemas de Alegre que Amália cantou, os que sobre ela escreveu e aqueles que exprimem uma visão do fado que, em grande parte, o poeta ficou a dever a Alan Oulman e a Amália Rodrigues. Inclui, ainda, um poema inédito de tributo a Amália.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 504
Sinopse:
É como poeta que Francesco Petrarca (1304-1374) se distingue, sobretudo pelo seu Cancioneiro e pelos Triunfos, obras traduzidas por Vasco Graça Moura - e especialmente pela arte do soneto, cuja estrutura aperfeiçoou de forma inovadora e definitiva, e que não deixou de inspirar outros poetas até hoje. Nesta obra notável, a maior parte dos sonetos é dedicada a uma "musa impossível", Laura - e o amor, além de tema principal, adquire uma subtil dimensão erótica e lírica, cheia de metáforas que influenciaram toda a poesia posterior. Tudo isso contribui para que Petrarca, humanista e filósofo, fosse considerado o Poeta dos Poetas e uma das referências fundamentais da literatura ocidental.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
É como poeta que Francesco Petrarca (1304-1374) se distingue, sobretudo pelo seu Cancioneiro e pelos Triunfos, obras traduzidas por Vasco Graça Moura - e especialmente pela arte do soneto, cuja estrutura aperfeiçoou de forma inovadora e definitiva, e que não deixou de inspirar outros poetas até hoje. Nesta obra notável, a maior parte dos sonetos é dedicada a uma "musa impossível", Laura - e o amor, além de tema principal, adquire uma subtil dimensão erótica e lírica, cheia de metáforas que influenciaram toda a poesia posterior. Tudo isso contribui para que Petrarca, humanista e filósofo, fosse considerado o Poeta dos Poetas e uma das referências fundamentais da literatura ocidental.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 72
Sinopse:
NOVA EDIÇÃO DE AS FADAS, DE ANTERO DE QUENTAL, COM LEITURA DE JOÃO GROSSO E ILUSTRAÇÕES INÉDITAS. "Cada criança representa verdadeiramente, na sua constituição mental e psicológica, um resumo exacto da primordial e incipiente humanidade." Antero de Quental De dentro do baú do Tesouro Poético da Infância, a antologia coligida pelo próprio Antero de Quental, sai de novo o poema As Fadas, o único que o escritor compôs de propósito para essa obra dedicada às crianças. Além da existência independente que ganhou por direito próprio, As Fadas está agora de volta com ilustrações inéditas de Ana Ruepp, uma introdução de Ana Maria Almeida Martins e com uma leitura pela voz de João Grosso, em registo áudio — um registo muito diverso, e por isso enriquecedor, em relação às obras de Antero de Quental já publicadas antes pela Tinta-da-china.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
NOVA EDIÇÃO DE AS FADAS, DE ANTERO DE QUENTAL, COM LEITURA DE JOÃO GROSSO E ILUSTRAÇÕES INÉDITAS. "Cada criança representa verdadeiramente, na sua constituição mental e psicológica, um resumo exacto da primordial e incipiente humanidade." Antero de Quental De dentro do baú do Tesouro Poético da Infância, a antologia coligida pelo próprio Antero de Quental, sai de novo o poema As Fadas, o único que o escritor compôs de propósito para essa obra dedicada às crianças. Além da existência independente que ganhou por direito próprio, As Fadas está agora de volta com ilustrações inéditas de Ana Ruepp, uma introdução de Ana Maria Almeida Martins e com uma leitura pela voz de João Grosso, em registo áudio — um registo muito diverso, e por isso enriquecedor, em relação às obras de Antero de Quental já publicadas antes pela Tinta-da-china.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Aquele Grande Rio Eufrates é a estreia poética de Ruy Belo, em 1961. Reeditada em 1972, com profundas modificações por parte do autor, é essa a edição que agora se publica, com prefácio de Fernando J.B. Martinho. Acerca deste livro, escreve o autor no prefácio a edição de 1972: "É claro, até para mim, que de inocente pouco tenho pelo menos como poeta, que, ao longo de todos estes poemas, certas palavras afloram com maior frequência [...]. Citamos, mais ou menos ao acaso e sem a menor preocupação de ordem: morte, deus, folhas, homem, árvore, estações, primavera, palavras, chuva, cidade, manhã, dia, crianças, infância, coração, pássaros, mar. Poesia metafísica a deste livro? Decerto. Mas também – e não faltou quem o visse e o dissesse e me fizesse tomar consciência disso – poesia do quotidiano, onde de certa maneira sobressai um real que sucessivamente chega até nós, dessa forma humilde e comezinha que convém a realidade."
