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Edição: Mai 2006
Nº Páginas: 100
Sinopse:
Letras das Canções + Fotografias + Entrevista de Inês Pedrosa: Cantor e Barbeiro, Variações sobre um António, publicado n'O JORNAL, nº432, de 02/06/1983 + Nota biográfica Um Meteoro Musical, texto elaborado a partir do artigo de Ana Soromenho publicado no Expresso de 18/12/2004
Nº Páginas: 100
Sinopse:
Letras das Canções + Fotografias + Entrevista de Inês Pedrosa: Cantor e Barbeiro, Variações sobre um António, publicado n'O JORNAL, nº432, de 02/06/1983 + Nota biográfica Um Meteoro Musical, texto elaborado a partir do artigo de Ana Soromenho publicado no Expresso de 18/12/2004
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Eric Lax é o autor da mais conhecida biografia de Woody Allen. Neste livro divulga as mais reveladoras e divertidas entrevistas feitas ao realizador de Manhattan e Annie Hall. Ao longo de mais de três décadas, Woody Allen conversou regularmente com Eric Lax, permitindo-lhe um acesso sem precedentes aos seus locais de filmagens, pensamentos e observações. Em conversas entre 1971 e 2007, Allen discutiu sobre produção cinematográfica - os seus próprios filmes e o trabalho de realizadores que admira. Assim, este livro mostra a evolução de Woody Allen até aos dias de hoje (de escritor de comédia e comediante de stand-up a realizador famoso). Conversas com Woody Allen é, por isso, uma leitura essencial para quem se interessa por realização cinematográfica e para todos os que apreciam os seus filmes.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Eric Lax é o autor da mais conhecida biografia de Woody Allen. Neste livro divulga as mais reveladoras e divertidas entrevistas feitas ao realizador de Manhattan e Annie Hall. Ao longo de mais de três décadas, Woody Allen conversou regularmente com Eric Lax, permitindo-lhe um acesso sem precedentes aos seus locais de filmagens, pensamentos e observações. Em conversas entre 1971 e 2007, Allen discutiu sobre produção cinematográfica - os seus próprios filmes e o trabalho de realizadores que admira. Assim, este livro mostra a evolução de Woody Allen até aos dias de hoje (de escritor de comédia e comediante de stand-up a realizador famoso). Conversas com Woody Allen é, por isso, uma leitura essencial para quem se interessa por realização cinematográfica e para todos os que apreciam os seus filmes.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em "O Que os Cegos Estão Sonhando?", há três gerações de mulheres da mesma família que se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso — tão imprescindível quanto vão — de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho "contra a brutalidade do real".
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em "O Que os Cegos Estão Sonhando?", há três gerações de mulheres da mesma família que se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso — tão imprescindível quanto vão — de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho "contra a brutalidade do real".
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois da morte de Darwin, o seu filho Francis publicou em 1887 uma edição de "Life and Letters" ("Vida e Cartas") de Darwin. Em parte por decisão sua, em parte a pedido da mãe Emma e da irmã Henrietta, Francis omitiu algumas passagens da Autobiografia que eram demasiado pessoais, que se referiam a pessoas ainda vivas ou que mencionavam religião. Em particular, todo o capítulo sobre as "Crenças Religiosas" de Darwin foi omitido (...). A versão completa da "Autobiografia" só foi publicada em 1958 por Nora Barlow, neta de Darwin (filha de Horace). É esta a versão utilizada nesta tradução. Da Introdução
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois da morte de Darwin, o seu filho Francis publicou em 1887 uma edição de "Life and Letters" ("Vida e Cartas") de Darwin. Em parte por decisão sua, em parte a pedido da mãe Emma e da irmã Henrietta, Francis omitiu algumas passagens da Autobiografia que eram demasiado pessoais, que se referiam a pessoas ainda vivas ou que mencionavam religião. Em particular, todo o capítulo sobre as "Crenças Religiosas" de Darwin foi omitido (...). A versão completa da "Autobiografia" só foi publicada em 1958 por Nora Barlow, neta de Darwin (filha de Horace). É esta a versão utilizada nesta tradução. Da Introdução
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 568
Sinopse:
Da morte do pai à experiência de ter filhos. É esta a passagem que Karl Ove Knausgård faz do primeiro para o segundo volume do romance autobiográfico "A Minha Luta". Em "Um Homem Apaixonado", Karl Ove Knausgård deixa a mulher e a Noruega e parte para Estocolmo. É aí que se aproxima de Geir, outro norueguês expatriado, e reencontra Linda, uma poeta que o havia fascinado anos antes num encontro de escritores. Se, em "A Morte do Pai", Knausgård abordava o tema do luto, neste volume descreve as tempestuosas relações de amizade e amor e o dramático período antes de consolidar a sua relação com Linda. Depois vem a experiência da paternidade, que subverte tudo à sua passagem. Há a urgente necessidade de escrever, mas também o quotidiano familiar, o cómico fracasso das férias, as humilhantes aulas de preparação do parto, as tensões nas festas de aniversário infantis, o stress de passear uma criança pelas ruas de Estocolmo quando o seu único desejo é continuar o seu romance. Knausgård fala dos momentos que compõem a vida de um homem, dilacerado pela necessidade de criar, mas também de viver, alguém para quem arte e natureza são uma necessidade física, alguém que oscila entre a energia vital e pensamentos mórbidos e que deseja com igual intensidade solidão e amor.
