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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma fascinante galeria cronológica das 50 mais heróicas ou famigeradas figuras da História, de Calígula a Gandhi e de Átila, o Huno, a Madre Teresa de Calcutá.Os bons, os maus e os verdadeiramente perversos de todos os continentes e épocas, da Antiguidade aos nossos dias.Os indivíduos e os seus actos são apresentados no respectivo contexto histórico em mapas rigorosos e dinâmicos.Ilustrações e retratos históricos, juntamente com fotografias a cores, dão vida aos feitos de cada figura.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma fascinante galeria cronológica das 50 mais heróicas ou famigeradas figuras da História, de Calígula a Gandhi e de Átila, o Huno, a Madre Teresa de Calcutá.Os bons, os maus e os verdadeiramente perversos de todos os continentes e épocas, da Antiguidade aos nossos dias.Os indivíduos e os seus actos são apresentados no respectivo contexto histórico em mapas rigorosos e dinâmicos.Ilustrações e retratos históricos, juntamente com fotografias a cores, dão vida aos feitos de cada figura.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A África é um continente imenso e as sociedades que o habitam conheceram múltiplas trajectórias históricas ao longo dos milénios, sem deixar de interagir entre si e com os mundos externos. Cinco grandes períodos marcam esta história: - A África antiga (desde a Pré-história até o século XV), ao mesmo tempo berço e caldeirão da diversidade linguística, técnica e política; - A África na era moderna (do século XV ao XVIII), os seus grandes reinos e o início da presença europeia; - A África soberana (século XIX), após a abolição do tráfico atlântico de escravos e as reconversões económicas africanas; - A África sob o domínio colonial, entre a "partilha" do continente, resistências anticoloniais e descolonizações; - A África das independências, que enfrenta numerosos desafios políticos, económicos e sociais. Este atlas reúne mais de 100 mapas e os conhecimentos constantemente renovados da história da África, mostrando o quanto este continente, longe de se fechar sobre si próprio, tem sido dinâmico e unido à história global.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A África é um continente imenso e as sociedades que o habitam conheceram múltiplas trajectórias históricas ao longo dos milénios, sem deixar de interagir entre si e com os mundos externos. Cinco grandes períodos marcam esta história: - A África antiga (desde a Pré-história até o século XV), ao mesmo tempo berço e caldeirão da diversidade linguística, técnica e política; - A África na era moderna (do século XV ao XVIII), os seus grandes reinos e o início da presença europeia; - A África soberana (século XIX), após a abolição do tráfico atlântico de escravos e as reconversões económicas africanas; - A África sob o domínio colonial, entre a "partilha" do continente, resistências anticoloniais e descolonizações; - A África das independências, que enfrenta numerosos desafios políticos, económicos e sociais. Este atlas reúne mais de 100 mapas e os conhecimentos constantemente renovados da história da África, mostrando o quanto este continente, longe de se fechar sobre si próprio, tem sido dinâmico e unido à história global.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Traçando a história de um dos berços da nossa civilização, este atlas, com mais de 100 mapas e documentos, sublinha as realidades plurais do Médio Oriente: um ponto de encontro cosmopolita com um destino singular. Da Suméria ao Daesh, qual é a história daquilo a que chamamos Médio Oriente? - Na Antiguidade, o Médio Oriente é palco de inúmeras revoluções culturais: nascimento da agricultura, da cidade, da escrita... - É uma terra de impérios e de conquistadores: Egipto faraónico, Pérsia, arabização e islamização, Cruzadas na Idade Média. - O Império Otomano e depois as potências ocidentais marcam por muito tempo a região até às independências. - A segunda metade do século XX e o princípio do século XXI são a altura das recomposições territoriais e das revoluções.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Traçando a história de um dos berços da nossa civilização, este atlas, com mais de 100 mapas e documentos, sublinha as realidades plurais do Médio Oriente: um ponto de encontro cosmopolita com um destino singular. Da Suméria ao Daesh, qual é a história daquilo a que chamamos Médio Oriente? - Na Antiguidade, o Médio Oriente é palco de inúmeras revoluções culturais: nascimento da agricultura, da cidade, da escrita... - É uma terra de impérios e de conquistadores: Egipto faraónico, Pérsia, arabização e islamização, Cruzadas na Idade Média. - O Império Otomano e depois as potências ocidentais marcam por muito tempo a região até às independências. - A segunda metade do século XX e o princípio do século XXI são a altura das recomposições territoriais e das revoluções.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 724
Sinopse:
Quando no início de 1945 se avizinhava uma derrota desastrosa, ouvia-se dizer aos alemães que preferiam "um fim com horror a um horror sem fim". Um fim com horror com formas e dimensões sem precedentes na história foi sem dúvida o que tiveram. O fim provocou destruição e perdas de vidas humanas a uma escala imensa. Muito poderia ter sido evitado se a Alemanha estivesse disposta a aceitar as condições dos Aliados. A autodestruição decorrente de continuar a combater até à última, até à devastação quase total e à completa ocupação inimiga, é extremamente rara. No entanto, foi o que os alemães fizeram em 1945. Porquê?
