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Edição: Mar 2008
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Filho dos reis D. Dinis e D. Isabel, Afonso IV (1291-1357) subiu ao trono em 1325, dando início a um longo reinado de trinta e dois anos. Apesar disso, D. Afonso IV é, talvez, um dos monarcas menos conhecidos da primeira dinastia portuguesa. A vida de D. Afonso foi muito preenchida e agitada, com uma juventude e um início de idade adulta de grande irrequietude e rebeldia. Das guerras com Castela ao confronto com o Islão na batalha do Salado (1340), das expedições às Canárias à reivindicação da soberania sobre as ilhas, dos efeitos da crise social e económica agravados pela Peste Negra de 1348 à guerra civil provocada pela execução de Inês de Castro, a vida de Afonso IV confunde-se, inevitavelmente, com a história do próprio reino.Ver e agir no reino com determinação, mas ver e agir também para além dele - olhando sobretudo para Castela, mas olhando igualmente para o mar oceano - a nada se furtou Afonso IV.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Filho dos reis D. Dinis e D. Isabel, Afonso IV (1291-1357) subiu ao trono em 1325, dando início a um longo reinado de trinta e dois anos. Apesar disso, D. Afonso IV é, talvez, um dos monarcas menos conhecidos da primeira dinastia portuguesa. A vida de D. Afonso foi muito preenchida e agitada, com uma juventude e um início de idade adulta de grande irrequietude e rebeldia. Das guerras com Castela ao confronto com o Islão na batalha do Salado (1340), das expedições às Canárias à reivindicação da soberania sobre as ilhas, dos efeitos da crise social e económica agravados pela Peste Negra de 1348 à guerra civil provocada pela execução de Inês de Castro, a vida de Afonso IV confunde-se, inevitavelmente, com a história do próprio reino.Ver e agir no reino com determinação, mas ver e agir também para além dele - olhando sobretudo para Castela, mas olhando igualmente para o mar oceano - a nada se furtou Afonso IV.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Há muito que aguardávamos por uma nova recolha de histórias do reconhecido psiquiatra Irvin Yalom com as descrições das duras batalhas dos seus pacientes quando finalmente se deparam com os dois grandes dilemas existenciais: como ser detentor de uma vida com sentido, e como lidar com o fim inevitável. Nestas páginas conhecemos uma enfermeira, à deriva numa vida miserável, que perdeu o filho, e que, como profissão, tem de consolar os outros das suas desgraças, que nunca parecem tão imensas como a sua. Conhecemos o homem de negócios de sucesso que, à beira do suicídio, desespera sobre os segredos que apodrecem qualquer relação que tenha. Conhecemos também uma psicóloga cujo estudo sobre a condição humana fragmenta e danifica as memórias preciosas que tem de uma amiga há muito perdida. Conhecemos ainda um homem cuja rejeição da filosofia força inclusivamente Yalom a lutar com uma crise de confiança. Os seus nomes e histórias permanecerão na nossa memória muito depois de termos virado a última página. Divertido, chocante e real, "Criaturas de Um Dia" é uma declaração honesta sobre os obstáculos da vida humana. Mas também uma celebração de alguns dos seus bens mais valiosos - amor, família, amizade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Há muito que aguardávamos por uma nova recolha de histórias do reconhecido psiquiatra Irvin Yalom com as descrições das duras batalhas dos seus pacientes quando finalmente se deparam com os dois grandes dilemas existenciais: como ser detentor de uma vida com sentido, e como lidar com o fim inevitável. Nestas páginas conhecemos uma enfermeira, à deriva numa vida miserável, que perdeu o filho, e que, como profissão, tem de consolar os outros das suas desgraças, que nunca parecem tão imensas como a sua. Conhecemos o homem de negócios de sucesso que, à beira do suicídio, desespera sobre os segredos que apodrecem qualquer relação que tenha. Conhecemos também uma psicóloga cujo estudo sobre a condição humana fragmenta e danifica as memórias preciosas que tem de uma amiga há muito perdida. Conhecemos ainda um homem cuja rejeição da filosofia força inclusivamente Yalom a lutar com uma crise de confiança. Os seus nomes e histórias permanecerão na nossa memória muito depois de termos virado a última página. Divertido, chocante e real, "Criaturas de Um Dia" é uma declaração honesta sobre os obstáculos da vida humana. Mas também uma celebração de alguns dos seus bens mais valiosos - amor, família, amizade.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 516
Sinopse:
Com a primeira edição datada de 1998, "Costa Gomes - O Último Marechal" foi, ao longo destes anos, não só obra de consulta obrigatória para estudiosos e investigadores da nossa história recente, como também uma leitura fascinante para um público mais vasto eabrangente.Sendo o ano de 2014 a conjugação de duas efemérides, os 40 anos do 25 de Abril e o centenário do Marechal Costa Gomes, este é o momento oportuno para uma nova edição desta obra. Assim, o reaparecimento das memórias de Costa Gomes contribuirá para o esforço colectivo de preservação deste acontecimento central da nossa contemporaneidade, mas também para resgatar a figura de um dos protagonistas da Revolução, que não tendo sido um militar vulgar, um político vulgar nem um católico vulgar, não foi um herói falhado, mas também não foi um herói de Abril. Costa Gomes devido ao seu perfil enigmático, indecifrável, quase esfíngico, que tanto perturbou os portugueses no tempo revolucionário e que ainda hoje continua a perturbar os estudiosos e o público em geral, pode ser qualificado como o representante do princípio da realidade contra o princípio do prazer - é aquele que apelidamos de anti-herói da Revolução de Abril e a quem hoje homenageamos com esta nova edição.