Nº Páginas: 568
Sinopse:
Da morte do pai à experiência de ter filhos. É esta a passagem que Karl Ove Knausgård faz do primeiro para o segundo volume do romance autobiográfico "A Minha Luta". Em "Um Homem Apaixonado", Karl Ove Knausgård deixa a mulher e a Noruega e parte para Estocolmo. É aí que se aproxima de Geir, outro norueguês expatriado, e reencontra Linda, uma poeta que o havia fascinado anos antes num encontro de escritores. Se, em "A Morte do Pai", Knausgård abordava o tema do luto, neste volume descreve as tempestuosas relações de amizade e amor e o dramático período antes de consolidar a sua relação com Linda. Depois vem a experiência da paternidade, que subverte tudo à sua passagem. Há a urgente necessidade de escrever, mas também o quotidiano familiar, o cómico fracasso das férias, as humilhantes aulas de preparação do parto, as tensões nas festas de aniversário infantis, o stress de passear uma criança pelas ruas de Estocolmo quando o seu único desejo é continuar o seu romance. Knausgård fala dos momentos que compõem a vida de um homem, dilacerado pela necessidade de criar, mas também de viver, alguém para quem arte e natureza são uma necessidade física, alguém que oscila entre a energia vital e pensamentos mórbidos e que deseja com igual intensidade solidão e amor.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A memória de Knausgård não segue uma ordem cronológica. Avança, recua, detém-se e depois adquire um novo impulso.No terceiro volume, "A Ilha da Infância", situamo-nos no Verão de 1969 na ilha de Tromøya, na costa sul da Noruega, aonde Karl Ove chega num carrinho empurrado pela mãe.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A memória de Knausgård não segue uma ordem cronológica. Avança, recua, detém-se e depois adquire um novo impulso.No terceiro volume, "A Ilha da Infância", situamo-nos no Verão de 1969 na ilha de Tromøya, na costa sul da Noruega, aonde Karl Ove chega num carrinho empurrado pela mãe.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas:
Sinopse:
"Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a "Weltanschauung", um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século XVIII que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram." [Da Introdução]
Nº Páginas:
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"Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a "Weltanschauung", um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século XVIII que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram." [Da Introdução]
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Embora não haja uma organização definida pelo autor, nem indicações quanto à edição dos diários, Al Berto alimentava o corpo dos cadernos com notas e esboços, acreditando, por vezes, que esse devir-obra da sua própria vida pudesse ganhar uma dimensão diferente, uma outra "força", "outra leitura" se ponderasse a sua publicação. Decidimos agora, de acordo com a vontade dos herdeiros legais e, ao mesmo tempo, fazendo eco do desejo de Al Berto, tornar públicos estes documentos privados. Nestes Diários sobressai o registo diário de algo que servia para um uso pessoal e íntimo. Estamos perante um corpus que se expõe a si mesmo, que se dá no ritmo efervescente da criação mas também na sua fragilidade, na dúvida.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Embora não haja uma organização definida pelo autor, nem indicações quanto à edição dos diários, Al Berto alimentava o corpo dos cadernos com notas e esboços, acreditando, por vezes, que esse devir-obra da sua própria vida pudesse ganhar uma dimensão diferente, uma outra "força", "outra leitura" se ponderasse a sua publicação. Decidimos agora, de acordo com a vontade dos herdeiros legais e, ao mesmo tempo, fazendo eco do desejo de Al Berto, tornar públicos estes documentos privados. Nestes Diários sobressai o registo diário de algo que servia para um uso pessoal e íntimo. Estamos perante um corpus que se expõe a si mesmo, que se dá no ritmo efervescente da criação mas também na sua fragilidade, na dúvida.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Gustavo Carona já exerceu medicina em situações de máximo desespero, socorrendo populações dilaceradas pela guerra em alguns dos conflitos mais sangrentos do mundo - mas foi no Hospital de Matosinhos, onde trabalha diariamente, que viria a desempenhar a missão mais difícil da sua vida. Especialista em cuidados intensivos e anestesiologia, o médico portuense traz-nos um testemunho em carne viva sobre a abnegação, o vincado sentido de dever e também o sofrimento dos profissionais de saúde ao longo da pandemia da covid-19. Partindo do seu próprio caso, ao debater-se com a gestão de problemas pessoais, dores físicas constantes e um burnout que não apenas o afastou da sua unidade de cuidados intensivos como lhe trouxe um sentimento de frustração insustentável, Gustavo Carona faz um relato profundamente humano da angústia e do heroísmo de médicos, enfermeiros e auxiliares diante de um inimigo mortal que, além de invisível e desconhecido, não raras vezes pareceu incomensuravelmente mais poderoso do que a resistência mais árdua dos homens e os conhecimentos mais avançados da ciência.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Gustavo Carona já exerceu medicina em situações de máximo desespero, socorrendo populações dilaceradas pela guerra em alguns dos conflitos mais sangrentos do mundo - mas foi no Hospital de Matosinhos, onde trabalha diariamente, que viria a desempenhar a missão mais difícil da sua vida. Especialista em cuidados intensivos e anestesiologia, o médico portuense traz-nos um testemunho em carne viva sobre a abnegação, o vincado sentido de dever e também o sofrimento dos profissionais de saúde ao longo da pandemia da covid-19. Partindo do seu próprio caso, ao debater-se com a gestão de problemas pessoais, dores físicas constantes e um burnout que não apenas o afastou da sua unidade de cuidados intensivos como lhe trouxe um sentimento de frustração insustentável, Gustavo Carona faz um relato profundamente humano da angústia e do heroísmo de médicos, enfermeiros e auxiliares diante de um inimigo mortal que, além de invisível e desconhecido, não raras vezes pareceu incomensuravelmente mais poderoso do que a resistência mais árdua dos homens e os conhecimentos mais avançados da ciência.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Foi novamente como se a Vida, com todos os seus segredos, estivesse próxima de mim, como se eu a pudesse tocar… E ali sentia-me imensamente segura e protegida. E pensei: "Como isto é estranho. É guerra. Há campos de concentração. Pequenas crueldades amontoam-se por cima de pequenas crueldades. Quando caminho pelas ruas, sei que, em muitas das casas por onde passo, há ali um filho preso, e ali um pai refém, e ali têm de suportar a condenação à morte de um rapaz de dezoito anos." E estas ruas e casas ficam perto da minha própria casa. Sei do grande sofrimento humano que se vai acumulando, sei das perseguições e da opressão… Sei de tudo isso e continuo a enfrentar cada pedaço de realidade que se me impõe. E num momento inesperado, abandonada a mim própria — encontro-me de repente encostada ao peito nu da Vida e os braços dela são muito macios e envolvem-me, e nem sequer consigo descrever o bater do seu coração: tão fiel como se nunca mais findasse… [Etty Hillesum, Diário]