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Aquele Grande Rio Eufrates é a estreia poética de Ruy Belo, em 1961. Reeditada em 1972, com profundas modificações por parte do autor, é essa a edição que agora se publica, com prefácio de Fernando J.B. Martinho. Acerca deste livro, escreve o autor no prefácio a edição de 1972: "É claro, até para mim, que de inocente pouco tenho pelo menos como poeta, que, ao longo de todos estes poemas, certas palavras afloram com maior frequência [...]. Citamos, mais ou menos ao acaso e sem a menor preocupação de ordem: morte, deus, folhas, homem, árvore, estações, primavera, palavras, chuva, cidade, manhã, dia, crianças, infância, coração, pássaros, mar. Poesia metafísica a deste livro? Decerto. Mas também – e não faltou quem o visse e o dissesse e me fizesse tomar consciência disso – poesia do quotidiano, onde de certa maneira sobressai um real que sucessivamente chega até nós, dessa forma humilde e comezinha que convém a realidade."
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Aqui Princesa Salva-se Sozinha" é um livro sobre amor, perda, sofrimento, redenção e resiliência e, sobretudo, sobre a possibilidade de escrevermos os nossos próprios finais felizes. Dividido em quatro partes ("a princesa", "a donzela", "a rainha" e "tu"), o livro adapta o imaginário dos contos de fada à realidade feminina do século XXI com delicadeza, emoção e contundência. Amanda Lovelace, aclamada como uma das principais vozes de sua geração, constrói uma narrativa poética de tons íntimos que nos acolhe em cada verso, tornando-nos cúmplices e intervenientes daquilo que ela descreve.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Aqui Princesa Salva-se Sozinha" é um livro sobre amor, perda, sofrimento, redenção e resiliência e, sobretudo, sobre a possibilidade de escrevermos os nossos próprios finais felizes. Dividido em quatro partes ("a princesa", "a donzela", "a rainha" e "tu"), o livro adapta o imaginário dos contos de fada à realidade feminina do século XXI com delicadeza, emoção e contundência. Amanda Lovelace, aclamada como uma das principais vozes de sua geração, constrói uma narrativa poética de tons íntimos que nos acolhe em cada verso, tornando-nos cúmplices e intervenientes daquilo que ela descreve.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Dos livros mais recentes para os livros mais antigos, vinte anos depois de "A Imprecisa Melancolia" (1995), reúne-se neste livro toda a poesia de Luís Quintais, que nos diz que "A memória faz-se ao contrário. Assim fiz a minha. Procurei, porém, não desfigurar. Corrigi erros, arrumei melhor, alguns poemas foram eliminados, outros, que esquecera, foram incluídos, reescrevi pontualmente." O posfácio é de Pedro Eiras.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Dos livros mais recentes para os livros mais antigos, vinte anos depois de "A Imprecisa Melancolia" (1995), reúne-se neste livro toda a poesia de Luís Quintais, que nos diz que "A memória faz-se ao contrário. Assim fiz a minha. Procurei, porém, não desfigurar. Corrigi erros, arrumei melhor, alguns poemas foram eliminados, outros, que esquecera, foram incluídos, reescrevi pontualmente." O posfácio é de Pedro Eiras.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Há a tentação de escrever um texto inabitável, uma espécie de mapa solitário e limpo, diante do qual o engenheiro da fábula não possa maquinar o seu empenho de aventura humana, com as palavras: aqui fica uma rua, aqui uma ponte, aqui um parque, aqui a mancha cerrada de sentimentos e ideias com o nome de bairro de gente. Antes da escrita, alguém disse: um momento, engenheiro - eu amaria uma superfície destituída de enigmas, aonde ninguém chegasse, onde não houvesse uma casa paterna, sobretudo, e a perpetração da parábola do filho pródigo. É um texto que se destina à consagração do silêncio, a gente já pensou tanto, já teve mãos por tantos lados, já dormiu e acordou - bom seria imaginar o espírito apaziguado, a reconciliação do pensamento com a matéria do mundo. Mestre, não me dês um tema. E então o texto principia a ser ferozmente habitado. [...]
