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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Catarina de Aragão nasce Catarina, infanta da Espanha, filha mais nova dos Reis Católicos. Aos três anos foi prometida ao príncipe Artur, filho e herdeiro de Henrique VII de Inglaterra, e é educada para se tornar princesa de Gales. Sabe que o seu destino é reinar sobre aquela terra distante, húmida e fria. A sua fé é posta à prova quando o futuro sogro a recebe no novo país afrontando-a; Artur parece ser pouco mais do que uma criança; a comida não é boa e os costumes são vulgares. Lentamente, adapta-se à corte Tudor, e a vida como mulher de Artur torna-se suportável. De forma inesperada, neste casamento combinado nasce um amor terno e apaixonado. Mas, quando Artur morre, Catarina tem de lutar pelo futuro: como pode ser rainha da Inglaterra e fundar uma dinastia? Só casando como irmão mais novo de Artur, o alegre, mas mimado Henrique. O pai e a avó de Henrique são contra e os poderosos pais de Catarina revelam-se de pouca utilidade. No entanto, Catarina possui um espírito lutador é indomável e fará tudo para alcançar o seu objectivo; mesmo que tal implique contar a maior das mentiras e mantê-la.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Catarina de Aragão nasce Catarina, infanta da Espanha, filha mais nova dos Reis Católicos. Aos três anos foi prometida ao príncipe Artur, filho e herdeiro de Henrique VII de Inglaterra, e é educada para se tornar princesa de Gales. Sabe que o seu destino é reinar sobre aquela terra distante, húmida e fria. A sua fé é posta à prova quando o futuro sogro a recebe no novo país afrontando-a; Artur parece ser pouco mais do que uma criança; a comida não é boa e os costumes são vulgares. Lentamente, adapta-se à corte Tudor, e a vida como mulher de Artur torna-se suportável. De forma inesperada, neste casamento combinado nasce um amor terno e apaixonado. Mas, quando Artur morre, Catarina tem de lutar pelo futuro: como pode ser rainha da Inglaterra e fundar uma dinastia? Só casando como irmão mais novo de Artur, o alegre, mas mimado Henrique. O pai e a avó de Henrique são contra e os poderosos pais de Catarina revelam-se de pouca utilidade. No entanto, Catarina possui um espírito lutador é indomável e fará tudo para alcançar o seu objectivo; mesmo que tal implique contar a maior das mentiras e mantê-la.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Olhando para aqueles que o aplaudiam em frente da Assembleia Nacional, Marcello Caetano não podia deixar de pensar que tudo aquilo era um equívoco. Planeara reformar o Estado Novo - e os que ali estavam eram precisamente os que pretendiam que nada mudasse, eram os que o vaiariam se pretendesse encontrar uma saída para a guerra, eram os que exigiam que em Portugal e nas colónias tudo continuasse na mesma. Desgraçadamente, os que desejavam a mudança tinham- se afastado dele, deixando-o só, entregue ao inimigo. A Primavera acabara há muito e já chegara o Inverno.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Olhando para aqueles que o aplaudiam em frente da Assembleia Nacional, Marcello Caetano não podia deixar de pensar que tudo aquilo era um equívoco. Planeara reformar o Estado Novo - e os que ali estavam eram precisamente os que pretendiam que nada mudasse, eram os que o vaiariam se pretendesse encontrar uma saída para a guerra, eram os que exigiam que em Portugal e nas colónias tudo continuasse na mesma. Desgraçadamente, os que desejavam a mudança tinham- se afastado dele, deixando-o só, entregue ao inimigo. A Primavera acabara há muito e já chegara o Inverno.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 348
Sinopse:
"Uma seleção de textos representativos do pensamento do Padre António Vieira sobre a escravatura. Esta seleção acompanha, essencialmente, três momentos do complexo e diversificado percurso de vida de Vieira: o começo da sua atividade como pregador, ainda na Baía, durante a década de 30 do século XVII; a contenda com os colonos do Maranhão, acerca da escravatura dos ameríndios, entre a sua partida para esta região, em 1653, até à expulsão dos padres da Companhia, em 1661; a sua presença na Baía, a partir de 1681 até ao final da sua vida, em 1697, nomeadamente desempenhando o cargo de Visitador Geral das missões do Brasil, a partir de 1688." da Introdução
Nº Páginas: 348
Sinopse:
"Uma seleção de textos representativos do pensamento do Padre António Vieira sobre a escravatura. Esta seleção acompanha, essencialmente, três momentos do complexo e diversificado percurso de vida de Vieira: o começo da sua atividade como pregador, ainda na Baía, durante a década de 30 do século XVII; a contenda com os colonos do Maranhão, acerca da escravatura dos ameríndios, entre a sua partida para esta região, em 1653, até à expulsão dos padres da Companhia, em 1661; a sua presença na Baía, a partir de 1681 até ao final da sua vida, em 1697, nomeadamente desempenhando o cargo de Visitador Geral das missões do Brasil, a partir de 1688." da Introdução