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Foi novamente como se a Vida, com todos os seus segredos, estivesse próxima de mim, como se eu a pudesse tocar… E ali sentia-me imensamente segura e protegida. E pensei: "Como isto é estranho. É guerra. Há campos de concentração. Pequenas crueldades amontoam-se por cima de pequenas crueldades. Quando caminho pelas ruas, sei que, em muitas das casas por onde passo, há ali um filho preso, e ali um pai refém, e ali têm de suportar a condenação à morte de um rapaz de dezoito anos." E estas ruas e casas ficam perto da minha própria casa. Sei do grande sofrimento humano que se vai acumulando, sei das perseguições e da opressão… Sei de tudo isso e continuo a enfrentar cada pedaço de realidade que se me impõe. E num momento inesperado, abandonada a mim própria — encontro-me de repente encostada ao peito nu da Vida e os braços dela são muito macios e envolvem-me, e nem sequer consigo descrever o bater do seu coração: tão fiel como se nunca mais findasse… [Etty Hillesum, Diário]
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 616
Sinopse:
Sexta-feira, dia de Natal, 1931: "(…) Falei com o L. ontem à noite sobre a morte; a estupidez da morte; o que ele iria sentir se eu morresse. Ele abandonaria talvez a editora; mas disse que uma pessoa deve ser natural. E a sensação de velhice a invadir-nos: e o sofrimento de perder os amigos; e a minha antipatia pela geração mais nova; e depois raciocino que devo ser compreensiva. E agora estamos mais felizes." Entre 1927 e 1941, Virginia Woolf viveu um dos seus períodos criativos mais fecundos e afirmou-se como uma das figuras de maior relevo dentro da sociedade literária londrina. Neste período foi um dos maiores expoentes de um conjunto de artistas e intelectuais empenhados na defesa da importância das artes e que ficou conhecido como o Grupo de Bloomsbury. São desta época algumas das suas obras mais marcantes, nomeadamente Rumo ao Farol (1927), Orlando (1928) e Um Quarto que Seja Seu (1929). Neste diário, somos convidados a conhecer as suas reflexões mais íntimas sobre o mundo e sobre a Humanidade, com a singularidade e universalidade que muito poucos conseguem alcançar.
Nº Páginas: 616
Sinopse:
Sexta-feira, dia de Natal, 1931: "(…) Falei com o L. ontem à noite sobre a morte; a estupidez da morte; o que ele iria sentir se eu morresse. Ele abandonaria talvez a editora; mas disse que uma pessoa deve ser natural. E a sensação de velhice a invadir-nos: e o sofrimento de perder os amigos; e a minha antipatia pela geração mais nova; e depois raciocino que devo ser compreensiva. E agora estamos mais felizes." Entre 1927 e 1941, Virginia Woolf viveu um dos seus períodos criativos mais fecundos e afirmou-se como uma das figuras de maior relevo dentro da sociedade literária londrina. Neste período foi um dos maiores expoentes de um conjunto de artistas e intelectuais empenhados na defesa da importância das artes e que ficou conhecido como o Grupo de Bloomsbury. São desta época algumas das suas obras mais marcantes, nomeadamente Rumo ao Farol (1927), Orlando (1928) e Um Quarto que Seja Seu (1929). Neste diário, somos convidados a conhecer as suas reflexões mais íntimas sobre o mundo e sobre a Humanidade, com a singularidade e universalidade que muito poucos conseguem alcançar.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Luís Pereira de Sousa, jornalista e ex-apresentador de televisão, conta, na primeira pessoa, uma assustadora experiência: esteve morto e voltou à vida. Em Abril de 2013, uma viagem romântica num veleiro terminou da pior forma. Luís Pereira de Sousa caiu ao mar. Ninguém assistiu à queda, tendo sido salvo no último minuto, quando apenas restava oxigénio num décimo do pulmão esquerdo. Entre a vida e a morte, entre Deus e o Diabo, sobreviveu para revelar a mais impressionante experiência por que um ser humano pode passar. Sem filtros nem tabus, conta todos os pormenores da sua luta. Preso à vida por um fio, passou dias e noites de tormento no hospital, com outros moribundos, numa guerra que se tornou colectiva. Desesperado, entre o bem e o mal e o confronto consigo próprio e com os outros, deparou-se com revelações difíceis de imaginar noutras circunstâncias. Mas ter tratado Deus e o Diabo por tu foi meio caminho andado para encontrar a porta da consciência entreaberta e se deparar com um objecto de valor incalculável e ainda com novos amigos, um novo amor, uma outra morada e um novo destino.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Luís Pereira de Sousa, jornalista e ex-apresentador de televisão, conta, na primeira pessoa, uma assustadora experiência: esteve morto e voltou à vida. Em Abril de 2013, uma viagem romântica num veleiro terminou da pior forma. Luís Pereira de Sousa caiu ao mar. Ninguém assistiu à queda, tendo sido salvo no último minuto, quando apenas restava oxigénio num décimo do pulmão esquerdo. Entre a vida e a morte, entre Deus e o Diabo, sobreviveu para revelar a mais impressionante experiência por que um ser humano pode passar. Sem filtros nem tabus, conta todos os pormenores da sua luta. Preso à vida por um fio, passou dias e noites de tormento no hospital, com outros moribundos, numa guerra que se tornou colectiva. Desesperado, entre o bem e o mal e o confronto consigo próprio e com os outros, deparou-se com revelações difíceis de imaginar noutras circunstâncias. Mas ter tratado Deus e o Diabo por tu foi meio caminho andado para encontrar a porta da consciência entreaberta e se deparar com um objecto de valor incalculável e ainda com novos amigos, um novo amor, uma outra morada e um novo destino.