Nº Páginas: 724
Sinopse:
Quando no início de 1945 se avizinhava uma derrota desastrosa, ouvia-se dizer aos alemães que preferiam "um fim com horror a um horror sem fim". Um fim com horror com formas e dimensões sem precedentes na história foi sem dúvida o que tiveram. O fim provocou destruição e perdas de vidas humanas a uma escala imensa. Muito poderia ter sido evitado se a Alemanha estivesse disposta a aceitar as condições dos Aliados. A autodestruição decorrente de continuar a combater até à última, até à devastação quase total e à completa ocupação inimiga, é extremamente rara. No entanto, foi o que os alemães fizeram em 1945. Porquê?
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário de uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Aborda a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Guerra, como no tempo em que foram escritos
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário de uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Aborda a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Guerra, como no tempo em que foram escritos
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Fernando Venâncio conta-nos a história da língua portuguesa com paixão, elegância e um fino humor. Com rigor e precisão de paleontólogo, Fernando Venâncio começa no primeiro gemido da nossa língua, que remonta há séculos, tão distantes que Portugal ainda nem existia, passando pelos primeiros escritos, até à fala contemporânea que ainda hoje conserva registos, em estado fóssil, dessa movimentação primordial. Máquina do tempo que nos permite recuar à época em que o idioma se formou, Assim Nasceu Uma Língua faz-nos peregrinos numa caminhada que toca a língua galega ou o português brasileiro, evidenciando as profundas derivas que deram forma ao nosso idioma, a que Fernando Venâncio chama "um idioma em circuito aberto".
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Fernando Venâncio conta-nos a história da língua portuguesa com paixão, elegância e um fino humor. Com rigor e precisão de paleontólogo, Fernando Venâncio começa no primeiro gemido da nossa língua, que remonta há séculos, tão distantes que Portugal ainda nem existia, passando pelos primeiros escritos, até à fala contemporânea que ainda hoje conserva registos, em estado fóssil, dessa movimentação primordial. Máquina do tempo que nos permite recuar à época em que o idioma se formou, Assim Nasceu Uma Língua faz-nos peregrinos numa caminhada que toca a língua galega ou o português brasileiro, evidenciando as profundas derivas que deram forma ao nosso idioma, a que Fernando Venâncio chama "um idioma em circuito aberto".
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos temos presente que Portugal tem uma História de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos Portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande História colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas. Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por Portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos temos presente que Portugal tem uma História de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos Portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande História colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas. Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por Portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Numa Berlim dominada por Hitler e o seu Partido Nazi, Mildred e os amigos decidem resistir. Uma história fascinante inspirada em acontecimentos reais, sobre a coragem de pessoas normais.
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Numa Berlim dominada por Hitler e o seu Partido Nazi, Mildred e os amigos decidem resistir. Uma história fascinante inspirada em acontecimentos reais, sobre a coragem de pessoas normais.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 1000
Sinopse:
Um romance sinfónico sobre a Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal, neta dos Marqueses de Távora, uma figura feminina ímpar na história literária e política de Portugal. A grande escritora Maria Teresa Horta, persegue-a e vigia-a nos momentos mais íntimos, atraída pela desmesura de Leonor, no seu permanente conflito entre a razão e a emoção. Acompanha-a no voo de uma paixão, que seduz os espíritos mais cultos da época, o chamado "século das luzes", e abre as portas ao romantismo em Portugal.Um maravilhoso e apaixonante romance sobre a extraordinária e aventurosa vida da Marquesa de Alorna.
Nº Páginas: 1000
Sinopse:
Um romance sinfónico sobre a Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal, neta dos Marqueses de Távora, uma figura feminina ímpar na história literária e política de Portugal. A grande escritora Maria Teresa Horta, persegue-a e vigia-a nos momentos mais íntimos, atraída pela desmesura de Leonor, no seu permanente conflito entre a razão e a emoção. Acompanha-a no voo de uma paixão, que seduz os espíritos mais cultos da época, o chamado "século das luzes", e abre as portas ao romantismo em Portugal.Um maravilhoso e apaixonante romance sobre a extraordinária e aventurosa vida da Marquesa de Alorna.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"As Lágrimas de D. João VI" é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI. A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida. Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI - que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono -, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"As Lágrimas de D. João VI" é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI. A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida. Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI - que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono -, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O livro "As Grandes Profecias da História" apresenta os principais e mais famosos vaticínios da História da humanidade: profecias religiosas, bíblicas, profanas, de iluminados anónimos ou de ilustres personagens. Numa abordagem rigorosa mas acessível a alguns dos maiores mitos de sempre, este livro ajuda a compreender e a desmistificar muitas das questões que inquietam a humanidade. Profecias Milenárias (as profecias budistas…), Profecias Bíblicas (o dia do Juízo Final…), Grandes Visionários e Adivinhos (de Leonardo Da Vinci a Newton), Profecias Modernas (o juramento de sangue de Hitler, entre outras). "Esta obra apresenta os vaticínios mais conhecidos da História da Humanidade, da Grécia ao Egito antigos à civilização maia e cristã."