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Oito autores dão voz a Cabinda em oito ensaios, mostrando diferentes perspectivas sobre a questão e o estatuto do território. Esta é uma importante parte da história do enclave, contada por quem a viveu e a analisa. Três dos autores estiveram presos pela tomada de posição em defesa dos direitos humanos e foram, mais tarde, considerados prisioneiros de consciência pela Amnistia Internacional. Um vive há décadas no exílio. E se as autoridades angolanas dizem que não há guerra nem guerrilha em Cabinda, alguns autores falam em confrontos violentos e em notícias de assassínios e raptos, perseguição de activistas e religiosos, impedimento de realização de manifestações e imprensa limitada. Nesta obra, aborda-se a formação do território sob perspectivas históricas e jurídicas, defende-se o direito e dever de resistência contra a ocupação, fala-se de Che Guevara como "pai espiritual" da intervenção cubana em Cabinda, analisa-se o tratamento dado por Portugal durante a presidência de Cavaco Silva, descreve-se a forma como Cabinda é referida na imprensa angolana e analisa-se, ainda, o significado político e jurídico do Tratado de Simulambuco. A obra é ricamente documentada, para que a memória dos que lutam pela paz no território não se apague.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Oito autores dão voz a Cabinda em oito ensaios, mostrando diferentes perspectivas sobre a questão e o estatuto do território. Esta é uma importante parte da história do enclave, contada por quem a viveu e a analisa. Três dos autores estiveram presos pela tomada de posição em defesa dos direitos humanos e foram, mais tarde, considerados prisioneiros de consciência pela Amnistia Internacional. Um vive há décadas no exílio. E se as autoridades angolanas dizem que não há guerra nem guerrilha em Cabinda, alguns autores falam em confrontos violentos e em notícias de assassínios e raptos, perseguição de activistas e religiosos, impedimento de realização de manifestações e imprensa limitada. Nesta obra, aborda-se a formação do território sob perspectivas históricas e jurídicas, defende-se o direito e dever de resistência contra a ocupação, fala-se de Che Guevara como "pai espiritual" da intervenção cubana em Cabinda, analisa-se o tratamento dado por Portugal durante a presidência de Cavaco Silva, descreve-se a forma como Cabinda é referida na imprensa angolana e analisa-se, ainda, o significado político e jurídico do Tratado de Simulambuco. A obra é ricamente documentada, para que a memória dos que lutam pela paz no território não se apague.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Tudo o que precisa de saber sobre a história do mundo Do Big Bang ao início da vida, do nascimento das civilizações à atualidade, das primeiras ferramentas à era da Internet, passando pelas descobertas científicas e pelas grandes revoluções sociais e políticas, este é o livro que explica a nossa origem e o modo como chegámos até aqui. Combinando conhecimentos de Astronomia, Física e Biologia, além de registos arqueológicos e antropológicos, este compêndio de breves crónicas apresenta as respostas para a criação do Universo, a formação dos planetas e o desenvolvimento da vida, ajudando-nos a entender o papel do homem na história do mundo. O resultado é uma obra essencial que nos ajuda a perceber melhor o mundo e o ser humano.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Tudo o que precisa de saber sobre a história do mundo Do Big Bang ao início da vida, do nascimento das civilizações à atualidade, das primeiras ferramentas à era da Internet, passando pelas descobertas científicas e pelas grandes revoluções sociais e políticas, este é o livro que explica a nossa origem e o modo como chegámos até aqui. Combinando conhecimentos de Astronomia, Física e Biologia, além de registos arqueológicos e antropológicos, este compêndio de breves crónicas apresenta as respostas para a criação do Universo, a formação dos planetas e o desenvolvimento da vida, ajudando-nos a entender o papel do homem na história do mundo. O resultado é uma obra essencial que nos ajuda a perceber melhor o mundo e o ser humano.