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Edição: Set 2007
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Descascando a Cebola", a polémica autobiografia de Günter Grass, aborda a vida do escritor entre 1939 e 1959. Começa quando, ao completar 12 anos, a Alemanha entra em guerra. Confessa ter integrado as Waffen-SS quando a guerra já estava perdida para a Alemanha, mas o delírio ainda fazia supor outro destino para o seu povo e país. Grass relembra também a sua adolescência na destruída Alemanha do pós-guerra, a fome e as privações, o seu trabalho como mineiro e a decisão de exilar-se em Paris onde escreveu O Tambor, a obra que lhe deu notoriedade internacional e permitiu que recuperasse a auto-estima após a derrota. "Descascando a Cebola" pode ser lido, também, como um relato trágico de uma época de barbáries, que aflora a partir de uma história pessoal e em que convive, ainda que com dor, o renascimento de uma Europa diferente, que voltava a viver depois dos bombardeios e das batalhas.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Descascando a Cebola", a polémica autobiografia de Günter Grass, aborda a vida do escritor entre 1939 e 1959. Começa quando, ao completar 12 anos, a Alemanha entra em guerra. Confessa ter integrado as Waffen-SS quando a guerra já estava perdida para a Alemanha, mas o delírio ainda fazia supor outro destino para o seu povo e país. Grass relembra também a sua adolescência na destruída Alemanha do pós-guerra, a fome e as privações, o seu trabalho como mineiro e a decisão de exilar-se em Paris onde escreveu O Tambor, a obra que lhe deu notoriedade internacional e permitiu que recuperasse a auto-estima após a derrota. "Descascando a Cebola" pode ser lido, também, como um relato trágico de uma época de barbáries, que aflora a partir de uma história pessoal e em que convive, ainda que com dor, o renascimento de uma Europa diferente, que voltava a viver depois dos bombardeios e das batalhas.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mary Trump passou boa parte da infância na imponente casa dos avós, no coração de Queens, em Nova Iorque, onde Donald Trump e os seus quatro irmãos cresceram. Descreve traumas terríveis, relações destrutivas e uma trágica combinação de negligências e abusos. Explica em que medida eventos específicos e padrões familiares comuns criaram o homem perturbado que atualmente ocupa a Sala Oval, incluindo a estranha e perniciosa relação entre Fred Trump e os seus dois filhos mais velhos: Fred Jr. e Donald. Enquanto testemunha privilegiada ao longo de inúmeras refeições e interações festivas, Mary oferece aos confusos e por vezes desconcertantes eventos familiares uma vivacidade de espírito cortante e um humor inesperado. Tudo é relatado com implacável detalhe, desde o lugar de Donald Trump no centro das atenções da família até ao modo terrível como ele, o filho favorito de Fred Trump, despediu e ridicularizou o pai quando adoeceu. Numerosos especialistas, psicólogos amadores e jornalistas procuraram analisar com minúcia os perigosos defeitos de Donald Trump. Mas Mary L. Trump tem a formação, o discernimento e a intimidade familiar necessários para revelar o que faz correr Donald e o resto do clã. Apenas ela consegue contar esta fascinante e desconcertante saga, não só devido à sua perspetiva particular no centro dos acontecimentos, mas também porque é a única Trump disposta a contar a verdade sobre uma das famílias mais poderosas e disfuncionais do mundo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mary Trump passou boa parte da infância na imponente casa dos avós, no coração de Queens, em Nova Iorque, onde Donald Trump e os seus quatro irmãos cresceram. Descreve traumas terríveis, relações destrutivas e uma trágica combinação de negligências e abusos. Explica em que medida eventos específicos e padrões familiares comuns criaram o homem perturbado que atualmente ocupa a Sala Oval, incluindo a estranha e perniciosa relação entre Fred Trump e os seus dois filhos mais velhos: Fred Jr. e Donald. Enquanto testemunha privilegiada ao longo de inúmeras refeições e interações festivas, Mary oferece aos confusos e por vezes desconcertantes eventos familiares uma vivacidade de espírito cortante e um humor inesperado. Tudo é relatado com implacável detalhe, desde o lugar de Donald Trump no centro das atenções da família até ao modo terrível como ele, o filho favorito de Fred Trump, despediu e ridicularizou o pai quando adoeceu. Numerosos especialistas, psicólogos amadores e jornalistas procuraram analisar com minúcia os perigosos defeitos de Donald Trump. Mas Mary L. Trump tem a formação, o discernimento e a intimidade familiar necessários para revelar o que faz correr Donald e o resto do clã. Apenas ela consegue contar esta fascinante e desconcertante saga, não só devido à sua perspetiva particular no centro dos acontecimentos, mas também porque é a única Trump disposta a contar a verdade sobre uma das famílias mais poderosas e disfuncionais do mundo.
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Escolhidas e editadas por Elizabeth Chatwin e Nicholas Shakespeare Bruce Chatwin é um dos mais notáveis escritores britânicos dos nossos tempos, quer no romance, quer na literatura de viagem. Os seus livros tornaram-se clássicos contemporâneos e desafiam qualquer tipo de categorização: assimilam elementos de ficção, de ensaio, de reportagem, de história, de mexerico, e são inspirados ao mesmo tempo que espelham as suas incríveis viagens. Tragicamente, a sua voz narrativa foi interrompida no momento em que a encontrou. Um mês antes da sua morte, Chatwin lamentava-se: "Há tantas coisas que quero fazer." "Bruce tinha acabado de começar" - diria o seu amigo Salman Rushdie - "Só vimos o primeiro ato."Chatwin deixou um conjunto de escritos de uma frescura avassaladora, que nos permitem regressar ao seu universo: um legado de cartas e postais que escreveu à família e aos amigos ao longo da sua curta vida."Debaixo do Sol" revela mais de si do que ele quis mostrar nos seus livros: o seu património; as suas finanças; as suas ambições e preferências literárias; os seus gostos; o desassossego quanto à sua orientação sexual; a procura constante do lugar certo para viver - uma súmula vívida da variedade dos seus interesses e preocupações, um registo altamente revelador de um dos maiores e mais enigmáticos escritores do século XX.