923 produtos
Ordenar por:
923 produtos
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Este livro conta o nascimento, desenvolvimento e concretização de um sonho. Foram muitos dias a colecionar histórias, imagens e peripécias da vida de dois tipos normais que nasceram com talentos indescritíveis. Miguel Araújo e António Zambujo merecem tudo o que lhes está a acontecer, assim como o público que lhes enche os concertos merece saber mais sobre eles.
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Este livro conta o nascimento, desenvolvimento e concretização de um sonho. Foram muitos dias a colecionar histórias, imagens e peripécias da vida de dois tipos normais que nasceram com talentos indescritíveis. Miguel Araújo e António Zambujo merecem tudo o que lhes está a acontecer, assim como o público que lhes enche os concertos merece saber mais sobre eles.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/antonio-zambujo-e-miguel-araujo-algo-estranho-acontece-de-tito-couto-6018266');
});">
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 392
Sinopse:
É impossível entender o salazarismo em toda a sua extensão sem conhecer a figura singular de António Ferro. A originalidade do regime autoritário português, envolto numa cortina de brandos costumes habilmente tecida, é, de resto, uma resultante directa da sua intervenção; e a sua essência não pode, por isso, ser dissociada das manobras e expedientes que usou para construir a imagem política do ditador. Ao leme do aparelho de propaganda, foi a proa e o mastro do regime pró-fascista, manipulando os órgãos de Comunicação, perseguindo e excluindo adversários, falsificando hábitos e costumes e inventando tradições que nunca existiram - do Galo de Barcelos às Marchas Populares de Lisboa. Usando (e abusando) do poder que lhe foi criteriosamente entregue, sentou à mesa do orçamento intelectuais e artistas, arquitectando com eles a figura de um ditador messiânico num país pobre que dança o vira e o fandango. Levou a farsa panfletária ao ponto de comparar Salazar a "uma máquina de raciocinar", vergado ao "espectáculo" da sua inteligência. Verdadeiro "workaholic" - sempre solícito, venerando e obrigado -, manteve com o ditador uma intimidade única, testemunhando conversas privadas que nunca chegou a contar. Desassossegado, ambicioso e extremamente culto e criativo, foi o homem certo no lado errado da História. Orlando Raimundo traça-lhe nesta obra um retrato fiel.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
É impossível entender o salazarismo em toda a sua extensão sem conhecer a figura singular de António Ferro. A originalidade do regime autoritário português, envolto numa cortina de brandos costumes habilmente tecida, é, de resto, uma resultante directa da sua intervenção; e a sua essência não pode, por isso, ser dissociada das manobras e expedientes que usou para construir a imagem política do ditador. Ao leme do aparelho de propaganda, foi a proa e o mastro do regime pró-fascista, manipulando os órgãos de Comunicação, perseguindo e excluindo adversários, falsificando hábitos e costumes e inventando tradições que nunca existiram - do Galo de Barcelos às Marchas Populares de Lisboa. Usando (e abusando) do poder que lhe foi criteriosamente entregue, sentou à mesa do orçamento intelectuais e artistas, arquitectando com eles a figura de um ditador messiânico num país pobre que dança o vira e o fandango. Levou a farsa panfletária ao ponto de comparar Salazar a "uma máquina de raciocinar", vergado ao "espectáculo" da sua inteligência. Verdadeiro "workaholic" - sempre solícito, venerando e obrigado -, manteve com o ditador uma intimidade única, testemunhando conversas privadas que nunca chegou a contar. Desassossegado, ambicioso e extremamente culto e criativo, foi o homem certo no lado errado da História. Orlando Raimundo traça-lhe nesta obra um retrato fiel.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/antonio-ferro-o-inventor-do-salazarismo-de-orlando-raimundo-5514005');
});">
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
À data da sua morte, em 2004, António Champalimaud construíra uma fortuna incomparável entre os mais ricos de Portugal. Aos 19 anos pegara nos negócios do pai e multiplicara o seu valor várias vezes com apostas bem-sucedidas na banca, cimentos e seguros. A sua vida foi, no entanto, muito mais do que gerir negócios e acumular riqueza. Tinha uma personalidade forte e carismática que marcou familiares e amigos e lhe deu visibilidade na sociedade portuguesa. Um temperamento apaixonado, que se comprazia com a natureza africana e o mato brasileiro. Uma curiosidade intelectual grande, que o fez ter interesses variados e aprofundar gostos. Sempre, uma vontade de deixar marca para a posteridade, que o levou a entregar-se de corpo e alma a tudo o que fez, e a enveredar no final da vida pela filantropia. Ninguém melhor do que Jaime Nogueira Pinto para retratar esta personalidade fascinante, seu percurso, obra e legado. Tendo privado com António Champalimaud e conhecendo muitos dos seus familiares, amigos e colaboradores chegados, Jaime Nogueira Pinto escreveu este "Olhar" para dar a conhecer histórias desconhecidas e fotografias nunca antes vistas de um dos portugueses que mais marcou a sociedade e a economia do século XX português.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
À data da sua morte, em 2004, António Champalimaud construíra uma fortuna incomparável entre os mais ricos de Portugal. Aos 19 anos pegara nos negócios do pai e multiplicara o seu valor várias vezes com apostas bem-sucedidas na banca, cimentos e seguros. A sua vida foi, no entanto, muito mais do que gerir negócios e acumular riqueza. Tinha uma personalidade forte e carismática que marcou familiares e amigos e lhe deu visibilidade na sociedade portuguesa. Um temperamento apaixonado, que se comprazia com a natureza africana e o mato brasileiro. Uma curiosidade intelectual grande, que o fez ter interesses variados e aprofundar gostos. Sempre, uma vontade de deixar marca para a posteridade, que o levou a entregar-se de corpo e alma a tudo o que fez, e a enveredar no final da vida pela filantropia. Ninguém melhor do que Jaime Nogueira Pinto para retratar esta personalidade fascinante, seu percurso, obra e legado. Tendo privado com António Champalimaud e conhecendo muitos dos seus familiares, amigos e colaboradores chegados, Jaime Nogueira Pinto escreveu este "Olhar" para dar a conhecer histórias desconhecidas e fotografias nunca antes vistas de um dos portugueses que mais marcou a sociedade e a economia do século XX português.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/antonio-champalimaud-um-olhar-de-jaime-nogueira-pinto-7294888');
});">
Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Na guerra colonial, o corpo de enfermeiras pára-quedistas socorreu militares e civis em Angola, Moçambique e Guiné. Estas mulheres que caiam do céu para tratar dos feridos e travar o sofrimento enfrentaram, ao lado dos soldados, a dureza do mato e a violência dos combates. Mas não só. Enfrentaram também o preconceito de uma sociedade conservadora, onde a ideia de enviar mulheres para um cenário de conflito era vista com enorme desconfiança. Esta é a história dessas pioneiras improváveis, que quase passaram despercebidas ao seu país mas que acabaram por lhe dar uma lição de coragem.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Na guerra colonial, o corpo de enfermeiras pára-quedistas socorreu militares e civis em Angola, Moçambique e Guiné. Estas mulheres que caiam do céu para tratar dos feridos e travar o sofrimento enfrentaram, ao lado dos soldados, a dureza do mato e a violência dos combates. Mas não só. Enfrentaram também o preconceito de uma sociedade conservadora, onde a ideia de enviar mulheres para um cenário de conflito era vista com enorme desconfiança. Esta é a história dessas pioneiras improváveis, que quase passaram despercebidas ao seu país mas que acabaram por lhe dar uma lição de coragem.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/anjos-na-guerra-de-susana-torrao-4786939');
});">
Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Joe Barboza sabia que havia duas maneiras de entrar no mundo da Máfia: ser siciliano ou cometer um assassinato por encomenda. Ambicioso e determinado, apesar das suas origens portuguesas o jovem não olhou a meios (ou mortes) para ascender na hierarquia da Cosa Nostra e se tornar numa lenda… nas ruas e nos tribunais. Vivendo na época mais mortífera da história da Máfia nos Estados Unidos, Barboza tinha uma satisfação doentia nos seus crimes e rapidamente se tornou difícil para a Máfia controlar o seu "Animal". Traído e obrigado a fugir, negociou um acordo com dois agentes corruptos do FBI que transformaria o sistema de justiça criminal americano para sempre. De falsos testemunhos e manipulação de provas para enviar mafiosos para o corredor da morte à criação do Programa de Proteção de Testemunhas, especialmente para o proteger, Joe "Animal" Barboza será sempre um dos maiores nomes da história americana do crime. E esse legado de brutalidade é narrado neste livro por Casey Sherman, o mais respeitado autor de crime real da América.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Joe Barboza sabia que havia duas maneiras de entrar no mundo da Máfia: ser siciliano ou cometer um assassinato por encomenda. Ambicioso e determinado, apesar das suas origens portuguesas o jovem não olhou a meios (ou mortes) para ascender na hierarquia da Cosa Nostra e se tornar numa lenda… nas ruas e nos tribunais. Vivendo na época mais mortífera da história da Máfia nos Estados Unidos, Barboza tinha uma satisfação doentia nos seus crimes e rapidamente se tornou difícil para a Máfia controlar o seu "Animal". Traído e obrigado a fugir, negociou um acordo com dois agentes corruptos do FBI que transformaria o sistema de justiça criminal americano para sempre. De falsos testemunhos e manipulação de provas para enviar mafiosos para o corredor da morte à criação do Programa de Proteção de Testemunhas, especialmente para o proteger, Joe "Animal" Barboza será sempre um dos maiores nomes da história americana do crime. E esse legado de brutalidade é narrado neste livro por Casey Sherman, o mais respeitado autor de crime real da América.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/animal-de-casey-sherman-7109804');
});">
Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ainda o Diogo não tinha nascido e já a mãe sabia, o seu menino vinha com defeito, trazia o coração "avariado". Era a sua única certeza, mas não se queria fiar nela. Armada de esperança, preferia acreditar que o menino iria crescer forte, que aquele coração que sentia dentro dela continuaria a bater cá fora, contra todas as evidências. O menino nasceu lindo, o mais lindo de todos. Mas cedo o levaram para uma cirurgia, e outra ainda, peito aberto a bisturis incertos, a medicina impotente para contrariar a sina, uma hemorragia que alastrou, que escureceu para sempre um cérebro pequenino. À mãe foi devolvido um menino diferente, que desde então cresce rodeado de cuidados e angústias. A vida continua, a mãe continua desde então "à beira-mágoa". Permitiu-se agora este livro, um gesto de partilha, uma poética dedicatória ao seu filho, o seu Anjo Emprestado. E nós, que a lemos deste lado, do outro lado da dor, não podemos senão admirar uma mãe tão grande, um amor assim.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ainda o Diogo não tinha nascido e já a mãe sabia, o seu menino vinha com defeito, trazia o coração "avariado". Era a sua única certeza, mas não se queria fiar nela. Armada de esperança, preferia acreditar que o menino iria crescer forte, que aquele coração que sentia dentro dela continuaria a bater cá fora, contra todas as evidências. O menino nasceu lindo, o mais lindo de todos. Mas cedo o levaram para uma cirurgia, e outra ainda, peito aberto a bisturis incertos, a medicina impotente para contrariar a sina, uma hemorragia que alastrou, que escureceu para sempre um cérebro pequenino. À mãe foi devolvido um menino diferente, que desde então cresce rodeado de cuidados e angústias. A vida continua, a mãe continua desde então "à beira-mágoa". Permitiu-se agora este livro, um gesto de partilha, uma poética dedicatória ao seu filho, o seu Anjo Emprestado. E nós, que a lemos deste lado, do outro lado da dor, não podemos senão admirar uma mãe tão grande, um amor assim.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/anjo-emprestado-de-cristina-magalhaes-4734317');
});">
Edição: Set 2011
Nº Páginas: 172
Sinopse:
No dia 24 de Maio de 2000, a Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) raptou três operários que, ao serviço da empresa de construção civil Mota & Companhia, estavam a trabalhar naquele território. Sérgio Fidalgo é um dos empregados portugueses.Na origem deste rapto está a recusa da FLEC-FAC em aceitar a soberania de Angola sobre Cabinda e a exigência do cumprimento do Tratado de Simulambuco, assinado em 1885, através do qual aquele território, com o acordo dos representantes dos povos de Cabinda, se transformou em protectorado de Portugal. Este argumento jurídicodiplomático está na base daquilo que as forças independentistas consideram decisivo para a resolução da situação. Após onze longos meses de negociações diplomáticas ao mais alto nível, no dia 3 de Abril do ano seguinte Sérgio Fidalgo é libertado.Este livro é a história desse sequestro e da sua libertação, mas é, sobretudo, o retrato humano de uma penosa reclusão de onze longos meses. Apesar das privações físicas e psicológicas, das saudades da mulher e dos filhos, da vida no mato em condições desumanas, o autor nunca baixou os braços e sempre acreditou que a libertação haveria de chegar. O resultado é "Angola - 11 Meses de Cativeiro", uma experiência única que Sérgio Fidalgo tem a coragem de agora partilhar com o leitor.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
