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Nº Páginas: 176
Sinopse:
Neste novo livro, Ione França apresenta uma coletânea de textos, que intitula de Cantos, reflexões sobre o seu quotidiano, em prosa poética. Em 1996, a Editora Pergaminho publicou o seu livro de poesias "O Século dos Anjos", e em 1997 um livro de contos, "O Domador de Almas".
Nº Páginas: 84
Sinopse:
No ano em que se comemoram os cinquenta anos de vida literária de Vasco Graça Moura, trinta e três poetas portugueses dedicam-lhe um poema inédito.O livro é feito em parceria com Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra. Autores: Ana Hatherley, Fernando Pinto do Amaral, Pedro Tamen, Jorge Sousa Braga, Luís Quintais, Armando Silva Carvalho, Ana Luísa Amaral, Luís Filipe Castro Mendes, A.M. Pires Cabral, Nuno Júdice, Maria Teresa Horta, Manuel Alegre, Yvette Centeno, Jaime Rocha, Hélia Correia, Maria do Rosário Pedreira, entre muitos outros.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Assinalando os 700 anos da morte de Dante, a reedição de um clássico (em edição bilingue, italiano e português) com tradução de Vasco Graça Moura. Considerado um dos seus escritos de juventude, "Vita Nova" terá sido escrito entre 1291 e 1293 em Florença, terra natal de Dante Alighieri. Autobiográfica, a obra intercala verso e prosa, narração e contemplação, lirismo e memória, soneto e balada, alegoria e sensualidade, erotismo e religiosidade, muito ao sabor do dolce stil nuovo - e será uma das obras mais influentes no lirismo posterior. O motivo central do livro é a paixão do autor por Beatriz Portinari, desde os nove anos - e o reencontro nove anos depois, aos dezoito -, até que a vida os separa prematuramente. A linguagem é inovadora para a época, a forma como Dante celebra o amor e os seus mistérios e tragédias é uma nova forma de tratar o mais nobre dos temas da poesia, e a figura de Beatriz é simultaneamente símbolo metafísico, sexual e místico. No ano em que se assinalam os 700 anos da morte de Dante Alighieri, o maior dos poetas italianos e um dos nomes centrais do cânone ocidental e da nossa tradição literária, a Quetzal reedita a premiada tradução de Vasco Graça Moura, há muito esgotada - e em versão bilingue.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Gosto de pensar na Grande História como uma combinação de quatro regimes: Cosmos, Terra, Vida e Humanidade. Cada um destes quatro encontra-se repleto de estórias fascinantes que nos ajudam a entender o que é ser um ser humano que vive no nosso mundo, e não qualquer outra espécie de criatura que vive noutro lugar.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
"A Sombra do Mar" é o novo livro de poesia de Armando Silva Carvalho, premiado com o Grande Prémio DST Literatura 2014 pelo seu livro anterior, "De Amore". De Eugénio a Pessoa, das perturbadoras imagens da actualidade vistas na televisão ao desencanto da velhice, do bosão de Higgs ao prazer da vida. Um livro admirável de um dos grandes poetas do nosso tempo. "A idade traz-me as metáforas do perigo e também as suas regras no desastre. […]"
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma das obras mais expressivas do movimento modernista brasileiro, "A rosa do Povo" é, também, um legado sobre a beleza múltipla da vida, onde passado e presente, guerra e paz, cidade e campo, amor e morte são testemunhos da infinita riqueza de tudo quanto existe.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A Pura Inscrição do Amor reúne poemas que Nuno Júdice escreveu ao longo dos anos e que são dedicados a este tema. Nele se incluem, a abrir, os conjuntos de poemas Pedro, Lembrando Inês e Carta de Orfeu a Eurídice, ambos publicados em simultâneo em Abril de 2001 sob o título Pedro, Lembrando Inês, que se encontrava esgotado há muito tempo. Os poemas reunidos em Novo Tratado de Pintura são inéditos em Portugal embora alguns deles tenham sido publicados na Colômbia, em 2014, sob o título, Breve Tratado de Pintura (Frailejón Editores). Por sua vez, Cântico teve uma edição em livro de artista em Espanha, em 2015, sob o título Cântico dos Cânticos (versão livre), com ilustrações do pintor Pedro Castrortega (Segundo Santos Ediciones). Em ambos os casos, esta é a sua primeira edição em Portugal. O poema "A Mulher Deitada", que fecha o livro, é inédito. Um belíssimo livro para ler, oferecer e guardar.