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Sinopse:
O livro "As Grandes Profecias da História" apresenta os principais e mais famosos vaticínios da História da humanidade: profecias religiosas, bíblicas, profanas, de iluminados anónimos ou de ilustres personagens. Numa abordagem rigorosa mas acessível a alguns dos maiores mitos de sempre, este livro ajuda a compreender e a desmistificar muitas das questões que inquietam a humanidade. Profecias Milenárias (as profecias budistas…), Profecias Bíblicas (o dia do Juízo Final…), Grandes Visionários e Adivinhos (de Leonardo Da Vinci a Newton), Profecias Modernas (o juramento de sangue de Hitler, entre outras). "Esta obra apresenta os vaticínios mais conhecidos da História da Humanidade, da Grécia ao Egito antigos à civilização maia e cristã."
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Logo a seguir às Invasões Francesas, com o País depauperado e ainda não completamente refeito do terror, as novas ideias liberais, a falta de competitividade face a uma Europa em grande desenvolvimento, a emergência de uma burguesia que vive da usura e dos empréstimos e a perda do Brasil geram pobreza, instabilidade e tensão que, por sua vez, criam reviravoltas no poder e nos costumes do povo.É neste período que vivem as duas condessas - Isabel e Maria Mância, mãe e filha, ambas órfãs de pai desde pequenas, ambas viúvas em menos de três anos de casamento, ambas casadas pouco tempo depois de enviuvarem. Damas com elevada cultura adquirida em França e mal entendidas pela sociedade do seu tempo, herdeiras ricas e da melhor fidalguia portuguesa, passam por grandes privações e desgostos, mas, apoiando-se incondicionalmente uma na outra, conseguem lutar contra as adversidades e manter de pé a sua querida Quinta de Subserra.Partindo de um conjunto significativo de cartas, esta é a história de duas mulheres de uma coragem sem limites - uma história de sofrimento, evidentemente, mas com momentos de indizível felicidade.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Logo a seguir às Invasões Francesas, com o País depauperado e ainda não completamente refeito do terror, as novas ideias liberais, a falta de competitividade face a uma Europa em grande desenvolvimento, a emergência de uma burguesia que vive da usura e dos empréstimos e a perda do Brasil geram pobreza, instabilidade e tensão que, por sua vez, criam reviravoltas no poder e nos costumes do povo.É neste período que vivem as duas condessas - Isabel e Maria Mância, mãe e filha, ambas órfãs de pai desde pequenas, ambas viúvas em menos de três anos de casamento, ambas casadas pouco tempo depois de enviuvarem. Damas com elevada cultura adquirida em França e mal entendidas pela sociedade do seu tempo, herdeiras ricas e da melhor fidalguia portuguesa, passam por grandes privações e desgostos, mas, apoiando-se incondicionalmente uma na outra, conseguem lutar contra as adversidades e manter de pé a sua querida Quinta de Subserra.Partindo de um conjunto significativo de cartas, esta é a história de duas mulheres de uma coragem sem limites - uma história de sofrimento, evidentemente, mas com momentos de indizível felicidade.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Mas qual o segredo das muitas vitórias militares dos Portugueses? A inferioridade numérica era frequente e as condições do terreno jogavam muitas vezes contra eles. Uma vontade de ferro unia estes homens. Uma vontade que os fazia avançar mesmo quando a razão os mandava para a retaguarda. Uma vontade conduzida por líderes experientes, ferozes e temidos pelo inimigo." São Mamede | Ourique | Aljubarrota | Ceuta | Diu | Goa | Alcácer Quibir | Alcântara | Montes Claros | Buçaco | Porto | Incursões Monárquicas | La Lys | Tridente
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Mas qual o segredo das muitas vitórias militares dos Portugueses? A inferioridade numérica era frequente e as condições do terreno jogavam muitas vezes contra eles. Uma vontade de ferro unia estes homens. Uma vontade que os fazia avançar mesmo quando a razão os mandava para a retaguarda. Uma vontade conduzida por líderes experientes, ferozes e temidos pelo inimigo." São Mamede | Ourique | Aljubarrota | Ceuta | Diu | Goa | Alcácer Quibir | Alcântara | Montes Claros | Buçaco | Porto | Incursões Monárquicas | La Lys | Tridente