Nº Páginas: 516
Sinopse:
Com a primeira edição datada de 1998, "Costa Gomes - O Último Marechal" foi, ao longo destes anos, não só obra de consulta obrigatória para estudiosos e investigadores da nossa história recente, como também uma leitura fascinante para um público mais vasto eabrangente.Sendo o ano de 2014 a conjugação de duas efemérides, os 40 anos do 25 de Abril e o centenário do Marechal Costa Gomes, este é o momento oportuno para uma nova edição desta obra. Assim, o reaparecimento das memórias de Costa Gomes contribuirá para o esforço colectivo de preservação deste acontecimento central da nossa contemporaneidade, mas também para resgatar a figura de um dos protagonistas da Revolução, que não tendo sido um militar vulgar, um político vulgar nem um católico vulgar, não foi um herói falhado, mas também não foi um herói de Abril. Costa Gomes devido ao seu perfil enigmático, indecifrável, quase esfíngico, que tanto perturbou os portugueses no tempo revolucionário e que ainda hoje continua a perturbar os estudiosos e o público em geral, pode ser qualificado como o representante do princípio da realidade contra o princípio do prazer - é aquele que apelidamos de anti-herói da Revolução de Abril e a quem hoje homenageamos com esta nova edição.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Uma obra baseada no relato de um antigo correio de droga português, que esteve em contacto com algumas redes de tráfico entre Espanha e Colômbia. O livro conta a história de Marco e da sua ida para Madrid, onde conheceu um grupo de dominicanos que o iniciaram no transporte de cocaína entre aeroportos. Começou como "mula" - nome dado aos tripulantes que engolem droga para a conseguirem introduzir noutros países - e continuou a sua evolução no narcotráfico internacional através de um sistema em que os polícias de Bogotá e de Madrid eram subornados para deixar passar a carga ilegal. No meio desta aventura esteve preso em Cartagena e conseguiu sair depois de pagar às autoridades colombianas avultadas quantias monetárias. Na Colômbia privou ainda com elementos pertencentes aos grandes cartéis de cocaína e assistiu às várias faces deste gigantesco negócio, desde as FARC aos paramilitares. De regresso a Portugal, esteve próximo do tráfico de rua por alguns anos e conta tudo aquilo que se faz com a cocaína desde a zona de produção - seja África ou América Latina - até chegar às ruas das principais cidades europeias, incluindo Lisboa e Porto. Uma história impressionante de alguém que sentiu na pele as alegrias e os dissabores do narcotráfico. A experiência de Marco é poderosa, recheada de crime, violência, sangue frio, sexo e perda. Um livro não aconselhado aos leitores mais sensíveis.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Uma obra baseada no relato de um antigo correio de droga português, que esteve em contacto com algumas redes de tráfico entre Espanha e Colômbia. O livro conta a história de Marco e da sua ida para Madrid, onde conheceu um grupo de dominicanos que o iniciaram no transporte de cocaína entre aeroportos. Começou como "mula" - nome dado aos tripulantes que engolem droga para a conseguirem introduzir noutros países - e continuou a sua evolução no narcotráfico internacional através de um sistema em que os polícias de Bogotá e de Madrid eram subornados para deixar passar a carga ilegal. No meio desta aventura esteve preso em Cartagena e conseguiu sair depois de pagar às autoridades colombianas avultadas quantias monetárias. Na Colômbia privou ainda com elementos pertencentes aos grandes cartéis de cocaína e assistiu às várias faces deste gigantesco negócio, desde as FARC aos paramilitares. De regresso a Portugal, esteve próximo do tráfico de rua por alguns anos e conta tudo aquilo que se faz com a cocaína desde a zona de produção - seja África ou América Latina - até chegar às ruas das principais cidades europeias, incluindo Lisboa e Porto. Uma história impressionante de alguém que sentiu na pele as alegrias e os dissabores do narcotráfico. A experiência de Marco é poderosa, recheada de crime, violência, sangue frio, sexo e perda. Um livro não aconselhado aos leitores mais sensíveis.
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Escritor, viajante, ex-jornalista, ex-oficial do Exército britânico, formado em Oxford, casado, cinco filhos. Assim poderia resumir-se a vida de James Morris. E todavia falta o essencial, aqui contado na primeira pessoa: uma imensa viagem interior ao longo de dez anos, que o transformou em Jan. "Perguntam-me muitas vezes se não lamento nada, e eu respondo em tom frívolo que não. Mas é claro que lamento várias coisas. Lamento o choque que causei nas outras pessoas. Esporadicamente, lamento a perda da minha masculinidade, nos momentos em que gostava que os outros ouvissem a minha opinião. Lamento que tudo isto tenha sido necessário, assim como lamento os anos perdidos de plenitude, enquanto homem ou enquanto mulher, de que poderia ter gozado. Mas nem por um momento me arrependo da mudança em si. Não via outra alternativa, e a operação a que me submeti tornou-me feliz. Ao olhar para as minhas paixões ininterruptas, ainda estupefacta perante a sensualidade universal da vida, chego à conclusão de que não há outra pessoa no mundo que eu preferisse ser em lugar de mim própria."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Escritor, viajante, ex-jornalista, ex-oficial do Exército britânico, formado em Oxford, casado, cinco filhos. Assim poderia resumir-se a vida de James Morris. E todavia falta o essencial, aqui contado na primeira pessoa: uma imensa viagem interior ao longo de dez anos, que o transformou em Jan. "Perguntam-me muitas vezes se não lamento nada, e eu respondo em tom frívolo que não. Mas é claro que lamento várias coisas. Lamento o choque que causei nas outras pessoas. Esporadicamente, lamento a perda da minha masculinidade, nos momentos em que gostava que os outros ouvissem a minha opinião. Lamento que tudo isto tenha sido necessário, assim como lamento os anos perdidos de plenitude, enquanto homem ou enquanto mulher, de que poderia ter gozado. Mas nem por um momento me arrependo da mudança em si. Não via outra alternativa, e a operação a que me submeti tornou-me feliz. Ao olhar para as minhas paixões ininterruptas, ainda estupefacta perante a sensualidade universal da vida, chego à conclusão de que não há outra pessoa no mundo que eu preferisse ser em lugar de mim própria."