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Escolhidas e editadas por Elizabeth Chatwin e Nicholas Shakespeare Bruce Chatwin é um dos mais notáveis escritores britânicos dos nossos tempos, quer no romance, quer na literatura de viagem. Os seus livros tornaram-se clássicos contemporâneos e desafiam qualquer tipo de categorização: assimilam elementos de ficção, de ensaio, de reportagem, de história, de mexerico, e são inspirados ao mesmo tempo que espelham as suas incríveis viagens. Tragicamente, a sua voz narrativa foi interrompida no momento em que a encontrou. Um mês antes da sua morte, Chatwin lamentava-se: "Há tantas coisas que quero fazer." "Bruce tinha acabado de começar" - diria o seu amigo Salman Rushdie - "Só vimos o primeiro ato."Chatwin deixou um conjunto de escritos de uma frescura avassaladora, que nos permitem regressar ao seu universo: um legado de cartas e postais que escreveu à família e aos amigos ao longo da sua curta vida."Debaixo do Sol" revela mais de si do que ele quis mostrar nos seus livros: o seu património; as suas finanças; as suas ambições e preferências literárias; os seus gostos; o desassossego quanto à sua orientação sexual; a procura constante do lugar certo para viver - uma súmula vívida da variedade dos seus interesses e preocupações, um registo altamente revelador de um dos maiores e mais enigmáticos escritores do século XX.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 624
Sinopse:
A mais completa e rigorosa abordagem à vida e obra de uma das figuras mais carismáticas e controversas da História de Portugal. Quem foi Sebastião José de Carvalho e Melo até alcançar o poder total? E o que fez depois - e efetivamente - com esse poder? Com base numa exaustiva pesquisa e na leitura rigorosa das cartas escritas e recebidas por Sebastião José de Carvalho e Melo, Pedro Sena-Lino apresenta-nos o biografado através da voz do próprio. Assente em provas documentais, e apenas se permitindo uma via dedutiva quando os testemunhos se mostram menos abundantes, este livro demonstra como a relação de um líder consigo mesmo pode ter transformado medos próprios em fantasmas nacionais, muitos deles ainda presentes e atuantes nos dias de hoje. Esta biografia dá conta da misteriosa forma como, no início da sua vida pública, aquele que viria a ser conhecido como Marquês de Pombal vê conjugar-se um improvável conjunto de fatores que permitem a um lavrador forçado a nascer de socalcos e xisto, a um homem sem experiência relevante, uma impressionante escalada social e política, da Real Academia das Ciências, passando pelas embaixadas em Londres e Viena, até chegar à liderança do governo da nação. Em "De Quase Nada a Quase Rei", conhece-se um homem que, dono de uma psique sedenta de vingança, triunfou ferindo. Sebastião José é o nome do político que reformou a educação, o sistema fiscal e a Lisboa pós-terramoto, mas também do homem que, tendo escapado a uma tentativa de assassinato, a transformou num atentado à vida do próprio rei e se vingou nos Távoras e dizimou os jesuítas. Um belo e rigoroso estudo dos subterrâneos da alma humana, um retrato da ambição, do ressentimento, da frieza, do calculismo e de outras características que enformam os grandes ditadores. "Este livro de Pedro Sena-Lino que o leitor tem entre mãos é a biografia de Pombal por que tanto esperávamos. Trata-se de um livro literariamente primoroso como as biografias escritas por Camilo ou Agustina — mas mais profundo, pormenorizado e sobretudo intelectualmente honesto. É um livro historiograficamente impecável, mas sem se deixar tolher pelos temores das baias académicas que faz de tantos autores serem incapazes de dizer, em termos simples, simplesmente o que pensam. E é um livro que incorpora muito do atual debate teórico, como o faz Kenneth Maxwell, embora seja mais uma biografia no sentido tradicional do termo, factual e narrativo, na fluência do decurso de uma vida — e se leia enquanto tal. Não é fácil navegar no grande mar da bibliografia sobre Pombal. Em mais de um quarto de século de percurso profissional e académico ligado aos estudos sobre Pombal, o século XVIII, e o iluminismo — embora, confessadamente, com muitos e largos desvios — desejei muitas vezes que houvesse uma biografia que fizesse o que este livro de Pedro Sena-Lino faz (…). É, em resumo, um livro que recomendo sem reservas. Igualmente acessível e proveitoso a todos os tipos de leitores: aqueles que acham que sabem quase tudo, e quase nada, da vida e obra de Pombal." Do prefácio de Rui Tavares
Nº Páginas: 624
Sinopse:
A mais completa e rigorosa abordagem à vida e obra de uma das figuras mais carismáticas e controversas da História de Portugal. Quem foi Sebastião José de Carvalho e Melo até alcançar o poder total? E o que fez depois - e efetivamente - com esse poder? Com base numa exaustiva pesquisa e na leitura rigorosa das cartas escritas e recebidas por Sebastião José de Carvalho e Melo, Pedro Sena-Lino apresenta-nos o biografado através da voz do próprio. Assente em provas documentais, e apenas se permitindo uma via dedutiva quando os testemunhos se mostram menos abundantes, este livro demonstra como a relação de um líder consigo mesmo pode ter transformado medos próprios em fantasmas nacionais, muitos deles ainda presentes e atuantes nos dias de hoje. Esta biografia dá conta da misteriosa forma como, no início da sua vida pública, aquele que viria a ser conhecido como Marquês de Pombal vê conjugar-se um improvável conjunto de fatores que permitem a um lavrador forçado a nascer de socalcos e xisto, a um homem sem experiência relevante, uma impressionante escalada social e política, da Real Academia das Ciências, passando pelas embaixadas em Londres e Viena, até chegar à liderança do governo da nação. Em "De Quase Nada a Quase Rei", conhece-se um homem que, dono de uma psique sedenta de vingança, triunfou ferindo. Sebastião José é o nome do político que reformou a educação, o sistema fiscal e a Lisboa pós-terramoto, mas também do homem que, tendo escapado a uma tentativa de assassinato, a transformou num atentado à vida do próprio rei e se vingou nos Távoras e dizimou os jesuítas. Um belo e rigoroso estudo dos subterrâneos da alma humana, um retrato da ambição, do ressentimento, da frieza, do calculismo e de outras características que enformam os grandes ditadores. "Este livro de Pedro Sena-Lino que o leitor tem entre mãos é a biografia de Pombal por que tanto