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma narrativa da humanidade em 50 lugares, da pré-história à atualidade. Mais do que uma viagem no tempo, este livro é um périplo por todos os continentes: do desfiladeiro do Olduvai, na Tanzânia — onde se encontraram as mais antigas ferramentas produzidas pelo Homem —, ao CERN — criado para o estudo da física de partículas —, sem esquecer uma visita ao rio Nilo, a Hollywood, à Zona Desmilitarizada da Coreia, ao Polo Sul, ao Palácio de Versalhes e, claro está, à paróquia de Santa Maria de Belém, para sempre associada à ascensão de Portugal a potência mundial nos séculos XV e XVI. Trata-se de uma viagem aos 50 lugares mais marcantes da História, que trouxeram importantes mudanças na ciência, economia, religião, arte e sociedade em geral, não esquecendo também personagens primordiais como Buda, Gengis Khan, Nelson Mandela ou Alexandre, o Grande. Se conhecer o passado é fundamental para preparar o futuro, esta obra encerra nas suas páginas uma viagem à vida do Homem, desde a sua génese até aos dias de hoje, oferecendo-nos uma perspetiva inovadora da evolução da humanidade.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma narrativa da humanidade em 50 lugares, da pré-história à atualidade. Mais do que uma viagem no tempo, este livro é um périplo por todos os continentes: do desfiladeiro do Olduvai, na Tanzânia — onde se encontraram as mais antigas ferramentas produzidas pelo Homem —, ao CERN — criado para o estudo da física de partículas —, sem esquecer uma visita ao rio Nilo, a Hollywood, à Zona Desmilitarizada da Coreia, ao Polo Sul, ao Palácio de Versalhes e, claro está, à paróquia de Santa Maria de Belém, para sempre associada à ascensão de Portugal a potência mundial nos séculos XV e XVI. Trata-se de uma viagem aos 50 lugares mais marcantes da História, que trouxeram importantes mudanças na ciência, economia, religião, arte e sociedade em geral, não esquecendo também personagens primordiais como Buda, Gengis Khan, Nelson Mandela ou Alexandre, o Grande. Se conhecer o passado é fundamental para preparar o futuro, esta obra encerra nas suas páginas uma viagem à vida do Homem, desde a sua génese até aos dias de hoje, oferecendo-nos uma perspetiva inovadora da evolução da humanidade.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Vivemos numa era "pós-ideológica". Mas quando assistimos aos noticiários televisivos ouvimos líderes políticos que falam sobre sociedades "avançadas", especialistas em geopolítica que sugerem intervenções "humanitárias", e pivôs de telejornais que classificam um homicídio como "bárbaro". Que significa tudo isto? Numa obra abrangente, Rolf Petri revela como a linguagem política quotidiana está repleta de representações ideológicas do mundo, e situa-as numa narrativa histórica acessível. Da secularização da Europa e do projeto iluminista de "civilização" à preocupação contemporânea com catástrofes ideológicas ou com o fim da história, este livro distingue os elementos nucleares da ideologia ocidental. Chamando a atenção para o carácter ideológico da mundivisão ocidental, e para as suas falhas e limitações, este livro adverte para os perigos que decorrem da arrogância das mentalidades.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Vivemos numa era "pós-ideológica". Mas quando assistimos aos noticiários televisivos ouvimos líderes políticos que falam sobre sociedades "avançadas", especialistas em geopolítica que sugerem intervenções "humanitárias", e pivôs de telejornais que classificam um homicídio como "bárbaro". Que significa tudo isto? Numa obra abrangente, Rolf Petri revela como a linguagem política quotidiana está repleta de representações ideológicas do mundo, e situa-as numa narrativa histórica acessível. Da secularização da Europa e do projeto iluminista de "civilização" à preocupação contemporânea com catástrofes ideológicas ou com o fim da história, este livro distingue os elementos nucleares da ideologia ocidental. Chamando a atenção para o carácter ideológico da mundivisão ocidental, e para as suas falhas e limitações, este livro adverte para os perigos que decorrem da arrogância das mentalidades.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A civilização europeia não é a mais antiga da história universal, porém é única e irrepetível porque soube impor-se como nenhuma outra antes. Navegou, lutou, conquistou, evangelizou. Agiu quando mais ninguém arriscou, pelo que a história da evolução humana confunde-se com a europeia. Hoje, todos os países à face da Terra usam as descobertas científicas e as tecnologias de origem europeia. Este livro expõe - resumidamente como poucos -, toda a História da Europa. É um livro obrigatório em qualquer biblioteca.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A civilização europeia não é a mais antiga da história universal, porém é única e irrepetível porque soube impor-se como nenhuma outra antes. Navegou, lutou, conquistou, evangelizou. Agiu quando mais ninguém arriscou, pelo que a história da evolução humana confunde-se com a europeia. Hoje, todos os países à face da Terra usam as descobertas científicas e as tecnologias de origem europeia. Este livro expõe - resumidamente como poucos -, toda a História da Europa. É um livro obrigatório em qualquer biblioteca.