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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Este livro conta uma história que se passou há mais de 40 anos. Entre 1975 e 1976, o essencial do Alentejo agrário produtivo mudou de mãos. Mais de um milhão de hectares e explorações agrícolas foram ocupados pelos trabalhadores organizados em sindicatos e unidades colectivas de produção. Tudo se passou sob a orientação do Partido Comunista Português, com o apoio das unidades militares da região, do governo, dos funcionários do Ministério da Agricultura e de outros grupos políticos de menor importância. Foi um processo revolucionário rápido que usou de intimidação e terror, mas não, graças à presença das forças armadas, de violência física.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Este livro conta uma história que se passou há mais de 40 anos. Entre 1975 e 1976, o essencial do Alentejo agrário produtivo mudou de mãos. Mais de um milhão de hectares e explorações agrícolas foram ocupados pelos trabalhadores organizados em sindicatos e unidades colectivas de produção. Tudo se passou sob a orientação do Partido Comunista Português, com o apoio das unidades militares da região, do governo, dos funcionários do Ministério da Agricultura e de outros grupos políticos de menor importância. Foi um processo revolucionário rápido que usou de intimidação e terror, mas não, graças à presença das forças armadas, de violência física.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Entre 1934 e 1943, um casal de namorados, Alfredo e Maria de Lourdes, escreveu mais de seiscentas cartas, recentemente encontradas no lixo. Ela era costureira, ele, empregado de escritório. Apesar de namorarem e depois casarem, passam muito pouco tempo juntos, encontrando nas cartas uma forma de comunicar. Ela escreve com muitos erros de ortografia, ele escreve melhor. Falam dos seus encontros e desencontros, da vida comum de pessoas comuns, do muito cinema que vêem, dos poucos livros que lêem, das festas a que vão. Fora do seu pequeno mundo, o que acontece pouco lhes interessa. Falam também da "embriaguez", ou seja, do sexo, sobre o qual ele sabe demais e ela parece saber de menos. Não há nada de excepcional nas suas vidas e nas suas cartas, salvo constituírem um testemunho único e real da vida dos portugueses comuns. Também por isso, quando se começa a ler estas cartas, não se consegue parar.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Entre 1934 e 1943, um casal de namorados, Alfredo e Maria de Lourdes, escreveu mais de seiscentas cartas, recentemente encontradas no lixo. Ela era costureira, ele, empregado de escritório. Apesar de namorarem e depois casarem, passam muito pouco tempo juntos, encontrando nas cartas uma forma de comunicar. Ela escreve com muitos erros de ortografia, ele escreve melhor. Falam dos seus encontros e desencontros, da vida comum de pessoas comuns, do muito cinema que vêem, dos poucos livros que lêem, das festas a que vão. Fora do seu pequeno mundo, o que acontece pouco lhes interessa. Falam também da "embriaguez", ou seja, do sexo, sobre o qual ele sabe demais e ela parece saber de menos. Não há nada de excepcional nas suas vidas e nas suas cartas, salvo constituírem um testemunho único e real da vida dos portugueses comuns. Também por isso, quando se começa a ler estas cartas, não se consegue parar.
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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 294
Sinopse:
A biografia de uma personagem apaixonante que pôs Portugal nas primeiras páginas dos jornais em todo o mundo. Artur Virgílio Alves Reis nasceu em Lisboa em 1898. De origens modestas, começou a ter contacto com os problemas económicos ao ver o negócio do pai, cangalheiro de profissão, irem por água abaixo, obrigando-o a desistir do curso de Engenharia. Todavia a enorme vontade de vencer na vida e uma imensa capacidade de transformar a realidade não o deixam desanimar. Com apenas 17 anos casa com Maria Luisa Jacobetti de Azevedo. Graças às influências da família da mulher e de um diploma falso emitido por uma faculdade de Oxford que não existia consegue o lugar de director na Companhia dos Caminhos-de-Ferro de Moçâmedes. No regresso a Lisboa compra uma empresa de ferroviária em Angola com um cheque sem cobertura. Preso numa cadeia do Porto, aproveita os quase dois meses de prisão para idealizar a maior burla que Portugal conheceu: a falsificação de dois milhões de notas de 500$00. Mas não se fica por aqui: Alves Reis compra empresas de automóveis e companhias mineiras, funda bancos, falsifica contratos, revelando não apenas uma personalidade dotada de raro engenho, como apresentando-se ao leitor como uma personagem invulgarmente fascinante.