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Com este livro de fados inéditos, o génio poético de Vasco Graça Moura é recordado quatro anos após a sua morte. Na obra de Vasco Graça Moura, que escreveu vários ensaios sobre a origem deste género musical, há muitas incursões no fado e, inclusive, um livro que lhe é inteiramente dedicado: Letras do Fado Vulgar. O poeta escreveu alguns fados para as vozes de intérpretes como Mísia, Kátia Guerreiro ou Cristina Branco. A puxar ao sentimento inclui um bom número de fados inéditos de Vasco Graça Moura, marcados pelo seu génio melancólico e pleno de ironia - são poemas maravilhosos que, só por si, constituem uma homenagem ao fado e uma contribuição literária para abrir (ainda mais) as suas portas. Quatro anos depois da morte de Vasco Graça Moura, esta é uma forma de continuar a recordar uma das grandes vozes da poesia e da literatura portuguesas do nosso tempo.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fruto de uma viagem ao Japão, a convite do Centro Nacional de Cultura, e devedor também do "Book of Haikus" de Jack Kerouac, "A Papoila e o Monge" é o novo e surpreendente livro de poesia de José Tolentino Mendonça. Silêncio: na ravina inacessível o prado em flor
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Que lugar? Sobes o lance de escadas próximo. Frio. E ao cimo das escadas deparas-te com o estreito corredor que dá para uma sala onde a luz explode através das portadas abertas de par em par. Essa luz intensa, essa luz deflagrante é já uma promessa de cegueira, o casulo onde a noite se esconde. A noite servir-te-á de pretexto para tudo o que vieres a dizer. Aí ficarás, suspenso de tempo e memória."
Edição: Out 2026
Nº Páginas: 90
Sinopse: A Deus, à Poesia move-se entre o aforismo filosófico, a meditação em prosa e o diário de ideias. Organiza-o o problema do silêncio: de Deus, dos astros, do poeta e dos ecos surdos que respondem às invectivas do Homem. Nas suas quatro secções, o livro traça um percurso que passa pela inquirição ao tempo, a Deus, à poesia e ao erotismo como formas de transcendência deslocadas para a imanência. Este conjunto de fragmentos habita o espaço entre o endereçamento e a despedida entre falar a Deus sabendo que não há resposta e dizer adeus a uma poesia que não redime e não comparece quando é convocada. O livro é negro, mas não pessimista: não espera alcançar a luz nem se conforma com as trevas. Nessa aporia, vive.
Edição: Ago 2026
Nº Páginas: 488
Sinopse: Este volume reúne a poesia de 1921 a 1933 e corresponde ao conteúdo de dois volumes daquela edição crítica, o que contribui para tornar mais evidente o diverso ritmo da produção de poesia ortónima durante a década de 20, quando Pessoa se empenhava no desenvolvimento dos heterónimos e de outros projetos, e o notável aumento dessa produção nos anos seguintes, tanto em quantidade como em complexidade. Uma leitura longitudinal deste volume proporciona a antevisão de uma obra que se desenvolveu em crescendo, e assim continuou nos anos subsequentes, até à publicação de Mensageme ao fim do poeta.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: Enviado para o exílio pelo imperador, longe de Roma e da família, Ovídio lança as bases da literatura de exílio, com um lamento inesquecível, um dos textos mais poderosos da poesia latina. Aos 51 anos de idade, Ovídio, poeta de grande fama em Roma, foi condenado ao exílio nos confins do império. Dessa radical mudança de vida (da grande cidade, do luxo, da luz, dos festins, do amor, para uma paisagem deserta e inóspita, para o frio e para a aridez) nasceu um novo modelo de poesia. O primeiro conjunto de poemas composto a partir de então tem por título Tristia, aqui traduzido por Cantos de Tristeza. Assim se inaugurava, por assim dizer, aquilo a que podemos chamar uma «poética do exílio». Meus dias imitam já as penas dos cisnes e a brancura da velhice recobreme a negra cabeleira; já a debilidade dos anos se revela e o cansaço da idade, e já mal me tenho de pé e é para mim um peso susterme. O canto do exílio ovidiano tem início (ou assim parece ser) no momento da partida de Roma. O conjunto é constituído por cartas endereçadas aos amigos mais fiéis também a um ou outro menos fiel e à esposa; um dos destinatários é mesmo o imperador Augusto, e um outro, em duas cartas, é a personificação do próprio livro, a quem confere poderes de representação em Roma, para onde o envia. Além de tudo isso, a poesia funciona como modo de libertação, como arma que triunfa sobre a punição de que foi alvo. A mesma poesia que lhe engrandeceu o nome nos dias faustosos em Roma, há de leválo de volta à capital. Essa é a sua libertação, o seu triunfo: a imortalidade pelo triunfo da poesia.