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Tínhamos os corações partidos. Era o fim. O fim do mundo. Estas palavras foram escritas por Clara Kramer quando tinha 15 anos, e nelas está contida a agonia de um povo. No dia 21 de julho de 1942, os Nazis conquistam a cidade polaca de Zolkiew e dão início à deportação e massacre de milhares de judeus. Clara e a sua família conseguem esconder-se num bunker apressadamente escavado à mão. A viver por cima deles e a protegê-los está a família Beck. Embora se diga antissemita, o Sr. Beck arrisca diariamente a vida pelas pessoas que acolheu. É um dos rostos secretos da resistência à barbárie. No bunker, as condições de vida são inumanas, os relatos da morte de familiares e amigos são diários, o terror é constante. Mas os laços de amor e solidariedade que se estabelecem entre todos dão conta da grandeza que faz pulsar o coração humano. Clara escreve para sobreviver, para testemunhar, para se impedir de esquecer que a vida é, acima de tudo, um milagre. Dos cinco mil judeus que habitavam Zolkiew antes da guerra, sobreviveram menos de sessenta. Uma história tão tocante quanto O Diário de Anne Frank e A Lista de Schindler. É assim que a imprensa internacional define este livro baseado na vida extraordinária de Clara Kramer. O seu diário está exposto no Museu Memorial do Holocausto, em Washington. O bunker ainda existe.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Tínhamos os corações partidos. Era o fim. O fim do mundo. Estas palavras foram escritas por Clara Kramer quando tinha 15 anos, e nelas está contida a agonia de um povo. No dia 21 de julho de 1942, os Nazis conquistam a cidade polaca de Zolkiew e dão início à deportação e massacre de milhares de judeus. Clara e a sua família conseguem esconder-se num bunker apressadamente escavado à mão. A viver por cima deles e a protegê-los está a família Beck. Embora se diga antissemita, o Sr. Beck arrisca diariamente a vida pelas pessoas que acolheu. É um dos rostos secretos da resistência à barbárie. No bunker, as condições de vida são inumanas, os relatos da morte de familiares e amigos são diários, o terror é constante. Mas os laços de amor e solidariedade que se estabelecem entre todos dão conta da grandeza que faz pulsar o coração humano. Clara escreve para sobreviver, para testemunhar, para se impedir de esquecer que a vida é, acima de tudo, um milagre. Dos cinco mil judeus que habitavam Zolkiew antes da guerra, sobreviveram menos de sessenta. Uma história tão tocante quanto O Diário de Anne Frank e A Lista de Schindler. É assim que a imprensa internacional define este livro baseado na vida extraordinária de Clara Kramer. O seu diário está exposto no Museu Memorial do Holocausto, em Washington. O bunker ainda existe.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 308
Sinopse:
Em 1762, o czar Pedro III é alvo de uma conspiração, acabando por morrer. A sua mulher, Catarina, sucede-lhe como imperatriz tornando-se, aos trinta e três anos, "Sua Majestade, Catarina II, imperatriz única e soberana de todas as Rússias". O seu reinado revitalizou a Rússia, transformando-a numa das maiores potências europeias. Os seus sucessos dentro da complexa política externa são sobejamente conhecidos assim como as represálias, por vezes violentas, aos movimentos revolucionários. Conferiu maior poder à nobreza e aos senhores da terra, constituindo o seu reinado o ponto alto da aristocracia russa. Poucas mulheres geraram tanta controvérsia em redor de si como Catarina, a Grande. Inteligente, culta, autoritária, sagaz, apaixonada, grande estratega e envolta em todos os tipos de conspirações da corte, a imperatriz que governou a Rússia com punho de ferro é, sem dúvida, um dos principais intervenientes na agitação política do século XVIII, que mudou a História do Mundo. Esta emocionante narrativa, que não deixa de fora o rigor histórico, revela as vivências e a intriga palaciana e pessoal da grande imperatriz, a sua peculiar e intensa vida sexual, os seus medos, as suas deficiências e os seus fracassos.
Nº Páginas: 308
Sinopse:
Em 1762, o czar Pedro III é alvo de uma conspiração, acabando por morrer. A sua mulher, Catarina, sucede-lhe como imperatriz tornando-se, aos trinta e três anos, "Sua Majestade, Catarina II, imperatriz única e soberana de todas as Rússias". O seu reinado revitalizou a Rússia, transformando-a numa das maiores potências europeias. Os seus sucessos dentro da complexa política externa são sobejamente conhecidos assim como as represálias, por vezes violentas, aos movimentos revolucionários. Conferiu maior poder à nobreza e aos senhores da terra, constituindo o seu reinado o ponto alto da aristocracia russa. Poucas mulheres geraram tanta controvérsia em redor de si como Catarina, a Grande. Inteligente, culta, autoritária, sagaz, apaixonada, grande estratega e envolta em todos os tipos de conspirações da corte, a imperatriz que governou a Rússia com punho de ferro é, sem dúvida, um dos principais intervenientes na agitação política do século XVIII, que mudou a História do Mundo. Esta emocionante narrativa, que não deixa de fora o rigor histórico, revela as vivências e a intriga palaciana e pessoal da grande imperatriz, a sua peculiar e intensa vida sexual, os seus medos, as suas deficiências e os seus fracassos.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 408
Sinopse:
As cartas do amor proibido de Arendt e Heidegger. Que estranha afinidade electiva poderá ter juntado a estudante judia e o filósofo filiado no partido nazi? Toda a correspondência entre Hannah Arendt e Martin Heidegger reunida num único volume. Este é o diálogo entre duas das mais importantes vozes filosóficas do século XX. Arendt conheceu Heidegger na Universidade de Marburgo. Ela era estudante, ele era professor. Ela tinha 19 anos. O professor tinha 36 e era casado. Tiveram uma relação amorosa, central na vida de ambos. Heidegger afirmou que o romance deles foi o "mais excitante, mais orientado e mais rico" período da sua vida e que essa criatividade foi fecundadora do Ser e Tempo - a mais importante e seminal das suas obras. Como é que se pode compreender que Hannah Arendt e Martin Heidegger - a judia alemã que denunciou o totalitarismo e o filósofo seduzido pelo nazismo - tenham sido amantes antes da Guerra e tenham voltado a ser amigos depois do Holocausto?
Nº Páginas: 408
Sinopse:
As cartas do amor proibido de Arendt e Heidegger. Que estranha afinidade electiva poderá ter juntado a estudante judia e o filósofo filiado no partido nazi? Toda a correspondência entre Hannah Arendt e Martin Heidegger reunida num único volume. Este é o diálogo entre duas das mais importantes vozes filosóficas do século XX. Arendt conheceu Heidegger na Universidade de Marburgo. Ela era estudante, ele era professor. Ela tinha 19 anos. O professor tinha 36 e era casado. Tiveram uma relação amorosa, central na vida de ambos. Heidegger afirmou que o romance deles foi o "mais excitante, mais orientado e mais rico" período da sua vida e que essa criatividade foi fecundadora do Ser e Tempo - a mais importante e seminal das suas obras. Como é que se pode compreender que Hannah Arendt e Martin Heidegger - a judia alemã que denunciou o totalitarismo e o filósofo seduzido pelo nazismo - tenham sido amantes antes da Guerra e tenham voltado a ser amigos depois do Holocausto?