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Há a tentação de escrever um texto inabitável, uma espécie de mapa solitário e limpo, diante do qual o engenheiro da fábula não possa maquinar o seu empenho de aventura humana, com as palavras: aqui fica uma rua, aqui uma ponte, aqui um parque, aqui a mancha cerrada de sentimentos e ideias com o nome de bairro de gente. Antes da escrita, alguém disse: um momento, engenheiro - eu amaria uma superfície destituída de enigmas, aonde ninguém chegasse, onde não houvesse uma casa paterna, sobretudo, e a perpetração da parábola do filho pródigo. É um texto que se destina à consagração do silêncio, a gente já pensou tanto, já teve mãos por tantos lados, já dormiu e acordou - bom seria imaginar o espírito apaziguado, a reconciliação do pensamento com a matéria do mundo. Mestre, não me dês um tema. E então o texto principia a ser ferozmente habitado. [...]
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Aprender a Cantar na Era do Karaoke, de Fernando Luís Sampaio: novo livro de um dos mais fulgurantes poetas contemporâneos, na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia. Inclui o livro inédito Roubar o Fogo.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Aprender a Cantar na Era do Karaoke, de Fernando Luís Sampaio: novo livro de um dos mais fulgurantes poetas contemporâneos, na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia. Inclui o livro inédito Roubar o Fogo.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A apaixonante relação de Maria com o anjo Gabriel num romance em verso. Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. Anunciações, o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A apaixonante relação de Maria com o anjo Gabriel num romance em verso. Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. Anunciações, o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Quando se percorre a poesia escrita por mulheres ao longo do século XX português, o nome de Natália Correia continua a surgir como um dos que causaram uma repercussão mais duradoura, quer pela sua personalidade forte e polémica, quer pelo alcance da sua obra literária", diz Fernando Pinto do Amaral no Prefácio a esta obra. Realizada tendo como base a edição mais recente da "Poesia Completa de Natália Correia" (Dom Quixote, 1999), esta antologia destina-se sobretudo à divulgação do principal da sua obra poética. O critério posto em jogo para seleccionar os poemas pretendeu obedecer a um equilíbrio (naturalmente sempre instável) entre o gosto pessoal do organizador e a representatividade dos diversos períodos da sua escrita. Este é, sem dúvida, um livro que poderá facultar aos leitores do século XXI uma visão de conjunto da grande poetisa Natália Correia.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Quando se percorre a poesia escrita por mulheres ao longo do século XX português, o nome de Natália Correia continua a surgir como um dos que causaram uma repercussão mais duradoura, quer pela sua personalidade forte e polémica, quer pelo alcance da sua obra literária", diz Fernando Pinto do Amaral no Prefácio a esta obra. Realizada tendo como base a edição mais recente da "Poesia Completa de Natália Correia" (Dom Quixote, 1999), esta antologia destina-se sobretudo à divulgação do principal da sua obra poética. O critério posto em jogo para seleccionar os poemas pretendeu obedecer a um equilíbrio (naturalmente sempre instável) entre o gosto pessoal do organizador e a representatividade dos diversos períodos da sua escrita. Este é, sem dúvida, um livro que poderá facultar aos leitores do século XXI uma visão de conjunto da grande poetisa Natália Correia.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Querido Leitor: Gostaria de conversar contigo alguns momentos no pórtico desta antologia. Para já, quero que saibas que hesitei muito antes de me decidir a organizá-la. Perguntava a mim mesmo se seria legítimo desirmanar cada um dos poemas que nela agora figuram dos outros com que emparelham em livros entendidos como unidades redondas. Temia, além disso, a precariedade do critério que os escolhesse. Nem sempre um autor é bom juiz em causa própria. (…) Mas como a minha vida é um extenso rol de perplexidades e nunca saí de nenhuma em perfeita paz de espírito, resolvi averbar à conta mais uma parcela e levar a empresa por diante. É que, contra todas as razões, seduzia-me a perspectiva de reviver o longo caminho órfico que iniciei às cegas, calcorreei a tactear e estou em vias de concluir de olhos abertos, no espanto de quem vê finalmente, a plena luz, a fundura dos abismos a que desceu."