Nº Páginas: 294
Sinopse:
A biografia de uma personagem apaixonante que pôs Portugal nas primeiras páginas dos jornais em todo o mundo. Artur Virgílio Alves Reis nasceu em Lisboa em 1898. De origens modestas, começou a ter contacto com os problemas económicos ao ver o negócio do pai, cangalheiro de profissão, irem por água abaixo, obrigando-o a desistir do curso de Engenharia. Todavia a enorme vontade de vencer na vida e uma imensa capacidade de transformar a realidade não o deixam desanimar. Com apenas 17 anos casa com Maria Luisa Jacobetti de Azevedo. Graças às influências da família da mulher e de um diploma falso emitido por uma faculdade de Oxford que não existia consegue o lugar de director na Companhia dos Caminhos-de-Ferro de Moçâmedes. No regresso a Lisboa compra uma empresa de ferroviária em Angola com um cheque sem cobertura. Preso numa cadeia do Porto, aproveita os quase dois meses de prisão para idealizar a maior burla que Portugal conheceu: a falsificação de dois milhões de notas de 500$00. Mas não se fica por aqui: Alves Reis compra empresas de automóveis e companhias mineiras, funda bancos, falsifica contratos, revelando não apenas uma personalidade dotada de raro engenho, como apresentando-se ao leitor como uma personagem invulgarmente fascinante.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Viaje no tempo e descubra os momentos e as figuras que marcaram a História de Portugal em cada mês do ano. De Janeiro a Dezembro, o professor José Martinho Gaspar revela a origem do mês correspondente e apresenta secções informativas e curiosas relacionadas com o respectivo mês: - Este dia na História - Neste mês nasceu… - Nunca mais fomos os mesmos - A figura do mês - A batalha do mês - O acordo - Cultura | Sociedade - Curiosidade - Dos fracos não reza a História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Viaje no tempo e descubra os momentos e as figuras que marcaram a História de Portugal em cada mês do ano. De Janeiro a Dezembro, o professor José Martinho Gaspar revela a origem do mês correspondente e apresenta secções informativas e curiosas relacionadas com o respectivo mês: - Este dia na História - Neste mês nasceu… - Nunca mais fomos os mesmos - A figura do mês - A batalha do mês - O acordo - Cultura | Sociedade - Curiosidade - Dos fracos não reza a História.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 464
Sinopse:
No seu primeiro romance épico desde Pássaros Feridos, Colleen McCullough narra a apaixonante história de dois pares de gémeas, tendo como cenário a Austrália dos anos 20 e 30. Todas elas se formam em enfermagem, mas cada uma tem as suas próprias ambições. As quatro irmãs Latimer não podiam ser mais próximas, mas cada uma delas tem os seus próprios sonhos: Edda quer ser médica, Tufts quer organizar tudo, a Grace ninguém pode dizer que caminho deve seguir e Kitty quer ser conhecida por outra coisa que não a sua beleza. São famosas na Nova Gales do Sul pela sua beleza e ambição, bem como pelo seu espírito, mas, à medida que se aproximam da maturidade, as perspetivas limitadas da vida que as espera é desmoralizante. Decidem inscrever-se todas juntas numa formação em enfermagem, uma nova opção para as mulheres que até então se tinham visto limitadas ao papel de esposas e mães. As irmãs Latimer irão conhecer novas pessoas e encontrar desafios que em muito contribuirão para o seu amadurecimento e independência. Conhecerão homens de todos os quadrantes sociais, agricultores, colegas no hospital e até homens com cargos públicos e políticos, e cada uma das irmãs terá de avaliar as suas decisões e aquilo que é para si mais importante. O resultado é por vezes feliz, outras arrasador, mas sempre… agridoce.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
No seu primeiro romance épico desde Pássaros Feridos, Colleen McCullough narra a apaixonante história de dois pares de gémeas, tendo como cenário a Austrália dos anos 20 e 30. Todas elas se formam em enfermagem, mas cada uma tem as suas próprias ambições. As quatro irmãs Latimer não podiam ser mais próximas, mas cada uma delas tem os seus próprios sonhos: Edda quer ser médica, Tufts quer organizar tudo, a Grace ninguém pode dizer que caminho deve seguir e Kitty quer ser conhecida por outra coisa que não a sua beleza. São famosas na Nova Gales do Sul pela sua beleza e ambição, bem como pelo seu espírito, mas, à medida que se aproximam da maturidade, as perspetivas limitadas da vida que as espera é desmoralizante. Decidem inscrever-se todas juntas numa formação em enfermagem, uma nova opção para as mulheres que até então se tinham visto limitadas ao papel de esposas e mães. As irmãs Latimer irão conhecer novas pessoas e encontrar desafios que em muito contribuirão para o seu amadurecimento e independência. Conhecerão homens de todos os quadrantes sociais, agricultores, colegas no hospital e até homens com cargos públicos e políticos, e cada uma das irmãs terá de avaliar as suas decisões e aquilo que é para si mais importante. O resultado é por vezes feliz, outras arrasador, mas sempre… agridoce.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corte, cruzada e império "Afonso de Albuquerque é uma das personalidades históricas mais afamadas em Portugal, mercê da atração multissecular que foi capaz de gerar. Por um lado, há o papel fulcral por ele desempenhado no estabelecimento da presença portuguesa na Ásia, nos alvores da era quinhentista, e, por outro, a riqueza e a densidade psicológicas que lhe assistiam. Com efeito, Albuquerque surge ligado à matéria dos Descobrimentos e das subsequentes dinâmicas de expansão levadas a cabo pelos portugueses além-mar, a qual se reveste de importância intrínseca e insofismável, tanto no contexto da história nacional como no da história global."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corte, cruzada e império "Afonso de Albuquerque é uma das personalidades históricas mais afamadas em Portugal, mercê da atração multissecular que foi capaz de gerar. Por um lado, há o papel fulcral por ele desempenhado no estabelecimento da presença portuguesa na Ásia, nos alvores da era quinhentista, e, por outro, a riqueza e a densidade psicológicas que lhe assistiam. Com efeito, Albuquerque surge ligado à matéria dos Descobrimentos e das subsequentes dinâmicas de expansão levadas a cabo pelos portugueses além-mar, a qual se reveste de importância intrínseca e insofismável, tanto no contexto da história nacional como no da história global."