No dia 24 de Maio de 2000, a Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) raptou três operários que, ao serviço da empresa de construção civil Mota & Companhia, estavam a trabalhar naquele território. Sérgio Fidalgo é um dos empregados portugueses.Na origem deste rapto está a recusa da FLEC-FAC em aceitar a soberania de Angola sobre Cabinda e a exigência do cumprimento do Tratado de Simulambuco, assinado em 1885, através do qual aquele território, com o acordo dos representantes dos povos de Cabinda, se transformou em protectorado de Portugal. Este argumento jurídicodiplomático está na base daquilo que as forças independentistas consideram decisivo para a resolução da situação. Após onze longos meses de negociações diplomáticas ao mais alto nível, no dia 3 de Abril do ano seguinte Sérgio Fidalgo é libertado.Este livro é a história desse sequestro e da sua libertação, mas é, sobretudo, o retrato humano de uma penosa reclusão de onze longos meses. Apesar das privações físicas e psicológicas, das saudades da mulher e dos filhos, da vida no mato em condições desumanas, o autor nunca baixou os braços e sempre acreditou que a libertação haveria de chegar. O resultado é "Angola - 11 Meses de Cativeiro", uma experiência única que Sérgio Fidalgo tem a coragem de agora partilhar com o leitor.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/angola-de-sergio-fidalgo-4777204');
});">
Edição: Set 2010
Nº Páginas: 372
Sinopse:
"Quero partilhar com os leitores desta obra parte da experiência que vivi quando jovem, durante o processo de independência do país, os anos de guerrilha que se seguiram à proclamação da independência, e o processo de negociação que conduziu às primeiras eleições da história de Angola. Esta é, antes de mais, uma narração dos acontecimentos, vistos do meu ponto de vista, como parte de uma geração, na altura adolescente, que se viu arrastada pelo vendaval da revolução, numa corrida imposta por vontades, desacordos e ambições da geração mais velha. (…) Esta obra não pretende ser história absoluta. Ela é, como disse acima, apenas uma narração da minha trajectória na luta pela inclusão democrática, relato de uma vida entregue e moldada pela "revolução"." Jardo Muekalia, Preâmbulo
Nº Páginas: 372
Sinopse:
"Quero partilhar com os leitores desta obra parte da experiência que vivi quando jovem, durante o processo de independência do país, os anos de guerrilha que se seguiram à proclamação da independência, e o processo de negociação que conduziu às primeiras eleições da história de Angola. Esta é, antes de mais, uma narração dos acontecimentos, vistos do meu ponto de vista, como parte de uma geração, na altura adolescente, que se viu arrastada pelo vendaval da revolução, numa corrida imposta por vontades, desacordos e ambições da geração mais velha. (…) Esta obra não pretende ser história absoluta. Ela é, como disse acima, apenas uma narração da minha trajectória na luta pela inclusão democrática, relato de uma vida entregue e moldada pela "revolução"." Jardo Muekalia, Preâmbulo
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/angola-a-segunda-revolucao-de-jardo-muekalia-4543547');
});">
Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Recém-licenciado, a trabalhar para uma agência de notícias polaca e com um desejo imenso de conhecer os povos além-fronteiras, Kapuscinski pede para partir em reportagem. Oferecido pela sua redatora-chefe, o jovem jornalista leva consigo, durante vários anos, um volume das Histórias de Heródoto, o historiador grego que vivera dois mil e quinhentos antes de si. É através das reflexões do autor clássico que atravessa a Índia, a China, a Ásia Menor e África, nas suas Andanças com Heródoto, um relato de viagem que ainda hoje faz refletir sobre todas as fronteiras que nos separam e a humanidade que nos une. Se Heródoto é considerado "o pai da História", Kapuscinski é certamente "o mestre da reportagem".
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Recém-licenciado, a trabalhar para uma agência de notícias polaca e com um desejo imenso de conhecer os povos além-fronteiras, Kapuscinski pede para partir em reportagem. Oferecido pela sua redatora-chefe, o jovem jornalista leva consigo, durante vários anos, um volume das Histórias de Heródoto, o historiador grego que vivera dois mil e quinhentos antes de si. É através das reflexões do autor clássico que atravessa a Índia, a China, a Ásia Menor e África, nas suas Andanças com Heródoto, um relato de viagem que ainda hoje faz refletir sobre todas as fronteiras que nos separam e a humanidade que nos une. Se Heródoto é considerado "o pai da História", Kapuscinski é certamente "o mestre da reportagem".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/andancas-com-herodoto-de-ryszard-kapuscinski-7132266');
});">
Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Amélia de Orleães foi a última rainha de Portugal. Entre o seu nascimento e a morte no exílio viveu oitenta e seis anos repletos de momentos felizes, mas também de desilusões e traições. A sua vida foi uma luta contínua, espelhando um dos períodos mais críticos da história de Portugal e da Europa. Elegante, amável e culta, D. Amélia parecia ser a esposa ideal do rei D. Carlos. Como mãe, foi uma educadora atenta e exigente, preparando os filhos para cargos que não exerceriam. Porém, o "ofício" de rainha consorte foi mais além. Graças à sua iniciativa modernizaram-se os setores da saúde pública e da assistência social em Portugal. No ramo das artes, devemos-lhe sobretudo a criação do Museu dos Coches (1905). Em 1908 presenciou o assassinato do marido e do filho mais velho, e, no dia 5 de outubro de 1910, foi obrigada a partir de Portugal. Faleceu em outubro de 1951, em Versalhes. Os seus restos mortais foram trasladados para Portugal e repousam no Panteão dos Braganças, ao lado do marido e dos filhos. Conteúdo da obra INTRODUÇÃO: UMA RAINHA MAL-AMADA? PARTE I — ERA UMA VEZ UMA PRINCESA... De Baby a Grande A "Paris" O último casamento real Mãe e educadora O ofício: ser rainha consorte Uma maternidade social Uma rainha diplomata para o rei Diplomata A mártir PARTE II — DO EXÍLIO TAMBÉM SE VOLTA... Revolução ou traição? Nas neblinas inglesas Guerra, dor e luto Antes do fim "Levem-me para Portugal"