esperávamos. Trata-se de um livro literariamente primoroso como as biografias escritas por Camilo ou Agustina — mas mais profundo, pormenorizado e sobretudo intelectualmente honesto. É um livro historiograficamente impecável, mas sem se deixar tolher pelos temores das baias académicas que faz de tantos autores serem incapazes de dizer, em termos simples, simplesmente o que pensam. E é um livro que incorpora muito do atual debate teórico, como o faz Kenneth Maxwell, embora seja mais uma biografia no sentido tradicional do termo, factual e narrativo, na fluência do decurso de uma vida — e se leia enquanto tal. Não é fácil navegar no grande mar da bibliografia sobre Pombal. Em mais de um quarto de século de percurso profissional e académico ligado aos estudos sobre Pombal, o século XVIII, e o iluminismo — embora, confessadamente, com muitos e largos desvios — desejei muitas vezes que houvesse uma biografia que fizesse o que este livro de Pedro Sena-Lino faz (…). É, em resumo, um livro que recomendo sem reservas. Igualmente acessível e proveitoso a todos os tipos de leitores: aqueles que acham que sabem quase tudo, e quase nada, da vida e obra de Pombal." Do prefácio de Rui Tavares
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Apesar de ser considerado o maior poeta da língua italiana, popularizado pela sua monumental Divina Comédia, a vida de Dante Alighieri (1265-1321) permanece um mistério, e há aspetos que precisam de uma releitura. Esta é uma grande história sobre a beleza vivida. Alessandro Barbero segue Dante desde a adolescência como filho de um usurário, pertencendo já ao mundo dos nobres e dos escritores; depois, nos corredores escuros da política, onde os ideais são destruídos em face da realidade mesquinha do ódio partidário e da corrupção desenfreada; finalmente, nas peregrinações do exílio, onde o poeta descobre a variedade da Itália do século xiv, entre metrópoles comerciais, cortes de cavaleiros e conspirações. O livro aborda o vazio e o silêncio da incerteza de toda a vida de Dante, verificando como uma vida tão complexa e atribulada - feita de exílios e vinganças, de solidão e paixões - se reflete numa obra paradoxal, inovadora e fascinante pela quantidade de leituras que gerou e permitiu ao longo dos últimos séculos. Quando se assinalam os 700 anos da morte de Dante Alighieri, o maior dos poetas italianos e um dos nomes centrais do cânone ocidental e da nossa tradição literária, a Quetzal publica uma biografia notável, clara, simples e cuidada.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Apesar de ser considerado o maior poeta da língua italiana, popularizado pela sua monumental Divina Comédia, a vida de Dante Alighieri (1265-1321) permanece um mistério, e há aspetos que precisam de uma releitura. Esta é uma grande história sobre a beleza vivida. Alessandro Barbero segue Dante desde a adolescência como filho de um usurário, pertencendo já ao mundo dos nobres e dos escritores; depois, nos corredores escuros da política, onde os ideais são destruídos em face da realidade mesquinha do ódio partidário e da corrupção desenfreada; finalmente, nas peregrinações do exílio, onde o poeta descobre a variedade da Itália do século xiv, entre metrópoles comerciais, cortes de cavaleiros e conspirações. O livro aborda o vazio e o silêncio da incerteza de toda a vida de Dante, verificando como uma vida tão complexa e atribulada - feita de exílios e vinganças, de solidão e paixões - se reflete numa obra paradoxal, inovadora e fascinante pela quantidade de leituras que gerou e permitiu ao longo dos últimos séculos. Quando se assinalam os 700 anos da morte de Dante Alighieri, o maior dos poetas italianos e um dos nomes centrais do cânone ocidental e da nossa tradição literária, a Quetzal publica uma biografia notável, clara, simples e cuidada.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Jorge Salavisa é a maior figura da dança contemporânea em Portugal. Homem de perfil reservado, tímido até, soube sempre fazer a sua brilhante carreira longe dos holofotes da fama fácil. Todavia, faltava uma obra biográfica que trouxesse luz sobre esta personagem impar da cultura portuguesa. Dançar a Vida é o livro imprevisto que transporta o leitor ao topo do mundo da dança, que o leva ao palco e o faz girar sobre si mesmo. Repleto de histórias assombrosas, das mais surpreendentes às mais trágicas, este livro espelha como poucos o quão humano e sensível pode ser um génio da arte e da dança.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Jorge Salavisa é a maior figura da dança contemporânea em Portugal. Homem de perfil reservado, tímido até, soube sempre fazer a sua brilhante carreira longe dos holofotes da fama fácil. Todavia, faltava uma obra biográfica que trouxesse luz sobre esta personagem impar da cultura portuguesa. Dançar a Vida é o livro imprevisto que transporta o leitor ao topo do mundo da dança, que o leva ao palco e o faz girar sobre si mesmo. Repleto de histórias assombrosas, das mais surpreendentes às mais trágicas, este livro espelha como poucos o quão humano e sensível pode ser um génio da arte e da dança.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Começando por retratar a cultura de direita portuguesa dos anos 80 aos nossos dias, o autor debruça-se sobre os grandes pontos de clivagem que, pelo menos à superfície, continuam a dividir as culturas de esquerda e de direita em Portugal. Percorrendo diversas tendências contemporâneas como a proliferação do lifestyle e do trendy, a revisitação light do salazarismo, os livros de auto-ajuda e outras taras actuais, a sociedade portuguesa é apresentada como adversa a extremismos, realçando-se as muitas afinidades ocultas entre direita e esquerda - mais numerosas e profundas do que costumamos julgar.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Começando por retratar a cultura de direita portuguesa dos anos 80 aos nossos dias, o autor debruça-se sobre os grandes pontos de clivagem que, pelo menos à superfície, continuam a dividir as culturas de esquerda e de direita em Portugal. Percorrendo diversas tendências contemporâneas como a proliferação do lifestyle e do trendy, a revisitação light do salazarismo, os livros de auto-ajuda e outras taras actuais, a sociedade portuguesa é apresentada como adversa a extremismos, realçando-se as muitas afinidades ocultas entre direita e esquerda - mais numerosas e profundas do que costumamos julgar.