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que "as grandes famílias" pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que "as grandes famílias" pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga. O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do "ciclo humano da família real" proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte. Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos. Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga. O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do "ciclo humano da família real" proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte. Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos. Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro que permite ficar a conhecer os principais acontecimentos da História de Portugal bem como o percusro e os feitos dos Reis e Rainhas que governaram o nosso país durante mais de sete séculos. Com quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro que permite ficar a conhecer os principais acontecimentos da História de Portugal bem como o percusro e os feitos dos Reis e Rainhas que governaram o nosso país durante mais de sete séculos. Com quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações. Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que "o Português" construiu casa e fortuna e se tornou "Don José". Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira. "Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando." Do Prólogo
Nº Páginas: 280
Sinopse:
José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações. Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que "o Português" construiu casa e fortuna e se tornou "Don José". Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira. "Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando." Do Prólogo
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
As Schutzstaffel surgiram da obsessão de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler de impedir a repetição do que eles consideravam ser a perfídia da capitulação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Constituídas enquanto um corpo de elite de soldados politicamente evoluídos, o seu objectivo principal era prevenir o enfraquecimento do Partido Nazi através da neutralização dos seus inimigos. Esta obra perturbadora de Robert Lewis Koehl revela não apenas a forma como estes soldados pretensamente superiores combateram ao lado da Wehrmacht na Segunda Guerra Mundial (tendo sofrido mais de um milhão de mortos), mas também como constituíram a principal força de ocupação em vários territórios conquistados, dirigiram o sistema de campos de concentração, atuaram no interior do Reich enquanto polícia secreta e eram os artífices de um projeto cultural sem precedentes que incluía desde escavações arqueológicas na Alemanha até expedições no Tibete.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
As Schutzstaffel surgiram da obsessão de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler de impedir a repetição do que eles consideravam ser a perfídia da capitulação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Constituídas enquanto um corpo de elite de soldados politicamente evoluídos, o seu objectivo principal era prevenir o enfraquecimento do Partido Nazi através da neutralização dos seus inimigos. Esta obra perturbadora de Robert Lewis Koehl revela não apenas a forma como estes soldados pretensamente superiores combateram ao lado da Wehrmacht na Segunda Guerra Mundial (tendo sofrido mais de um milhão de mortos), mas também como constituíram a principal força de ocupação em vários territórios conquistados, dirigiram o sistema de campos de concentração, atuaram no interior do Reich enquanto polícia secreta e eram os artífices de um projeto cultural sem precedentes que incluía desde escavações arqueológicas na Alemanha até expedições no Tibete.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Pode o amor mudar o curso da História? Bin Rahhal, o braço-direito do vizir do Bahrein, era um homem particularmente atraente - e o seu olhar, misterioso e intenso, parecia mergulhar na própria alma. Halima era uma jovem mulher de uma beleza excecional. Alta e esbelta, de olhos brilhantes e longos cabelos negros, uma princesa de Ormuz. Quando os olhos de ambos se cruzaram, Bin Rahhal ficou enfeitiçado. O rosto da princesa gravou-se na sua mente, e desde então ela nunca mais lhe saiu do pensamento. Mas Halima, ponderada, tentou resistir àquele estranho, de outras terras. Na Arábia vivem-se tempos de incerteza. Cada vez mais, ouvem-se os rumores de avistamentos de navios com as velas brancas com a Cruz de Cristo. A chegada dos portugueses ao Oriente, que põe em evidência as diferenças culturais, ameaça pôr fim ao modo de vida árabe e mudará de forma drástica a história de amor entre Bin Rahhal e Halima.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Pode o amor mudar o curso da História? Bin Rahhal, o braço-direito do vizir do Bahrein, era um homem particularmente atraente - e o seu olhar, misterioso e intenso, parecia mergulhar na própria alma. Halima era uma jovem mulher de uma beleza excecional. Alta e esbelta, de olhos brilhantes e longos cabelos negros, uma princesa de Ormuz. Quando os olhos de ambos se cruzaram, Bin Rahhal ficou enfeitiçado. O rosto da princesa gravou-se na sua mente, e desde então ela nunca mais lhe saiu do pensamento. Mas Halima, ponderada, tentou resistir àquele estranho, de outras terras. Na Arábia vivem-se tempos de incerteza. Cada vez mais, ouvem-se os rumores de avistamentos de navios com as velas brancas com a Cruz de Cristo. A chegada dos portugueses ao Oriente, que põe em evidência as diferenças culturais, ameaça pôr fim ao modo de vida árabe e mudará de forma drástica a história de amor entre Bin Rahhal e Halima.