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O autor do "Dicionário de Insultos", num registo leve e irónico (e ao mesmo tempo rigoroso e pormenorizado) dá-nos a conhecer factos desconhecidos, personagens míticas e aventuras absolutamente fascinantes da época da Expansão Portuguesa que nem sempre correram bem. São 30 histórias personificadas por reis e rainhas, descobridores/navegadores, espiões, exploradores, mas também gente do povo, anónimos e até animais.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O autor do "Dicionário de Insultos", num registo leve e irónico (e ao mesmo tempo rigoroso e pormenorizado) dá-nos a conhecer factos desconhecidos, personagens míticas e aventuras absolutamente fascinantes da época da Expansão Portuguesa que nem sempre correram bem. São 30 histórias personificadas por reis e rainhas, descobridores/navegadores, espiões, exploradores, mas também gente do povo, anónimos e até animais.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Autocolantes da Frente de Unidade Revolucionária: novo livro da Colecção Ephemera, de José Pacheco Pereira. Num período muito turbulento da revolução portuguesa, com alguns dos militares responsáveis pelo 25 de Abril a quererem desviar-se do PREC, nasce, a 25 de Agosto de 1975, a Frente de Unidade Revolucionária (FUR), uma aliança entre diferentes organizações, focada no apoio ao V Governo Provisório. Na sequência da publicação de um primeiro catálogo de autocolantes (do PPD), apresentam-se agora os autocolantes produzidos por estas organizações entre 1974 e 1980, materiais que se integram no seu histórico esforço de propaganda e de manifestações, e que revelam causas tão diversas como a celebração das personalidades revolucionárias latino-americanas (Che Guevara, Fidel Castro, Carlos Marighella) ou ainda o combate ao franquismo em Espanha.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Autocolantes da Frente de Unidade Revolucionária: novo livro da Colecção Ephemera, de José Pacheco Pereira. Num período muito turbulento da revolução portuguesa, com alguns dos militares responsáveis pelo 25 de Abril a quererem desviar-se do PREC, nasce, a 25 de Agosto de 1975, a Frente de Unidade Revolucionária (FUR), uma aliança entre diferentes organizações, focada no apoio ao V Governo Provisório. Na sequência da publicação de um primeiro catálogo de autocolantes (do PPD), apresentam-se agora os autocolantes produzidos por estas organizações entre 1974 e 1980, materiais que se integram no seu histórico esforço de propaganda e de manifestações, e que revelam causas tão diversas como a celebração das personalidades revolucionárias latino-americanas (Che Guevara, Fidel Castro, Carlos Marighella) ou ainda o combate ao franquismo em Espanha.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Os autocolantes são uma das marcas visuais mais impressivas da democracia portuguesa e da liberdade política conquistada em 25 de Abril de 1974. Representam uma manifestação de identidade - eu pertenço a este partido, a este grupo, a esta associação, eu apoio este candidato, eu suporto esta causa. Serviram, na sua época, para financiar e, com o tempo, para coleccionar. Há milhares de autocolantes diferentes. São um retrato do grafismo político na sua versão mais minimalista, mas também mais diversificada. Esta publicação é o primeiro catálogo alguma vez feito dos autocolantes portugueses, inventariando os autocolantes produzidos pelo Partido Popular Democrático (PPD) entre 1974 e 1976, ano em que mudou de nome para Partido Social Democrata (PSD). Como partido nascido da democracia, o PPD teve de escolher o nome, o símbolo e a cor. Os autocolantes contam essa história.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Os autocolantes são uma das marcas visuais mais impressivas da democracia portuguesa e da liberdade política conquistada em 25 de Abril de 1974. Representam uma manifestação de identidade - eu pertenço a este partido, a este grupo, a esta associação, eu apoio este candidato, eu suporto esta causa. Serviram, na sua época, para financiar e, com o tempo, para coleccionar. Há milhares de autocolantes diferentes. São um retrato do grafismo político na sua versão mais minimalista, mas também mais diversificada. Esta publicação é o primeiro catálogo alguma vez feito dos autocolantes portugueses, inventariando os autocolantes produzidos pelo Partido Popular Democrático (PPD) entre 1974 e 1976, ano em que mudou de nome para Partido Social Democrata (PSD). Como partido nascido da democracia, o PPD teve de escolher o nome, o símbolo e a cor. Os autocolantes contam essa história.
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