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre os séculos XVI e XVIII, ser judeu em Portugal e respetivas colónias significava viver sob um regime de terror permanente. A Inquisição, ou Tribunal do Santo Ofício, constituía um autêntico Estado dentro do Estado, com poderes absolutos na repressão a crimes religiosos, dos quais professar o judaísmo era um dos mais graves. Denunciados por inimigos, ou mesmo por parentes sob a coação dos inquisidores, os judeus que recusavam a conversão sumária eram submetidos a prolongadas prisões e torturas. Insistir no danado erro da apostasia levava à fogueira. Restava lhes esconderem se ou fugirem. Milhares de judeus sefarditas abandonaram Portugal e fixaram se noutros países europeus, nomeadamente na Holanda, em cuja capital se desenvolveu uma próspera colónia israelita de origem lusitana nas primeiras décadas do século XVII. A salvo da censura e da repressão, floresceu uma brilhante geração de rabinos, intelectuais e pensadores revolucionários. Depois da invasão holandesa do Nordeste brasileiro, na década de 1630, muitos judeus cruzaram o oceano para aí tentar uma vida melhor. E aí prosperaram, até ao retorno do jugo português e da Inquisição, que os obrigou a recomeçar a sua jornada incessante em busca da Nova Canaã. Dos cárceres do Santo Ofício à esperança do Novo Mundo, o reputado jornalista e biógrafo Lira Neto mapeia as vidas errantes dos pioneiros que formaram a primeira comunidade judaica das Américas, no Recife, e que ajudaram a construir Nova Iorque.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre os séculos XVI e XVIII, ser judeu em Portugal e respetivas colónias significava viver sob um regime de terror permanente. A Inquisição, ou Tribunal do Santo Ofício, constituía um autêntico Estado dentro do Estado, com poderes absolutos na repressão a crimes religiosos, dos quais professar o judaísmo era um dos mais graves. Denunciados por inimigos, ou mesmo por parentes sob a coação dos inquisidores, os judeus que recusavam a conversão sumária eram submetidos a prolongadas prisões e torturas. Insistir no danado erro da apostasia levava à fogueira. Restava lhes esconderem se ou fugirem. Milhares de judeus sefarditas abandonaram Portugal e fixaram se noutros países europeus, nomeadamente na Holanda, em cuja capital se desenvolveu uma próspera colónia israelita de origem lusitana nas primeiras décadas do século XVII. A salvo da censura e da repressão, floresceu uma brilhante geração de rabinos, intelectuais e pensadores revolucionários. Depois da invasão holandesa do Nordeste brasileiro, na década de 1630, muitos judeus cruzaram o oceano para aí tentar uma vida melhor. E aí prosperaram, até ao retorno do jugo português e da Inquisição, que os obrigou a recomeçar a sua jornada incessante em busca da Nova Canaã. Dos cárceres do Santo Ofício à esperança do Novo Mundo, o reputado jornalista e biógrafo Lira Neto mapeia as vidas errantes dos pioneiros que formaram a primeira comunidade judaica das Américas, no Recife, e que ajudaram a construir Nova Iorque.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Arménia: a história conturbada e corajosa de uma nação que foi determinante para o desenvolvimento humano e que é, ainda hoje, um baluarte de resistência e de luta Segundo a tradição judaico-cristã, foi no Monte Ararat — em território arménio — que pousou a mitológica arca de Noé, depois do Dilúvio. Ali se abriram as portas para que os ocupantes repovoassem a Terra. Este maciço montanhoso no leste da Anatólia, na fronteira com o Irão e a Turquia, tem um forte simbolismo para a religião cristã, e é também o símbolo da identidade nacional arménia. Sendo berço civilizacional e ponto de passagem de pessoas e rotas comerciais, a Arménia sujeitou-se desde cedo às investidas de vários impérios guerreiros. A sua história dinástica é fascinante, com constantes flutuações geográficas e políticas. Dos persas e dos romanos ao império otomano e à Turquia, os arménios sobreviveram, mais ou menos subjugados, através de um forte sentido identitário, alicerçado sobretudo na religião (a Arménia foi o bastião do cristianismo no Oriente) e na língua (o alfabeto arménio foi inventado no começo do século v). Os arménios contam-se, de resto, entre os mais antigos povos que têm sobrevivido a guerras e ocupações. Os massacres de 1894-1896 e, sobretudo, o Genocídio Arménio de 1914-1923 (com o extermínio de dois milhões de pessoas, servindo de exemplo aos alemães para o seu Holocausto) ameaçaram a sobrevivência do povo e aprofundaram a sua diáspora. Calouste Gulbenkian — homem de negócios e filantropo do maior relevo para Portugal — foi um dos milhões em fuga, e também ele procurou maneiras de perpetuar a cultura do seu país. De resto, a cultura e arménia dependeu das muitas comunidades espalhadas pelo mundo. São surpreendentes os laços entre a Arménia e Portugal, hoje atestados pelo centro de estudos arménios da Fundação C. Gulbenkian. É um pouco dessa história que se conta neste livro.