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Querido Leitor: Gostaria de conversar contigo alguns momentos no pórtico desta antologia. Para já, quero que saibas que hesitei muito antes de me decidir a organizá-la. Perguntava a mim mesmo se seria legítimo desirmanar cada um dos poemas que nela agora figuram dos outros com que emparelham em livros entendidos como unidades redondas. Temia, além disso, a precariedade do critério que os escolhesse. Nem sempre um autor é bom juiz em causa própria. (…) Mas como a minha vida é um extenso rol de perplexidades e nunca saí de nenhuma em perfeita paz de espírito, resolvi averbar à conta mais uma parcela e levar a empresa por diante. É que, contra todas as razões, seduzia-me a perspectiva de reviver o longo caminho órfico que iniciei às cegas, calcorreei a tactear e estou em vias de concluir de olhos abertos, no espanto de quem vê finalmente, a plena luz, a fundura dos abismos a que desceu."
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ser um grande poeta da língua de Shakespeare foi a maior ambição de Fernando Pessoa enquanto jovem escritor. Mesmo após o seu regresso da África do Sul para Lisboa, com 17 anos de idade, continuou durante largos anos a escrever muita poesia em inglês, incluindo dezenas de sonetos shakespearianos. Só viria a tornar-se um poeta universal, contudo, graças ao que escreveu em português. Embora não tenha realizado a sua ambição juvenil, deixou-nos alguns grandes poemas em inglês, como "Antinous", o seu mais belo poema de amor. A presente antologia, em versão bilingue, inclui todos os poemas em inglês publicados em vida de Pessoa, bem como uma seleção dos que ficaram para a famosa arca e para nós, seus futuros leitores.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ser um grande poeta da língua de Shakespeare foi a maior ambição de Fernando Pessoa enquanto jovem escritor. Mesmo após o seu regresso da África do Sul para Lisboa, com 17 anos de idade, continuou durante largos anos a escrever muita poesia em inglês, incluindo dezenas de sonetos shakespearianos. Só viria a tornar-se um poeta universal, contudo, graças ao que escreveu em português. Embora não tenha realizado a sua ambição juvenil, deixou-nos alguns grandes poemas em inglês, como "Antinous", o seu mais belo poema de amor. A presente antologia, em versão bilingue, inclui todos os poemas em inglês publicados em vida de Pessoa, bem como uma seleção dos que ficaram para a famosa arca e para nós, seus futuros leitores.
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Os textos de Alexandre O’Neill que compõem este volume nunca foram por ele incluídos em livros seus. À excepção de dois, recuperados de uma antologia, e de três encontrados no espólio, o autor publicou-os em jornais e revistas durante a década de 70. O conjunto aqui editado resultou da pesquisa feita no âmbito da biografia do poeta (Maria Antónia Oliveira, "Alexandre O’Neill, Uma Biografia Literária", Dom Quixote, no prelo). Pôde constatar-se que, embora o poeta viesse publicando regularmente desde os finais da década anterior, os anos 70 eram aqueles em que a sua produção se tornava mais assídua, e em que mais textos haveriam de ficar confinados às páginas dos periódicos. Reúnem-se também poemas escritos para os jornais "Diário de Lisboa" e "A Luta", e para as revistas "Flama" e "Ele". Foram encontrados no espólio do poeta os poemas "Magritte" e "Azul Ar", bem como os poemas sem título designados por "Fragmentos", inéditos. Acrescentam-se ainda dois poemas datados de 1972 que E.M. e Castro e JoséAlberto Marques incluíram na "Antologia da Poesia Concreta em Portugal" (Lisboa, Assírio & Alvim, 1973). Em anexo, publicam-se dois textos com poemas, e uma versão em prosa da primeira parte de "Rã & Descobridor".