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Amélia de Orleães foi a última rainha de Portugal. Entre o seu nascimento e a morte no exílio viveu oitenta e seis anos repletos de momentos felizes, mas também de desilusões e traições. A sua vida foi uma luta contínua, espelhando um dos períodos mais críticos da história de Portugal e da Europa. Elegante, amável e culta, D. Amélia parecia ser a esposa ideal do rei D. Carlos. Como mãe, foi uma educadora atenta e exigente, preparando os filhos para cargos que não exerceriam. Porém, o "ofício" de rainha consorte foi mais além. Graças à sua iniciativa modernizaram-se os setores da saúde pública e da assistência social em Portugal. No ramo das artes, devemos-lhe sobretudo a criação do Museu dos Coches (1905). Em 1908 presenciou o assassinato do marido e do filho mais velho, e, no dia 5 de outubro de 1910, foi obrigada a partir de Portugal. Faleceu em outubro de 1951, em Versalhes. Os seus restos mortais foram trasladados para Portugal e repousam no Panteão dos Braganças, ao lado do marido e dos filhos. Conteúdo da obra INTRODUÇÃO: UMA RAINHA MAL-AMADA? PARTE I — ERA UMA VEZ UMA PRINCESA... De Baby a Grande A "Paris" O último casamento real Mãe e educadora O ofício: ser rainha consorte Uma maternidade social Uma rainha diplomata para o rei Diplomata A mártir PARTE II — DO EXÍLIO TAMBÉM SE VOLTA... Revolução ou traição? Nas neblinas inglesas Guerra, dor e luto Antes do fim "Levem-me para Portugal"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/amelia-de-orleaes-de-margarida-duraes-6950803');
});">
Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A história extraordinária da mulher que um dia descobre que é neta de Amon Göth, o brutal comandante nazi imortalizado no filme A Lista de Schindler. É num livro de capa vermelha aninhado numa estante da Biblioteca Central de Hamburgo que Jennifer Teege reconhece o nome da mãe biológica e descobre um facto que viria a mudar para sempre a sua vida: o seu avô era Amon Göth, o sanguinário comandante nazi imortalizado por Ralph Fiennes no filme de Steven Spielberg, "A Lista de Schindler". Jennifer Teege é uma alemã de origem nigeriana que foi criada num orfanato e acabou por ser adotada aos 7 anos de idade. Apesar de ter mantido algum contacto com a família biológica, nem a mãe nem a avó alguma vez lhe contaram a verdade acerca do avô, o comandante do campo de Plaszów, que veio a ser enforcado em 1946 por crimes contra a Humanidade. Aos 38 anos, a descoberta acerca do seu passado familiar provoca-lhe uma depressão profunda e o desejo de desenterrar toda a história, conduzindo-a numa demanda que a leva até Cracóvia — onde ficava o gueto que o avô "limpou" de judeus e o campo de concentração que dirigia — e de regresso a Israel, onde em tempos vivera e conhecera a realidade judaica. Quanto mais Jennifer descobre sobre o avô, mais é assolada por uma certeza: se soubesse que tinha uma neta negra, Amon Göth tê-la-ia matado.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A história extraordinária da mulher que um dia descobre que é neta de Amon Göth, o brutal comandante nazi imortalizado no filme A Lista de Schindler. É num livro de capa vermelha aninhado numa estante da Biblioteca Central de Hamburgo que Jennifer Teege reconhece o nome da mãe biológica e descobre um facto que viria a mudar para sempre a sua vida: o seu avô era Amon Göth, o sanguinário comandante nazi imortalizado por Ralph Fiennes no filme de Steven Spielberg, "A Lista de Schindler". Jennifer Teege é uma alemã de origem nigeriana que foi criada num orfanato e acabou por ser adotada aos 7 anos de idade. Apesar de ter mantido algum contacto com a família biológica, nem a mãe nem a avó alguma vez lhe contaram a verdade acerca do avô, o comandante do campo de Plaszów, que veio a ser enforcado em 1946 por crimes contra a Humanidade. Aos 38 anos, a descoberta acerca do seu passado familiar provoca-lhe uma depressão profunda e o desejo de desenterrar toda a história, conduzindo-a numa demanda que a leva até Cracóvia — onde ficava o gueto que o avô "limpou" de judeus e o campo de concentração que dirigia — e de regresso a Israel, onde em tempos vivera e conhecera a realidade judaica. Quanto mais Jennifer descobre sobre o avô, mais é assolada por uma certeza: se soubesse que tinha uma neta negra, Amon Göth tê-la-ia matado.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/amon-de-jennifer-teege-6472029');
});">
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 476
Sinopse:
Em junho de 2006 um avião da DEA retirava Virginia Vallejo da Colômbia. A sua vida ficou em perigo, quando se tornou testemunha-chave num dos processos criminais mais importantes da segunda metade do séc. XX no seu país: o assassinato de um candidato presidencial e o holocausto do Palácio da Justiça colombiano. 25 anos antes, Virginia Vallejo era a apresentadora de televisão mais importante na Colômbia e capa das mais importantes revistas do mundo. Cortejada por milionários e políticos, em 1982 conhece Pablo Escobar, um político que comandava um mundo de riqueza inigualável. A sua história de amor foi convertida numa crónica de horror e vergonha, que descreve a evolução de uma das mentes criminosas mais sinistros do nosso tempo: a sua capacidade de infundir terror e gerar corrupção, as ligações entre os negócios ilícitos e várias figuras de Estado, assassinatos e a guerra que engoliram o seu país. "Amando Pablo, Odiando Escobar" é também uma visão íntima do barão da droga, plena de glamour e espírito de sobrevivência.
Nº Páginas: 476
Sinopse:
Em junho de 2006 um avião da DEA retirava Virginia Vallejo da Colômbia. A sua vida ficou em perigo, quando se tornou testemunha-chave num dos processos criminais mais importantes da segunda metade do séc. XX no seu país: o assassinato de um candidato presidencial e o holocausto do Palácio da Justiça colombiano. 25 anos antes, Virginia Vallejo era a apresentadora de televisão mais importante na Colômbia e capa das mais importantes revistas do mundo. Cortejada por milionários e políticos, em 1982 conhece Pablo Escobar, um político que comandava um mundo de riqueza inigualável. A sua história de amor foi convertida numa crónica de horror e vergonha, que descreve a evolução de uma das mentes criminosas mais sinistros do nosso tempo: a sua capacidade de infundir terror e gerar corrupção, as ligações entre os negócios ilícitos e várias figuras de Estado, assassinatos e a guerra que engoliram o seu país. "Amando Pablo, Odiando Escobar" é também uma visão íntima do barão da droga, plena de glamour e espírito de sobrevivência.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/amando-pablo-odiando-escobar-de-virginia-vallejo-6313322');
});">
Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 238
Sinopse:
Amália - A Divina Voz dos Poetas e de Portugal de Rui Martins Ferreira, resulta de uma tese de Mestrado do autor, na área de "Estudos sobre Mulheres", centrada na figura e vida de Amália analisadas através dos poetas que escolheu cantar e através dos poemas que ela própria escreveu. Fica-se, assim, a conhecer a personalidade singular da Artista e a entender como se tornou num ícone de todo um povo que a amava e nela se revia.