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nenhum rei, na história portuguesa dos primeiros séculos, deixou de si mesmo tão escassos sinais como Sancho II. Morto em Toledo, no Inverno de 1248, sem filhos, legítimos ou bastardos, caso único na dinastia borgonhesa, é um irmão, Afonso, conde de Bolonha, que lhe sucede, facto que poderá não ser alheio à erosão da sua memória. Apertado no complicado xadrez político em que se jogam as aspirações de Afonso IX de Leão, a crescente hegemonia castelhana e os planos do papado, Sancho herda todos os problemas que o pai, D. Afonso II, deixara em aberto, mas nenhuma da sua reconhecida habilidade para, ileso, neles se movimentar. Durante anos, a relativa consistência de um reduzido grupo de personagens junto de si, em que toma relevo a brilhante figura de Mestre Vicente, irá redimi-lo de tudo, inclusive da ineficácia militar. Porém, em breve se adensam os indícios de uma anarquia que consumirá a sua autoridade e causará a sua deposição.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nenhum rei, na história portuguesa dos primeiros séculos, deixou de si mesmo tão escassos sinais como Sancho II. Morto em Toledo, no Inverno de 1248, sem filhos, legítimos ou bastardos, caso único na dinastia borgonhesa, é um irmão, Afonso, conde de Bolonha, que lhe sucede, facto que poderá não ser alheio à erosão da sua memória. Apertado no complicado xadrez político em que se jogam as aspirações de Afonso IX de Leão, a crescente hegemonia castelhana e os planos do papado, Sancho herda todos os problemas que o pai, D. Afonso II, deixara em aberto, mas nenhuma da sua reconhecida habilidade para, ileso, neles se movimentar. Durante anos, a relativa consistência de um reduzido grupo de personagens junto de si, em que toma relevo a brilhante figura de Mestre Vicente, irá redimi-lo de tudo, inclusive da ineficácia militar. Porém, em breve se adensam os indícios de uma anarquia que consumirá a sua autoridade e causará a sua deposição.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Luís, um rei de convicções cujo momento da morte coincidiu com um momento de viragem na história da monarquia constitucional.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Luís, um rei de convicções cujo momento da morte coincidiu com um momento de viragem na história da monarquia constitucional.
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, "que deixou em testamento Portugal aos castelhanos", ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade? Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise. Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, "que deixou em testamento Portugal aos castelhanos", ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade? Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise. Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
D. Pedro II nasceu em Lisboa, em 1648, e faleceu na mesma cidade, em 1706. Apesar da relevância do período em que viveu, D. Pedro permaneceu, na historiografia portuguesa, aprisionado entre as contingências fatídicas da governação do Vitorioso e a magnificência do reinado de D. João V. Defraudado por uns e glorificado por outros, D. Pedro II continuou a ser o eterno esquecido, votado, salvo raras excepções, a um verdadeiro ostracismo historiográfico. Afigura-se quase inexplicável este "abandono" se pensarmos que entre a regência (1668-1683) e o reinado de D. Pedro (1683-1706) decorreram trinta e oito anos, correspondendo, por um lado, a um dos períodos decisórios no quadro da política externa, com o final das Guerras da Restauração e o início da guerra da sucessão de Espanha e, por outro, a uma fase de crescente acalmia entre grupos de poder desavindos, que permitiu o reforço da monarquia absoluta e a consolidação da dinastia de Bragança. Procura-se, ao longo deste livro, desmistificar a imagem do Pacífico, tentando reconstruir, na possibilidade da escrita efémera do historiador, o quotidiano de D. Pedro II, que, tendo vivido em tempos de controvérsia, soube pacificar uma nação.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
D. Pedro II nasceu em Lisboa, em 1648, e faleceu na mesma cidade, em 1706. Apesar da relevância do período em que viveu, D. Pedro permaneceu, na historiografia portuguesa, aprisionado entre as contingências fatídicas da governação do Vitorioso e a magnificência do reinado de D. João V. Defraudado por uns e glorificado por outros, D. Pedro II continuou a ser o eterno esquecido, votado, salvo raras excepções, a um verdadeiro ostracismo historiográfico. Afigura-se quase inexplicável este "abandono" se pensarmos que entre a regência (1668-1683) e o reinado de D. Pedro (1683-1706) decorreram trinta e oito anos, correspondendo, por um lado, a um dos períodos decisórios no quadro da política externa, com o final das Guerras da Restauração e o início da guerra da sucessão de Espanha e, por outro, a uma fase de crescente acalmia entre grupos de poder desavindos, que permitiu o reforço da monarquia absoluta e a consolidação da dinastia de Bragança. Procura-se, ao longo deste livro, desmistificar a imagem do Pacífico, tentando reconstruir, na possibilidade da escrita efémera do historiador, o quotidiano de D. Pedro II, que, tendo vivido em tempos de controvérsia, soube pacificar uma nação.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
D. Dinis foi um rei exemplar. Poeta de génio e político brilhante, lançou as fundações de muito do que se tornaria Portugal. Desde a Marinha portuguesa, que daria novos mundos ao mundo, à instituição do português como língua oficial, passando pela delimitação definitiva da fronteira nacional. D. Dinis marcou a história portuguesa, num reinado de mais de quarenta anos. Além da poesia, tornaram-se famosas as suas escapadelas amorosas, bem como as difíceis relações com a rainha Santa Isabel ou a sua grande paixão pela caça. Foi também lavrador e plantou o Pinhal de Leiria. Teve inimigos, muitos, como o irmão e o próprio filho, contra quem combateu em sangrentas guerras civis. José Jorge Letria, um dos grandes escritores portugueses contemporâneos, traça a biografia deste rei, com grande rigor histórico, numa prosa de enorme qualidade. Uma leitura essencial para os amantes de história e de literatura.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
D. Dinis foi um rei exemplar. Poeta de génio e político brilhante, lançou as fundações de muito do que se tornaria Portugal. Desde a Marinha portuguesa, que daria novos mundos ao mundo, à instituição do português como língua oficial, passando pela delimitação definitiva da fronteira nacional. D. Dinis marcou a história portuguesa, num reinado de mais de quarenta anos. Além da poesia, tornaram-se famosas as suas escapadelas amorosas, bem como as difíceis relações com a rainha Santa Isabel ou a sua grande paixão pela caça. Foi também lavrador e plantou o Pinhal de Leiria. Teve inimigos, muitos, como o irmão e o próprio filho, contra quem combateu em sangrentas guerras civis. José Jorge Letria, um dos grandes escritores portugueses contemporâneos, traça a biografia deste rei, com grande rigor histórico, numa prosa de enorme qualidade. Uma leitura essencial para os amantes de história e de literatura.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha nasceu em Viena, em 1816, no seio de uma família saxo-austro-húngara. Pelo seu casamento em 1836 com a rainha D. Maria II, tornou-se príncipe português e no ano seguinte, com o nascimento de um herdeiro, rei consorte de Portugal. Sem se omitir o protagonismo político de D. Fernando, incluindo a sua recusa em ser rei da Grécia e rei de Espanha (talvez lhe devamos a independência), salienta-se a sua vida privada, aquela que este homem culto e sociável, orgulhoso e egocêntrico, mas dotado de uma alegria inata e de um personalidade cativante, verdadeiramente apreciava. Foi, aliás, o seu comportamento a nível familiar que provocou as duas grandes polémicas da sua vida: em 1869, ao casar por amor com uma antiga cantora e, quando morreu, ao saber-se que lhe deixara o Palácio e Jardins da Pena. Porque agrada mais à sensibilidade atual, o segundo casamento tem feito esquecer o primeiro, uma união feliz que a morte da rainha desfez em 1853 e deixou o viúvo destroçado.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha nasceu em Viena, em 1816, no seio de uma família saxo-austro-húngara. Pelo seu casamento em 1836 com a rainha D. Maria II, tornou-se príncipe português e no ano seguinte, com o nascimento de um herdeiro, rei consorte de Portugal. Sem se omitir o protagonismo político de D. Fernando, incluindo a sua recusa em ser rei da Grécia e rei de Espanha (talvez lhe devamos a independência), salienta-se a sua vida privada, aquela que este homem culto e sociável, orgulhoso e egocêntrico, mas dotado de uma alegria inata e de um personalidade cativante, verdadeiramente apreciava. Foi, aliás, o seu comportamento a nível familiar que provocou as duas grandes polémicas da sua vida: em 1869, ao casar por amor com uma antiga cantora e, quando morreu, ao saber-se que lhe deixara o Palácio e Jardins da Pena. Porque agrada mais à sensibilidade atual, o segundo casamento tem feito esquecer o primeiro, uma união feliz que a morte da rainha desfez em 1853 e deixou o viúvo destroçado.