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Os textos de Alexandre O’Neill que compõem este volume nunca foram por ele incluídos em livros seus. À excepção de dois, recuperados de uma antologia, e de três encontrados no espólio, o autor publicou-os em jornais e revistas durante a década de 70. O conjunto aqui editado resultou da pesquisa feita no âmbito da biografia do poeta (Maria Antónia Oliveira, "Alexandre O’Neill, Uma Biografia Literária", Dom Quixote, no prelo). Pôde constatar-se que, embora o poeta viesse publicando regularmente desde os finais da década anterior, os anos 70 eram aqueles em que a sua produção se tornava mais assídua, e em que mais textos haveriam de ficar confinados às páginas dos periódicos. Reúnem-se também poemas escritos para os jornais "Diário de Lisboa" e "A Luta", e para as revistas "Flama" e "Ele". Foram encontrados no espólio do poeta os poemas "Magritte" e "Azul Ar", bem como os poemas sem título designados por "Fragmentos", inéditos. Acrescentam-se ainda dois poemas datados de 1972 que E.M. e Castro e JoséAlberto Marques incluíram na "Antologia da Poesia Concreta em Portugal" (Lisboa, Assírio & Alvim, 1973). Em anexo, publicam-se dois textos com poemas, e uma versão em prosa da primeira parte de "Rã & Descobridor".
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de "O Nome Negro" (2013), António Carlos Cortez publica Animais Feridos, conjunto de setenta poemas sobre este "tempo tétrico", como se lê num dos seus textos. Animais feridos como a epígrafe de Mário Quintana afirma: "Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa / condição de poema //Triste. / Solitário. / Único. / Ferido de mortal beleza."Livro onde, em três andamentos, o leitor acompanha o olhar de um sujeito que vê no napalm a "energia deste tempo" e pressente Lisboa e o mundo próximos de um apocalipse, "Animais Feridos" é ainda a inquirição da palavra de poesia e as suas possibilidades de sentido em espaços (o corpo, a casa, a cidade) onde a ameaça da morte e do desencontro são a única certeza. Daí as três secções, três modos de declinar a época que nos é dada viver.António Carlos Cortez concebe o poema como exercício extremado de subtis jogos sonoros, unindo tom coloquial à frase labiríntica, sugerindo quanto para si a poesia é um modo de observação felina e a escrita um estilete com que se perfura, de forma precisa, o corpo dos animais feridos: os poemas, a memória, a carne viva do tempo, nós.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de "O Nome Negro" (2013), António Carlos Cortez publica Animais Feridos, conjunto de setenta poemas sobre este "tempo tétrico", como se lê num dos seus textos. Animais feridos como a epígrafe de Mário Quintana afirma: "Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa / condição de poema //Triste. / Solitário. / Único. / Ferido de mortal beleza."Livro onde, em três andamentos, o leitor acompanha o olhar de um sujeito que vê no napalm a "energia deste tempo" e pressente Lisboa e o mundo próximos de um apocalipse, "Animais Feridos" é ainda a inquirição da palavra de poesia e as suas possibilidades de sentido em espaços (o corpo, a casa, a cidade) onde a ameaça da morte e do desencontro são a única certeza. Daí as três secções, três modos de declinar a época que nos é dada viver.António Carlos Cortez concebe o poema como exercício extremado de subtis jogos sonoros, unindo tom coloquial à frase labiríntica, sugerindo quanto para si a poesia é um modo de observação felina e a escrita um estilete com que se perfura, de forma precisa, o corpo dos animais feridos: os poemas, a memória, a carne viva do tempo, nós.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os poemas eróticos de Carlos Drummond de Andrade são odes à vida, à Humanidade, e, acima de tudo, à vitória do amor sobre a morte. Vinte e quatro anos depois do acontecimento literário e cultural que foi a publicação de "Amor Natural", a Companhia das Letras celebra o poeta e a vida que cantou com a publicação de uma edição especial com um caderno de imagens inédito.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os poemas eróticos de Carlos Drummond de Andrade são odes à vida, à Humanidade, e, acima de tudo, à vitória do amor sobre a morte. Vinte e quatro anos depois do acontecimento literário e cultural que foi a publicação de "Amor Natural", a Companhia das Letras celebra o poeta e a vida que cantou com a publicação de uma edição especial com um caderno de imagens inédito.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