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: China Poemas do Erotismo Suave, traduzido, organizado e prefaciado por António Graça de Abreu, é um reflexo da rica tradição literária e artística do erótico na China. De Shi Jing [Livro das Odes], a primeira grande recolha de composições poéticas da antiga China, a Hong Lou Meng [O Sonho do Pavilhão Vermelho], o mais famoso romance de toda a literatura chinesa, passando por Li Qingzhao, a maior poetisa chinesa de sempre, China Poemas do Erotismo Suave levará o leitor pela divina arte da poética erótica chinesa.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Em Peso da Luz, Rui Teixeira Motta reúne 85 poemas breves que interrogam o lugar do ser humano no mundo e no universo. A luz, o corpo, a natureza, o amor, a memória e a passagem do tempo cruzam-se numa escrita depurada, onde uma onda, uma ave, uma gota de água ou um gesto quotidiano podem revelar o infinito. Entre a leveza e o peso da existência, estes poemas observam aquilo que vemos e aquilo que permanece oculto, transformando o familiar em descoberta. Uma obra coesa e contemplativa que nos convida a olhar de novo para as coisas simples e a reconhecer nelas as grandes perguntas da vida.
Edição: Set 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: O tempo, implacável e constante, define a perceção do mundo, revelando tanto a beleza quanto a dor da existência. É a consciência da finitude que impulsiona cada ação. É no tempo que se ancoram as maiores virtudes do Homem; é no tempo que reside a Justiça, é no tempo que experimenta a Ciência; é ele , o tempo, que tece a condição humana. Nós vamos, ele fica, ele continua. Neste ansiado livro, Pedro Freitas, o Poeta da Cidade, chegou sem tempo a perder, como todos nós. Aprendamos a saborear o que temos... antes que seja tarde demais. «Pedro Freitas declama cada palavra com um sentido e cada sílaba com um sentimento.» RTP
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Sessenta anos depois do seu primeiro livro, Cartas para Elina, Manuel Alberto Valente publica agora aquele que será o seu último livro de poesia. O Menino Que Via Passar os Comboios é um conjunto de poemas inéditos ou apenas publicados em formatos de pequena circulação, que cruzam diversos estilos, vozes, esquemas formais que bebem da grande tradição lírica e da mestria de poetas passados, como Cesário Verde, Pessoa, Miguel Torga e Alexandre ONeill.
Edição: Jul 2026
Nº Páginas: 616
Sinopse: Esta edição crítica dOs Lusíadas resgata uma dívida maior que as culturas em língua portuguesa e os Estudos Literários desde há muito contraíram para com a obra e o legado de Luís de Camões. A fixação do texto assenta na recensão e colação de todos os exemplares hoje conhecidos da edição princepsde 1572, bem como nos dados remanescentes da tradição manuscrita, demonstrando que as variantes Eee Ecorrespondem a diferentes estados de uma única edição, cada qual com valor ecdótico próprio. Atenta às exigências do género épico e ao contexto linguístico quinhentista, esta edição respeita a historicidade da língua, valorizando tanto o programa humanista de relatinização como a persistência de usos tradicionais e orais, assim como variantes fonográficas e ritmos versificatórios. Evita ainda a modernização excessiva da pontuação, em consonância com a natureza poética do texto. De carácter assumidamente instrutivo, inclui um vasto conjunto de
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 104
Sinopse: Depois de esgotar completamente em 2017: NOVA EDIÇÃO R EVISTA E AUMENTADA DOS SONETOS ESCRITOS PELO HUMORISTA GREGORIO DUVIVIER 48 poemas entre o rigor da forma e a rigorosa piada. Imagine que Camões, Petrarca e Shakespeare Eram uma só pessoa E escreviam poemas juntos. Essa pessoa nunca leria este livro. Imagine que Camões tinha um filho com Bocage. Essa criança enfrentaria sérios problemas Por ter sido gerada num ventre masculino. E também nunca leria este livro. Entre o amor e o sexo, a obsessão e a autoironia, Num mundo em que não «terás bicos sem bicas», Gregorio Duvivier publica sonetos antigos e inéditos. E prova que além de ser actor e da Porta dos Fundos, Com estilo mordaz, niilista e hilariante, Consegue também escrever outras inutilidades.