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Edição: Mar 2008
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Filho dos reis D. Dinis e D. Isabel, Afonso IV (1291-1357) subiu ao trono em 1325, dando início a um longo reinado de trinta e dois anos. Apesar disso, D. Afonso IV é, talvez, um dos monarcas menos conhecidos da primeira dinastia portuguesa. A vida de D. Afonso foi muito preenchida e agitada, com uma juventude e um início de idade adulta de grande irrequietude e rebeldia. Das guerras com Castela ao confronto com o Islão na batalha do Salado (1340), das expedições às Canárias à reivindicação da soberania sobre as ilhas, dos efeitos da crise social e económica agravados pela Peste Negra de 1348 à guerra civil provocada pela execução de Inês de Castro, a vida de Afonso IV confunde-se, inevitavelmente, com a história do próprio reino.Ver e agir no reino com determinação, mas ver e agir também para além dele - olhando sobretudo para Castela, mas olhando igualmente para o mar oceano - a nada se furtou Afonso IV.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Filho dos reis D. Dinis e D. Isabel, Afonso IV (1291-1357) subiu ao trono em 1325, dando início a um longo reinado de trinta e dois anos. Apesar disso, D. Afonso IV é, talvez, um dos monarcas menos conhecidos da primeira dinastia portuguesa. A vida de D. Afonso foi muito preenchida e agitada, com uma juventude e um início de idade adulta de grande irrequietude e rebeldia. Das guerras com Castela ao confronto com o Islão na batalha do Salado (1340), das expedições às Canárias à reivindicação da soberania sobre as ilhas, dos efeitos da crise social e económica agravados pela Peste Negra de 1348 à guerra civil provocada pela execução de Inês de Castro, a vida de Afonso IV confunde-se, inevitavelmente, com a história do próprio reino.Ver e agir no reino com determinação, mas ver e agir também para além dele - olhando sobretudo para Castela, mas olhando igualmente para o mar oceano - a nada se furtou Afonso IV.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Há muito que aguardávamos por uma nova recolha de histórias do reconhecido psiquiatra Irvin Yalom com as descrições das duras batalhas dos seus pacientes quando finalmente se deparam com os dois grandes dilemas existenciais: como ser detentor de uma vida com sentido, e como lidar com o fim inevitável. Nestas páginas conhecemos uma enfermeira, à deriva numa vida miserável, que perdeu o filho, e que, como profissão, tem de consolar os outros das suas desgraças, que nunca parecem tão imensas como a sua. Conhecemos o homem de negócios de sucesso que, à beira do suicídio, desespera sobre os segredos que apodrecem qualquer relação que tenha. Conhecemos também uma psicóloga cujo estudo sobre a condição humana fragmenta e danifica as memórias preciosas que tem de uma amiga há muito perdida. Conhecemos ainda um homem cuja rejeição da filosofia força inclusivamente Yalom a lutar com uma crise de confiança. Os seus nomes e histórias permanecerão na nossa memória muito depois de termos virado a última página. Divertido, chocante e real, "Criaturas de Um Dia" é uma declaração honesta sobre os obstáculos da vida humana. Mas também uma celebração de alguns dos seus bens mais valiosos - amor, família, amizade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Há muito que aguardávamos por uma nova recolha de histórias do reconhecido psiquiatra Irvin Yalom com as descrições das duras batalhas dos seus pacientes quando finalmente se deparam com os dois grandes dilemas existenciais: como ser detentor de uma vida com sentido, e como lidar com o fim inevitável. Nestas páginas conhecemos uma enfermeira, à deriva numa vida miserável, que perdeu o filho, e que, como profissão, tem de consolar os outros das suas desgraças, que nunca parecem tão imensas como a sua. Conhecemos o homem de negócios de sucesso que, à beira do suicídio, desespera sobre os segredos que apodrecem qualquer relação que tenha. Conhecemos também uma psicóloga cujo estudo sobre a condição humana fragmenta e danifica as memórias preciosas que tem de uma amiga há muito perdida. Conhecemos ainda um homem cuja rejeição da filosofia força inclusivamente Yalom a lutar com uma crise de confiança. Os seus nomes e histórias permanecerão na nossa memória muito depois de termos virado a última página. Divertido, chocante e real, "Criaturas de Um Dia" é uma declaração honesta sobre os obstáculos da vida humana. Mas também uma celebração de alguns dos seus bens mais valiosos - amor, família, amizade.
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