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A primeira biografia sobre o juiz mais mediático do país. Conhecido como "superjuiz" pelo seu arrojo em desafiar os mais poderosos e por ter na mão os maiores e mais mediáticos processos da justiça portuguesa dos últimos anos. Descrevem-se as maneiras de pensar, agir e decidir do magistrado, até as ameaças que já sofreu. O livro por que toda a gente esperava e que, ao mesmo tempo, ninguém esperava, dado o carácter reservado do biografado.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A primeira biografia sobre o juiz mais mediático do país. Conhecido como "superjuiz" pelo seu arrojo em desafiar os mais poderosos e por ter na mão os maiores e mais mediáticos processos da justiça portuguesa dos últimos anos. Descrevem-se as maneiras de pensar, agir e decidir do magistrado, até as ameaças que já sofreu. O livro por que toda a gente esperava e que, ao mesmo tempo, ninguém esperava, dado o carácter reservado do biografado.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Em Capitão de Abril, Capitão de Novembro, o Coronel Sousa e Castro, porta-voz do Conselho da Revolução, dá a conhecer as suas memórias e desvenda segredos de dois dos momentos mais marcantes da história recente de Portugal: o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975. Sousa e Castro mostra-nos sobretudo a face oculta da história. O verdadeiro teatro que foi o Verão Quente de 75, a contagem de espingardas que precedeu o 25 de Novembro, e o definitivo estabelecimento da democracia que nesse dia Portugal ganhou. No "quem é quem" e no "quem fez o quê" da história, Rodrigo Sousa e Castro revela-nos muitas surpresas e estilhaça alguns mitos.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Em Capitão de Abril, Capitão de Novembro, o Coronel Sousa e Castro, porta-voz do Conselho da Revolução, dá a conhecer as suas memórias e desvenda segredos de dois dos momentos mais marcantes da história recente de Portugal: o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975. Sousa e Castro mostra-nos sobretudo a face oculta da história. O verdadeiro teatro que foi o Verão Quente de 75, a contagem de espingardas que precedeu o 25 de Novembro, e o definitivo estabelecimento da democracia que nesse dia Portugal ganhou. No "quem é quem" e no "quem fez o quê" da história, Rodrigo Sousa e Castro revela-nos muitas surpresas e estilhaça alguns mitos.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Anos 80. Lisboa. Na noite em que concorre ao Festival RTP da Canção, Cândida Branca Flor conta-nos na primeira pessoa como são as horas antes de subir ao palco para cantar Trocas e Baldrocas. Mais do que um relato intimista, a espera pelo espectáculo é um pretexto para a artista abrir o coração e partilhar a sua vulnerabilidade, expectativas, receios e segredos que são os mesmos de tantas outras mulheres que entregam o controlo das suas vidas nas mãos de outros e vivem da validação pública.
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Anos 80. Lisboa. Na noite em que concorre ao Festival RTP da Canção, Cândida Branca Flor conta-nos na primeira pessoa como são as horas antes de subir ao palco para cantar Trocas e Baldrocas. Mais do que um relato intimista, a espera pelo espectáculo é um pretexto para a artista abrir o coração e partilhar a sua vulnerabilidade, expectativas, receios e segredos que são os mesmos de tantas outras mulheres que entregam o controlo das suas vidas nas mãos de outros e vivem da validação pública.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 416
Sinopse:
É uma antologia de imagens e textos de/sobre o autor do Amor de Perdição, coleccionadas com algum espírito criativo por José Viale Moutinho, outro ficcionista contemplado com o Grande Prémio do Conto Camilo castelo Brando, da Associação Portuguesa de Escritores. É a homenagem de um escritor, o primeiro da classe dos escritores profissionais, a quem já tinha dedicado alguns outros livros e estudos. Este volume, com mais de quatrocentas páginas e cerca de seiscentas imagens, entre fotografias, postais, documentos, é o exumar das sombras de rostos e lugares do século XIX, alguns deles chegando até hoje sob outras formas mas com rastos que se impõem. Trata-se de uma obra devida ao solitário de Seide, que contém materiais de extrema raridade, de algum modo composta ao gosto do principal interessado.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
É uma antologia de imagens e textos de/sobre o autor do Amor de Perdição, coleccionadas com algum espírito criativo por José Viale Moutinho, outro ficcionista contemplado com o Grande Prémio do Conto Camilo castelo Brando, da Associação Portuguesa de Escritores. É a homenagem de um escritor, o primeiro da classe dos escritores profissionais, a quem já tinha dedicado alguns outros livros e estudos. Este volume, com mais de quatrocentas páginas e cerca de seiscentas imagens, entre fotografias, postais, documentos, é o exumar das sombras de rostos e lugares do século XIX, alguns deles chegando até hoje sob outras formas mas com rastos que se impõem. Trata-se de uma obra devida ao solitário de Seide, que contém materiais de extrema raridade, de algum modo composta ao gosto do principal interessado.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Nenhum livro restitui, melhor do que este, a verdade nua e brutal do colonialismo português em Moçambique. Até porque, como a autora refere, ele aparece envolvido pelo mito da sua mansuetude - sobretudo quando comparado, como era sempre, com o apartheid sul-africano. Mito tão interiorizado pelos próprios colonos que através dele, como por uma lente, percepcionavam a realidade de que constituíam um elemento decisivo - como considerar-se a si mesmos violentos e prepotentes no tratamento que davam aos negros? A verdade escondia-se sob a boa consciência necessária à regularidade quotidiana da vida «paradisíaca» dos brancos. Para a desenterrar era preciso ir procura-la nas sensações infinitamente vibráteis e virgens de uma menina, filha de colonos, que vivia à flor da pele o sentido mais profundo de tudo o que acontecia." - José Gil, in "Sobre Caderno de Memórias Coloniais"