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Todos conhecemos Marcello Caetano, o delfim e sucessor de Salazar que marcou os últimos anos do Estado Novo. Mas, se foi possível acompanhar a vida pública deste Presidente do Conselho durante o período mais negro da Guerra Colonial, a sua vida privada permaneceu um mistério, ao ponto de a maioria dos portugueses só ter ouvido falar da sua mulher, Teresa de Barros, no dia do anúncio oficial da sua morte. Orlando Raimundo - o jornalista que descobriu nos Arquivos de Salazar um documento de grande interesse, de início atribuído a Franco Nogueira (mas que veio a saber-se ser de André Gonçalves Pereira), propondo abdicar das colónias menos importantes para resistir em Angola e Moçambique - vem, neste seu ensaio biográfico, penetrar nos bastidores da história de Marcello Caetano para nos revelar as suas origens modestas, a ajuda dos amigos na sua formação, o núcleo de pressão que o levou ao poder, o drama vivido com a doença da mulher, a forma como a filha, Ana Maria Caetano, foi condenada a assumir o papel de primeira-dama - desistindo de um casamento com um advogado de grande prestígio - e, por fim, as determinações frias e racionais sobre a questão colonial que acabaram por levar à queda do regime em 1974 e ao seu exílio no Brasil.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Todos conhecemos Marcello Caetano, o delfim e sucessor de Salazar que marcou os últimos anos do Estado Novo. Mas, se foi possível acompanhar a vida pública deste Presidente do Conselho durante o período mais negro da Guerra Colonial, a sua vida privada permaneceu um mistério, ao ponto de a maioria dos portugueses só ter ouvido falar da sua mulher, Teresa de Barros, no dia do anúncio oficial da sua morte. Orlando Raimundo - o jornalista que descobriu nos Arquivos de Salazar um documento de grande interesse, de início atribuído a Franco Nogueira (mas que veio a saber-se ser de André Gonçalves Pereira), propondo abdicar das colónias menos importantes para resistir em Angola e Moçambique - vem, neste seu ensaio biográfico, penetrar nos bastidores da história de Marcello Caetano para nos revelar as suas origens modestas, a ajuda dos amigos na sua formação, o núcleo de pressão que o levou ao poder, o drama vivido com a doença da mulher, a forma como a filha, Ana Maria Caetano, foi condenada a assumir o papel de primeira-dama - desistindo de um casamento com um advogado de grande prestígio - e, por fim, as determinações frias e racionais sobre a questão colonial que acabaram por levar à queda do regime em 1974 e ao seu exílio no Brasil.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 808
Sinopse:
Mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida nos 2174 dias de duração da II Guerra Mundial. Os Aliados venceram. Mas poderia o Eixo, com uma estratégia diferente, ter ganho? O galardoado historiador Andrew Roberts parte desta nova e intrigante premissa. E coloca a questão: Os generais alemães, tão rápidos a culpar Hitler pela derrota, poderiam ter conduzido a guerra de modo diferente? Da Frente Ocidental ao Norte de África, do Mar Báltico ao Extremo Oriente, o autor conta-nos a história da guerra - as grandes estratégias e as experiências individuais, a crueldade e o heroísmo - como nunca antes foi contada. E revela numerosos documentos inéditos - como a carta de apoio de Werner von Blomberg que proporcionou poder total a Hitler; ou a Ordem de Paragem de Hitler que permitiu o Milagre de Dunquerque.
Nº Páginas: 808
Sinopse:
Mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida nos 2174 dias de duração da II Guerra Mundial. Os Aliados venceram. Mas poderia o Eixo, com uma estratégia diferente, ter ganho? O galardoado historiador Andrew Roberts parte desta nova e intrigante premissa. E coloca a questão: Os generais alemães, tão rápidos a culpar Hitler pela derrota, poderiam ter conduzido a guerra de modo diferente? Da Frente Ocidental ao Norte de África, do Mar Báltico ao Extremo Oriente, o autor conta-nos a história da guerra - as grandes estratégias e as experiências individuais, a crueldade e o heroísmo - como nunca antes foi contada. E revela numerosos documentos inéditos - como a carta de apoio de Werner von Blomberg que proporcionou poder total a Hitler; ou a Ordem de Paragem de Hitler que permitiu o Milagre de Dunquerque.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
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Edição: Set 2009
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
A Segunda Guerra Mundial encontra-se entre os conflitos mais devastadores da história da humanidade: mais de quarenta milhões de militares e civis pereceram, muitos deles, em circunstâncias de uma crueldade prolongada e terrível. Inevitavelmente, e porque foram quem mais sofreu com a guerra, são esses milhões de vítimas que preenchem boa parte das páginas desta obra. A fim de assinalar o septuagésimo aniversário do início da conflagração, as Publicações Dom Quixote editam A Segunda Guerra Mundial, de Martin Gilbert, reputado historiador inglês, internacionalmente celebrado pela sua monumental biografia de Winston Churchill. Abordando, com larga documentação, todos os aspectos e implicações do tema, desde as questões políticas, diplomáticas e militares, às da vida civil, da espionagem, do crescimento e empobrecimento económicos, da liderança nas diversas nações combatentes e do debate ideológico na época, a presente obra é uma inesgotável fonte de conhecimento sobre o maior dos conflitos armados mundiais e o mais sombrio momento da Idade Contemporânea.