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Arménia: a história conturbada e corajosa de uma nação que foi determinante para o desenvolvimento humano e que é, ainda hoje, um baluarte de resistência e de luta Segundo a tradição judaico-cristã, foi no Monte Ararat — em território arménio — que pousou a mitológica arca de Noé, depois do Dilúvio. Ali se abriram as portas para que os ocupantes repovoassem a Terra. Este maciço montanhoso no leste da Anatólia, na fronteira com o Irão e a Turquia, tem um forte simbolismo para a religião cristã, e é também o símbolo da identidade nacional arménia. Sendo berço civilizacional e ponto de passagem de pessoas e rotas comerciais, a Arménia sujeitou-se desde cedo às investidas de vários impérios guerreiros. A sua história dinástica é fascinante, com constantes flutuações geográficas e políticas. Dos persas e dos romanos ao império otomano e à Turquia, os arménios sobreviveram, mais ou menos subjugados, através de um forte sentido identitário, alicerçado sobretudo na religião (a Arménia foi o bastião do cristianismo no Oriente) e na língua (o alfabeto arménio foi inventado no começo do século v). Os arménios contam-se, de resto, entre os mais antigos povos que têm sobrevivido a guerras e ocupações. Os massacres de 1894-1896 e, sobretudo, o Genocídio Arménio de 1914-1923 (com o extermínio de dois milhões de pessoas, servindo de exemplo aos alemães para o seu Holocausto) ameaçaram a sobrevivência do povo e aprofundaram a sua diáspora. Calouste Gulbenkian — homem de negócios e filantropo do maior relevo para Portugal — foi um dos milhões em fuga, e também ele procurou maneiras de perpetuar a cultura do seu país. De resto, a cultura e arménia dependeu das muitas comunidades espalhadas pelo mundo. São surpreendentes os laços entre a Arménia e Portugal, hoje atestados pelo centro de estudos arménios da Fundação C. Gulbenkian. É um pouco dessa história que se conta neste livro.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 560
Sinopse:
O verão de 1927 começou com Charles Lindbergh a fazer a travessia do Atlântico. Em Newark, New Jersey, Alvin "Shipwreck" Kelly ficou sentado em cima de um poste durante 12 dias e, em Chicago, o gangster Al Capone controlava cada vez mais o negócio do contrabando de álcool. Foi filmado o primeiro "filme falado", The Jazz Singer de Al Jolson, que mudou para sempre a indústria cinematográfica. Tudo isto e muito, muito mais aconteceu no ano em que os americanos tentaram e conseguiram fazer coisas extraordinárias. Foi o ano em que o século XX se tornou realmente o século da América. "Aquele Verão" transforma tudo isso numa narrativa de primeira classe.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
O verão de 1927 começou com Charles Lindbergh a fazer a travessia do Atlântico. Em Newark, New Jersey, Alvin "Shipwreck" Kelly ficou sentado em cima de um poste durante 12 dias e, em Chicago, o gangster Al Capone controlava cada vez mais o negócio do contrabando de álcool. Foi filmado o primeiro "filme falado", The Jazz Singer de Al Jolson, que mudou para sempre a indústria cinematográfica. Tudo isto e muito, muito mais aconteceu no ano em que os americanos tentaram e conseguiram fazer coisas extraordinárias. Foi o ano em que o século XX se tornou realmente o século da América. "Aquele Verão" transforma tudo isso numa narrativa de primeira classe.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Amor, política e mistério numa Lisboa onde não era costume acontecer nada, mas onde tudo parecia estar prestes a acontecer. No dia 9 de Março de 1971, António Luís Fabrício, um jovem recém-licenciado em História, está sentado no café Monte Carlo a ler o jornal, ao mesmo tempo que ouve a conversa da mesa do lado, entre Carlos de Oliveira e Augusto Abelaira, dois dos seus escritores favoritos. É subitamente surpreendido pelo comunicado que dá conta do atentado bombista à Base Aérea de Tancos. Pouco depois, alguém o alicia para um emprego que o compromete em estranhas investigações históricas. No dia 24 de Abril de 1974, António Luís Fabrício e Zemira, apaixonadíssimos, decidem passar a sua primeira noite de amor no anonimato de um hotel. Ao romper da manhã são acordados pelo acontecimento, pela ruptura. "Aquela Madrugada no Ritz" é o segundo título do ciclo de romances de Joel Costa iniciado com "O Assassino de Salazar". Narrativa a várias vozes e a várias luzes do pós-salazarismo, um tempo de expectativas e decepções, entre relativas aberturas políticas, boatos, manifestações, iminência de golpes de Estado e acções terroristas na cidade onde nada era costume acontecer, onde tudo parecia estar para acontecer e não acontecia.