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Nenhum livro restitui, melhor do que este, a verdade nua e brutal do colonialismo português em Moçambique. Até porque, como a autora refere, ele aparece envolvido pelo mito da sua mansuetude - sobretudo quando comparado, como era sempre, com o apartheid sul-africano. Mito tão interiorizado pelos próprios colonos que através dele, como por uma lente, percepcionavam a realidade de que constituíam um elemento decisivo - como considerar-se a si mesmos violentos e prepotentes no tratamento que davam aos negros? A verdade escondia-se sob a boa consciência necessária à regularidade quotidiana da vida «paradisíaca» dos brancos. Para a desenterrar era preciso ir procura-la nas sensações infinitamente vibráteis e virgens de uma menina, filha de colonos, que vivia à flor da pele o sentido mais profundo de tudo o que acontecia." - José Gil, in "Sobre Caderno de Memórias Coloniais"
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Livro de crónicas que narra como o autor conheceu em viagem Muammar Kadhafi, tentou entrar no KGB, explorou o maior campo de refugiados do Mundo, privou com povos guerreiros na Etiópia, esteve para morrer no Laos ou, entre outras, ouviu histórias de descendentes de piratas portugueses nas caraíbas.Este é o primeiro livro de um autor português que nos leva a mais de 50 países, não em formato de guia, mas antes de inspiradoras histórias de quem ama o imprevisto, tem paixão pelas pessoas e anda na estrada ao sabor do vento, sem preconceitos ou roteiro definido. As estimulantes histórias deste livro levam-nos a locais improváveis, os menos massificados no planeta: o autor convida-nos aos destinos B, os menos óbvios, menos procurados e menos fáceis logisticamente, logo mais desafiantes e, sobretudo, mais genuínos.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Livro de crónicas que narra como o autor conheceu em viagem Muammar Kadhafi, tentou entrar no KGB, explorou o maior campo de refugiados do Mundo, privou com povos guerreiros na Etiópia, esteve para morrer no Laos ou, entre outras, ouviu histórias de descendentes de piratas portugueses nas caraíbas.Este é o primeiro livro de um autor português que nos leva a mais de 50 países, não em formato de guia, mas antes de inspiradoras histórias de quem ama o imprevisto, tem paixão pelas pessoas e anda na estrada ao sabor do vento, sem preconceitos ou roteiro definido. As estimulantes histórias deste livro levam-nos a locais improváveis, os menos massificados no planeta: o autor convida-nos aos destinos B, os menos óbvios, menos procurados e menos fáceis logisticamente, logo mais desafiantes e, sobretudo, mais genuínos.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Béla Guttmann (1899-1981), o primeiro treinador superstar do futebol, foi o homem que abriu caminho aos famosos treinadores da era moderna. Sobrevivente do Holocausto, escapou por pouco à morte escondido num sótão perto de Budapeste, enquanto milhares de compatriotas judeus eram levados para o extermínio. A sua vida profissional foi desde cedo ligada ao futebol, tendo passado por grandes clubes como jogador e posteriormente treinador. Em 1958 chega a Portugal para treinar o F.C. do Porto, que com ele ganha o Campeonato Nacional (1958-59). Na época seguinte é o treinador do Benfica, que com ele ganha consecutivamente o Campeonato Nacional (1959-60/1960-61), a Taça de Portugal (1961-62) e a Taça dos Campeões Europeus (1960-61/1961-62). É também pela mão de Guttmann que, em 1960, Eusébio ingressa no Benfica. Após os êxitos alcançados, a recusa de um aumento motiva a saída do treinador. Na despedida este terá declarado: "Sem mim, nem em cem anos o Benfica vai conquistar outra taça europeia!", frase que ficou conhecida como a "maldição" de Guttmann.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Béla Guttmann (1899-1981), o primeiro treinador superstar do futebol, foi o homem que abriu caminho aos famosos treinadores da era moderna. Sobrevivente do Holocausto, escapou por pouco à morte escondido num sótão perto de Budapeste, enquanto milhares de compatriotas judeus eram levados para o extermínio. A sua vida profissional foi desde cedo ligada ao futebol, tendo passado por grandes clubes como jogador e posteriormente treinador. Em 1958 chega a Portugal para treinar o F.C. do Porto, que com ele ganha o Campeonato Nacional (1958-59). Na época seguinte é o treinador do Benfica, que com ele ganha consecutivamente o Campeonato Nacional (1959-60/1960-61), a Taça de Portugal (1961-62) e a Taça dos Campeões Europeus (1960-61/1961-62). É também pela mão de Guttmann que, em 1960, Eusébio ingressa no Benfica. Após os êxitos alcançados, a recusa de um aumento motiva a saída do treinador. Na despedida este terá declarado: "Sem mim, nem em cem anos o Benfica vai conquistar outra taça europeia!", frase que ficou conhecida como a "maldição" de Guttmann.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 456
Sinopse:
D. Leonor de Aragão intitulava-se "a triste rainha" ao assinar as suas cartas após a morte de D. Duarte, em 1438. Se até essa data ela havia gozado uma felicidade algo atribulada ao lado do esposo, a sua vida tornou-se a partir de então bastante triste. Morto que estava o companheiro de tantos anos, teve de suportar a pressão crescente dos cunhados, ávidos do poder que ele lhe havia transmitido, a hostilidade aberta de muitos cortesãos e a aversão dos burgueses e mesteirais de Lisboa, que viam nela uma mulher ambiciosa e estrangeira, capaz de precipitar o reino numa nova guerra com Castela. Escolhendo o caminho do exílio para obter ajuda da família de origem e regressar em força, perdeu os filhos, os bens e a dignidade régia, acabando os seus dias em Toledo, mais pobre e mais só do que quando partira. Já D. Isabel de Coimbra, mal saída da infância, assistiu à queda em desgraça do pai, à morte deste em batalha contra o rei seu esposo, ao confisco dos bens e títulos familiares e à expatriação dos irmãos. Embora tenha conseguido, pela sua lealdade e obstinação, obter de D. Afonso V a integração do infante D. Pedro no panteão de Avis e a reabilitação da sua linhagem, não pôde gozar por muito tempo da tranquilidade reencontrada, pois faleceu pouco depois, aos 23 anos de idade, talvez das sequelas do difícil parto do futuro monarca.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