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 90
Sinopse: Coisas Que Me Ensinaram a Calar, de Pedro Rapoula, parte de memórias familiares e de heranças invisíveis que atraves¬sam vários tempos. Ancorado numa infância marcada pela solidão, violência doméstica e ausência afetiva, este conjunto de poemas debruça-se sobre a ideia de casa, de pertença e de identidade, abordando também a história portuguesa recente, em que o peso da experiência colonial se transmite entre gerações e persiste no presente. Explorando a relação entre espiritualidade, escrita e possibilidade de redenção, Coisas Que Me Ensinaram a Calar fala-nos daquilo que herdamos e da tentativa de transformar essa herança em linguagem.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: O conjunto Cartas de Amor merecia uma edição revista e aumentada, que lhe foi garantida pela Colecção Pessoa dirigida por Jerónimo Pizarro, primeiro em português e agora numa edição integralmente em inglês tanto para os textos serem melhor enquadrados na vida e na obra de Fernando Pessoa, como para os editar criticamente, juntando novas pistas e documentos. Este livro vem afinar datas e leituras, mas vem também lembrar os objectos de amor trocados pelos namorados, juntar poemas que acompanharam o epistolário amoroso e incluir as cartas referentes à última paixão de Pessoa, que não foi Ofélia Queiroz, mas uma inglesa loira.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Um século depois da primeira edição, "Clepsydra", de Camilo Pessanha, obra marcante do simbolismo português e fonte de inspiração para a geração de "Orpheu", ganha, nesta edição, um retorno à intenção de organização do autor, baseada numa lista, inédita, com a caligrafia de Pessanha que ordenaria a edição dos seus poemas. Esses poemas circularam em manuscrito entre os amigos e eram "muito conhecidos, e invariavelmente admirados, por toda Lisboa", como escreveu Pessoa. A publicação teve lugar em 1920, revelando, como jurou Jorge de Sena, "um dos mais extraordinários artistas que em nossa língua haja escrito". Da sua poesia, prossegue Sena, deve realçar-se "a natureza reticente e delicadíssima" ou "a transposição quase mallarmeana dos factos, aliada a uma quebrada melancolia do dizer, que só tem paralelo em Verlaine". Liberta de falsas emoções, ciente da passagem do tempo, aceitando lucidamente a realidade da vida e da morte, esquiva a todo o sentimentalismo, a sua poesia é, diz Sena, "um puro milagre de murmúrio rigorosamente verbal, cuja alada forma a língua portuguesa nunca tivera e não tornou ainda a ter".
Nº Páginas: 352
Sinopse:
As Bucólicas são, na linha do tempo, o primeiro grande poema de Vergílio e, na realidade, os mais intraduzíveis de todos os textos poéticos. A beleza do verso vergiliano (que, em latim, é música ao nível de Mozart) evapora-se por completo noutra língua. Além da beleza do texto - que se pode dizer que inventou o «latim poético» -, trata-se de poesia de primeira água, luminosa e fundadora de uma grande tradição ocidental de expressão poética.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Noite Virtuosa e Fiel" é a mais recente obra de Louise Glück, Nobel da Literatura de 2020. Foi distinguida com o National Book Award de Poesia em 2014.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 88
Sinopse: Tu que tens a chave espreita pela ranhura dos meus dias e verás como no silêncio te aguardo.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 174
Sinopse: «Deve entrar-se nas páginas de um livro como se entra na casa de um amigo, com gentileza e cerimónia, aconselhava George Steiner. Foi com esse cuidado que iniciei a leitura de A Música do Amolador. Mas, ao chegar ao terceiro poema, percebi que o livro de Miguel Duarte dispensava esse cuidado. Este seu livro, o segundo, assaltou-me desde o primeiro ao último verso e surpreendeu-me pela finura e pela fertilidade da sua digressão poética. A torrente das imagens de recorte modernista, lembrando Dylan Thomas ou o pendor narrativo evocando Álvaro de Campos, e formulações originais que são só suas, anunciam o surgimento de uma grande voz a caminho. Ao que acresce uma filiação, provavelmente involuntária, no legado sulista de poetas como Ramos Rosa, Casimiro de Brito e Nuno Júdice. É impossível não saudar este jovem poeta e não lhe desejar que faça da poesia um destino mais do que uma carreira. Que A Música do Amolador lhe sele esse princípio, que num poeta é divin