OS MELHORES POEMAS DE AMOR, REUNIDOS NUM ÚNICO LIVRO Presente ideal para o Dia dos Namorados. Descubra o sentimento que faz girar o mundo, eternizado pelas palavras de poetas de diferentes tempos e lugares
Nº Páginas: 192
Sinopse:
OS MELHORES POEMAS DE AMOR, REUNIDOS NUM ÚNICO LIVRO Presente ideal para o Dia dos Namorados. Descubra o sentimento que faz girar o mundo, eternizado pelas palavras de poetas de diferentes tempos e lugares
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Com este livro, João Melo vem dar à poesia angolana um momento alto da lírica amorosa, e prova - como se dizer isto não fosse uma redundância - que o amor continua vivo na poesia de língua portuguesa." Nuno Júdice, in "Prefácio"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Com este livro, João Melo vem dar à poesia angolana um momento alto da lírica amorosa, e prova - como se dizer isto não fosse uma redundância - que o amor continua vivo na poesia de língua portuguesa." Nuno Júdice, in "Prefácio"
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Alguma Coisa Negro (1986) é um in memoriam dedicado à artista canadiana Alix Cléo Roubaud, falecida aos 31 anos com uma embolia pulmonar. O seu viúvo, Jacques Roubaud, enfrenta uma afasia depressiva, e inventa fórmulas elegíacas que não as tradicionais ("evocação, imprecação, futuro anterior"). A linguagem quer ir muito além de um banal "onde estás?", ao mesmo tempo que contesta a incomunicabilidade entre emoção e experimentalismo. Em nove sequências com nove poemas de nove estrofes (herança das matemáticas, que o poeta estudou e ensinou, e dos constrangimentos formais tão apreciados pela confraria OuLiPo), o monólogo transforma-se em diálogo virtual, hipotético. Roubaud formula proposições teóricas, meditações melancólicas, enquanto concebe outros mundos, possíveis ou ficcionais. A vida continua, a escuridão continua. E continua tudo o que Alix deixou: cartas, diários, gravações, fotografias, auto-retratos. Imagens materiais e imagens mentais que unem os vivos e os mortos ou que os afastam mais ainda.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Alguma Coisa Negro (1986) é um in memoriam dedicado à artista canadiana Alix Cléo Roubaud, falecida aos 31 anos com uma embolia pulmonar. O seu viúvo, Jacques Roubaud, enfrenta uma afasia depressiva, e inventa fórmulas elegíacas que não as tradicionais ("evocação, imprecação, futuro anterior"). A linguagem quer ir muito além de um banal "onde estás?", ao mesmo tempo que contesta a incomunicabilidade entre emoção e experimentalismo. Em nove sequências com nove poemas de nove estrofes (herança das matemáticas, que o poeta estudou e ensinou, e dos constrangimentos formais tão apreciados pela confraria OuLiPo), o monólogo transforma-se em diálogo virtual, hipotético. Roubaud formula proposições teóricas, meditações melancólicas, enquanto concebe outros mundos, possíveis ou ficcionais. A vida continua, a escuridão continua. E continua tudo o que Alix deixou: cartas, diários, gravações, fotografias, auto-retratos. Imagens materiais e imagens mentais que unem os vivos e os mortos ou que os afastam mais ainda.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"No mais recente livro de Ana Luísa Amaral, que conta com reproduções a cores de grandes obras de arte de todos os tempos, a poeta apresenta-nos um conjunto de poemas belos e terríveis, comoventes e violentos, em permanente diálogo com a Bíblia e com a arte, mas sobretudo com o nosso tempo. Antes ser tudo e livre/ do que bom mas humilde/ Assim pensara então/ e agira/ E o oriente lhe foi destinado: terra de mil castigos/ de difíceis colheitas; mais/ suor/ Só depois descobriu/ que lá o sol nascia/ e que podia falar das coisas/ todas/ Mas com quem?"