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Amor, política e mistério numa Lisboa onde não era costume acontecer nada, mas onde tudo parecia estar prestes a acontecer. No dia 9 de Março de 1971, António Luís Fabrício, um jovem recém-licenciado em História, está sentado no café Monte Carlo a ler o jornal, ao mesmo tempo que ouve a conversa da mesa do lado, entre Carlos de Oliveira e Augusto Abelaira, dois dos seus escritores favoritos. É subitamente surpreendido pelo comunicado que dá conta do atentado bombista à Base Aérea de Tancos. Pouco depois, alguém o alicia para um emprego que o compromete em estranhas investigações históricas. No dia 24 de Abril de 1974, António Luís Fabrício e Zemira, apaixonadíssimos, decidem passar a sua primeira noite de amor no anonimato de um hotel. Ao romper da manhã são acordados pelo acontecimento, pela ruptura. "Aquela Madrugada no Ritz" é o segundo título do ciclo de romances de Joel Costa iniciado com "O Assassino de Salazar". Narrativa a várias vozes e a várias luzes do pós-salazarismo, um tempo de expectativas e decepções, entre relativas aberturas políticas, boatos, manifestações, iminência de golpes de Estado e acções terroristas na cidade onde nada era costume acontecer, onde tudo parecia estar para acontecer e não acontecia.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 580
Sinopse:
Conheci de experiência direta - de a escrever, de a fazer, de a imprimir, de a distribuir - a imprensa clandestina radical. O impulso de revolta, os riscos da ilegalidade, a vida escondida, as tensões subjetivas, morais e éticas desses anos, a política no sentido mais lato de ação cívica pelo bem comum têm a ver com dilemas que sempre estiveram associados à ação e ao pensamento. Isso fica sempre. […] O meu gosto pessoal por aquilo que no passado era conhecido como "erudição" levou-me a complicar o meu trabalho, até ao limite da incompletude e do erro. […]. Mas tal é útil para as bibliotecas, os centros de investigação, os arquivos, que pretendem salvar todo este material, muitas vezes raríssimo, e quase sempre perecível. Uma das minhas intenções foi ajudar essa conservação, fornecendo um inventário que permita aferir coleções, e circunscrever as faltas. […]. Neste trabalho são citadas (e foram lidas, com frequência duas ou três vezes) integralmente milhares de publicações, não só as coleções de periódicos, mas também panfletos, brochuras, livros, manuscritos associados com a imprensa radical, para além de uma extensa bibliografia nacional e internacional. E, claro, os processos da PIDE, matéria que exige um peculiar cuidado na interpretação e na utilização dos seus dados. […] Tenho consciência de que a história da imprensa clandestina esquerdista e radical nos últimos quinze anos da ditadura começa aqui, mas não acabará aqui. É o que se pretende.(Da Nota Prévia)
Nº Páginas: 580
Sinopse:
Conheci de experiência direta - de a escrever, de a fazer, de a imprimir, de a distribuir - a imprensa clandestina radical. O impulso de revolta, os riscos da ilegalidade, a vida escondida, as tensões subjetivas, morais e éticas desses anos, a política no sentido mais lato de ação cívica pelo bem comum têm a ver com dilemas que sempre estiveram associados à ação e ao pensamento. Isso fica sempre. […] O meu gosto pessoal por aquilo que no passado era conhecido como "erudição" levou-me a complicar o meu trabalho, até ao limite da incompletude e do erro. […]. Mas tal é útil para as bibliotecas, os centros de investigação, os arquivos, que pretendem salvar todo este material, muitas vezes raríssimo, e quase sempre perecível. Uma das minhas intenções foi ajudar essa conservação, fornecendo um inventário que permita aferir coleções, e circunscrever as faltas. […]. Neste trabalho são citadas (e foram lidas, com frequência duas ou três vezes) integralmente milhares de publicações, não só as coleções de periódicos, mas também panfletos, brochuras, livros, manuscritos associados com a imprensa radical, para além de uma extensa bibliografia nacional e internacional. E, claro, os processos da PIDE, matéria que exige um peculiar cuidado na interpretação e na utilização dos seus dados. […] Tenho consciência de que a história da imprensa clandestina esquerdista e radical nos últimos quinze anos da ditadura começa aqui, mas não acabará aqui. É o que se pretende.(Da Nota Prévia)