Nº Páginas: 238
Sinopse:
Amália - A Divina Voz dos Poetas e de Portugal de Rui Martins Ferreira, resulta de uma tese de Mestrado do autor, na área de "Estudos sobre Mulheres", centrada na figura e vida de Amália analisadas através dos poetas que escolheu cantar e através dos poemas que ela própria escreveu. Fica-se, assim, a conhecer a personalidade singular da Artista e a entender como se tornou num ícone de todo um povo que a amava e nela se revia.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/amalia-de-rui-martins-ferreira-5122573');
});">
Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A morte de Amália elevou o fado a Património Imaterial da Humanidade e a paixão da juventude portuguesa leva, hoje, à ressurreição do mesmo. Trata-se do fenómeno cultural mais expressivo do nosso tempo. Dezenas de fados inéditos da cantora estão a ser descobertos provocando um surpreendente renascimento seu. Amália é uma viagem pela vida de uma das mais marcantes cantoras do século XX, revelando memórias, encontros, desencontros, episódios menos conhecidos de uma fascinante carreira internacional. Organizações como a PIDE, o KGB, a CIA e a Mossad vigiaram-na com igual desconfiança. Salazar receava vê-la passar-se para a oposição. Amália enfrentou Pinochet recusando uma recepção com que o ditador pretendia cumpliciá-la. Guerrilheiros palestinianos cancelaram um atentado em Beirute porque ela actuava na cidade. A Irmã Lúcia escreveu-lhe a pedir para não cantar "O Cochicho da Menina". Um livro incontornável de memórias em torno de Amália e das personagens que a inspiraram e com quem conviveu.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A morte de Amália elevou o fado a Património Imaterial da Humanidade e a paixão da juventude portuguesa leva, hoje, à ressurreição do mesmo. Trata-se do fenómeno cultural mais expressivo do nosso tempo. Dezenas de fados inéditos da cantora estão a ser descobertos provocando um surpreendente renascimento seu. Amália é uma viagem pela vida de uma das mais marcantes cantoras do século XX, revelando memórias, encontros, desencontros, episódios menos conhecidos de uma fascinante carreira internacional. Organizações como a PIDE, o KGB, a CIA e a Mossad vigiaram-na com igual desconfiança. Salazar receava vê-la passar-se para a oposição. Amália enfrentou Pinochet recusando uma recepção com que o ditador pretendia cumpliciá-la. Guerrilheiros palestinianos cancelaram um atentado em Beirute porque ela actuava na cidade. A Irmã Lúcia escreveu-lhe a pedir para não cantar "O Cochicho da Menina". Um livro incontornável de memórias em torno de Amália e das personagens que a inspiraram e com quem conviveu.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/amalia-de-fernando-dacosta-6131131');
});">
Edição: Set 2020
Nº Páginas: 396
Sinopse:
Em 1973, a Editora Arcádia encarregou o escritor Manuel da Fonseca de escrever uma biografia de Amália Rodrigues. A ideia parecia genial - pôr um escritor famoso e conhecido pela sua militância comunista a traçar o perfil daquela que era então considerada o ícone do Fado e um dos "pilares" da propaganda do Regime. Essa biografia nunca foi escrita, mas ficaram gravadas longas horas de conversa entre os dois, quer na casa da Rua de São Bento, quer na herdade que Amália tinha no Brejão. Entretanto, a Arcádia acabou e as gravações ficaram esquecidas. Até hoje...
Nº Páginas: 396
Sinopse:
Em 1973, a Editora Arcádia encarregou o escritor Manuel da Fonseca de escrever uma biografia de Amália Rodrigues. A ideia parecia genial - pôr um escritor famoso e conhecido pela sua militância comunista a traçar o perfil daquela que era então considerada o ícone do Fado e um dos "pilares" da propaganda do Regime. Essa biografia nunca foi escrita, mas ficaram gravadas longas horas de conversa entre os dois, quer na casa da Rua de São Bento, quer na herdade que Amália tinha no Brejão. Entretanto, a Arcádia acabou e as gravações ficaram esquecidas. Até hoje...
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/amalia-nas-suas-palavras-7261972');
});">
Edição: Set 2012
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este é o romance sobre a vida de Amália, a fadista mais amada e, simultaneamente, mais desconhecida em Portugal. Operária numa fábrica de rebuçados, estreia-se a cantar em 1939. Movida apenas pela vontade de cantar e sem qualquer ambição, nem sonha que um dia será a maior artista portuguesa de sempre.Ganhando rapidamente projecção internacional, deixa multidões rendidas à sua voz. E também os corações se rendem ao seu magnetismo: do simples povo a estrelas como Charles Aznavour ou Anthony Quinn. Mas enquanto destroça corações, o seu vive apenas desilusões. Várias vezes contempla o suicídio. Recebendo propostas milionárias para ficar a trabalhar no estrangeiro, o amor a Portugal fá-la sempre regressar. Ano após ano arrebata galardões, conquista os críticos e cruza-se com as grandes personalidades do seu tempo: Édith Piaf, Hemingway, Frank Sinatra.No final da vida, o que pode querer alguém com o mundo a seus pés? A felicidade que nunca sentiu? A autoconfiança que nunca teve? Amália deixou-nos no dia 6 de Outubro de 1999 com uma só ambição: que a chorássemos quando morresse. Uma vida tão bela quanto inspiradora.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este é o romance sobre a vida de Amália, a fadista mais amada e, simultaneamente, mais desconhecida em Portugal. Operária numa fábrica de rebuçados, estreia-se a cantar em 1939. Movida apenas pela vontade de cantar e sem qualquer ambição, nem sonha que um dia será a maior artista portuguesa de sempre.Ganhando rapidamente projecção internacional, deixa multidões rendidas à sua voz. E também os corações se rendem ao seu magnetismo: do simples povo a estrelas como Charles Aznavour ou Anthony Quinn. Mas enquanto destroça corações, o seu vive apenas desilusões. Várias vezes contempla o suicídio. Recebendo propostas milionárias para ficar a trabalhar no estrangeiro, o amor a Portugal fá-la sempre regressar. Ano após ano arrebata galardões, conquista os críticos e cruza-se com as grandes personalidades do seu tempo: Édith Piaf, Hemingway, Frank Sinatra.No final da vida, o que pode querer alguém com o mundo a seus pés? A felicidade que nunca sentiu? A autoconfiança que nunca teve? Amália deixou-nos no dia 6 de Outubro de 1999 com uma só ambição: que a chorássemos quando morresse. Uma vida tão bela quanto inspiradora.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/amalia-de-sonia-louro-4960365');
});">
Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Com uma carreira plena de consagrações e uma consistente obra discográfica, Álvaro Cassuto é o mais internacional dos maestros portugueses. Nesta conversa com José Jorge Letria, o maestro recupera os momentos-chave da sua vida, entre eles a decisão de deixar Portugal para abraçar, em Nova Iorque, aquela que era, afinal, a sua grande vocação: a direção de orquestra.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Com uma carreira plena de consagrações e uma consistente obra discográfica, Álvaro Cassuto é o mais internacional dos maestros portugueses. Nesta conversa com José Jorge Letria, o maestro recupera os momentos-chave da sua vida, entre eles a decisão de deixar Portugal para abraçar, em Nova Iorque, aquela que era, afinal, a sua grande vocação: a direção de orquestra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/alvaro-cassuto-maestro-sem-fronteiras-de-jose-jorge-letria-6099029');
});">
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 892
Sinopse:
"Este livro descreve a actividade política de Cunhal – essa sempre foi, e é, a intenção original do autor. Muita dessa actividade só se compreende no quadro da história do PCP e da oposição à ditadura, que não está feita de todo e, em alguns casos, está feita ao contrário, para esconder o que aconteceu e não para o revelar. No essencial, o PCP dos anos quarenta é Cunhal, como o vai voltar a ser nos anos sessenta. Por isso, escrever a biografia política de Cunhal é também fazer a história do PCP, nela valorizando o desvio que a personalidade de outros homens trazem ao cânone de Cunhal. Mas o cânone, a obra e a acção pertencem acima de tudo a Cunhal"
Nº Páginas: 892
Sinopse:
"Este livro descreve a actividade política de Cunhal – essa sempre foi, e é, a intenção original do autor. Muita dessa actividade só se compreende no quadro da história do PCP e da oposição à ditadura, que não está feita de todo e, em alguns casos, está feita ao contrário, para esconder o que aconteceu e não para o revelar. No essencial, o PCP dos anos quarenta é Cunhal, como o vai voltar a ser nos anos sessenta. Por isso, escrever a biografia política de Cunhal é também fazer a história do PCP, nela valorizando o desvio que a personalidade de outros homens trazem ao cânone de Cunhal. Mas o cânone, a obra e a acção pertencem acima de tudo a Cunhal"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/alvaro-cunhal-uma-biografia-politica-volume-ii-de-jose-pacheco-pereira-2546675');
});">
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Alfredo da Silva e Salazar" inicia-se com o período de exílio do industrial em Madrid, cobrindo o seu relacionamento com a Ditadura Militar; as dificuldades que enfrentou ao tentar regressar a Portugal; a sua aproximação ao regime; os efeitos da Grande Depressão em Portugal; as implicações dos grandes conflitos internacionais; até à última carta escrita a Salazar, duas semanas antes da sua morte, a 22 de Agosto de 1942. São analisados com minúcia os anos da consolidação do império que Alfredo da Silva iniciara antes do exílio, onde se destacam o concurso dos caminhos-de-ferro, a fundação da Tabaqueira, a crise da Casa Totta, o investimento na construção naval, entre outros. Durante todo este período, esteve presente a relação, nem sempre fácil, entre as duas personalidades — o industrial audaz e empreendedor e o presidente do Ministério —, que deixou a sua marca no balanço entre a Economia e a Política nos anos de formação e consolidação do Estado Novo.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Alfredo da Silva e Salazar" inicia-se com o período de exílio do industrial em Madrid, cobrindo o seu relacionamento com a Ditadura Militar; as dificuldades que enfrentou ao tentar regressar a Portugal; a sua aproximação ao regime; os efeitos da Grande Depressão em Portugal; as implicações dos grandes conflitos internacionais; até à última carta escrita a Salazar, duas semanas antes da sua morte, a 22 de Agosto de 1942. São analisados com minúcia os anos da consolidação do império que Alfredo da Silva iniciara antes do exílio, onde se destacam o concurso dos caminhos-de-ferro, a fundação da Tabaqueira, a crise da Casa Totta, o investimento na construção naval, entre outros. Durante todo este período, esteve presente a relação, nem sempre fácil, entre as duas personalidades — o industrial audaz e empreendedor e o presidente do Ministério —, que deixou a sua marca no balanço entre a Economia e a Política nos anos de formação e consolidação do Estado Novo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/alfredo-da-silva-e-salazar-de-miguel-figueira-de-faria-7435510');
});">
Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Joana Gama Freire pegou nas suas entranhas e pô-las cá para fora para que as pudessem ver. Sozinha, propôs-se abrir uma janela no coração e no cérebro para que o leitor possa espreitar à vontade. "Só agora, aos trinta e três, me estou a aperceber de que tudo o que sinto e quero é legítimo desde que não interfira com a liberdade dos outros. Não tenho de estar espartilhada por aquilo que acho que os meus pais querem que eu seja por lhes ser mais confortável ou por aquilo que eu sinto que deveria ser por talvez ser capaz de o fazer. Quero cuspir-me, só. Ver onde é que isto vai dar. Sinto que todos nós talvez devêssemos cuspir-nos mais, sem merdas associadas." Neste livro, Joana aborda temas difíceis, e ainda tabu, em textos escritos de uma forma crua, despretensiosa e verdadeira, com medo de falhar e de se expor, mas com coragem suficiente para avançar, palavra a palavra, frase a frase, por vezes com humor, outras com lágrimas,mas sempre intenso se pessoais.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Joana Gama Freire pegou nas suas entranhas e pô-las cá para fora para que as pudessem ver. Sozinha, propôs-se abrir uma janela no coração e no cérebro para que o leitor possa espreitar à vontade. "Só agora, aos trinta e três, me estou a aperceber de que tudo o que sinto e quero é legítimo desde que não interfira com a liberdade dos outros. Não tenho de estar espartilhada por aquilo que acho que os meus pais querem que eu seja por lhes ser mais confortável ou por aquilo que eu sinto que deveria ser por talvez ser capaz de o fazer. Quero cuspir-me, só. Ver onde é que isto vai dar. Sinto que todos nós talvez devêssemos cuspir-nos mais, sem merdas associadas." Neste livro, Joana aborda temas difíceis, e ainda tabu, em textos escritos de uma forma crua, despretensiosa e verdadeira, com medo de falhar e de se expor, mas com coragem suficiente para avançar, palavra a palavra, frase a frase, por vezes com humor, outras com lágrimas,mas sempre intenso se pessoais.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/alguem-que-me-cale-de-joana-gama-freire-7239861');
});">
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 424
Sinopse:
"Alfredo da Silva e a I República" é o segundo volume da trilogia composta pelas obras "Alfredo da Silva: Biografia" e "Alfredo da Silva e Salazar", e fecha o conjunto de estudos dedicados ao grande industrial ao longo de mais de duas décadas de investigação. É durante este período, entre o final do regime monárquico e o colapso da I República, que Alfredo da Silva põe em marcha o seu projecto para a CUF e lhe dá a configuração de um grupo económico de expressão internacional. Este percurso alicerçou-se em três eixos fundamentais: a emancipação empresarial, através da metamorfose de um pequeno accionista no grande patrão da CUF; a revolução industrial tardia, que introduziu em Portugal, ao nível do modelo fabril, das tecnologias e dos métodos de trabalho em contraciclo com o despertar dos movimentos sindicais e do operariado em tempo da implantação da República e da Revolução Russa; e o lançamento do triângulo de referência de um conglomerado com incidência na indústria, nos transportes e na banca, que constituiria a base do crescimento futuro do Grupo CUF.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
"Alfredo da Silva e a I República" é o segundo volume da trilogia composta pelas obras "Alfredo da Silva: Biografia" e "Alfredo da Silva e Salazar", e fecha o conjunto de estudos dedicados ao grande industrial ao longo de mais de duas décadas de investigação. É durante este período, entre o final do regime monárquico e o colapso da I República, que Alfredo da Silva põe em marcha o seu projecto para a CUF e lhe dá a configuração de um grupo económico de expressão internacional. Este percurso alicerçou-se em três eixos fundamentais: a emancipação empresarial, através da metamorfose de um pequeno accionista no grande patrão da CUF; a revolução industrial tardia, que introduziu em Portugal, ao nível do modelo fabril, das tecnologias e dos métodos de trabalho em contraciclo com o despertar dos movimentos sindicais e do operariado em tempo da implantação da República e da Revolução Russa; e o lançamento do triângulo de referência de um conglomerado com incidência na indústria, nos transportes e na banca, que constituiria a base do crescimento futuro do Grupo CUF.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/alfredo-da-silva-e-a-i-republica-de-miguel-figueira-de-faria-7435511');