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
A Segunda Guerra Mundial encontra-se entre os conflitos mais devastadores da história da humanidade: mais de quarenta milhões de militares e civis pereceram, muitos deles, em circunstâncias de uma crueldade prolongada e terrível. Inevitavelmente, e porque foram quem mais sofreu com a guerra, são esses milhões de vítimas que preenchem boa parte das páginas desta obra. A fim de assinalar o septuagésimo aniversário do início da conflagração, as Publicações Dom Quixote editam A Segunda Guerra Mundial, de Martin Gilbert, reputado historiador inglês, internacionalmente celebrado pela sua monumental biografia de Winston Churchill. Abordando, com larga documentação, todos os aspectos e implicações do tema, desde as questões políticas, diplomáticas e militares, às da vida civil, da espionagem, do crescimento e empobrecimento económicos, da liderança nas diversas nações combatentes e do debate ideológico na época, a presente obra é uma inesgotável fonte de conhecimento sobre o maior dos conflitos armados mundiais e o mais sombrio momento da Idade Contemporânea.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Concursos como Passa a Palavra, A Visita da Cornélia ou Zip Zip eram verdadeiros campeões de audiências — existe até o mito das falhas no abastecimento de água durante os intervalos, porque toda a gente aproveitava para ir à casa de banho. O teleteatro e os musicais contavam com nomes como Eunice Muñoz, Amália Rodrigues ou António Feio. E o humor florescia com Raul Solnado, Nicolau Breyner ou Herman José. Não tivesse sido a preto e branco, e poderia falar-se de uma era dourada da televisão portuguesa, aquela que nasceu com a RTP a 7 de Março de 1957 e que fica para a posteridade em A RTP em Imagens - O entretenimento na era do preto e branco, 1957-1979. Celebrando os 60 anos da RTP, este livro reúne fotografias de cena que se fizeram destas emissões e constitui o registo de uma memória colectiva partilhada por gerações e gerações de telespectadores.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Concursos como Passa a Palavra, A Visita da Cornélia ou Zip Zip eram verdadeiros campeões de audiências — existe até o mito das falhas no abastecimento de água durante os intervalos, porque toda a gente aproveitava para ir à casa de banho. O teleteatro e os musicais contavam com nomes como Eunice Muñoz, Amália Rodrigues ou António Feio. E o humor florescia com Raul Solnado, Nicolau Breyner ou Herman José. Não tivesse sido a preto e branco, e poderia falar-se de uma era dourada da televisão portuguesa, aquela que nasceu com a RTP a 7 de Março de 1957 e que fica para a posteridade em A RTP em Imagens - O entretenimento na era do preto e branco, 1957-1979. Celebrando os 60 anos da RTP, este livro reúne fotografias de cena que se fizeram destas emissões e constitui o registo de uma memória colectiva partilhada por gerações e gerações de telespectadores.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chamam-lhe síntese, pequena introdução, história breve, mas nada disso é para diminuir A Revolução Russa, da historiadora Sheila Fitzpatrick. Pelo contrário: este livro, publicado pela primeira vez ainda durante a Guerra Fria, tornou-se um clássico e é uma referência até hoje para todos os que procuram uma abordagem directa, acrítica, acessível, e ainda assim abrangente, de um tema que, cem anos depois, continua a ser complexo. Actualizado ao longo dos tempos à luz de novos arquivos que se foram abrindo desde o fim da União Soviética, A Revolução Russa vai muito além do momento das revoluções de Fevereiro e Outubro de 1917. Oferece o contexto, passa pela Guerra Civil de 1918-20, segue a transformação da sociedade e do Partido Bolchevique ainda com Lenine, e chega até à designada revolução de Estaline, culminando já nos anos 1930, com a Grande Purga. Um dos eventos centrais do século XX é então aqui relatado com o entusiasmo narrativo que merece: a história de uma revolução que quis mudar o mundo, que deu origem a grandes vitórias e grandes sofrimentos, e que, tal como já tinha acontecido antes com a Revolução Francesa, acabou por devorar os seus próprios filhos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chamam-lhe síntese, pequena introdução, história breve, mas nada disso é para diminuir A Revolução Russa, da historiadora Sheila Fitzpatrick. Pelo contrário: este livro, publicado pela primeira vez ainda durante a Guerra Fria, tornou-se um clássico e é uma referência até hoje para todos os que procuram uma abordagem directa, acrítica, acessível, e ainda assim abrangente, de um tema que, cem anos depois, continua a ser complexo. Actualizado ao longo dos tempos à luz de novos arquivos que se foram abrindo desde o fim da União Soviética, A Revolução Russa vai muito além do momento das revoluções de Fevereiro e Outubro de 1917. Oferece o contexto, passa pela Guerra Civil de 1918-20, segue a transformação da sociedade e do Partido Bolchevique ainda com Lenine, e chega até à designada revolução de Estaline, culminando já nos anos 1930, com a Grande Purga. Um dos eventos centrais do século XX é então aqui relatado com o entusiasmo narrativo que merece: a história de uma revolução que quis mudar o mundo, que deu origem a grandes vitórias e grandes sofrimentos, e que, tal como já tinha acontecido antes com a Revolução Francesa, acabou por devorar os seus próprios filhos.