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao longo da história, e inclusive antes da sua fundação, Portugal foi por inúmeras vezes atormentado pelas angústias dos «fins do mundo» que as crendices e superstições populares desde sempre associaram a calamidades de diversa ordem. De epidemias a secas e terramotos que provocaram maior ou menor grau de destruição no país, fenómenos astronómicos como passagens de cometas perto da Terra ou eclipses, ou mesmo acontecimentos imaginários como o desembarque de marcianos de que muitos ainda se recordam, foram muitos os momentos do "Juízo Final" que espalharam o terror pela população. Com base numa pesquisa exaustiva de fontes diversas das épocas abrangidas, Joaquim Fernandes reúne neste seu mais recente trabalho alguns desses "apocalipses" e "fins do mundo". Momentos dramáticos como os vividos no seguimento do terramoto de 1755 ou durante a epidemia de gripe espanhola que dizimou dezenas de milhares de pessoas são aqui abordados. Mas também não faltam profetas e seitas, tenebrosas chuvas de "sangue", cometas em rota de colisão e até uma invasão extraterrestre que tantas dores de cabeça provocou à PIDE.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao longo da história, e inclusive antes da sua fundação, Portugal foi por inúmeras vezes atormentado pelas angústias dos «fins do mundo» que as crendices e superstições populares desde sempre associaram a calamidades de diversa ordem. De epidemias a secas e terramotos que provocaram maior ou menor grau de destruição no país, fenómenos astronómicos como passagens de cometas perto da Terra ou eclipses, ou mesmo acontecimentos imaginários como o desembarque de marcianos de que muitos ainda se recordam, foram muitos os momentos do "Juízo Final" que espalharam o terror pela população. Com base numa pesquisa exaustiva de fontes diversas das épocas abrangidas, Joaquim Fernandes reúne neste seu mais recente trabalho alguns desses "apocalipses" e "fins do mundo". Momentos dramáticos como os vividos no seguimento do terramoto de 1755 ou durante a epidemia de gripe espanhola que dizimou dezenas de milhares de pessoas são aqui abordados. Mas também não faltam profetas e seitas, tenebrosas chuvas de "sangue", cometas em rota de colisão e até uma invasão extraterrestre que tantas dores de cabeça provocou à PIDE.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Novo Romance do Autor de "Rosa Brava". A magnífica embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X. Os pecados que o Império não conseguiu esconder. Uma história de amor que venceu a fé dos homens. 1514. Na época áurea dos Descobrimentos Portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos de África e da Índia. Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma, onde o Papa preparara uma sumptuosa recepção com a presença das mais altas figuras profanas e religiosas da época. No meio do fausto da corte portuguesa e da Cúria dos Medici, contrastante com a dor e a miséria do povo sofredor, ascende à figura de símbolo o amor regenerador de D. Diogo pela bela judia, Raquel Aboab, a quem aquele salvara da fogueira e da sanha intolerante do antijudaísmo reinante. A época de ouro da história do mundo esconde segredos e pecados inconfessáveis das grandes figuras que comandam os destinos do mundo. Entre a fé e a cegueira do poder, a aparência e a essência da condição humana, o sentido de missão e a vaidade só o amor poderá ser redentor. Aos olhos de Deus as personalidades da história não ficarão impunes. E Deus não jogará aos dados.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Novo Romance do Autor de "Rosa Brava". A magnífica embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X. Os pecados que o Império não conseguiu esconder. Uma história de amor que venceu a fé dos homens. 1514. Na época áurea dos Descobrimentos Portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos de África e da Índia. Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma, onde o Papa preparara uma sumptuosa recepção com a presença das mais altas figuras profanas e religiosas da época. No meio do fausto da corte portuguesa e da Cúria dos Medici, contrastante com a dor e a miséria do povo sofredor, ascende à figura de símbolo o amor regenerador de D. Diogo pela bela judia, Raquel Aboab, a quem aquele salvara da fogueira e da sanha intolerante do antijudaísmo reinante. A época de ouro da história do mundo esconde segredos e pecados inconfessáveis das grandes figuras que comandam os destinos do mundo. Entre a fé e a cegueira do poder, a aparência e a essência da condição humana, o sentido de missão e a vaidade só o amor poderá ser redentor. Aos olhos de Deus as personalidades da história não ficarão impunes. E Deus não jogará aos dados.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma história que faltava contar sobre Angola após a descolonização: a perspetiva de quem acompanhou os bastidores das conversações de paz, as manobras políticas que determinavam os avanços e recuos da guerra, os pactos e os interesses que manobraram a vida de um povo.Um livro que resgata do esquecimento as histórias da vaga de refugiados portugueses que viraram costas a Portugal e a quem Portugal virou por sua vez costas. Inclui 32 páginas com fotografias inéditas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma história que faltava contar sobre Angola após a descolonização: a perspetiva de quem acompanhou os bastidores das conversações de paz, as manobras políticas que determinavam os avanços e recuos da guerra, os pactos e os interesses que manobraram a vida de um povo.Um livro que resgata do esquecimento as histórias da vaga de refugiados portugueses que viraram costas a Portugal e a quem Portugal virou por sua vez costas. Inclui 32 páginas com fotografias inéditas.