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"No mais recente livro de Ana Luísa Amaral, que conta com reproduções a cores de grandes obras de arte de todos os tempos, a poeta apresenta-nos um conjunto de poemas belos e terríveis, comoventes e violentos, em permanente diálogo com a Bíblia e com a arte, mas sobretudo com o nosso tempo. Antes ser tudo e livre/ do que bom mas humilde/ Assim pensara então/ e agira/ E o oriente lhe foi destinado: terra de mil castigos/ de difíceis colheitas; mais/ suor/ Só depois descobriu/ que lá o sol nascia/ e que podia falar das coisas/ todas/ Mas com quem?"
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Agon é o resultado de um processo de reescrita de dois cadernos que o autor julgava ter perdido. Os poemas contidos nesses cadernos têm, à data de publicação deste livro, mais de trinta anos. Metáforas arqueológicas, declinações agonísticas, perseguições e interpelações várias, adquiriram a configuração que se apresenta."
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Agon é o resultado de um processo de reescrita de dois cadernos que o autor julgava ter perdido. Os poemas contidos nesses cadernos têm, à data de publicação deste livro, mais de trinta anos. Metáforas arqueológicas, declinações agonísticas, perseguições e interpelações várias, adquiriram a configuração que se apresenta."
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Fernando Pessoa amava o dito espirituoso, a máxima graciosa, a expressão sintética, o paradoxo", afirma Richard Zenith na Nota Prévia deste livro. Nele estão reunidos pequenas frases, começos de poemas inacabados, notas à margem, pedaços de papel rasgados e pensamentos, ou seja, aforismos. Muito cultivados por Pessoa, os aforismos abrangem vários temas, de entre os quais se destacam a loucura, a consciência e a inconsciência, o(s) Deus(es), o amor e o sonho. Assinam Aforismos e Afins, não só Pessoa, mas também "os seus colaboradores fictícios": Alexander Search, Pantaleão, Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Alberto Caeiro e Barão de Teive. A maioria dos aforismos presentes nesta obra são inéditos, sendo que muitos deles estão escritos em inglês, uma das suas línguas maternas. Com esta obra, Pessoa leva-nos a reflectir sobre nós próprios: "O homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos. Eles sabem o que precisam saber. Nós não".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Fernando Pessoa amava o dito espirituoso, a máxima graciosa, a expressão sintética, o paradoxo", afirma Richard Zenith na Nota Prévia deste livro. Nele estão reunidos pequenas frases, começos de poemas inacabados, notas à margem, pedaços de papel rasgados e pensamentos, ou seja, aforismos. Muito cultivados por Pessoa, os aforismos abrangem vários temas, de entre os quais se destacam a loucura, a consciência e a inconsciência, o(s) Deus(es), o amor e o sonho. Assinam Aforismos e Afins, não só Pessoa, mas também "os seus colaboradores fictícios": Alexander Search, Pantaleão, Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Alberto Caeiro e Barão de Teive. A maioria dos aforismos presentes nesta obra são inéditos, sendo que muitos deles estão escritos em inglês, uma das suas línguas maternas. Com esta obra, Pessoa leva-nos a reflectir sobre nós próprios: "O homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos. Eles sabem o que precisam saber. Nós não".
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