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Na ilha de Lesbos, plantada no Mar Egeu, existiu uma poetisa que via no amor fonte inesgotável de inspiração para os poemas líricos que compunha. Esta é a história da poetisa mais famosa da antiguidade clássica: Safo de Lesbos. Encontramos Safo já viúva e com uma filha. Instigada pela fama de um certo jovem de beleza irresistível e sequiosa de viver novamente o amor, Safo enamora-se de Fáon, um velho barqueiro de Mitilene que as artes mágicas da deusa Afrodita transformaram no mais belo rapaz que alguma vez existiu. Dizem que o seu olhar é de luz mas a sua alma de gelo. O drama reside em que a alma ardente e jovem de Safo, presa no invólucro da velhice, ama o corpo jovem de Fáon, que encerra um espírito velho e desapaixonado. Mas Safo parece ignorar essa diferença e entrega-se sem reservas à paixão pelo homem de olhar fenício.que aconteceu naquele dia na rocha branca de Lêucade fez daquele lugar destino de peregrinação de muitas mulheres desesperadamente apaixonadas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Na ilha de Lesbos, plantada no Mar Egeu, existiu uma poetisa que via no amor fonte inesgotável de inspiração para os poemas líricos que compunha. Esta é a história da poetisa mais famosa da antiguidade clássica: Safo de Lesbos. Encontramos Safo já viúva e com uma filha. Instigada pela fama de um certo jovem de beleza irresistível e sequiosa de viver novamente o amor, Safo enamora-se de Fáon, um velho barqueiro de Mitilene que as artes mágicas da deusa Afrodita transformaram no mais belo rapaz que alguma vez existiu. Dizem que o seu olhar é de luz mas a sua alma de gelo. O drama reside em que a alma ardente e jovem de Safo, presa no invólucro da velhice, ama o corpo jovem de Fáon, que encerra um espírito velho e desapaixonado. Mas Safo parece ignorar essa diferença e entrega-se sem reservas à paixão pelo homem de olhar fenício.que aconteceu naquele dia na rocha branca de Lêucade fez daquele lugar destino de peregrinação de muitas mulheres desesperadamente apaixonadas.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista). Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista). Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é uma raridade, dado que é a única tradução para português do que pode ser considerado como um "antepassado distante" dos romances de cavalaria. De salientar um delicioso prefácio, que vale tanto quanto o livro, de Aquilino Ribeiro; em que explica como é que entrou em contacto com Xenofonte, aquando da sua estadia em Paris, através de um obscuro monsieur Tournier. Quanto ao livro, Xenofonte relata as aventuras e desventuras de uma expedição fracassada à Pérsia. Longe de ser um relato histórico, Xenofonte emerge como um homem encarnado na luta dos seus soldados, experienciando diversas emoções e explanando-as no pergaminho. Antevendo assim, quiçá, uma certa contemporaneidade no actual romance. Inclui ainda uma introdução de Mário de Carvalho. "Uma excecional narrativa que encontrou a sorte dum grande tradutor. Magnífica conjunção esta, entre o desenvolto escritor grego e o eminente autor português… Avulta, sobretudo, o esplendoroso domínio da língua portuguesa." "Da introdução de Mário de Carvalho"
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é uma raridade, dado que é a única tradução para português do que pode ser considerado como um "antepassado distante" dos romances de cavalaria. De salientar um delicioso prefácio, que vale tanto quanto o livro, de Aquilino Ribeiro; em que explica como é que entrou em contacto com Xenofonte, aquando da sua estadia em Paris, através de um obscuro monsieur Tournier. Quanto ao livro, Xenofonte relata as aventuras e desventuras de uma expedição fracassada à Pérsia. Longe de ser um relato histórico, Xenofonte emerge como um homem encarnado na luta dos seus soldados, experienciando diversas emoções e explanando-as no pergaminho. Antevendo assim, quiçá, uma certa contemporaneidade no actual romance. Inclui ainda uma introdução de Mário de Carvalho. "Uma excecional narrativa que encontrou a sorte dum grande tradutor. Magnífica conjunção esta, entre o desenvolto escritor grego e o eminente autor português… Avulta, sobretudo, o esplendoroso domínio da língua portuguesa." "Da introdução de Mário de Carvalho"
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Revolução dia a dia, do enforcamento do irmão de Lenine à morte e entrada de Lenine no mausoléu. Deixemos falar os factos: a maioria da esquerda russa, um bolchevique como Gorki, um marxista como Plekhanov, pensava de Lenine e da Revolução de Outubro o que Maomé pensa do toucinho. Outubro pôs fim ao pluralismo da esquerda e à extraordinária democracia participativa que a Revolução de Fevereiro criou na Rússia. Como pôde um partido minoritário e extremista tomar o poder no maior país do mundo? Sem a I Grande Guerra, não teria havido revolução. Sem Lenine, a Revolução não teria sido em Outubro. Sem o Terror Vermelho, o povo teria apeado os bolcheviques do poder.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Revolução dia a dia, do enforcamento do irmão de Lenine à morte e entrada de Lenine no mausoléu. Deixemos falar os factos: a maioria da esquerda russa, um bolchevique como Gorki, um marxista como Plekhanov, pensava de Lenine e da Revolução de Outubro o que Maomé pensa do toucinho. Outubro pôs fim ao pluralismo da esquerda e à extraordinária democracia participativa que a Revolução de Fevereiro criou na Rússia. Como pôde um partido minoritário e extremista tomar o poder no maior país do mundo? Sem a I Grande Guerra, não teria havido revolução. Sem Lenine, a Revolução não teria sido em Outubro. Sem o Terror Vermelho, o povo teria apeado os bolcheviques do poder.