});">
Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Alentejo Prometido" é um road movie familiar. O cenário é a região do Alentejo Litoral, sobretudo o concelho de Santiago de Cacém. Entre cidades e aldeias, o road movie lá vai descobrindo segredos familiares enquanto tenta lançar uma nova e implacável luz sobre uma região que se afoga há décadas em lugares-comuns.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Alentejo Prometido" é um road movie familiar. O cenário é a região do Alentejo Litoral, sobretudo o concelho de Santiago de Cacém. Entre cidades e aldeias, o road movie lá vai descobrindo segredos familiares enquanto tenta lançar uma nova e implacável luz sobre uma região que se afoga há décadas em lugares-comuns.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/alentejo-prometido-de-henrique-raposo-5750745');
});">
Edição: Out 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O quanto um livro pode mudar a sua vida?Fabrício Carpinejar foi caracterizado por Luis Fernando Veríssimo como uma "usina de lirismo". Chama a atenção pela prosa absolutamente desconcertante e confessional. Em "Ajude-me a Chorar" diz "que você não está sozinho, nunca esteve, jamais estará. As páginas do livro são braços abertos. Este livro é o meu abraço." Carpinejar é poeta, cronista, jornalista e professor. Autor de vinte e seis obras na literatura, entre livros de poesia, crónicas, reportagens e infanto-juvenis.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O quanto um livro pode mudar a sua vida?Fabrício Carpinejar foi caracterizado por Luis Fernando Veríssimo como uma "usina de lirismo". Chama a atenção pela prosa absolutamente desconcertante e confessional. Em "Ajude-me a Chorar" diz "que você não está sozinho, nunca esteve, jamais estará. As páginas do livro são braços abertos. Este livro é o meu abraço." Carpinejar é poeta, cronista, jornalista e professor. Autor de vinte e seis obras na literatura, entre livros de poesia, crónicas, reportagens e infanto-juvenis.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ajude-me-a-chorar-de-fabricio-carpinejar-5432795');
});">
Edição: Out 2010
Nº Páginas: 370
Sinopse:
Adelino Amaro da Costa foi um dos fundadores do CDS, em Julho de 1974. Na Constituinte e na Assembleia da República é lembrado como um dos mais brilhantes parlamentares a seguir ao 25 de Abril. O ideólogo do centrismo foi também o estratega que esteve por detrás do acordo com o PS em 1978 e da iniciativa para a constituição da Aliança Democrática, em 1979. Morreu aos 37 anos, a 4 de Dezembro de 1980, em Camarate, no "Cessna" onde viajava com Sá Carneiro. Esta é a primeira biografia de Adelino Amaro da Costa, uma personalidade extraordinária que deixou uma obra e um percurso singular que faltava contar. Da infância na Madeira aos anos no Liceu de Camões, do curso no Instituto Superior Técnico, às aulas que leccionou de Introdução à Universidade. Nos anos 60, destacou-se no jornalismo universitário, no Tempo. Comunicador de excelência, escreveu sempre colunas e artigos em jornais como o Diário Popular, O Século, Expresso, O Jornal, entre outros. Conheceu Freitas do Amaral na Marinha, deu aulas no Técnico e foi um colaborador próximo e fundamental de Veiga Simão na Reforma Educativa. No CDS foi sempre o número 2 do partido, formando uma dupla insubstituível com Freitas do Amaral. br> A sua história de vida é também um exemplo de dedicação ao serviço do público e do bem comum - sempre com um sorriso e um optimismo resistente às adversidades.
Nº Páginas: 370
Sinopse:
Adelino Amaro da Costa foi um dos fundadores do CDS, em Julho de 1974. Na Constituinte e na Assembleia da República é lembrado como um dos mais brilhantes parlamentares a seguir ao 25 de Abril. O ideólogo do centrismo foi também o estratega que esteve por detrás do acordo com o PS em 1978 e da iniciativa para a constituição da Aliança Democrática, em 1979. Morreu aos 37 anos, a 4 de Dezembro de 1980, em Camarate, no "Cessna" onde viajava com Sá Carneiro. Esta é a primeira biografia de Adelino Amaro da Costa, uma personalidade extraordinária que deixou uma obra e um percurso singular que faltava contar. Da infância na Madeira aos anos no Liceu de Camões, do curso no Instituto Superior Técnico, às aulas que leccionou de Introdução à Universidade. Nos anos 60, destacou-se no jornalismo universitário, no Tempo. Comunicador de excelência, escreveu sempre colunas e artigos em jornais como o Diário Popular, O Século, Expresso, O Jornal, entre outros. Conheceu Freitas do Amaral na Marinha, deu aulas no Técnico e foi um colaborador próximo e fundamental de Veiga Simão na Reforma Educativa. No CDS foi sempre o número 2 do partido, formando uma dupla insubstituível com Freitas do Amaral. br> A sua história de vida é também um exemplo de dedicação ao serviço do público e do bem comum - sempre com um sorriso e um optimismo resistente às adversidades.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/adelino-amaro-da-costa-de-maria-do-rosario-carneiro-4559184');
});">
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Uma mistura entre livro de memórias e reflexão sobre o país e o mundo, Abril e Outras Transições marca o regresso de José Cutileiro ao mundo literário. No seu estilo inconfundível, o articulista decano do Expresso fala das suas origens e família, da sua juventude passada entre o Alentejo e Lisboa durante o Estado Novo, dos seus estudos em Oxford e da vida de escritor e de diplomata ao mais alto nível durante cerca de vinte anos.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Uma mistura entre livro de memórias e reflexão sobre o país e o mundo, Abril e Outras Transições marca o regresso de José Cutileiro ao mundo literário. No seu estilo inconfundível, o articulista decano do Expresso fala das suas origens e família, da sua juventude passada entre o Alentejo e Lisboa durante o Estado Novo, dos seus estudos em Oxford e da vida de escritor e de diplomata ao mais alto nível durante cerca de vinte anos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/abril-e-outras-transicoes-de-jose-cutileiro-6346531');
});">
Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A presente tradução inclui material diverso de Tagore: porventura aquilo que de mais belo ele escreveu a respeito da infância. Aqui vamos encontrar o seu livro "A Lua Crescente" ("The Crescent Moon") em versão completa, que o autor dedicou ao filho na sequência da morte de sua mãe; do restante conteúdo fazem parte textos extraídos, sempre na sua forma integral, dos livros "My Reminiscences" e "My Childhood Days". A natureza destes escritos resulta da apurada sensibilidade poética do autor, estimulada pela presença da beleza que envolve o surgimento de qualquer criança no mundo e pelo encantamento que é observar o seu crescimento, onde não falta também o mistério da morte.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A presente tradução inclui material diverso de Tagore: porventura aquilo que de mais belo ele escreveu a respeito da infância. Aqui vamos encontrar o seu livro "A Lua Crescente" ("The Crescent Moon") em versão completa, que o autor dedicou ao filho na sequência da morte de sua mãe; do restante conteúdo fazem parte textos extraídos, sempre na sua forma integral, dos livros "My Reminiscences" e "My Childhood Days". A natureza destes escritos resulta da apurada sensibilidade poética do autor, estimulada pela presença da beleza que envolve o surgimento de qualquer criança no mundo e pelo encantamento que é observar o seu crescimento, onde não falta também o mistério da morte.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-voz-da-mae-dava-sentido-as-estrelas-de-rabindranath-tagore-6168842');