D. Leonor de Aragão intitulava-se "a triste rainha" ao assinar as suas cartas após a morte de D. Duarte, em 1438. Se até essa data ela havia gozado uma felicidade algo atribulada ao lado do esposo, a sua vida tornou-se a partir de então bastante triste. Morto que estava o companheiro de tantos anos, teve de suportar a pressão crescente dos cunhados, ávidos do poder que ele lhe havia transmitido, a hostilidade aberta de muitos cortesãos e a aversão dos burgueses e mesteirais de Lisboa, que viam nela uma mulher ambiciosa e estrangeira, capaz de precipitar o reino numa nova guerra com Castela. Escolhendo o caminho do exílio para obter ajuda da família de origem e regressar em força, perdeu os filhos, os bens e a dignidade régia, acabando os seus dias em Toledo, mais pobre e mais só do que quando partira. Já D. Isabel de Coimbra, mal saída da infância, assistiu à queda em desgraça do pai, à morte deste em batalha contra o rei seu esposo, ao confisco dos bens e títulos familiares e à expatriação dos irmãos. Embora tenha conseguido, pela sua lealdade e obstinação, obter de D. Afonso V a integração do infante D. Pedro no panteão de Avis e a reabilitação da sua linhagem, não pôde gozar por muito tempo da tranquilidade reencontrada, pois faleceu pouco depois, aos 23 anos de idade, talvez das sequelas do difícil parto do futuro monarca.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Nas cidades e aldeias afegãs, há raparigas que se movimentam livremente e sem medo de represálias. Num país onde a mulher não tem valor nem privilégios, há meninas que vão à escola e brincam na rua. Elas existem mas ninguém sabe quem são. Porquê? Porque estão disfarçadas de rapazes. São as suas próprias famílias a fazê-lo ao abrigo de uma tradição secreta ancestral chamada "bacha posh".Para uma família afegã, não ter filhos varões é uma tragédia. De forma a contornar este estigma, muitos vestem e apresentam ao mundo as suas filhas como se fossem rapazes. Mas este estado de graça só dura até à puberdade, altura em que são obrigadas a assumir a sua identidade feminina. Para as meninas que tiveram um vislumbre de autonomia, o choque é dilacerante.A jornalista premiada Jenny Nordberg deparou-se com este costume e ficou fascinada. Pouco a pouco, conseguiu reunir um grupo de mulheres corajosas. Os seus testemunhos são fascinantes e dão-nos uma perspetiva totalmente nova sobre o que significa ser mulher e os sacrifícios a que obriga ainda nos dias de hoje.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Nas cidades e aldeias afegãs, há raparigas que se movimentam livremente e sem medo de represálias. Num país onde a mulher não tem valor nem privilégios, há meninas que vão à escola e brincam na rua. Elas existem mas ninguém sabe quem são. Porquê? Porque estão disfarçadas de rapazes. São as suas próprias famílias a fazê-lo ao abrigo de uma tradição secreta ancestral chamada "bacha posh".Para uma família afegã, não ter filhos varões é uma tragédia. De forma a contornar este estigma, muitos vestem e apresentam ao mundo as suas filhas como se fossem rapazes. Mas este estado de graça só dura até à puberdade, altura em que são obrigadas a assumir a sua identidade feminina. Para as meninas que tiveram um vislumbre de autonomia, o choque é dilacerante.A jornalista premiada Jenny Nordberg deparou-se com este costume e ficou fascinada. Pouco a pouco, conseguiu reunir um grupo de mulheres corajosas. Os seus testemunhos são fascinantes e dão-nos uma perspetiva totalmente nova sobre o que significa ser mulher e os sacrifícios a que obriga ainda nos dias de hoje.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Furtado do espólio de Salazar aquando da invasão dos seus antigos aposentos no dia 25 de Abril de 1974, o manuscrito "As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia", escrito nos últimos anos de vida e doado pela própria à Casa de Bragança, em Lisboa, através da mão do chefe do Estado Novo, foi recuperado em Sófia, na Bulgária, na Comemoração do Centenário da República, por Miguel Real, que foi incumbido de o depositar na Torre do Tombo, já o tendo feito. Neste manuscrito, a Rainha D. Amélia retrata a sua vida em doze pequenos capítulos, um por cada mês do ano, organizados em quatro grandes partes, seguindo o ritmo das estações, da Primavera, na infância, ao Inverno triste da sua velhice. Um documento pungente, doloroso e comovente, fortemente crítico de Portugal e dos Portugueses, permanentemente iludidos pelas artimanhas de elites ineptas e ignorantes.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Furtado do espólio de Salazar aquando da invasão dos seus antigos aposentos no dia 25 de Abril de 1974, o manuscrito "As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia", escrito nos últimos anos de vida e doado pela própria à Casa de Bragança, em Lisboa, através da mão do chefe do Estado Novo, foi recuperado em Sófia, na Bulgária, na Comemoração do Centenário da República, por Miguel Real, que foi incumbido de o depositar na Torre do Tombo, já o tendo feito. Neste manuscrito, a Rainha D. Amélia retrata a sua vida em doze pequenos capítulos, um por cada mês do ano, organizados em quatro grandes partes, seguindo o ritmo das estações, da Primavera, na infância, ao Inverno triste da sua velhice. Um documento pungente, doloroso e comovente, fortemente crítico de Portugal e dos Portugueses, permanentemente iludidos pelas artimanhas de elites ineptas e ignorantes.
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Edição: Jul 2008
Nº Páginas: 202
Sinopse:
Mulher - Esposa - Mãe - Primeira dama - Ícone Jacqueline Kennedy Onassis foi uma mulher cheia de confiança, de concentração e de paixão e isso tornou-a uma das maiores fontes de inspiração e de influência do mundo. Enquanto esposa dedicada, mãe extremosa e figura pública idolatrada, o legado duradouro de Jackie reside nas escolhas que tomou, nas crenças que a tornaram forte e na vontade de sobreviver. Geriu o sofrimento e a felicidade com igual decoro e lidou com a fama e a riqueza com reserva, humildade e bom gosto. Conhecendo-se e sabendo o que queria, combinou as exigências públicas com as necessidades pessoais. "As Lições de Vida de Jackie" revelam os ensinamentos de Jackie sobre a melhor forma de viver a vida com calma, graciosidade e prazer - incluindo sugestões sobre imagem e estilo, como lidar com os homens, o casamento, e a maternidade - aplicando essas lições à vida de cada um. Com o exemplo deste ícone mundial, podemos compreender melhor quem somos, o que queremos - e o que realmente esperamos de nós e dos outros. "Temos de dar à vida pelo menos tanto quanto recebemos dela. Cada um dos momentos que vivemos é diferente do outro. As coisas boas, as más, as dificuldades, as alegrias, as tragédias, o amor e a felicidade estão todos interligados num único todo indescritível a que se chama vida. Não se pode separar o bem do mal. E talvez não haja necessidade de o fazer." "Jacqueline Kennedy Onassis"