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No século de ouro dos Descobrimentos, quando Lisboa era a capital das riquezas exóticas, viveu a mais rica, culta e fascinante princesa da Europa: Leonor de Lencastre. Esta é a sua história. Em 1458 nasceu uma formosa infanta a quem chamaram Leonor. Destinada a ser rainha, a jovem cresceu e transformou-se na mais notável monarca que reinou em Portugal. Mas se a sua vida é uma inspiração, também foi um rosário de tragédias. Casou com o primo, D. João II, mas o casamento não foi feliz. O Príncipe Perfeito passou o reinado em conflito com a nobreza que o tentou assassinar. A alegria por ver o marido sobreviver foi destroçada quando o seu próprio irmão é acusado de traição e morre às mãos do rei. Mas a maior tragédia da sua vida chega quando o filho morre de forma suspeita. Acidente ou atentado? Na terrível dor de uma mãe que perde o filho, Leonor nem teve o apoio que esperava do rei: D. João II estava mais preocupado em colocar no trono o filho bastardo que tivera com outra mulher.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No século de ouro dos Descobrimentos, quando Lisboa era a capital das riquezas exóticas, viveu a mais rica, culta e fascinante princesa da Europa: Leonor de Lencastre. Esta é a sua história. Em 1458 nasceu uma formosa infanta a quem chamaram Leonor. Destinada a ser rainha, a jovem cresceu e transformou-se na mais notável monarca que reinou em Portugal. Mas se a sua vida é uma inspiração, também foi um rosário de tragédias. Casou com o primo, D. João II, mas o casamento não foi feliz. O Príncipe Perfeito passou o reinado em conflito com a nobreza que o tentou assassinar. A alegria por ver o marido sobreviver foi destroçada quando o seu próprio irmão é acusado de traição e morre às mãos do rei. Mas a maior tragédia da sua vida chega quando o filho morre de forma suspeita. Acidente ou atentado? Na terrível dor de uma mãe que perde o filho, Leonor nem teve o apoio que esperava do rei: D. João II estava mais preocupado em colocar no trono o filho bastardo que tivera com outra mulher.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A Rainha Branca" é a história de uma plebeia de grande beleza, que ascende à realeza, servindo-se dos seus trunfos e que casa com o rei Eduardo IV. Embora de origens humildes, ela mostra estar à altura da sua elevada posição social e que luta tenazmente pelo êxito da sua família.Uma mulher cujos filhos estarão no âmago de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o misterioso desaparecimento dos dois príncipes encarcerados na Torre.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A Rainha Branca" é a história de uma plebeia de grande beleza, que ascende à realeza, servindo-se dos seus trunfos e que casa com o rei Eduardo IV. Embora de origens humildes, ela mostra estar à altura da sua elevada posição social e que luta tenazmente pelo êxito da sua família.Uma mulher cujos filhos estarão no âmago de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o misterioso desaparecimento dos dois príncipes encarcerados na Torre.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Salazar caiu de uma cadeira, isso sabe-se. Mas não se tem a certeza, até hoje, meio século mais tarde, se o ditador chegou a ter consciência de que fora exonerado, ou se acreditou na farsa de que ainda era o presidente do Conselho. "Correram comigo brutalmente", terá dito à governanta poucos dias antes de morrer. Ou não? Tal como este, muitos outros episódios da vida de Salazar continuam envoltos em mistério, com versões contraditórias ou intencionalmente manipulados, herdeiros ainda do secretismo político do regime: — Que injecções tomava todas as semanas? — Um chefe de Estado pode só ter viajado uma vez de avião? — Afinal Marcello Caetano visitou-o no hospital antes do AVC? Os jornalistas António Caeiro, José Pedro Castanheira e Natal Vaz reuniram centenas de testemunhos, encontraram documentação que permaneceu inédita, e apresentam-nos A Queda de Salazar — O princípio do fim da ditadura, com muitos episódios até agora desconhecidos da governação e da vida do ditador.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Salazar caiu de uma cadeira, isso sabe-se. Mas não se tem a certeza, até hoje, meio século mais tarde, se o ditador chegou a ter consciência de que fora exonerado, ou se acreditou na farsa de que ainda era o presidente do Conselho. "Correram comigo brutalmente", terá dito à governanta poucos dias antes de morrer. Ou não? Tal como este, muitos outros episódios da vida de Salazar continuam envoltos em mistério, com versões contraditórias ou intencionalmente manipulados, herdeiros ainda do secretismo político do regime: — Que injecções tomava todas as semanas? — Um chefe de Estado pode só ter viajado uma vez de avião? — Afinal Marcello Caetano visitou-o no hospital antes do AVC? Os jornalistas António Caeiro, José Pedro Castanheira e Natal Vaz reuniram centenas de testemunhos, encontraram documentação que permaneceu inédita, e apresentam-nos A Queda de Salazar — O princípio do fim da ditadura, com muitos episódios até agora desconhecidos da governação e da vida do ditador.