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Tal como vinha acontecendo já desde o século XVII, três constantes marcariam a história de Loanda: o tráfico atlântico da escravatura, a deportação ou degredo de criminosos para Angola e a superioridade das famílias crioulas, ou lusodescendentes, às quais pertenciam essas mulheres, e que eram praticamente as únicas detentoras do monopólio desse tráfico. As estórias destas mulheres acabariam por se fundir com a história da cidade de Loanda e não será possível dizer com propriedade como teriam sido as suas vidas. Assim, para este romance, eu reinventei situações e dramatizei acontecimentos, pois é isto que um romancista faz. A partir de imagens e de factos reais, deixei a imaginação fluir e as estórias converteram-se, por vezes em coisas diferentes daquilo que verdadeiramente teria acontecido. Porém, embora ficcionadas, estas poderão ter sido as estórias das Ricas-Donas de Loanda." Romance histórico na linha de "Loanda - Escravas, Donas e Senhoras", Isabel Valadão leva-nos à Angola dos séculos XVIII e XIX.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Tal como vinha acontecendo já desde o século XVII, três constantes marcariam a história de Loanda: o tráfico atlântico da escravatura, a deportação ou degredo de criminosos para Angola e a superioridade das famílias crioulas, ou lusodescendentes, às quais pertenciam essas mulheres, e que eram praticamente as únicas detentoras do monopólio desse tráfico. As estórias destas mulheres acabariam por se fundir com a história da cidade de Loanda e não será possível dizer com propriedade como teriam sido as suas vidas. Assim, para este romance, eu reinventei situações e dramatizei acontecimentos, pois é isto que um romancista faz. A partir de imagens e de factos reais, deixei a imaginação fluir e as estórias converteram-se, por vezes em coisas diferentes daquilo que verdadeiramente teria acontecido. Porém, embora ficcionadas, estas poderão ter sido as estórias das Ricas-Donas de Loanda." Romance histórico na linha de "Loanda - Escravas, Donas e Senhoras", Isabel Valadão leva-nos à Angola dos séculos XVIII e XIX.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 279
Sinopse:
O "Custo" humano e económico da Guerra Colonial foi um grande fardo para o país. No plano económico, os gastos representaram cerca de 40% das despesas do Estado, tendo a economia portuguesa entrado num regime deficitário. No plano humano, a guerra trouxe não poucos sofrimentos, com mortos, feridos e estropiados não só do lado português, mas também e sobretudo do lado dos angolanos, guineenses e moçambicanos. E os ódios, acumulados durante os anos de dominação colonial, tornaram-se ainda mais profundos com a guerra, dificultando o processo de descolonização.
Nº Páginas: 279
Sinopse:
O "Custo" humano e económico da Guerra Colonial foi um grande fardo para o país. No plano económico, os gastos representaram cerca de 40% das despesas do Estado, tendo a economia portuguesa entrado num regime deficitário. No plano humano, a guerra trouxe não poucos sofrimentos, com mortos, feridos e estropiados não só do lado português, mas também e sobretudo do lado dos angolanos, guineenses e moçambicanos. E os ódios, acumulados durante os anos de dominação colonial, tornaram-se ainda mais profundos com a guerra, dificultando o processo de descolonização.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Narra todos os pormenores de uma história real e apaixonante: a 23 de Fevereiro de 1981 o exército espanhol ocupou pelas armas o Congresso dos Deputados para impor um governo militar. Havia apenas seis anos que Franco tinha morrido e que Espanha entrara num titubeante processo de transição democrática. As câmaras de televisão gravaram durante meia-hora o assalto ao Congresso. As imagens revelam como todos os congressistas se atiraram para o chão assustados com as balas dos fuzis, à excepção de um, o presidente, Adolfo Suárez, que se manteve erguido na sua cadeira. A partir desse gesto, Cercas leva a cabo uma lúcida e reveladora anatomia desse instante, que encerra todos os matizes de um golpe de Estado que pode mudar a história de um país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Narra todos os pormenores de uma história real e apaixonante: a 23 de Fevereiro de 1981 o exército espanhol ocupou pelas armas o Congresso dos Deputados para impor um governo militar. Havia apenas seis anos que Franco tinha morrido e que Espanha entrara num titubeante processo de transição democrática. As câmaras de televisão gravaram durante meia-hora o assalto ao Congresso. As imagens revelam como todos os congressistas se atiraram para o chão assustados com as balas dos fuzis, à excepção de um, o presidente, Adolfo Suárez, que se manteve erguido na sua cadeira. A partir desse gesto, Cercas leva a cabo uma lúcida e reveladora anatomia desse instante, que encerra todos os matizes de um golpe de Estado que pode mudar a história de um país.
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