Nº Páginas: 202
Sinopse:
Mulher - Esposa - Mãe - Primeira dama - Ícone Jacqueline Kennedy Onassis foi uma mulher cheia de confiança, de concentração e de paixão e isso tornou-a uma das maiores fontes de inspiração e de influência do mundo. Enquanto esposa dedicada, mãe extremosa e figura pública idolatrada, o legado duradouro de Jackie reside nas escolhas que tomou, nas crenças que a tornaram forte e na vontade de sobreviver. Geriu o sofrimento e a felicidade com igual decoro e lidou com a fama e a riqueza com reserva, humildade e bom gosto. Conhecendo-se e sabendo o que queria, combinou as exigências públicas com as necessidades pessoais. "As Lições de Vida de Jackie" revelam os ensinamentos de Jackie sobre a melhor forma de viver a vida com calma, graciosidade e prazer - incluindo sugestões sobre imagem e estilo, como lidar com os homens, o casamento, e a maternidade - aplicando essas lições à vida de cada um. Com o exemplo deste ícone mundial, podemos compreender melhor quem somos, o que queremos - e o que realmente esperamos de nós e dos outros. "Temos de dar à vida pelo menos tanto quanto recebemos dela. Cada um dos momentos que vivemos é diferente do outro. As coisas boas, as más, as dificuldades, as alegrias, as tragédias, o amor e a felicidade estão todos interligados num único todo indescritível a que se chama vida. Não se pode separar o bem do mal. E talvez não haja necessidade de o fazer." "Jacqueline Kennedy Onassis"
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Imagens de bastidores nunca antes publicadas;Centenas de fotografias dos arquivos da banda;A história e as histórias contadas pelos próprios músicos;Ano após ano, uma cronologia completa dos Xutos & Pontapés;Depoimentos e declarações de dezenas de figuras públicas. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Imagens de bastidores nunca antes publicadas;Centenas de fotografias dos arquivos da banda;A história e as histórias contadas pelos próprios músicos;Ano após ano, uma cronologia completa dos Xutos & Pontapés;Depoimentos e declarações de dezenas de figuras públicas. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Tenho um tumor gigante no pâncreas. Alguns dos tratamentos conseguiram reduzir um pouco o seu tamanho, mas não o suficiente para poder ser operado. Sei bem o que isso significa. Neste momento, e porque não há outra forma, vivo um dia de cada vez. Deixei de fazer planos para a frente. Não sei o que me espera no futuro, mas isso agora também não importa, o que interessa é o aqui e agora. Ao longo deste quase último ano e meio percebi que o meu estado de saúde deixou de ser um tema que me diz respeito apenas a mim, à minha família, aos meus amigos e àqueles de quem sou próximo. A minha doença deixou de ser apenas um problema que é meu, de alguma forma deixou de me pertencer. E isto sucedeu aos poucos, à medida que a onda de apoio e solidariedade à minha volta foi crescendo e ganhando forma. Assim nasceu a ideia deste livro. A mensagem principal que quero deixar às pessoas é que se há um problema é preciso resolvê-lo da melhor maneira, há que não ficar quieto, há que tentar de tudo primeiro, nunca desistir. Se as pessoas começarem a parar por um momento para olhar para casos como o meu, ou, simplesmente, para a sua própria vida com olhos de ver, talvez comecem a relativizar os seus próprios problemas e possam perceber o que de facto vale a pena na vida. Talvez assim a consigam aproveitar melhor." António Feio, 2010 Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros!!
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Tenho um tumor gigante no pâncreas. Alguns dos tratamentos conseguiram reduzir um pouco o seu tamanho, mas não o suficiente para poder ser operado. Sei bem o que isso significa. Neste momento, e porque não há outra forma, vivo um dia de cada vez. Deixei de fazer planos para a frente. Não sei o que me espera no futuro, mas isso agora também não importa, o que interessa é o aqui e agora. Ao longo deste quase último ano e meio percebi que o meu estado de saúde deixou de ser um tema que me diz respeito apenas a mim, à minha família, aos meus amigos e àqueles de quem sou próximo. A minha doença deixou de ser apenas um problema que é meu, de alguma forma deixou de me pertencer. E isto sucedeu aos poucos, à medida que a onda de apoio e solidariedade à minha volta foi crescendo e ganhando forma. Assim nasceu a ideia deste livro. A mensagem principal que quero deixar às pessoas é que se há um problema é preciso resolvê-lo da melhor maneira, há que não ficar quieto, há que tentar de tudo primeiro, nunca desistir. Se as pessoas começarem a parar por um momento para olhar para casos como o meu, ou, simplesmente, para a sua própria vida com olhos de ver, talvez comecem a relativizar os seus próprios problemas e possam perceber o que de facto vale a pena na vida. Talvez assim a consigam aproveitar melhor." António Feio, 2010 Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros!!
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Preso em 1962, quando o regime do apartheid na África do Sul intensificava a sua campanha brutal contra os opositores políticos, o advogado e ativista do Congresso Nacional Africano Nelson Mandela, então com quarenta e quatro anos, não fazia a menor ideia de que passaria os vinte e sete anos seguintes na prisão. Durante os seus 10 052 dias de encarceramento, o futuro líder da África do Sul escreveu uma imensa quantidade de cartas às inflexíveis autoridades prisionais, a companheiros ativistas, a responsáveis governamentais e, acima de tudo, à sua corajosa mulher, Winnie, e aos cinco filhos. Agora, no centenário do seu nascimento, 255 dessas cartas, muitas das quais nunca antes tornadas públicas, são compiladas num volume que as organiza cronologicamente, dividindo-as pelas quatro instituições prisionais por onde passou até à sua libertação, a 11 de fevereiro de 1990. Ilustrado com reproduções de alguns dos seus escritos, este é um documento de um valor excecional para o conhecimento desta que foi uma das figuras mais inspiradoras do século XX, revelando-o como pai e marido extremoso, como um lutador incansável pelos direitos humanos e, acima de tudo, como homem de uma coragem imperturbável, que se recusou a comprometer os seus valores mesmo quando confrontado com um enorme sofrimento.