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Quarta Revolução aborda a crise de governação e a ineficácia do Estado no Ocidente. Defende que é necessário revolucionar o sistema político e traça caminhos para melhorar o futuro da nossa sociedade."O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre os Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas."Na maior parte do Ocidente, a desilusão com os governos tornou-se endémica. Há paralisia na América; fúria na maior parte da Europa; cinismo na Grã-Bretanha; legitimidade decrescente em todo o lado. A maioria de nós resignou-se e considera que nada vai alguma vez mudar. Mas como John Micklethwait e Adrian Wooldridge nos demonstram neste livro estimulante, esta é uma visão profundamente limitada das coisas. Em resposta às crises anteriores de governação existiram três grandes revoluções, que por sua vez produziram respetivamente o Estado-Nação, o Estado liberal e o Estado Social. Em cada uma delas, a Europa e a América deram o exemplo. Dizem os autores que estamos agora no início de uma quarta revolução na história do Estado Nação, mas que desta vez o Ocidente corre o perigo de ficar para trás.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Quarta Revolução aborda a crise de governação e a ineficácia do Estado no Ocidente. Defende que é necessário revolucionar o sistema político e traça caminhos para melhorar o futuro da nossa sociedade."O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre os Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas."Na maior parte do Ocidente, a desilusão com os governos tornou-se endémica. Há paralisia na América; fúria na maior parte da Europa; cinismo na Grã-Bretanha; legitimidade decrescente em todo o lado. A maioria de nós resignou-se e considera que nada vai alguma vez mudar. Mas como John Micklethwait e Adrian Wooldridge nos demonstram neste livro estimulante, esta é uma visão profundamente limitada das coisas. Em resposta às crises anteriores de governação existiram três grandes revoluções, que por sua vez produziram respetivamente o Estado-Nação, o Estado liberal e o Estado Social. Em cada uma delas, a Europa e a América deram o exemplo. Dizem os autores que estamos agora no início de uma quarta revolução na história do Estado Nação, mas que desta vez o Ocidente corre o perigo de ficar para trás.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Antony Beevor, fazendo uso de novos factos retirados de antigos arquivos soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda americanos, ingleses, franceses e suecos, reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich. A Queda de Berlim - 1945 é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Antony Beevor, fazendo uso de novos factos retirados de antigos arquivos soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda americanos, ingleses, franceses e suecos, reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich. A Queda de Berlim - 1945 é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência.
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No clima apocalíptico do fim do século, a profunda intolerância dos costumes nacionais ressuscitou. Portugal era uma nação antiga e homogénea, com fronteiras fixas há muito, onde só se conhecia uma língua e se praticava uma religião, um pais pouco propicio a discussão racional, ao debate calmo, ao pluralismo. Com a crise de 1890, o clima harmónico da Regeneração desapareceu. Ao modificar o sistema politico num sentido repressivo, a Monarquia conseguiu suster, provisoriamente, a maré de descontentamento. Mas, quando chegou o momento decisivo, ninguém quis morrer por ela.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No clima apocalíptico do fim do século, a profunda intolerância dos costumes nacionais ressuscitou. Portugal era uma nação antiga e homogénea, com fronteiras fixas há muito, onde só se conhecia uma língua e se praticava uma religião, um pais pouco propicio a discussão racional, ao debate calmo, ao pluralismo. Com a crise de 1890, o clima harmónico da Regeneração desapareceu. Ao modificar o sistema politico num sentido repressivo, a Monarquia conseguiu suster, provisoriamente, a maré de descontentamento. Mas, quando chegou o momento decisivo, ninguém quis morrer por ela.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Publicado anonimamente em 1678, "A Princesa de Clèves" tem como pano de fundo a vida na corte dos Valois, nos últimos anos de Henrique II, pelo que pode ser considerado também um romance histórico. Marca ainda a afirmação na literatura da relevância das mulheres na vida cultural do século XVII. A preocupação da verosimilhança psicológica e a construção rigorosa inscrevem "A Princesa de Clèves" na estética clássica da época e abrem caminho a uma forma de romance moderno centrado no estudo aprofundado das personagens.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Publicado anonimamente em 1678, "A Princesa de Clèves" tem como pano de fundo a vida na corte dos Valois, nos últimos anos de Henrique II, pelo que pode ser considerado também um romance histórico. Marca ainda a afirmação na literatura da relevância das mulheres na vida cultural do século XVII. A preocupação da verosimilhança psicológica e a construção rigorosa inscrevem "A Princesa de Clèves" na estética clássica da época e abrem caminho a uma forma de romance moderno centrado no estudo aprofundado das personagens.
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