});">
Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Quando Saladino reconquistou Jerusalém aos Cruzados em 1187, fazendo regressar a lei islâmica à Cidade Santa, as repercussões sentiram-se em todo o mundo conhecido, estendendo-se até à atualidade. Quatro anos depois voltava a enfrentar a Terceira Cruzada e os principais monarcas europeus. Mas, meses depois, Saladino morria em Damasco, exausto e praticamente na miséria. No entanto, durante a sua vida adquiriu uma reputação sem paralelo. Guerreiro feroz e diplomata experiente, a cortesia, justiça, generosidade e misericórdia de Saladino foram reverenciadas por companheiros muçulmanos e rivais cristãos como Ricardo Coração de Leão. Combinando investigação meticulosa com história vívida, Phillips oferece um olhar novo sobre os triunfos, fracassos e contradições de uma das figuras mais icónicas das Cruzadas. Fazendo luz sobre o vibrante mundo do século XII, explora igualmente o complicado legado de Saladino e a forma como ele ainda é invocado por líderes muçulmanos como uma inspiração a seguir, bem como o seu elevado apelo na cultura popular.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Quando Saladino reconquistou Jerusalém aos Cruzados em 1187, fazendo regressar a lei islâmica à Cidade Santa, as repercussões sentiram-se em todo o mundo conhecido, estendendo-se até à atualidade. Quatro anos depois voltava a enfrentar a Terceira Cruzada e os principais monarcas europeus. Mas, meses depois, Saladino morria em Damasco, exausto e praticamente na miséria. No entanto, durante a sua vida adquiriu uma reputação sem paralelo. Guerreiro feroz e diplomata experiente, a cortesia, justiça, generosidade e misericórdia de Saladino foram reverenciadas por companheiros muçulmanos e rivais cristãos como Ricardo Coração de Leão. Combinando investigação meticulosa com história vívida, Phillips oferece um olhar novo sobre os triunfos, fracassos e contradições de uma das figuras mais icónicas das Cruzadas. Fazendo luz sobre o vibrante mundo do século XII, explora igualmente o complicado legado de Saladino e a forma como ele ainda é invocado por líderes muçulmanos como uma inspiração a seguir, bem como o seu elevado apelo na cultura popular.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-vida-e-a-lenda-do-sultao-saladino-de-jonathan-phillips-7413218');
});">
Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Quem disse que para viajar pelo mundo não se pode ter uma família? Carolina e André são a prova viva de que largar tudo para mostrar o mundo aos filhos é possível! Deixaram casa, trabalho, tudo o que tinham em Portugal para viver esta experiência; viajaram oito meses pelo mundo, sobretudo Ásia e Oceânia, e regressaram com uma bagagem cheia de experiências. Depois de oito meses, decidem enfrentar a nova aventura de regressar ao dia a dia, à normalidade, mas com um novo olhar.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Quem disse que para viajar pelo mundo não se pode ter uma família? Carolina e André são a prova viva de que largar tudo para mostrar o mundo aos filhos é possível! Deixaram casa, trabalho, tudo o que tinham em Portugal para viver esta experiência; viajaram oito meses pelo mundo, sobretudo Ásia e Oceânia, e regressaram com uma bagagem cheia de experiências. Depois de oito meses, decidem enfrentar a nova aventura de regressar ao dia a dia, à normalidade, mas com um novo olhar.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-viagem-de-andre-carvalho-6393555');
});">
Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Este livro continua Os Afluentes do Silêncio — são coisas ocasionais: falas em raras ocasiões públicas, prefácios a dois ou três livros em colaboração com amigos, palavras de amizade ou admiração em catálogos de exposições ou plaquetes de homenagem. Coisas assim, esparsas, uma vez mais, no correr dos dias. Terei de reconhecer que falo de mim mais do que devia mas, em prosa, ninguém me voltará a encontrar noutro sítio — prometo.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Este livro continua Os Afluentes do Silêncio — são coisas ocasionais: falas em raras ocasiões públicas, prefácios a dois ou três livros em colaboração com amigos, palavras de amizade ou admiração em catálogos de exposições ou plaquetes de homenagem. Coisas assim, esparsas, uma vez mais, no correr dos dias. Terei de reconhecer que falo de mim mais do que devia mas, em prosa, ninguém me voltará a encontrar noutro sítio — prometo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-sombra-da-memoria-de-eugenio-de-andrade-6613925');
});">
Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Farida Khalaf tem uma histórica para contar.É a história de uma rapariga cuja vida foi cortada ao meio.É a história de um antes e um depois.Em agosto de 2014, Farida tinha 17 anos, uma família numerosa e uma melhor amiga com quem partilhava segredos e sonhos de futuro. Na sua aldeia no Iraque reinava a paz. Mas isso era "antes".O "depois" impôs-se com a brutalidade de um pesadelo. Decorria ainda o mês de agosto quando a sua aldeia, não-muçulmana, foi ocupada pelo Estado Islâmico. Os aldeãos enfrentaram as ameaças com a dignidade da fé. Unidos, recusaram converter-se ao Islão.E pagaram o preço. Os jihadistas assassinaram todos os homens e rapazes, e raptaram as mulheres e crianças.O que se seguiu está para lá dos limites da imaginação. O dia a dia feito de espancamentos e violações. A indignidade dos mercados onde o Estado Islâmico vendia as prisioneiras como se fossem gado. Mas após várias tentativas de suicídio, a revolta falou mais alto. Farida decidiu lutar até ao fim das suas forças. E um dia, os terroristas esqueceram-se de trancar a porta do seu quarto. Foi o dia com que sonhara durante os longos meses de cativeiro. Foi o dia em que fugiu pelo deserto da Síria disposta a morrer pela liberdade.Farida Khalaf tem uma história para contar.E é uma história extraordinária.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Farida Khalaf tem uma histórica para contar.É a história de uma rapariga cuja vida foi cortada ao meio.É a história de um antes e um depois.Em agosto de 2014, Farida tinha 17 anos, uma família numerosa e uma melhor amiga com quem partilhava segredos e sonhos de futuro. Na sua aldeia no Iraque reinava a paz. Mas isso era "antes".O "depois" impôs-se com a brutalidade de um pesadelo. Decorria ainda o mês de agosto quando a sua aldeia, não-muçulmana, foi ocupada pelo Estado Islâmico. Os aldeãos enfrentaram as ameaças com a dignidade da fé. Unidos, recusaram converter-se ao Islão.E pagaram o preço. Os jihadistas assassinaram todos os homens e rapazes, e raptaram as mulheres e crianças.O que se seguiu está para lá dos limites da imaginação. O dia a dia feito de espancamentos e violações. A indignidade dos mercados onde o Estado Islâmico vendia as prisioneiras como se fossem gado. Mas após várias tentativas de suicídio, a revolta falou mais alto. Farida decidiu lutar até ao fim das suas forças. E um dia, os terroristas esqueceram-se de trancar a porta do seu quarto. Foi o dia com que sonhara durante os longos meses de cativeiro. Foi o dia em que fugiu pelo deserto da Síria disposta a morrer pela liberdade.Farida Khalaf tem uma história para contar.E é uma história extraordinária.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-rapariga-que-derrotou-o-estado-islamico-de-andrea-c-hoffman-5767878');
});">