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Preso em 1962, quando o regime do apartheid na África do Sul intensificava a sua campanha brutal contra os opositores políticos, o advogado e ativista do Congresso Nacional Africano Nelson Mandela, então com quarenta e quatro anos, não fazia a menor ideia de que passaria os vinte e sete anos seguintes na prisão. Durante os seus 10 052 dias de encarceramento, o futuro líder da África do Sul escreveu uma imensa quantidade de cartas às inflexíveis autoridades prisionais, a companheiros ativistas, a responsáveis governamentais e, acima de tudo, à sua corajosa mulher, Winnie, e aos cinco filhos. Agora, no centenário do seu nascimento, 255 dessas cartas, muitas das quais nunca antes tornadas públicas, são compiladas num volume que as organiza cronologicamente, dividindo-as pelas quatro instituições prisionais por onde passou até à sua libertação, a 11 de fevereiro de 1990. Ilustrado com reproduções de alguns dos seus escritos, este é um documento de um valor excecional para o conhecimento desta que foi uma das figuras mais inspiradoras do século XX, revelando-o como pai e marido extremoso, como um lutador incansável pelos direitos humanos e, acima de tudo, como homem de uma coragem imperturbável, que se recusou a comprometer os seus valores mesmo quando confrontado com um enorme sofrimento.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um relato pessoal sobre as Testemunhas de Jeová escrito por um ex-membro da organização que a acusa de ser uma "seita destrutiva". As regras e mentiras contadas por um homem que durante mais de 30 anos pertenceu às Testemunhas de Jeová. António Madaleno tinha cerca de um ano de idade quando as Testemunhas de Jeová bateram à porta dos seus pais. A partir daí, foi educado segundo as doutrinas e normas da organização Torre de Vigia. Não celebrava o Natal nem aniversários, não cantava o hino nacional na escola, andou de porta em porta a espalhar a mensagem apocalíptica da Torre de Vigia, subiu na hierarquia da organização e chegou a ancião. Até que um dia começou a questionar tudo. Primeiro foi a questão da proibição de transfusões de sangue em membros das Testemunhas de Jeová. Depois, muitas outras questões surgiram. Quanto mais investigava, mais incrédulo ficava em relação às doutrinas da religião. Após uma crise de consciência decidiu deixar tudo para trás, tornando-se desde então um activista contra as seitas destrutivas e grupos de alto controlo.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um relato pessoal sobre as Testemunhas de Jeová escrito por um ex-membro da organização que a acusa de ser uma "seita destrutiva". As regras e mentiras contadas por um homem que durante mais de 30 anos pertenceu às Testemunhas de Jeová. António Madaleno tinha cerca de um ano de idade quando as Testemunhas de Jeová bateram à porta dos seus pais. A partir daí, foi educado segundo as doutrinas e normas da organização Torre de Vigia. Não celebrava o Natal nem aniversários, não cantava o hino nacional na escola, andou de porta em porta a espalhar a mensagem apocalíptica da Torre de Vigia, subiu na hierarquia da organização e chegou a ancião. Até que um dia começou a questionar tudo. Primeiro foi a questão da proibição de transfusões de sangue em membros das Testemunhas de Jeová. Depois, muitas outras questões surgiram. Quanto mais investigava, mais incrédulo ficava em relação às doutrinas da religião. Após uma crise de consciência decidiu deixar tudo para trás, tornando-se desde então um activista contra as seitas destrutivas e grupos de alto controlo.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ler a Rita é criar nitidez, terminar o impreciso, o indefinido, sobretudo da vontade.Há um sol de uma galáxia interior que se pôs no centro deste livro. Caminhamos na pura luz. A cada texto transparecemos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ler a Rita é criar nitidez, terminar o impreciso, o indefinido, sobretudo da vontade.Há um sol de uma galáxia interior que se pôs no centro deste livro. Caminhamos na pura luz. A cada texto transparecemos.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em 2016, Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), o serviço português de inteligência externa, foi condenado em tribunal por violação de segredo de Estado, acesso a dados pessoais e devassa da vida privada. Na altura, como até hoje, contestou essa sentença - e, dois anos depois, quebra o silêncio com um livro que não se limita a abordar "o seu caso", mas que é, também, uma viagem à história e à vida recente dos serviços secretos portugueses. Nele, responde a questões que interessam a todos nós: como se organizam os serviços de informação? Quais são os limites e o alcance do trabalho dos "espiões portugueses"? É possível manter um serviço de inteligência sem atravessar as fronteiras da legalidade? Numa linguagem viva e direta, resultado de longas conversas, Jorge Silva Carvalho começa por recordar as acusações durante a última sessão do seu julgamento, recua aos tempos da formação no SIS, à especialização em contraespionagem, à formação da "Casa da Rússia", a atividade dos serviços em alguns casos de vigilância e contrainformação, e mostra — pela primeira vez — como decorrem essas operações em Portugal e no estrangeiro.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em 2016, Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), o serviço português de inteligência externa, foi condenado em tribunal por violação de segredo de Estado, acesso a dados pessoais e devassa da vida privada. Na altura, como até hoje, contestou essa sentença - e, dois anos depois, quebra o silêncio com um livro que não se limita a abordar "o seu caso", mas que é, também, uma viagem à história e à vida recente dos serviços secretos portugueses. Nele, responde a questões que interessam a todos nós: como se organizam os serviços de informação? Quais são os limites e o alcance do trabalho dos "espiões portugueses"? É possível manter um serviço de inteligência sem atravessar as fronteiras da legalidade? Numa linguagem viva e direta, resultado de longas conversas, Jorge Silva Carvalho começa por recordar as acusações durante a última sessão do seu julgamento, recua aos tempos da formação no SIS, à especialização em contraespionagem, à formação da "Casa da Rússia", a atividade dos serviços em alguns casos de vigilância e contrainformação, e mostra — pela primeira vez — como decorrem essas operações em Portugal e no estrangeiro.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
De menino-prodígio a figura da cultura portuguesa com décadas de criatividade em domínios tão diversos como a música, o cinema, a literatura ou a televisão, António Victorino d’Almeida revela-se sem reservas numa grande entrevista a José Jorge Letria.O livro em que António Victorino d’Almeida nos diz que vive como um leopardo que desce de um ramo alto para caçar e depois fica em paz enquanto a comunidade que dirige tem com que se alimentar.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
De menino-prodígio a figura da cultura portuguesa com décadas de criatividade em domínios tão diversos como a música, o cinema, a literatura ou a televisão, António Victorino d’Almeida revela-se sem reservas numa grande entrevista a José Jorge Letria.O livro em que António Victorino d’Almeida nos diz que vive como um leopardo que desce de um ramo alto para caçar e depois fica em paz enquanto a comunidade que dirige tem com que se alimentar.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
António Joaquim Ribeiro, mais conhecido por António Variações, foi um dos músicos e cantores mais emblemáticos dos anos 80 e mudou o panorama musical português de forma incontornável, integrando referências europeias e nacionais e galgando géneros musicais e artísticos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
António Joaquim Ribeiro, mais conhecido por António Variações, foi um dos músicos e cantores mais emblemáticos dos anos 80 e mudou o panorama musical português de forma incontornável, integrando referências europeias e nacionais e galgando géneros musicais e artísticos.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 184
Sinopse:
António-Pedro Vasconcelos é um intelectual português, professor, crítico literário e cinematográfico, cronista, comentador televisivo, com forte intervenção cívica. Mas António-Pedro Vasconcelos é, acima de tudo, um cineasta, figura fundadora do cinema novo português, criou personagens, contou histórias, pôs o quotidiano nos filmes, pôs os filmes mais próximos do público português.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
António-Pedro Vasconcelos é um intelectual português, professor, crítico literário e cinematográfico, cronista, comentador televisivo, com forte intervenção cívica. Mas António-Pedro Vasconcelos é, acima de tudo, um cineasta, figura fundadora do cinema novo português, criou personagens, contou histórias, pôs o quotidiano nos filmes, pôs os filmes mais próximos do público português.
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