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Num acontecimento poético, Francisco Geraldes, juntou dois anos de poesia que culminam no lançamento de Cito, Longe, Tarde. Poemas de interrogação e procura, em que coloca questões fundamentais que o inquietam, pondo em causa o sentido de existência. Com Prefácio de Pilar del Rio.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 72
Sinopse: Treze anos após a sua publicação, Você Está Aqui regressa, convidando à releitura de uma cartografia de inquietações contemporâneas: o tempo e sua velocidade, a herança escatológica do século XX, a fragilidade humana diante do poder da linguagem, uma filosofia íntima e irónica do quotidiano que é, quase sempre, o lugar onde a verdade se esconde. Entre Partidas e Chegadas, os poemas atravessam museus, cidades, fronteiras, hotéis, mas também casas, rotinas, obstáculos e perdas como se cada poema fosse um gesto ético, e cada objeto o pórtico para uma pequena interrogação metafísica. A compaixão irónica e melancólica com que o autor observa o mundo ganha, nestes tempos, uma acuidade inesperada: Você Está Aqui relembra-nos como a História continua a infiltrar-se no presente, e de que modo o quotidiano, em particular o mais vulnerável, é o campo de forças onde se disputam sentido, memória e identidade. «Impressiona tanta memória e presença. É como se estivéssemos diante de uma radiografia do mundo.» Stefano Serri, no prefácio à edição italiana (Tu Sei Qui). «Em cada poema que escreve, a vida salva-se.» José Ángel Cilleruelo «O seu estilo suave, mas disciplinado, além da concentração no quotidiano, contribuem para o sucesso com que nos transmite o amor e a mágoa.» Landeg White, The Times Literary Supplement «Um trabalho oficinal quase sempre minucioso, feito verso a verso, com parêntesis que comentam e modulam e com fórmulas inesperadas.» Pedro Mexia
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 72
Sinopse: A Graça Magalhães é poeta. Na sua linguagem pensada, trabalhada, nas suas metáforas, subtis e delicadas, diretas e violentas, na convocação dos diferentes elementos da natureza, quer ao serviço da profunda componente visual da sua poesia, quer na exploração simbólica desses mesmos elementos de significado intemporal. A Graça Magalhães é poeta. Nos seus poemas, no seu intento da fixação do que é efémero, que toda a arte persegue.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Uma antologia que reúne um poema de cada um dos poetas publicados na Dom Quixote ao longo dos seus 60 anos de livros. Projectada no âmbito das comemorações do 60.º aniversário das Publicações Dom Quixote, a presente antologia não pretende ser outra coisa senão a demonstração viva de como, desde a sua fundação por Snu Abecassis, em 1965, até ao presente, a Editora tem permanentemente demonstrado um empenhamento sério na divulgação da poesia. No tempo de Snu (com a ajuda «invisível» de Fernando Assis Pacheco), os Cadernos de Poesia marcaram uma época da edição portuguesa, tendo neles sido publicados poetas como Carlos de Oliveira, Alexandre ONeill, Armando Silva Carvalho, David Mourão-Ferreira, Ruy Belo, Egito Gonçalves, Natália Correia, António Ramos Rosa, Sophia de Mello Breyner, Maria Teresa Horta, Herberto Helder, Gastão Cruz ou Nuno Júdice, com a particularidade de este último, com A Noção de Poema, ter aí feito a sua estreia poética. Mas mesmo depois, ao longo das sucessivas alterações de propriedade, nunca a Dom Quixote deixou de parte a poesia; pelo contrário, foi sempre enriquecendo o seu catálogo, que conta hoje, além de alguns clássicos, com «autores residentes» como Manuel Alegre, Fernando Pinto do Amaral ou Nuno Júdice. E com o nome deste último criou, em 2025, um Prémio de Poesia que homenageia um poeta que «nasceu» na casa e que, muitos anos depois, fez dela o seu definitivo «porto de abrigo».
